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	<title>faculdade de belas-artes da universidade de lisboa &#187; Ciências da Arte e do Património</title>
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	<description>faculdade de belas-artes da universidade de lisboa</description>
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		<title>II Jornadas Internacionais de Cenografia &amp; Figurinos // chamada de trabalhos</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 09:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Open Call]]></category>

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		<description><![CDATA[CHAMADA DE TRABALHOS &#62; ATÉ 28 JUNHO 2026 A Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a partir do CIEBA (Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes), convidam a comunidade académica, artistas e investigadores, a submeteram propostas de comunicação para a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67607" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg" alt="E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67607 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg" /></a></p>
<p>CHAMADA DE TRABALHOS &gt; ATÉ 28 JUNHO 2026</p>
<p>A Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a partir do CIEBA (Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes), convidam a comunidade académica, artistas e investigadores, a submeteram propostas de comunicação para a conferência internacional<strong> II Jornadas Internacionais de Cenografia &amp; Figurinos.</strong></p>
<p>Na continuação da sua primeira edição, as Jornadas pretendem ser um fórum de partilha de pensamento e discussão na área do design de cena. O design de cena – ou a cenografia e os figurinos – é um campo próprio e específico que, no entanto, existe na proximidade, ou até na intersecção, com as belas-artes, as artes performativas e a arquitectura, entre muitos outros saberes, alguns eminentemente técnicos. Maioritariamente, a sua afirmação tem-se feito na prática e são esses processos criativos e técnicos, herdeiros de uma tradição de artistas e mestres, que se procuram perspectivar na actualidade, quando a visualidade da cena se expandiu ao desenho da performance e à prática da instalação.</p>
<p>Interessa alargar as discussões sobre a prática, a história e a teoria do design de cena, permitindo a partilha entre geografias diversas; mas interessa, igualmente, pensar a prática portuguesa, pouco documentada e com necessidade de estudo e arquivo, e colocá-la em relação.</p>
<p>Nesta edição, para além das secções dedicadas a <strong>artistas e investigadores</strong>, convidam-se <strong>estudantes e artistas emergentes</strong> a participar numa secção especialmente dedicada à exploração e ensaio de ideias.</p>
<p>Aceitam-se propostas que abordem, entre outros, os seguintes tópicos:</p>
<p>História e teoria da cenografia e dos figurinos<br />Processos criativos<br />Estudo de casos<br />Ensino da cenografia e dos figurinos</p>
<p>Na secção <strong>“estudantes e artistas emergentes: 1 IDEIA + 1 IMAGEM”</strong>, propõem-se apresentações de cerca de 5 minutos, realizadas a partir do lançamento de uma ideia e de uma imagem.</p>
<p><strong>1. Normas para Submissão</strong></p>
<p>As propostas devem ser enviadas em formato PDF para o email <a href="mailto:jornadascenografiaefigurinos@gmail.com">jornadascenografiaefigurinos@gmail.com</a> e devem incluir:</p>
<p>- Título da comunicação;<br />- Resumo (Abstract) de 300 a 500 palavras;<br />- Palavras-chave (3 a 5);<br />- Nota biográfica do autor (máx. 150 palavras);<br />- Filiação institucional e contactos.<br />São aceites submissões em português, inglês, espanhol, francês e italiano.<br />As apresentações orais devem ser realizadas em português ou inglês.</p>
<p><strong>2. Calendário</strong></p>
<p>Prazo limite para submissão: 28 de Junho<br />Notificação de aceitação: 31 de Julho</p>
<p><strong>3. Publicação</strong></p>
<p>Informa-se que uma seleção de artigos apresentados na conferência será publicada em livro de actas.<br />Prazo limite para a submissão de textos: 15 de Dezembro<br />São aceites textos em português, inglês, espanhol, francês e italiano, devendo sempre existir um resumo em língua inglesa.</p>
<p>A participação nas Jornadas implica a potencial publicação da investigação no livro de actas. A participação na conferência e a publicação estão, ambas, sujeitas a processos de revisão por pares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA)<br />Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa (FBA-UL)<br />Escola Superior de Teatro e Cinema, Politécnico de Lisboa (ESTC-IPL)</p>
<p><strong>Parceiros (em actualização)</strong></p>
<p>Associação Portuguesa de Cenógrafos (APCEN) / Festival Alkantara</p>
<p><strong>Coordenação Geral</strong></p>
<p>Fernando Rosa Dias / João Calixto / Marta Cordeiro / Paulo Morais-Alexandre / Sara Franqueira / Susana Vidal</p>
<p><strong>Comissão Científica (em actualização)</strong></p>
<p>Ana Mira (ESTC/ IFILNOVA)<br />Armando Nascimento Rosa (ESTC-CIAC) <br />Fernando Rosa Dias (FBAUL / CIEBA)<br />Helder Maia (I2ADS / ESMAE)<br />Isis Saz Tejero (UCLM)<br />João Calixto (ESTC / CIEBA)<br />Jorge Palinhos (CECS)<br />José Capela (EAAD / Lab2PT) <br />Marta Cordeiro (ESTC / CIEBA)<br />Paulo Morais-Alexandre (ESTC / CIEBA)<br />Sara Franqueira (ESTC / CIEBA)<br />Susana Vidal (ESTC / CIEBA)<br />Teresa Projecto (IPLuso &#8211; UL / CIEBA)<br />Teresa Varela (ESTC / CIEBA)</p>
<p><strong>Contactos</strong></p>
<p><a href="mailto:jornadascenografiaefigurinos@gmail.com">jornadascenografiaefigurinos@gmail.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Revista Convocarte nº 20/21 &#8211; Arte e Povos Indígenas // chamada de trabalhos</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 08:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Open Call]]></category>

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		<description><![CDATA[CHAMADA DE TRABALHOS &#62; ATÉ 26 JUNHO 2026 Prazos de submissão 26 de junho de 2026 – Entrega da proposta inicial (título, resumo e palavras-chave; máx. 1000 carateres s/ espaços) e link para currículo/portefólio. 9 de outubro de 2026 – Entrega do texto completo. Envio – convocarte.belasartes@gmail.com   Manifesto para uma chamada de trabalhos: Arte e Povos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-66636" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_bw.jpg" alt="E_26_bw" width="700" height="450" /><img class="wp-image-333" style="aspect-ratio: 1.3316129032258064; width: 437px; height: auto;" src="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=1024" alt="" width="1024" height="769" data-attachment-id="333" data-permalink="https://convocartebelasartes.wordpress.com/?attachment_id=333" data-orig-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg" data-orig-size="1197,899" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="image" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=300" data-large-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=1024" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_bw.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-66636 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_bw" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_bw.jpg" /></a></p>
<p>CHAMADA DE TRABALHOS &gt; ATÉ 26 JUNHO 2026</p>
<p class="wp-block-paragraph">Prazos de submissão</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><b>26 de junho de 2026</b></strong> – Entrega da proposta inicial (título, resumo e palavras-chave; máx. 1000 carateres s/ espaços) e link para currículo/portefólio.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><b>9 de outubro de 2026</b></strong> – Entrega do texto completo.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><b>Envio</b></strong> – <a href="mailto:convocarte.belasartes@gmail.com">convocarte.belasartes@gmail.com</a></p>
<p class="has-large-font-size wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"> </p>
<p class="has-large-font-size wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"><strong><b>Manifesto para uma chamada de trabalhos: Arte e Povos Indígenas</b></strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Arte.</strong><b> </b>A relação entre arte e povos indígenas não é de abordagem simples. Els Lagrou (2012), num texto programático para a antropologia da arte, em que mensura os impactos da obra de Alfred Gell (2018) na área, fala de uma relação de amor e ódio entre arte e antropologia. Desse modo, pode-se pensar que a conjunção “e” que conecta arte e povos indígena nesta chamada tem função antes adversativa que aditiva. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Povos indígenas.</strong> Coloca-se assim o primeiro problema desta chamada. Arte contra povos indígenas ou povos indígenas contra a arte? Comentando o debate de Manchester (Ingold, 1996) a respeito da “universalidade do conceito de estética/arte”, Lagrou (2012) coloca a pergunta: “existiria uma arte das sociedades contra o Estado?”. Ela faz referência à célebre expressão de Pierre Clastres (2003) que propõe caracterizar a organização política (ou cosmopolítica) dos povos indígenas da América como “sociedades contra o Estado”, em lugar da expressão evolucionista “sociedades sem Estado”. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terra.</strong> Com isso, Clastres (<em>Idem</em>) desloca a questão de como definir “o que é” um povo indígena ou “quem são” os indígenas e a aproxima bem mais da realidade contemporânea em que mais do que peças de museu ecoando o passado de uma única “humanidade” separada definitivamente do cosmos, esses povos apontam para o futuro da política planetária. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cosmofobia.</strong> Deleuze &amp; Guattari (1976), desde o que Clastres (2003) e Lévi-Strauss (1976) haviam aprendido com os ameríndios, redefinem essas sociedades contra o Estado como formação social territorial, destacando a relação intrínseca desses povos com a terra, em contraste com o Estado moderno e sua origem/fundamento cosmofóbica, conforme definição de Nego Bispo (Santos, 2018).</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cosmopolítica.</strong> Se propõe a falar<em> com</em> povos indígenas, para além de falar <em>de</em> ou <em>sobre</em> povos indígenas, e que tais interlocutores se definem por sua relação intrínseca com a terra e essa relação orienta suas práticas de conhecimento, compreende-se que tais interlocutores são todos aqueles modos de existência que falam e fazem território através dessas comunidades e indivíduos humanos. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Antropoceno.</strong> Tanto quanto o pensamento moderno foi transfigurado pelo conceito-problema de Antropoceno, enterrando de vez o século XX com a percepção de que, por fim, “jamais havíamos sido modernos” e fazendo cumprir a persistente profecia de Lévi-Strauss (1976) de que o pensamento mitológico “voltaria a se encontrar” com o pensamento científico, também a arte contemporânea tem sido decisivamente afetada pelas <em>obras-problemas</em> colocadas pela arte indígena contemporânea. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Arte indígena contemporânea.</strong> Correndo todos os riscos prováveis e improváveis, instituições de arte e artistas indígenas reconfiguram o cenário da arte contemporânea. Articulando denúncia e procedimentos que atualizam as práticas de conhecimento indígenas, orientada pela inominável obra <em>A queda do céu</em>, de Davi Kopenawa e Bruce Albert (2015), a arte indígena contemporânea pode ser entendida como uma das primeiras expressões de um “pensamento antropocênico”. Isso porque, como sugeriu Dipesh Chakrabarty (2009), o Antropoceno, antes de ser algo que pudesse ser pensado pelo pensamento tal como o conhecemos, seria um conceito-problema que redefiniria os limites do pensável (e, portanto, do sensível) e a própria natureza do pensamento.   </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>(Amilton Mattos)</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"> </p>
<p class="has-large-font-size wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"><strong><b>Chamada de Trabalhos</b></strong></p>
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img class="wp-image-333 lazy no_lazy_mask" style="aspect-ratio: 1.3316129032258064; width: 437px; height: auto;" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="" width="1024" height="769" data-attachment-id="333" data-permalink="https://convocartebelasartes.wordpress.com/?attachment_id=333" data-orig-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg" data-orig-size="1197,899" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="image" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=300" data-large-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=1024" data-original="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=1024" /><figcaption class="wp-element-caption">Detalhe de pintura corporal de Xinã Yruya, foto por Amilton Mattos.</figcaption></figure>
<p class="wp-block-paragraph">A noção de «Arte», tal como hoje se conhece globalmente, é um recente paradigma ocidental. Depois da criação da ideia de Belas-Artes, com o processo do Renascimento, a consciência da arte e de autonomia da esfera artística é já devida ao século XVIII. Será que podemos falar de arte perante as culturas indígenas? Se há dimensões de artístico como se movem e entendem? Neste sentido, olhar a cultura de um Povo ou Nação indígena pode ser um confronto à própria ideia de «Arte» e aos seus confortos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Qual o fundamento de produções artísticas inscritas no corpo e na paisagem, fundindo-se com eles, criando perturbações às artes da separação entre obra e sujeito, produção e recepção, etc.? Falar de cultura indígena e dos seus artefactos de dimensão artística pode servir de problematização às garantidas noções de «arte», «obra», «autor», etc.. </p>
<p class="wp-block-paragraph">As separações entre artes também se problematizam, visto que há um modo fundacional de relações e fusões entre artes, tradicionalmente separadas no Ocidente. Não se trata de híbrido, que resulta já de um princípio de separação e sua perturbação, mas algo que se funda na não separação. Assim, perante a cultura indígena são as ontologias ocidentais, das obras e dos processos relacionais, além dos valores e trocas simbólicas, entre outras, que se desassossegam. Encontrar essas zonas de inquietação, enquanto estados vacilantes, que interessam não só entender, mas confrontar, é uma das premissas desta chamada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Qualquer tradição recente da Antropologia reconhece que estas culturas não são estanques numa repetição do mesmo, e que, pelo contrário, têm a transformação como centro, em que as práticas rituais de continuidade e sobrevivência cultural têm uma dinâmica própria interna. A repetição do ritual, enquanto prossecução cultural, é fundadora de processos de transformação e é mediante essa repetição que o mesmo e o «novo» se oferecem como prossecução e continuidade cultural.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Convocar a cultura indígena e assumir a própria autenticidade da sua diferença abre uma extensão relacional que relativiza, podendo servir de problematização ao dominante paradigma ocidental. Mais que um ataque a este paradigma dominante, interessa a recusa da sua exclusividade e da autoridade da sua voz, para abrir a escuta do <em>outro</em> a partir do seu lugar, onde os seus artefactos se libertem de vez do paradigma do <em>gabinete de curiosidades</em> que ainda remanescem nos museus etnográficos e antropológicos ocidentalizados. Abordar este tema passa pela procura de uma relação de alteridade enriquecedora, que exorte o vai e vem da diferença como extensão mútua, recusando o olhar unidirecional da curiosidade ou objecto científico, para uma relação equipara e dialogante, onde a experiência e a voz do outro tenha inscrição e seja partilhada. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em geral, as culturas indígenas são de Memória e não de História, de oralidade e não de escrita. São os corpos que suportam e comportam as mediações culturais, que agregam as memórias e as transferem. A cultura como salvaguarda de si é muitas vezes feita a partir desses corpos, com responsabilidades de transferência e continuidade, que é sempre fatal mudança, mas inerente e genuína.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Quando se fala em povos indígenas, há uma natural propensão para estudos focados no eixo Sul global, tendendo a englobar a América central e sul, a África, a Austrália e grande parte do Pacífico, ou ainda partes de Indonésia ou Índia. Mas ela pode ser vista ainda noutros lugares, mesmo que de modo quase arqueológico, em torno de ecos de memórias indígenas massacradas, tal o grau de desaparição ou extinção cultural em vários casos, como no Canadá e, sobretudo, Estados Unidos. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Pensar o papel da arte e da cultura nos povos indígenas passa várias vezes pela sua resistência perante a violência colonial ocidental e global, no que tanto pode ser feito a partir da força da própria <em>sobrevivência</em>, do que muitas vezes são restos resilientes, como da sua regeneração, da sua recuperação de uma situação de quase extinção cultural, retomando autenticidades possíveis que não se reduzam a modos de negócio e <em>neo-turismo exótico.</em> </p>
<p class="wp-block-paragraph">Outra questão é o problema da periferia nas questões culturais ou de política cultural. Não a periferia entre os grandes centros dominantes, que decidem os valores históricos, económicos e simbólicos da arte e da cultura, como a da arte portuguesa perante a de França, Londres ou os Estados Unidos, ou do Brasil perante a arte europeia e norte-americana, ou entre as artes orientais e as ocidentais ou as do Sul e as do Norte, nem sequer dos grandes centros perante as pequenas localidades, mas uma periferia mais radical: a periferia que toca o lugar da diferença obliterada e da sua sobrevivência. Uma periferia que já está muitas vezes <em>de fora</em>, numa espécie de alteridade total. Mas essa é a riqueza da sua <em>voz</em>.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Podemos assim avançar com alguns tópicos de abordagem, sempre com a ressalva que não circunscrevem todas as possibilidades de abordar o tema:</p>
<ul id="block-73b1c95c-6bcd-4999-ab12-0b53a9f536be" class="wp-block-list">
<li><strong>Compreensão conceptual:</strong> As dimensões da noção de «indígena» e as suas especificidades culturais e artísticas.</li>
<li><strong>Lugares do Artístico:</strong> Estudo dos modos e espaços da produção artística nos povos indígenas.</li>
<li><strong>Identidade e Transmissão:</strong> Processos de subjetivação e diálogos culturais </li>
<li><strong>Alteridade e Relativização:</strong> O confronto de diferenças como via para o alargamento das possibilidades da cultura humana.</li>
<li><strong>Sobrevivência e Regeneração:</strong> A produção artística como ato cultural e político de resistência e recuperação face à ameaça de extinção.</li>
<li><strong>Geografias da Arte Indígena:</strong> Análise de diferentes contextos e escalas (do Brasil à Austrália, do Canadá ao Sudeste Asiático).</li>
<li><strong>Descolonização Metodológica:</strong> Revisão de conceitos da antropologia e etnografia em prol de uma deontologia que privilegie a voz do «outro» enquanto sujeito cultural e artístico, e não apenas objeto de estudo.</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"> </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Equipa Convocarte</strong><br />Coordenação geral: Fernando Rosa Dias<br />Co-coordenação (secção francesa): Pascal Krajewski<br />Coordenação executiva: Bruna Lobo e Jamila Pontes</p>
<div class="wp-block-group has-global-padding is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained"> </div>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Coordenação do Dossier temático Arte e Povos Indígenas: </strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Amilton</strong> Pelegrino de <strong>Mattos</strong> é pesquisador e docente na Licenciatura Indígena da Universidade Federal do Acre, UFAC – Campus Floresta. Doutor em Antropologia pelo PPGSA da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, com tese dedicada aos processos de pesquisa de acadêmicos indígenas junto a suas comunidades. <a href="http://lattes.cnpq.br/4467650905915696">http://lattes.cnpq.br/4467650905915696</a></p>
<p class="wp-block-paragraph">Referências utilizadas no «Manifesto para uma chamada de trabalhos: Arte e Povos Indígenas»:</p>
<ul id="block-e7e31bc8-6c75-47d3-a943-2c6f0226e969" class="wp-block-list">
<li>Chakrabarty, Dipesh (2009). The Climate of History: Four Theses. In: <em>Critical inquiry </em>35.2: 197-222.</li>
<li>Clastres, Pierre (2003). A <em>sociedade contra o Estado. </em>São Paulo: Cosac &amp; Naify. </li>
<li>Deleuze, Gilles &amp; Guattari, Felix (1976) <em>O Anti-édipo. Capitalismo e esquizofrenia, </em>Rio de Janeiro: Imago Editora Ltda. </li>
<li>Ingold, Kim (Ed.) (1996). <em>Key debates in Anthropology</em>. London and New York: Routledge.</li>
<li>Gell, Alfred. (2018).<em> Arte e agência: uma teoria antropológica</em>. Trad. Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Unu Editora.</li>
<li>Kopenawa, Davi &amp; Albert, Bruce (2015). <em>A queda do céu: palavras de um xamã yanomami</em>. São Paulo: Companhia das Letras.</li>
<li>Lagrou, E. (2012). Existiria uma arte das sociedades contra o Estado?. <em>Revista De Antropologia</em>, <em>54</em>(2). <a href="https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2011.39645">https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2011.39645</a></li>
<li>Lévi-Strauss, Claude (1976). <em>O pensamento selvagem</em>. São Paulo: CEN. </li>
<li>Santos, Antônio Bispo dos. (2018). Somos da terra. <em>Piseagrama</em>, Belo Horizonte, n.12, p.44-51. <a href="https://piseagrama.org/artigos/somos-da-terra/">https://piseagrama.org/artigos/somos-da-terra/</a></li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--40); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--40);"> </p>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--40); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--40);"><a href="https://convocartebelasartes.wordpress.com/proximo-numero/">+info</a></p>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--40); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--40);"><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/Convocarte-nº-20a.pdf">VERSÃO EM FRANCÊS</a></p>
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		<item>
		<title>Exposição e Seminário O Movimento da Alma na ‘Paixão de Cristo’ de Rafael Bordalo Pinheiro &#124; Museu José Malhoa</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/exposicao-e-seminario-o-movimento-da-alma-na-paixao-de-cristo-de-rafael-bordalo-pinheiro-museu-jose-malhoa/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 09:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[14 MAIO &#62; 30 SETEMBRO 2026 &#124; MUSEU JOSÉ MALHOA, CALDAS DA RAINHA No dia 14 de Maio de 2026, às 10h30, inaugura no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, a exposição de desenho e o seminário intitulados O Movimento da Alma na “Paixão de Cristo” de Rafael Bordalo Pinheiro &#8211; Entre desenhos e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="aligncenter size-full wp-image-67335" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo.jpg" alt="E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo" width="700" height="450" /></noscript><p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-67335 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_MovimentoAlmaPaixaoCristo.jpg" />14 MAIO &gt; 30 SETEMBRO 2026 | MUSEU JOSÉ MALHOA, CALDAS DA RAINHA</p>
<p>No dia 14 de Maio de 2026, às 10h30, inaugura no <a href="https://www.museusemonumentos.pt/pt/agenda/exposicao-e-seminario-o-movimento-da-alma-na-paixao-de-cristo-de-rafael-bordalo-pinheiro" target="_blank">Museu José Malhoa</a>, nas Caldas da Rainha, a exposição de desenho e o seminário intitulados O Movimento da Alma na “Paixão de Cristo” de Rafael Bordalo Pinheiro &#8211; Entre desenhos e reflexões. A exposição ficará patente até 30 setembro.</p>
<p>A exposição apresenta os desenhos produzidos durante a residência e, no dia da abertura, decorre um seminário dedicado ao debate e à reflexão crítica sobre a obra de Bordalo Pinheiro, os museus e as suas possibilidades contemporâneas.</p>
<p>O seminário contará com investigadores e profissionais como Artur Ramos, Luís Jorge Gonçalves, João Alpuim Botelho, Dora Mendes, Marta Galvão Lucas, entre outros convidados.</p>
<p>O público é convidado a participar neste diálogo sobre património, criação e pensamento artístico atual.</p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/05/E_26_PROGRAMA-Bordalo-Programa-Seminário-1.pdf" target="_blank">PROGRAMA</a></p>
<p>Acesso gratuito. </p>
<p>Este evento é uma organização do:</p>
<p>Museu José Malhoa/Museus e Monumentos de Portugal<br />Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa/ VICARTE Vidro e cerâmica para as artes/ CIEBA, Centro de Investigação e de Estudo em Belas-Artes<br />Universidade Federal de Rio Grande do Norte/ Grupo de Pesquisa de Género, Políticas Públicas e Sociedade </p>
<hr />
<p>Quando Rafael Bordalo Pinheiro, entre 1887 e 1899, criou a Paixão de Cristo, para as capelas da Via Sacra da Mata do Buçaco, por encomenda do governo português, através do Ministro Emidio Navarro, estava a retomar uma tradição da arte ocidental sobre a dramatização da vida de Jesus, em esculturas policromadas de terracota.</p>
<p>Previam-se 86 esculturas de escala natural, com 12 Passos da Paixão. Por diferentes dificuldades, o projeto inicial não foi concluído, tendo chegado aos nossos dias as seguintes cenas: Jesus no Horto, Traição de Judas, Passagem do Cedron; Jesus em casa de Anás; Jesus na casa de Caifás; Jesus perante Pilatos; Jesus perante Herodes; Pilatos lavando as mãos e Jesus a Caminho do Calvário.</p>
<p>Na atualidade encontra-se no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, cidade onde Rafael Bordalo Pinheiro localizava a sua fábrica de cerâmica. Trata-se do seu projeto mais ambicioso, que nos demonstra as suas capacidades como artista. Através das esculturas observamos dramatismo, expressão e uma plasticidade muito bem explorada, que nos conduz ao sublime. Tinham passados os tempos do dramatismo do Barroco, onde se explorava com emoção os Passos da Paixão, através das vias sacras, em esculturas que podemos examinar no Bom Jesus do Monte, em Braga, na Serra do Pilar, na Póvoa de Lanhoso, ou em Congonhas, em Minas Gerais, no Brasil. No entanto, Rafael Bordalo Pinheiro explorou, na terracota, o dramatismo através dos rostos, dos corpos, das panejamentos e das cores.</p>
<p>A diversidade das cenas é um desafio para o desenho que foi proposto a alunos de desta disciplina da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Estes desenhos, executados a partir dos originais e no próprio espaço do Museu José Malhoa, constituem dez aproximações individuais à obra de Rafael Bordalo Pinheiro A Paixão de Cristo. A diversidade fisionómica aliada à modelação ligeiramente inacabada das esculturas é o cruzamento de interpretações ilimitadas à reconstrução e à reinvenção das figuras. Todos os dez artistas convidados abordaram a obra segundo múltiplos pontos de vista e não só no sentido literal. Cada uma das aproximações reconstrói o espaço, cria contextos, reinventa as personagens, acentua expressões e idealiza visões e fisionomias. O desenho, associado vulgarmente ao essencial acaba por aliar o rigor da forma com a agradabilidade da cor, para nos surpreender com o potencial da obra de Rafael. Na verdade, estas sessões desenvolvidas no museu constituem momentos únicos de observação, análise, descoberta e conhecimento sem paralelo graças ao contacto direto e natural com as obras de arte. Estes desenhos são a celebração desses momentos.  </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>VI Congreso Ibero-americano &#8211; Investigações em Conservação do Património (ICP 2026)</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/vi-congreso-ibero-americano-investigacoes-em-conservacao-do-patrimonio/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 08:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Indefinido]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; 7, 8 E 9 OUTUBRO 2026 &#124; FACULTAD DE BELLAS ARTES, UNIVERSIDAD COMPLUTENSE DE MADRID Sobre o evento A VI edição do Congresso Ibero-Americano &#8220;Investigação em Conservação do Património&#8221; terá lugar entre 7 e 9 de outubro de 2026, presencialmente e online, na Faculdade de Belas Artes da Universidade Complutense de Madrid, sob o tema &#8220;Património em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-66503" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_ConfIBERO.jpg" alt="E_26_ConfIBERO" width="700" height="450" /></noscript><p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_ConfIBERO.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-66503 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_ConfIBERO" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_ConfIBERO.jpg" /></a></p>
<p>7, 8 E 9 OUTUBRO 2026 | FACULTAD DE BELLAS ARTES, UNIVERSIDAD COMPLUTENSE DE MADRID</p>
<p><strong>Sobre o evento</strong></p>
<p>A <a href="https://sites.google.com/view/congresso-ibero-americano-icp/inicio">VI edição do Congresso Ibero-Americano &#8220;Investigação em Conservação do Património&#8221;</a> terá lugar entre 7 e 9 de outubro de 2026, presencialmente e online, na Faculdade de Belas Artes da Universidade Complutense de Madrid, sob o tema &#8220;Património em risco. Desafios e soluções&#8221;.</p>
<p>É o resultado de uma colaboração entre investigadores da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e da Faculdade de Belas Artes da Universidade Complutense de Madrid com o Grupo Espanhol do IIC.</p>
<p><strong>Apresentação do tema</strong></p>
<p>No contexto contemporâneo, o património cultural enfrenta desafios complexos, decorrentes de transformações sociais, ambientais, tecnológicas e políticas. O evento propõe uma abordagem integrada, reconhecendo o património como um recurso vivo e vulnerável, sujeito a riscos naturais e antropogénicos, mas também portador de resiliência social e cultural.</p>
<p>Os conceitos de risco, vulnerabilidade e resiliência são reconsiderados a partir de perspetivas multidisciplinares, incorporando ética, sociologia, antropologia, filosofia e ciência. O impacto das alterações climáticas e das ameaças naturais reforça a necessidade de estratégias de mitigação e adaptação, enquanto a preservação do património imaterial valoriza os conhecimentos locais e a continuidade intergeracional das práticas culturais.</p>
<p>O evento inclui como temas os planos de salvaguarda, a análise de ameaças de origem antropogénica e o uso de tecnologias avançadas, GIS, drones, sensores ou inteligência artificial, para melhorar a gestão de risco e a tomada de decisões. A educação e a formação interdisciplinar são consideradas essenciais para capacitar os profissionais diante de cenários complexos e incertos.</p>
<p>O objetivo final deste evento é fortalecer o conhecimento existente sobre formas e estratégias de proteção, adaptação e resiliência do património, garantindo a sua sustentabilidade social, institucional e ambiental.</p>
<p><strong>Prazos</strong></p>
<p><strong>Chamada de trabalhos:</strong> até 1 de julho de 2026<br /><strong>Data de comunicação das propostas admitidas:</strong> 30 de julho de 2026</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações consultar o <a href="https://sites.google.com/view/congresso-ibero-americano-icp/inicio">website do evento</a>.</p>
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		</item>
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		<title>JOSÉ DIAS SANCHO &#8211; CARICATURA E HUMOR. Exposição Museu Bordalo Pinheiro</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2026 09:59:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[©Museu Bordalo Pinheiro 29 ABRIL &#62; 31 MAIO 2026 &#124; MUSEU BORDALO PINHEIRO  &#160; No próximo dia 29 de abril, pelas 18h30, o Museu Bordalo Pinheiro inaugura a exposição JOSÉ DIAS SANCHO – CARICATURA E HUMOR. A partir de projeto de mestrado de Joana Galrão, defendido na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, no âmbito do Mestrado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67128" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_2026_MuseuBordaloPinheiro.png.jpg" alt="E_2026_MuseuBordaloPinheiro.png" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_2026_MuseuBordaloPinheiro.png.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67128 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_MuseuBordaloPinheiro.png" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_2026_MuseuBordaloPinheiro.png.jpg" /><br /></a></p>
<p>©Museu Bordalo Pinheiro</p>
<p>29 ABRIL &gt; 31 MAIO 2026 | MUSEU BORDALO PINHEIRO </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No próximo dia <strong>29 de abril</strong>, pelas <strong>18h30</strong>, o Museu Bordalo Pinheiro inaugura a exposição <strong>JOSÉ DIAS SANCHO – CARICATURA E HUMOR.</strong></p>
<p>A partir de <a href="https://repositorio.ulisboa.pt/entities/publication/023e6efe-3200-40bb-8375-a465f92983a5" target="_blank">projeto de mestrado</a> de Joana Galrão, defendido na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, no âmbito do Mestrado de Crítica, Curadoria e Teorias de Arte, esta exposição tem a curadoria do Prof. Fernando Rosa Dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta exposição pretende apresentar as facetas de caricaturista e humorista de José Dias Sancho (1898-1929), figura polifacetada, polémica e dinâmica, mas ainda esquecida da história do Modernismo português. Com protagonismo em várias atividades, foi advogado, poeta, escritor, publicista, autor e dinamizador, tendo criado a primeira empresa cinematográfica do Algarve. A sua morte precoce, sem completar 31 anos, contribuiu para o fim do tempo de ouro do Modernismo Algarvio, diligente durante a Primeira República.</p>
<p>Depois da exposição «Regionalismo e Modernismo» no Museu Municipal de Faro, centrado em diálogos de José Dias Sancho com outras figuras do Modernismo, esta exposição no Museu Bordalo Pinheiro destaca a sua atividade de caricaturista e de humorista, da imagem ao texto, tal como o seu gosto por causas e polémicas, e ainda algum foco nas relações que estabeleceu com os modernistas de Lisboa. A exposição seguirá depois para São Brás de Alportel, como um «Regresso à Terra» Natal.</p>
<p>In <a href="https://museubordalopinheiro.pt/expo/jose-dias-sancho/">https://museubordalopinheiro.pt/expo/jose-dias-sancho/</a></p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_2026_MuseuBordaloPinheiro.png.jpg"> </a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>IV Encontro “Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património” — inscrições abertas</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/iv-encontro-acessibilidade-e-inclusao-na-arte-e-no-patrimonio-inscricoes-abertas/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 09:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[22 &#62; 23 MAIO 2026 I AUDITÓRIO DO MUSEU NACIONAL DOS COCHES &#160; Apresentação do evento:  O Encontro de Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património teve início em 2021, enquanto sessão do Ciclo de Conferências “Encontros no Largo das Belas-Artes”.  No ano seguinte, o projeto desenvolveu-se de forma independente. A segunda edição realizou-se em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67124" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_2026_Acessibilidades.jpg" alt="E_2026_Acessibilidades" width="698" height="446" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_2026_Acessibilidades.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67124 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_Acessibilidades" width="698" height="446" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_2026_Acessibilidades.jpg" /></a></p>
<p>22 &gt; 23 MAIO 2026 I AUDITÓRIO DO MUSEU NACIONAL DOS COCHES</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apresentação do evento: </p>
<p>O Encontro de Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património teve início em 2021, enquanto sessão do Ciclo de Conferências “Encontros no Largo das Belas-Artes”. </p>
<p>No ano seguinte, o projeto desenvolveu-se de forma independente. A segunda edição realizou-se em junho de 2022, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), resultando de uma parceria entre esta instituição e o Museu da Farmácia de Lisboa. Este evento foi distinguido com uma menção honrosa nos Prémios APOM 2023, atribuída pela Associação Portuguesa de Museologia (APOM), na categoria de Investigação e Difusão Científica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A terceira edição ocorreu nos dias 14 e 15 de junho de 2024 sendo uma iniciativa da FBAUL e do Museu da Farmácia de Lisboa, contando também com a parceria da Associação Bengala Mágica e da Pró-Inclusão. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2026, o 4º Encontro de Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património será uma iniciativa da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e do Museu Nacional dos Coches. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O principal objetivo é promover um espaço de debate sobre a acessibilidade e a inclusão nos museus e património cultural, procurando igualmente aproximar os intervenientes e criar ligações entre públicos, associações de acessibilidade e entidades dedicadas à divulgação do património. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://sites.google.com/view/acess-inclusao-arte-patrimonio/programa" target="_blank">PROGRAMA </a></p>
<p><a href="https://sites.google.com/view/acess-inclusao-arte-patrimonio/inscri%C3%A7%C3%B5es?authuser=0" target="_blank">INSCRIÇÕES </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais informações no<a href="https://sites.google.com/view/acess-inclusao-arte-patrimonio/sobre-o-evento" target="_blank"> website  </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrelaçar &#8211; Investigações em Património // 7 e 8 de maio</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/entrelacar-investigacoes-em-patrimonio-7-e-8-de-maio/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2026 09:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>

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		<description><![CDATA[7 e 8 de MAIO 2026 &#62; AUDITÓRIO DA CASA DOS BICOS – FUNDAÇÃO JOSÉ SARAMAGO Nos dias 7 e 8 de maio de 2026 realizar-se-á a 3ª edição do Encontro Entrelaçar &#8211; Investigações em Património Cultural, uma colaboração entre a Faculdade de Belas-Artes e a Casa dos Bicos – Fundação José Saramago. Este evento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-66917" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/3ªEDIÇÃO_SITE-FBAUL.jpg.jpeg" alt="3ªEDIÇÃO_SITE FBAUL.jpg" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/3ªEDIÇÃO_SITE-FBAUL.jpg.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-66917 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="3ªEDIÇÃO_SITE FBAUL.jpg" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/3ªEDIÇÃO_SITE-FBAUL.jpg.jpeg" /></a></p>
<p>7 e 8 de MAIO 2026 &gt; AUDITÓRIO DA CASA DOS BICOS – FUNDAÇÃO JOSÉ SARAMAGO</p>
<p>Nos dias 7 e 8 de maio de 2026 realizar-se-á a 3ª edição do Encontro Entrelaçar &#8211; Investigações em Património Cultural, uma colaboração entre a Faculdade de Belas-Artes e a Casa dos Bicos – Fundação José Saramago.</p>
<p>Este evento visa promover o estreitamento das relações entre antigos, atuais e futuros alunos dos mestrados em Conservação de Arte Moderna e Contemporânea e em Museologia e Museografia da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, criando um espaço de partilha e reflexão sobre as práticas e os desafios atuais nas respetivas áreas de investigação. Além disso, o evento permitirá a apresentação de projetos desenvolvidos por antigos e atuais alunos, assim como a partilha de novas propostas, fomentando o diálogo e a colaboração entre todos os envolvidos.</p>
<p>O evento terá lugar de forma exclusivamente presencial, no Auditório Casa dos Bicos – Fundação José Saramago</p>
<p>As comunicações são de 10 minutos, seguidas de perguntas após concluída as apresentações do painel.</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Contactos</strong></p>
<p><a href="mailto:entrelacar.evento@gmail.com">entrelacar.evento@gmail.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Comissão organizadora</strong></p>
<p>Ana Bailão</p>
<p>Ana Carolina Carvalho</p>
<p>Eduardo Rovisco</p>
<p>Filipa Lopes</p>
<p>Henrique Costa</p>
<p>Margarida Boavida</p>
<p>Micaela Mazel</p>
<p>Rita Monteiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Comissão técnica</strong></p>
<p>Carolina Ganchas</p>
<p>Mafalda Ferreira</p>
<p>José Guerra</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Comissão científica</strong></p>
<p>Eduardo Duarte</p>
<p>Elsa Pinho</p>
<p>Frederico Henriques</p>
<p>José Carlos Pereira</p>
<p>Marta Manso</p>
<p>Teresa Lousa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Inscrição</strong></p>
<p>O evento é gratuito, contudo é necessária inscrição que deverá ser realizada através do <a href="https://docs.google.com/forms/d/1asZrXLEdyG8mLrCNSNDS92_lAWSehTdeFSs947EJayg/edit">seguinte formulário</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>+INFO [website / instagram]</strong></p>
<p>Website: <a href="https://sites.google.com/view/entrelacarevento/home">https://sites.google.com/view/entrelacarevento/home</a></p>
<p>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/entrelacar.evento/">@entrelacar.evento</a></p>
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		<title>workshop Farmácia do século xviii na ponta dos dedos</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 09:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos & Workshops]]></category>
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		<description><![CDATA[13 ABRIL 2026 &#124; Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Heritage Lab [Sala 3.63] &#160; Apresentação   E se pudéssemos visitar uma farmácia do século XVIII… sem usar a visão? Este workshop convida o público a explorar o património de forma sensorial, através do toque e da descoberta ativa.A partir de uma maquete especialmente concebida, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-66722" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_2026_FARMÁCIA-SEC-XVIII.jpg" alt="E_2026_FARMÁCIA-SEC-XVIII" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_2026_FARMÁCIA-SEC-XVIII.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-66722 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_FARMÁCIA-SEC-XVIII" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/04/E_2026_FARMÁCIA-SEC-XVIII.jpg" /></a></p>
<p>13 ABRIL 2026 | Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Heritage Lab [Sala 3.63]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Apresentação  </strong></p>
<p>E se pudéssemos visitar uma farmácia do século XVIII… sem usar a visão? <br />Este workshop convida o público a explorar o património de forma sensorial, através do toque e da descoberta ativa.<br />A partir de uma maquete especialmente concebida, os participantes são desafiados a conhecer os materiais, formas e detalhes de uma antiga farmácia, em exposição no Museu da Farmácia de Lisboa, numa experiência que privilegia outros sentidos e promove uma nova forma de relação com o património.<br />Mais do que uma visita, esta é uma experiência imersiva que questiona como vemos, e sentimos os espaços culturais, abrindo caminho a práticas mais acessíveis e inclusivas para todos.</p>
<p><strong>Data:</strong> 13 de abril de 2026</p>
<p><strong>Horários:<br /></strong>  1ª sessão: 10h00 – 12h00<br />  2ª sessão: 14h00 – 16h00</p>
<p><strong>Modalidade</strong>: presencial, com a combinação de demonstrações e componente prática.</p>
<p><strong>Vagas</strong>: 7 participantes por sessão</p>
<p><strong>Público-alvo:</strong> Atividade aberta a todos os públicos. </p>
<p><strong>Inscrição:</strong> O evento é gratuito, mas a inscrição é obrigatória e deverá ser feita até 10 de abril de 2026, às 17:00H.</p>
<p><strong>E-mail de contacto/inscrição</strong>: heritagelab@office365.ulisboa.pt</p>
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		<title>Palestra “Da terra ao fundo do mar: os desafios da conservação do património arqueológico”</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 16:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sabido]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[25 de MARÇO &#62; 10H30 I GRANDE AUDITÓRIO  &#160; Palestra “Da terra ao fundo do mar: os desafios da conservação do património arqueológico” com o conservador-restaurador Cláudio Monteiro. Esta palestra, promovida pelo Heritage Lab, abordará os principais desafios e metodologias na conservação de bens arqueológicos provenientes de contextos terrestres e subaquáticos. &#160; Entrada livre, sujeita à lotação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-66672" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_2026_Da-terra-ao-fundo-do-mar.jpg" alt="E_2026_Da terra ao fundo do mar" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_2026_Da-terra-ao-fundo-do-mar.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-66672 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_Da terra ao fundo do mar" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_2026_Da-terra-ao-fundo-do-mar.jpg" /></a></p>
<p><strong>25 de MARÇO &gt; 10H30 I GRANDE AUDITÓRIO </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Palestra “Da terra ao fundo do mar: os desafios da conservação do património arqueológico” com o conservador-restaurador Cláudio Monteiro.</p>
<p>Esta palestra, promovida pelo Heritage Lab, abordará os principais desafios e metodologias na conservação de bens arqueológicos provenientes de contextos terrestres e subaquáticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entrada livre, sujeita à lotação da sala.</p>
<p>Este evento sé passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
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		<title>D. Joana de Áustria: as Mulheres de Habsburgo e a criação de cortes conventuais como resistência política</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 11:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>

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		<description><![CDATA[7 MARÇO 2026 &#124; CASA DOS PATUDOS Realiza-se, a 7 março de 2026, no auditório da Casa dos Patudos em Alpiarça, pelas 15h30, a apresentação da comunicação D. Joana de Áustria: as Mulheres de Habsburgo e a criação de cortes conventuais como resistência política. AutoresFernando Baptista Pereira (CIEBA)Pedro Manuel Pereira da Silva Tavares (CHAIA) A Princesa [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-66148" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/02/E_26_DJoanaAustria.jpg" alt="E_26_DJoanaAustria" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/02/E_26_DJoanaAustria.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-66148 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_DJoanaAustria" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/02/E_26_DJoanaAustria.jpg" /></a></p>
<p>7 MARÇO 2026 | CASA DOS PATUDOS</p>
<p>Realiza-se, a 7 março de 2026, no auditório da Casa dos Patudos em Alpiarça, pelas 15h30, a apresentação da comunicação <em>D. Joana de Áustria: as Mulheres de Habsburgo e a criação de cortes conventuais como resistência política.</em></p>
<p><strong>Autores</strong><br />Fernando Baptista Pereira (CIEBA)<br />Pedro Manuel Pereira da Silva Tavares (CHAIA)</p>
<p>A Princesa de Portugal D. Joana de Áustria (1535-1573) criou um sistema político-religioso que, influenciou as gerações futuras das Mulheres Habsburgo. O triunvirato de clarissas, jesuítas e Mulheres da Casa de Áustria, no seio da monarquia hispânica, teve origem ao fundar o Mosteiro das Descalças Reais, um espaço seguro onde podiam influenciar a política do Império. No atual <em>Salon de Reyes</em>, onde recebiam dignatários, embaixadores, familiares e sobretudo o Rei, criaram durante séculos uma importante coleção de retratos oficiais (a segunda maior da península Ibérica) entre os quais, possivelmente, o retrato Joana de Castela (Coleção José Relvas).<br />A pintura que apresentamos é o único retrato oficial da mãe do Rei D. Sebastião em Portugal e, integra a exposição permanente da Casa dos Patudos (Museu de Alpiarça). O retrato encontra-se parcamente estudado, suscitando diversas questões sobre o seu historial que iremos abordar.</p>
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