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	<title>faculty of fine arts of the university of lisbon &#187; Arte</title>
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	<description>faculty of fine arts of the university of lisbon</description>
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		<title>A ser caminho Não há mapa para quem está A ser caminho &#8211; exposição finalistas pintura 2024-2025</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 10:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Exhibitions]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[23 JULHO &#62; 22 AGOSTO 2026 I SALÃO DA SOCIEDADE NACIONAL BELAS-ARTES Inaugura no dia 23 de julho, às 18h30, no Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes, a exposição A ser caminho Não há mapa para quem está A ser caminho – Finalistas Pintura 2024-2025. A exposição ficará patente até 22 de agosto. Será, no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68101" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_FinalistasPintura1.jpg" alt="E_26_FinalistasPintura(1)" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_FinalistasPintura1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-68101 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_FinalistasPintura(1)" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_FinalistasPintura1.jpg" /></a></p>
<p><!--StartFragment--></p>
<p>23 JULHO &gt; 22 AGOSTO 2026 I SALÃO DA SOCIEDADE NACIONAL BELAS-ARTES</p>
<p>Inaugura no dia 23 de julho, às 18h30, no Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes, a exposição <strong>A ser caminho Não há mapa para quem está A ser caminho</strong> – Finalistas Pintura 2024-2025. A exposição ficará patente até 22 de agosto.</p>
<p>Será, no mesmo dia, lançado o catálogo da exposição.</p>
<p>Horário<br />2ª a 6ª: 12h/19h<br />sábado: 14h/19h</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não há mapa para quem está A ser caminho.</strong></p>
<p>Esta justaposição entre mapa e caminho, que apenas parecem consequentes uma na relação com outra são, neste contexto, mais do que isso. O mapa, <i>à priori</i>, reclama um destino, uma rota traçada, uma ‘resposta’. No entanto, o caminho, quando é um ato de <i><strong>ser</strong></i>, é sempre destinação, e uma descoberta. Este grupo de artistas não traz mapas, traz obras que são passos, que decorrem de corpos e mentes, que aprenderam procedimentos e que elaboram perguntas, que são elas próprias, mapas. Por isso, <i><strong>a ser caminho</strong></i> é sempre <i><strong>a ser</strong></i> e o <i><strong>mapa </strong></i>estará sempre por <strong>RECOMEÇAR</strong>.</p>
<p style="text-align: right;">Nuno Sousa Vieira, maio 2026</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!--EndFragment--></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Finissage Designing Sustainable Futures</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Exhibitions]]></category>

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		<description><![CDATA[23 JULY 2026 &#124; 18h00 &#124; PAVILHÃO DE PORTUGAL A exposição &#8220;Designing Sustainable Futures“ convidou famílias, estudantes e curiosos a descobrir como o design, a ciência e a natureza se unem para responder aos desafios do nosso planeta. A Finissage da exposição tem lugar no dia 23 de julho, às 18h00, no Centro de Exposições [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67845" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_2026_DESIGN-SUSTAINABLE-FUTURES.jpg" alt="E_2026_DESIGN-SUSTAINABLE-FUTURES" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_2026_DESIGN-SUSTAINABLE-FUTURES.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67845 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_DESIGN-SUSTAINABLE-FUTURES" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_2026_DESIGN-SUSTAINABLE-FUTURES.jpg" /></a></p>
<p>23 JULY 2026 | 18h00 | PAVILHÃO DE PORTUGAL</p>
<p>A exposição &#8220;<a href="https://www.ulisboa.pt/evento/designing-sustainable-futures">Designing Sustainable Futures</a>“ convidou famílias, estudantes e curiosos a descobrir como o design, a ciência e a natureza se unem para responder aos desafios do nosso planeta. A Finissage da exposição tem lugar no dia 23 de julho, às 18h00, no Centro de Exposições do Pavilhão de Portugal.</p>
<p>Este momento assinala o encerramento de uma <a href="https://www.ulisboa.pt/evento/designing-sustainable-futures" target="_blank">exposição</a> que, ao longo dos últimos meses, recebeu milhares de visitantes e promoveu dezenas de sessões públicas, visitas guiadas, <em>workshops</em> e simpósios dirigidos a diferentes públicos. </p>
<p>Uma <a href="https://www.ulisboa.pt/evento/designing-sustainable-futures-programacao-cientifico-pedagogica" target="_blank">programação</a> que procurou aproximar a academia à sociedade e contribuir para a reflexão e a sensibilização dos grandes desafios do desenvolvimento sustentável.</p>
<p>A finissage da exposição Designing Sustainable Futures conta com a presença da curadora da exposição Professora Ana Mestre e de vários convidados institucionais. A exposição ficará aberta ao público até ao dia 31 de Julho, para os últimos dias de exibição.</p>
<p><a href="https://www.ulisboa.pt/evento/finissage-da-exposicao-designing-sustainable-futures">+info</a></p>
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		<title>tolerance project</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/en/tolerance-project/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Exhibitions]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[17 JUNE > 15 JULY 2026 I CHIADO AND BAIXA LISBON The Tolerance Project is an international design initiative dedicated to promoting tolerance, inclusion and dialogue through the poster medium. Founded in 2017, by designer Mirko Ilić, the project brings together designers and artists from various countries, inviting them to interpret the word “tolerance” graphically [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67779" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_PosterShow.jpg" alt="E_26_PosterShow" width="700" height="450" /></noscript><p><p><img class="alignnone size-full wp-image-67779 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_PosterShow" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_PosterShow.jpg" /></p>
<p>17 JUNE > 15 JULY 2026 I CHIADO AND BAIXA LISBON</p>
<p><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">The <em><strong>Tolerance Project</strong></em> is an international design initiative dedicated to promoting tolerance, inclusion and dialogue through the poster medium. Founded in 2017, by designer Mirko Ilić, the project brings together designers and artists from various countries, inviting them to interpret the word “tolerance” graphically in their native languages, exploring visual communication as a tool for reflection and intervention in the public sphere. </span></p>
<p><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">In Lisbon, the <em><strong>Tolerance Poster Show</strong></em> presents a selection of international posters displayed along an urban route that begins at the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon, passes through Largo do Teatro Nacional de São Carlos and Praça do Município, and concludes at MUDE – Museu do Design.</span></p>
<p><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;"> </span></p>
<p style="color: #333333;"><a style="color: #ef008c;" href="https://cieba.belasartes.ulisboa.pt/node/647" target="_blank">+INFO</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #333333;"><a style="color: #ec008c;" href="https://tolerance-project.org/shows" target="_blank">TOLERANCE PROJECT</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #333333;"><a style="color: #ef008c;" href="https://www.agendalx.pt/events/event/tolerance-poster-show/" target="_blank">AGENDA CULTURAL LISBOA</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #333333;"><a style="color: #ef008c;" href="https://informacao.lisboa.pt/agenda/o-que-fazer/tolerance-poster-show?__cf_chl_f_tk=BY6yFjHMj9IgXT.oRUlSPKEsGM1jruzU2VcvDPtNvu0-1782817873-1.0.1.1-.COwxuxWpK1NUBkfAyLGTfxvdOTJaGr96406OHl4TQk" target="_blank">CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #333333;"><a style="color: #ef008c;" href="https://www.drop.pt/tolerance-poster-show" target="_blank">DROP</a></p>
<p>&nbsp;</p></p>
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		<title>Apresentação do livro de atas e Lançamento das II Jornadas Internacionais de Cenografia e Figurinos</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/en/apresentacao-do-livro-de-atas-e-lancamento-das-ii-jornadas-internacionais-de-cenografia-e-figurinos/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL &#124; SALA BERNARDO SASSETTI > 13 JULHO &#124; 18H30  Apresentação do livro de atas das Primeiras Jornadas Internacionais de Cenografia e Figurinos e Lançamento das II Jornadas Internacionais de Cenografia e Figurinos As Jornadas Internacionais de Cenografia &#038; Figurinos afirmam-se como um espaço de encontro, reflexão e partilha dedicado ao estudo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68075" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg" alt="E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos" width="700" height="450" /></noscript><p><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-68075 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg" /></a></p>
<p>SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL | SALA BERNARDO SASSETTI > 13 JULHO | 18H30 </p>
<p><strong>Apresentação do livro de atas das Primeiras Jornadas Internacionais de Cenografia e Figurinos e Lançamento das II Jornadas Internacionais de Cenografia e Figurinos</strong></p>
<p>As Jornadas Internacionais de Cenografia &#038; Figurinos afirmam-se como um espaço de encontro, reflexão e partilha dedicado ao estudo e à prática da cenografia e do figurino nas artes performativas. Reunindo investigadores, criadores, docentes, discentes e artistas nacionais e internacionais, esta iniciativa promove o diálogo entre diferentes áreas disciplinares, explorando as múltiplas relações entre teatro, dança, cinema, ópera, performance e estudos visuais.<br />Nesta sessão será apresentado o volume de atas resultante das I Jornadas, testemunho da riqueza dos debates e das investigações então desenvolvidas.<br />A ocasião assinalará igualmente o lançamento oficial das II Jornadas Internacionais de Cenografia &#038; Figurinos, que decorrerão em novembro de 2026, numa organização conjunta do Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA), da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) e da Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa (ESTC/IPL).<br />Este evento pretende reforçar o intercâmbio entre investigação académica e criação artística contemporânea, consolidando uma plataforma internacional dedicada ao pensamento crítico sobre os espaços, os corpos e as visualidades da cena.</p>
<p>Coord. Fernando Rosa Dias, Marta Cordeiro, Paulo Morais-Alexandre</p>
<p><a href="https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/jornadas-internacionais-de-cenografia-figurinos/">Jornadas Internacionais de Cenografia &#038; Figurinos &#8211; Teatro São Luiz. </a><br /><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/ii-jornadas-internacionais-de-cenografia-figurinos-chamada-de-trabalhos/">faculdade de belas-artes da universidade de lisboa » II Jornadas Internacionais de Cenografia &#038; Figurinos // chamada de trabalhos</a><br /><a href="https://repositorio.ulisboa.pt/entities/publication/a778d822-9022-45b0-adbd-8b827d1fa0e5">Jornadas internacionais de cenografia e figurinos : livro de atas</a></p></p>
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		<title>Revista Convocarte nº 20/21 &#8211; Art and Indigenous Peoples // open call</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/en/revista-convocarte-no-2021-arte-e-povos-indigenas-chamada-de-trabalhos/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Open Call]]></category>

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		<description><![CDATA[OPEN CALL > UNTIL 17th JULY 2026 Submission Deadlines July 17, 2026 – Submission of the initial proposal (title, abstract, and keywords; max. 1000 characters without spaces) and link to curriculum vitae/portfolio. October 9, 2026 – Submission of the complete text. Send to: convocarte.belasartes@gmail.com   Manifesto for a Call for Papers: Art and Indigenous Peoples [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-66636" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_bw.jpg" alt="E_26_bw" width="700" height="450" /><img class="wp-image-342" src="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-1-1-1.jpeg?w=404" alt="" width="404" height="303" data-attachment-id="342" data-permalink="https://convocartebelasartes.wordpress.com/?attachment_id=342" data-orig-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-1-1-1.jpeg" data-orig-size="404,303" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="image-1-1" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-1-1-1.jpeg?w=300" data-large-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-1-1-1.jpeg?w=404" /></noscript><p><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_bw.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-66636 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_bw" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_bw.jpg" /></a></p>
<p>OPEN CALL > UNTIL 17th JULY 2026</p>
<p><!--StartFragment--></p>
<p class="wp-block-paragraph">Submission Deadlines</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><b>July 17, 2026</b></strong> – Submission of the initial proposal (title, abstract, and keywords; max. 1000 characters without spaces) and link to curriculum vitae/portfolio.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><b>October 9, 2026</b></strong> – Submission of the complete text.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><b>Send to:</b></strong> <a href="mailto:convocarte.belasartes@gmail.com">convocarte.belasartes@gmail.com</a></p>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--30); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--30);"> </p>
<p class="has-large-font-size wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"><strong><b>Manifesto for a Call for Papers: Art and Indigenous Peoples</b></strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Art.</strong> The relationship between art and indigenous peoples is not a simple one. In a programme text for the anthropology of art, Els Lagrou (2012) measured the impact of Alfred Gell’s (2018) work in the field, speaking of a love-hate relationship between art and anthropology. The conjunction ‘and’, which is employed to link the concepts of art and indigenous peoples in this particular context, functions in an adversative manner rather than an additive one. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Indigenous peoples. </strong>This gives rise to the primary issue of this call. The question thus arises of whether the artistic expression in question is to be considered as antagonistic towards indigenous peoples, or whether the indigenous perspective is in opposition to that of the artistic expression. In the context of the Manchester debate on the ‘universality of the concept of aesthetics/art’ (Ingold, 1996), Lagrou (2012) poses the question of whether there exists an art of societies that functions in opposition to the state. This perspective aligns with the seminal work of Pierre Clastres (2003), who proposed a novel characterisation of the political (or cosmopolitical) organisation of the indigenous peoples of America as ‘societies against the state’. This alternative expression diverges from the conventional evolutionary term ‘stateless societies’. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Land</strong>. This shift in perspective enables Clastres (<em>Idem</em>) to redefine the question of how to define ‘what is’ an indigenous people or ‘who are’ indigenous people, bringing it closer to contemporary reality. Rather than being museum pieces echoing the past of a single ‘humanity’ definitively separated from the cosmos, these peoples point to the future of planetary politics. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cosmophobia.</strong> Deleuze &#038; Guattari (1976), based on what Clastres (2003) and Lévi-Strauss (1976) had learnt from the Amerindians, redefine these societies against the State as a territorial social formation, highlighting these peoples’ intrinsic relationship with the land, in contrast to the modern State and its cosmophobic origin/foundation, as defined by Nego Bispo (Santos, 2018).</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cosmopolitical.</strong> The proposal is to engage in discourse <em>with</em> indigenous peoples, transcending the conventional discourse surrounding them, and to recognise these interlocutors as being defined by their intrinsic relationship with the land, with this relationship acting as the guiding principle for their knowledge practices. It is acknowledged that these interlocutors represent the various modes of existence that articulate and establish territory through these human communities and individuals.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Anthropocene</strong>. In a manner analogous to the manner in which modern thought was transfigured by the problem-concept of the Anthropocene, thereby resulting in the definitive burial of the 20th century with the realisation that, ultimately, ‘we had never been modern’ and fulfilling Lévi-Strauss’ (1976) persistent prophecy that mythological thought would ‘meet again’ with scientific thought, contemporary art has also been decisively affected by the problem-works posed by contemporary indigenous art. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>(Amilton Mattos) </strong></p>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"> </p>
<p class="has-large-font-size wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"><strong><b>Call for Papers</b></strong></p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img class="wp-image-342 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="" width="404" height="303" data-attachment-id="342" data-permalink="https://convocartebelasartes.wordpress.com/?attachment_id=342" data-orig-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-1-1-1.jpeg" data-orig-size="404,303" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="image-1-1" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-1-1-1.jpeg?w=300" data-large-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-1-1-1.jpeg?w=404" data-original="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-1-1-1.jpeg?w=404" /><figcaption class="wp-element-caption"> Xinã Yruya doing body painting, photo by Amilton Mattos.</figcaption></figure>
<p class="wp-block-paragraph">The contemporary global concept of ‘Art’ is a recent Western paradigm. Following the conceptualisation of Fine Arts during the Renaissance, the notion of art and the autonomy of the artistic sphere gained prominence in the 18th century. The following discussion will explore the question of whether it is possible to discuss art in relation to indigenous cultures. In the event of the existence of artistic dimensions, it is imperative to elucidate the manner in which they are mobilised and comprehended. In this sense, the cultural milieu of an indigenous people or nation can be perceived as a confrontation with the very concept of ‘Art’ and its concomitant comforts.</p>
<p class="wp-block-paragraph">What is the basis of artistic productions inscribed in the body and the landscape, merging with them, creating disturbances in the arts of the separation between work and subject, production and reception, etc.? Talking about indigenous culture and its artefacts with an artistic dimension can serve to problematise the guaranteed notions of ‘art’, “work”, ‘author’, etc. </p>
<p class="wp-block-paragraph">The separations between arts are also problematised, since there is a foundational mode of relations and fusions between arts that have traditionally been separated in the West. It’s not a question of hybridity, which is already the result of a principle of separation and its disturbance, but something that is based on non-separation. Thus, in the face of indigenous culture, it is Western ontologies, works and relational processes, as well as values and symbolic exchanges, among others, that are unsettled. One of the premises of this call is to find these zones of disquiet, as vacillating states that are interesting not only to understand but also to confront.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Any recent tradition of Anthropology recognises that these cultures are not watertight in a repetition of the same, but rather have transformation at their core, in which ritual practices of cultural continuity and survival have their own internal dynamic. The repetition of ritual, as a cultural pursuit, is the foundation of processes of transformation and it is through this repetition that the same and the ‘new’ are offered as cultural pursuit and continuity.</p>
<p class="wp-block-paragraph">The invocation of indigenous culture, coupled with the assumption of its distinctiveness, engenders a relational expanse that renders the prevailing Western paradigm both relative and susceptible to scrutiny. The objective is not merely to challenge this prevailing paradigm, but rather to reject its exclusivity and the authority of its voice, thereby facilitating a more inclusive listening process. This endeavour entails the liberation of artefacts from the paradigm of the cabinet of curiosities that persists in Western ethnographic and anthropological museums. The resolution of this issue necessitates the establishment of a relationship of alterity that fosters the reciprocal exchange of difference, thereby facilitating a mutual extension. This approach entails the rejection of a unidirectional gaze of curiosity or the scientific object, in favour of an egalitarian and dialoguing relationship, wherein the experience and voice of the other is inscribed and shared. </p>
<p class="wp-block-paragraph">In general, indigenous cultures are about Memory rather than History, orality rather than writing. It is the bodies that support and carry cultural mediations, that aggregate memories and transfer them. Culture as a safeguard of the self is often made from these bodies, with responsibilities of transference and continuity, which is always fatal change, but inherent and genuine.</p>
<p class="wp-block-paragraph">When it comes to indigenous peoples, there is a natural tendency for studies to focus on the global South, tending to include Central and South America, Africa, Australia and much of the Pacific, or even parts of Indonesia or India. But it can also be seen elsewhere, even if in an almost archaeological way, around echoes of massacred indigenous memories, such is the degree of cultural disappearance or extinction in many cases, such as in Canada and, above all, the United States. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Thinking about the role of art and culture in indigenous peoples often involves their resistance to Western and global colonial violence, which can be done both from the strength of their own <em>survival</em>, from what are often resilient remains, and from their regeneration, their recovery from a situation of near cultural extinction, taking up possible authenticities that are not reduced to modes of business and <em>exotic neo-tourism</em>. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Another issue is the problem of the periphery in cultural issues or cultural policy. Not the periphery between the big dominant centres, which decide the historical, economic and symbolic values of art and culture, such as that of Portuguese art in relation to that of France, London or the United States, or of Brazil in relation to European and North American art, or between Eastern and Western arts or those of the South and those of the North, or even of the big centres in relation to small towns, but a more radical periphery: the periphery that touches the place of obliterated difference and its survival. A periphery that is often already on the outside, in a kind of total otherness. But that’s the richness of its voice.</p>
<p class="wp-block-paragraph">We can therefore put forward a number of topics, with the proviso that these are far from limiting the possibilities of approaching the subject:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Conceptual understanding:</strong> The dimensions of the notion of ‘indigenous’ and its cultural and artistic specificities.</li>
<li><strong>Places of Art:</strong> Studying the modes and spaces of artistic production among indigenous peoples.</li>
<li><strong>Identity and Transmission:</strong> Processes of subjectivation and cultural dialogues </li>
<li><strong>Alterity and Relativisation:</strong> The confrontation of differences as a way of broadening the possibilities of human culture.</li>
<li><strong>Survival and Regeneration:</strong> Artistic production as a cultural and political act of resistance and recovery in the face of the threat of extinction.</li>
<li><strong>Geographies of Indigenous Art:</strong> Analysing different contexts and scales (from Brazil to Australia, from Canada to Southeast Asia).</li>
<li><strong>Methodological Decolonisation:</strong> Revision of concepts from anthropology and ethnography in favour of a deontology that privileges the voice of the ‘other’ as a cultural and artistic subject and not just an object of study.</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"> </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Convocarte Team</strong><br />General Coordination: Fernando Rosa Dias<br />Co-coordination (French section): Pascal Krajewski<br />Executive Coordination: Bruna Lobo and Jamila Pontes</p>
<div class="wp-block-group has-global-padding is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained"> </div>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Coordination of the thematic dossier Art and Indigenous Peoples: </strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Amilton</strong> Pelegrino de<strong> Mattos</strong> is a researcher and lecturer in the Indigenous Degree programme at the Federal University of Acre, UFAC – Floresta Campus. PhD in Anthropology from the PPGSA at UFRJ – Federal University of Rio de Janeiro, with a thesis dedicated to the research processes of indigenous academics in their communities. <a href="http://lattes.cnpq.br/4467650905915696">http://lattes.cnpq.br/4467650905915696</a></p>
<p class="wp-block-paragraph">References used in ‘Manifesto for a call for papers: Art and Indigenous Peoples’:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Chakrabarty, Dipesh (2009). The Climate of History: Four Theses. In: <em>Critical inquiry </em>35.2: 197-222.</li>
<li>Clastres, Pierre (2003). A <em>sociedade contra o Estado. </em>São Paulo: Cosac &#038; Naify. </li>
<li>Deleuze, Gilles &#038; Guattari, Felix (1976) <em>O Anti-édipo. Capitalismo e esquizofrenia, </em>Rio de Janeiro: Imago Editora Ltda. </li>
<li>Ingold, Kim (Ed.) (1996). <em>Key debates in Anthropology</em>. London and New York: Routledge.</li>
<li>Gell, Alfred. (2018).<em> Arte e agência: uma teoria antropológica</em>. Trad. Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Unu Editora.</li>
<li>Kopenawa, Davi &#038; Albert, Bruce (2015). <em>A queda do céu: palavras de um xamã yanomami</em>. São Paulo: Companhia das Letras.</li>
<li>Lagrou, E. (2012). Existiria uma arte das sociedades contra o Estado?. <em>Revista De Antropologia</em>, <em>54</em>(2). <a href="https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2011.39645">https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2011.39645</a></li>
<li>Lévi-Strauss, Claude (1976). <em>O pensamento selvagem</em>. São Paulo: CEN. </li>
<li>Santos, Antônio Bispo dos. (2018). Somos da terra. <em>Piseagrama</em>, Belo Horizonte, n.12, p.44-51. <a href="https://piseagrama.org/artigos/somos-da-terra/">https://piseagrama.org/artigos/somos-da-terra/</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://convocartebelasartes.wordpress.com/proximo-numero/">+info</a></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/Convocarte-nº-20a.pdf">FRENCH VERSION</a></p></p>
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		<title>concurso de arte e design da medalha forges 2026 — menção honrosa para joão maria sousa</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Equipamento]]></category>
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		<description><![CDATA[MENÇÃO HONROSA PARA JOÃO MARIA SOUSA O Concurso de Arte e Design da Medalha FORGES 2026, uma iniciativa com o objetivo de selecionar uma proposta artística e de design para a Medalha FORGES – Mérito Académico e Institucional no Ensino Superior Lusófono, destinou-se a estudantes de áreas criativas — nomeadamente arte, design, comunicação visual ou [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68069" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_mençaoFORGES.jpg" alt="E_26_mençaoFORGES" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-68069 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_mençaoFORGES" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_mençaoFORGES.jpg" /></p>
<h6>MENÇÃO HONROSA PARA JOÃO MARIA SOUSA</h6>
<p class="wp-block-paragraph" style="color: #696969;"><span style="color: #000000;">O Concurso de Arte e Design da Medalha FORGES 2026, uma iniciativa com o objetivo de selecionar uma proposta artística e de design para a Medalha FORGES – Mérito Académico e Institucional no Ensino Superior Lusófono, destinou-se a estudantes de áreas criativas — nomeadamente arte, design, comunicação visual ou áreas afins de instituições de ensino superior associadas da FORGES. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Após análise realizada pela Comissão Avaliadora, a FORGES atribuiu a Menção Honrosa em Inovação e Criatividade a João Maria Sousa, mestrando em Design de Equipamento da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, pela medalha <em><strong>Voz</strong></em>.</span></p>
<p>A medalha <em><strong>Voz</strong></em> assenta num conceito artístico e simbólico que procura materializar os valores fundamentais do Ensino Superior no espaço lusófono, destacando o mérito académico, a cooperação internacional e a identidade institucional. O elemento central desta conceção é a ideia de &#8220;Voz&#8221;, entendida como a expressão ativa dos estudantes ao longo do seu percurso formativo, simbolizando o reconhecimento, a participação e a valorização das suas conquistas. É por isso composta por dez discos de bronze que formam a onda sonora da palavra voz. Os dez elementos independentes representam também os nove países membros, e o maior elemento, e único com elementos gráficos, representa a FORGES.</p>
<p>O primeiro prémio foi atribuído a Erivaldo Santos Samungue Bundi do Instituto Superior Politécnico Tundavala, Angola.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>sopro — exposição de alunos finalistas em escultura</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:00:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[11 JULHO > 08 SETEMBRO 2026 I BIBLIOTECA E ARQUIVO DO MUNICÍPIO DE GRÂNDOLA Inaugura no dia 11 de julho, às 18h00, na Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola, a exposição Sopro de alunos finalistas da licenciatura em Escultura. A exposição ficará patente até 08 de setembro de 2026. Este evento é passível de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68022" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_SOPRO.jpg" alt="E_2026_SOPRO" width="700" height="450" /></noscript><p><p><img class="alignnone size-full wp-image-68022 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_SOPRO" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_SOPRO.jpg" /></p>
<h6>11 JULHO > 08 SETEMBRO 2026 I BIBLIOTECA E ARQUIVO DO MUNICÍPIO DE GRÂNDOLA</h6>
<p>Inaugura no dia 11 de julho, às 18h00, na Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola, a exposição Sopro de alunos finalistas da licenciatura em Escultura. A exposição ficará patente até 08 de setembro de 2026.</p>
<p><strong>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</strong></p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Os alunos, quando concluem a licenciatura em Escultura, adquiriram competências que lhes permitem elaborar um programa de trabalho artístico independente, em diálogo com a realidade artística que foram lendo e interpretando ao longo de três anos de formação, formação que cruza referências artísticas, capacidade de criar e analisar cenários em diálogo natural com a história das artes e do pensamento artístico contemporâneo.</p>
<p>Os artistas presentes nesta exposição são um excelente exemplo do que se procura construir como um currículo sólido de formação em escultura: da defesa da herança centenária do modelo <em>Beaux-Arts</em> fundado na Academia à afirmação individual da experimentação bauhausiana, cultiva-se um aprender que poderemos definir como contínua experimentação oficinal, assente na individualidade artística de cada um, ou seja, a transmissão do conhecimento baseada num conjunto de disciplinas de prática de atelier, de carácter oficinal, complementadas por um corpo teórico ministrado em unidades curriculares de áreas científicas afins. A prática da escultura surge assim como um modelo de enriquecimento académico, informado por um pensamento sobre a prática trazido da experiência individual e da influência do entorno.</p>
<p>A representação do corpo ocupa o seu lugar nesta exposição. A representação é um dos pilares da tradição da escultura ocidental, um dos temas fundadores, que pressupõe o domínio simultâneo da observação, do conhecimento anatómico e da capacidade de traduzir esse conhecimento na matéria.</p>
<p>O fascínio pela qualidade plástica dos materiais da escultura constitui a outra dimensão estruturante desta mostra. Trabalhar a cerâmica, a madeira, o metal ou a pedra por exemplo, não é apenas uma escolha laboratorial é uma decisão poética. A cerâmica, expressão ligada às origens da própria civilização, guarda nos processos alquimistas da sua transformação, a irreversibilidade e a fragilidade aparente da sua matéria. Os modelos subtractivos ou construtivos que reconhecemos na madeira ou no metal, processos muito ligados à ductilidade ou rigidez da matéria, encontra nos processos de trabalho a expressividade que oscila entre a brutalidade industrial e a leveza do traço artístico. A pedra, por seu lado, impõe ao escultor uma relação física, de resistência e também de paciência, no fundo as peças aqui presentes são fruto da relação da matéria e o tempo da sua modelação. O domínio da representação ou dos materiais não são um fim em si mesmos, mas o meio através do qual, ao longo do seu percurso, cada estudante desenvolveu a linguagem que lhe é própria.</p>
<p>Encontramos assim peças que revelam um sentido apurado da representação do natural e da experiência anatómica, lado a lado com esculturas em que o domínio laboratorial e a poética individual são sinónimos de mestria. Esta exposição não procura ser una nem temática, mas procura espelhar acima de tudo, a diversidade de quem estuda escultura, num ambiente descomplexado de liberdade e expressão individual, intimamente ligado à relação intrínseca e natural entre o ensinar, o investigar e o criar. São três dimensões do saber que possibilitam o aprofundamento do conhecimento em arte, ampliando a discussão sobre o que é o projeto na investigação em Escultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lisboa, 23 de junho, 2026</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sérgio Vicente e José Esteves</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p></p>
]]></content:encoded>
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		<title>traje para todos — exposição de ana margarida valente</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
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		<description><![CDATA[14 JULHO > 16 AGOSTO 2026 I MUSEU NACIONAL DOS COCHES A partir de 14 de julho, está patente no Museu Nacional dos Coches a apresentação do projeto inclusivo Traje para Todos, da autoria de Ana Margarida Valente, em colaboração com o Museu Nacional do Traje e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68038" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_TRAJEPARATODOS.jpg" alt="E_2026_TRAJEPARATODOS" width="700" height="450" /></noscript><p><p><img class="alignnone size-full wp-image-68038 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_TRAJEPARATODOS" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_TRAJEPARATODOS.jpg" /></p>
<h6>14 JULHO > 16 AGOSTO 2026 I MUSEU NACIONAL DOS COCHES</h6>
<p>A partir de 14 de julho, está patente no Museu Nacional dos Coches a apresentação do<strong> projeto inclusivo <em>Traje para Todos</em>, da autoria de Ana Margarida Valente,</strong> em colaboração com o Museu Nacional do Traje e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p>
<p><em><strong>TRAJE PARA TODOS </strong></em>é um projeto que tem vindo a ser desenvolvido por Ana Margarida Valente, no âmbito do seu doutoramento em Belas-Artes – especialidade de Ciências da Arte e do Património, da Universidade de Lisboa.</p>
<p><strong>Tem como objetivo principal contribuir para uma experiência museológica mais inclusiva e acessível</strong> através da integração de conteúdos táteis associados à coleção de traje histórico. Os materiais produzidos neste projeto visam complementar a observação visual das peças expostas, permitindo uma compreensão mais aprofundada das formas, volumes, texturas, técnicas de confecção e elementos decorativos presentes nos trajes.</p>
<p>Através de reproduções e amostras concebidas especificamente para manipulação, os visitantes podem explorar aspetos do património têxtil normalmente inacessíveis devido às necessidades de conservação das peças originais. Esta abordagem beneficia particularmente pessoas com deficiência visual, mas enriquece igualmente a experiência de todos os públicos, reconhecendo o tato como uma importante ferramenta de aprendizagem, descoberta e envolvimento com o património cultural.</p>
<p>Já se encontram finalizadas 5 recriações de trajes históricos que permitem explorar a evolução do traje ao longo dos períodos representados na coleção do Museu Nacional do Traje. Estas peças são maioritariamente confeccionadas pela doutoranda, com técnicas e materiais historicamente adequados sempre que possível, nomeadamente:</p>
<p>-          Um traje feminino e um traje masculino do último quartel do século XVIII</p>
<p>-          Um traje infantil feminino de estilo Império;</p>
<p>-          Um traje masculino da década de 1830, proveniente da antiga exposição &#8220;Pare, Escute e Toque&#8221;, patente no Museu Nacional do Traje entre 1995 e 2008;</p>
<p>-          Um traje feminino da Belle Époque c. 1894-1897).</p>
<p>As recriações incluem todas as peças necessárias à utilização, desde a roupa interior e as estruturas responsáveis pela construção das silhuetas características de cada época até às camadas exteriores visíveis, permitindo uma compreensão global da forma como estes trajes eram construídos e usados.</p>
<p>Encontra-se em fase de conclusão pela doutoranda 1 Dossier de Amostras Têxteis (acompanhado de legendas em Braille e em caracteres ampliados, bem como de símbolos ColorADD em relevo que permitem a identificação tátil das cores) e 1 Maleta Pedagógica dedicada ao ciclo de processamento do linho, contendo amostras da fibra nas diferentes fases da sua preparação, cedidas pela associação O Saber Fazer.</p>
<p>O projeto encontra-se numa fase de avaliação em contexto expositivo. A apresentação destes materiais num museu permitirá testar metodologias, recolher contributos dos visitantes e avaliar o impacto dos recursos táteis na mediação do património.</p>
<p>Estando o Museu Nacional do Traje encerrado para requalificação, numa lógica colaborativa entre entidades da Museus e Monumento de Portugal, E.P.E., e dada a ligação histórica entre as duas instituições, ambas prosseguindo objetivos nas áreas da acessibilidade e da inclusão, as reproduções de traje criadas por Ana Margarida Valente vão agora estar  disponíveis ao público numa ala da exposição do Museu Nacional dos Coches, o que também contribui para a maior contextualização histórica e social dos coches e carruagens e seus utilizadores. Todos os visitantes são convidados a tocar e explorar as reproduções de traje, acompanhando a evolução das suas principais características entre o final do século XVIII e o final do século XIX.</p>
<p>A exposição abre ao público no dia 14 de julho, pelas 18h30, estando patente até 16 de agosto.</p>
<p>Assim, no âmbito desta parceria, o Museu Nacional dos Coches e o Museu Nacional do Traje, em articulação com a investigadora Ana Margarida Valente e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, promovem a experiência de conhecer o traje histórico de forma mais participativa, inclusiva e multissensorial.</p>
<p>Afinal, a acessibilidade beneficia TODOS os visitantes, tornando a interpretação e a fruição do património cultural mais ricas e verdadeiramente inclusivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Projeto “Traje para Todos. Criação de Acessibilidades para a Exposição Permanente do Museu Nacional do Traje”.</strong> Doutoramento de Ana Margarida Valente em Belas-Artes – especialidade de Ciências da Artes e do Património, com orientação de Marta Frade (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa) e Dóris Santos (Museu Nacional do Traje), financiamento com uma bolsa da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), em colaboração com o Museu Nacional do Traje e com o apoio da ColorADD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nota Biográfica de Ana Margarida Valente </strong></p>
<p>Ana Margarida Valente é licenciada em Línguas, Literaturas e Culturas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Na mesma instituição concluiu o mestrado em Tradução e uma pós-graduação em Estudos Medievais. Encontra-se atualmente a concluir o Doutoramento em Belas-Artes, especialidade de Ciências da Arte e do Património, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, sob a orientação das Professoras Doutoras Marta Frade e Dóris Santos.</p>
<p>O projeto &#8220;Traje para Todos&#8221; nasceu de uma experiência pessoal. Enquanto visitante cega, Ana Margarida Valente encontra frequentemente barreiras no acesso às exposições museológicas, onde a informação é transmitida quase exclusivamente através da visão.</p>
<p>Numa visita ao Museu Nacional do Traje, em 2021, interrogou-se sobre como seria possível tornar aquele património mais acessível sem comprometer a conservação das peças históricas. Dessa questão surgiu um percurso de investigação que deu origem ao projeto, hoje dedicado ao desenvolvimento de soluções táteis inclusivas para a interpretação do património cultural.</p>
<p>&nbsp;</p></p>
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		<title>soneto — exposição de ilídio salteiro</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Exhibitions]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[15 JULHO > 18 OUTUBRO 2026 I PANTEÃO NACIONAL Inaugura no dia 15 de julho, às 18h30, no Panteão Nacional, a exposição Soneto de Ilídio Salteiro. A exposição ficará patente até 18 de outubro de 2026. Curadoria de Juan Sandoval e Olga Pomares Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67953" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoSONETO.jpg" alt="E_26_expoSONETO" width="700" height="450" /></noscript><p><p><img class="alignnone size-full wp-image-67953 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expoSONETO" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoSONETO.jpg" /></p>
<h6>15 JULHO > 18 OUTUBRO 2026 I PANTEÃO NACIONAL</h6>
<p>Inaugura no dia 15 de julho, às 18h30, no Panteão Nacional, a exposição <em><strong>Soneto</strong></em> de Ilídio Salteiro. A exposição ficará patente até 18 de outubro de 2026.</p>
<p>Curadoria de Juan Sandoval e Olga Pomares</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<p>Horário: 3ª a domingo &#8211; 10h00/18h00</p>
<p>Entrada: segundo as normas do monumento</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Soneto</strong></em> explora a relação entre Pintura e a Poesia, assumindo um percurso bidirecional: da pintura à poesia e da poesia à pintura. Ele embrionou nas leituras de Ilídio Salteiro sobre a tratadística da Pintura antiga, em paralelo com leituras de poesia dos séculos XV e XVI.</p>
<p>Trata-se de uma instalação de quatorze pinturas, cada uma das quais com 162 cm x 200 cm, realizadas entre 2023 e 2025, compostas no espaço central do Panteão Nacional, em dois prismas quadrangulares e dois prismas triangulares, ou seja, em dois quartetos e em dois tercetos de um soneto à maneira de Petrarca, Camões ou Miranda.</p>
<p><strong><em>Soneto</em>,</strong> torna-se um pensamento, uma forma e um corpo estruturado a partir de ligação entre pintura e poesia: catorze unidades iguais (catorze versos decassilábicos) divididas em quatro setores (quartetos e tercetos) e organizadas por ritmos (rimas) iconográficos ou plásticos. É uma obra cujo objetivo será propiciar uma visão estética capaz de gerar metáforas, alcançadas por sensibilidade, intuição, criatividade e imaginação.</p>
<p><strong>Ilídio Salteiro</strong>, professor na FBAUL, investigador e pintor, iniciou sua carreira artística na década de 1970, a sua produção plástica enquadra-se nas correntes artísticas da pós-modernidade, aproximando-se dos movimentos de renovação da arte portuguesa. Sua obra atual releva uma poética no âmbito da pintura figurativa, entre realidade e ficção, imbuída de uma metafísica espacial como a reação humanista possível ao “estranho” mundo atual.</p>
<p>Juan García Sandoval e Olga C. Rodriguez Pomares   acompanham este projeto desde 2023 e são respetivamente crítico de arte e diretor do Museu de Belas Artes de Múrcia e <br /> artista e professora da Faculdade de Belas Artes de Granada.</p></p>
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		<title>voz e linha &#8211; exposição de Isabella Navarro</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Exhibitions]]></category>

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		<description><![CDATA[06 > 23 JULHO 2026 &#124; GALERIA BELAS-ARTES  A exposição Voz e Linha de Isabella Navarro inaugura dia 06 julho pelas 18h e está patente de 06 a 23 julho, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes. Curadoria: Ana Bailão Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00 Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente. &#160; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67993" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_ISABELLA-NAVARRO.jpg" alt="E_2026_ISABELLA-NAVARRO" width="700" height="450" /></noscript><p><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_ISABELLA-NAVARRO.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67993 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_ISABELLA-NAVARRO" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_ISABELLA-NAVARRO.jpg" /></a></p>
<p>06 > 23 JULHO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES </p>
<p><!--StartFragment--></p>
<p>A exposição <strong>Voz e Linha </strong>de Isabella Navarro inaugura dia <strong>06 julho </strong>pelas<strong> 18h</strong> e está patente de 06 a 23 julho, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.</p>
<p>Curadoria: Ana Bailão</p>
<p>Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><!--EndFragment--></p>
<p><em>Voz e Linha</em> aproxima a tradição da cultura popular portuguesa dos Lenços dos Namorados às narrativas contemporâneas. A linha torna-se instrumento de diálogo, assumindo-se como uma linguagem de contínua escuta, criação e preservação da memória.</p>
<p>Na sua produção artística, Isabella Navarro propõe uma reflexão sobre as relações entre tradição e tecnologia, património e inovação, memória e criação contemporânea. A artista investiga diferentes formas de comunicação e de transmissão de conhecimento através do bordado, aproximando práticas artesanais e sistemas computacionais.</p>
<p>A exposição coloca em relação processos humanos e computacionais, revelando aproximações, desvios e novas possibilidades de criação. Ao integrar saberes tradicionais e tecnologias contemporâneas, convida o público a refletir sobre os modos como a cultura é produzida, preservada e continuamente reinventada.<br />Integrando a investigação doutoral da artista no âmbito das Ciências da Arte e do Património, o projeto Voz e Linha amplia a discussão sobre a documentação dos processos criativos, a preservação do património e os desafios colocados pelas práticas artísticas que incorporam diferentes tecnologias e sistemas computacionais.</p>
<p><strong>Isabella Navarro</strong> é artista plástica, investigadora luso-brasileira e reside em Lisboa.<br />Desenvolve uma produção que estabelece diálogos entre Brasil e Portugal, tendo como eixos a memória, o património e a identidade cultural. A sua prática articula processos artísticos tradicionais e diferentes tecnologias contemporâneas.<br />É doutoranda em Belas-Artes, especialidade de Ciências da Arte e do Património na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, onde desenvolve investigação em Media Arte. É Mestre em Conservação de Arte Moderna e Contemporânea pela mesma instituição, com a dissertação: A importância da colaboração entre o artista e o conservador-restaurador: o problema da obsolescência. Licenciada em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi também aluna de cursos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.<br />As suas obras têm sido apresentadas em instituições e espaços culturais no Brasil e em Portugal. Participou da Bienal de Arte Sacra em Portugal, recebeu o Prémio de Pintura no concurso A Brasileira, em Lisboa, entre outras distinções. Realiza projetos colaborativos e educativos que aproximam arte, cultura, comunidade e tecnologia.</p></p>
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