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	<title>faculty of fine arts of the university of lisbon &#187; Arte</title>
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	<description>faculty of fine arts of the university of lisbon</description>
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		<title>Reflorir — um jardim de memórias feitas à mão &#8211; exposição de Dani Nectoux Remião</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[03 SETEMBRO &#62; 21 SETEMBRO 2026 &#124; GALERIA BELAS-ARTES  A exposição Reflorir — um jardim de memórias feitas à mão inaugura dia 03 setembro pelas 17h e está patente de 03 setembro a 21 setembro, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes. Curadoria: Teresa Flores Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00 Este evento é passível de ser fotografado e filmado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68355" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_expoREFLORIR.jpg" alt="E_26_expoREFLORIR" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_expoREFLORIR.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-68355 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expoREFLORIR" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_expoREFLORIR.jpg" /></a></p>
<p>03 SETEMBRO &gt; 21 SETEMBRO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES </p>
<p>A exposição <strong>Reflorir — um jardim de memórias</strong> <strong>feitas à mão</strong> inaugura dia<strong> 03 setembro </strong>pelas<strong> 17h</strong> e está patente de 03 setembro a 21 setembro, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.</p>
<p>Curadoria: Teresa Flores</p>
<p>Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Reflorir — um jardim de memórias feitas à mão&#8221; reúne obras desenvolvidas a partir de vestígios de histórias familiares, preservados em caixas de fotografias. Ao apropriar-se dessas imagens e deslocá-las do espaço doméstico para o campo da arte, Dani Nectoux Remião investiga as relações entre presença e ausência, memória e esquecimento, documento e imaginação.</p>
<p>O jardim constitui o eixo espacial e conceptual do processo criativo. Mais do que cenário, configura-se como laboratório fotográfico, lugar de passagem e espaço de transformação. É nele que as imagens são expostas à luz, combinadas com flores, folhas, extratos vegetais, transferidas para diferentes suportes e submetidas a processos de impressão, tingimento, bordado.</p>
<p>Nesse processo, o fazer manual introduz uma temporalidade expandida e uma dimensão tátil na elaboração das imagens. O gesto de tocar, manipular e transformar demoradamente cada fotografia aproxima a artista dos afetos nela inscritos, como se o trabalho sobre a matéria constituísse uma forma de acariciá-los. A mão acompanha a fragilidade dos vestígios e participa da construção de novas formas de presença. Cada obra preserva algo das fotografias de origem, mas também o desloca e o reconfigura, estabelecendo relações entre diferentes tempos, corpos e lugares.</p>
<p>O título <em>Reflorir</em> nomeia esse movimento de transformação. Não se trata de recuperar integralmente o passado, mas de reativar as suas imagens e presenças sob outras formas. A exposição propõe um jardim de imagens em que a fotografia é compreendida como matéria viva, sujeita ao desgaste, à metamorfose e à renovação. Ao tornar visível o tempo do processo e a intervenção da mão, as obras prolongam, no presente, a existência das histórias e dos afetos familiares. Reflorir designa, assim, tanto a possibilidade de dar nova vida às presenças evocadas pelas fotografias de família quanto o processo pelo qual a própria artista transforma a saudade em matéria artística e encontra, na criação, uma possibilidade de se transformar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dani Remião</strong> (1972, Porto Alegre, RS, Brasil) Fotógrafa, artista visual, curadora, professora e pesquisadora. Vive e trabalha em Portugal. Doutoranda em Belas Artes na Universidade de Lisboa, na área de Ciência da Arte e do Património; mestre em Artes Visuais (UFRGS, 2018), na área de Poéticas Visuais; e mestre em Ciências da Computação (PUCRS, 1999), na área de Inteligência Artificial. É membro da Comissão de Poéticas Artísticas da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas do Brasil (ANPAP), do Conselho Científico da Editora Atena, do Centro de Investigação e Estudos em Belas Artes da Universidade de Lisboa (CIEBA), do Instituto de Comunicação da Universidade Nova (ICNOVA) e da Árvore Cooperativa de Atividades Artísticas (Porto, PT). Fun dadora e curadora do Chat Noir .ART &#8211; atelier &amp; galerie. Pesquisa sobre mulheres na fotografia, fotografias de família, arte e ciência, processos fotográficos históricos e alternativos e seu hibridismo com processos digitais. Possui obras em acervos públicos e privados. Como artista, participou de exposições individuais e coletivas em todas as regiões do Brasil, e em Portugal, Bélgica, França, Inglaterra, Itália, Suíça e Estados Unidos. Como curadora, realizou exposições individuais e coletivas no Brasil e em Portugal.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/daniremiao/">Instagram</a></p>
<p><a href="https://www.daniremiao.com/">Website</a> </p>
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		<title>A ser caminho Não há mapa para quem está A ser caminho &#8211; exposição finalistas pintura 2024-2025</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:18:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Exhibitions]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[23 JULHO > 22 AGOSTO 2026 I SALÃO DA SOCIEDADE NACIONAL BELAS-ARTES Inaugura no dia 23 de julho, às 18h30, no Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes, a exposição A ser caminho Não há mapa para quem está A ser caminho – Finalistas Pintura 2024-2025. A exposição ficará patente até 22 de agosto. Será, no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68101" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_FinalistasPintura1.jpg" alt="E_26_FinalistasPintura(1)" width="700" height="450" /></noscript><p><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_FinalistasPintura1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-68101 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_FinalistasPintura(1)" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_FinalistasPintura1.jpg" /></a></p>
<p><!--StartFragment--></p>
<p>23 JULHO > 22 AGOSTO 2026 I SALÃO DA SOCIEDADE NACIONAL BELAS-ARTES</p>
<p>Inaugura no dia 23 de julho, às 18h30, no Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes, a exposição <strong>A ser caminho Não há mapa para quem está A ser caminho</strong> – Finalistas Pintura 2024-2025. A exposição ficará patente até 22 de agosto.</p>
<p>Será, no mesmo dia, lançado o catálogo da exposição.</p>
<p>Horário<br />2ª a 6ª: 12h/19h<br />sábado: 14h/19h</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não há mapa para quem está A ser caminho.</strong></p>
<p>Esta justaposição entre mapa e caminho, que apenas parecem consequentes uma na relação com outra são, neste contexto, mais do que isso. O mapa, <i>à priori</i>, reclama um destino, uma rota traçada, uma ‘resposta’. No entanto, o caminho, quando é um ato de <i><strong>ser</strong></i>, é sempre destinação, e uma descoberta. Este grupo de artistas não traz mapas, traz obras que são passos, que decorrem de corpos e mentes, que aprenderam procedimentos e que elaboram perguntas, que são elas próprias, mapas. Por isso, <i><strong>a ser caminho</strong></i> é sempre <i><strong>a ser</strong></i> e o <i><strong>mapa </strong></i>estará sempre por <strong>RECOMEÇAR</strong>.</p>
<p style="text-align: right;">Nuno Sousa Vieira, maio 2026</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!--EndFragment--></p>
<p>&nbsp;</p></p>
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		<title>entre pontos e desvios &#8211; exposição coletiva</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Exhibitions]]></category>

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		<description><![CDATA[30 JULHO > 26 AGOSTO 2026 &#124; GALERIA BELAS-ARTES  A exposição Entre Pontos e Desvios inaugura dia 30 julho pelas 17h e está patente de 30 julho a 26 agosto, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes. Curadoria: Leal Pereira e Miguel Jerónimo Horário Julho: 2ª a sábado – 11h00/19h00 Horário Agosto: 2ª a sábado &#8211; 11h00/18h00 Este evento é passível [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68153" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_expoEntrePontosDesvios.jpg" alt="E_26_expoEntrePontosDesvios" width="700" height="450" /></noscript><p><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_expoEntrePontosDesvios.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-68153 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expoEntrePontosDesvios" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_expoEntrePontosDesvios.jpg" /></a></p>
<p><!--StartFragment--></p>
<p>30 JULHO > 26 AGOSTO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES </p>
<p>A exposição <strong>Entre Pontos e Desvios</strong> inaugura dia<strong> 30 julho </strong>pelas<strong> 17h</strong> e está patente de 30 julho a 26 agosto, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.</p>
<p>Curadoria: Leal Pereira e Miguel Jerónimo</p>
<p>Horário Julho: 2ª a sábado – 11h00/19h00</p>
<p>Horário Agosto: 2ª a sábado &#8211; 11h00/18h00</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Entre Pontos e Desvios” conecta um conjunto de artistas em torno de uma reflexão sobre o espaço enquanto construção coletiva, questionando o que significa habitar, pertencer e ser local num território continuamente transformado pelas memórias, pelas migrações e pelas narrativas que o atravessam.</p>
<p>Partindo da ideia de que o espaço onde habitamos não é apenas territorial, mas um corpo vivo de memórias, linguagens, deslocações e descendências, a exposição toma a cidade como um organismo vivo, simultaneamente físico e simbólico, onde as histórias individuais e coletivas se cruzam, sobrepõem e transformam. Habitar deixa, assim, de corresponder apenas à ocupação de um lugar para se afirmar como um gesto de inscrição, relação e construção de identidade.</p>
<p>Inspirada na reflexão sobre a condição <em>ex situ</em> e a perda contemporânea do lugar, a exposição entende a cidade como um território em permanente deslocação, onde lugar, espaço e escala são continuamente renegociados. Convocam-se espaços que coexistem no tecido urbano e revelam as camadas invisíveis de memória, pertença e experiência que constituem o ato de habitar. Entre presenças e ausências, permanências e desvios, a cidade afirma-se como um organismo vivo, continuamente reescrito por aqueles que a percorrem e nela deixam a sua inscrição.<br />Entre raízes e deslocações, permanência e reinvenção, “Entre Pontos e Desvios” convida o público a percorrer um conjunto de obras que investigam as relações entre espaço, linguagem, memória e identidade, propondo novas formas de pensar a cidade como um texto vivo, sempre inacabado e em constante metamorfose.</p>
<p>Com curadoria de Leal Pereira e Miguel Jerónimo e acompanhamento do Professor José Esteves, esta exibição reúne o trabalho de Benjamin Guerra Santos, Capi, Gabriel, Henrique Netto, Leal Pereira, Luís Martins, Marcos Duvágo, Mariana Pombo, M. Lambin e Miguel Jerónimo, propondo um percurso onde diferentes práticas artísticas convergem na reflexão sobre o espaço, o habitar e a construção de pertença.</p>
<p><!--EndFragment--></p>
<p>&nbsp;</p></p>
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		<title>lisbon street photo fest</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Multimédia]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos & Workshops]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[  &#160; 24 > 27 SEPTEMBER 2026 I FACULDADE BELAS-ARTES UNIVERSIDADE LISBOA On 24-27 September 2026, we’ll meet in Lisbon for the second edition of Lisbon Street Photo Fest: a celebration of street photography, bringing together photographers, enthusiasts, and curious minds from around the world. The 2026 edition will take place, once again, at the Faculdade de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-68302" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_LisbonStreetPhotoFest.jpg" alt="E_26_LisbonStreetPhotoFest" width="700" height="450" /></noscript><p><p> <a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_LisbonStreetPhotoFest.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-68302 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_LisbonStreetPhotoFest" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/08/E_26_LisbonStreetPhotoFest.jpg" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>24 > 27 SEPTEMBER 2026 I FACULDADE BELAS-ARTES UNIVERSIDADE LISBOA</p>
<p>On 24-27 September 2026, we’ll meet in Lisbon for the second edition of <a href="https://www.lisbonstreet.photo/" target="_blank">Lisbon Street Photo Fest</a>: a celebration of street photography, bringing together photographers, enthusiasts, and curious minds from around the world. The 2026 edition will take place, once again, at the Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p>
<p>Focused on celebrating street photography, the festival offers exhibitions, talks, photo walks, portfolio reviews, and workshops, fostering creative exchange between photographers from around the world.</p>
<p><a href="https://www.lisbonstreet.photo/2026-program" target="_blank">PROGRAM</a></p>
<p><a href="https://www.lisbonstreet.photo/talks-2026" target="_blank">The Talks</a></p>
<p><a href="https://www.lisbonstreet.photo/workshops-2026" target="_blank">The Workshops</a></p>
<p><a href="https://www.lisbonstreet.photo/photowalks-2026" target="_blank">The Photo Walks</a></p>
<p><a href="https://www.lisbonstreet.photo/portfolioreviews-2026" target="_blank">The Portfolio Reviews<br /> </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FREE WORKSHOP EXCLUSIVE TO STUDENTS FROM FBAUL</strong></p>
<p>Workshop • PT Street Collective</p>
<p><a href="https://www.lisbonstreet.photo/workshop-fbaul-pt-street-collective" target="_blank">The Fundamentals of Street Photography</a></p>
<p>Exclusive to students from Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)</p>
<p><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfWHIUp2FI1UhJUh7uDXNbGq8hYhx4sMAJVIFdw43WpNSCJAg/viewform" target="_blank">Register here</a></p>
<p>Dates: 26th to 27th of September 2026</p>
<p>Language: English/Portuguese</p>
<p>Max. number of Participants: 14</p>
<p>&nbsp;</p></p>
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		<title>soneto — exposição de ilídio salteiro</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/en/soneto-exposicao-de-ilidio-salteiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Exhibitions]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[15 JULHO > 18 OUTUBRO 2026 I PANTEÃO NACIONAL Inaugura no dia 15 de julho, às 18h30, no Panteão Nacional, a exposição Soneto de Ilídio Salteiro. A exposição ficará patente até 18 de outubro de 2026. Curadoria de Juan Sandoval e Olga Pomares Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67953" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoSONETO.jpg" alt="E_26_expoSONETO" width="700" height="450" /></noscript><p><p><img class="alignnone size-full wp-image-67953 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expoSONETO" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoSONETO.jpg" /></p>
<h6>15 JULHO > 18 OUTUBRO 2026 I PANTEÃO NACIONAL</h6>
<p>Inaugura no dia 15 de julho, às 18h30, no Panteão Nacional, a exposição <em><strong>Soneto</strong></em> de Ilídio Salteiro. A exposição ficará patente até 18 de outubro de 2026.</p>
<p>Curadoria de Juan Sandoval e Olga Pomares</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<p>Horário: 3ª a domingo &#8211; 10h00/18h00</p>
<p>Entrada: segundo as normas do monumento</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Soneto</strong></em> explora a relação entre Pintura e a Poesia, assumindo um percurso bidirecional: da pintura à poesia e da poesia à pintura. Ele embrionou nas leituras de Ilídio Salteiro sobre a tratadística da Pintura antiga, em paralelo com leituras de poesia dos séculos XV e XVI.</p>
<p>Trata-se de uma instalação de quatorze pinturas, cada uma das quais com 162 cm x 200 cm, realizadas entre 2023 e 2025, compostas no espaço central do Panteão Nacional, em dois prismas quadrangulares e dois prismas triangulares, ou seja, em dois quartetos e em dois tercetos de um soneto à maneira de Petrarca, Camões ou Miranda.</p>
<p><strong><em>Soneto</em>,</strong> torna-se um pensamento, uma forma e um corpo estruturado a partir de ligação entre pintura e poesia: catorze unidades iguais (catorze versos decassilábicos) divididas em quatro setores (quartetos e tercetos) e organizadas por ritmos (rimas) iconográficos ou plásticos. É uma obra cujo objetivo será propiciar uma visão estética capaz de gerar metáforas, alcançadas por sensibilidade, intuição, criatividade e imaginação.</p>
<p><strong>Ilídio Salteiro</strong>, professor na FBAUL, investigador e pintor, iniciou sua carreira artística na década de 1970, a sua produção plástica enquadra-se nas correntes artísticas da pós-modernidade, aproximando-se dos movimentos de renovação da arte portuguesa. Sua obra atual releva uma poética no âmbito da pintura figurativa, entre realidade e ficção, imbuída de uma metafísica espacial como a reação humanista possível ao “estranho” mundo atual.</p>
<p>Juan García Sandoval e Olga C. Rodriguez Pomares   acompanham este projeto desde 2023 e são respetivamente crítico de arte e diretor do Museu de Belas Artes de Múrcia e <br /> artista e professora da Faculdade de Belas Artes de Granada.</p></p>
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		<title>O Movimento da Alma na ‘Paixão de Cristo’ de Rafael Bordalo Pinheiro</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/en/exposicao-e-seminario-o-movimento-da-alma-na-paixao-de-cristo-de-rafael-bordalo-pinheiro-museu-jose-malhoa/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
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		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[14 MAIO > 30 SETEMBRO 2026 &#124; MUSEU JOSÉ MALHOA, CALDAS DA RAINHA No dia 14 de Maio de 2026, às 10h30, inaugura no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, a exposição de desenho e o seminário intitulados O Movimento da Alma na “Paixão de Cristo” de Rafael Bordalo Pinheiro &#8211; Entre desenhos e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-67335" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo.jpg" alt="E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo" width="700" height="450" /></noscript><p><p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-67335 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo.jpg" />14 MAIO > 30 SETEMBRO 2026 | MUSEU JOSÉ MALHOA, CALDAS DA RAINHA</p>
<p>No dia 14 de Maio de 2026, às 10h30, inaugura no <a href="https://www.museusemonumentos.pt/pt/agenda/exposicao-e-seminario-o-movimento-da-alma-na-paixao-de-cristo-de-rafael-bordalo-pinheiro" target="_blank">Museu José Malhoa</a>, nas Caldas da Rainha, a exposição de desenho e o seminário intitulados O Movimento da Alma na “Paixão de Cristo” de Rafael Bordalo Pinheiro &#8211; Entre desenhos e reflexões. A exposição ficará patente até 30 setembro.</p>
<p>A exposição apresenta os desenhos produzidos durante a residência e, no dia da abertura, decorre um seminário dedicado ao debate e à reflexão crítica sobre a obra de Bordalo Pinheiro, os museus e as suas possibilidades contemporâneas.</p>
<p>O seminário contará com investigadores e profissionais como Artur Ramos, Luís Jorge Gonçalves, João Alpuim Botelho, Dora Mendes, Marta Galvão Lucas, entre outros convidados.</p>
<p>O público é convidado a participar neste diálogo sobre património, criação e pensamento artístico atual.</p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_PROGRAMA-Bordalo-Programa-Seminário-1.pdf" target="_blank">PROGRAMA</a></p>
<p>Acesso gratuito.</p>
<p>Este evento é uma organização do:</p>
<p>Museu José Malhoa/Museus e Monumentos de Portugal<br />Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa/ VICARTE Vidro e cerâmica para as artes/ CIEBA, Centro de Investigação e de Estudo em Belas-Artes<br />Universidade Federal de Rio Grande do Norte/ Grupo de Pesquisa de Género, Políticas Públicas e Sociedade</p>
<hr />
<p>Quando Rafael Bordalo Pinheiro, entre 1887 e 1899, criou a Paixão de Cristo, para as capelas da Via Sacra da Mata do Buçaco, por encomenda do governo português, através do Ministro Emidio Navarro, estava a retomar uma tradição da arte ocidental sobre a dramatização da vida de Jesus, em esculturas policromadas de terracota.</p>
<p>Previam-se 86 esculturas de escala natural, com 12 Passos da Paixão. Por diferentes dificuldades, o projeto inicial não foi concluído, tendo chegado aos nossos dias as seguintes cenas: Jesus no Horto, Traição de Judas, Passagem do Cedron; Jesus em casa de Anás; Jesus na casa de Caifás; Jesus perante Pilatos; Jesus perante Herodes; Pilatos lavando as mãos e Jesus a Caminho do Calvário.</p>
<p>Na atualidade encontra-se no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, cidade onde Rafael Bordalo Pinheiro localizava a sua fábrica de cerâmica. Trata-se do seu projeto mais ambicioso, que nos demonstra as suas capacidades como artista. Através das esculturas observamos dramatismo, expressão e uma plasticidade muito bem explorada, que nos conduz ao sublime. Tinham passados os tempos do dramatismo do Barroco, onde se explorava com emoção os Passos da Paixão, através das vias sacras, em esculturas que podemos examinar no Bom Jesus do Monte, em Braga, na Serra do Pilar, na Póvoa de Lanhoso, ou em Congonhas, em Minas Gerais, no Brasil. No entanto, Rafael Bordalo Pinheiro explorou, na terracota, o dramatismo através dos rostos, dos corpos, das panejamentos e das cores.</p>
<p>A diversidade das cenas é um desafio para o desenho que foi proposto a alunos de desta disciplina da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Estes desenhos, executados a partir dos originais e no próprio espaço do Museu José Malhoa, constituem dez aproximações individuais à obra de Rafael Bordalo Pinheiro A Paixão de Cristo. A diversidade fisionómica aliada à modelação ligeiramente inacabada das esculturas é o cruzamento de interpretações ilimitadas à reconstrução e à reinvenção das figuras. Todos os dez artistas convidados abordaram a obra segundo múltiplos pontos de vista e não só no sentido literal. Cada uma das aproximações reconstrói o espaço, cria contextos, reinventa as personagens, acentua expressões e idealiza visões e fisionomias. O desenho, associado vulgarmente ao essencial acaba por aliar o rigor da forma com a agradabilidade da cor, para nos surpreender com o potencial da obra de Rafael. Na verdade, estas sessões desenvolvidas no museu constituem momentos únicos de observação, análise, descoberta e conhecimento sem paralelo graças ao contacto direto e natural com as obras de arte. Estes desenhos são a celebração desses momentos.  </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p></p>
]]></content:encoded>
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		<title>In Transit &#8211; exhibition</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[19 JUNE > 30 AUGUST 2026 I ARMAZÉM DAS ARTES, ALCOBAÇA Opening on 19 June at 6.30 pm, at the Armazém das Artes venue in Alcobaça, the exhibition Em Trânsito —featuring drawing, painting, illustration, animation and artificial intelligence —and, as its name suggests, Em Trânsito has moved from the Faculty of Fine Arts, where it was [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67786" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoAlcobaça.jpg" alt="E_26_expoAlcobaça" width="700" height="450" /></noscript><p><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_26_expo_espLagHenr.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67786 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expoAlcobaça" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoAlcobaça.jpg" /></a></p>
<p>19 JUNE > 30 AUGUST 2026 I ARMAZÉM DAS ARTES, ALCOBAÇA</p>
<p>Opening on 19 June at 6.30 pm, at the Armazém das Artes venue in Alcobaça, the exhibition <em><strong>Em Trânsito </strong></em>—featuring drawing, painting, illustration, animation and artificial intelligence —and, as its name suggests, <em><strong>Em Trânsito</strong></em> has moved from the Faculty of Fine Arts, where it was on display at the Lagoa Henriques venue between 4 and 27 May 2026.</p>
<p><strong>Organized by:</strong></p>
<p>António Trindade (project author)<br />Américo Marcelino<br />Susana Oliveira<br />Diana Costa</p>
<p><strong>Artists:</strong></p>
<p>Catarina Lira Pereira<br />Cygny Astra Malvar<br />Gabriel Colaço<br />Gilberto Colaço<br />Isabelle Faria<br />Joana Mosi<br />Joana Paraiso<br />Lúcia Antunes<br />Nádia Joaquim<br />Yun Zhang</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>In transit. Multifaceted conceptual processes under construction.</strong></p>
<p>António Trindade</p>
<p>In Transit (Em Trânsito) brings together the theoretical and practical artistic research of ten students on the PhD programme in Fine Arts, specialising in Drawing and Painting. In this exhibition, we can explore a diverse range of research areas, spanning drawing and painting—both analogue and digital—3D modelling, illustration, animation, and integrated visual art, some of which has also been created using AI (artificial intelligence). We observe diverse trajectories in which Drawing and Painting are present, ranging from cultural heritage to their applications and projections in scientific diagrams, in illustration and narrative, in fieldwork centred on risk, drawing on diverse geographies, maps and territories, to the utopia of possible and imaginary territories, striking and alarming, right through to ecological drawing, mapped and animated by the behaviour of plants, carrying a political message in the face of recent climate change and the harmful human behaviour that threatens us today.</p>
<p>Catarina Lira Pereira presents us with works set in juxtaposition that create a sense of tension in the viewer, playing on the interplay between analogue representations in watercolours and the algorithmic drawings derived from them, in which she employs artificial intelligence to juxtapose intriguing and complementary images, thereby establishing an ambiguity between painting and drawing. The series presented by the artist stems from a process inspired by the Rorschach test and explores the transition from the blot to the outline, as if the latter were the crystallisation of the former.</p>
<p>Cygny Malvar has been creating works that explore the possibilities of photography and its expansion and shift towards other forms of representation, in which she employs analogue drawing. In these drawings, centred on Points of View, Proximity and Intimacy, the artist depicts and transforms through drawing the moments captured by photographic records, creating other ambiguous representations where reflection on time, space, memory and affection are an integral part of her conceptual process. This results in representations of immense expressive power, drawing on scenes from everyday life and intimate spaces.</p>
<p>Gabriel Colaço works in partnership with his brother Gilberto Colaço; both have developed an artistic practice characterised by the phenomenology of territory, in which various tools and media are integrated into their conceptual process, making use of new technologies such as 2D drawing, practised by the former, and 3D modelling and printing, practised by the latter. Through this collaboration, they create intriguing objects that stem from a particular questioning and reflection on territorial phenomenology, where a latent tension remains in the observer’s gaze between human interventions and the diverse places of the surrounding, visible natural world, which undergo constant change in space and time according to the metamorphic laws of nature. This results in objects of great visual impact, such as the lithophanes featuring light boxes in which digitally created designs are visible, laser-engraved and equipped with sensors and lighting using LED lamps. In the work of Gabriel and Gilberto Colaço, software, devices and digital interfaces reconfigure the graphic gesture and the materiality of the drawing, where the latter serves as a matrix for volumetric representations and vice versa.</p>
<p>Isabelle Faria, an established artist, as her Curriculum Vitae clearly attests, develops and explores drawing in a dynamic and reflective manner, yet with great expressive power. Movement, action, the act of drawing, and taking risks are all part of her creative process, in which her work unfolds between the surrounding landscape and her studio. The artist undertakes journeys through the long, arid and empty landscapes of southern Spain; these journeys in themselves constitute material that is subsequently worked on in her studio. She employs a highly distinctive conceptual process, metaphorically inspired by the dynamics of a two-wheeled machine’s spool, which allows for forward movement, retreat and pauses, fuelling experimentation, introspection and reflection. This movement, which can move forwards, backwards or even stop, reflects the cyclical and fluid nature of her creative process.</p>
<p>Joana Mosi works in the field of illustration. She has been developing a body of work centred on ‘Urban Space as Experience and Representation in Graphic Narrative’, which forms the basis of her PhD project. The author is interested in the connection between comics and the graphic approach to and representation of urban space. In this regard, her work builds bridges between drawing, architectural thinking and graphic narrative, incorporating questions and reflections on composition, construction and layout. She relates the navigational paths of cities to the composition of reading on a page of illustration.</p>
<p>Joana Paraíso’s work focuses on territory, understood not as a specific geographical area, but rather as a space of lived experiences involving the body, experience, memory, connections and their traces. Territory is thus understood as an inhabited, lived-in place, as a place that is not only visible but also sensory, with precise meanings, in the search for and encounter with the unknown, echoing somewhat what Umberto Eco once referred to in his 1968 work <em>The Absent Structure</em>. Through selected routes, the artist records these memories, lived experiences and encounters, which are then developed and materialised in her studio in a unique and highly original manner.  </p>
<p>Lúcia Antunes specialises in scientific illustration, and is currently working on a science visual communication project for the Católica Biomedical Research Centre (CBR), bringing to life her PhD research, <em>From the Invisible to the Visible through Drawing as a Process of Communication between Art and Science</em>. The work proposed for this exhibition features scientific illustrations with a strong visual impact and a high level of detail, created in direct collaboration with the information the artist gathers from other project members and staff at the Catholic University.</p>
<p>Nádia Joaquim presents works centred on drawing that explore themes of grief, panic and melancholy; she is currently working on her PhD project entitled Drawing and Melancholy: <em>Theory, Aesthetics and Cross-Disciplinary Approaches in the Construction of an Artistic Project</em>. Nádia Joaquim’s proposed works have a strong visual impact, resulting from striking, energetic drawing and compositions in which line-drawn figures show overlays of abstract forms with faces suggested by equally energetic lines, creating a sense of great ambiguity for the viewer. As a scholar and researcher of the rich cultural heritage of art history, philosophy and aesthetics, she utilises this knowledge to open up avenues that contribute to the development of her current artistic trajectory, now presenting figurative elements that interact, contrast and overlap with others of a more abstract nature, thus embodying something new still under construction and development, yet with promising results.</p>
<p>Yun Zhang has been developing a highly original body of work featuring images and dynamics that stand out for the quality of their digital drawing, painting and animation, with a strong visual impact evident in the quality of the linework, the colour palette, the contrasts and the movement employed by the artist. Working with artificial intelligence (AI), the artist explores and has been working on the issue of plant cognition, their visualisation, perception and rhythmic representation, championing ecological imagination. The artist and researcher advocates and explores cognition as a distributed and processual structure of living activity, not exclusive to humans, but extending to other beings—in her case, plants—which are forms of a vast organic structure constituting structural nuclei of the organisation of the images themselves. Based on this issue of the decentralisation of cognitive phenomenology, Yun Zhang proposes her own method, the Ecological System of Perceptual Imagery (EPISM), which enables the translation and visualisation of the composition, rhythmic temporality and regulatory mechanisms that generate highly distinctive image systems. The author presents here three works produced within this context, which form an integral part of her broader PhD project entitled <em>Visualising Plant Cognition: Rhythmic Perception and Ecological Imagination in Drawing and Digital Painting</em>.</p>
<p>Lisbon, 17 March 2026</p>
<p>António Trindade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>+ Catalog Texts </strong></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/EN-Texto-de-Américo-Marcelino-para-o-catálogo-EM-TRÂNSITO.1-4-6.pdf">AMÉRICO MARCELINO</a></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/ENG-Texto-de-Diana-Costa-para-o-catálogo-EM-tra-3-4.pdf">DIANA COSTA</a></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/EN-Texto-de-Susana-Oliveira-para-o-catálogo-EM-TR-3-4.pdf">SUSANA OLIVEIRA</a></p></p>
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		<title>VIII Colóquio Expressão Múltipla: chamada de trabalhos – Desenho Aplicado &#124; Teoria e Prática do Desenho</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:20:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Primeira chamada de trabalhos – Desenho Aplicado Segunda Chamada de trabalhos &#8211; Teoria e Prática do Desenho Datas de realização do Colóquio &#8211; 23 – 24 novembro de 2026 &#160; Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. Divide-se em duas chamadas de trabalho com vista a duas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-67189" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_expressaoMULTIPLA.jpg" alt="E_26_expressaoMULTIPLA" width="700" height="450" /></noscript><p><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_expressaoMULTIPLA.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-67189 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expressaoMULTIPLA" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_expressaoMULTIPLA.jpg" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Primeira chamada de trabalhos – Desenho Aplicado</strong></p>
<p><strong>Segunda Chamada de trabalhos &#8211; Teoria e Prática do Desenho</strong></p>
<p><strong>Datas de realização do Colóquio &#8211; 23 – 24 novembro de 2026</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. Divide-se em duas chamadas de trabalho com vista a duas publicações anuais e a um colóquio/congresso.</p>
<p>A primeira chamada é dirigida ao <strong>Desenho Aplicado</strong>. Por Desenho aplicado entendem-se todas as vertentes em que o desenho é um elemento central, sendo, no entanto, concretizado com outros fins que não ele próprio. Assim áreas do desenho como as da <em>concept art</em>, ilustração, animação, desenho digital, realidade virtual, banda-desenhada, desenho de produção, entre outras, serão os maiores alvos nesta iniciativa. É por isso dirigida aos estudiosos que pretendam seguir, ou que já estejam a desenvolver trabalho nestas áreas, de maneira a permitir uma disseminação de experiência e de resultados.</p>
<p>A segunda chamada é dirigida à <strong>Teoria e Prática do Desenho</strong> num âmbito mais geral onde as suas relações com a arte e com os processos artísticos são investigadas.</p>
<p>O colóquio é dirigido sobretudo aos estudiosos que procuram desenvolver dissertações e teses na área do Desenho ou noutras que possam de alguma forma ampliar as discussões relativas a estas áreas de conhecimento. Pretende-se a disseminação das diversas experiências, metodologias e resultados. Assim, aos interessados em participar convida-se à submissão dos artigos relativos a comunicações orais a serem apresentadas no colóquio atendendo à especificidade das chamadas de trabalhos.</p>
<p>Todos os artigos serão submetidos a uma revisão <em>peer review</em>. Cada artigo recebido pelo secretariado é reenviado, sem referência ao autor, a dois ou mais membros da Comissão Científica, garantindo-se no processo o anonimato de ambas as partes <em>(double-blind</em>). No procedimento privilegia-se a distância geográfica entre a origem de autores e a dos revisores científicos.</p>
<p><strong>O colóquio, a ter lugar entre 23 e 24 de novembro de 2026 no Grande Auditório da FBAUL</strong>, será composto por comunicações de 20 minutos e por um posterior momento para resposta a questões do público. Está prevista a abertura do colóquio/congresso com a presença de um ou dois <em>keynotes</em>.</p>
<p>A realização do colóquio deverá ser presencial. Em caso de impossibilidade de comparência física dos autores, os mesmos poderão apresentar uma gravação com a sua comunicação. A não participação no colóquio poderá levar à exclusão do livro de atas.</p>
<p>Os artigos revistos e aprovados serão publicados <em>online</em> no Repositório da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CALENDÁRIO:<br /></strong><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla: Desenho Aplicado<br /></strong>Até 21 de junho, data-limite para o envio do resumo.<br />Até 28 de junho, notificação de aceitação.<strong> </strong></p>
<p><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla: Teoria e Prática do Desenho<br /></strong>Até 18 outubro, data-limite para o envio doresumo.<br />Até 25 outubro, notificação de aceitação.</p>
<p><strong> </strong><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla<br /></strong><strong>Colóquio – comunicações orais<br /></strong>23 – 24 de novembro de 2026, Grande Auditório da FBAUL. (Esta data está sujeita a alterações).</p>
<p><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla<br /></strong>Até 31 janeiro de 2027, entrega dos artigos.<br />Até 15 de fevereiro de 2027 notificação dos pareceres da revisão.</p>
<p><strong>VIII Colóquio Expressão Múltipla<br /></strong>Até 31 de março entrega dos artigos finais.<br />Até 31 de maio de 2027, publicação online do livro de atas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Os artigos deverão ser enviados para <a href="mailto:expressaomultipla@gmail.com">expressaomultipla@gmail.com</a> segundo a seguinte formatação:</p>
<p><strong> </strong><strong>Formato do Resumo</strong></p>
<p>Cada resumo não deverá ultrapassar os 1600 caracteres incluindo espaços, sem contar com o título, autoria, afiliação, palavras-chave e legendas.</p>
<ul>
<li><strong>Título</strong>: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.</li>
<li><strong>Autor principal e afiliação: </strong>Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Autores secundários e afiliações (caso existam): </strong>Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Corpo de texto:</strong> Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.</li>
<li><strong>palavras-chave:</strong> 3 a 5 palavras-chave.</li>
<li><strong>Até 2 imagens: </strong>legendadas e referidas.</li>
<li><strong>Legendas: </strong>Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.</li>
</ul>
<p><strong>Formato do Artigo</strong></p>
<p>Cada artigo deverá ter entre 10000 e 15000 caracteres sem espaços referentes ao corpo do texto, isto é, sem contar com o título, resumo, palavras-chave, legendas e bibliografia.</p>
<ul>
<li><strong>Título</strong>: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.</li>
<li><strong>Autor principal e afiliação: </strong>Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Autores secundários e afiliações (caso existam): </strong>Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.</li>
<li><strong>Resumo e palavras-chave: </strong>Times New Roman, até 1600 caracteres incluindo espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado. 3 a 5 palavras-chave.</li>
<li><strong>Abstract e keywords: </strong>Em inglês, Times New Roman, até 1600 caracteres incluindo espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado.</li>
<li><strong>Subtítulos: </strong>Fonte Times New Roman, negrito, tamanho 12.</li>
<li><strong>Corpo de texto:</strong> Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.</li>
<li><strong>Legendas: </strong>Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.</li>
<li><strong>Referências Bibliográficas: </strong>Devem seguir o Modelo APA ou NP 405. Fonte Times New Roman, tamanho 12 (APA), 10 (NP 405) espaçamento simples.</li>
<li><strong>Até 10 imagens: </strong>Inseridas no correr do texto, legendadas e referidas (atenção aos direitos de autor).</li>
</ul>
<p><strong>O documento deve ser enviado em formato word, e em formato pdf. No formato pdf, o documento deverá omitir os autores e a filiação</strong>.</p></p>
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		<title>traje para todos — exposição de ana margarida valente</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Exhibitions]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[14 JULHO > 16 AGOSTO 2026 I MUSEU NACIONAL DOS COCHES A partir de 14 de julho, está patente no Museu Nacional dos Coches a apresentação do projeto inclusivo Traje para Todos, da autoria de Ana Margarida Valente, em colaboração com o Museu Nacional do Traje e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68038" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_TRAJEPARATODOS.jpg" alt="E_2026_TRAJEPARATODOS" width="700" height="450" /></noscript><p><p><img class="alignnone size-full wp-image-68038 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_TRAJEPARATODOS" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_TRAJEPARATODOS.jpg" /></p>
<h6>14 JULHO > 16 AGOSTO 2026 I MUSEU NACIONAL DOS COCHES</h6>
<p>A partir de 14 de julho, está patente no Museu Nacional dos Coches a apresentação do<strong> projeto inclusivo <em>Traje para Todos</em>, da autoria de Ana Margarida Valente,</strong> em colaboração com o Museu Nacional do Traje e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p>
<p><em><strong>TRAJE PARA TODOS </strong></em>é um projeto que tem vindo a ser desenvolvido por Ana Margarida Valente, no âmbito do seu doutoramento em Belas-Artes – especialidade de Ciências da Arte e do Património, da Universidade de Lisboa.</p>
<p><strong>Tem como objetivo principal contribuir para uma experiência museológica mais inclusiva e acessível</strong> através da integração de conteúdos táteis associados à coleção de traje histórico. Os materiais produzidos neste projeto visam complementar a observação visual das peças expostas, permitindo uma compreensão mais aprofundada das formas, volumes, texturas, técnicas de confecção e elementos decorativos presentes nos trajes.</p>
<p>Através de reproduções e amostras concebidas especificamente para manipulação, os visitantes podem explorar aspetos do património têxtil normalmente inacessíveis devido às necessidades de conservação das peças originais. Esta abordagem beneficia particularmente pessoas com deficiência visual, mas enriquece igualmente a experiência de todos os públicos, reconhecendo o tato como uma importante ferramenta de aprendizagem, descoberta e envolvimento com o património cultural.</p>
<p>Já se encontram finalizadas 5 recriações de trajes históricos que permitem explorar a evolução do traje ao longo dos períodos representados na coleção do Museu Nacional do Traje. Estas peças são maioritariamente confeccionadas pela doutoranda, com técnicas e materiais historicamente adequados sempre que possível, nomeadamente:</p>
<p>-          Um traje feminino e um traje masculino do último quartel do século XVIII</p>
<p>-          Um traje infantil feminino de estilo Império;</p>
<p>-          Um traje masculino da década de 1830, proveniente da antiga exposição &#8220;Pare, Escute e Toque&#8221;, patente no Museu Nacional do Traje entre 1995 e 2008;</p>
<p>-          Um traje feminino da Belle Époque c. 1894-1897).</p>
<p>As recriações incluem todas as peças necessárias à utilização, desde a roupa interior e as estruturas responsáveis pela construção das silhuetas características de cada época até às camadas exteriores visíveis, permitindo uma compreensão global da forma como estes trajes eram construídos e usados.</p>
<p>Encontra-se em fase de conclusão pela doutoranda 1 Dossier de Amostras Têxteis (acompanhado de legendas em Braille e em caracteres ampliados, bem como de símbolos ColorADD em relevo que permitem a identificação tátil das cores) e 1 Maleta Pedagógica dedicada ao ciclo de processamento do linho, contendo amostras da fibra nas diferentes fases da sua preparação, cedidas pela associação O Saber Fazer.</p>
<p>O projeto encontra-se numa fase de avaliação em contexto expositivo. A apresentação destes materiais num museu permitirá testar metodologias, recolher contributos dos visitantes e avaliar o impacto dos recursos táteis na mediação do património.</p>
<p>Estando o Museu Nacional do Traje encerrado para requalificação, numa lógica colaborativa entre entidades da Museus e Monumento de Portugal, E.P.E., e dada a ligação histórica entre as duas instituições, ambas prosseguindo objetivos nas áreas da acessibilidade e da inclusão, as reproduções de traje criadas por Ana Margarida Valente vão agora estar  disponíveis ao público numa ala da exposição do Museu Nacional dos Coches, o que também contribui para a maior contextualização histórica e social dos coches e carruagens e seus utilizadores. Todos os visitantes são convidados a tocar e explorar as reproduções de traje, acompanhando a evolução das suas principais características entre o final do século XVIII e o final do século XIX.</p>
<p>A exposição abre ao público no dia 14 de julho, pelas 18h30, estando patente até 16 de agosto.</p>
<p>Assim, no âmbito desta parceria, o Museu Nacional dos Coches e o Museu Nacional do Traje, em articulação com a investigadora Ana Margarida Valente e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, promovem a experiência de conhecer o traje histórico de forma mais participativa, inclusiva e multissensorial.</p>
<p>Afinal, a acessibilidade beneficia TODOS os visitantes, tornando a interpretação e a fruição do património cultural mais ricas e verdadeiramente inclusivas.</p>
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<p><strong>Projeto “Traje para Todos. Criação de Acessibilidades para a Exposição Permanente do Museu Nacional do Traje”.</strong> Doutoramento de Ana Margarida Valente em Belas-Artes – especialidade de Ciências da Artes e do Património, com orientação de Marta Frade (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa) e Dóris Santos (Museu Nacional do Traje), financiamento com uma bolsa da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), em colaboração com o Museu Nacional do Traje e com o apoio da ColorADD.</p>
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<p><strong>Nota Biográfica de Ana Margarida Valente </strong></p>
<p>Ana Margarida Valente é licenciada em Línguas, Literaturas e Culturas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Na mesma instituição concluiu o mestrado em Tradução e uma pós-graduação em Estudos Medievais. Encontra-se atualmente a concluir o Doutoramento em Belas-Artes, especialidade de Ciências da Arte e do Património, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, sob a orientação das Professoras Doutoras Marta Frade e Dóris Santos.</p>
<p>O projeto &#8220;Traje para Todos&#8221; nasceu de uma experiência pessoal. Enquanto visitante cega, Ana Margarida Valente encontra frequentemente barreiras no acesso às exposições museológicas, onde a informação é transmitida quase exclusivamente através da visão.</p>
<p>Numa visita ao Museu Nacional do Traje, em 2021, interrogou-se sobre como seria possível tornar aquele património mais acessível sem comprometer a conservação das peças históricas. Dessa questão surgiu um percurso de investigação que deu origem ao projeto, hoje dedicado ao desenvolvimento de soluções táteis inclusivas para a interpretação do património cultural.</p>
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		<title>sopro — exposição de alunos finalistas em escultura</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:00:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[11 JULHO > 08 SETEMBRO 2026 I BIBLIOTECA E ARQUIVO DO MUNICÍPIO DE GRÂNDOLA Inaugura no dia 11 de julho, às 18h00, na Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola, a exposição Sopro de alunos finalistas da licenciatura em Escultura. A exposição ficará patente até 08 de setembro de 2026. Este evento é passível de [&#8230;]]]></description>
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<h6>11 JULHO > 08 SETEMBRO 2026 I BIBLIOTECA E ARQUIVO DO MUNICÍPIO DE GRÂNDOLA</h6>
<p>Inaugura no dia 11 de julho, às 18h00, na Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola, a exposição Sopro de alunos finalistas da licenciatura em Escultura. A exposição ficará patente até 08 de setembro de 2026.</p>
<p><strong>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</strong></p>
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<p>Os alunos, quando concluem a licenciatura em Escultura, adquiriram competências que lhes permitem elaborar um programa de trabalho artístico independente, em diálogo com a realidade artística que foram lendo e interpretando ao longo de três anos de formação, formação que cruza referências artísticas, capacidade de criar e analisar cenários em diálogo natural com a história das artes e do pensamento artístico contemporâneo.</p>
<p>Os artistas presentes nesta exposição são um excelente exemplo do que se procura construir como um currículo sólido de formação em escultura: da defesa da herança centenária do modelo <em>Beaux-Arts</em> fundado na Academia à afirmação individual da experimentação bauhausiana, cultiva-se um aprender que poderemos definir como contínua experimentação oficinal, assente na individualidade artística de cada um, ou seja, a transmissão do conhecimento baseada num conjunto de disciplinas de prática de atelier, de carácter oficinal, complementadas por um corpo teórico ministrado em unidades curriculares de áreas científicas afins. A prática da escultura surge assim como um modelo de enriquecimento académico, informado por um pensamento sobre a prática trazido da experiência individual e da influência do entorno.</p>
<p>A representação do corpo ocupa o seu lugar nesta exposição. A representação é um dos pilares da tradição da escultura ocidental, um dos temas fundadores, que pressupõe o domínio simultâneo da observação, do conhecimento anatómico e da capacidade de traduzir esse conhecimento na matéria.</p>
<p>O fascínio pela qualidade plástica dos materiais da escultura constitui a outra dimensão estruturante desta mostra. Trabalhar a cerâmica, a madeira, o metal ou a pedra por exemplo, não é apenas uma escolha laboratorial é uma decisão poética. A cerâmica, expressão ligada às origens da própria civilização, guarda nos processos alquimistas da sua transformação, a irreversibilidade e a fragilidade aparente da sua matéria. Os modelos subtractivos ou construtivos que reconhecemos na madeira ou no metal, processos muito ligados à ductilidade ou rigidez da matéria, encontra nos processos de trabalho a expressividade que oscila entre a brutalidade industrial e a leveza do traço artístico. A pedra, por seu lado, impõe ao escultor uma relação física, de resistência e também de paciência, no fundo as peças aqui presentes são fruto da relação da matéria e o tempo da sua modelação. O domínio da representação ou dos materiais não são um fim em si mesmos, mas o meio através do qual, ao longo do seu percurso, cada estudante desenvolveu a linguagem que lhe é própria.</p>
<p>Encontramos assim peças que revelam um sentido apurado da representação do natural e da experiência anatómica, lado a lado com esculturas em que o domínio laboratorial e a poética individual são sinónimos de mestria. Esta exposição não procura ser una nem temática, mas procura espelhar acima de tudo, a diversidade de quem estuda escultura, num ambiente descomplexado de liberdade e expressão individual, intimamente ligado à relação intrínseca e natural entre o ensinar, o investigar e o criar. São três dimensões do saber que possibilitam o aprofundamento do conhecimento em arte, ampliando a discussão sobre o que é o projeto na investigação em Escultura.</p>
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<p>Lisboa, 23 de junho, 2026</p>
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<p>Sérgio Vicente e José Esteves</p>
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