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	<title>faculdade de belas-artes da universidade de lisboa &#187; Arte</title>
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	<description>faculdade de belas-artes da universidade de lisboa</description>
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		<title>Reflorir — um jardim de memórias feitas à mão &#8211; exposição de Dani Nectoux Remião</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 08:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Multimédia]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>

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		<description><![CDATA[03 SETEMBRO &#62; 21 SETEMBRO 2026 &#124; GALERIA BELAS-ARTES  A exposição Reflorir — um jardim de memórias feitas à mão inaugura dia 03 setembro pelas 17h e está patente de 03 setembro a 21 setembro, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes. Curadoria: Teresa Flores Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00 Este evento é passível de ser fotografado e filmado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68355" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_expoREFLORIR.jpg" alt="E_26_expoREFLORIR" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_expoREFLORIR.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-68355 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expoREFLORIR" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_expoREFLORIR.jpg" /></a></p>
<p>03 SETEMBRO &gt; 21 SETEMBRO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES </p>
<p>A exposição <strong>Reflorir — um jardim de memórias</strong> <strong>feitas à mão</strong> inaugura dia<strong> 03 setembro </strong>pelas<strong> 17h</strong> e está patente de 03 setembro a 21 setembro, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.</p>
<p>Curadoria: Teresa Flores</p>
<p>Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Reflorir — um jardim de memórias feitas à mão&#8221; reúne obras desenvolvidas a partir de vestígios de histórias familiares, preservados em caixas de fotografias. Ao apropriar-se dessas imagens e deslocá-las do espaço doméstico para o campo da arte, Dani Nectoux Remião investiga as relações entre presença e ausência, memória e esquecimento, documento e imaginação.</p>
<p>O jardim constitui o eixo espacial e conceptual do processo criativo. Mais do que cenário, configura-se como laboratório fotográfico, lugar de passagem e espaço de transformação. É nele que as imagens são expostas à luz, combinadas com flores, folhas, extratos vegetais, transferidas para diferentes suportes e submetidas a processos de impressão, tingimento, bordado.</p>
<p>Nesse processo, o fazer manual introduz uma temporalidade expandida e uma dimensão tátil na elaboração das imagens. O gesto de tocar, manipular e transformar demoradamente cada fotografia aproxima a artista dos afetos nela inscritos, como se o trabalho sobre a matéria constituísse uma forma de acariciá-los. A mão acompanha a fragilidade dos vestígios e participa da construção de novas formas de presença. Cada obra preserva algo das fotografias de origem, mas também o desloca e o reconfigura, estabelecendo relações entre diferentes tempos, corpos e lugares.</p>
<p>O título <em>Reflorir</em> nomeia esse movimento de transformação. Não se trata de recuperar integralmente o passado, mas de reativar as suas imagens e presenças sob outras formas. A exposição propõe um jardim de imagens em que a fotografia é compreendida como matéria viva, sujeita ao desgaste, à metamorfose e à renovação. Ao tornar visível o tempo do processo e a intervenção da mão, as obras prolongam, no presente, a existência das histórias e dos afetos familiares. Reflorir designa, assim, tanto a possibilidade de dar nova vida às presenças evocadas pelas fotografias de família quanto o processo pelo qual a própria artista transforma a saudade em matéria artística e encontra, na criação, uma possibilidade de se transformar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dani Remião</strong> (1972, Porto Alegre, RS, Brasil) Fotógrafa, artista visual, curadora, professora e pesquisadora. Vive e trabalha em Portugal. Doutoranda em Belas Artes na Universidade de Lisboa, na área de Ciência da Arte e do Património; mestre em Artes Visuais (UFRGS, 2018), na área de Poéticas Visuais; e mestre em Ciências da Computação (PUCRS, 1999), na área de Inteligência Artificial. É membro da Comissão de Poéticas Artísticas da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas do Brasil (ANPAP), do Conselho Científico da Editora Atena, do Centro de Investigação e Estudos em Belas Artes da Universidade de Lisboa (CIEBA), do Instituto de Comunicação da Universidade Nova (ICNOVA) e da Árvore Cooperativa de Atividades Artísticas (Porto, PT). Fun dadora e curadora do Chat Noir .ART &#8211; atelier &amp; galerie. Pesquisa sobre mulheres na fotografia, fotografias de família, arte e ciência, processos fotográficos históricos e alternativos e seu hibridismo com processos digitais. Possui obras em acervos públicos e privados. Como artista, participou de exposições individuais e coletivas em todas as regiões do Brasil, e em Portugal, Bélgica, França, Inglaterra, Itália, Suíça e Estados Unidos. Como curadora, realizou exposições individuais e coletivas no Brasil e em Portugal.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/daniremiao/">Instagram</a></p>
<p><a href="https://www.daniremiao.com/">Website</a> </p>
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		<title>lisbon street photo fest</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 09:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Multimédia]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos & Workshops]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; 24 > 27 SEPTEMBER 2026 I FACULDADE BELAS-ARTES UNIVERSIDADE LISBOA On 24-27 September 2026, we’ll meet in Lisbon for the second edition of Lisbon Street Photo Fest: a celebration of street photography, bringing together photographers, enthusiasts, and curious minds from around the world. The 2026 edition will take place, once again, at the Faculdade [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-68302" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_LisbonStreetPhotoFest.jpg" alt="E_26_LisbonStreetPhotoFest" width="700" height="450" /></noscript><p><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_LisbonStreetPhotoFest.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-68302 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_LisbonStreetPhotoFest" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_LisbonStreetPhotoFest.jpg" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>24 > 27 SEPTEMBER 2026 I FACULDADE BELAS-ARTES UNIVERSIDADE LISBOA</p>
<p>On 24-27 September 2026, we’ll meet in Lisbon for the second edition of <a href="https://www.lisbonstreet.photo/" target="_blank">Lisbon Street Photo Fest</a>: a celebration of street photography, bringing together photographers, enthusiasts, and curious minds from around the world. The 2026 edition will take place, once again, at the Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p>
<p>Focused on celebrating street photography, the festival offers exhibitions, talks, photo walks, portfolio reviews, and workshops, fostering creative exchange between photographers from around the world.</p>
<p><a href="https://www.lisbonstreet.photo/2026-program" target="_blank">PROGRAM</a></p>
<p><a href="https://www.lisbonstreet.photo/talks-2026" target="_blank">The Talks</a></p>
<p><a href="https://www.lisbonstreet.photo/workshops-2026" target="_blank">The Workshops</a></p>
<p><a href="https://www.lisbonstreet.photo/photowalks-2026" target="_blank">The Photo Walks</a></p>
<p><a href="https://www.lisbonstreet.photo/portfolioreviews-2026" target="_blank">The Portfolio Reviews<br /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FREE WORKSHOP EXCLUSIVE TO STUDENTS FROM FBAUL</strong></p>
<p>Workshop • PT Street Collective</p>
<p><a href="https://www.lisbonstreet.photo/workshop-fbaul-pt-street-collective" target="_blank">The Fundamentals of Street Photography</a></p>
<p>Exclusive to students from Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)</p>
<p><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfWHIUp2FI1UhJUh7uDXNbGq8hYhx4sMAJVIFdw43WpNSCJAg/viewform" target="_blank">Register here</a></p>
<p>Dates: 26th to 27th of September 2026</p>
<p>Language: English/Portuguese</p>
<p>Max. number of Participants: 14</p>
<p>&nbsp;</p></p>
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		<title>soneto — exposição de ilídio salteiro</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/soneto-exposicao-de-ilidio-salteiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[15 JULHO &#62; 18 OUTUBRO 2026 I PANTEÃO NACIONAL Inaugura no dia 15 de julho, às 18h30, no Panteão Nacional, a exposição Soneto de Ilídio Salteiro. A exposição ficará patente até 18 de outubro de 2026.  Curadoria de Juan Sandoval e Olga Pomares Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente. Horário: 3ª [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67953" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoSONETO.jpg" alt="E_26_expoSONETO" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-67953 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expoSONETO" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoSONETO.jpg" /></p>
<h6>15 JULHO &gt; 18 OUTUBRO 2026 I PANTEÃO NACIONAL</h6>
<p>Inaugura no dia 15 de julho, às 18h30, no Panteão Nacional, a exposição <em><strong>Soneto</strong></em> de Ilídio Salteiro. A exposição ficará patente até 18 de outubro de 2026. </p>
<p>Curadoria de Juan Sandoval e Olga Pomares</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<p>Horário: 3ª a domingo &#8211; 10h00/18h00</p>
<p>Entrada: segundo as normas do monumento</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Soneto</strong></em> explora a relação entre Pintura e a Poesia, assumindo um percurso bidirecional: da pintura à poesia e da poesia à pintura. Ele embrionou nas leituras de Ilídio Salteiro sobre a tratadística da Pintura antiga, em paralelo com leituras de poesia dos séculos XV e XVI.</p>
<p>Trata-se de uma instalação de quatorze pinturas, cada uma das quais com 162 cm x 200 cm, realizadas entre 2023 e 2025, compostas no espaço central do Panteão Nacional, em dois prismas quadrangulares e dois prismas triangulares, ou seja, em dois quartetos e em dois tercetos de um soneto à maneira de Petrarca, Camões ou Miranda.</p>
<p><strong><em>Soneto</em>,</strong> torna-se um pensamento, uma forma e um corpo estruturado a partir de ligação entre pintura e poesia: catorze unidades iguais (catorze versos decassilábicos) divididas em quatro setores (quartetos e tercetos) e organizadas por ritmos (rimas) iconográficos ou plásticos. É uma obra cujo objetivo será propiciar uma visão estética capaz de gerar metáforas, alcançadas por sensibilidade, intuição, criatividade e imaginação.</p>
<p><strong>Ilídio Salteiro</strong>, professor na FBAUL, investigador e pintor, iniciou sua carreira artística na década de 1970, a sua produção plástica enquadra-se nas correntes artísticas da pós-modernidade, aproximando-se dos movimentos de renovação da arte portuguesa. Sua obra atual releva uma poética no âmbito da pintura figurativa, entre realidade e ficção, imbuída de uma metafísica espacial como a reação humanista possível ao “estranho” mundo atual.</p>
<p>Juan García Sandoval e Olga C. Rodriguez Pomares   acompanham este projeto desde 2023 e são respetivamente crítico de arte e diretor do Museu de Belas Artes de Múrcia e <br /> artista e professora da Faculdade de Belas Artes de Granada.</p>
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		<item>
		<title>O Movimento da Alma na ‘Paixão de Cristo’ de Rafael Bordalo Pinheiro</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/exposicao-e-seminario-o-movimento-da-alma-na-paixao-de-cristo-de-rafael-bordalo-pinheiro-museu-jose-malhoa/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[14 MAIO &#62; 30 SETEMBRO 2026 &#124; MUSEU JOSÉ MALHOA, CALDAS DA RAINHA No dia 14 de Maio de 2026, às 10h30, inaugura no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, a exposição de desenho e o seminário intitulados O Movimento da Alma na “Paixão de Cristo” de Rafael Bordalo Pinheiro &#8211; Entre desenhos e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-67335" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo.jpg" alt="E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo" width="700" height="450" /></noscript><p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-67335 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo.jpg" />14 MAIO &gt; 30 SETEMBRO 2026 | MUSEU JOSÉ MALHOA, CALDAS DA RAINHA</p>
<p>No dia 14 de Maio de 2026, às 10h30, inaugura no <a href="https://www.museusemonumentos.pt/pt/agenda/exposicao-e-seminario-o-movimento-da-alma-na-paixao-de-cristo-de-rafael-bordalo-pinheiro" target="_blank">Museu José Malhoa</a>, nas Caldas da Rainha, a exposição de desenho e o seminário intitulados O Movimento da Alma na “Paixão de Cristo” de Rafael Bordalo Pinheiro &#8211; Entre desenhos e reflexões. A exposição ficará patente até 30 setembro.</p>
<p>A exposição apresenta os desenhos produzidos durante a residência e, no dia da abertura, decorre um seminário dedicado ao debate e à reflexão crítica sobre a obra de Bordalo Pinheiro, os museus e as suas possibilidades contemporâneas.</p>
<p>O seminário contará com investigadores e profissionais como Artur Ramos, Luís Jorge Gonçalves, João Alpuim Botelho, Dora Mendes, Marta Galvão Lucas, entre outros convidados.</p>
<p>O público é convidado a participar neste diálogo sobre património, criação e pensamento artístico atual.</p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_PROGRAMA-Bordalo-Programa-Seminário-1.pdf" target="_blank">PROGRAMA</a></p>
<p>Acesso gratuito. </p>
<p>Este evento é uma organização do:</p>
<p>Museu José Malhoa/Museus e Monumentos de Portugal<br />Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa/ VICARTE Vidro e cerâmica para as artes/ CIEBA, Centro de Investigação e de Estudo em Belas-Artes<br />Universidade Federal de Rio Grande do Norte/ Grupo de Pesquisa de Género, Políticas Públicas e Sociedade </p>
<hr />
<p>Quando Rafael Bordalo Pinheiro, entre 1887 e 1899, criou a Paixão de Cristo, para as capelas da Via Sacra da Mata do Buçaco, por encomenda do governo português, através do Ministro Emidio Navarro, estava a retomar uma tradição da arte ocidental sobre a dramatização da vida de Jesus, em esculturas policromadas de terracota.</p>
<p>Previam-se 86 esculturas de escala natural, com 12 Passos da Paixão. Por diferentes dificuldades, o projeto inicial não foi concluído, tendo chegado aos nossos dias as seguintes cenas: Jesus no Horto, Traição de Judas, Passagem do Cedron; Jesus em casa de Anás; Jesus na casa de Caifás; Jesus perante Pilatos; Jesus perante Herodes; Pilatos lavando as mãos e Jesus a Caminho do Calvário.</p>
<p>Na atualidade encontra-se no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, cidade onde Rafael Bordalo Pinheiro localizava a sua fábrica de cerâmica. Trata-se do seu projeto mais ambicioso, que nos demonstra as suas capacidades como artista. Através das esculturas observamos dramatismo, expressão e uma plasticidade muito bem explorada, que nos conduz ao sublime. Tinham passados os tempos do dramatismo do Barroco, onde se explorava com emoção os Passos da Paixão, através das vias sacras, em esculturas que podemos examinar no Bom Jesus do Monte, em Braga, na Serra do Pilar, na Póvoa de Lanhoso, ou em Congonhas, em Minas Gerais, no Brasil. No entanto, Rafael Bordalo Pinheiro explorou, na terracota, o dramatismo através dos rostos, dos corpos, das panejamentos e das cores.</p>
<p>A diversidade das cenas é um desafio para o desenho que foi proposto a alunos de desta disciplina da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Estes desenhos, executados a partir dos originais e no próprio espaço do Museu José Malhoa, constituem dez aproximações individuais à obra de Rafael Bordalo Pinheiro A Paixão de Cristo. A diversidade fisionómica aliada à modelação ligeiramente inacabada das esculturas é o cruzamento de interpretações ilimitadas à reconstrução e à reinvenção das figuras. Todos os dez artistas convidados abordaram a obra segundo múltiplos pontos de vista e não só no sentido literal. Cada uma das aproximações reconstrói o espaço, cria contextos, reinventa as personagens, acentua expressões e idealiza visões e fisionomias. O desenho, associado vulgarmente ao essencial acaba por aliar o rigor da forma com a agradabilidade da cor, para nos surpreender com o potencial da obra de Rafael. Na verdade, estas sessões desenvolvidas no museu constituem momentos únicos de observação, análise, descoberta e conhecimento sem paralelo graças ao contacto direto e natural com as obras de arte. Estes desenhos são a celebração desses momentos.  </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>em trânsito &#8211; exposição</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/em-transito-exposicao/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; 19 JUNHO &#62; 30 AGOSTO 2026 I ARMAZÉM DAS ARTES, ALCOBAÇA Inaugura no dia 19 de junho, às 18h30, no espaço Armazém das Artes, em Alcobaça, a exposição Em Trânsito, exposição de desenho, pintura, ilustração, animação e inteligência artificial, e como o próprio nome indica Em Trânsito, a exposição transitou da Faculdade de Belas-Artes, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67786" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoAlcobaça.jpg" alt="E_26_expoAlcobaça" width="700" height="450" /></noscript><p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-67786 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expoAlcobaça" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoAlcobaça.jpg" /></p>
<p>19 JUNHO &gt; 30 AGOSTO 2026 I ARMAZÉM DAS ARTES, ALCOBAÇA</p>
<p>Inaugura no dia 19 de junho, às 18h30, no espaço Armazém das Artes, em Alcobaça, a exposição <em><strong>Em Trânsito</strong></em>, exposição de desenho, pintura, ilustração, animação e inteligência artificial, e como o próprio nome indica <em><strong>Em Trânsito</strong></em>, a exposição transitou da Faculdade de Belas-Artes, onde esteve patente, no espaço Lagoa Henriques, entre 4 e 27 de maio de 2026. </p>
<p><strong>Organização:</strong></p>
<p>António Trindade (autor do projeto)<br />Américo Marcelino<br />Susana Oliveira<br />Diana Costa</p>
<p><strong>Artistas:</strong></p>
<p>Catarina Lira Pereira<br />Cygny Astra Malvar<br />Gabriel Colaço<br />Gilberto Colaço<br />Isabelle Faria<br />Joana Mosi<br />Joana Paraiso<br />Lúcia Antunes<br />Nádia Joaquim<br />Yun Zhang</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em trânsito. Processos conceptuais multifacetados e em construção. </strong></p>
<p>António Trindade</p>
<p><strong><em>Em Trânsito</em></strong> reúne o percurso da investigação artística teórico-prática de dez alunos do curso de doutoramento em Belas Artes, nas especialidades de Desenho e de Pintura. Nesta mostra, podemos visitar linhas de investigação diversificadas, que percorrem o desenho e a pintura, de forma analógica e digital, o desenho de modelação 3D, a ilustração, a animação e a forma plástica integrada e elaborada também com o recurso da AI, inteligência artificial. Verificamos percursos heterogéneos onde o Desenho e a Pintura estão presentes, desde a herança cultural, às suas aplicações e projeções em diagramas científicos, na ilustração e narrativa, no trabalho de campo centrado no risco, partindo de geografias, mapas e territórios diversificados, à utopia de territórios possíveis e imaginários, chamativos e alarmantes, até ao desenho ecológico, mapeado e animado pelo comportamento das plantas, com uma mensagem política face às recentes alterações climáticas e aos maus comportamentos humanos que nos ameaçam no presente.</p>
<p>Catarina Lira Pereira mostra-nos trabalhos em confrontação que despertam alguma tensão no observador, jogando entre representações analógicas com aguarelas que se observam em par com desenhos algoritmos que partem daquelas, onde aplica a inteligência artificial, confrontando imagens interessantes e complementares, estabelecendo assim uma ambiguidade entre pintura e desenho. A série apresentada pela autora, parte de uma operação inspirada no teste de <em>Rorschach</em> e explora a passagem da mancha ao contorno, como se este fosse a cristalização daquela.</p>
<p>Cygny Malvar tem vindo a encenar trabalhos questionando as possibilidades da fotografia e da sua abertura e deslocamento para outras representações, onde utiliza o desenho analógico. Nestes desenhos da autora, centrados em <em>Pontos de Vista, Proximidade e Intimidade, </em>a autora representa e transforma com desenho os instantes fixados por registos fotográficos, criando outras representações ambíguas onde a reflexão sobre o tempo, o espaço, a memória e o afeto são parte integrante do seu processo conceptual. Daqui resultam representações com uma enorme força expressiva, partindo de cenas do quotidiano e de espaços íntimos.</p>
<p>Gabriel Colaço trabalha em parceria com o seu irmão Gilberto Colaço, desenvolvendo ambos um percurso artístico marcado pela fenomenologia do território onde concorrem vários instrumentos e médiuns no seu processo conceptual, valorizando as novas tecnologias como o desenho 2D trabalhado pelo primeiro e a modelação e a impressão 3D, trabalhada pelo segundo. Nesta conjugação, constroem objetos interessantes sobre um questionamento e uma reflexão particular sobre a fenomenologia territorial, onde permanece no olhar do observador uma tensão latente entre as intervenções humanas e os lugares diversos da natureza circundante e visível, que se vão modificando no espaço e no tempo segundo as leis naturais metamórficas. Daqui resultam objetos de grande força plástica, como as litofanias que mostram caixas de luz onde são visíveis desenhos realizados de forma digital, gravados a laser e munidos de sensores e iluminação com o auxílio de lâmpadas LED. No trabalho de Gabriel e Gilberto Colaço, os <em>softwares</em>, os dispositivos e as interfaces digitais reconfiguram o gesto gráfico e a materialidade do desenho, onde este é matriz para as representações volumétricas e vice-versa.</p>
<p>Isabelle Faria artista já reconhecida, como se atesta bem no seu Curriculum Vitae, desenvolve e explora o desenho de forma dinâmica e reflexiva, mas de uma grande força expressiva. O movimento, a ação, o risco e o arriscar fazem parte do seu processo criativo, onde o trabalho desenvolve-se entre o espaço territorial e o seu estúdio. A autora realiza viagens pelas longas paisagens áridas e vazias do sul de Espanha, viagens essas que por sí só constituem material que posteriormente é trabalhado no seu estúdio. Utiliza um processo conceptual muito particular, inspirado metaforicamente na dinâmica de um carreto de uma máquina de duas rodas, que permite avanços, recuos e paragens, que alimentam a experimentação, a introspeção e a reflexão. Este movimento, que tanto pode avançar como recuar, ou mesmo parar, reflete a natureza cíclica e fluida do seu processo criativo.</p>
<p>Joana Mosi desenvolve o seu trabalho no desenho de ilustração. Tem vindo a desenvolver um trabalho centrado <em>no Espaço Urbano como Experiência e Representação na Narrativa Gráfica,</em> que corresponde ao seu projeto de doutoramento. A autora interessa-se pela ligação entre a banda desenhada e a abordagem e representação gráfica do espaço urbano. Neste sentido, no seu trabalho estabelece pontes entre o desenho, o pensamento próprio da arquitetura e a narrativa gráfica, onde intervêm questões e reflexões sobre composição, construção e <em>layout. </em>Relaciona os percursos de navegação das cidades com a composição de leitura numa página de ilustração.</p>
<p>Joana Paraíso desenvolve um trabalho centrado no território, não entendido como geografia específica, mas antes como lugar de experiências vividas entre corpo, experiência, memória, correspondências e as suas marcas. O território é assim entendido como lugar habitado, vivido, como lugar não apenas visível, mas também sensorial, com significados precisos, na busca e no encontro sobre o desconhecido, acordando um pouco naquilo que Umberto Eco já referira em tempos na sua obra <em>Estrutura Ausente</em> de 1968. Mediante percursos selecionados a autora regista essas memórias, vivências e experiências, que depois são trabalhadas e materializadas no seu estúdio de forma singular e bastante original.</p>
<p>Lúcia Antunes desenvolve um trabalho de desenho de ilustração científica, trabalhando no presente num projeto de comunicação visual de Ciência para o <em>Católica Biomedical Research</em> <em>Centre</em> (CBR) dando corpo à sua investigação de doutoramento <em>Do Invisível ao Visível através do Desenho como Processo de Comunicação entre Arte e Ciência</em>. O trabalho proposto para esta exposição mostra ilustrações de desenho científico com forte impacto visual, extremamente detalhadas, que são realizadas em articulação direta com a informação que a autora recolhe dos outros agentes e membros do projeto pertencentes à Universidade Católica.</p>
<p>Nádia Joaquim apresenta trabalhos centrados no desenho em torno do luto, pânico e melancolia e no presente desenvolve o seu projeto de doutoramento com o título <em>Desenho e Melancolia. Teoria, estética e transversalidades na construção de um projeto artístico</em>. Os trabalhos propostos de Nádia Joaquim apresentam um forte impacto visual, resultante de um desenho marcante e nervoso e em composições onde figuras desenhadas à linha mostram sobreposições de formas abstratas com rostos sugeridos por linhas igualmente nervosas, gerando uma grande ambiguidade no observador. Conhecedora e investigadora da forte herança cultural da história da arte, da filosofia e da estética, utiliza esse conhecimento abrindo brechas que contribuem para a construção do seu percurso atual, agora apresentando elementos figurativos que jogam, contrastam e se sobrepõem com outros de cariz mais abstrato, figurando assim algo de novo ainda em construção e desenvolvimento, mas com resultados promissores.</p>
<p>Yun Zhang tem vindo a desenvolver um percurso bastante original com imagens e dinâmicas que se destacam pela qualidade do desenho, da pintura e da animação digitais, com forte impacto visual, reveladas na qualidade do traço, na paleta cromática, nos contrastes e no movimento que a autora emprega. Trabalhando com a inteligência artificial AI, a autora valoriza e vem trabalhando na questão da cognição das plantas, da sua visualização, percepção e representação rítmicas, enaltecendo a imaginação ecológica. A artista e investigadora defende e trabalha a cognição como uma estrutura distribuída e processual da atividade viva, não exclusiva do ser humano, mas estendendo-se a outros seres, no seu caso, as plantas, que são formas de uma grande estrutura orgânica constituindo núcleos estruturais da organização das próprias imagens. Com base nesta questão da descentralização da fenomenologia cognitiva, Yun Zhang propõe um método próprio, o do Sistema Ecológico de Imagem Perceptiva, o EPISM, que permite traduzir e visualizar a composição, a temporalidade rítmica e os mecanismos reguladores que geram sistemas de imagens muito particulares.  A autora apresenta aqui 3 trabalhos realizados nesse contexto e que são parte integrante do seu projeto mais amplo de doutoramento com o título <em>Visualising Plant Cognition: Rhythmic Perception and Ecological Imagination in Drawing and Digital Painting.</em> </p>
<p>Lisboa, 17 de Março de 2026</p>
<p>António Trindade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>+ Textos de Catálogo</strong></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/PT-Texto-de-Américo-Marcelino-para-o-catálogo-EM-TRÂNSITO.1-1-3-1.pdf">AMÉRICO MARCELINO</a></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/PT-Texto-de-Diana-Costa-para-o-catálogo-EM-tra-1-2.pdf">DIANA COSTA</a></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/PT-Texto-de-Susana-Oliveira-para-o-catálogo-EM-TR-1-2.pdf">SUSANA OLIVEIRA</a></p>
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		<title>VIII Colóquio Expressão Múltipla: chamada de trabalhos – Desenho Aplicado &#124; Teoria e Prática do Desenho</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:20:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeira chamada de trabalhos – Desenho Aplicado Segunda Chamada de trabalhos -Teoria e Prática do Desenho Datas de realização do Colóquio &#8211; 23 – 24 novembro de 2026 &#160; Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. Divide-se em duas chamadas de trabalho com vista a duas publicações anuais [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-67189" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_expressaoMULTIPLA.jpg" alt="E_26_expressaoMULTIPLA" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_expressaoMULTIPLA.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-67189 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expressaoMULTIPLA" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_expressaoMULTIPLA.jpg" /></a></p>
<p><strong>Primeira chamada de trabalhos – Desenho Aplicado</strong></p>
<p><strong>Segunda Chamada de trabalhos -Teoria e Prática do Desenho</strong></p>
<p><strong>Datas de realização do Colóquio &#8211; 23 – 24 novembro de 2026</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. Divide-se em duas chamadas de trabalho com vista a duas publicações anuais e a um colóquio/congresso.</p>
<p>A primeira chamada é dirigida ao <strong>Desenho Aplicado</strong>. Por Desenho aplicado entendem-se todas as vertentes em que o desenho é um elemento central, sendo, no entanto, concretizado com outros fins que não ele próprio. Assim áreas do desenho como as da <em>concept art</em>, ilustração, animação, desenho digital, realidade virtual, banda-desenhada, desenho de produção, entre outras, serão os maiores alvos nesta iniciativa. É por isso dirigida aos estudiosos que pretendam seguir, ou que já estejam a desenvolver trabalho nestas áreas, de maneira a permitir uma disseminação de experiência e de resultados.</p>
<p>A segunda chamada é dirigida à <strong>Teoria e Prática do Desenho</strong> num âmbito mais geral onde as suas relações com a arte e com os processos artísticos são investigadas.</p>
<p>O colóquio é dirigido sobretudo aos estudiosos que procuram desenvolver dissertações e teses na área do Desenho ou noutras que possam de alguma forma ampliar as discussões relativas a estas áreas de conhecimento. Pretende-se a disseminação das diversas experiências, metodologias e resultados. Assim, aos interessados em participar convida-se à submissão dos artigos relativos a comunicações orais a serem apresentadas no colóquio atendendo à especificidade das chamadas de trabalhos.</p>
<p>Todos os artigos serão submetidos a uma revisão <em>peer review</em>. Cada artigo recebido pelo secretariado é reenviado, sem referência ao autor, a dois ou mais membros da Comissão Científica, garantindo-se no processo o anonimato de ambas as partes <em>(double-blind</em>). No procedimento privilegia-se a distância geográfica entre a origem de autores e a dos revisores científicos.</p>
<p><strong>O colóquio, a ter lugar entre 23 e 24 de novembro de 2026 no Grande Auditório da FBAUL</strong>, será composto por comunicações de 20 minutos e por um posterior momento para resposta a questões do público. Está prevista a abertura do colóquio/congresso com a presença de um ou dois <em>keynotes</em>.</p>
<p>A realização do colóquio deverá ser presencial. Em caso de impossibilidade de comparência física dos autores, os mesmos poderão apresentar uma gravação com a sua comunicação. A não participação no colóquio poderá levar à exclusão do livro de atas.</p>
<p>Os artigos revistos e aprovados serão publicados <em>online</em> no Repositório da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CALENDÁRIO:<br /></strong><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla: Desenho Aplicado<br /></strong>Até 21 de junho, data-limite para o envio do resumo.<br />Até 28 de junho, notificação de aceitação.<strong> </strong></p>
<p><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla: Teoria e Prática do Desenho<br /></strong>Até 18 outubro, data-limite para o envio doresumo.<br />Até 25 outubro, notificação de aceitação.</p>
<p><strong> </strong><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla<br /></strong><strong>Colóquio – comunicações orais<br /></strong>23 – 24 de novembro de 2026, Grande Auditório da FBAUL. (Esta data está sujeita a alterações).</p>
<p><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla<br /></strong>Até 31 janeiro de 2027, entrega dos artigos.<br />Até 15 de fevereiro de 2027 notificação dos pareceres da revisão.</p>
<p><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla<br /></strong>Até 31 de março entrega dos artigos finais.<br />Até 31 de maio de 2027, publicação online do livro de atas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Os artigos deverão ser enviados para <a href="mailto:expressaomultipla@gmail.com">expressaomultipla@gmail.com</a> segundo a seguinte formatação:</p>
<p><strong> </strong><strong>Formato do Resumo</strong></p>
<p>Cada resumo não deverá ultrapassar os 1600 caracteres incluindo espaços, sem contar com o título, autoria, afiliação, palavras-chave e legendas.</p>
<ul>
<li><strong>Título</strong>: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.</li>
<li><strong>Autor principal e afiliação: </strong>Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Autores secundários e afiliações (caso existam): </strong>Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Corpo de texto:</strong> Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.</li>
<li><strong>palavras-chave:</strong> 3 a 5 palavras-chave.</li>
<li><strong>Até 2 imagens: </strong>legendadas e referidas.</li>
<li><strong>Legendas: </strong>Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.</li>
</ul>
<p><strong>Formato do Artigo</strong></p>
<p>Cada artigo deverá ter entre 10000 e 15000 caracteres sem espaços referentes ao corpo do texto, isto é, sem contar com o título, resumo, palavras-chave, legendas e bibliografia.</p>
<ul>
<li><strong>Título</strong>: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.</li>
<li><strong>Autor principal e afiliação: </strong>Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Autores secundários e afiliações (caso existam): </strong>Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Resumo e palavras-chave: </strong>Times New Roman, até 1600 caracteres incluindo espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado. 3 a 5 palavras-chave.</li>
<li><strong>Abstract e keywords: </strong>Em inglês, Times New Roman, até 1600 caracteres incluindo espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado.</li>
<li><strong>Subtítulos: </strong>Fonte Times New Roman, negrito, tamanho 12.</li>
<li><strong>Corpo de texto:</strong> Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.</li>
<li><strong>Legendas: </strong>Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.</li>
<li><strong>Referências Bibliográficas: </strong>Devem seguir o Modelo APA ou NP 405. Fonte Times New Roman, tamanho 12 (APA), 10 (NP 405) espaçamento simples.</li>
<li><strong>Até 10 imagens: </strong>Inseridas no correr do texto, legendadas e referidas (atenção aos direitos de autor).</li>
</ul>
<p><strong>O documento deve ser enviado em formato word, e em formato pdf. No formato pdf, o documento deverá omitir os autores e a filiação</strong>.</p>
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		<title>sopro — exposição de alunos finalistas em escultura</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[  11 JULHO &#62; 08 SETEMBRO 2026 I BIBLIOTECA E ARQUIVO DO MUNICÍPIO DE GRÂNDOLA Inaugura no dia 11 de julho, às 18h00, na Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola, a exposição Sopro de alunos finalistas da licenciatura em Escultura. A exposição ficará patente até 08 de setembro de 2026. Este evento é passível [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68022" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_SOPRO.jpg" alt="E_2026_SOPRO" width="700" height="450" /></noscript><p> <img class="alignnone size-full wp-image-68022 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_SOPRO" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_SOPRO.jpg" /></p>
<h6>11 JULHO &gt; 08 SETEMBRO 2026 I BIBLIOTECA E ARQUIVO DO MUNICÍPIO DE GRÂNDOLA</h6>
<p>Inaugura no dia 11 de julho, às 18h00, na Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola, a exposição Sopro de alunos finalistas da licenciatura em Escultura. A exposição ficará patente até 08 de setembro de 2026.</p>
<p><strong>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</strong></p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Os alunos, quando concluem a licenciatura em Escultura, adquiriram competências que lhes permitem elaborar um programa de trabalho artístico independente, em diálogo com a realidade artística que foram lendo e interpretando ao longo de três anos de formação, formação que cruza referências artísticas, capacidade de criar e analisar cenários em diálogo natural com a história das artes e do pensamento artístico contemporâneo.</p>
<p>Os artistas presentes nesta exposição são um excelente exemplo do que se procura construir como um currículo sólido de formação em escultura: da defesa da herança centenária do modelo <em>Beaux-Arts</em> fundado na Academia à afirmação individual da experimentação bauhausiana, cultiva-se um aprender que poderemos definir como contínua experimentação oficinal, assente na individualidade artística de cada um, ou seja, a transmissão do conhecimento baseada num conjunto de disciplinas de prática de atelier, de carácter oficinal, complementadas por um corpo teórico ministrado em unidades curriculares de áreas científicas afins. A prática da escultura surge assim como um modelo de enriquecimento académico, informado por um pensamento sobre a prática trazido da experiência individual e da influência do entorno.</p>
<p>A representação do corpo ocupa o seu lugar nesta exposição. A representação é um dos pilares da tradição da escultura ocidental, um dos temas fundadores, que pressupõe o domínio simultâneo da observação, do conhecimento anatómico e da capacidade de traduzir esse conhecimento na matéria.</p>
<p>O fascínio pela qualidade plástica dos materiais da escultura constitui a outra dimensão estruturante desta mostra. Trabalhar a cerâmica, a madeira, o metal ou a pedra por exemplo, não é apenas uma escolha laboratorial é uma decisão poética. A cerâmica, expressão ligada às origens da própria civilização, guarda nos processos alquimistas da sua transformação, a irreversibilidade e a fragilidade aparente da sua matéria. Os modelos subtractivos ou construtivos que reconhecemos na madeira ou no metal, processos muito ligados à ductilidade ou rigidez da matéria, encontra nos processos de trabalho a expressividade que oscila entre a brutalidade industrial e a leveza do traço artístico. A pedra, por seu lado, impõe ao escultor uma relação física, de resistência e também de paciência, no fundo as peças aqui presentes são fruto da relação da matéria e o tempo da sua modelação. O domínio da representação ou dos materiais não são um fim em si mesmos, mas o meio através do qual, ao longo do seu percurso, cada estudante desenvolveu a linguagem que lhe é própria.</p>
<p>Encontramos assim peças que revelam um sentido apurado da representação do natural e da experiência anatómica, lado a lado com esculturas em que o domínio laboratorial e a poética individual são sinónimos de mestria. Esta exposição não procura ser una nem temática, mas procura espelhar acima de tudo, a diversidade de quem estuda escultura, num ambiente descomplexado de liberdade e expressão individual, intimamente ligado à relação intrínseca e natural entre o ensinar, o investigar e o criar. São três dimensões do saber que possibilitam o aprofundamento do conhecimento em arte, ampliando a discussão sobre o que é o projeto na investigação em Escultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lisboa, 23 de junho, 2026</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sérgio Vicente e José Esteves</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>paez lança coleção assinada por dois jovens artistas portugueses</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[08 JULHO 2026 &#62; 18H00 I VARANDA PRESIDÊNCIA FBAUL Marca portuguesa reforça a aposta na criatividade nacional ao transformar projetos académicos em seis modelos exclusivos, resultado de uma colaboração inédita com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Realiza-se no dia 8 de julho, às 18h00, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68002" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_PAEZ.jpg" alt="E_2026_PAEZ" width="700" height="450" /><img class="alignnone size-full wp-image-68006" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_25_PAEZselecionados.jpg" alt="E_25_PAEZselecionados" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-68002 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_PAEZ" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_PAEZ.jpg" /></p>
<h6>08 JULHO 2026 &gt; 18H00 I VARANDA PRESIDÊNCIA FBAUL</h6>
<p>Marca portuguesa reforça a aposta na criatividade nacional ao transformar projetos académicos em seis modelos exclusivos, resultado de uma colaboração inédita com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p>
<p>Realiza-se no dia 8 de julho, às 18h00, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, o lançamento da nova coleção PAEZ, em edição limitada, dos modelos exclusivos dos jovens artistas Marta Pais de Almeida e Martim Jacaré.</p>
<p><strong>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <a href="https://paez.com/" target="_blank">PAEZ</a>, marca de sapatos portuguesa, acaba de lançar uma nova coleção em edição limitada que nasce de uma ideia simples: criar oportunidades reais para o talento emergente português. O resultado materializa-se em seis modelos exclusivos, assinados pelos jovens artistas <a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/os-grandes-vencedores-do-concurso-paez-nas-belas-artes-2-0-marta-almeida-e-martim-carvalho/" target="_blank">Marta Pais de Almeida e Martim Jacaré</a>, vencedores de um desafio criativo lançado pela marca à Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-68006 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_25_PAEZselecionados" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_25_PAEZselecionados.jpg" /></p>
<p>Após a avaliação das candidaturas, foram selecionados dois projetos vencedores, dando início a uma colaboração desenvolvida ao longo dos últimos meses entre os jovens artistas e a equipa criativa da PAEZ. O processo permitiu adaptar cada proposta ao universo da marca, respeitando sempre a identidade criativa de cada autor, dando origem a seis modelos exclusivos que passam agora a integrar a coleção da PAEZ em edição limitada.</p>
<p>O projeto de Marta Pais de Almeida inspira-se na natureza, nos mercados locais e nos produtos sazonais, recorrendo a padrões orgânicos e a uma paleta cromática fresca para celebrar a simplicidade e a beleza do quotidiano.</p>
<p>Já a proposta de Martim Jacaré explora os habitats naturais e a biodiversidade, utilizando a ilustração para criar narrativas visuais sobre diferentes ecossistemas, numa linguagem artística contemporânea e muito própria.</p>
<p>Mais do que uma coleção, esta iniciativa representa um novo passo na estratégia da PAEZ de valorização da criatividade portuguesa, promovendo a ligação entre a academia e a indústria e demonstrando que projetos desenvolvidos em contexto académico podem chegar ao mercado sem perder a sua identidade artística. A marca pretende continuar a desenvolver iniciativas deste género com diferentes instituições de ensino e áreas criativas, reforçando o seu compromisso com a promoção do talento emergente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>Na PAEZ acreditamos que a criatividade merece oportunidades reais. Esta coleção representa exatamente isso: aproximar a indústria da academia, dar palco a jovens artistas portugueses e mostrar que uma boa ideia pode nascer em qualquer instituição de ensino e chegar às ruas. Queremos continuar a construir pontes entre a criatividade, a cultura e as novas gerações de criativos portugueses.” <br /></em>Luís Gaivão, Diretor de Marketing da PAEZ</p>
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<p><em>“O ensino artístico ganha uma dimensão ainda mais relevante quando estabelece pontes com o tecido empresarial. Esta colaboração demonstra o potencial dos nossos estudantes e evidencia a importância de criar oportunidades concretas para que o talento desenvolvido na academia encontre expressão no mercado.”<br /></em>Prof. Eduardo Manuel Alves Duarte, Presidente da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa</p>
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<p><em>“Ver um projeto desenvolvido em contexto académico transformar-se numa coleção comercial é uma experiência muito especial. Foi um processo de aprendizagem e colaboração que me permitiu preservar a essência do meu trabalho, adaptando-o ao universo da PAEZ.”<br /></em>Marta Pais de Almeida</p>
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<p><em>“Foi uma experiência muito enriquecedora acompanhar todo este processo e ver um projeto pessoal ganhar uma nova dimensão através da PAEZ. Sou muito grato pela confiança e pela oportunidade de transformar uma ideia desenvolvida em contexto académico numa coleção que agora chega ao público.”<br /></em>Martim Jacaré</p>
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<p>A nova coleção já se encontra disponível em edição limitada nas lojas PAEZ de Alvalade (R. Marquesa de Alorna 29, Lisboa) e Campo de Ourique (R. Infantaria 16 77-A, Lisboa), no corner PAEZ do El Corte Inglés e em <a href="https://paez.com/" target="_blank">www.paez.com</a>.</p>
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		<title>concurso de arte e design da medalha forges 2026 — menção honrosa para joão maria sousa</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 08:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[MENÇÃO HONROSA PARA JOÃO MARIA SOUSA O Concurso de Arte e Design da Medalha FORGES 2026, uma iniciativa com o objetivo de selecionar uma proposta artística e de design para a Medalha FORGES – Mérito Académico e Institucional no Ensino Superior Lusófono, destinou-se a estudantes de áreas criativas — nomeadamente arte, design, comunicação visual ou áreas afins de instituições de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68069" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_mençaoFORGES.jpg" alt="E_26_mençaoFORGES" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-68069 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_mençaoFORGES" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_mençaoFORGES.jpg" /></p>
<h6>MENÇÃO HONROSA PARA JOÃO MARIA SOUSA</h6>
<p class="wp-block-paragraph" style="color: #696969;"><span style="color: #000000;">O Concurso de Arte e Design da Medalha FORGES 2026, uma iniciativa com o objetivo de selecionar uma proposta artística e de design para a Medalha FORGES – Mérito Académico e Institucional no Ensino Superior Lusófono, destinou-se a estudantes de áreas criativas — nomeadamente arte, design, comunicação visual ou áreas afins de instituições de ensino superior associadas da FORGES. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Após análise realizada pela Comissão Avaliadora, a FORGES atribuiu a Menção Honrosa em Inovação e Criatividade a João Maria Sousa, mestrando em Design de Equipamento da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, pela medalha <em><strong>Voz</strong></em>.</span></p>
<p>A medalha <em><strong>Voz</strong></em> assenta num conceito artístico e simbólico que procura materializar os valores fundamentais do Ensino Superior no espaço lusófono, destacando o mérito académico, a cooperação internacional e a identidade institucional. O elemento central desta conceção é a ideia de &#8220;Voz&#8221;, entendida como a expressão ativa dos estudantes ao longo do seu percurso formativo, simbolizando o reconhecimento, a participação e a valorização das suas conquistas. É por isso composta por dez discos de bronze que formam a onda sonora da palavra voz. Os dez elementos independentes representam também os nove países membros, e o maior elemento, e único com elementos gráficos, representa a FORGES.</p>
<p> <br />O primeiro prémio foi atribuído a Erivaldo Santos Samungue Bundi do Instituto Superior Politécnico Tundavala, Angola. </p>
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		<title>ivens perspectives — exposição de laura ribeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 08:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[26 JUNHO &#62; 13 SETEMBRO 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE Inaugura no dia 26 de junho, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Laura Ribeiro, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67931" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_2026_IVENS_LAURA-RIBEIRO.jpg" alt="E_2026_IVENS_LAURA-RIBEIRO" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_2026_IVENS_LAURA-RIBEIRO.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67931 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_IVENS_LAURA-RIBEIRO" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_2026_IVENS_LAURA-RIBEIRO.jpg" /></a></p>
<p>26 JUNHO &gt; 13 SETEMBRO 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE</p>
<p>Inaugura no dia 26 de junho, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Laura Ribeiro, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos seus artistas, em contexto formativo.</p>
<p>Coordenação: Investigadora Ana Matilde Sousa</p>
<p><strong>Laura Ribeiro</strong> (n. 2004) vive e trabalha em Lisboa, onde frequenta o 3.º ano da Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Nas obras apresentadas nesta exposição, dedica-se à transposição da linguagem musical para o campo pictórico, transformando a tela num espaço de tradução sinestésica, onde cada pintura corporiza uma composição específica. Participou em exposições como a coletiva Novos Artistas de Setúbal (Instituto Português do Desporto e Juventude de Setúbal, com o apoio do Gabinete da Juventude de Setúbal), Primary Colors (residência de coworking Sítio, Setúbal) e GABA – Galerias Abertas (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, 18.ª edição, 2025, e 19.ª edição, 2026).</p>
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