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	<title>faculdade de belas-artes da universidade de lisboa &#187; Arte</title>
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	<description>faculdade de belas-artes da universidade de lisboa</description>
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		<title>universidade de lisboa no rock in rio</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 14:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[20 &#62; 28 JUNH0 2026  Entre os dias 20 e 28 de junho de 2026, a Universidade de Lisboa marca presença no Rock in Rio Lisboa 2026 com um programa diversificado de atividades abertas ao público. Visita o stand da ULisboa e participa em experiências de ciência, tecnologia, arte e desporto! A Faculdade de Belas-Artes [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67836" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_RockinRioULisboa.jpg" alt="E_26_RockinRioULisboa" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-67836 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_RockinRioULisboa" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_RockinRioULisboa.jpg" /></p>
<h6>20 &gt; 28 JUNH0 2026 </h6>
<p>Entre os dias 20 e 28 de junho de 2026, a Universidade de Lisboa marca presença no Rock in Rio Lisboa 2026 com um programa diversificado de atividades abertas ao público. Visita o stand da ULisboa e participa em experiências de ciência, tecnologia, arte e desporto!</p>
<p><strong>A Faculdade de Belas-Artes</strong> vai estar presente no <a href="https://www.ulisboa.pt/noticia/ulisboa-leva-investigacao-inovacao-e-empreendedorismo-smart-city-rock-no-rock-rio-lisboa" target="_blank">stand da Universidade de Lisboa</a>, um espaço de descoberta, experimentação e interação para visitantes de todas as idades.</p>
<p>Realidade virtual aplicada à saúde e à aprendizagem prática, Mixed Reality em design, o protótipo NIDUM, a maquete EcoCar, a Sinalética Campus, são alguns dos projetos apresentados pela Faculdade de Belas-Artes no stand da Universidade de Lisboa, no Rock in Rio.</p>
<p>O stand reúne estudantes, investigadores, docentes e equipas técnicas num ambiente dinâmico onde a ciência, a tecnologia, a inovação, a arte e o desporto se cruzam com a curiosidade e a participação do público. Os visitantes terão a oportunidade de explorar novas tecnologias, experimentar atividades interativas, conhecer projetos de investigação e descobrir como o conhecimento produzido na Universidade contribui para responder aos desafios da sociedade.</p>
<p>A entrada é aberta a todos os visitantes do festival.</p>
<p><strong>Participa!</strong></p>
<p>Visita o stand da ULisboa, experimenta as atividades, conversa com quem faz ciência e inovação todos os dias e descobre como a Universidade de Lisboa está a ajudar a construir o futuro.</p>
<p>Consulta o programa completo <a href="https://www.ulisboa.pt/evento/universidade-de-lisboa-no-rock-rio" target="_blank">AQUI</a> e junta-te a nós na Cidade do Rock, no <a href="https://rockinriolisboa.pt/" target="_blank">Rock in Rio Lisboa 2026</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>o verão na ulisboa está de volta às belas-artes</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 13:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Multimédia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[Verão na ULisboa 2026  Experimenta. Explora. Mergulha no teu futuro! Experiências, jogos, visitas e workshops para mostrares o teu talento e descobrires o dia a dia num curso da ULisboa! Na Faculdade de Belas-Artes o Verão ULisboa decorrerá entre 29 de junho a 3 de julho para os alunos que vão frequentar o 11.º ou o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67799" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_VERAOulisboa-1.jpg" alt="E_26_VERAOulisboa (1)" width="700" height="450" /></noscript><p><p><img class="alignnone size-full wp-image-67799 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_VERAOulisboa (1)" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_VERAOulisboa-1.jpg" /></p>
<p><a href="https://www.ulisboa.pt/evento/verao-na-ulisboa-2026-candidaturas-ate-17-de-junho" target="_blank">Verão na ULisboa 2026</a> </p>
<p><a style="color: #806d2c;" tabindex="-1" href="https://www.ulisboa.pt/verao-na-ulisboa" target="_blank"><strong style="font-weight: bolder;">Experimenta. Explora. Mergulha no teu futuro!</strong></a></p>
<p>Experiências, jogos, visitas e workshops para mostrares o teu talento e descobrires o dia a dia num curso da ULisboa!</p>
<p>Na Faculdade de Belas-Artes o Verão ULisboa decorrerá entre 29 de junho a 3 de julho para os alunos que vão frequentar o 11.º ou o 12.º ou que já tenham concluído o 12º ano.</p>
<p>VAGAS: 22 (por ordem de inscrição)</p>
<p>“Descobrir a Faculdade de Belas-Artes” é uma oportunidade única para entrar no mundo das artes e design nas diversas áreas de ensino desta instituição: Pintura, Escultura, Desenho, Design de Comunicação, Design de Equipamento e Ciências da Arte e do Património, possibilitando aos interessados participar em atividades práticas e teóricas, bem como contactar com docentes e alunos, sentindo o dia-a-dia de uma escola que fervilha de criatividade, pesquisa, experimentação e conhecimento.</p>
<p>Nesta Escola vais encontrar professores que prepararam um plano completo de atividades (palestras, experiências, visitas) para te mostrar os conhecimentos básicos, os métodos de trabalho e as tarefas práticas, relativos aos cursos lecionados na ULisboa.</p>
<p>Diariamente serás acompanhado por alunos da Universidade que te ajudarão a resolver os desafios colocados, responderão às tuas dúvidas e dar-te-ão a conhecer as instalações, mostrando como é a vida universitária.</p>
<p>Poderás conhecer e interagir, de forma dinâmica, nos laboratórios, salas de aulas, centros de investigação, entre outros espaços.</p>
<p>Vais almoçar na cantina e conviver com os veteranos, conhecendo o verdadeiro espírito académico! </p>
<p>VERÃO ULISBOA #MERGULHANOTEUFUTURO</p>
<p>UMA EXPERIÊNCIA INESQUECÍVEL!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.ulisboa.pt/verao-na-ulisboa" target="_blank">+INFO</a></p></p>
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		<title>keynote speakers peter lloyd e jeanne liedtka &#8211; DTRS&#8217;15</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/keynote-speakers-peter-lloyd-e-jeanne-liedtka-dtrs15/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[17 > 19 JUNE 2026 &#124; FBAUL AND IADE DTRS’15Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon17-19 June 2026 &#160; Keynote Speakers PETER LLOYD Wednesday, 17 June 20269:30 (AM)Lagoa Henriques Auditorium (FBA) “Intelligence Reframed: A Journey through Design Thinking” Where has design thinking come from and where is it going to? In this keynote, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67705" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_Speakers.jpg" alt="E_26_Speakers" width="700" height="450" /><img class="alignnone size-full wp-image-67707" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.jpg" alt="Imagem1" width="338" height="225" /><img class="alignnone size-full wp-image-67706" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.jpg" alt="Imagem2" width="275" height="279" /></noscript><p><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_Speakers.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67705 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_Speakers" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_Speakers.jpg" /></a></p>
<p>17 > 19 JUNE 2026 | FBAUL AND IADE</p>
<p><a href="https://dtrs15.belasartes.ulisboa.pt/">DTRS’15</a><br />Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon<br />17-19 June 2026</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Keynote Speakers</strong></p>
<p><a href="https://www.tudelft.nl/io/over-io/personen/lloyd-pa">PETER LLOYD</a></p>
<p>Wednesday, 17 June 2026<br />9:30 (AM)<br />Lagoa Henriques Auditorium (FBA)</p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67707 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="Imagem1" width="338" height="225" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.jpg" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">“Intelligence Reframed: A Journey through Design Thinking”</span></p>
<p>Where has design thinking come from and where is it going to? In this keynote, Peter Lloyd will explore the conceptual evolution of design thinking, first through the DTRS symposiums, then expanding out into the broader uses, cultures and meanings of the term, and finally considering the possible future for design thinking in the current context of rapid developments in AI.<br />Over the past 35 years, design thinking has become what Donald Schön, a contributor at the first DTRS, terms ‘an idea of good currency’. Ideas of good currency are effective boundary objects; potent expressions of an idea in a word or short phrase. The term design thinking has shown extraordinary longevity and resilience in its journey from the representation of cognitive expertise to the corporate and governmental innovation process.<br />Schön is one of only a few major thinkers originating outside the discipline of design to see exceptional value in the approaches, methods, and processes of design. He also articulated the key role of language in capturing and giving form to design activity. This makes the recent development of language models particularly relevant and amenable to processes of design.<br />In this keynote Peter will talk about their own journey through design thinking – as a researcher, educator, editor, practitioner, and now as someone grappling to understand the implications of AI for designers, designing, and design thinking. Peter will explore what an AI enhanced design thinking might look like, what it might do, and how we might feel if it does that.</p>
<p><a href="https://www.tudelft.nl/io/over-io/personen/lloyd-pa">Peter Lloyd</a> is Professor of Design Methodology at the Faculty of Industrial Design Engineering, TU Delft, where he is also a co-founder of the Designing Intelligence Lab and co-director of the Center for Law, Design, and AI. He is Chair of the Design Research Society, President of IASDR, and Editor-in-Chief for the journal Designing. His research focusses on how language is used during processes of design, broadly defined.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.darden.virginia.edu/faculty-research/directory/jeanne-m-liedtka">JEANNE LIEDTKA</a></p>
<p>Friday, 19 June 2026</p>
<p>10:30 (AM)</p>
<p>Faculty of Design, Technology and Communication (IADE)</p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67706 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="Imagem2" width="275" height="279" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.jpg" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">“Design Thinking: Fad, Fraud, or the Future of Business?”</span></p>
<p>Is Design thinking a) dead, b) a fad, c) a fraud or d) the most powerful yet undervalued new business methodology of the last 50 years?<br />In this reflection on her decades of personal experience as an academic and researcher, strategist and corporate executive, Jeanne Liedtka will argue why the answer is “d” and what to do about it. She will argue that DT offers exactly the skills that organizations and their employees most need to continuously adapt to the accelerating change in the world around us. So why do we continue to struggle to demonstrate its value in practice? To address this, we will explore the aspects of today&#8217;s organizations that stand in the way of achieving Design’s potential and that require us, as its advocates, to think creatively about how to design to remove them.</p>
<p><a href="https://www.darden.virginia.edu/faculty-research/directory/jeanne-m-liedtka">Jeanne Liedtka</a> is the UTC Emeritus Professor of Business at the University of Virginia’s Darden Graduate School of Business. With interests at the intersection of strategy and design, Jeanne has written eight books and multiple articles on the subject of strategy, innovation, and design thinking, and consulted with a diverse set of organizations including IBM, Samsung, NASA, The United Nations, and the government of Singapore. Her most recent book is The Experimentation Field Book: A Step-by-Step Project Guide, co-authored with Natalie Foley, David Kester and Elziabeth Chen.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p></p>
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		<title>tolerance project</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[17 JUNHO > 15 JULHO 2026 I CHIADO E BAIXA LISBOA O Tolerance Project [Projeto Tolerância] é uma iniciativa internacional de design dedicada à promoção da tolerância, da inclusão e do diálogo através do cartaz. Criado em 2017, pelo designer Mirko Ilić, o projeto reúne artistas e designers de diversos países, convidados a interpretar graficamente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67779" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_PosterShow.jpg" alt="E_26_PosterShow" width="700" height="450" /></noscript><p><p><img class="alignnone size-full wp-image-67779 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_PosterShow" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_PosterShow.jpg" /></p>
<h6>17 JUNHO > 15 JULHO 2026 I CHIADO E BAIXA LISBOA</h6>
<p><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">O <em><strong>Tolerance Project [Projeto Tolerância]</strong> </em>é uma iniciativa internacional de design dedicada à promoção da tolerância, da inclusão e do diálogo através do cartaz. Criado em 2017, pelo designer Mirko Ilić, o projeto reúne artistas e designers de diversos países, convidados a interpretar graficamente a palavra «tolerância» nas suas línguas nativas, explorando a comunicação visual como ferramenta de reflexão e intervenção no espaço público. </span></p>
<p><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Em Lisboa, o <em><strong>Tolerance Poster Show</strong></em> apresenta uma seleção de cartazes internacionais distribuídos por um percurso urbano que tem início na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, passa pelo Largo do Teatro Nacional de São Carlos e pela Praça do Município e termina no MUDE – Museu do Design.</span></p></p>
]]></content:encoded>
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		<title>em trânsito &#8211; exposição</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; 19 JUNHO > 30 AGOSTO 2026 I ARMAZÉM DAS ARTES, ALCOBAÇA Inaugura no dia 19 de junho, às 18h30, no espaço Armazém das Artes, em Alcobaça, a exposição Em Trânsito, exposição de desenho, pintura, ilustração, animação e inteligência artificial, e como o próprio nome indica Em Trânsito, a exposição transitou da Faculdade de Belas-Artes, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67786" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoAlcobaça.jpg" alt="E_26_expoAlcobaça" width="700" height="450" /></noscript><p><p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-67786 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expoAlcobaça" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoAlcobaça.jpg" /></p>
<p>19 JUNHO > 30 AGOSTO 2026 I ARMAZÉM DAS ARTES, ALCOBAÇA</p>
<p>Inaugura no dia 19 de junho, às 18h30, no espaço Armazém das Artes, em Alcobaça, a exposição <em><strong>Em Trânsito</strong></em>, exposição de desenho, pintura, ilustração, animação e inteligência artificial, e como o próprio nome indica <em><strong>Em Trânsito</strong></em>, a exposição transitou da Faculdade de Belas-Artes, onde esteve patente, no espaço Lagoa Henriques, entre 4 e 27 de maio de 2026. </p>
<p><strong>Organização:</strong></p>
<p>António Trindade (autor do projeto)<br />Américo Marcelino<br />Susana Oliveira<br />Diana Costa</p>
<p><strong>Artistas:</strong></p>
<p>Catarina Lira Pereira<br />Cygny Astra Malvar<br />Gabriel Colaço<br />Gilberto Colaço<br />Isabelle Faria<br />Joana Mosi<br />Joana Paraiso<br />Lúcia Antunes<br />Nádia Joaquim<br />Yun Zhang</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em trânsito. Processos conceptuais multifacetados e em construção. </strong></p>
<p>António Trindade</p>
<p><strong><em>Em Trânsito</em></strong> reúne o percurso da investigação artística teórico-prática de dez alunos do curso de doutoramento em Belas Artes, nas especialidades de Desenho e de Pintura. Nesta mostra, podemos visitar linhas de investigação diversificadas, que percorrem o desenho e a pintura, de forma analógica e digital, o desenho de modelação 3D, a ilustração, a animação e a forma plástica integrada e elaborada também com o recurso da AI, inteligência artificial. Verificamos percursos heterogéneos onde o Desenho e a Pintura estão presentes, desde a herança cultural, às suas aplicações e projeções em diagramas científicos, na ilustração e narrativa, no trabalho de campo centrado no risco, partindo de geografias, mapas e territórios diversificados, à utopia de territórios possíveis e imaginários, chamativos e alarmantes, até ao desenho ecológico, mapeado e animado pelo comportamento das plantas, com uma mensagem política face às recentes alterações climáticas e aos maus comportamentos humanos que nos ameaçam no presente.</p>
<p>Catarina Lira Pereira mostra-nos trabalhos em confrontação que despertam alguma tensão no observador, jogando entre representações analógicas com aguarelas que se observam em par com desenhos algoritmos que partem daquelas, onde aplica a inteligência artificial, confrontando imagens interessantes e complementares, estabelecendo assim uma ambiguidade entre pintura e desenho. A série apresentada pela autora, parte de uma operação inspirada no teste de <em>Rorschach</em> e explora a passagem da mancha ao contorno, como se este fosse a cristalização daquela.</p>
<p>Cygny Malvar tem vindo a encenar trabalhos questionando as possibilidades da fotografia e da sua abertura e deslocamento para outras representações, onde utiliza o desenho analógico. Nestes desenhos da autora, centrados em <em>Pontos de Vista, Proximidade e Intimidade, </em>a autora representa e transforma com desenho os instantes fixados por registos fotográficos, criando outras representações ambíguas onde a reflexão sobre o tempo, o espaço, a memória e o afeto são parte integrante do seu processo conceptual. Daqui resultam representações com uma enorme força expressiva, partindo de cenas do quotidiano e de espaços íntimos.</p>
<p>Gabriel Colaço trabalha em parceria com o seu irmão Gilberto Colaço, desenvolvendo ambos um percurso artístico marcado pela fenomenologia do território onde concorrem vários instrumentos e médiuns no seu processo conceptual, valorizando as novas tecnologias como o desenho 2D trabalhado pelo primeiro e a modelação e a impressão 3D, trabalhada pelo segundo. Nesta conjugação, constroem objetos interessantes sobre um questionamento e uma reflexão particular sobre a fenomenologia territorial, onde permanece no olhar do observador uma tensão latente entre as intervenções humanas e os lugares diversos da natureza circundante e visível, que se vão modificando no espaço e no tempo segundo as leis naturais metamórficas. Daqui resultam objetos de grande força plástica, como as litofanias que mostram caixas de luz onde são visíveis desenhos realizados de forma digital, gravados a laser e munidos de sensores e iluminação com o auxílio de lâmpadas LED. No trabalho de Gabriel e Gilberto Colaço, os <em>softwares</em>, os dispositivos e as interfaces digitais reconfiguram o gesto gráfico e a materialidade do desenho, onde este é matriz para as representações volumétricas e vice-versa.</p>
<p>Isabelle Faria artista já reconhecida, como se atesta bem no seu Curriculum Vitae, desenvolve e explora o desenho de forma dinâmica e reflexiva, mas de uma grande força expressiva. O movimento, a ação, o risco e o arriscar fazem parte do seu processo criativo, onde o trabalho desenvolve-se entre o espaço territorial e o seu estúdio. A autora realiza viagens pelas longas paisagens áridas e vazias do sul de Espanha, viagens essas que por sí só constituem material que posteriormente é trabalhado no seu estúdio. Utiliza um processo conceptual muito particular, inspirado metaforicamente na dinâmica de um carreto de uma máquina de duas rodas, que permite avanços, recuos e paragens, que alimentam a experimentação, a introspeção e a reflexão. Este movimento, que tanto pode avançar como recuar, ou mesmo parar, reflete a natureza cíclica e fluida do seu processo criativo.</p>
<p>Joana Mosi desenvolve o seu trabalho no desenho de ilustração. Tem vindo a desenvolver um trabalho centrado <em>no Espaço Urbano como Experiência e Representação na Narrativa Gráfica,</em> que corresponde ao seu projeto de doutoramento. A autora interessa-se pela ligação entre a banda desenhada e a abordagem e representação gráfica do espaço urbano. Neste sentido, no seu trabalho estabelece pontes entre o desenho, o pensamento próprio da arquitetura e a narrativa gráfica, onde intervêm questões e reflexões sobre composição, construção e <em>layout. </em>Relaciona os percursos de navegação das cidades com a composição de leitura numa página de ilustração.</p>
<p>Joana Paraíso desenvolve um trabalho centrado no território, não entendido como geografia específica, mas antes como lugar de experiências vividas entre corpo, experiência, memória, correspondências e as suas marcas. O território é assim entendido como lugar habitado, vivido, como lugar não apenas visível, mas também sensorial, com significados precisos, na busca e no encontro sobre o desconhecido, acordando um pouco naquilo que Umberto Eco já referira em tempos na sua obra <em>Estrutura Ausente</em> de 1968. Mediante percursos selecionados a autora regista essas memórias, vivências e experiências, que depois são trabalhadas e materializadas no seu estúdio de forma singular e bastante original.</p>
<p>Lúcia Antunes desenvolve um trabalho de desenho de ilustração científica, trabalhando no presente num projeto de comunicação visual de Ciência para o <em>Católica Biomedical Research</em> <em>Centre</em> (CBR) dando corpo à sua investigação de doutoramento <em>Do Invisível ao Visível através do Desenho como Processo de Comunicação entre Arte e Ciência</em>. O trabalho proposto para esta exposição mostra ilustrações de desenho científico com forte impacto visual, extremamente detalhadas, que são realizadas em articulação direta com a informação que a autora recolhe dos outros agentes e membros do projeto pertencentes à Universidade Católica.</p>
<p>Nádia Joaquim apresenta trabalhos centrados no desenho em torno do luto, pânico e melancolia e no presente desenvolve o seu projeto de doutoramento com o título <em>Desenho e Melancolia. Teoria, estética e transversalidades na construção de um projeto artístico</em>. Os trabalhos propostos de Nádia Joaquim apresentam um forte impacto visual, resultante de um desenho marcante e nervoso e em composições onde figuras desenhadas à linha mostram sobreposições de formas abstratas com rostos sugeridos por linhas igualmente nervosas, gerando uma grande ambiguidade no observador. Conhecedora e investigadora da forte herança cultural da história da arte, da filosofia e da estética, utiliza esse conhecimento abrindo brechas que contribuem para a construção do seu percurso atual, agora apresentando elementos figurativos que jogam, contrastam e se sobrepõem com outros de cariz mais abstrato, figurando assim algo de novo ainda em construção e desenvolvimento, mas com resultados promissores.</p>
<p>Yun Zhang tem vindo a desenvolver um percurso bastante original com imagens e dinâmicas que se destacam pela qualidade do desenho, da pintura e da animação digitais, com forte impacto visual, reveladas na qualidade do traço, na paleta cromática, nos contrastes e no movimento que a autora emprega. Trabalhando com a inteligência artificial AI, a autora valoriza e vem trabalhando na questão da cognição das plantas, da sua visualização, percepção e representação rítmicas, enaltecendo a imaginação ecológica. A artista e investigadora defende e trabalha a cognição como uma estrutura distribuída e processual da atividade viva, não exclusiva do ser humano, mas estendendo-se a outros seres, no seu caso, as plantas, que são formas de uma grande estrutura orgânica constituindo núcleos estruturais da organização das próprias imagens. Com base nesta questão da descentralização da fenomenologia cognitiva, Yun Zhang propõe um método próprio, o do Sistema Ecológico de Imagem Perceptiva, o EPISM, que permite traduzir e visualizar a composição, a temporalidade rítmica e os mecanismos reguladores que geram sistemas de imagens muito particulares.  A autora apresenta aqui 3 trabalhos realizados nesse contexto e que são parte integrante do seu projeto mais amplo de doutoramento com o título <em>Visualising Plant Cognition: Rhythmic Perception and Ecological Imagination in Drawing and Digital Painting.</em> </p>
<p>Lisboa, 17 de Março de 2026</p>
<p>António Trindade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>+ Textos de Catálogo</strong></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/PT-Texto-de-Américo-Marcelino-para-o-catálogo-EM-TRÂNSITO.1-1-3-1.pdf">AMÉRICO MARCELINO</a></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/PT-Texto-de-Diana-Costa-para-o-catálogo-EM-tra-1-2.pdf">DIANA COSTA</a></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/PT-Texto-de-Susana-Oliveira-para-o-catálogo-EM-TR-1-2.pdf">SUSANA OLIVEIRA</a></p></p>
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		<title>II Jornadas Internacionais de Cenografia &amp; Figurinos // chamada de trabalhos</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Open Call]]></category>

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		<description><![CDATA[CHAMADA DE TRABALHOS > ATÉ 28 JUNHO 2026 A Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a partir do CIEBA (Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes), convidam a comunidade académica, artistas e investigadores, a submeteram propostas de comunicação para a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67607" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg" alt="E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos" width="700" height="450" /></noscript><p><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67607 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg" /></a></p>
<p>CHAMADA DE TRABALHOS > ATÉ 28 JUNHO 2026</p>
<p>A Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a partir do CIEBA (Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes), convidam a comunidade académica, artistas e investigadores, a submeteram propostas de comunicação para a conferência internacional<strong> II Jornadas Internacionais de Cenografia &#038; Figurinos.</strong></p>
<p>Na continuação da sua primeira edição, as Jornadas pretendem ser um fórum de partilha de pensamento e discussão na área do design de cena. O design de cena – ou a cenografia e os figurinos – é um campo próprio e específico que, no entanto, existe na proximidade, ou até na intersecção, com as belas-artes, as artes performativas e a arquitectura, entre muitos outros saberes, alguns eminentemente técnicos. Maioritariamente, a sua afirmação tem-se feito na prática e são esses processos criativos e técnicos, herdeiros de uma tradição de artistas e mestres, que se procuram perspectivar na actualidade, quando a visualidade da cena se expandiu ao desenho da performance e à prática da instalação.</p>
<p>Interessa alargar as discussões sobre a prática, a história e a teoria do design de cena, permitindo a partilha entre geografias diversas; mas interessa, igualmente, pensar a prática portuguesa, pouco documentada e com necessidade de estudo e arquivo, e colocá-la em relação.</p>
<p>Nesta edição, para além das secções dedicadas a <strong>artistas e investigadores</strong>, convidam-se <strong>estudantes e artistas emergentes</strong> a participar numa secção especialmente dedicada à exploração e ensaio de ideias.</p>
<p>Aceitam-se propostas que abordem, entre outros, os seguintes tópicos:</p>
<p>História e teoria da cenografia e dos figurinos<br />Processos criativos<br />Estudo de casos<br />Ensino da cenografia e dos figurinos</p>
<p>Na secção <strong>“estudantes e artistas emergentes: 1 IDEIA + 1 IMAGEM”</strong>, propõem-se apresentações de cerca de 5 minutos, realizadas a partir do lançamento de uma ideia e de uma imagem.</p>
<p><strong>1. Normas para Submissão</strong></p>
<p>As propostas devem ser enviadas em formato PDF para o email <a href="mailto:jornadascenografiaefigurinos@gmail.com">jornadascenografiaefigurinos@gmail.com</a> e devem incluir:</p>
<p>- Título da comunicação;<br />- Resumo (Abstract) de 300 a 500 palavras;<br />- Palavras-chave (3 a 5);<br />- Nota biográfica do autor (máx. 150 palavras);<br />- Filiação institucional e contactos.<br />São aceites submissões em português, inglês, espanhol, francês e italiano.<br />As apresentações orais devem ser realizadas em português ou inglês.</p>
<p><strong>2. Calendário</strong></p>
<p>Prazo limite para submissão: 28 de Junho<br />Notificação de aceitação: 31 de Julho</p>
<p><strong>3. Publicação</strong></p>
<p>Informa-se que uma seleção de artigos apresentados na conferência será publicada em livro de actas.<br />Prazo limite para a submissão de textos: 15 de Dezembro<br />São aceites textos em português, inglês, espanhol, francês e italiano, devendo sempre existir um resumo em língua inglesa.</p>
<p>A participação nas Jornadas implica a potencial publicação da investigação no livro de actas. A participação na conferência e a publicação estão, ambas, sujeitas a processos de revisão por pares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA)<br />Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa (FBA-UL)<br />Escola Superior de Teatro e Cinema, Politécnico de Lisboa (ESTC-IPL)</p>
<p><strong>Parceiros (em actualização)</strong></p>
<p>Associação Portuguesa de Cenógrafos (APCEN) / Festival Alkantara</p>
<p><strong>Coordenação Geral</strong></p>
<p>Fernando Rosa Dias / João Calixto / Marta Cordeiro / Paulo Morais-Alexandre / Sara Franqueira / Susana Vidal</p>
<p><strong>Comissão Científica (em actualização)</strong></p>
<p>Ana Mira (ESTC/ IFILNOVA)<br />Armando Nascimento Rosa (ESTC-CIAC) <br />Fernando Rosa Dias (FBAUL / CIEBA)<br />Helder Maia (I2ADS / ESMAE)<br />Isis Saz Tejero (UCLM)<br />João Calixto (ESTC / CIEBA)<br />Jorge Palinhos (CECS)<br />José Capela (EAAD / Lab2PT) <br />Marta Cordeiro (ESTC / CIEBA)<br />Paulo Morais-Alexandre (ESTC / CIEBA)<br />Sara Franqueira (ESTC / CIEBA)<br />Susana Vidal (ESTC / CIEBA)<br />Teresa Projecto (IPLuso &#8211; UL / CIEBA)<br />Teresa Varela (ESTC / CIEBA)</p>
<p><strong>Contactos</strong></p>
<p><a href="mailto:jornadascenografiaefigurinos@gmail.com">jornadascenografiaefigurinos@gmail.com</a></p>
<p>&nbsp;</p></p>
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		<title>reflect 2.0 introspective &#8211; exposição de rita andrade</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 09:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>

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		<description><![CDATA[12 &#62; 26 JUNHO 2026 &#124; GALERIA BELAS-ARTES  A exposição Reflect 2.0 INTROSPECTIVE de Rita Andrade inaugura dia 12 junho pelas 17h e está patente de 12 a 26 junho, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes. Curadoria: Carlos Vidal Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00 Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente. &#160; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67633" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoJunho.jpg" alt="E_26_expoJunho" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoJunho.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67633 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expoJunho" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoJunho.jpg" /></a></p>
<p>12 &gt; 26 JUNHO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES </p>
<p>A exposição <strong>Reflect 2.0 INTROSPECTIVE </strong>de Rita Andrade inaugura dia <strong>12 junho </strong>pelas<strong> 17h</strong> e está patente de 12 a 26 junho, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.</p>
<p>Curadoria: Carlos Vidal</p>
<p>Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Reflect 2.0 INTROSPECTIVE</strong> consiste, maioritariamente, na intervenção pictórica em espelhos antigos recuperados pela artista, criando uma experiência que convida o espectador a refletir sobre questões da sociedade contemporânea.<br />Os espelhos não estão completamente cobertos, mantendo-se uma ambivalência intencional no projeto. Por um lado, o observador vê o seu próprio reflexo. Por outro, é desafiado a olhar para além da sua imagem e a confrontar aquilo que o espelho sugere como espaço de interpretação.<br />Este conjunto de obras propõe uma leitura crítica do presente, explorando a relação entre o indivíduo e o contexto social em que se inscreve. Através da tensão entre o visível e o sugerido, o trabalho abre um espaço de reflexão contemporânea sobre identidade, responsabilidade e a forma como nos posicionamos perante as dinâmicas sociais e políticas que estruturam o mundo atual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rita Andrade</strong> é uma artista socialmente comprometida, nascida e baseada em Lisboa. Licenciou-se em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa em 2020 e concluiu o mestrado em Art &amp; Politics na Goldsmiths, University of London, em 2021.</p>
<p>O seu percurso inclui várias exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro, entre as quais se destacam Identity and Land (2023), Reflect (2024) e The Unbearable Lightness of Power (2025).</p>
<p>A sua prática artística centra-se no potencial transformador da arte enquanto forma de comunicação e intervenção pacífica. O seu trabalho é guiado por um compromisso com os direitos humanos e por experiências em contextos como a Palestina e Honduras, privilegiando uma abordagem de investigação imersiva que permite uma compreensão aprofundada das realidades que aborda.<br />Enquanto artista e agente de reflexão, Rita Andrade propõe um diálogo crítico sobre o papel do indivíduo no mundo contemporâneo, explorando formas de consciência, responsabilidade e posicionamento face às estruturas de poder e às narrativas que moldam a sociedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Movimento da Alma na ‘Paixão de Cristo’ de Rafael Bordalo Pinheiro</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 09:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[14 MAIO &#62; 30 SETEMBRO 2026 &#124; MUSEU JOSÉ MALHOA, CALDAS DA RAINHA No dia 14 de Maio de 2026, às 10h30, inaugura no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, a exposição de desenho e o seminário intitulados O Movimento da Alma na “Paixão de Cristo” de Rafael Bordalo Pinheiro &#8211; Entre desenhos e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-67335" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo.jpg" alt="E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo" width="700" height="450" /></noscript><p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-67335 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo.jpg" />14 MAIO &gt; 30 SETEMBRO 2026 | MUSEU JOSÉ MALHOA, CALDAS DA RAINHA</p>
<p>No dia 14 de Maio de 2026, às 10h30, inaugura no <a href="https://www.museusemonumentos.pt/pt/agenda/exposicao-e-seminario-o-movimento-da-alma-na-paixao-de-cristo-de-rafael-bordalo-pinheiro" target="_blank">Museu José Malhoa</a>, nas Caldas da Rainha, a exposição de desenho e o seminário intitulados O Movimento da Alma na “Paixão de Cristo” de Rafael Bordalo Pinheiro &#8211; Entre desenhos e reflexões. A exposição ficará patente até 30 setembro.</p>
<p>A exposição apresenta os desenhos produzidos durante a residência e, no dia da abertura, decorre um seminário dedicado ao debate e à reflexão crítica sobre a obra de Bordalo Pinheiro, os museus e as suas possibilidades contemporâneas.</p>
<p>O seminário contará com investigadores e profissionais como Artur Ramos, Luís Jorge Gonçalves, João Alpuim Botelho, Dora Mendes, Marta Galvão Lucas, entre outros convidados.</p>
<p>O público é convidado a participar neste diálogo sobre património, criação e pensamento artístico atual.</p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_PROGRAMA-Bordalo-Programa-Seminário-1.pdf" target="_blank">PROGRAMA</a></p>
<p>Acesso gratuito. </p>
<p>Este evento é uma organização do:</p>
<p>Museu José Malhoa/Museus e Monumentos de Portugal<br />Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa/ VICARTE Vidro e cerâmica para as artes/ CIEBA, Centro de Investigação e de Estudo em Belas-Artes<br />Universidade Federal de Rio Grande do Norte/ Grupo de Pesquisa de Género, Políticas Públicas e Sociedade </p>
<hr />
<p>Quando Rafael Bordalo Pinheiro, entre 1887 e 1899, criou a Paixão de Cristo, para as capelas da Via Sacra da Mata do Buçaco, por encomenda do governo português, através do Ministro Emidio Navarro, estava a retomar uma tradição da arte ocidental sobre a dramatização da vida de Jesus, em esculturas policromadas de terracota.</p>
<p>Previam-se 86 esculturas de escala natural, com 12 Passos da Paixão. Por diferentes dificuldades, o projeto inicial não foi concluído, tendo chegado aos nossos dias as seguintes cenas: Jesus no Horto, Traição de Judas, Passagem do Cedron; Jesus em casa de Anás; Jesus na casa de Caifás; Jesus perante Pilatos; Jesus perante Herodes; Pilatos lavando as mãos e Jesus a Caminho do Calvário.</p>
<p>Na atualidade encontra-se no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, cidade onde Rafael Bordalo Pinheiro localizava a sua fábrica de cerâmica. Trata-se do seu projeto mais ambicioso, que nos demonstra as suas capacidades como artista. Através das esculturas observamos dramatismo, expressão e uma plasticidade muito bem explorada, que nos conduz ao sublime. Tinham passados os tempos do dramatismo do Barroco, onde se explorava com emoção os Passos da Paixão, através das vias sacras, em esculturas que podemos examinar no Bom Jesus do Monte, em Braga, na Serra do Pilar, na Póvoa de Lanhoso, ou em Congonhas, em Minas Gerais, no Brasil. No entanto, Rafael Bordalo Pinheiro explorou, na terracota, o dramatismo através dos rostos, dos corpos, das panejamentos e das cores.</p>
<p>A diversidade das cenas é um desafio para o desenho que foi proposto a alunos de desta disciplina da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Estes desenhos, executados a partir dos originais e no próprio espaço do Museu José Malhoa, constituem dez aproximações individuais à obra de Rafael Bordalo Pinheiro A Paixão de Cristo. A diversidade fisionómica aliada à modelação ligeiramente inacabada das esculturas é o cruzamento de interpretações ilimitadas à reconstrução e à reinvenção das figuras. Todos os dez artistas convidados abordaram a obra segundo múltiplos pontos de vista e não só no sentido literal. Cada uma das aproximações reconstrói o espaço, cria contextos, reinventa as personagens, acentua expressões e idealiza visões e fisionomias. O desenho, associado vulgarmente ao essencial acaba por aliar o rigor da forma com a agradabilidade da cor, para nos surpreender com o potencial da obra de Rafael. Na verdade, estas sessões desenvolvidas no museu constituem momentos únicos de observação, análise, descoberta e conhecimento sem paralelo graças ao contacto direto e natural com as obras de arte. Estes desenhos são a celebração desses momentos.  </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>VIII Colóquio Expressão Múltipla: chamada de trabalhos – Desenho Aplicado &#124; Teoria e Prática do Desenho</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 09:20:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeira chamada de trabalhos – Desenho Aplicado Segunda Chamada de trabalhos -Teoria e Prática do Desenho Datas de realização do Colóquio &#8211; 23 – 24 novembro de 2026 &#160; Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. Divide-se em duas chamadas de trabalho com vista a duas publicações anuais [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-67189" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_expressaoMULTIPLA.jpg" alt="E_26_expressaoMULTIPLA" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_expressaoMULTIPLA.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-67189 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expressaoMULTIPLA" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_expressaoMULTIPLA.jpg" /></a></p>
<p><strong>Primeira chamada de trabalhos – Desenho Aplicado</strong></p>
<p><strong>Segunda Chamada de trabalhos -Teoria e Prática do Desenho</strong></p>
<p><strong>Datas de realização do Colóquio &#8211; 23 – 24 novembro de 2026</strong></p>
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<p>Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. Divide-se em duas chamadas de trabalho com vista a duas publicações anuais e a um colóquio/congresso.</p>
<p>A primeira chamada é dirigida ao <strong>Desenho Aplicado</strong>. Por Desenho aplicado entendem-se todas as vertentes em que o desenho é um elemento central, sendo, no entanto, concretizado com outros fins que não ele próprio. Assim áreas do desenho como as da <em>concept art</em>, ilustração, animação, desenho digital, realidade virtual, banda-desenhada, desenho de produção, entre outras, serão os maiores alvos nesta iniciativa. É por isso dirigida aos estudiosos que pretendam seguir, ou que já estejam a desenvolver trabalho nestas áreas, de maneira a permitir uma disseminação de experiência e de resultados.</p>
<p>A segunda chamada é dirigida à <strong>Teoria e Prática do Desenho</strong> num âmbito mais geral onde as suas relações com a arte e com os processos artísticos são investigadas.</p>
<p>O colóquio é dirigido sobretudo aos estudiosos que procuram desenvolver dissertações e teses na área do Desenho ou noutras que possam de alguma forma ampliar as discussões relativas a estas áreas de conhecimento. Pretende-se a disseminação das diversas experiências, metodologias e resultados. Assim, aos interessados em participar convida-se à submissão dos artigos relativos a comunicações orais a serem apresentadas no colóquio atendendo à especificidade das chamadas de trabalhos.</p>
<p>Todos os artigos serão submetidos a uma revisão <em>peer review</em>. Cada artigo recebido pelo secretariado é reenviado, sem referência ao autor, a dois ou mais membros da Comissão Científica, garantindo-se no processo o anonimato de ambas as partes <em>(double-blind</em>). No procedimento privilegia-se a distância geográfica entre a origem de autores e a dos revisores científicos.</p>
<p><strong>O colóquio, a ter lugar entre 23 e 24 de novembro de 2026 no Grande Auditório da FBAUL</strong>, será composto por comunicações de 20 minutos e por um posterior momento para resposta a questões do público. Está prevista a abertura do colóquio/congresso com a presença de um ou dois <em>keynotes</em>.</p>
<p>A realização do colóquio deverá ser presencial. Em caso de impossibilidade de comparência física dos autores, os mesmos poderão apresentar uma gravação com a sua comunicação. A não participação no colóquio poderá levar à exclusão do livro de atas.</p>
<p>Os artigos revistos e aprovados serão publicados <em>online</em> no Repositório da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p>
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<p><strong>CALENDÁRIO:<br /></strong><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla: Desenho Aplicado<br /></strong>Até 21 de junho, data-limite para o envio do resumo.<br />Até 28 de junho, notificação de aceitação.<strong> </strong></p>
<p><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla: Teoria e Prática do Desenho<br /></strong>Até 18 outubro, data-limite para o envio doresumo.<br />Até 25 outubro, notificação de aceitação.</p>
<p><strong> </strong><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla<br /></strong><strong>Colóquio – comunicações orais<br /></strong>23 – 24 de novembro de 2026, Grande Auditório da FBAUL. (Esta data está sujeita a alterações).</p>
<p><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla<br /></strong>Até 31 janeiro de 2027, entrega dos artigos.<br />Até 15 de fevereiro de 2027 notificação dos pareceres da revisão.</p>
<p><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla<br /></strong>Até 31 de março entrega dos artigos finais.<br />Até 31 de maio de 2027, publicação online do livro de atas.</p>
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<p>*Os artigos deverão ser enviados para <a href="mailto:expressaomultipla@gmail.com">expressaomultipla@gmail.com</a> segundo a seguinte formatação:</p>
<p><strong> </strong><strong>Formato do Resumo</strong></p>
<p>Cada resumo não deverá ultrapassar os 1600 caracteres incluindo espaços, sem contar com o título, autoria, afiliação, palavras-chave e legendas.</p>
<ul>
<li><strong>Título</strong>: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.</li>
<li><strong>Autor principal e afiliação: </strong>Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Autores secundários e afiliações (caso existam): </strong>Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Corpo de texto:</strong> Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.</li>
<li><strong>palavras-chave:</strong> 3 a 5 palavras-chave.</li>
<li><strong>Até 2 imagens: </strong>legendadas e referidas.</li>
<li><strong>Legendas: </strong>Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.</li>
</ul>
<p><strong>Formato do Artigo</strong></p>
<p>Cada artigo deverá ter entre 10000 e 15000 caracteres sem espaços referentes ao corpo do texto, isto é, sem contar com o título, resumo, palavras-chave, legendas e bibliografia.</p>
<ul>
<li><strong>Título</strong>: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.</li>
<li><strong>Autor principal e afiliação: </strong>Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Autores secundários e afiliações (caso existam): </strong>Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Resumo e palavras-chave: </strong>Times New Roman, até 1600 caracteres incluindo espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado. 3 a 5 palavras-chave.</li>
<li><strong>Abstract e keywords: </strong>Em inglês, Times New Roman, até 1600 caracteres incluindo espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado.</li>
<li><strong>Subtítulos: </strong>Fonte Times New Roman, negrito, tamanho 12.</li>
<li><strong>Corpo de texto:</strong> Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.</li>
<li><strong>Legendas: </strong>Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.</li>
<li><strong>Referências Bibliográficas: </strong>Devem seguir o Modelo APA ou NP 405. Fonte Times New Roman, tamanho 12 (APA), 10 (NP 405) espaçamento simples.</li>
<li><strong>Até 10 imagens: </strong>Inseridas no correr do texto, legendadas e referidas (atenção aos direitos de autor).</li>
</ul>
<p><strong>O documento deve ser enviado em formato word, e em formato pdf. No formato pdf, o documento deverá omitir os autores e a filiação</strong>.</p>
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		<title>gentrification ll</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 08:55:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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<p>05 &gt; 29 JUNHO 2026 I CISTERNA BELAS-ARTES  </p>
<p>Inaugura no dia 5 de junho às 18h30, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes, a exposição <em><strong>Gentrification II.</strong></em></p>
<p>Horário: 2ª a 6ª &#8211; 11h00/19h00</p>
<p>Promovido pelo projeto Erasmus BIP Estratégias de Projeção Internacional em Estudantes de Arte, que reúne a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Salamanca, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e a Academia Nacional de Belas Artes de Oslo, surge um projeto de exposição e investigação coletiva que procura integrar estudantes da área das artes num contexto propício ao desenvolvimento de relações internacionais e interculturais.</p>
<p>Tomando como tema central o processo de gentrificação, o projeto reflete sobre as transformações e os impactos urbanos e sociais associados a este fenómeno. O termo foi utilizado pela primeira vez por Ruth Glass, em 1964, para descrever a deslocação residencial das classes médias para antigas áreas operárias e de baixos rendimentos em Londres (Gonçalves, 2009). A partir desta problemática, os estudantes foram convidados a desenvolver propostas artísticas e reflexões críticas que explorem os impactos da gentrificação nos seus territórios, nas comunidades e nas dinâmicas culturais contemporâneas.</p>
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