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	<title>faculdade de belas-artes da universidade de lisboa</title>
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	<description>faculdade de belas-artes da universidade de lisboa</description>
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		<title>pós-graduação em discursos da fotografia contemporânea</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-Graduações]]></category>

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		<description><![CDATA[1ª FASE DE CANDIDATURAS &#8211; 22 JUNHO &#62; 13 JULHO 2026 A partir de 22 de junho de 2026 estão abertas as candidaturas para a 1ª fase, até 13 de julho de 2026. 1ª fase de candidatura  Candidatura &#62;   22 de junho a 13 de julho de 2026 Publicação dos resultados &#62; a partir de 27 de julho de 2026Matrícula [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67766" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_PGdiscursosFOTOGRAFIA.jpg" alt="E_26_PGdiscursosFOTOGRAFIA" width="1458" height="938" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-67766 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_PGdiscursosFOTOGRAFIA" width="1458" height="938" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_PGdiscursosFOTOGRAFIA.jpg" /></p>
<p>1ª FASE DE CANDIDATURAS &#8211; 22 JUNHO &gt; 13 JULHO 2026</p>
<p>A partir de 22 de junho de 2026 estão abertas as candidaturas para a 1ª fase, até 13 de julho de 2026.</p>
<p><strong style="font-weight: bold;">1ª fase de candidatura </strong></p>
<p><strong style="font-weight: bold;">Candidatura &gt;   22 de junho a 13 de julho de 2026</strong></p>
<p>Publicação dos resultados &gt; a partir de 27 de julho de 2026<em><br /></em>Matrícula e inscrição dos candidatos colocados &gt; no prazo de 5 dias após notificação das instruções de matrícula e inscrição.</p>
<p><strong style="font-weight: bold;">2.ª fase de candidaturas</strong></p>
<p>A 2.ª fase de candidaturas apenas será disponibilizada nos cursos que apresentem vagas sobrantes da 1ª fase de candidaturas.<br />A informação sobre vagas para a 2.ª fase de candidaturas será colocada nesta página.</p>
<p><strong style="font-weight: bold;">Candidatura &gt; 05 <strong style="font-weight: bold;">de agosto a 19 de agosto de 2026</strong></strong><br />Publicação dos resultados &gt; a partir de 7 de setembro de 2026<br />Matrícula e inscrição dos candidatos colocados &gt; no prazo de 5 dias após notificação das instruções de matrícula e inscrição</p>
<p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/candidaturas/pos-graduacoes/" target="_blank">+INFO</a></p>
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		<title>tolerance poster show: talk</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[15 JULHO 2026 &#62; 17H00 I AUDITÓRIO DO MUDE Perante a exibição, em vários locais de Lisboa, da TOLERANCE POSTER SHOW no âmbito do Tolerance Project Inc. — uma iniciativa internacional e itinerante de design e arte criada em 2017 pelo designer Mirko Ilić — deve-se entender este momento de diálogo (TALK) como um território [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68053" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_TOLERANCE-TALK.jpg" alt="E_26_TOLERANCE TALK" width="701" height="451" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-68053 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_TOLERANCE TALK" width="701" height="451" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_TOLERANCE-TALK.jpg" /></p>
<h6>15 JULHO 2026 &gt; 17H00 I AUDITÓRIO DO MUDE</h6>
<p>Perante a exibição, em vários locais de Lisboa, da TOLERANCE POSTER SHOW no âmbito do Tolerance Project Inc. — uma iniciativa internacional e itinerante de design e arte criada em 2017 pelo designer Mirko Ilić — deve-se entender este momento de diálogo (TALK) como um território de negociação entre diferenças. Entre outros aspetos, extrai-se do que sabemos que a tolerância social e política constitui um fator determinante no desenvolvimento projetual em design, influenciando tanto os processos criativos como as decisões éticas, comunicacionais e funcionais dos designers.</p>
<p>Num contexto marcado por crescente polarização, diversidade cultural e disputas em torno da representação, o design deixa de ser entendido apenas como uma prática técnica ou estética, passando a assumir um papel activo na mediação entre diferentes valores, identidades e expetativas sociais.</p>
<p>Este debate procura refletir sobre o modo como os designers são afetados por questões de tolerância no exercício da sua atividade, nomeadamente na definição de públicos, na escolha de linguagens visuais, na inclusão de minorias, na negociação com clientes e instituições e na antecipação de possíveis reações sociais ou políticas aos seus projetos.</p>
<p><strong>Participantes na mesa-redonda:</strong><br />Tiago Krusse<br />Pedro Neto<br />Sílvia Matias<br />Ana Lia Santos<br />Jorge Silva </p>
<p><strong>Organizadores:</strong><br />Ana Thudichum Vasconcelos<br />Bárbara Coutinho<br />Sofia Águas<br />Sónia Rafael<br />Victor M Almeida </p>
<p><strong>Iniciativa:</strong><br />CIEba / FBAUL<br />MUDE</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bios dos palestrantes:</strong></p>
<p><strong>Tiago Krusse</strong>, 54 anos, Lisboa<br />Tiago Krusse é jornalista profissional há mais de 30 anos e dirige a DESIGN MAGAZINE, sediada em Lisboa — um portal de notícias focado em design, arquitectura e indústrias culturais e criativas. Paralelamente dedicada-se a diversas iniciativas relacionadas ao design e à difusão da cultura do design, tanto em Portugal como no estrangeiro. Foi director do escritório de representação do iF International Forum Design em Portugal, embaixador em Portugal da iniciativa &#8220;Design For Europe&#8221; (projecto co-financiado pela União Europeia) e Director de Comunicação da Associação Nacional de Designers de Portugal. Tem integrado, como júri, competições internacionais de design, como o iF Design Award (Alemanha), o Brazil Design Award (Brasil), o DuPont International Design Competition (Suíça), o Reciprocity Design Liège Les Nouveaux Objets (Bélgica) e o Buildner Architecture Competitions + ArchDaily (multinacional). É convidado para participar em simpósios e bienais internacionais ligadas às indústrias culturais e criativas. Em todos os seus trabalhos e actividades, coloca o foco na valorização do bom design e o desempenho activo na disseminação da cultura do design. Cursou Ciências da Comunicação, na Universidade Independente, em Lisboa, na variante de Jornalismo tendo completado o último semestre do 4.º ano no Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalista onde efectuou os módulos de Imprensa, Rádio e Televisão. Nos últimos anos tem dedicado trabalho relacionado à neurociência e as suas aplicações nos campos do design e da arquitectura.  </p>
<p><strong>Pedro F. Neto</strong> (Tomar, 1984) arquitecto, antropólogo e cineasta.<br />É arquitecto pela FAUP (2009) e doutorado em Antropologia (EHESS, Paris/ISCTE-IUL). Actualmente é professor e investigador no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa). O seu trabalho explora o fenómeno do deslocamento forçado — devido a conflitos, violência, projectos de desenvolvimento, extractivismo, e/ou alterações climáticas. Conduziu pesquisa em Angola, Zâmbia, Moçambique, Guiné-Bissau, Senegal e Portugal.  Como consultor, trabalhou para o PNUD, PBF, Interpeace, Camões IP, IMVF, TESE, entre outros.Como cineasta, é autor de vários obras apresentadas e reconhecidas a nível internacional, Equadro (2026), Abissal (2025), Guadiana in Four Movements (2025), WIthering Refuge (2024), YOON (2021), entre outros.</p>
<p><strong>Silvia Matias</strong> é designer e diretora criativa, fundadora do NON—OFF Studio, em Lisboa. Foi distinguida pelo Type Directors Club de Nova Iorque em 2022 e 2024, reconhecida pelo ADC New York e nomeada Designer do Ano pelo Clube da Criatividade de Portugal em 2023. Colaborou com estúdios como FABRICA Research Centre, FOLCH, VHILS Studio e PENTAGRAM. É professora convidada na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e cofundadora do programa WOMEN MAKERS, em Milão. Tem apresentado o seu trabalho internacionalmente, e a sua mais recente instalação foi exposta no MUDE – Museu do Design e da Moda. </p>
<p><strong>Ana Lia Santos</strong> é licenciada em Design de Equipamento e Mestre em Design pela FBAUL, desenvolve actualmente o seu doutoramento, é investigadora no CIEBA e professora convidada. O seu percurso é pautado por trabalho em diversas áreas: iniciou a ilustração na Galeria Monumental na década de 90, passando depois para publicidade pela mão do fotografo Pedro Miguel Frade. Trabalhou com o Arquitecto Miguel Arruda, de quem foi aluna, entre 90 e 97, tendo depois assumido a direção de projecto da Classificado &#8211; Photobition PLC (UK) durante a Expo98. Vota à publicidade entre 2000 e 2005, trabalhando com a Comuniquê (UK), Abrinicio, 37 Design e JWT. Em 2004 é convidada para dar aulas na FBAUL, introduzindo a cadeira de Design Management. Paralelamente cria a Deslink Design, o DDlab e a &#8216;meiada design studio&#8217;  onde assume o papel de Chief designer e o trabalho flui entre o design de equipamento, comunicação, interiores, cenografia, arquitectura, publicidade, direcção criativa, edição de moda, coordenação e curadoria de exposições, gestão do design e consultoria. É afiliada da ADCE &#8211; Art Directors Club of Europe e do CCP clube criativos portugal. Desde 2023, a convite de Michele Fajtmann passa a integrar o conselho Consultivo da Lisbon Design Week.</p>
<p><strong>Jorge Silva</strong> (Lisboa, 1958) é designer de comunicação, especializado em design editorial e direção de arte. Foi diretor de arte dos jornais Combate, O Independente e dos suplementos Y e Mil Folhas do Público, distinguido com vários prémios da SND. Fundou o estúdio Silvadesigners em 2001, criando a identidade de numerosas marcas culturais, incluindo a icónica sardinha de Lisboa (2003). Foi diretor de arte do Grupo Leya e consultor da Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Leciona na Faculdade de Belas Artes do Porto e é membro da AGI – Alliance Graphique Internationale desde 2012.</p>
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		<title>Minimalistic vence Red Dot Design Award</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Prémios]]></category>

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		<description><![CDATA[RED DOT DESIGN AWARD 2026 Minimalistic, com design desenvolvido pela INNGAGE vence o Red Dot Design Award 2026. André Gouveia, Professor da FBAUL, é o fundador e o diretor criativo da INNGAGE. Três prémios internacionais de referência para um produto concebido, desenvolvido e produzido em Portugal. Depois do IF Design Award e do German Design Award, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68083" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_puxadoresPREMIO.jpg" alt="E_26_puxadoresPREMIO" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_puxadoresPREMIO.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-68083 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_puxadoresPREMIO" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_puxadoresPREMIO.jpg" /></a></p>
<p>RED DOT DESIGN AWARD 2026</p>
<div class="xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs x126k92a">
<div dir="auto" style="text-align: start;"><a href="https://www.red-dot.org/project/minimalistic-87353?fbclid=IwY2xjawTBvDpleHRuA2FlbQIxMABicmlkETF3cVZ0NTkyVEd3OGo3c3hnc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHhzYeCFU_FFLYK_1sED4dNuqs60W5vYdy9XhpZ6CDCpVvyqmR-9m5KyNMvXO_aem_i3nkxhHz5BOepHqo7g-Lfw">Minimalistic</a>, com design desenvolvido pela INNGAGE vence o Red Dot Design Award 2026. André Gouveia, Professor da FBAUL, é o fundador e o diretor criativo da INNGAGE.</div>
<div dir="auto" style="text-align: start;">Três prémios internacionais de referência para um produto concebido, desenvolvido e produzido em Portugal. Depois do IF Design Award e do German Design Award, já este ano, chega agora a vez do Red Dot Design Award atribuído ao puxador desenvolvido pela INNGAGE para a Alualpha.</div>
<div dir="auto" style="text-align: start;"> </div>
</div>
<div class="x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto" style="text-align: start;">A <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rDwlfa6HD8w&amp;fbclid=IwY2xjawTBvBpleHRuA2FlbQIxMABicmlkETF3cVZ0NTkyVEd3OGo3c3hnc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHkp99LBjRYzGg0axolh2w8STCd_uc0paPIxAXIk_xAUh6IBQ7Zztbl3xknuH_aem_QZkfX9bhSMg-1JxiND3s3w">Red Dot Gala</a> realizou-se no dia 7 de julho, no Aalto Theater em Essen, para apresentar os vencedores do Red Dot Award.</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://construir.pt/2026/06/15/red-dot-design-award-2026-atribuido-ao-minimalistic?fbclid=IwY2xjawTBvFVleHRuA2FlbQIxMABicmlkETF3cVZ0NTkyVEd3OGo3c3hnc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHkKcgdrRbjqNVYddPtQgSdi55y5aUHJSNm8Z34P8rBpvAFms-n_tOy3YB53E_aem_KAcT7G6rbdqA17WYO7oLzQ"><span class="x193iq5w xeuugli x13faqbe x1vvkbs x1xmvt09 x1lliihq x1s928wv xhkezso x1gmr53x x1cpjm7i x1fgarty x1943h6x xudqn12 x3x7a5m x6prxxf xvq8zen xo1l8bm xzsf02u x1yc453h" dir="auto">+info</span></a></p>
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		<title>tolerance project</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[17 JUNHO &#62; 15 JULHO 2026 I CHIADO E BAIXA LISBOA O Tolerance Project [Projeto Tolerância] é uma iniciativa internacional de design dedicada à promoção da tolerância, da inclusão e do diálogo através do cartaz. Criado em 2017, pelo designer Mirko Ilić, o projeto reúne artistas e designers de diversos países, convidados a interpretar graficamente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67779" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_PosterShow.jpg" alt="E_26_PosterShow" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-67779 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_PosterShow" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_PosterShow.jpg" /></p>
<h6>17 JUNHO &gt; 15 JULHO 2026 I CHIADO E BAIXA LISBOA</h6>
<p><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">O <em><strong>Tolerance Project [Projeto Tolerância]</strong> </em>é uma iniciativa internacional de design dedicada à promoção da tolerância, da inclusão e do diálogo através do cartaz. Criado em 2017, pelo designer Mirko Ilić, o projeto reúne artistas e designers de diversos países, convidados a interpretar graficamente a palavra «tolerância» nas suas línguas nativas, explorando a comunicação visual como ferramenta de reflexão e intervenção no espaço público. </span></p>
<p><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Em Lisboa, o <em><strong>Tolerance Poster Show</strong></em> apresenta uma seleção de cartazes internacionais distribuídos por um percurso urbano que tem início na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, passa pelo Largo do Teatro Nacional de São Carlos e pela Praça do Município e termina no MUDE – Museu do Design.</span></p>
<p><a href="https://cieba.belasartes.ulisboa.pt/node/647" target="_blank">+INFO</a></p>
<p><a href="https://tolerance-project.org/shows" target="_blank">TOLERANCE PROJECT</a></p>
<p><a href="https://www.ulisboa.pt/evento/tolerance-poster-show" target="_blank">ULISBOA</a></p>
<p><a href="https://www.agendalx.pt/events/event/tolerance-poster-show/" target="_blank">AGENDA CULTURAL LISBOA</a></p>
<p><a href="https://informacao.lisboa.pt/agenda/o-que-fazer/tolerance-poster-show?__cf_chl_f_tk=BY6yFjHMj9IgXT.oRUlSPKEsGM1jruzU2VcvDPtNvu0-1782817873-1.0.1.1-.COwxuxWpK1NUBkfAyLGTfxvdOTJaGr96406OHl4TQk" target="_blank">CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA</a></p>
<p><a href="https://ma.to/event/tolerance-poster-show-opening-17-jun-2026" target="_blank">MATO manifesto</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Apresentação do livro de atas e Lançamento das ll Jornadas Internacionais de Cenografia e Figurinos</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/apresentacao-do-livro-de-atas-e-lancamento-das-ii-jornadas-internacionais-de-cenografia-e-figurinos/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL &#124; SALA BERNARDO SASSETTI &#62; 13 JULHO &#124; 18H30  Apresentação do livro de atas das Primeiras Jornadas Internacionais de Cenografia e Figurinos e Lançamento das II Jornadas Internacionais de Cenografia e Figurinos As Jornadas Internacionais de Cenografia &#38; Figurinos afirmam-se como um espaço de encontro, reflexão e partilha dedicado ao estudo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68075" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg" alt="E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos" width="700" height="450" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-68075 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_IIJornadasCenografiaFigurinos.jpg" /></a></p>
<p>SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL | SALA BERNARDO SASSETTI &gt; 13 JULHO | 18H30 </p>
<p><strong>Apresentação do livro de atas das Primeiras Jornadas Internacionais de Cenografia e Figurinos e Lançamento das II Jornadas Internacionais de Cenografia e Figurinos</strong></p>
<p>As Jornadas Internacionais de Cenografia &amp; Figurinos afirmam-se como um espaço de encontro, reflexão e partilha dedicado ao estudo e à prática da cenografia e do figurino nas artes performativas. Reunindo investigadores, criadores, docentes, discentes e artistas nacionais e internacionais, esta iniciativa promove o diálogo entre diferentes áreas disciplinares, explorando as múltiplas relações entre teatro, dança, cinema, ópera, performance e estudos visuais.<br />Nesta sessão será apresentado o volume de atas resultante das I Jornadas, testemunho da riqueza dos debates e das investigações então desenvolvidas.<br />A ocasião assinalará igualmente o lançamento oficial das II Jornadas Internacionais de Cenografia &amp; Figurinos, que decorrerão em novembro de 2026, numa organização conjunta do Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA), da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) e da Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa (ESTC/IPL).<br />Este evento pretende reforçar o intercâmbio entre investigação académica e criação artística contemporânea, consolidando uma plataforma internacional dedicada ao pensamento crítico sobre os espaços, os corpos e as visualidades da cena.</p>
<p>Coord. Fernando Rosa Dias, Marta Cordeiro, Paulo Morais-Alexandre</p>
<p><a href="https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/jornadas-internacionais-de-cenografia-figurinos/">Jornadas Internacionais de Cenografia &amp; Figurinos &#8211; Teatro São Luiz. </a><br /><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/ii-jornadas-internacionais-de-cenografia-figurinos-chamada-de-trabalhos/">faculdade de belas-artes da universidade de lisboa » II Jornadas Internacionais de Cenografia &amp; Figurinos // chamada de trabalhos</a><br /><a href="https://repositorio.ulisboa.pt/entities/publication/a778d822-9022-45b0-adbd-8b827d1fa0e5">Jornadas internacionais de cenografia e figurinos : livro de atas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Revista Convocarte nº 20/21 &#8211; Arte e Povos Indígenas // chamada de trabalhos &#8211; prolongamento de data</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/revista-convocarte-no-2021-arte-e-povos-indigenas-chamada-de-trabalhos/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Pires]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Open Call]]></category>

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		<description><![CDATA[CHAMADA DE TRABALHOS &#62; PROLONGAMENTO DE DATA ATÉ 17 JULHO 2026 Prazos de submissão 17 de julho de 2026 – Entrega da proposta inicial (título, resumo e palavras-chave; máx. 1000 carateres s/ espaços) e link para currículo/portefólio. 9 de outubro de 2026 – Entrega do texto completo. Envio – convocarte.belasartes@gmail.com   Manifesto para uma chamada de trabalhos: Arte [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-66636" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_bw.jpg" alt="E_26_bw" width="700" height="450" /><img class="wp-image-333" style="aspect-ratio: 1.3316129032258064; width: 437px; height: auto;" src="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=1024" alt="" width="1024" height="769" data-attachment-id="333" data-permalink="https://convocartebelasartes.wordpress.com/?attachment_id=333" data-orig-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg" data-orig-size="1197,899" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="image" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=300" data-large-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=1024" /></noscript><p><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_bw.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-66636 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_bw" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/E_26_bw.jpg" /></a></p>
<p>CHAMADA DE TRABALHOS &gt; PROLONGAMENTO DE DATA ATÉ 17 JULHO 2026</p>
<p class="wp-block-paragraph">Prazos de submissão</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><b>17 de julho de 2026</b></strong> – Entrega da proposta inicial (título, resumo e palavras-chave; máx. 1000 carateres s/ espaços) e link para currículo/portefólio.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><b>9 de outubro de 2026</b></strong> – Entrega do texto completo.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><b>Envio</b></strong> – <a href="mailto:convocarte.belasartes@gmail.com">convocarte.belasartes@gmail.com</a></p>
<p class="has-large-font-size wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"> </p>
<p class="has-large-font-size wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"><strong><b>Manifesto para uma chamada de trabalhos: Arte e Povos Indígenas</b></strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Arte.</strong><b> </b>A relação entre arte e povos indígenas não é de abordagem simples. Els Lagrou (2012), num texto programático para a antropologia da arte, em que mensura os impactos da obra de Alfred Gell (2018) na área, fala de uma relação de amor e ódio entre arte e antropologia. Desse modo, pode-se pensar que a conjunção “e” que conecta arte e povos indígena nesta chamada tem função antes adversativa que aditiva. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Povos indígenas.</strong> Coloca-se assim o primeiro problema desta chamada. Arte contra povos indígenas ou povos indígenas contra a arte? Comentando o debate de Manchester (Ingold, 1996) a respeito da “universalidade do conceito de estética/arte”, Lagrou (2012) coloca a pergunta: “existiria uma arte das sociedades contra o Estado?”. Ela faz referência à célebre expressão de Pierre Clastres (2003) que propõe caracterizar a organização política (ou cosmopolítica) dos povos indígenas da América como “sociedades contra o Estado”, em lugar da expressão evolucionista “sociedades sem Estado”. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terra.</strong> Com isso, Clastres (<em>Idem</em>) desloca a questão de como definir “o que é” um povo indígena ou “quem são” os indígenas e a aproxima bem mais da realidade contemporânea em que mais do que peças de museu ecoando o passado de uma única “humanidade” separada definitivamente do cosmos, esses povos apontam para o futuro da política planetária. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cosmofobia.</strong> Deleuze &amp; Guattari (1976), desde o que Clastres (2003) e Lévi-Strauss (1976) haviam aprendido com os ameríndios, redefinem essas sociedades contra o Estado como formação social territorial, destacando a relação intrínseca desses povos com a terra, em contraste com o Estado moderno e sua origem/fundamento cosmofóbica, conforme definição de Nego Bispo (Santos, 2018).</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cosmopolítica.</strong> Se propõe a falar<em> com</em> povos indígenas, para além de falar <em>de</em> ou <em>sobre</em> povos indígenas, e que tais interlocutores se definem por sua relação intrínseca com a terra e essa relação orienta suas práticas de conhecimento, compreende-se que tais interlocutores são todos aqueles modos de existência que falam e fazem território através dessas comunidades e indivíduos humanos. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Antropoceno.</strong> Tanto quanto o pensamento moderno foi transfigurado pelo conceito-problema de Antropoceno, enterrando de vez o século XX com a percepção de que, por fim, “jamais havíamos sido modernos” e fazendo cumprir a persistente profecia de Lévi-Strauss (1976) de que o pensamento mitológico “voltaria a se encontrar” com o pensamento científico, também a arte contemporânea tem sido decisivamente afetada pelas <em>obras-problemas</em> colocadas pela arte indígena contemporânea. </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Arte indígena contemporânea.</strong> Correndo todos os riscos prováveis e improváveis, instituições de arte e artistas indígenas reconfiguram o cenário da arte contemporânea. Articulando denúncia e procedimentos que atualizam as práticas de conhecimento indígenas, orientada pela inominável obra <em>A queda do céu</em>, de Davi Kopenawa e Bruce Albert (2015), a arte indígena contemporânea pode ser entendida como uma das primeiras expressões de um “pensamento antropocênico”. Isso porque, como sugeriu Dipesh Chakrabarty (2009), o Antropoceno, antes de ser algo que pudesse ser pensado pelo pensamento tal como o conhecemos, seria um conceito-problema que redefiniria os limites do pensável (e, portanto, do sensível) e a própria natureza do pensamento.   </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>(Amilton Mattos)</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"> </p>
<p class="has-large-font-size wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"><strong><b>Chamada de Trabalhos</b></strong></p>
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img class="wp-image-333 lazy no_lazy_mask" style="aspect-ratio: 1.3316129032258064; width: 437px; height: auto;" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="" width="1024" height="769" data-attachment-id="333" data-permalink="https://convocartebelasartes.wordpress.com/?attachment_id=333" data-orig-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg" data-orig-size="1197,899" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="image" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=300" data-large-file="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=1024" data-original="https://convocartebelasartes.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2.jpeg?w=1024" /><figcaption class="wp-element-caption">Detalhe de pintura corporal de Xinã Yruya, foto por Amilton Mattos.</figcaption></figure>
<p class="wp-block-paragraph">A noção de «Arte», tal como hoje se conhece globalmente, é um recente paradigma ocidental. Depois da criação da ideia de Belas-Artes, com o processo do Renascimento, a consciência da arte e de autonomia da esfera artística é já devida ao século XVIII. Será que podemos falar de arte perante as culturas indígenas? Se há dimensões de artístico como se movem e entendem? Neste sentido, olhar a cultura de um Povo ou Nação indígena pode ser um confronto à própria ideia de «Arte» e aos seus confortos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Qual o fundamento de produções artísticas inscritas no corpo e na paisagem, fundindo-se com eles, criando perturbações às artes da separação entre obra e sujeito, produção e recepção, etc.? Falar de cultura indígena e dos seus artefactos de dimensão artística pode servir de problematização às garantidas noções de «arte», «obra», «autor», etc.. </p>
<p class="wp-block-paragraph">As separações entre artes também se problematizam, visto que há um modo fundacional de relações e fusões entre artes, tradicionalmente separadas no Ocidente. Não se trata de híbrido, que resulta já de um princípio de separação e sua perturbação, mas algo que se funda na não separação. Assim, perante a cultura indígena são as ontologias ocidentais, das obras e dos processos relacionais, além dos valores e trocas simbólicas, entre outras, que se desassossegam. Encontrar essas zonas de inquietação, enquanto estados vacilantes, que interessam não só entender, mas confrontar, é uma das premissas desta chamada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Qualquer tradição recente da Antropologia reconhece que estas culturas não são estanques numa repetição do mesmo, e que, pelo contrário, têm a transformação como centro, em que as práticas rituais de continuidade e sobrevivência cultural têm uma dinâmica própria interna. A repetição do ritual, enquanto prossecução cultural, é fundadora de processos de transformação e é mediante essa repetição que o mesmo e o «novo» se oferecem como prossecução e continuidade cultural.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Convocar a cultura indígena e assumir a própria autenticidade da sua diferença abre uma extensão relacional que relativiza, podendo servir de problematização ao dominante paradigma ocidental. Mais que um ataque a este paradigma dominante, interessa a recusa da sua exclusividade e da autoridade da sua voz, para abrir a escuta do <em>outro</em> a partir do seu lugar, onde os seus artefactos se libertem de vez do paradigma do <em>gabinete de curiosidades</em> que ainda remanescem nos museus etnográficos e antropológicos ocidentalizados. Abordar este tema passa pela procura de uma relação de alteridade enriquecedora, que exorte o vai e vem da diferença como extensão mútua, recusando o olhar unidirecional da curiosidade ou objecto científico, para uma relação equipara e dialogante, onde a experiência e a voz do outro tenha inscrição e seja partilhada. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em geral, as culturas indígenas são de Memória e não de História, de oralidade e não de escrita. São os corpos que suportam e comportam as mediações culturais, que agregam as memórias e as transferem. A cultura como salvaguarda de si é muitas vezes feita a partir desses corpos, com responsabilidades de transferência e continuidade, que é sempre fatal mudança, mas inerente e genuína.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Quando se fala em povos indígenas, há uma natural propensão para estudos focados no eixo Sul global, tendendo a englobar a América central e sul, a África, a Austrália e grande parte do Pacífico, ou ainda partes de Indonésia ou Índia. Mas ela pode ser vista ainda noutros lugares, mesmo que de modo quase arqueológico, em torno de ecos de memórias indígenas massacradas, tal o grau de desaparição ou extinção cultural em vários casos, como no Canadá e, sobretudo, Estados Unidos. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Pensar o papel da arte e da cultura nos povos indígenas passa várias vezes pela sua resistência perante a violência colonial ocidental e global, no que tanto pode ser feito a partir da força da própria <em>sobrevivência</em>, do que muitas vezes são restos resilientes, como da sua regeneração, da sua recuperação de uma situação de quase extinção cultural, retomando autenticidades possíveis que não se reduzam a modos de negócio e <em>neo-turismo exótico.</em> </p>
<p class="wp-block-paragraph">Outra questão é o problema da periferia nas questões culturais ou de política cultural. Não a periferia entre os grandes centros dominantes, que decidem os valores históricos, económicos e simbólicos da arte e da cultura, como a da arte portuguesa perante a de França, Londres ou os Estados Unidos, ou do Brasil perante a arte europeia e norte-americana, ou entre as artes orientais e as ocidentais ou as do Sul e as do Norte, nem sequer dos grandes centros perante as pequenas localidades, mas uma periferia mais radical: a periferia que toca o lugar da diferença obliterada e da sua sobrevivência. Uma periferia que já está muitas vezes <em>de fora</em>, numa espécie de alteridade total. Mas essa é a riqueza da sua <em>voz</em>.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Podemos assim avançar com alguns tópicos de abordagem, sempre com a ressalva que não circunscrevem todas as possibilidades de abordar o tema:</p>
<ul id="block-73b1c95c-6bcd-4999-ab12-0b53a9f536be" class="wp-block-list">
<li><strong>Compreensão conceptual:</strong> As dimensões da noção de «indígena» e as suas especificidades culturais e artísticas.</li>
<li><strong>Lugares do Artístico:</strong> Estudo dos modos e espaços da produção artística nos povos indígenas.</li>
<li><strong>Identidade e Transmissão:</strong> Processos de subjetivação e diálogos culturais </li>
<li><strong>Alteridade e Relativização:</strong> O confronto de diferenças como via para o alargamento das possibilidades da cultura humana.</li>
<li><strong>Sobrevivência e Regeneração:</strong> A produção artística como ato cultural e político de resistência e recuperação face à ameaça de extinção.</li>
<li><strong>Geografias da Arte Indígena:</strong> Análise de diferentes contextos e escalas (do Brasil à Austrália, do Canadá ao Sudeste Asiático).</li>
<li><strong>Descolonização Metodológica:</strong> Revisão de conceitos da antropologia e etnografia em prol de uma deontologia que privilegie a voz do «outro» enquanto sujeito cultural e artístico, e não apenas objeto de estudo.</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--20); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--20);"> </p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Equipa Convocarte</strong><br />Coordenação geral: Fernando Rosa Dias<br />Co-coordenação (secção francesa): Pascal Krajewski<br />Coordenação executiva: Bruna Lobo e Jamila Pontes</p>
<div class="wp-block-group has-global-padding is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained"> </div>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Coordenação do Dossier temático Arte e Povos Indígenas: </strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Amilton</strong> Pelegrino de <strong>Mattos</strong> é pesquisador e docente na Licenciatura Indígena da Universidade Federal do Acre, UFAC – Campus Floresta. Doutor em Antropologia pelo PPGSA da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, com tese dedicada aos processos de pesquisa de acadêmicos indígenas junto a suas comunidades. <a href="http://lattes.cnpq.br/4467650905915696">http://lattes.cnpq.br/4467650905915696</a></p>
<p class="wp-block-paragraph">Referências utilizadas no «Manifesto para uma chamada de trabalhos: Arte e Povos Indígenas»:</p>
<ul id="block-e7e31bc8-6c75-47d3-a943-2c6f0226e969" class="wp-block-list">
<li>Chakrabarty, Dipesh (2009). The Climate of History: Four Theses. In: <em>Critical inquiry </em>35.2: 197-222.</li>
<li>Clastres, Pierre (2003). A <em>sociedade contra o Estado. </em>São Paulo: Cosac &amp; Naify. </li>
<li>Deleuze, Gilles &amp; Guattari, Felix (1976) <em>O Anti-édipo. Capitalismo e esquizofrenia, </em>Rio de Janeiro: Imago Editora Ltda. </li>
<li>Ingold, Kim (Ed.) (1996). <em>Key debates in Anthropology</em>. London and New York: Routledge.</li>
<li>Gell, Alfred. (2018).<em> Arte e agência: uma teoria antropológica</em>. Trad. Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Unu Editora.</li>
<li>Kopenawa, Davi &amp; Albert, Bruce (2015). <em>A queda do céu: palavras de um xamã yanomami</em>. São Paulo: Companhia das Letras.</li>
<li>Lagrou, E. (2012). Existiria uma arte das sociedades contra o Estado?. <em>Revista De Antropologia</em>, <em>54</em>(2). <a href="https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2011.39645">https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2011.39645</a></li>
<li>Lévi-Strauss, Claude (1976). <em>O pensamento selvagem</em>. São Paulo: CEN. </li>
<li>Santos, Antônio Bispo dos. (2018). Somos da terra. <em>Piseagrama</em>, Belo Horizonte, n.12, p.44-51. <a href="https://piseagrama.org/artigos/somos-da-terra/">https://piseagrama.org/artigos/somos-da-terra/</a></li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--40); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--40);"> </p>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--40); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--40);"><a href="https://convocartebelasartes.wordpress.com/proximo-numero/">+info</a></p>
<p class="wp-block-paragraph" style="padding-top: var(--wp--preset--spacing--40); padding-bottom: var(--wp--preset--spacing--40);"><a href="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/03/Convocarte-nº-20a.pdf">VERSÃO EM FRANCÊS</a></p>
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		<title>concurso de arte e design da medalha forges 2026 — menção honrosa para joão maria sousa</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[MENÇÃO HONROSA PARA JOÃO MARIA SOUSA O Concurso de Arte e Design da Medalha FORGES 2026, uma iniciativa com o objetivo de selecionar uma proposta artística e de design para a Medalha FORGES – Mérito Académico e Institucional no Ensino Superior Lusófono, destinou-se a estudantes de áreas criativas — nomeadamente arte, design, comunicação visual ou áreas afins de instituições de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68069" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_mençaoFORGES.jpg" alt="E_26_mençaoFORGES" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-68069 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_mençaoFORGES" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_26_mençaoFORGES.jpg" /></p>
<h6>MENÇÃO HONROSA PARA JOÃO MARIA SOUSA</h6>
<p class="wp-block-paragraph" style="color: #696969;"><span style="color: #000000;">O Concurso de Arte e Design da Medalha FORGES 2026, uma iniciativa com o objetivo de selecionar uma proposta artística e de design para a Medalha FORGES – Mérito Académico e Institucional no Ensino Superior Lusófono, destinou-se a estudantes de áreas criativas — nomeadamente arte, design, comunicação visual ou áreas afins de instituições de ensino superior associadas da FORGES. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Após análise realizada pela Comissão Avaliadora, a FORGES atribuiu a Menção Honrosa em Inovação e Criatividade a João Maria Sousa, mestrando em Design de Equipamento da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, pela medalha <em><strong>Voz</strong></em>.</span></p>
<p>A medalha <em><strong>Voz</strong></em> assenta num conceito artístico e simbólico que procura materializar os valores fundamentais do Ensino Superior no espaço lusófono, destacando o mérito académico, a cooperação internacional e a identidade institucional. O elemento central desta conceção é a ideia de &#8220;Voz&#8221;, entendida como a expressão ativa dos estudantes ao longo do seu percurso formativo, simbolizando o reconhecimento, a participação e a valorização das suas conquistas. É por isso composta por dez discos de bronze que formam a onda sonora da palavra voz. Os dez elementos independentes representam também os nove países membros, e o maior elemento, e único com elementos gráficos, representa a FORGES.</p>
<p> <br />O primeiro prémio foi atribuído a Erivaldo Santos Samungue Bundi do Instituto Superior Politécnico Tundavala, Angola. </p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>sopro — exposição de alunos finalistas em escultura</title>
		<link>https://www.belasartes.ulisboa.pt/sopro-exposicao-de-alunos-finalistas-em-escultura/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>

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		<description><![CDATA[  11 JULHO &#62; 08 SETEMBRO 2026 I BIBLIOTECA E ARQUIVO DO MUNICÍPIO DE GRÂNDOLA Inaugura no dia 11 de julho, às 18h00, na Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola, a exposição Sopro de alunos finalistas da licenciatura em Escultura. A exposição ficará patente até 08 de setembro de 2026. Este evento é passível [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68022" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_SOPRO.jpg" alt="E_2026_SOPRO" width="700" height="450" /></noscript><p> <img class="alignnone size-full wp-image-68022 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_SOPRO" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_SOPRO.jpg" /></p>
<h6>11 JULHO &gt; 08 SETEMBRO 2026 I BIBLIOTECA E ARQUIVO DO MUNICÍPIO DE GRÂNDOLA</h6>
<p>Inaugura no dia 11 de julho, às 18h00, na Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola, a exposição Sopro de alunos finalistas da licenciatura em Escultura. A exposição ficará patente até 08 de setembro de 2026.</p>
<p><strong>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</strong></p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Os alunos, quando concluem a licenciatura em Escultura, adquiriram competências que lhes permitem elaborar um programa de trabalho artístico independente, em diálogo com a realidade artística que foram lendo e interpretando ao longo de três anos de formação, formação que cruza referências artísticas, capacidade de criar e analisar cenários em diálogo natural com a história das artes e do pensamento artístico contemporâneo.</p>
<p>Os artistas presentes nesta exposição são um excelente exemplo do que se procura construir como um currículo sólido de formação em escultura: da defesa da herança centenária do modelo <em>Beaux-Arts</em> fundado na Academia à afirmação individual da experimentação bauhausiana, cultiva-se um aprender que poderemos definir como contínua experimentação oficinal, assente na individualidade artística de cada um, ou seja, a transmissão do conhecimento baseada num conjunto de disciplinas de prática de atelier, de carácter oficinal, complementadas por um corpo teórico ministrado em unidades curriculares de áreas científicas afins. A prática da escultura surge assim como um modelo de enriquecimento académico, informado por um pensamento sobre a prática trazido da experiência individual e da influência do entorno.</p>
<p>A representação do corpo ocupa o seu lugar nesta exposição. A representação é um dos pilares da tradição da escultura ocidental, um dos temas fundadores, que pressupõe o domínio simultâneo da observação, do conhecimento anatómico e da capacidade de traduzir esse conhecimento na matéria.</p>
<p>O fascínio pela qualidade plástica dos materiais da escultura constitui a outra dimensão estruturante desta mostra. Trabalhar a cerâmica, a madeira, o metal ou a pedra por exemplo, não é apenas uma escolha laboratorial é uma decisão poética. A cerâmica, expressão ligada às origens da própria civilização, guarda nos processos alquimistas da sua transformação, a irreversibilidade e a fragilidade aparente da sua matéria. Os modelos subtractivos ou construtivos que reconhecemos na madeira ou no metal, processos muito ligados à ductilidade ou rigidez da matéria, encontra nos processos de trabalho a expressividade que oscila entre a brutalidade industrial e a leveza do traço artístico. A pedra, por seu lado, impõe ao escultor uma relação física, de resistência e também de paciência, no fundo as peças aqui presentes são fruto da relação da matéria e o tempo da sua modelação. O domínio da representação ou dos materiais não são um fim em si mesmos, mas o meio através do qual, ao longo do seu percurso, cada estudante desenvolveu a linguagem que lhe é própria.</p>
<p>Encontramos assim peças que revelam um sentido apurado da representação do natural e da experiência anatómica, lado a lado com esculturas em que o domínio laboratorial e a poética individual são sinónimos de mestria. Esta exposição não procura ser una nem temática, mas procura espelhar acima de tudo, a diversidade de quem estuda escultura, num ambiente descomplexado de liberdade e expressão individual, intimamente ligado à relação intrínseca e natural entre o ensinar, o investigar e o criar. São três dimensões do saber que possibilitam o aprofundamento do conhecimento em arte, ampliando a discussão sobre o que é o projeto na investigação em Escultura.</p>
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<p>Lisboa, 23 de junho, 2026</p>
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<p>Sérgio Vicente e José Esteves</p>
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		<title>traje para todos — exposição de ana margarida valente</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[isabel.nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências da Arte e do Património]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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		<description><![CDATA[14 JULHO &#62; 16 AGOSTO 2026 I MUSEU NACIONAL DOS COCHES A partir de 14 de julho, está patente no Museu Nacional dos Coches a apresentação do projeto inclusivo Traje para Todos, da autoria de Ana Margarida Valente, em colaboração com o Museu Nacional do Traje e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-68038" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_TRAJEPARATODOS.jpg" alt="E_2026_TRAJEPARATODOS" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-68038 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_2026_TRAJEPARATODOS" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/07/E_2026_TRAJEPARATODOS.jpg" /></p>
<h6>14 JULHO &gt; 16 AGOSTO 2026 I MUSEU NACIONAL DOS COCHES</h6>
<p><strong>A partir de 14 de julho, está patente no Museu Nacional dos Coches a apresentação do projeto inclusivo <em>Traje para Todos</em>, da autoria de Ana Margarida Valente, em colaboração com o Museu Nacional do Traje e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. </strong></p>
<p><em><strong>TRAJE PARA TODOS </strong></em>é um projeto que tem vindo a ser desenvolvido por Ana Margarida Valente, no âmbito do seu doutoramento em Belas-Artes – especialidade de Ciências da Arte e do Património, da Universidade de Lisboa.</p>
<p><strong>Tem como objetivo principal contribuir para uma experiência museológica mais inclusiva e acessível</strong> através da integração de conteúdos táteis associados à coleção de traje histórico. Os materiais produzidos neste projeto visam complementar a observação visual das peças expostas, permitindo uma compreensão mais aprofundada das formas, volumes, texturas, técnicas de confecção e elementos decorativos presentes nos trajes.</p>
<p><strong>Através de reproduções e amostras concebidas especificamente para manipulação, os visitantes podem explorar aspetos do património têxtil normalmente inacessíveis devido às necessidades de conservação das peças originais.</strong> Esta abordagem beneficia particularmente pessoas com deficiência visual, mas enriquece igualmente a experiência de todos os públicos, reconhecendo o tato como uma importante ferramenta de aprendizagem, descoberta e envolvimento com o património cultural.</p>
<p><strong>Já se encontram finalizadas 5 recriações de trajes históricos</strong> que permitem explorar a evolução do traje ao longo dos períodos representados na coleção do Museu Nacional do Traje<strong>. Estas peças são maioritariamente confeccionadas pela doutoranda,</strong> com técnicas e materiais historicamente adequados sempre que possível, nomeadamente:</p>
<p>-          Um traje feminino e um traje masculino do último quartel do século XVIII</p>
<p>-          Um traje infantil feminino de estilo Império;</p>
<p>-          Um traje masculino da década de 1830, proveniente da antiga exposição &#8220;Pare, Escute e Toque&#8221;, patente no Museu Nacional do Traje entre 1995 e 2008;</p>
<p>-          Um traje feminino da Belle Époque c. 1894-1897).</p>
<p><strong>As recriações incluem todas as peças necessárias à utilização,</strong> desde a roupa interior e as estruturas responsáveis pela construção das silhuetas características de cada época até às camadas exteriores visíveis, permitindo uma compreensão global da forma como estes trajes eram construídos e usados.</p>
<p>Encontra-se em fase de conclusão pela doutoranda <strong>1 Dossier de Amostras Têxteis</strong> (acompanhado de legendas em Braille e em caracteres ampliados, bem como de símbolos ColorADD em relevo que permitem a identificação tátil das cores) e <strong>1 Maleta Pedagógica</strong> dedicada ao ciclo de processamento do linho, contendo amostras da fibra nas diferentes fases da sua preparação, cedidas pela associação O Saber Fazer.</p>
<p><strong>O projeto encontra-se numa fase de avaliação em contexto expositivo.</strong> A apresentação destes materiais num museu permitirá testar metodologias, recolher contributos dos visitantes e avaliar o impacto dos recursos táteis na mediação do património.</p>
<p><strong>Estando o Museu Nacional do Traje encerrado para requalificação, numa lógica colaborativa entre entidades da Museus e Monumento de Portugal, E.P.E., e dada a ligação histórica entre as duas instituições,</strong> ambas prosseguindo objetivos nas áreas da acessibilidade e da inclusão, as reproduções de traje criadas por Ana Margarida Valente vão agora estar  disponíveis ao público numa ala da exposição do <strong>Museu Nacional dos Coches</strong>, o que também contribui para a maior contextualização histórica e social dos coches e carruagens e seus utilizadores. Todos os visitantes são convidados a tocar e explorar as reproduções de traje, acompanhando a evolução das suas principais características entre o final do século XVIII e o final do século XIX.</p>
<p>A exposição abre ao público no dia 14 de julho, pelas 18h30, estando patente até 16 de agosto.</p>
<p><strong>Assim, no âmbito desta parceria, o Museu Nacional dos Coches e o Museu Nacional do Traje, em articulação com a investigadora Ana Margarida Valente e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, </strong>promovem a experiência de conhecer o traje histórico de forma mais participativa, inclusiva e multissensorial.</p>
<p>Afinal, a acessibilidade beneficia TODOS os visitantes, tornando a interpretação e a fruição do património cultural mais ricas e verdadeiramente inclusivas.</p>
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<p><strong>Projeto “Traje para Todos. Criação de Acessibilidades para a Exposição Permanente do Museu Nacional do Traje”.</strong> Doutoramento de Ana Margarida Valente em Belas-Artes – especialidade de Ciências da Artes e do Património, com orientação de Marta Frade (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa) e Dóris Santos (Museu Nacional do Traje), financiamento com uma bolsa da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), em colaboração com o Museu Nacional do Traje e com o apoio da ColorADD.</p>
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<p><strong>Nota Biográfica de Ana Margarida Valente </strong></p>
<p>Ana Margarida Valente é licenciada em Línguas, Literaturas e Culturas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Na mesma instituição concluiu o mestrado em Tradução e uma pós-graduação em Estudos Medievais. Encontra-se atualmente a concluir o Doutoramento em Belas-Artes, especialidade de Ciências da Arte e do Património, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, sob a orientação das Professoras Doutoras Marta Frade e Dóris Santos.</p>
<p>O projeto &#8220;Traje para Todos&#8221; nasceu de uma experiência pessoal. Enquanto visitante cega, Ana Margarida Valente encontra frequentemente barreiras no acesso às exposições museológicas, onde a informação é transmitida quase exclusivamente através da visão.</p>
<p>Numa visita ao Museu Nacional do Traje, em 2021, interrogou-se sobre como seria possível tornar aquele património mais acessível sem comprometer a conservação das peças históricas. Dessa questão surgiu um percurso de investigação que deu origem ao projeto, hoje dedicado ao desenvolvimento de soluções táteis inclusivas para a interpretação do património cultural.</p>
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		<title>soneto — exposição de ilídio salteiro</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:58:24 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[15 JULHO &#62; 18 OUTUBRO 2026 I PANTEÃO NACIONAL Inaugura no dia 15 de julho, às 18h30, no Panteão Nacional, a exposição Soneto de Ilídio Salteiro. A exposição ficará patente até 18 de outubro de 2026.  Curadoria de Juan Sandoval e Olga Pomares Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente. Horário: 3ª [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<noscript><img class="alignnone size-full wp-image-67953" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoSONETO.jpg" alt="E_26_expoSONETO" width="700" height="450" /></noscript><p><img class="alignnone size-full wp-image-67953 lazy no_lazy_mask" src="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/plugins/wp-advanced-image-lazy-load/img/white.gif" alt="E_26_expoSONETO" width="700" height="450" data-original="https://www.belasartes.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2026/06/E_26_expoSONETO.jpg" /></p>
<h6>15 JULHO &gt; 18 OUTUBRO 2026 I PANTEÃO NACIONAL</h6>
<p>Inaugura no dia 15 de julho, às 18h30, no Panteão Nacional, a exposição <em><strong>Soneto</strong></em> de Ilídio Salteiro. A exposição ficará patente até 18 de outubro de 2026. </p>
<p>Curadoria de Juan Sandoval e Olga Pomares</p>
<p>Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.</p>
<p>Horário: 3ª a domingo &#8211; 10h00/18h00</p>
<p>Entrada: segundo as normas do monumento</p>
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<p><em><strong>Soneto</strong></em> explora a relação entre Pintura e a Poesia, assumindo um percurso bidirecional: da pintura à poesia e da poesia à pintura. Ele embrionou nas leituras de Ilídio Salteiro sobre a tratadística da Pintura antiga, em paralelo com leituras de poesia dos séculos XV e XVI.</p>
<p>Trata-se de uma instalação de quatorze pinturas, cada uma das quais com 162 cm x 200 cm, realizadas entre 2023 e 2025, compostas no espaço central do Panteão Nacional, em dois prismas quadrangulares e dois prismas triangulares, ou seja, em dois quartetos e em dois tercetos de um soneto à maneira de Petrarca, Camões ou Miranda.</p>
<p><strong><em>Soneto</em>,</strong> torna-se um pensamento, uma forma e um corpo estruturado a partir de ligação entre pintura e poesia: catorze unidades iguais (catorze versos decassilábicos) divididas em quatro setores (quartetos e tercetos) e organizadas por ritmos (rimas) iconográficos ou plásticos. É uma obra cujo objetivo será propiciar uma visão estética capaz de gerar metáforas, alcançadas por sensibilidade, intuição, criatividade e imaginação.</p>
<p><strong>Ilídio Salteiro</strong>, professor na FBAUL, investigador e pintor, iniciou sua carreira artística na década de 1970, a sua produção plástica enquadra-se nas correntes artísticas da pós-modernidade, aproximando-se dos movimentos de renovação da arte portuguesa. Sua obra atual releva uma poética no âmbito da pintura figurativa, entre realidade e ficção, imbuída de uma metafísica espacial como a reação humanista possível ao “estranho” mundo atual.</p>
<p>Juan García Sandoval e Olga C. Rodriguez Pomares   acompanham este projeto desde 2023 e são respetivamente crítico de arte e diretor do Museu de Belas Artes de Múrcia e <br /> artista e professora da Faculdade de Belas Artes de Granada.</p>
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