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	<title>faculdade de belas-artes da universidade de lisboa &#187; Arte</title>
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	<description>faculdade de belas-artes da universidade de lisboa</description>
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		<title>A designer at the end of the designer &#8211; mesa redonda</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[29 MAIO 2026 &#124; 18H &#124; ESCADARIA DA CAPELA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES A designer at the end of the designer — Mesa Redonda c/ Joana Tavares, Mário Moura e Silvio Lorusso A designer at the end of the designer surge da proposta de completar a frase &#8220;a designer at the end of…&#8221;, mote à [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67524" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MesaRedondaDesign.jpg" alt="E_26_MesaRedondaDesign" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MesaRedondaDesign.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67524 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_MesaRedondaDesign" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MesaRedondaDesign.jpg" /></a></p>
<p>29 MAIO 2026 | 18H | ESCADARIA DA CAPELA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES</p>
<p><strong>A designer at the end of the designer — Mesa Redonda c/ Joana Tavares, Mário Moura e Silvio Lorusso</strong></p>
<p><em>A designer at the end of the designer</em> surge da proposta de completar a frase &#8220;a designer at the end of…&#8221;, mote à produção académica do 2.º semestre em Design de Comunicação VI na Faculdade de Belas-Artes. Desenvolvido como projeto final de licenciatura, partiu de uma ideia lançada numa das aulas introdutórias: a de que o designer-hifenizado era hoje uma tendência na prática profissional e no modo como nos apresentamos e definimos.</p>
<p>Num momento em que a proliferação de títulos especializados parece garantir identidade e relevância – e em que a inteligência artificial reconfigura o que se entende por competência e autoria –, dizer simplesmente &#8220;sou designer&#8221; tornou-se um ato quase suspeito. A hifenização do perfil profissional promete precisão, mas pode apenas revelar a ambição de um estatuto. Esta mesa redonda parte de uma provocação: e se o título genérico fosse, afinal, o mais exigente? E se reivindicar &#8220;designer&#8221;, sem adjetivos, fosse assumir uma responsabilidade que o hífen dilui?</p>
<p>Em torno desta pergunta, reunidos numa mesa redonda, Silvio Lorusso, Mário Moura e Joana Tavares encontram-se para discutir a identidade de uma profissão em crise — ou em expansão, conforme se olhe.</p>
<p>Entrada livre.</p>
<p>Organização:<br />Inês Campos, Isa Goulart, Mariana Coelho, Marta Bello<br />e Departamento de Design de Comunicação</p>
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		<title>atelier aberto de serigrafia &#8211; lisbon design week</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos & Workshops]]></category>

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		<description><![CDATA[  29 MAIO 2026 &#124; 11H E 15H &#124; LABORATÓRIO DE SERIGRAFIA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES Seguindo a tradição das edições anteriores da Lisbon Design Week, dia 29 de maio das 11-12h e das 15-16h pode assistir ao atelier aberto de serigrafia pelo Mestre Paulo Sousa para a produção de uma serie limitada do poster [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67561" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_2026_LISBONDESIGNWEEK.jpg" alt="E_2026_LISBONDESIGNWEEK" width="700" height="450" /></noscript><p> <a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_2026_LISBONDESIGNWEEK.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67561 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_LISBONDESIGNWEEK" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_2026_LISBONDESIGNWEEK.jpg" /></a></p>
<p>29 MAIO 2026 | 11H E 15H | LABORATÓRIO DE SERIGRAFIA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES</p>
<p>Seguindo a tradição das edições anteriores da <a href="https://www.lisbondesignweek.com/pt">Lisbon Design Week</a>, dia <strong>29 de maio</strong> das <strong>11-12h</strong> e das <strong>15-16h</strong> pode assistir ao <strong>atelier aberto de serigrafia </strong>pelo Mestre Paulo Sousa para a produção de uma serie limitada do poster da quarta edição da Lisbon Design Week. Depois dos designers Silvia Matias e Bernardo Berga, este ano é a Joana Areal que assina um tríptico que foi pensado para ser digital e agora é adaptado à serigrafia. Inscreva-se para acompanhar o processo e conhecer a designer.</p>
<p>As inscrições são limitadas a 10 participantes por sessão e devem ser feitas diretamente para o e-mail <a href="mailto:ana@lisbondesignweek.pt">ana@lisbondesignweek.pt</a> até ao final do dia 28.05.26.</p>
<p>+info <a href="https://www.lisbondesignweek.com/en/news/behind-the-lisbon-design-week-2026-poster-an-interview-with-designer-joana-areal">aqui</a> e <a href="https://www.instagram.com/p/DWYxf-5jJJo/">aqui</a>.</p>
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		<title>19ª Edição das Galerias Abertas de Belas-Artes (GAB-A)</title>
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		<pubDate>Sun, 24 May 2026 15:25:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>

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		<description><![CDATA[5 &#62; 7 JUNHO 2026 &#124; FACULDADE DE BELAS-ARTES Durante o fim de semana de 5, 6 e 7 de JUNHO de 2026, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa vai acolher a 19ª Edição das Galerias Abertas de Belas-Artes (GAB-A). Horário:5 de JUNHO: 17h-20h6 e 7 de JUNHO: 14h-20h Entrada Livre. As GAB-A [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-66873" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/Newsletter-final1.gif" alt="Newsletter-final(1)" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/Newsletter-final1.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-66873 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="Newsletter-final(1)" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/Newsletter-final1.gif" /></a></p>
<p>5 &gt; 7 JUNHO 2026 | FACULDADE DE BELAS-ARTES</p>
<p>Durante o fim de semana de 5, 6 e 7 de JUNHO de 2026, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa vai acolher a 19ª Edição das Galerias Abertas de Belas-Artes (GAB-A).</p>
<p><strong>Horário:</strong><br />5 de JUNHO: 17h-20h<br />6 e 7 de JUNHO: 14h-20h</p>
<p>Entrada Livre.</p>
<p>As <strong>GAB-A</strong> são um evento anual que promove a exposição de projetos artísticos dos alunos da faculdade, bem como dos respectivos ateliês, oficinas e espaços criativos. São, simultaneamente, um fórum de discussão e mostra de jovens artistas, de produtos de investigação artística e de obras em contexto de ensino superior artístico público, integradas no espaço físico onde são pensadas e produzidas. Não é uma exposição numa galeria, museu ou centro cultural. É a abertura dos espaços de trabalho e de investigação artística que a Faculdade de Belas-Artes encerra, num espírito de ateliê aberto pontuado pela presença dos jovens criadores. Esta edição será marcada pelos Diálogos pela Arte, os POP-UP e a Mostra de Trabalhos.</p>
<p><strong>DIÁLOGOS PELA ARTE</strong><br />Ciclo de conversas com programação todas as sextas-feira até ao fim de semana da Mostra de Trabalhos. </p>
<p><strong>08/05</strong> | às 10h | Auditório Lagoa Henriques<br />ARTE NAS PERIFERIAS: PRÁTICAS, TERRITÓRIO E COMUNIDADE</p>
<p><strong>15/05</strong> | às 11h | Auditório Lagoa Henriques<br />PUBLICAR ARTE: DO CONCEITO AO OBJETO</p>
<p><strong>29/05</strong> | às 10h | Grande Auditório<br />ENTRE O OLHAR E A COLEÇÃO: CURADORIA E COLECIONISMO HOJE</p>
<p><strong>03/06</strong> | às 10h | Grande Auditório<br />MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA PARA JOVENS ARTISTAS</p>
<p><strong>POP-UP</strong><br />De 1 a 3 de junho, marcando o início da programação semanal dos GAB-A, será uma feira de objetos de menor escala, não obrigatoriamente representativos da prática artística no contexto de faculdade, mas igualmente apreciados. Durante o dia, poderão ver pelo espaço térreo da faculdade bancas com vendas de stickers, joalharia, cerâmicas utilitárias, pins, merchandising, entre outros.</p>
<p><strong>MOSTRA DE TRABALHOS</strong><br />No dia 5 de junho, das 17h00 às 20h00, e nos dias 6 e 7 de junho, das 14h00 às 20h00, a faculdade abre portas com uma exposição que se estende pelas salas e corredores de todo o edifício. A mostra de trabalhos inclui trabalhos de alunos de Escultura, Pintura, Desenho, Design, Multimédia e outras práticas contemporâneas, que se expandem pelo espaço. A Mostra inclui ainda um Ciclo de Curtas-Metragens, um Ciclo de Vídeo e Vídeo Performance, e um Ciclo de Performance.</p>
<p>Para saber mais sobre as Galerias Abertas das Belas-Artes, vê o <a href="https://www.instagram.com/galeriasabertas2026/">Instagram</a> das GAB-A.</p>
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		<title>II Jornadas Internacionais de Cenografia &amp; Figurinos // chamada de trabalhos</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/ii-jornadas-internacionais-de-cenografia-figurinos-chamada-de-trabalhos/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 May 2026 09:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Open Call]]></category>

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		<description><![CDATA[CHAMADA DE TRABALHOS &#62; ATÉ 28 JUNHO 2026 A Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a partir do CIEBA (Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes), convidam a comunidade académica, artistas e investigadores, a submeteram propostas de comunicação para a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67607" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg" alt="E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67607 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg" /></a></p>
<p>CHAMADA DE TRABALHOS &gt; ATÉ 28 JUNHO 2026</p>
<p>A Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a partir do CIEBA (Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes), convidam a comunidade académica, artistas e investigadores, a submeteram propostas de comunicação para a conferência internacional<strong> II Jornadas Internacionais de Cenografia &amp; Figurinos.</strong></p>
<p>Na continuação da sua primeira edição, as Jornadas pretendem ser um fórum de partilha de pensamento e discussão na área do design de cena. O design de cena – ou a cenografia e os figurinos – é um campo próprio e específico que, no entanto, existe na proximidade, ou até na intersecção, com as belas-artes, as artes performativas e a arquitectura, entre muitos outros saberes, alguns eminentemente técnicos. Maioritariamente, a sua afirmação tem-se feito na prática e são esses processos criativos e técnicos, herdeiros de uma tradição de artistas e mestres, que se procuram perspectivar na actualidade, quando a visualidade da cena se expandiu ao desenho da performance e à prática da instalação.</p>
<p>Interessa alargar as discussões sobre a prática, a história e a teoria do design de cena, permitindo a partilha entre geografias diversas; mas interessa, igualmente, pensar a prática portuguesa, pouco documentada e com necessidade de estudo e arquivo, e colocá-la em relação.</p>
<p>Nesta edição, para além das secções dedicadas a <strong>artistas e investigadores</strong>, convidam-se <strong>estudantes e artistas emergentes</strong> a participar numa secção especialmente dedicada à exploração e ensaio de ideias.</p>
<p>Aceitam-se propostas que abordem, entre outros, os seguintes tópicos:</p>
<p>História e teoria da cenografia e dos figurinos<br />Processos criativos<br />Estudo de casos<br />Ensino da cenografia e dos figurinos</p>
<p>Na secção <strong>“estudantes e artistas emergentes: 1 IDEIA + 1 IMAGEM”</strong>, propõem-se apresentações de cerca de 5 minutos, realizadas a partir do lançamento de uma ideia e de uma imagem.</p>
<p><strong>1. Normas para Submissão</strong></p>
<p>As propostas devem ser enviadas em formato PDF para o email <a href="mailto:jornadascenografiaefigurinos@gmail.com">jornadascenografiaefigurinos@gmail.com</a> e devem incluir:</p>
<p>- Título da comunicação;<br />- Resumo (Abstract) de 300 a 500 palavras;<br />- Palavras-chave (3 a 5);<br />- Nota biográfica do autor (máx. 150 palavras);<br />- Filiação institucional e contactos.<br />São aceites submissões em português, inglês, espanhol, francês e italiano.<br />As apresentações orais devem ser realizadas em português ou inglês.</p>
<p><strong>2. Calendário</strong></p>
<p>Prazo limite para submissão: 28 de Junho<br />Notificação de aceitação: 31 de Julho</p>
<p><strong>3. Publicação</strong></p>
<p>Informa-se que uma seleção de artigos apresentados na conferência será publicada em livro de actas.<br />Prazo limite para a submissão de textos: 15 de Dezembro<br />São aceites textos em português, inglês, espanhol, francês e italiano, devendo sempre existir um resumo em língua inglesa.</p>
<p>A participação nas Jornadas implica a potencial publicação da investigação no livro de actas. A participação na conferência e a publicação estão, ambas, sujeitas a processos de revisão por pares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA)<br />Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa (FBA-UL)<br />Escola Superior de Teatro e Cinema, Politécnico de Lisboa (ESTC-IPL)</p>
<p><strong>Parceiros (em actualização)</strong></p>
<p>Associação Portuguesa de Cenógrafos (APCEN) / Festival Alkantara</p>
<p><strong>Coordenação Geral</strong></p>
<p>Fernando Rosa Dias / João Calixto / Marta Cordeiro / Paulo Morais-Alexandre / Sara Franqueira / Susana Vidal</p>
<p><strong>Comissão Científica (em actualização)</strong></p>
<p>Ana Mira (ESTC/ IFILNOVA)<br />Armando Nascimento Rosa (ESTC-CIAC) <br />Fernando Rosa Dias (FBAUL / CIEBA)<br />Helder Maia (I2ADS / ESMAE)<br />Isis Saz Tejero (UCLM)<br />João Calixto (ESTC / CIEBA)<br />Jorge Palinhos (CECS)<br />José Capela (EAAD / Lab2PT) <br />Marta Cordeiro (ESTC / CIEBA)<br />Paulo Morais-Alexandre (ESTC / CIEBA)<br />Sara Franqueira (ESTC / CIEBA)<br />Susana Vidal (ESTC / CIEBA)<br />Teresa Projecto (IPLuso &#8211; UL / CIEBA)<br />Teresa Varela (ESTC / CIEBA)</p>
<p><strong>Contactos</strong></p>
<p><a href="mailto:jornadascenografiaefigurinos@gmail.com">jornadascenografiaefigurinos@gmail.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Revista Convocarte nº 20/21 &#8211; Arte e Povos Indígenas // chamada de trabalhos</title>
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		<pubDate>Sun, 24 May 2026 08:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Open Call]]></category>

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		<description><![CDATA[CHAMADA DE TRABALHOS &#62; ATÉ 26 JUNHO 2026 Prazos de submissão 26 de junho de 2026 – Entrega da proposta inicial (título, resumo e palavras-chave; máx. 1000 carateres s/ espaços) e link para currículo/portefólio. 9 de outubro de 2026 – Entrega do texto completo. Envio – convocarte.belasartes@gmail.com   Manifesto para uma chamada de trabalhos: Arte e Povos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-66636" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_bw.jpg" alt="E_26_bw" width="700" height="450" /><img class="wp-image-333" style="aspect-ratio: 1.3316129032258064; width: 437px; height: auto;" src="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=1024" alt="" width="1024" height="769" data-attachment-id="333" data-permalink="https://convocartebelasartes.wordpress.com/?attachment_id=333" data-orig-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg" data-orig-size="1197,899" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="image" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=300" data-large-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=1024" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_bw.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-66636 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_bw" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_bw.jpg" /></a></p>
<p>CHAMADA DE TRABALHOS &gt; ATÉ 26 JUNHO 2026</p>
<p class="wp-block-paragraph">Prazos de submissão</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><b>26 de junho de 2026</b></strong> – Entrega da proposta inicial (título, resumo e palavras-chave; máx. 1000 carateres s/ espaços) e link para currículo/portefólio.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><b>9 de outubro de 2026</b></strong> – Entrega do texto completo.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><b>Envio</b></strong> – <a href="mailto:convocarte.belasartes@gmail.com">convocarte.belasartes@gmail.com</a></p>
<p class="has-large-font-size wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"> </p>
<p class="has-large-font-size wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"><strong><b>Manifesto para uma chamada de trabalhos: Arte e Povos Indígenas</b></strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Arte.</strong><b> </b>A relação entre arte e povos indígenas não é de abordagem simples. Els Lagrou (2012), num texto programático para a antropologia da arte, em que mensura os impactos da obra de Alfred Gell (2018) na área, fala de uma relação de amor e ódio entre arte e antropologia. Desse modo, pode-se pensar que a conjunção “e” que conecta arte e povos indígena nesta chamada tem função antes adversativa que aditiva. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Povos indígenas.</strong> Coloca-se assim o primeiro problema desta chamada. Arte contra povos indígenas ou povos indígenas contra a arte? Comentando o debate de Manchester (Ingold, 1996) a respeito da “universalidade do conceito de estética/arte”, Lagrou (2012) coloca a pergunta: “existiria uma arte das sociedades contra o Estado?”. Ela faz referência à célebre expressão de Pierre Clastres (2003) que propõe caracterizar a organização política (ou cosmopolítica) dos povos indígenas da América como “sociedades contra o Estado”, em lugar da expressão evolucionista “sociedades sem Estado”. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terra.</strong> Com isso, Clastres (<em>Idem</em>) desloca a questão de como definir “o que é” um povo indígena ou “quem são” os indígenas e a aproxima bem mais da realidade contemporânea em que mais do que peças de museu ecoando o passado de uma única “humanidade” separada definitivamente do cosmos, esses povos apontam para o futuro da política planetária. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cosmofobia.</strong> Deleuze &amp; Guattari (1976), desde o que Clastres (2003) e Lévi-Strauss (1976) haviam aprendido com os ameríndios, redefinem essas sociedades contra o Estado como formação social territorial, destacando a relação intrínseca desses povos com a terra, em contraste com o Estado moderno e sua origem/fundamento cosmofóbica, conforme definição de Nego Bispo (Santos, 2018).</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cosmopolítica.</strong> Se propõe a falar<em> com</em> povos indígenas, para além de falar <em>de</em> ou <em>sobre</em> povos indígenas, e que tais interlocutores se definem por sua relação intrínseca com a terra e essa relação orienta suas práticas de conhecimento, compreende-se que tais interlocutores são todos aqueles modos de existência que falam e fazem território através dessas comunidades e indivíduos humanos. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Antropoceno.</strong> Tanto quanto o pensamento moderno foi transfigurado pelo conceito-problema de Antropoceno, enterrando de vez o século XX com a percepção de que, por fim, “jamais havíamos sido modernos” e fazendo cumprir a persistente profecia de Lévi-Strauss (1976) de que o pensamento mitológico “voltaria a se encontrar” com o pensamento científico, também a arte contemporânea tem sido decisivamente afetada pelas <em>obras-problemas</em> colocadas pela arte indígena contemporânea. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Arte indígena contemporânea.</strong> Correndo todos os riscos prováveis e improváveis, instituições de arte e artistas indígenas reconfiguram o cenário da arte contemporânea. Articulando denúncia e procedimentos que atualizam as práticas de conhecimento indígenas, orientada pela inominável obra <em>A queda do céu</em>, de Davi Kopenawa e Bruce Albert (2015), a arte indígena contemporânea pode ser entendida como uma das primeiras expressões de um “pensamento antropocênico”. Isso porque, como sugeriu Dipesh Chakrabarty (2009), o Antropoceno, antes de ser algo que pudesse ser pensado pelo pensamento tal como o conhecemos, seria um conceito-problema que redefiniria os limites do pensável (e, portanto, do sensível) e a própria natureza do pensamento.   </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>(Amilton Mattos)</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"> </p>
<p class="has-large-font-size wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"><strong><b>Chamada de Trabalhos</b></strong></p>
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img class="wp-image-333 lazy no_lazy_mask" style="aspect-ratio: 1.3316129032258064; width: 437px; height: auto;" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="" width="1024" height="769" data-attachment-id="333" data-permalink="https://convocartebelasartes.wordpress.com/?attachment_id=333" data-orig-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg" data-orig-size="1197,899" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="image" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=300" data-large-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=1024" data-original="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=1024" /><figcaption class="wp-element-caption">Detalhe de pintura corporal de Xinã Yruya, foto por Amilton Mattos.</figcaption></figure>
<p class="wp-block-paragraph">A noção de «Arte», tal como hoje se conhece globalmente, é um recente paradigma ocidental. Depois da criação da ideia de Belas-Artes, com o processo do Renascimento, a consciência da arte e de autonomia da esfera artística é já devida ao século XVIII. Será que podemos falar de arte perante as culturas indígenas? Se há dimensões de artístico como se movem e entendem? Neste sentido, olhar a cultura de um Povo ou Nação indígena pode ser um confronto à própria ideia de «Arte» e aos seus confortos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Qual o fundamento de produções artísticas inscritas no corpo e na paisagem, fundindo-se com eles, criando perturbações às artes da separação entre obra e sujeito, produção e recepção, etc.? Falar de cultura indígena e dos seus artefactos de dimensão artística pode servir de problematização às garantidas noções de «arte», «obra», «autor», etc.. </p>
<p class="wp-block-paragraph">As separações entre artes também se problematizam, visto que há um modo fundacional de relações e fusões entre artes, tradicionalmente separadas no Ocidente. Não se trata de híbrido, que resulta já de um princípio de separação e sua perturbação, mas algo que se funda na não separação. Assim, perante a cultura indígena são as ontologias ocidentais, das obras e dos processos relacionais, além dos valores e trocas simbólicas, entre outras, que se desassossegam. Encontrar essas zonas de inquietação, enquanto estados vacilantes, que interessam não só entender, mas confrontar, é uma das premissas desta chamada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Qualquer tradição recente da Antropologia reconhece que estas culturas não são estanques numa repetição do mesmo, e que, pelo contrário, têm a transformação como centro, em que as práticas rituais de continuidade e sobrevivência cultural têm uma dinâmica própria interna. A repetição do ritual, enquanto prossecução cultural, é fundadora de processos de transformação e é mediante essa repetição que o mesmo e o «novo» se oferecem como prossecução e continuidade cultural.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Convocar a cultura indígena e assumir a própria autenticidade da sua diferença abre uma extensão relacional que relativiza, podendo servir de problematização ao dominante paradigma ocidental. Mais que um ataque a este paradigma dominante, interessa a recusa da sua exclusividade e da autoridade da sua voz, para abrir a escuta do <em>outro</em> a partir do seu lugar, onde os seus artefactos se libertem de vez do paradigma do <em>gabinete de curiosidades</em> que ainda remanescem nos museus etnográficos e antropológicos ocidentalizados. Abordar este tema passa pela procura de uma relação de alteridade enriquecedora, que exorte o vai e vem da diferença como extensão mútua, recusando o olhar unidirecional da curiosidade ou objecto científico, para uma relação equipara e dialogante, onde a experiência e a voz do outro tenha inscrição e seja partilhada. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em geral, as culturas indígenas são de Memória e não de História, de oralidade e não de escrita. São os corpos que suportam e comportam as mediações culturais, que agregam as memórias e as transferem. A cultura como salvaguarda de si é muitas vezes feita a partir desses corpos, com responsabilidades de transferência e continuidade, que é sempre fatal mudança, mas inerente e genuína.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Quando se fala em povos indígenas, há uma natural propensão para estudos focados no eixo Sul global, tendendo a englobar a América central e sul, a África, a Austrália e grande parte do Pacífico, ou ainda partes de Indonésia ou Índia. Mas ela pode ser vista ainda noutros lugares, mesmo que de modo quase arqueológico, em torno de ecos de memórias indígenas massacradas, tal o grau de desaparição ou extinção cultural em vários casos, como no Canadá e, sobretudo, Estados Unidos. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Pensar o papel da arte e da cultura nos povos indígenas passa várias vezes pela sua resistência perante a violência colonial ocidental e global, no que tanto pode ser feito a partir da força da própria <em>sobrevivência</em>, do que muitas vezes são restos resilientes, como da sua regeneração, da sua recuperação de uma situação de quase extinção cultural, retomando autenticidades possíveis que não se reduzam a modos de negócio e <em>neo-turismo exótico.</em> </p>
<p class="wp-block-paragraph">Outra questão é o problema da periferia nas questões culturais ou de política cultural. Não a periferia entre os grandes centros dominantes, que decidem os valores históricos, económicos e simbólicos da arte e da cultura, como a da arte portuguesa perante a de França, Londres ou os Estados Unidos, ou do Brasil perante a arte europeia e norte-americana, ou entre as artes orientais e as ocidentais ou as do Sul e as do Norte, nem sequer dos grandes centros perante as pequenas localidades, mas uma periferia mais radical: a periferia que toca o lugar da diferença obliterada e da sua sobrevivência. Uma periferia que já está muitas vezes <em>de fora</em>, numa espécie de alteridade total. Mas essa é a riqueza da sua <em>voz</em>.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Podemos assim avançar com alguns tópicos de abordagem, sempre com a ressalva que não circunscrevem todas as possibilidades de abordar o tema:</p>
<ul id="block-73b1c95c-6bcd-4999-ab12-0b53a9f536be" class="wp-block-list">
<li><strong>Compreensão conceptual:</strong> As dimensões da noção de «indígena» e as suas especificidades culturais e artísticas.</li>
<li><strong>Lugares do Artístico:</strong> Estudo dos modos e espaços da produção artística nos povos indígenas.</li>
<li><strong>Identidade e Transmissão:</strong> Processos de subjetivação e diálogos culturais </li>
<li><strong>Alteridade e Relativização:</strong> O confronto de diferenças como via para o alargamento das possibilidades da cultura humana.</li>
<li><strong>Sobrevivência e Regeneração:</strong> A produção artística como ato cultural e político de resistência e recuperação face à ameaça de extinção.</li>
<li><strong>Geografias da Arte Indígena:</strong> Análise de diferentes contextos e escalas (do Brasil à Austrália, do Canadá ao Sudeste Asiático).</li>
<li><strong>Descolonização Metodológica:</strong> Revisão de conceitos da antropologia e etnografia em prol de uma deontologia que privilegie a voz do «outro» enquanto sujeito cultural e artístico, e não apenas objeto de estudo.</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"> </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Equipa Convocarte</strong><br />Coordenação geral: Fernando Rosa Dias<br />Co-coordenação (secção francesa): Pascal Krajewski<br />Coordenação executiva: Bruna Lobo e Jamila Pontes</p>
<div class="wp-block-group has-global-padding is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained"> </div>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Coordenação do Dossier temático Arte e Povos Indígenas: </strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Amilton</strong> Pelegrino de <strong>Mattos</strong> é pesquisador e docente na Licenciatura Indígena da Universidade Federal do Acre, UFAC – Campus Floresta. Doutor em Antropologia pelo PPGSA da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, com tese dedicada aos processos de pesquisa de acadêmicos indígenas junto a suas comunidades. <a href="http://lattes.cnpq.br/4467650905915696">http://lattes.cnpq.br/4467650905915696</a></p>
<p class="wp-block-paragraph">Referências utilizadas no «Manifesto para uma chamada de trabalhos: Arte e Povos Indígenas»:</p>
<ul id="block-e7e31bc8-6c75-47d3-a943-2c6f0226e969" class="wp-block-list">
<li>Chakrabarty, Dipesh (2009). The Climate of History: Four Theses. In: <em>Critical inquiry </em>35.2: 197-222.</li>
<li>Clastres, Pierre (2003). A <em>sociedade contra o Estado. </em>São Paulo: Cosac &amp; Naify. </li>
<li>Deleuze, Gilles &amp; Guattari, Felix (1976) <em>O Anti-édipo. Capitalismo e esquizofrenia, </em>Rio de Janeiro: Imago Editora Ltda. </li>
<li>Ingold, Kim (Ed.) (1996). <em>Key debates in Anthropology</em>. London and New York: Routledge.</li>
<li>Gell, Alfred. (2018).<em> Arte e agência: uma teoria antropológica</em>. Trad. Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Unu Editora.</li>
<li>Kopenawa, Davi &amp; Albert, Bruce (2015). <em>A queda do céu: palavras de um xamã yanomami</em>. São Paulo: Companhia das Letras.</li>
<li>Lagrou, E. (2012). Existiria uma arte das sociedades contra o Estado?. <em>Revista De Antropologia</em>, <em>54</em>(2). <a href="https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2011.39645">https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2011.39645</a></li>
<li>Lévi-Strauss, Claude (1976). <em>O pensamento selvagem</em>. São Paulo: CEN. </li>
<li>Santos, Antônio Bispo dos. (2018). Somos da terra. <em>Piseagrama</em>, Belo Horizonte, n.12, p.44-51. <a href="https://piseagrama.org/artigos/somos-da-terra/">https://piseagrama.org/artigos/somos-da-terra/</a></li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--40); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--40);"> </p>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--40); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--40);"><a href="https://convocartebelasartes.wordpress.com/proximo-numero/">+info</a></p>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--40); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--40);"><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/Convocarte-nº-20a.pdf">VERSÃO EM FRANCÊS</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>xCoAx 2026 — 14th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X</title>
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		<pubDate>Sun, 24 May 2026 08:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Multimédia]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos & Workshops]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[Performance]]></category>

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		<description><![CDATA[08 &#62; 10 JULY 2026 I TORINO, ITALY &#160; xCoAx 2026 &#8211; 14th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X 8-10 July 2026 &#8211; Torino, Italy https://xcoax.org/ Submit before February 1, 2026. xCoAx explores the intersections where computational tools and media meet art and culture in the form of multi-disciplinary enquiries on aesthetics, computation, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-64837" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/10/E_25_XCOAX_2026.jpg" alt="E_25_XCOAX_2026" width="640" height="411" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-64837 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_25_XCOAX_2026" width="640" height="411" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/10/E_25_XCOAX_2026.jpg" /></p>
<p>08 &gt; 10 JULY 2026 I TORINO, ITALY</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>xCoAx 2026 &#8211; 14th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X</p>
<p>8-10 July 2026 &#8211; Torino, Italy</p>
<p><a href="https://xcoax.org/" target="_blank">https://xcoax.org/</a></p>
<p>Submit before February 1, 2026.</p>
<p><strong>xCoAx</strong> explores the intersections where computational tools and media meet art and culture in the form of multi-disciplinary enquiries on aesthetics, computation, communication and the elusive X factor that connects and affects them all.</p>
<p><strong>xCoAx</strong> is a great chance for international audiences to exchange ideas in search of interdisciplinary synergies between artists, media practitioners, computer scientists, and theoreticians at the thresholds between digital arts and culture.</p>
<p><strong>xCoAx</strong> <strong>2026</strong> will take place at the Palazzo Madama museum in Torino, Italy, under the auspices of the Department of Philosophy and Education Sciences of the University of Torino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Call for papers, artworks, performances, School of X applications.</strong></p>
<p><strong>xCoAx 2026</strong> calls for papers, artworks, performances and research works-in-progress by scholars, artists, performers and students working on any of its multi-disciplinary facets.</p>
<p>You are invited to submit theoretical, practical or experimental research work in the form of papers, artworks, or performances, on a range of topics that includes but is not limited to the following:</p>
<p>Computation / Communication / Aesthetics / X / Algorithms / Systems / Models / Artificial Aesthetics / Artificial Intelligence &amp; Creativity / Artistic explorations of digital game technologies / Audiovisuals / Multimodality / Design / Interaction / Generative Art &amp; Design / History / Mechatronics / Physical Computing / Music / Sound Art / Performance / Philosophy of Art &amp; of Computation / Computational Photography and Image Technologies / Technology / Ethics / Epistemology</p>
<p>If you are a Master’s or PhD student you also have the opportunity to apply for the School of X.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>All information on how to submit papers, artworks, performances, and applications to the School of X is available at <a href="https://xcoax.org" target="_blank">https://xcoax.org</a></strong> </p>
<p><strong>Important dates:</strong></p>
<ul>
<li>February 1 (end of day anywhere on Earth): Deadline for submissions.</li>
<li>March 23: Notifications to authors.</li>
<li>April 20: Registration deadline for authors.</li>
<li>April 26: Delivery of final versions of full papers and extended abstracts of artworks and performances for the proceedings.</li>
<li>May 3: Delivery of final versions of multimedia files for the website.</li>
<li>July 6 to 7: xCoAx exhibition set-up at Palazzo Madama.</li>
<li>July 8 to 10: xCoAx conference, exhibition, and performances.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Contacts:</strong></p>
<p>email: <a href="mailto:info@xcoax.org" target="_blank">info@xcoax.org</a></p>
<p>instagram: <a href="https://www.instagram.com/xcoaxorg/" target="_blank">@xcoaxorg</a></p>
<p>bluesky: <a href="https://bsky.app/profile/xcoax.org" target="_blank">xcoax.org</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>VIII Colóquio Expressão Múltipla: chamada de trabalhos – Desenho Aplicado &#124; Teoria e Prática do Desenho</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/viii-coloquio-expressao-multipla-chamada-de-trabalhos-desenho-aplicado-teoria-e-pratica-do-desenho/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2026 09:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeira chamada de trabalhos – Desenho Aplicado Segunda Chamada de trabalhos -Teoria e Prática do Desenho Datas de realização do Colóquio &#8211; 23 – 24 novembro de 2026 &#160; Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. Divide-se em duas chamadas de trabalho com vista a duas publicações anuais [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-67189" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_expressaoMULTIPLA.jpg" alt="E_26_expressaoMULTIPLA" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_expressaoMULTIPLA.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-67189 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expressaoMULTIPLA" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_expressaoMULTIPLA.jpg" /></a></p>
<p><strong>Primeira chamada de trabalhos – Desenho Aplicado</strong></p>
<p><strong>Segunda Chamada de trabalhos -Teoria e Prática do Desenho</strong></p>
<p><strong>Datas de realização do Colóquio &#8211; 23 – 24 novembro de 2026</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. Divide-se em duas chamadas de trabalho com vista a duas publicações anuais e a um colóquio/congresso.</p>
<p>A primeira chamada é dirigida ao <strong>Desenho Aplicado</strong>. Por Desenho aplicado entendem-se todas as vertentes em que o desenho é um elemento central, sendo, no entanto, concretizado com outros fins que não ele próprio. Assim áreas do desenho como as da <em>concept art</em>, ilustração, animação, desenho digital, realidade virtual, banda-desenhada, desenho de produção, entre outras, serão os maiores alvos nesta iniciativa. É por isso dirigida aos estudiosos que pretendam seguir, ou que já estejam a desenvolver trabalho nestas áreas, de maneira a permitir uma disseminação de experiência e de resultados.</p>
<p>A segunda chamada é dirigida à <strong>Teoria e Prática do Desenho</strong> num âmbito mais geral onde as suas relações com a arte e com os processos artísticos são investigadas.</p>
<p>O colóquio é dirigido sobretudo aos estudiosos que procuram desenvolver dissertações e teses na área do Desenho ou noutras que possam de alguma forma ampliar as discussões relativas a estas áreas de conhecimento. Pretende-se a disseminação das diversas experiências, metodologias e resultados. Assim, aos interessados em participar convida-se à submissão dos artigos relativos a comunicações orais a serem apresentadas no colóquio atendendo à especificidade das chamadas de trabalhos.</p>
<p>Todos os artigos serão submetidos a uma revisão <em>peer review</em>. Cada artigo recebido pelo secretariado é reenviado, sem referência ao autor, a dois ou mais membros da Comissão Científica, garantindo-se no processo o anonimato de ambas as partes <em>(double-blind</em>). No procedimento privilegia-se a distância geográfica entre a origem de autores e a dos revisores científicos.</p>
<p><strong>O colóquio, a ter lugar entre 23 e 24 de novembro de 2026 no Grande Auditório da FBAUL</strong>, será composto por comunicações de 20 minutos e por um posterior momento para resposta a questões do público. Está prevista a abertura do colóquio/congresso com a presença de um ou dois <em>keynotes</em>.</p>
<p>A realização do colóquio deverá ser presencial. Em caso de impossibilidade de comparência física dos autores, os mesmos poderão apresentar uma gravação com a sua comunicação. A não participação no colóquio poderá levar à exclusão do livro de atas.</p>
<p>Os artigos revistos e aprovados serão publicados <em>online</em> no Repositório da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CALENDÁRIO:<br /></strong><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla: Desenho Aplicado<br /></strong>Até 21 de junho, data-limite para o envio do resumo.<br />Até 28 de junho, notificação de aceitação.<strong> </strong></p>
<p><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla: Teoria e Prática do Desenho<br /></strong>Até 18 outubro, data-limite para o envio doresumo.<br />Até 25 outubro, notificação de aceitação.</p>
<p><strong> </strong><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla<br /></strong><strong>Colóquio – comunicações orais<br /></strong>23 – 24 de novembro de 2026, Grande Auditório da FBAUL. (Esta data está sujeita a alterações).</p>
<p><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla<br /></strong>Até 31 janeiro de 2027, entrega dos artigos.<br />Até 15 de fevereiro de 2027 notificação dos pareceres da revisão.</p>
<p><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla<br /></strong>Até 31 de março entrega dos artigos finais.<br />Até 31 de maio de 2027, publicação online do livro de atas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Os artigos deverão ser enviados para <a href="mailto:expressaomultipla@gmail.com">expressaomultipla@gmail.com</a> segundo a seguinte formatação:</p>
<p><strong> </strong><strong>Formato do Resumo</strong></p>
<p>Cada resumo não deverá ultrapassar os 1600 caracteres incluindo espaços, sem contar com o título, autoria, afiliação, palavras-chave e legendas.</p>
<ul>
<li><strong>Título</strong>: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.</li>
<li><strong>Autor principal e afiliação: </strong>Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Autores secundários e afiliações (caso existam): </strong>Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Corpo de texto:</strong> Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.</li>
<li><strong>palavras-chave:</strong> 3 a 5 palavras-chave.</li>
<li><strong>Até 2 imagens: </strong>legendadas e referidas.</li>
<li><strong>Legendas: </strong>Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.</li>
</ul>
<p><strong>Formato do Artigo</strong></p>
<p>Cada artigo deverá ter entre 10000 e 15000 caracteres sem espaços referentes ao corpo do texto, isto é, sem contar com o título, resumo, palavras-chave, legendas e bibliografia.</p>
<ul>
<li><strong>Título</strong>: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.</li>
<li><strong>Autor principal e afiliação: </strong>Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Autores secundários e afiliações (caso existam): </strong>Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Resumo e palavras-chave: </strong>Times New Roman, até 1600 caracteres incluindo espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado. 3 a 5 palavras-chave.</li>
<li><strong>Abstract e keywords: </strong>Em inglês, Times New Roman, até 1600 caracteres incluindo espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado.</li>
<li><strong>Subtítulos: </strong>Fonte Times New Roman, negrito, tamanho 12.</li>
<li><strong>Corpo de texto:</strong> Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.</li>
<li><strong>Legendas: </strong>Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.</li>
<li><strong>Referências Bibliográficas: </strong>Devem seguir o Modelo APA ou NP 405. Fonte Times New Roman, tamanho 12 (APA), 10 (NP 405) espaçamento simples.</li>
<li><strong>Até 10 imagens: </strong>Inseridas no correr do texto, legendadas e referidas (atenção aos direitos de autor).</li>
</ul>
<p><strong>O documento deve ser enviado em formato word, e em formato pdf. No formato pdf, o documento deverá omitir os autores e a filiação</strong>.</p>
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		<title>ivens perspectives — exposição de francisco cardoso</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2026 09:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>

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		<description><![CDATA[18 MAIO &#62; 25 JUNHO 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE Inaugura no dia 18 de maio, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Francisco Cardoso, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67433" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_IVENSexpomaio.jpg" alt="E_26_IVENSexpomaio" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_IVENSexpomaio.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67433 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_IVENSexpomaio" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_IVENSexpomaio.jpg" /></a></p>
<p>18 MAIO &gt; 25 JUNHO 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE</p>
<p>Inaugura no dia 18 de maio, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Francisco Cardoso, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos seus artistas, em contexto formativo.</p>
<p>Coordenação: Investigadora Ana Matilde Sousa</p>
<p><strong>Francisco Cardoso</strong> nasceu em Évora e reside atualmente em Lisboa, onde frequenta o curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. No seu trabalho, aborda frequentemente o corpo como meio de expressão, utilizando o autorretrato como um processo de autoconhecimento e de partilha com o mundo. Através da imagem, explora emoções, questões internas e a relação com o próprio corpo, procurando uma constante experimentação de técnicas, abordagens e linguagens visuais, onde o erro é encarado não como fracasso, mas como oportunidade de aprendizagem e descoberta. Esse processo de tentativa, erro e reinvenção é essencial para o seu crescimento artístico, procurando construir uma narrativa honesta, vulnerável e em constante transformação. Participou em exposições coletivas como <em>Corrente de Ar Vol. V</em> (2025), <em>Casa da Ladra </em>(2025), resultante de uma residência artística de três meses,<em> Fora de Zona</em> (2025) e<em> O Último Tranca a Porta </em>(2025).         </p>
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		<title>Exposição e Seminário O Movimento da Alma na ‘Paixão de Cristo’ de Rafael Bordalo Pinheiro &#124; Museu José Malhoa</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2026 09:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[14 MAIO &#62; 30 SETEMBRO 2026 &#124; MUSEU JOSÉ MALHOA, CALDAS DA RAINHA No dia 14 de Maio de 2026, às 10h30, inaugura no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, a exposição de desenho e o seminário intitulados O Movimento da Alma na “Paixão de Cristo” de Rafael Bordalo Pinheiro &#8211; Entre desenhos e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-67335" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo.jpg" alt="E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo" width="700" height="450" /></noscript><p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-67335 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo.jpg" />14 MAIO &gt; 30 SETEMBRO 2026 | MUSEU JOSÉ MALHOA, CALDAS DA RAINHA</p>
<p>No dia 14 de Maio de 2026, às 10h30, inaugura no <a href="https://www.museusemonumentos.pt/pt/agenda/exposicao-e-seminario-o-movimento-da-alma-na-paixao-de-cristo-de-rafael-bordalo-pinheiro" target="_blank">Museu José Malhoa</a>, nas Caldas da Rainha, a exposição de desenho e o seminário intitulados O Movimento da Alma na “Paixão de Cristo” de Rafael Bordalo Pinheiro &#8211; Entre desenhos e reflexões. A exposição ficará patente até 30 setembro.</p>
<p>A exposição apresenta os desenhos produzidos durante a residência e, no dia da abertura, decorre um seminário dedicado ao debate e à reflexão crítica sobre a obra de Bordalo Pinheiro, os museus e as suas possibilidades contemporâneas.</p>
<p>O seminário contará com investigadores e profissionais como Artur Ramos, Luís Jorge Gonçalves, João Alpuim Botelho, Dora Mendes, Marta Galvão Lucas, entre outros convidados.</p>
<p>O público é convidado a participar neste diálogo sobre património, criação e pensamento artístico atual.</p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_PROGRAMA-Bordalo-Programa-Seminário-1.pdf" target="_blank">PROGRAMA</a></p>
<p>Acesso gratuito. </p>
<p>Este evento é uma organização do:</p>
<p>Museu José Malhoa/Museus e Monumentos de Portugal<br />Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa/ VICARTE Vidro e cerâmica para as artes/ CIEBA, Centro de Investigação e de Estudo em Belas-Artes<br />Universidade Federal de Rio Grande do Norte/ Grupo de Pesquisa de Género, Políticas Públicas e Sociedade </p>
<hr />
<p>Quando Rafael Bordalo Pinheiro, entre 1887 e 1899, criou a Paixão de Cristo, para as capelas da Via Sacra da Mata do Buçaco, por encomenda do governo português, através do Ministro Emidio Navarro, estava a retomar uma tradição da arte ocidental sobre a dramatização da vida de Jesus, em esculturas policromadas de terracota.</p>
<p>Previam-se 86 esculturas de escala natural, com 12 Passos da Paixão. Por diferentes dificuldades, o projeto inicial não foi concluído, tendo chegado aos nossos dias as seguintes cenas: Jesus no Horto, Traição de Judas, Passagem do Cedron; Jesus em casa de Anás; Jesus na casa de Caifás; Jesus perante Pilatos; Jesus perante Herodes; Pilatos lavando as mãos e Jesus a Caminho do Calvário.</p>
<p>Na atualidade encontra-se no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, cidade onde Rafael Bordalo Pinheiro localizava a sua fábrica de cerâmica. Trata-se do seu projeto mais ambicioso, que nos demonstra as suas capacidades como artista. Através das esculturas observamos dramatismo, expressão e uma plasticidade muito bem explorada, que nos conduz ao sublime. Tinham passados os tempos do dramatismo do Barroco, onde se explorava com emoção os Passos da Paixão, através das vias sacras, em esculturas que podemos examinar no Bom Jesus do Monte, em Braga, na Serra do Pilar, na Póvoa de Lanhoso, ou em Congonhas, em Minas Gerais, no Brasil. No entanto, Rafael Bordalo Pinheiro explorou, na terracota, o dramatismo através dos rostos, dos corpos, das panejamentos e das cores.</p>
<p>A diversidade das cenas é um desafio para o desenho que foi proposto a alunos de desta disciplina da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Estes desenhos, executados a partir dos originais e no próprio espaço do Museu José Malhoa, constituem dez aproximações individuais à obra de Rafael Bordalo Pinheiro A Paixão de Cristo. A diversidade fisionómica aliada à modelação ligeiramente inacabada das esculturas é o cruzamento de interpretações ilimitadas à reconstrução e à reinvenção das figuras. Todos os dez artistas convidados abordaram a obra segundo múltiplos pontos de vista e não só no sentido literal. Cada uma das aproximações reconstrói o espaço, cria contextos, reinventa as personagens, acentua expressões e idealiza visões e fisionomias. O desenho, associado vulgarmente ao essencial acaba por aliar o rigor da forma com a agradabilidade da cor, para nos surpreender com o potencial da obra de Rafael. Na verdade, estas sessões desenvolvidas no museu constituem momentos únicos de observação, análise, descoberta e conhecimento sem paralelo graças ao contacto direto e natural com as obras de arte. Estes desenhos são a celebração desses momentos.  </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em Trânsito &#8211; exposição</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/em-transito-exposicao/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2026 07:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[4 &#62; 27 MAIO 2026 &#124; CORREDOR AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES Estará patente, de 4 a 27 de maio 2026, a exposição colectiva &#8220;Em Trânsito&#8221; no corredor do auditório Lagoa Henriques. Organização: António Trindade (autor do projeto)Américo MarcelinoSusana OliveiraDiana Costa Artistas: Catarina Lira PereiraCygny Astra MalvarGabriel ColaçoGilberto ColaçoIsabelle FariaJoana MosiJoana ParaisoLúcia AntunesNádia JoaquimYun Zhang &#160; &#160; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-66836" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_26_expo_espLagHenr.jpg" alt="E_26_expo_espLagHenr" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_26_expo_espLagHenr.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-66836 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expo_espLagHenr" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_26_expo_espLagHenr.jpg" /></a></p>
<p>4 &gt; 27 MAIO 2026 | CORREDOR AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES</p>
<p>Estará patente, de 4 a 27 de maio 2026, a exposição colectiva &#8220;Em Trânsito&#8221; no corredor do auditório Lagoa Henriques.</p>
<p><strong>Organização:</strong></p>
<p>António Trindade (autor do projeto)<br />Américo Marcelino<br />Susana Oliveira<br />Diana Costa</p>
<p><strong>Artistas:</strong></p>
<p>Catarina Lira Pereira<br />Cygny Astra Malvar<br />Gabriel Colaço<br />Gilberto Colaço<br />Isabelle Faria<br />Joana Mosi<br />Joana Paraiso<br />Lúcia Antunes<br />Nádia Joaquim<br />Yun Zhang</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em trânsito. Processos conceptuais multifacetados e em construção. </strong></p>
<p>António Trindade</p>
<p><strong><em>Em Trânsito</em></strong> reúne o percurso da investigação artística teórico-prática de dez alunos do curso de doutoramento em Belas Artes, nas especialidades de Desenho e de Pintura. Nesta mostra, podemos visitar linhas de investigação diversificadas, que percorrem o desenho e a pintura, de forma analógica e digital, o desenho de modelação 3D, a ilustração, a animação e a forma plástica integrada e elaborada também com o recurso da AI, inteligência artificial. Verificamos percursos heterogéneos onde o Desenho e a Pintura estão presentes, desde a herança cultural, às suas aplicações e projeções em diagramas científicos, na ilustração e narrativa, no trabalho de campo centrado no risco, partindo de geografias, mapas e territórios diversificados, à utopia de territórios possíveis e imaginários, chamativos e alarmantes, até ao desenho ecológico, mapeado e animado pelo comportamento das plantas, com uma mensagem política face às recentes alterações climáticas e aos maus comportamentos humanos que nos ameaçam no presente.</p>
<p>Catarina Lira Pereira mostra-nos trabalhos em confrontação que despertam alguma tensão no observador, jogando entre representações analógicas com aguarelas que se observam em par com desenhos algoritmos que partem daquelas, onde aplica a inteligência artificial, confrontando imagens interessantes e complementares, estabelecendo assim uma ambiguidade entre pintura e desenho. A série apresentada pela autora, parte de uma operação inspirada no teste de <em>Rorschach</em> e explora a passagem da mancha ao contorno, como se este fosse a cristalização daquela.</p>
<p>Cygny Malvar tem vindo a encenar trabalhos questionando as possibilidades da fotografia e da sua abertura e deslocamento para outras representações, onde utiliza o desenho analógico. Nestes desenhos da autora, centrados em <em>Pontos de Vista, Proximidade e Intimidade, </em>a autora representa e transforma com desenho os instantes fixados por registos fotográficos, criando outras representações ambíguas onde a reflexão sobre o tempo, o espaço, a memória e o afeto são parte integrante do seu processo conceptual. Daqui resultam representações com uma enorme força expressiva, partindo de cenas do quotidiano e de espaços íntimos.</p>
<p>Gabriel Colaço trabalha em parceria com o seu irmão Gilberto Colaço, desenvolvendo ambos um percurso artístico marcado pela fenomenologia do território onde concorrem vários instrumentos e médiuns no seu processo conceptual, valorizando as novas tecnologias como o desenho 2D trabalhado pelo primeiro e a modelação e a impressão 3D, trabalhada pelo segundo. Nesta conjugação, constroem objetos interessantes sobre um questionamento e uma reflexão particular sobre a fenomenologia territorial, onde permanece no olhar do observador uma tensão latente entre as intervenções humanas e os lugares diversos da natureza circundante e visível, que se vão modificando no espaço e no tempo segundo as leis naturais metamórficas. Daqui resultam objetos de grande força plástica, como as litofanias que mostram caixas de luz onde são visíveis desenhos realizados de forma digital, gravados a laser e munidos de sensores e iluminação com o auxílio de lâmpadas LED. No trabalho de Gabriel e Gilberto Colaço, os <em>softwares</em>, os dispositivos e as interfaces digitais reconfiguram o gesto gráfico e a materialidade do desenho, onde este é matriz para as representações volumétricas e vice-versa.</p>
<p>Isabelle Faria artista já reconhecida, como se atesta bem no seu Curriculum Vitae, desenvolve e explora o desenho de forma dinâmica e reflexiva, mas de uma grande força expressiva. O movimento, a ação, o risco e o arriscar fazem parte do seu processo criativo, onde o trabalho desenvolve-se entre o espaço territorial e o seu estúdio. A autora realiza viagens pelas longas paisagens áridas e vazias do sul de Espanha, viagens essas que por sí só constituem material que posteriormente é trabalhado no seu estúdio. Utiliza um processo conceptual muito particular, inspirado metaforicamente na dinâmica de um carreto de uma máquina de duas rodas, que permite avanços, recuos e paragens, que alimentam a experimentação, a introspeção e a reflexão. Este movimento, que tanto pode avançar como recuar, ou mesmo parar, reflete a natureza cíclica e fluida do seu processo criativo.</p>
<p>Joana Mosi desenvolve o seu trabalho no desenho de ilustração. Tem vindo a desenvolver um trabalho centrado <em>no Espaço Urbano como Experiência e Representação na Narrativa Gráfica,</em> que corresponde ao seu projeto de doutoramento. A autora interessa-se pela ligação entre a banda desenhada e a abordagem e representação gráfica do espaço urbano. Neste sentido, no seu trabalho estabelece pontes entre o desenho, o pensamento próprio da arquitetura e a narrativa gráfica, onde intervêm questões e reflexões sobre composição, construção e <em>layout. </em>Relaciona os percursos de navegação das cidades com a composição de leitura numa página de ilustração.</p>
<p>Joana Paraíso desenvolve um trabalho centrado no território, não entendido como geografia específica, mas antes como lugar de experiências vividas entre corpo, experiência, memória, correspondências e as suas marcas. O território é assim entendido como lugar habitado, vivido, como lugar não apenas visível, mas também sensorial, com significados precisos, na busca e no encontro sobre o desconhecido, acordando um pouco naquilo que Umberto Eco já referira em tempos na sua obra <em>Estrutura Ausente</em> de 1968. Mediante percursos selecionados a autora regista essas memórias, vivências e experiências, que depois são trabalhadas e materializadas no seu estúdio de forma singular e bastante original.</p>
<p>Lúcia Antunes desenvolve um trabalho de desenho de ilustração científica, trabalhando no presente num projeto de comunicação visual de Ciência para o <em>Católica Biomedical Research</em> <em>Centre</em> (CBR) dando corpo à sua investigação de doutoramento <em>Do Invisível ao Visível através do Desenho como Processo de Comunicação entre Arte e Ciência</em>. O trabalho proposto para esta exposição mostra ilustrações de desenho científico com forte impacto visual, extremamente detalhadas, que são realizadas em articulação direta com a informação que a autora recolhe dos outros agentes e membros do projeto pertencentes à Universidade Católica.</p>
<p>Nádia Joaquim apresenta trabalhos centrados no desenho em torno do luto, pânico e melancolia e no presente desenvolve o seu projeto de doutoramento com o título <em>Desenho e Melancolia. Teoria, estética e transversalidades na construção de um projeto artístico</em>. Os trabalhos propostos de Nádia Joaquim apresentam um forte impacto visual, resultante de um desenho marcante e nervoso e em composições onde figuras desenhadas à linha mostram sobreposições de formas abstratas com rostos sugeridos por linhas igualmente nervosas, gerando uma grande ambiguidade no observador. Conhecedora e investigadora da forte herança cultural da história da arte, da filosofia e da estética, utiliza esse conhecimento abrindo brechas que contribuem para a construção do seu percurso atual, agora apresentando elementos figurativos que jogam, contrastam e se sobrepõem com outros de cariz mais abstrato, figurando assim algo de novo ainda em construção e desenvolvimento, mas com resultados promissores.</p>
<p>Yun Zhang tem vindo a desenvolver um percurso bastante original com imagens e dinâmicas que se destacam pela qualidade do desenho, da pintura e da animação digitais, com forte impacto visual, reveladas na qualidade do traço, na paleta cromática, nos contrastes e no movimento que a autora emprega. Trabalhando com a inteligência artificial AI, a autora valoriza e vem trabalhando na questão da cognição das plantas, da sua visualização, percepção e representação rítmicas, enaltecendo a imaginação ecológica. A artista e investigadora defende e trabalha a cognição como uma estrutura distribuída e processual da atividade viva, não exclusiva do ser humano, mas estendendo-se a outros seres, no seu caso, as plantas, que são formas de uma grande estrutura orgânica constituindo núcleos estruturais da organização das próprias imagens. Com base nesta questão da descentralização da fenomenologia cognitiva, Yun Zhang propõe um método próprio, o do Sistema Ecológico de Imagem Perceptiva, o EPISM, que permite traduzir e visualizar a composição, a temporalidade rítmica e os mecanismos reguladores que geram sistemas de imagens muito particulares.  A autora apresenta aqui 3 trabalhos realizados nesse contexto e que são parte integrante do seu projeto mais amplo de doutoramento com o título <em>Visualising Plant Cognition: Rhythmic Perception and Ecological Imagination in Drawing and Digital Painting.</em> </p>
<p>Lisboa, 17 de Março de 2026</p>
<p>António Trindade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>+ Textos de Catálogo</strong></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/PT-Texto-de-Américo-Marcelino-para-o-catálogo-EM-TRÂNSITO.1-1-3-1.pdf">AMÉRICO MARCELINO</a></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/PT-Texto-de-Diana-Costa-para-o-catálogo-EM-tra-1-2.pdf">DIANA COSTA</a></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/PT-Texto-de-Susana-Oliveira-para-o-catálogo-EM-TR-1-2.pdf">SUSANA OLIVEIRA</a></p>
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