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	<title>faculdade de belas-artes da universidade de lisboa &#187; Cinema</title>
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	<description>faculdade de belas-artes da universidade de lisboa</description>
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		<title>I Am Martin Parr + Conversa com o Realizador Lee Shulman</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 13:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[24 SETEMBRO 2026 &#124; 18h30 &#124; FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA &#124; GRANDE AUDITÓRIO &#160; Sessão especial de cinema com a exibição de I Am Martin Parr, documentário dedicado a uma das figuras mais reconhecidas e influentes da fotografia de rua contemporânea. Com acesso privilegiado ao universo de Martin Parr, o filme acompanha [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-68545" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_docMP.jpg" alt="E_26_docMP" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_docMP.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-68545 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_docMP" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_docMP.jpg" /></a></p>
<p>24 SETEMBRO 2026 | 18h30 | FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA | GRANDE AUDITÓRIO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sessão especial de cinema com a exibição de <em>I Am Martin Parr</em>, documentário dedicado a uma das figuras mais reconhecidas e influentes da fotografia de rua contemporânea.</p>
<p>Com acesso privilegiado ao universo de Martin Parr, o filme acompanha o fotógrafo britânico e revisita a sua carreira, o seu olhar singular sobre a sociedade e a forma como transformou o quotidiano, o consumo e as particularidades da vida moderna numa linguagem visual imediatamente reconhecível.</p>
<p>Após a exibição, recebemos o fotógrafo e realizador <strong>Lee Shulman</strong>, que apresentará o processo de criação do documentário e partilhará histórias e reflexões sobre a experiência de filmar e trabalhar com Martin Parr.</p>
<p><strong>Filme:</strong> <em>I Am Martin Parr</em></p>
<p><strong>Realização:</strong> Lee Shulman</p>
<p><strong>Exibição em inglês, com legendas em português.</strong></p>
<p><strong>A reserva de lugar é recomendada</strong> devido à lotação limitada do auditório, aqui: <a href="https://www.eventbrite.pt/e/i-am-martin-parr-with-director-talk-lee-shulman-registration-1998879440214?aff=oddtdtcreator">https://www.eventbrite.pt/e/i-am-martin-parr-with-director-talk-lee-shulman-registration-1998879440214?</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sessão realizada no âmbito do evento<br /><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/lisbon-street-photo-fest/" target="_blank">lisbon street photo fest</a></p>
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		<title>Dispositivo de Práticas Intermediais: Design, Performance e Cinema_10 SETEMBRO 2026_ONLINE (ZOOM)</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 13:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Multimédia]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; 10 SETEMBRO 2026 &#124; 16h00 &#62;18h00 &#124; ONLINE (ZOOM) &#160; Apresentação pública de práticas artísticas e de investigação contemporâneas nos domínios do design, música, performance, cinema e artes visuais.Apresentação de processos criativos e reflexão crítica num enquadramento intermedial Investigadores CIEBAYan MikirtumovAna Patrícia PaqueteDavid SwartzInesa MarkavaHugo Oliveira MartinsMichele Dias AugustoJuliana F. DuqueMaria João Bom Participação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-68699" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/09/E_2026_dispositivo-praticas-intermediais_destaque.png" alt="E_2026_dispositivo-praticas-intermediais_destaque" width="701" height="451" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/09/E_2026_dispositivo-praticas-intermediais_destaque.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-68699 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_dispositivo-praticas-intermediais_destaque" width="701" height="451" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/09/E_2026_dispositivo-praticas-intermediais_destaque.png" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>10 SETEMBRO 2026 | 16h00 &gt;18h00 | ONLINE (ZOOM)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apresentação pública de práticas artísticas e de investigação contemporâneas nos domínios do design, música, performance, cinema e artes visuais.<br />Apresentação de processos criativos e reflexão crítica num enquadramento intermedial</p>
<p><strong>Investigadores CIEBA</strong><br />Yan Mikirtumov<br />Ana Patrícia Paquete<br />David Swartz<br />Inesa Markava<br />Hugo Oliveira Martins<br />Michele Dias Augusto<br />Juliana F. Duque<br />Maria João Bom</p>
<p>Participação gratuita, mas necessária <strong><a href="https://forms.gle/oNFpK7U51Ph8c3K77" target="_blank">INSCRIÇÃO </a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/09/E_CARTAZ_dispositivo-praticas-intermediais_cartaz.pdf" target="_blank">CARTAZ</a> </strong></p>
<hr />
<p><strong><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/09/E_2026_CIEBA-2025-Grupo-Intermedialidades-Criativas-Texto_Resumos.pdf" target="_blank">TEXTO RESUMOS (versão completa)</a></strong> </p>
<p>O evento <em>Dispositivo de Práticas Intermediais (ou Práticas Intermediais em Conexão)</em> reúne um conjunto de investigadores cujas práticas se situam no cruzamento entre design, performance/música e cinema, entendendo a criação artística como espaço de produção de conhecimento e a intermedialidade como estratégia operativa de articulação entre meios, linguagens e metodologias.</p>
<p>Os contributos apresentados partilham uma atenção aos processos criativos, à investigação artística e às práticas performativas, explorando relações entre corpo, imagem, som, tecnologia, narrativa, memória e educação. A intermedialidade surge aqui não apenas como resultado estético, mas como princípio metodológico: uma forma de pensar e produzir através da tradução entre sistemas expressivos distintos — do popular ao académico, do analógico ao digital, do efémero ao documentado, do sensível ao conceptual.</p>
<p>Neste contexto, as palavras-chave escolhidas pelos investigadores — tais como cinema, música, práticas educativas, criação artística, processos criativos, transdisciplinaridade, investigação artística, intermedialidade e design gráfico e editorial — configuram um campo de afinidades que evidencia a pluralidade das práticas contemporâneas e a sua inscrição crítica nos contextos sociais, culturais e tecnológicos do presente.</p>
<p>O evento propõe-se como um dispositivo de apresentação e reflexão sobre obras, processos e investigações em curso, sem impor uma unidade temática rígida, mas antes construindo um espaço de convergência entre experiências singulares. Através da partilha de materiais digitais, excertos, registos e reflexões, procura-se tornar visível a diversidade de abordagens e, simultaneamente, sublinhar os pontos de contacto entre práticas visuais, sonoras e performativas.</p>
<p>Este dispositivo coletivo assume, assim, a criação como território comum, a intermediação como linguagem transversal e a reflexão como gesto crítico, configurando um espaço onde investigação, arte e educação se encontram e se interrogam mutuamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="gtx-trans" style="position: absolute; left: -11px; top: 486.4px;"> </div>
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		<title>The Ongoing Seminar #04 &#124; Pablo La Parra Pérez apresenta Pere Portabella_“Era uma vez, numa meia-noite sombria…” O cinema clandestino de Pere Portabella no final do Franquismo</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/the-ongoing-seminar-04-pablo-la-parra-perez-apresenta-pere-portabella_era-uma-vez-numa-meia-noite-sombria-o-cinema-clandestino-de-pere-portabella-no-final-do-franquismo/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 10:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Multimédia]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>

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		<description><![CDATA[03>04 SETEMBRO 2026&#124; 16H00-20H00 &#124; AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES &#160; “Era uma vez, numa meia-noite sombria…”O cinema clandestino de Pere Portabella no final do FranquismoSeminário com Pablo La Parra Pérez (Filmoteca de Catalunya &#124; Acció Portabella) Este seminário aprofunda os projetos radicais que o cineasta catalão Pere Portabella realizou clandestinamente nos últimos anos do regime de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-68672" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/09/E_2026-Pere-Porabella.jpg" alt="E_2026 Pere Porabella" width="700" height="450" /></noscript><p><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/09/E_2026-Pere-Porabella.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-68672 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026 Pere Porabella" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/09/E_2026-Pere-Porabella.jpg" /></a></p>
<p>03>04 SETEMBRO 2026| 16H00-20H00 | AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Era uma vez, numa meia-noite sombria…”<br /></strong><strong>O cinema clandestino de Pere Portabella no final do Franquismo<br /></strong>Seminário com Pablo La Parra Pérez (Filmoteca de Catalunya | Acció Portabella)</p>
<p>Este seminário aprofunda os projetos radicais que o cineasta catalão Pere Portabella realizou clandestinamente nos últimos anos do regime de Franquista. Portabella produziu obras que desafiaram os limites da censura estatal — com destaque para <em>Viridiana</em> (1961), de Luis Buñuel — e vivenciou, enquanto cineasta, a repressão cultural e política do regime. Posteriormente, Portabella recorreu à clandestinidade no final da década de 1960, trabalhando na ilegalidade e fora da indústria cinematográfica. </p>
<p>Nestes anos, em que o cineasta alternou entre o cinema underground e a participação ativa na oposição antifranquista, Portabella deixou para trás um conjunto de filmes que desafiam a categorização: nos quais a crítica feroz ao regime coexiste com uma requintada experimentação formal em torno das possibilidades expressivas e políticas do cinema. Combinando exibições de filmes, documentos do arquivo do cineasta recentemente confiados à Filmoteca da Catalunya e diálogos críticos com outras fontes, alguns dos temas a abordar incluem a dialética entre a estética de vanguarda e o compromisso político; as possíveis iterações do conceito de cinema militante; e a perenidade e a ativação política dos vestígios arquivísticos de lutas passadas.  </p>
<p>PROGRAMA</p>
<p><strong>Quinta-feira, 3 Setembro, 16h-20h<br /></strong><strong><em>Lath House: Uma Breve Introdução a Pere Portabella<br /></em></strong>Exibição do filme: <em>Umbracle</em> (Pere Portabella, 1972, 85’), acompanhada por uma palestra e pela apresentação de excertos do filme. </p>
<p><strong>Sexta-feira, 4 Setembro, 16h-20h<br /></strong><strong><em>Um Arquivo de Imagens Impossíveis<br /></em></strong>Exibição do filme: <em>El sopar</em> [versão de 1974] (Pere Portabella, 1974, 60’), acompanhada por uma palestra ilustrada com documentos e filmes do arquivo de Portabella e outras fontes políticas e artísticas da época. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>BIOGRAFIA </p>
<p><strong>Pablo La Parra Pérez</strong> é o diretor da Filmoteca de Catalunya. Entre 2018 e 2024, foi professor e diretor do Departamento de Investigação da Elías Querejeta Zine Eskola. Liderou o projeto de arquivo e investigação <em>Zinemaldia 70: All Possible Histories</em> (Zinemaldia 70: Todas as Histórias Possíveis), que resultou na preservação, investigação e disponibilização do arquivo histórico do Festival Internacional de San Sebastian. É doutorado pela New York University, com uma tese intitulada “Displaced Cinema: Militant Film Culture and Political Dissidence in Spain (1966-1982)” (Cinema Deslocado: Cultura Cinematográfica Militante e Dissidência Política em Espanha, 1966-1982). O seu trabalho académico foi publicado em revistas internacionais como <em>Journal of Spanish Cultural Studies</em>, <em>Alphaville</em> e <em>Sociologias</em>, e em volumes como <em>Cinemas of Global Solidarity</em> (Oxford UP, 2026),<em> Performing Memory: Corporeality, Visuality, and Mobility after 1968</em> (Berghahn Books, 2023), <em>Global Perspectives on Amateur Film Histories and Cultures</em> (Indiana UP, 2020) e <em>1968 and Global Cinema </em>(Wayne State UP, 2018), entre outros. </p>
<p>Programa concebido pelo <a href="https://docskingdom.org/noticias/the-ongoing-seminar-04/" target="_blank"><strong>Doc’s Kingdom</strong></a> em parceria com o <a href="https://instituteofradicalimagination.org/"><strong>Institute of Radical Imagination</strong></a> e com a <a href="https://www.filmoteca.cat/web/en"><strong>Filmoteca de Catalunya</strong></a>, por ocasião do centenário de Pere Portabella, <a href="https://www.accionportabella.es/"><strong>Acción Portabella</strong></a><em>. </em></p>
<p>O seminário vai decorrer em inglês. Entrada livre, com inscrição obrigatória através do email:<strong> phildoc@fcsh.unl.pt</strong>.</p>
<p> —</p>
<p><strong>The Ongoing Seminar</strong> é um ciclo de encontros pontuais em Lisboa dedicados ao pensamento crítico e à reflexão colectiva sobre o papel do cinema no presente, as relações entre imagens e política, os potenciais emancipatórios das práticas documentais.  Co-organizado por <strong>Doc’s Kingdom</strong> e <a href="https://ifilnova.pt/laboratorios/cinelab/"><strong>IFILNOVA/CineLab</strong></a>, financiado por Fundos Nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia no âmbito do projeto <a href="https://doi.org/10.54499/UID/00183/2025">UID/00183/2025</a>.</p></p>
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		<title>cidadãos do mundo — filme de manuel botelho</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/cidadaos-do-mundo-filme-de-manuel-botelho/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 11:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[12 FEVEREIRO 2026 > 15H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES Realiza-se no dia 12 de fevereiro, às 15h00, no Auditório Lagoa Henriques, a apresentação do vídeo Cidadãos do Mundo de Manuel Botelho. Direção artística: Manuel Botelho Produção executiva e parceria: Plano Nacional das Artes 2025 (Documentário inserido na Bienal Cultura Educação #2 &#124; PNA &#8211; &#8220;E [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-66015" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/02/E_26_profManuelBotelho.jpg" alt="E_26_profManuelBotelho" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-66015 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_profManuelBotelho" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/02/E_26_profManuelBotelho.jpg" /></p>
<h6>12 FEVEREIRO 2026 > 15H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES</h6>
<p>Realiza-se no dia 12 de fevereiro, às 15h00, no Auditório Lagoa Henriques, a apresentação do vídeo <em><strong>Cidadãos do Mundo</strong></em> de Manuel Botelho.</p>
<p>Direção artística: Manuel Botelho</p>
<p>Produção executiva e parceria: Plano Nacional das Artes 2025</p>
<p>(Documentário inserido na Bienal Cultura Educação #2 | PNA &#8211; &#8220;E em Vez do Medo&#8221;)</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Em tempos de incerteza, a humanidade acelera a fundo. A nossa atenção dispersa-se em todas as direções. O tempo colapsa perante tanta pressão e não podemos parar. As mensagens que nos chegam contradizem-se, as informações e as desinformações confundem-se. Na falta de condições para estudar e refletir, ficamos vulneráveis à solução mais fácil. Os slogans populistas que bombardeiam os nossos ouvidos são apelativos e fáceis de adotar quando decidimos à pressa, sem pensar de forma séria, informada e racional. As consequências são nefastas.</p>
<p>Como tantos outros, não aceito este destino de trevas. Quero que sejamos capazes de construir, coletivamente, reflexivamente, um futuro melhor, mais justo e equitativo. Tudo depende de nós, Cidadãos do Mundo.</p>
<p>Manuel Botelho</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>exibição da longa-metragem “o tubérculo” na finissage da exposição &#8220;patologias fílmicas e outras dissidências&#8221;</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/exibicao-da-longa-metragem-o-tuberculo-na-finissage-da-exposicao-patologias-filmicas-e-outras-dissidencias/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 10:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[14 JANEIRO 2026 &#62; 20H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES A exposição Patologias fílmicas e outras dissidências, do realizador e pesquisador Lucas Camargo de Barros, encerrra com uma finissage no dia 14 de janeiro de 2026, a partir das 18h, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes. A programação de encerramento inclui a exibição do longa-metragem O [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-65715" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/01/E_2026_Tuberculo.jpg" alt="E_2026_Tuberculo" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-65715 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_Tuberculo" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/01/E_2026_Tuberculo.jpg" /></p>
<h6>14 JANEIRO 2026 &gt; 20H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES</h6>
<p>A exposição <a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/patologias-filmicas-e-outras-dissidencias-exposicao-de-lucas-camargo-de-barros/" target="_blank"><em><strong>Patologias fílmicas e outras dissidências</strong></em></a>, do realizador e pesquisador Lucas Camargo de Barros, encerrra com uma finissage no dia 14 de janeiro de 2026, a partir das 18h, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes. A programação de encerramento inclui a exibição do longa-metragem <em><strong>O Tubérculo</strong></em> (70 min, Super8mm, 2024), correalizado por Barros e Zetune, às 20h, no Auditório Lagoa Henriques.</p>
<p>Aberta ao público de 10 a 14 de janeiro de 2026, a mostra propôs uma imersão nos processos criativos que atravessam a escrita, a montagem e a realização de <em><strong>O Tubérculo</strong></em>, expandindo o cinema para o espaço expositivo por meio de materiais, dispositivos e gestos que dão corpo às imagens, aos afetos e às fraturas narrativas do filme.</p>
<p>Com curadoria de Cátia Rodrigues e organização de Fabián Cevallos Vivar, a exposição parte de novas imagiologias para transformar a experiência fílmica em um campo sensorial, crítico e político. A tridimensionalidade desses gestos amplia a noção de <em>coming back home</em>, eixo central de <em><strong>O Tubérculo</strong></em>, deslocando o retorno à origem para um território instável entre memória, diagnóstico e invenção.</p>
<p>Rodado integralmente em Super8mm, na cidade natal do artista, <em><strong>O Tubérculo</strong></em> constrói-se como um caso clínico ficcional: acompanha o retorno de G. após a morte da avó, vítima de uma misteriosa doença chamada Insônia Familiar Fatal. Entre biografia, delírio e fabulação, o filme articula temporalidades dissociativas e contamina o próprio corpo da imagem, instaurando um cinema em que a doença não é apenas tema, mas força formal dissidente.</p>
<p>A exposição dialoga diretamente com a investigação teórico-prática desenvolvida por Barros em sua tese no programa de Artes Performáticas e Imagem em Movimento, sob orientação do Rogério Taveira e coorientação da Marta Mendes. Nesse percurso, o artista propõe o conceito de patologia fílmica: um modo de leitura e criação em que o filme incorpora sintomas, disfunções e instabilidades como estratégia de dissidência formal frente às narrativas e regimes hegemônicos de imagem.</p>
<p>Entre cinema expandido, pensamento crítico e fabulação estética, <em>Patologias fílmicas e outras dissidências</em> encerra-se convidando o público a atravessar um território onde corpo, imagem, diagnóstico e invenção se fundem. E onde a doença emerge como força poética, política e dissidente do próprio cinema.</p>
<p><a href="vimeo.com/fraturafilmes/tuberteaser" target="_blank">Teaser</a></p>
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		<title>inshadow lisbon screendance festival — exposição de vídeo-dança</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2025 11:37:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; 03 &#62; 19 DEZEMBRO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES A 17ª edição do InShadow &#8211; Lisbon Screendance Festival percorre Lisboa com competições de vídeo-dança, documentário e animação, e inclui também performances, exposições, masterclasses e workshops. Na FBAUL, o InShadow ocupa a cisterna com uma instalação de vídeo-dança de vários artistas, e a galeria com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-65326" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/11/E_25_InShadowInstalaçoesCisterna.jpg" alt="E_25_InShadowInstalaçoesCisterna" width="700" height="450" /></noscript><p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-65326 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_25_InShadowInstalaçoesCisterna" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/11/E_25_InShadowInstalaçoesCisterna.jpg" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>03 &gt; 19 DEZEMBRO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES</p>
<p>A 17ª edição do <a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/11/E_25_PR_Programa%C3%A7%C3%A3o2025.pdf" target="_blank">InShadow &#8211; Lisbon Screendance Festival</a> percorre Lisboa com competições de vídeo-dança, documentário e animação, e inclui também performances, exposições, masterclasses e workshops.</p>
<p>Na FBAUL, o InShadow ocupa a cisterna com uma instalação de vídeo-dança de vários artistas, e a galeria com uma exposição de fotografia e vídeo da artista Andrea Hackl. Com inauguração a 3 de Dezembro, às 18h30, estas exposições podem ser visitadas até dia 19 de Dezembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No âmbito do InShadow Lisbon Screendance Festival inaugura no dia 3 de dezembro, às 18h30, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes uma <a href="https://en.inshadowfestival.com/video-instalacao-cisterna" target="_blank">exposição de vídeo-dança</a>. A exposição ficará patente até 19 de dezembro. </p>
<p>Horário: 2ª a 6ª das 10h às 18h</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<p>6 experiências de vídeo-dança assentes num pensamento renovado sobre o espaço, a luz e o som — a dança como território de expansão artística. </p>
<p>Serão apresentados os filmes:</p>
<p>_<em>Crossing</em> by Francisca Ribeiro</p>
<p>_<em>Metai</em> by Laura Diciunaité</p>
<p>_<em>Haita</em> by Tupac Martir</p>
<p>_<em>The Isle of the Dead</em> by Iwona Pasinska</p>
<p>_<em>Chorale</em> by Sandrick Mathurin</p>
<p>_<em>The Oath </em>by<em> </em>Alla Kovgan</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mostra que Somos Humanos – Encontro Artístico e Científico</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 15:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Multimédia]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Curta metragem]]></category>

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		<description><![CDATA[12 DEZEMBRO 2025  &#124; 15H00 &#62; 21H30 &#124; FBAUL &#124; GRANDE AUDITÓRIO  &#160; PROGRAMA  15h00 &#8211; Devi &#8211; Subina Shrestha (2024)17h00 &#8211; A Fidai Film &#8211; Kamal Ajafari (2024)19h00 &#8211; Mr. Nobody Against Putin &#8211; David Borenstein e Pavel Talankin (2025)  As sessões serão seguidas de debate com o público.  18h30-19h00 &#8211; Será servido um [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-65470" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/12/E_2025_MOSTRA-QUE-SOMOS-HUMANOS.jpg" alt="E_2025_MOSTRA-QUE-SOMOS-HUMANOS" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/12/E_2025_MOSTRA-QUE-SOMOS-HUMANOS.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-65470 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2025_MOSTRA-QUE-SOMOS-HUMANOS" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/12/E_2025_MOSTRA-QUE-SOMOS-HUMANOS.jpg" /><br /></a></p>
<p>12 DEZEMBRO 2025  | 15H00 &gt; 21H30 | FBAUL | GRANDE AUDITÓRIO </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PROGRAMA </p>
<p>15h00 &#8211; Devi &#8211; Subina Shrestha (2024)<br />17h00 &#8211; A Fidai Film &#8211; Kamal Ajafari (2024)<br />19h00 &#8211; Mr. Nobody Against Putin &#8211; David Borenstein e Pavel Talankin (2025) </p>
<p>As sessões serão seguidas de debate com o público. </p>
<p>18h30-19h00 &#8211; Será servido um cocktail oferecido pela Embaixada dos Países Baixos em Lisboa, que contará com a presença da Senhora Embaixadora Margriet Leemhuis.</p>
<p>  </p>
<p>Este evento é realizado como apoio do <a href="https://cieba.belasartes.ulisboa.pt/" target="_blank">CIEBA &#8211; Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entrada livre até à lotação da sala.</p>
<p>O evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>susana de sousa dias convidada de honra do idfa 2025</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 08:53:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[13 &#62; 23 NOVEMBRO 2025 I AMESTERDÃO Susana de Sousa Dias, Professora da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, é a Convidada de Honra do IDFA 2025, Festival Internacional de Documentário de Amesterdão, que decorre de 13 a 23 de Novembro. O IDFA é considerado o maior e um dos mais conceituados festivais de cinema documental a nível [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-64093" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/09/E_25_susanaSousaDias.jpg" alt="E_25_susanaSousaDias" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-64093 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_25_susanaSousaDias" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/09/E_25_susanaSousaDias.jpg" /></p>
<h6>13 &gt; 23 NOVEMBRO 2025 I AMESTERDÃO</h6>
<p>Susana de Sousa Dias, Professora da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, é a <a href="https://festival.idfa.nl/en/news/idfa-2025-guest-of-honor-2/" target="_blank">Convidada de Honra do IDFA 2025</a>, <span style="color: #1a1e22;">Festival Internacional de Documentário de Amesterdão, que decorre de 13 a 23 de Novembro. O IDFA é considerado o </span>maior e um dos mais conceituados festivais de cinema documental a nível internacional.</p>
<p>Nas últimas edições esta distinção foi atribuída aos artistas e cineastas Hito Steyerl, Johan Grimonprez, Laura Poitras e Wang Bing e, em anos anteriores, a cineastas como Agnès Varda e Werner Herzog.</p>
<p>O IDFA apresenta vários filmes de Susana de Sousa Dias, Guest of Honor, aclamada cineasta, curadora e académica. Conhecida pela sua abordagem singular às imagens de arquivo e à forma cinematográfica, a sua obra questiona a ditadura, os legados coloniais e o frágil terreno da memória.</p>
<p><a href="https://festival.idfa.nl/en/section/bcdb6b1e-4315-4793-ab42-95c012e3d863/Retrospective:-Susana-de-Sousa-Dias/" target="_blank">Retrospetiva: Susana de Sousa Dias</a></p>
<p><a href="https://www.publico.pt/2025/09/09/culturaipsilon/noticia/susana-sousa-dias-convidada-honra-festival-amesterdao-2146587" target="_blank">PÚBLICO (09/09/2025)</a></p>
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		<title>nothing from nothing</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 09:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[03 OUTUBRO 2025 &#62; 19H00 I GRANDE AUDITÓRIO //// OCTOBER, 3 &#62; 7 PM  Estreia do filme, 116 minutos, 2025. Entrada gratuita.  Film Premiere,116 minutes, 2025. Free Admission.  Com a intenção de explorar o valor estético do nada, a sua capacidade e poder milagrosos de se criar a partir de si mesmo e de inspirar [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-64053" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/09/E_25_filmeDavidSwartz.jpg" alt="E_25_filmeDavidSwartz" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-64053 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_25_filmeDavidSwartz" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/09/E_25_filmeDavidSwartz.jpg" /></p>
<h6>03 OUTUBRO 2025 &gt; 19H00 I GRANDE AUDITÓRIO //// OCTOBER, 3 &gt; 7 PM<strong> </strong></h6>
<p>Estreia do filme, 116 minutos, 2025. Entrada gratuita. </p>
<p><strong>Film Premiere,116 minutes, 2025. Free Admission.</strong> </p>
<p>Com a intenção de explorar o valor estético do nada, a sua capacidade e poder milagrosos de se criar a partir de si mesmo e de inspirar a criatividade autónoma nos outros, <em>Nothing From Nothing</em> (2025, 116 minutos) revela como o potencial milagroso de autocriação do nada, a que me refiro como a Décima Musa de Shakespeare ou Vontade do Nada, transforma a perda em descoberta, a morte em vida e o nada em muitos.</p>
<p><strong>“</strong><strong>Can you make no use of nothing, nuncle?</strong><strong>”</strong><strong> (<em>King Lear </em>1.4)</strong> </p>
<p><strong>With the intention to explore the aesthetic value of nothing, its miraculous ability and power to create itself out of itself and to inspire autonomous creativity in others, <em>Nothing From Nothing </em>(2025, 116 minutes) reveals how nothing</strong><strong>’</strong><strong>s miraculous self-creating potential, what I refer to as Shakespeare</strong><strong>’</strong><strong>s Tenth Muse or Will to Nothing, turns loss to find, death to life, and none to many.</strong></p>
<p>Juntamente com o Bobo da Corte de Lear, o público deste filme é convidado a perguntar: «qual é o valor de uso do nada?» Segundo os cientistas, o universo surgiu do nada. Será herético pensar que o nada veio do nada? Será que o nada, do qual se diz que todas as coisas evoluíram, pode ter emanado de si mesmo? Neste filme, a vontade autoral de Lear para o nada não só dá origem à peça e à sua multiplicidade de partes, como também destaca o objetivo final da poesia — a expansão infinita. </p>
<p><strong>Alongside Lear</strong><strong>’</strong><strong>s Fool, the audience of this film is invited to ask: ‘what is the use value of nothing?’ According to scientists, the universe emerged from nothing. Is it heretical to think that nothing came from nothing? Could the nothing out of which all things are said to evolve, have emanated from itself? In this film, Lear</strong><strong>’</strong><strong>s authorial will to nothing not only gives birth to the play and its multiplicity of parts, but also highlights the ultimate aim of poetry — infinite expansion.</strong> </p>
<p>A maior parte da ação em <em>Nothing From Nothing</em> foi filmada numa cisterna medieval em Lisboa, sob a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, onde sombras ameaçadoras, silêncios profundos e ecos comoventes criam uma atmosfera de mistério e intriga. A nossa adaptação inclui uma personagem que representa a sósia de Cordélia, interlúdios inesperados, um alfabeto inventado baseado nas personagens da peça e momentos-chave da ação, juntamente com breves excertos das peças e sonetos de Shakespeare, <em>Don Sebastian, King of Portugal</em> (1689), de John Dryden, <em>Mensagem</em> (1934), de Fernando Pessoa, e <em>Orpheu Literary Quarterly Volumes 1 &amp; 2 </em>(1915/2022).</p>
<p><strong>The majority of action in <em>Nothing From Nothing </em>was filmed in a medieval cistern in Lisbon, beneath the University of Lisbon’s Faculty of Fine Arts, where looming shadows, profound silences and heart wrenching echoes create an atmosphere of mystery and intrigue. Our adaptation includes a character understood to represent Cordelia’s Double, unexpected interludes, an invented alphabet based on the characters of the play and key moments in the action, along with brief extracts from Shakespeare’s plays and sonnets, John Dryden´s <em>Don Sebastian, King of Portugal </em>(1689), Fernando Pessoa´s <em>Mensagem </em>(1934), and <em>Orpheu Literary Quarterly Volumes 1 &amp; 2 </em>(1915/2022).</strong></p>
<p>Ao longo do processo de filmagem e edição deste projeto, o meu objetivo foi não só destacar o potencial milagroso de autocriação do nada, mas também a sua ligação à mão do artista como sujeito e ao valor estético da negritude, da invisibilidade, da ausência e do silêncio.</p>
<p><strong>Throughout the process of filming and editing this project, my goal has been not only to highlight nothing’s miraculous self-creating potential, but its connection to the hand of the artist as subject, and how the aesthetic value of nothing is intimately related to the aesthetic value of blackness, invisibility, absence and silence.</strong></p>
<p>Iniciei este projeto em julho de 2023 com o apoio heroico de atores e músicos talentosos e entusiastas, incluindo estudantes, professores de inglês aposentados, voluntários e atores profissionais de teatro.</p>
<p><strong>I initiated this project in July 2023 with the heroic support of talented, enthusiastic actors and musicians (including students, retired English teachers, volunteers and professional theatre players).</strong><strong> </strong></p>
<p>Ao refletir sobre a cegueira deliberada e a loucura do Rei Lear e de Dom Sebastião, a vontade de se entregar por completo — por nada, por toda a eternidade —, o significado radical do motivo do duplo nada é revelado em toda a sua plenitude. A subtil analogia entre os dois reis tem como objetivo destacar a imortalidade da autoria em função do seu público leitor. Mais importante ainda, retrata um rei que se esconde deliberadamente, ou seja, que sobrevive milagrosamente para sempre devido à sua ocultação deliberada.</p>
<p><strong>Dwelling on the willful blindness and madness of King Lear and Don Sebastian, the will to give all of oneself away — for nothing, for all eternity, the radical significance of the double nothing motif is brought into full view. The subtle analogy between the two kings is meant to highlight the immortality of authorship on account of its readership. Most importantly, it portrays a King who goes into hiding willfully, that is, who miraculously survives forever on account of his willful hiddenness.</strong>  </p>
<p><a href="https://vimeo.com/1114551415/1e80040c2e" target="_blank">TRAILER</a></p>
<p>Discursos de abertura e Inauguração /<strong> Opening Remarks and Inauguration (</strong><strong>Grand Auditorium </strong><strong>/</strong><strong> Grand Auditorium</strong><strong>):</strong> Professor Doutor Fernando António Baptista Pereira </p>
<hr />
<p>David Swartz é um artista Canadiano que realizou o seu Mestrado em Pintura, sob a nossa orientação, na Faculdade de Belas Artes, há uns anos atrás, desenvolvendo uma pesquisa sobre o Silêncio e o Nada enquanto fundamentos de uma abordagem ao fascinante tema da mão do Artista.</p>
<p>Nos últimos anos, realizou o seu Doutoramento em torno de alguns aspetos da obra de Shakespeare, prolongando essa investigação original num modo dramatizado, quase trágico, como acontece em muitas das peças que o escritor inglês escreveu, explorando as oposições entre ascensão e descida, presença e ausência, queda e redenção, erotismo masculino e feminino, e desembocando numa coincidência ou interfusão de opostos.</p>
<p>Neste seu filme, explorando a tragédia &#8216;King Lear&#8217; de Shakespeare, sobre a terrível solidão do poder que conduz ao corte com a realidade que só a saudável loucura pode curar, David Swartz aprofunda a interpelante problemática do NADA, que, como uma nódoa, alastra pelos interstícios da condição humana quando esta se vê desertificada pela experiência salvífica do Amor em favor da adulação e da conveniência.</p>
<p>Fernando António Baptista Pereira</p>
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		<title>screening of &#8220;happy holidays&#8221; &#8211; sandar copti movie</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2025 08:47:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Conferências]]></category>

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		<description><![CDATA[   24TH JUNE, 2025 > 8PM I FBAUL, GRANDE AUDITÓRIO Join us for the screening and discussion of Scandar Copti&#8217;s &#8220;Happy Holidays&#8220;, which has premiered at the Venice Film Festival in 2024, in presence of the filmmaker and the Israeli filmmaker Avi Mograbi. About the film: Four interconnected characters share their unique realities, highlighting the [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-63155" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/06/E-_-2025-_-Happy-Holidays.jpg" alt="E _ 2025 _ Happy Holidays" width="700" height="450" /></noscript><p> <img class="alignnone size-full wp-image-63155 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E _ 2025 _ Happy Holidays" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2025/06/E-_-2025-_-Happy-Holidays.jpg" /></p>
<p> 24TH JUNE, 2025 > 8PM I FBAUL, GRANDE AUDITÓRIO</p>
<p>Join us for the screening and discussion of Scandar Copti&#8217;s &#8220;<em><strong>Happy Holidays</strong></em>&#8220;, which has premiered at the Venice Film Festival in 2024, in presence of the filmmaker and the Israeli filmmaker Avi Mograbi.</p>
<p>About the film: Four interconnected characters share their unique realities, highlighting the complexities between genders, generations, and cultures. Rami, a Palestinian from Haifa, is dealing with his Jewish girlfriend’s sudden change of heart about her planned abortion. His mother, Hanan, is facing a financial crisis and becomes entangled in complications while seeking compensation for her daughter’s Fifi accident. Miri is forced to confront her daughter’s depression while also working to undermine her sister’s pregnancy with Rami. Fifi grapples with the guilt of hiding a secret that risks her family’s reputation and her burgeoning relationship with Dr. Walid.</p>
<p>Scandar Copti is a Palestinian filmmaker and visual artist from Yafa. Renowned for his unique approach to working with non-actors, he teaches this technique at NYU Abu Dhabi and internationally. His work draws on personal experiences and broader societal and political narratives, offering a nuanced perspective on the Palestinian minority in Israel. Copti’s debut feature film, &#8220;Ajami&#8221; co-directed with Yaron Shani, received the Camera d’Or Special Mention at the Cannes Film Festival and was nominated for Best Foreign Language Film at the 82nd Academy Awards. He is also the recipient of the Sutherland Trophy.</p>
<p>Israeli filmmaker and video artist Avi Mograbi was born in 1956 in Tel Aviv, where he lives and works to this day. Having studied art and philosophy, he gained his first production experiences working as an assistant director on commercials and feature films, while his own filmmaking career began in 1989. Since 1999, he has taught documentary and experimental film at Tel Aviv University and the Bezalel Academy of Art and Design in Jerusalem. Mograbi, one of Israel’s most distinguished filmmakers, is known for his unwavering commitment to social, cultural and political justice in the Middle East, as well as his experimentalism and innovative contribution to cinematic language. Avi Mogrbi&#8217;s documentary films have been programmed by festivals worldwide, including: Cannes, Berlin, Venice, Rome, New York, FID Marseille, Vision du Reel and San Francisco, among others.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Organized by Frames of Palestine, Working group &#8220;Thinking Documentary Film&#8221;/ IFILNOVA, FCSH, Universidade Nova de Lisboa.</p>
<p>Evento acolhido pelo Grupo de Investigação em Arte Multimédia do CIEBA.</p>
<p>&nbsp;</p>
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