Exposições
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7ª edição drawing room lisboa 2024
Out 20 2024 
23 > 27 OUTUBRO 2024 I SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS ARTES
A 7.ª edição da Drawing Room Lisboa realiza-se entre 23 a 27 de outubro, na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa, e conta com a presença de 26 galerias de arte, representando cerca de 70 artistas portugueses e internacionais.
Bilhetes a preço reduzido (6€) para alunos da FBAUL, mediante apresentação de cartão de estudante.
A Galeria Pintor Fernando de Azevedo, na Sociedade Nacional das Belas Artes, acolhe os trabalhos dos 10 finalistas da 4.ª edição do Prémio FLAD de Desenho.
Os ex-alunos da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa Carla Rebelo, Gonçalo Sena e Maria Condado estão entre os 10 finalistas da quarta edição do Prémio FLAD de Desenho, o maior prémio dedicado a esta forma de expressão artística em Portugal.
Lista completa de finalistas:
Bárbara Fonte
Carla Rebelo
Carlos Mensil
Dupla Daniel Moreira e Rita Castro Neves
Diogo Pimentão
Gonçalo Sena
Maria Condado
Mariana Barrote
Priscila Fernandes
Rosa Baptista
O vencedor será conhecido no dia 26 de outubro, na Drawing Room Lisboa e receberá um prémio monetário no valor de 20 mil euros. Esta iniciativa visa apoiar a produção artística e inovação em Portugal e resulta de uma parceria entre a Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento e a Drawing Room Lisboa. Nas últimas edições desta iniciativa foram premiados os artistas Pedro Tropa, Maria Capelo e Carla Filipe.
A Drawing Room Lisboa tem vindo a ganhar relevo na cena artística contemporânea, por se afirmar como um contributo na criação de oportunidades para a classe artística dedicada ao desenho e na afirmação do espaço que o desenho pode ocupar no setor da arte contemporânea. Prova disso mesmo, é o apoio crescente que esta iniciativa tem recebido por parte das instituições, museus e centros de arte, galerias, colecionadores e outros profissionais.
Objetos que Crescem em Árvores: As Cuias Amazônicas e o Biodesign — exposição de andrea bandoni
Out 14 2024
© Marcela Cotta, 2022
03 > 18 OUTUBRO 2024 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 3 de outubro, às 17h30, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição Objetos que Crescem em Árvores: As Cuias Amazônicas e o Biodesign, de Andrea Bandoni, doutoranda em Design de Equipamento na FBAUL. A aluna é orientada pelos Professores Doutor Raul Cunca, Doutora Carla Paoliello (FBAUL), e Doutora Maria Cecília Loschiavo dos Santos (FAUUSP).
Horário: 2ª a sáb. 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
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Cuias são objetos de origem indígena feitos a partir dos frutos da árvore Crescentia cujete. A exposição estabelece um paralelo entre o artesanato tradicional das cuias amazônicas e o Biodesign, uma abordagem emergente na qual designers buscam trabalhar com organismos vivos.
Além de apresentar as cuias tradicionais, a exposição traz diversas peças produzidas por artesãs da Associação das Artesãs Ribeirinhas de Santarém, que estarão à venda após o evento. Também são destacados objetos experimentais de Biodesign do projeto Cuia Colab, que investiga diversas possibilidades de biofabricação com as cuias.
São enfatizadas as diferenças entre o design industrializado e o trabalho com organismos vivos, ressaltando um processo mais lento, resultados não uniformes e uma conexão mais profunda com o território e as árvores cuieiras, propondo novas perspectivas no campo do design.
Apoio: Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA); Fundação “la Caixa” (ID 100010434 / código da bolsa LCF/BQ/DR22/11950001); Programa “Inova Amazônia – Pará” promovido pelo SEBRAE Brasil; e Projeto “Decolonising Sustainability Transitions Research in Practice,” financiado pelo Amsterdam Sustainability Institute e pelo CLUE+ (Vrije Universiteit).
imagens de ciência
Out 03 2024 
23 SETEMBRO > 11 OUTUBRO 2024 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 23 de setembro, às 17h30, no corredor do Auditório Lagoa Henriques, a exposição Imagens de Ciência
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Fechando a 1ª edição do Curso Pós-Graduado de Aperfeiçoamento em Ilustração Científica partilha-se uma seleção dos projectos desenvolvidos durante o 1º semestre de 2023-2024, no qual se explorou as diversas vertentes da comunicação visual de ciência, desde a publicação científica até à divulgação para um público em geral.
Durante o curso promoveu-se o contacto com métodos e técnicas de Ilustração Científica, através do desenvolvimento de projetos pessoais em articulação com instituições de património científico natural e cultural, com o apoio das Professoras Guida Casella e Lúcia Antunes, e dos docentes convidados Pedro Salgado, Dilar Pereira, Sara Simões, André Texugo, Marco Nunes Correia, Diogo Guerra, Cláudia Baeta, e Marcos Oliveira.
Alunas participantes: Beatriz Martins, Beatriz Moura, Beatriz Orcinha, Inês Almeida, Joana Saavedra, Marie Aimée Allard, Marina Ferrari, Marta Rosa,Rita Lamaroso.
Agradecimentos: A todos os docentes e artistas que partilharam o seu trabalho nas Masterclasses temáticas, e a todos os colegas que receberam estas alunas nas suas unidades curriculares, como optativas da pós-graduação.
banho de paragem
Out 02 2024
05 SETEMBRO 2024 > 18H00 I COLLECTIF
Inaugura no dia 5 de setembro, às 18h00, no Collectif (Av. Conde Valbom, 102B, Lisboa), a exposição Banho de Paragem.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Esta exposição reúne trabalhos de oito jovens artistas que frequentaram, entre Outubro de 2023 e Julho de 2024, a Pós-Graduação Discursos da Fotografia Contemporânea na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Ao longo de um ano lectivo os alunos frequentaram várias unidades curriculares que globalmente abrangem um horizonte alargado de temas e questões actuais do campo da fotografia, no qual se incluem aspectos técnicos, estéticos e conceptuais. O programa assenta numa metodologia projectual de modo a consolidar, estimular e autonomizar os domínios teóricos e práticos essenciais na área da imagem.
Neste curso a fotografia não é promovida como uma disciplina técnica e material, como um meio com limites claramente reconhecíveis. Pelo contrário, estamos conscientes que o fenómeno das imagens contemporâneas é vasto, complexo e híbrido, frequentemente marcado por intersecções e miscigenações entre vários meios de expressão que tornam inglória a defesa de uma especificidade ontológica e discursiva.
Os trabalhos que aqui se apresentam contemplam vários universos pessoais e estéticos, mas evidenciam também distintas formas de exercer as possibilidades artísticas da fotografia: entre a representação documental e o registo subjectivista; entre o fotográfico, o escultórico e pictórico; entre a sugestão narrativa e a revisitação da memória. Mas em qualquer dos casos pressente-se uma peculiar qualidade temporal, um trabalho sobre o movimento das coisas, a caminho da lentidão, até à plena interrupção.
Banho de paragem.
Sérgio Mah
(Coordenador da Pós-Graduação Discursos da Fotografia Contemporânea)
teras — exposição de daphne klagkou
Set 25 2024

10 > 28 SETEMBRO 2024 I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 10 de setembro, às 17h00, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes a exposição τέρας (téras)/ monstrum/ monster de Daphne Klagkou. A exposição ficará patente até 28 de setembro.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Na exposição Teras, a artista Daphne Klagkou apresenta-nos o seu mundo de obras híbridas e realidades monstruosas, criadas por meios tradicionais e contemporâneos. Peças de cerâmica e vidro ganham vida com a ajuda de materiais modernos, escondendo mensagens e interpretações enquanto procuram o seu lugar no mundo de hoje. Os símbolos e a mitologia da Grécia Antiga exerceram uma influência significativa sobre a civilização ocidental. Estes, não só foram preservados, como também evoluíram para adquirir novos significados.
Como artista grega, Daphne testemunhou em primeira mão as dinâmicas complexas da sociedade grega atual com estes símbolos, as suas questões de identidade e as suas relações com o resto do Ocidente. As conexões e forças intrincadas que moldaram a nossa compreensão atual resultaram numa transição de símbolos e na criação de novas imagens com diferentes propósitos.
O termo “τέρας” (monstro) está entrelaçado com numerosos símbolos e mitos que datam de tempos antigos, transformando-se em folclore que persiste nos contextos contemporâneos. As suas associações podem fornecer insights sobre as questões sociais, políticas e humanas da atualidade. Foram criados monstros desde o início da civilização e a busca por entender sua essência tem sido uma constante busca intelectual ao longo da história. Hoje, vemo-nos levados a questionar novamente o que define um monstro e a refletir sobre as nossas próprias formas de pensar
the paths we cross
Set 25 2024
17 > 27 SETEMBRO 2024 I GALERIA BELAS-ARTES
ATENÇÃO: Alteração da data de encerramento. A exposição ficará patente até 27 de setembro.
Inaugura no dia 17 de setembro, às 18h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição THE PATHS WE CROSS de Paola Quiñonez, Daphne Klagkou e Irene de Vilder.
Cada obra reflecte uma história única, permitindo uma compreensão mais ampla da intrincada teia da existência humana.
O trabalho de Paula Quiñonez aprofunda o tema da identidade, explorando as respostas individuais à sociedade moderna globalizada através de fortes simbolismos da cultura pop. Daphne Klagkou transforma materiais tradicionais em peças de arte contemporânea, promovendo um diálogo lúdico entre o passado e o presente; enquanto Irene de Vilder infunde objectos tradicionais, como vasos, com imagens modernas, acrescentando outra camada de interpretação. Apesar das suas diferenças temáticas, todos empregam métodos transformadores nas suas práticas artísticas, quer através de simbolismo, materiais ou imagens. Algumas obras procuram explorar a continuidade das experiências humanas e a forma como a nossa história colectiva informa as nossas realidades actuais, enquanto outras geram paradoxos visuais em que estes objectos se movem sem problemas entre o passado, o presente e o futuro.
A exposição tem a curadoria de Alexia Alexandropoulou e estará patente até 30 de setembro.
Horário:
2ª a sábado – 11h00/17h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
palimpsesto — exposição de margarida alves e jorge camões
Set 24 2024
01 AGOSTO > 29 SETEMBRO 2024 I VÁRIAS ESPAÇOS DO MUSEU - JARDIM BOTÂNICO LISBOA
A exposição Palimpsesto explora o Antropoceno e a complexa relação entre o ser humano e a paisagem. No Jardim Botânico de Lisboa, uma barca Avieira do Tejo habita o espaço como uma presença-ausência, coexistindo com uma vídeo performance que regista o calor de um corpo na embarcação.
No interior do museu, vários tempos entrecruzam-se: a exposição expande-se como matéria cianotópica que se imiscui com poeiras antropogénicas, terras gretadas, canoas paleolíticas e processos de mineração. As obras artísticas convidam os visitantes a reflectir sobre a interação contínua e transformadora entre a humanidade e o ambiente natural.
Curadoria: Sofia Marçal
Entrada livre.
Homeing – Interior Design Hotel and Home Living, Participação do Departamento de Design de Equipamento da FBAUL
Set 19 2024
19 > 21 SETEMBRO 2024 I PAVILHÃO CARLOS LOPES
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa está representada no programa Let’s Talk About com um painel de palestras no dia 20 de setembro, às 10h30 com as oradoras:
Beatriz Almeida, “Narrando histórias através do design” reflete a investigação em curso para o trabalho final do Mestrado em Design de Equipamento, na especialidade de Design Urbano e de Interiores;
Estará patente a instalação de Beatriz Almeida, “Narrando histórias através do design: Pronta-A-Vestir” (Foyer Sul)
Carla Castanheta, “Design e Storytelling na Transição Linear – Circular”, tema investigado no âmbito da sua tese de Doutoramento em Belas-Artes recentemente concluída na FBAUL;
Ana Luísa Dias, Bárbara Ferreira e Rita Sá, “Curadoria e Design Expositivo AS(SENTAR)” projeto desenvolvido em parceria com o MAAT no âmbito da UC de Estudos de Design II do Mestrado em Design de Equipamento
Coordenação: Professora Isabel Dâmaso
+INFO: https://homeing.exponor.pt/visitante/programa/ ; https://homeing.exponor.pt/o-evento/exposicoes/
zona dolorosa — exposição de mariana meireles
Set 18 2024

© Itarcio Araujo Lima
16 > 24 SETEMBRO 2024 I CAPELA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 16 de setembro, às 18h00, na Capela da Faculdade de Belas-Artes a exposição Zona Dolorosa – Quando a dor passa a existir, de Mariana Meireles a convite do investigador Fabián Cevallos Vivar, curadoria de Inês Zinho Pinheiro.
Horário: 2ª a 6ª 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
A exposição parte de uma constatação simples: a dor é uma experiência autobiográfica portadora de uma neuro-assinatura congênita.
Exprime-se entre o limiar da palavra, a (i)mobilização do corpo e as formas silentes de se manifestar.
A série de imagens, cujo trabalho poético resulta de ensaios performáticos e analíticos advindos de uma pesquisa de pós-doutorado, confronta-se com a (pre)suposta (in)visibilidade da dor e suas formas substantivas de existir, originando-se da experimentação de narrativas e da proposição da imagem para além da apreensão visual. Gesto que inicia com a escuta, desdobrando-se nas fendas simbólicas de olhar, perceber e projetar o corpo que sofre. Ao seu modo, o acervo imagético tensiona a captura da vida pelo trabalho, indaga a ideia de automatização e padecimento, redimensionando o lugar do corpo e suas vicissitudes no estudo da profissão docente. Em “Zona Dolorosa”, a dor é projetada esteticamente enquanto fenômeno encarnado, despontando-se como possibilidade imaginativa de ver e de ser vista. Nesse sentido, o ato de ver confunde-se com o ato de pensar.
Este processo torna-se significativo, a partir do momento em que, laboriosamente, a dor recusa sua condição privada e incomunicável e, passa existir, subjetivamente, como matéria palpável nas imagens.
Ficha Técnica
Mariana Martins de Meireles é professora adjunta na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/Brasil. Atualmente desenvolve Estágio Pós-Doutoral no Programa de Pós-graduação em Educação e Contemporaneidade e no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Doutora e Mestre em Educação e Contemporaneidade (UNEB). Licenciada em Geografia (UNEB).
Fabián Cevallos Vivar é investigador da FBAUL-CIEBA. Doutor em Pós[1]Colonialismos e Cidadania Global pela Universidade de Coimbra. Mestre em Educação Superior pela Universidade de Barcelona. Licenciado em Filosofia, Sociologia e Economia pela Universidade de Cuenca-Equador.
Inês Zinho Pinheiro é doutoranda no programa Artes Performativas e Imagem em Movimento (Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa). Mestre em Filosofia e História da Dança pela Roehampton University, Londres. Licenciou-se na Rambert School of Ballet and Contemporary Dance, University of Kent, Londres.
Itarcio Araujo Lima é fotógrafo e designer (Unijorge/Brasil). Artista de palavras e imagens, contrastes e composições, de silencio e barulho. Em períodos de dispersão e melancolia, a fotografia o faz se sentir real, conectando-o ao presente.
É impressão minha? – Por uma prática artística sustentável (noite europeia dos investigadores)
Set 10 2024
27 SETEMBRO 2024 I MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA
A atividade É impressão minha? – Por uma prática artística sustentável pretende sensibilizar o público para as potencialidades da utilização de materiais naturais e reciclados na prática da produção artística. Com esse objetivo, serão desenvolvidas várias experiências em que se criam impressões, desenhos e pequenas esculturas recorrendo a pigmentos e a corantes naturais, bem como a materiais reciclados.
Este projeto enquadra-se no âmbito da disciplina de Educação Artística em Museus e Centros de Arte, que foi frequentada no ano letivo de 2023/2024 por alunos/as do mestrado de Educação Artística, do mestrado de Museologia e Museografia, da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, e do mestrado de Ensino das Artes Visuais, do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.
Esta atividade faz parte do programa da Noite Europeia dos Investigadores 2024, coordenada pela Universidade de Lisboa, através do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, contemplará atividades online e mais de 400 atividades locais inspiradas na temática geral Ciência para Todos, Sustentabilidade e Inclusão.
entre formas — exposição de frederico penteado
Set 01 2024
02 > 13 SETEMBRO 2024 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 2 de setembro, às 17h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição Entre Formas de Frederico Penteado.
Horário:
2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
A exposição Entre formas de Frederico Penteado, apresenta um conjunto de obras em diversos médiuns, pintura, animação, impressão e alguns objectos de mais difícil definição. Uma mostra retrospectiva abrangendo a última década reflectindo as viagens psicogeográficas do autor que sugerem questões existenciais mais profundas . As suas reflexões e experiências estéticas expressam-se em formas abstractizantes e ambíguas, no limiar da narrativa.
Frederico Penteado é um artista plástico e gráfico pluridisciplinar que divide o seu trabalho entre a Europa e a Ásia, tendo exibido a suas obras em Londres, Lisboa, Milão, Hong Kong, Xangai e Singapura. Colabora com artistas nos domínios da fotografia, música e poesia. Atualmente leciona arte e design na China.
Between forms by Frederico Penteado shows a collection of works across various mediums: painting, animation and print and some objects of difficult definition. It is a retrosprective of the past decade where the author expresses his psycogeographical travels that delve into deeper existential meanings. His aesthetical reflexion and experiments reveal themselves in ambiguous and abstract shapes on the limit of narrative.
Frederico Penteado is a multidisciplinary artist that divides his work between Europe and Asia, having exhibited in London, Milan, Lisbon, Hong Kong, Shanghai and Singapore. He frequently collaborates with artists in the field of photography, music and poetry and currently lectures art and design in China.
nossa terra nossa gente nossa luta, Visualidades Camponesas no Assentamento Zumbi dos Palmares
Ago 25 2024
01 > 29 AGOSTO 2024 I CORREDOR AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 1 de agosto, às 16h00, no corredor do Auditório Lagoa Henriques, a exposição NOSSA TERRA NOSSA GENTE NOSSA LUTA, Visualidades Camponesas no Assentamento Zumbi dos Palmares, exposição de Leandro Souza a convite de Fábian Cevallos Vivar, com curadoria de Viviane Ramiro e Flávio Tonnetti.
A exposição apresenta um conjunto de imagens criadas por moradores e agentes que atuam no assentamento Zumbi dos Palmares, localizado na região norte do estado do Rio de Janeiro, Brasil. A partir da questão: “Se o assentamento fosse uma imagem, qual imagem seria?”, as imagens compõem descobertas visuais junto aos assentados da reforma agrária no contexto da pesquisa de doutorado do artista-professor-pesquisador Leandro Souza. A ocupação das terras da Usina São João, em 12 de abril de 1997, evidencia um espaço de resistência e produção da vida através do trabalho, do estudo e da cultura. Assim, a mostra inspira olhares sobre o território conquistado a parir da luta pelo direito constitucional à terra e empreendida pelo Movimento de Trabalhadores Sem Terra (MST).
ORGANIZAÇÃO
Leandro Souza, doutorando pelo Programa de Pós-graduação em Ciências, Tecnologias e Inclusão, da Universidade Fluminense, investigador convidado (Bolsa PDSE/CAPES/2024) naFaculdade de Belas-Artes/ULisboa, mestre em Artes Visuais pela UERJ, artista-professor-pesquisador e Docente no Departamento de Artes Visuais do Colégio Pedro II – RJ.
CURADORIA
Viviane Ramiro, Doutora em Políticas Sociais pela UENF, Educadora e Agente da Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Flávio Tonnetti, Professor do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal de Viçosa (UFV).
Horário:
2ª a 6ª – 11h00/17h00
sábado – 11h00/15h30
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
2 por 1 (e meio) — exposição de alunos de escultura da fbaul
Ago 25 2024
06 JUNHO > 01 SETEMBRO 2024 I MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA (MNAC)
Inaugura no dia 6 de junho, pelas 18h30, no Museu Nacional de Arte Contemporânea, a exposição 2 POR 1 (E MEIO), exposição coletiva com obras de alunos de escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. A exposição ficará patente até 1 de setembro.
PROGRAMA
4 de Julho (5ª) – 13h15 – 15h15 – Visita guiada com Ildefonso Pontes e Luzia Alves
9 de Julho (3ª) – 16h – 18h – Conversa com Diogo MM Nunes e Filipa Batista
16 de Julho (3ª) – 16h – 18h – Conversa com Francisco Figueiredo Lopes e Guilhermo Hitos
Artistas
Aires Gama
Bernardo Cantigas
Diogo MM Nunes
Filipa Batista
Francisco Figueiredo Lopes
Guilhermo Hitos
Ildefonso Pontes
Luzia Alves
Madalena Eloi
Pedro de Sousa Serafim
Thailo Faria
Vera Vilhena
Coordenação: Sérgio Vicente (FBAUL), Tiago Veiga (MNAC)
Produção: António Rasteiro (MNAC), Luzia Alves (FBAUL), Francisco Figueiredo Lopes (FBAUL)
phantom power ll
Ago 11 202428 JUNHO > 25 AGOSTO 2024 I ESCOLA BÁSICA DE ALCÁÇOVAS, ELVAS
A Pós-Graduação Arte Sonora: Processos Experimentais em parceria com as Gaivotas6, organizam a exposição Phantom Power II, na FARRA – Festa da Arte em Rede da Região do Alentejo, um evento periódico de artes visuais, promovido pelo Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE).
Participam da exposição Inês Condenço, Inês Mendes Leal, Guilherme Curado, Madalena Matoso e Sofia Vitória.
Nesta apresentação, existem algumas reformulações das peças anteriormente expostas em Phantom Power (2023), novas produções e a inclusão de artistas/alunos de anos anteriores.
No dia 29 de junho realizam-se duas performances: Potência contratada de Sofia Vitória e simbiose de Inês Condenço.
Marta Strambi: insurgência autobiográfica
Ago 11 2024
Marta Strambi, Infrutescência, 2019
02 > 22 AGOSTO 2024 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 2 de agosto, às 14h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição Marta Strambi: insurgência autobiográfica.
Curadoria de Luís Jorge Gonçalves.
Horário:
2ª a 6ª – 11h00/17h00
sábado – 11h00/15h30
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Marta Strambi é Artista Visual. Pós-Doc, ESE, Porto, Portugal. Doutora em Artes, ECA, USP, São Paulo, Brasil. Mestre em Artes, IA, Unicamp, Campinas, Brasil. Especialista em Educação, FE, Unicamp, Campinas. Licenciada em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas, PUC de Campinas, Brasil. Aperfeiçoamento e habilitação Plena em Música e em Piano, Conservatório Carlos Gomes, Ribeirão Preto, Brasil.
Tem um largo percurso académico, na lecionação, orientações de teses e dissertações, participação em júris e numerosos artigos publicados. A sua obra artística já esteve presente em mais de 250 exposições em várias cidades do Brasil e em diferentes países, onde se inclui Portugal, Espanha, França, Países Baixos, entre outros países.
O trabalho de Marta Strambi une a investigação, com diferentes materiais, à reflexão sobre o estado do mundo. Desta união surgem formas que nos fazem refletir sobre o nosso quotidiano. Nas palavras de Mauricius Farina:
“As experiências de Marta Strambi como artista são articuladas a partir de argumentos críticos motivados pela vivência, para ela, prosseguir trabalhando é constantemente desafiar sua relação com a facilidade da vida e das formas prontas, com o esquema. Há uma motivação crítica que lhe impulsiona na constante experiência e na realidade cercada por uma fragilidade onde as opressões se manifestam. Seu trabalho, ao tratar dos modos de resistência, do vazio, da origem, da vida social em desequilíbrio, do veneno e do contraveneno, nos convida a refletir sobre uma resiliência necessária para sobreviver às emergências que acontecem na vida como uma constante distopia.” (A via das máscaras: as artes. Congresso no CSO 2021. Lisboa: Sociedade Nacional de Belas, 1104-1106)
Na sua proposta de exposição Marta Strambi propõe trazer díspares matérias, com distintas funcionalidades. Nada surge do acaso. Manifesta as suas preocupações com as nossas vidas. Estamos constantemente a usar e abusar de materiais para os quais não damos importância, como os saquinhos de chá e as caixas de medicamentos, que resultam de uma tecnologia, que rodeia as nossas vidas. São banais para nós. No entanto, exigiram investigação, tecnologia, vários tipos de matérias-primas e muita energia para a sua produção. No final, utilizamos por breves segundos e tornam-se lixo.
A exposição Marta Strambi: insurgência autobiográfica, faz-nos refletir sobre as preocupações pessoais da artista, que devem ser as inquietações existenciais da nossa espécie. Estamos num momento, da nossa passagem pelo planeta Terra, que nos deve afligir a todos. Uma caixa de medicamentos, ou uns saquinhos de chá simbolizam a nossa incapacidade de realizarmos leituras integrais da realidade. Cada um se fecha no seu cosmos e responde unicamente à sua visão de mundo.
Esta exposição é uma chamada da atenção para os nossos problemas existenciais, que começam no quotidiano de cada um. Há uma mensagem sobre a sustentabilidade necessária. O planeta não suporta um crescimento constante. Há um limite. Deixamos neste processo o desperdício, que Marta Strambi chama a atenção com as suas imagens.
Tudo parte do nosso cérebro, a essência do nosso ser. Por isso Marta Strambi nos coloca perante o cérebro. Com as suas imagens podemos olhar para esse órgão ainda muito desconhecido para nós, mas que nos mantém vivos, em cada fração de segundo da nossa existência. Olhar para o cérebro humano é sempre um mistério, é vislumbrar o desconhecido. Torna-se indispensável olhar para exposição Marta Strambi: insurgência autobiográfica, como um manifesto necessário sobre as nossas atitudes.
Luís Jorge Gonçalves
Marta Strambi: insurgência autobiográfica
A exposição Marta Strambi: insurgência autobiográfica”tem um caráter retrospetivo. Está relacionada com aspetos autobiográficos na minha produção e será composta por objetos em grés, instalações, animação digital a partir de uma nanoarte e de imagens digitais, de bioartes (materialidades construídas a partir desse procedimento) e de uma videoarte.
As travessias que percorremos conduzem-nos aos nossos desígnios, sejam pelos aspetos mais insurgentes, correspondentes à realidade da vida, como na duvidosa obrigatoriedade do uso de medicamentos com ação de ingestão diária, ideia contida na obra Campo de forças que nos ajuda a reconhecer o sentido de si como motivo poético.
Também há que se recuperar aspetos de nossas memórias, projetando nessa exposição como nas obras Subjaz ao Cru (uma chuteira de futebol) e Vulnerável, um gravador contendo fitas cassetes, simulando fricções nos limites entre arte e vida. Essa inseparabilidade do autobiográfico, que ao simular ficções pode estar na compreensão dos limites desse território ou na sua contramão, onde um contém o outro e vice-versa também se insinua em outros lugares. Ao reaver os desejos de uma feminilidade, projetados em corpos políticos matéricos, como nas obras Robus, Molotove-me, Pronta Entrega e Pronta Entrega com Gordura, que se expõem em fragmentos, nos permite revisitar vivências e perceber o mundo através do nosso corpo, reaprendendo com ele.
Memory in Connection é tomada por uma tensão autobiográfica, conexão entre topologias: nano do ouro com uma imagem do cérebro, unidos em uma animação digital. As bioartes se posicionam, também sob o domínio da busca, de apreender resultados e curas, através de remédios e suas bulas, compondo trajetos que se mesclam na biocoisa, a matéria fundante. Similarmente, à Infrutescência faz a ação da cura pela reza, com um cacho de corpos de porcelana e tecido, composta de limões/seios e sementes naturais de laranja, fazendo às vezes de um terço.
Enfim, aqui se mesclam processos autobiográficos, tanto do espírito de uma realidade tensa, como de ficções que se dão no calor da hora, como traz a memória de um campo em questão, projeções de uma trajetória na arte.
Marta Strambi
22/09/22 – exposição finalistas pintura 2022-2023
Ago 11 202430 JULHO > 24 AGOSTO 2024 I SALÃO DA SOCIEDADE NACIONAL BELAS-ARTES
Inaugura no dia 30 de julho, às 18h30, no Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes, a exposição 22/09/22 – Finalistas Pintura 2022-2023. A exposição ficará patente até 24 de agosto.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário
2ª a 6ª: 12h/19h
sábado: 14h/19h
EXPOSIÇÃO DE FINALISTAS – PINTURA (Ano lectivo 2022 / 2023)
Estamos perante uma exposição com 41 artistas e cerca de uma centena de obras, com uma multiplicidade de media, formatos, estilos, cores, intenções e gestos, de carácter muito diferente, que numa exposição como esta cohabitam formando um todo singular. Trata-se de uma exposição coletiva mas onde se procura que cada artista se destaque a nível individual e não como parte de um todo unificante. Podemos dizer que existem núcleos, ligações e diálogo entre as diferentes obras, mas sempre seguindo uma lógica de diversidade e pluralidade.
É uma perceção feita de retalhos, que ajudam a traçar uma ideia daquilo que foi o percurso artístico dos finalistas durante a sua formação na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. É o momento para que cada artista se reveja como sendo sua a exposição, ao mesmo tempo que pertencente a um grupo com o qual desenvolveu o seu trabalho artístico durante vários anos. O fim de um ciclo, que marca o início de outro. O fim da licenciatura em pintura, que é simultaneamente o início de uma carreira artística.
Catarina Pires – Curadora
encoding/decoding
Jul 30 2024
Encoding/decoding reúne projetos do 1.º ano do Mestrado em Design de Comunicação (Belas-Artes, ULisboa) que exploram a constante reformulação e reconversão de mensagens sob o impacto da internet e das infraestruturas computacionais na cultura contemporânea.
Os projetos apresentados neste website salientam os desafios atuais da prática do design de comunicação, questionando visões canónicas da disciplina e da sua pedagogia. Evidenciam a infinita reprodutibilidade e mutabilidade de conteúdos textuais e imagéticosna era dos modelos inteligentes de processamento de linguagem natural e de geração de imagens. Contrastam o potencial da Web para a partilha de conhecimento com a sua volatilidade sob o impacto das redes sociais, expondo simultaneamente o viés social e a exclusão latente involuntariamente incorporados no design de interfaces e interações digitais. Ao explorar criativamente a confluência de media, estes projetos refletem sobre a forma como as tecnologias digitais moldam a nossa perceção e experiência da realidade.
https://2024.fbaul-dcnm.pt/encodingdecoding
Organização
Mestrado em Design de Comunicação, Belas-Artes, Ulisboa
Coordenação
Projeto II: Luísa Ribas e Frederico Duarte
Laboratório II: Pedro Ângelo
Design e desenvolvimento do Website
Ana Marta Duarte, Duarte de Freitas, Sofia Alexandre
Design e desenvolvimento da Brochura
Gabriela Santos, Joana Costa
Gestão de projecto, edição e revisão de conteúdos
Joana Lai, Renata Bruni
cavaleiros do tempo — exposição de hannah
Jul 18 2024 
09 > 29 JULHO 2024 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 9 de julho, às 18h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição Cavaleiros do Tempo de Ana Maria Costa Alves (Hannah). A exposição ficará patente até 29 de julho.
Horário: 2ª a sábado – 11h00/ 19h00.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Como uma obra literária convertida numa série pictórica e metafórica, Cavaleiros do Tempo, baseia-se na poética da Língua Portuguesa, que atribui múltiplos significados à palavra – Tempo.
Existindo, sem ser palpável, ora cronológico, ora atmosférico, igualmente musical, repleto de movimentos e acontecimentos, o Tempo traspassa-nos!
Resume a existência Humana, pelos segundos, minutos e horas, em décadas longas ou curtas…
…onde a Humanidade acontece e produz.
Tempo,
nós o contemplamos,
nós o apressamos,
nós o valorizamos,
nós o possuímos,
nós o partilhamos
e nós o perdemos.
Somos Cavaleiros do Tempo!”
xCoAx 2024 — 12th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X
Jul 05 2024
10 > 12 JULY 2024 I FABRICA, TREVISO, ITALY
Program now online: 2024.xcoax.org
SCHOOL OF X
EXHIBITION
PERFORMANCES
PAPER SESSIONS
KEYNOTES
Francesca Franco / Christa Sommerer
mil-folhas
Jul 01 2024 
01 > 07 JULHO 2024 // PAN-OPTICA-MENTE – 04 JULHO > 17H30 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 1 de julho a exposição Mil-Folhas com os projetos dos finalistas da 2ª edição do curso de Pós-Graduação em Ilustração e Narrativa Visual do Departamento de Desenho.
Horário: 2ª a sábado – 11h00/ 19h00.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
EVENTO na exposição Mil-folhas
Pan-Optica-Mente um exercício informal e conversa em torno da experiência de representação visual, em ambiente prisional, contada e desenhada a Outro, poder levar o Outro ao Lugar e ao representado, como inspiração ao seu próprio registo e desdobramento da leitura dessa experiência dialética do corpo e do espaço.
Com Mariana Carrolo, dia 4 de Julho das 17h30 às 19h00 na Galeria da FBAUL
O título ’mil-folhas’ tem muitos sentidos: mil folhas têm as árvores e os bosques, têm os livros e os jornais, têm cadernos de desenhos, muitas pastas, muitos relatos, muitas páginas na agenda, e o vento a passar. É também um bolo de inspiração francesa, com ou sem recheio e muito apreciado.
Fechando a segunda edição deste curso, dá-se assim a conhecer a diversidade do trabalho desenvolvido por este grupo de estudantes mas também as experiências motivadas pelas propostas das docentes responsáveis Alice Geirinhas e Susana Oliveira, e dos professores/artistas convidados António Jorge Gonçalves, Bruno Reis – Mantraste, Constança Saraiva e Lígia Fernandes, Filipa Pontes, e Mariana Carrolo.
Participantes: Andreia Lopes, Camila Cota, Diana Pimentel, Duarte Carlota, Eduardo Ricarte, Joana Patrícia Silva, Juliana Soares, Leonor Esteves, Maina, Maria Sacadura, Mariana Simões, Paula Neves, Rita Lamaroso, Ruben Bandito, Sofia Ribeiro, Susanne Malorny.
Agradecimentos: docentes convidados Joana Mosi, António Jorge Gonçalves, Filipa Pontes, Bruno Reis – Mantraste, Constança Saraiva, Lígia Fernandes e a Mariana Carrolo a sua participação extraordinária neste curso, bem como a todos os colegas que receberam estas alunas e alunos nas suas unidades curriculares, como optativa da pós-graduação.
outras e outras águas — exposição de isabel castelo branco
Jun 24 2024
19 > 28 JUNHO 2024 I GALERIA FACULDADE BELAS-ARTES
Inaugura no sábado, dia 22 de junho, às 15h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a exposição OUTRAS E OUTRAS ÁGUAS de Isabel Castelo Branco, no entanto a exposição fica disponível para visita a partir de 19 de junho.
A exposição ficará patente até 28 de junho.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário: 2ª a sábado entre as 11h00 e as 19h00.
Sinopse Poética
Na lonjura do oceano onde o horizonte é a linha que funde mar e céu, a água do mar revela-se como um caminho etéreo, fluindo de forma natural e espontânea. Como as ondas que dançam ao sabor do vento, é neste movimento constante que construímos os nossos pensamentos, moldando-os como esculturas de sal.
O mar, esse eterno guardião dos segredos da natureza é um reflexo dos opostos que habitam dentro de nós. Na sua calmaria serena, encontramos paz e tranquilidade, apenas para sermos desafiados pela fúria tempestuosa que ruge nas suas profundezas, lembrando-nos da transitoriedade e da imprevisibilidade da vida.
Nesse jogo de contrários, onde o sereno encontra o furioso, as contradições e as ambiguidades florescem como flores selvagens numa costa rochosa. Cores fortes e intensas dançam no horizonte, criando um espetáculo visual de contrastes e conflitos.
No entanto, é nesse caos aparente que encontramos uma busca pela harmonia, uma tentativa de reconciliar os opostos e encontrar o equilíbrio.
E assim, enquanto os nossos olhos se perdem na vastidão azul do mar, somos convidados a olhar para além do visível, a mergulhar nas profundezas do próprio invisível.
É um convite à contemplação da alma, uma jornada interior onde encontramos a verdadeira essência da existência. Este movimento, que fez surgir a pintura, ressoa nela.
Isabel Castelo Branco
Il fanatico per la musica: o Conde do Farrobo e o Teatro das Laranjeiras — vencedor prémio apom
Jun 22 2024
ATRIBUIÇÃO PRÉMIO APOM I 31 MAIO 2024 I CENTRO DE CONGRESSOS DA ALFÂNDEGA DO PORTO
17 DEZEMBRO 2022 > 2 Abril 2023 I TEATRO THALIA

Através de quase uma centena de obras, muitas delas trazidas a público pela primeira vez, a Exposição Il Fanatico per la Musica: O Conde do Farrobo e o Teatro das Laranjeiras faz reviver a história política, musical e artística da primeira metade do século XIX em Lisboa e recupera a memória de um homem injustamente esquecido.
Horário: 3ª a dom. – 10h /18h
Encerra à 2ª, 25 dez. e 1 jan.
Paralelamente à Exposição, realizam-se conferências, todas as quintas-feiras, às 18h00, na cafetaria do Teatro Thalia. Entrada livre.
30 de março > 18h00
Orador: José Norton (Comissário)
Título: O Morgado do Farrobo
29 de março > 18h00
Orador: Vítor Alegria
Título: O Conde do Farrobo e o Seguro
23 de março > 18h00
Orador: Edward Ayres de Abreu
Título: A propósito do Conde do Farrobo, uma reflexão sobre a nova museografia do Museu da Nacional da Música
16 de março > 18h00
Oradora: Patricia Barbas (Arq.ª)
Título: A presença do passado
Orador: Rogério Miguel Puga (CETAPS/FCSH/UNL)
Título: Representações do Teatro e da Quinta das Laranjeiras na Escrita de Viagens Inglesa
09 de março > 18h00
Oradora: Dina Dimas (Museu Nacional do Traje)
Título: As modas no tempo do Conde do Farrobo
Orador: Mário Antas (Museu Nacional dos Coches)
Título: A cadeirinha do Conde do Farrobo
02 de março > 18h00
Oradora: Susana Silvestre
Título: Um Mecenas de Excelência: o Conde do Farrobo
Orador: Mário Nascimento (Museu de Lisboa)
Título: A Lisboa do Conde do Farrobo – um Itinerário
23 de fevereiro > 18h00
Orador: Gabriel Marques
Título: António Manuel da Fonseca (1795-1890), o pintor do Conde do Farrobo
16 de fevereiro > 18h00
Oradora: Sofia Braga
Título: O Sacrifício de Ifigénia: Um tema de Pintura de História da Quinta das Laranjeiras
9 fevereiro de 2023 > 18h00
Oradores: Luísa da Rocha (Curadora) e Miguel Matos Gomes (Curador)
Título: Projeto Expositivo. Complexidades e sugestões
Seguido de visita guiada pelo Curador Pedro Braga dos Reis e pelo Comissário José Norton
26 janeiro de 2023
Orador: Rui Manuel Mesquita Mendes
Título: QUINTA, PALÁCIO E TEATRO DAS LARANJEIRAS: A propriedades do Conde de Farrobo descritas em escrituras, testamentos, tombos e inventários de partilhas
19 de janeiro de 2023
Orador: Fernando António Baptista Pereira
Título: Making-of da Exposição: Il fanatico per la musica: o Conde do Farrobo e o Teatro das Laranjeiras
12 de janeiro de 2023
Oradoras: Raquel Cabeças e Margarida Elias
Título: O Palácio e o Teatro das Laranjeiras: notas de uma investigação em curso
5 de janeiro de 2023, 18h00
Orador: António Alves-Caetano
Título: Barão de Quintela e Conde do Farrobo: o desenvolvimento económico nacional antes da Regeneração
O livro do orador, Conde do Farrobo – Perfídia, estará à venda no dia da conferência e os lucros das vendas reverterão integralmente para a Associação Portuguesa de Solidariedade Mãos Unidas P. Damião, que desenvolve a sua ação junto de pessoas e famílias carentes, física, mental e economicamente.
Na efeméride da passagem dos duzentos anos da construção do primeiro Teatro das Laranjeiras, conhecido como Teatro Thalia apenas desde o final de Oitocentos, pretende-se homenagear a memória do seu fundador, Joaquim Pedro Quintela, Conde do Farrobo, com uma exposição no recinto do mesmo teatro, hoje recuperado graças a um notável projeto contemporâneo de Gonçalo Byrne, em associação com os arquitetos Diogo Lopes e Patrícia Barbas. A exposição, intitulada IL FANATICO PER LA MUSICA: O Conde do Farrobo e o Teatro das Laranjeiras, tem início a 16 de dezembro próximo e fica patente até 31 de março de 2023.
Dada a posição dominante do Conde do Farrobo nas primeiras décadas do Constitucionalismo Português, cujos duzentos anos se comemoram ao longo deste ano, a exposição não só apresentará as suas origens e ligações familiares, mas também a sua militância política na defesa do Liberalismo e o seu inegável contributo na promoção das indústrias e das artes e o seu destacado papel no mecenato artístico, em especial da Música, da Ópera e do Teatro, mas também das artes visuais, tanto na esfera pública como na privada.
Para tal, iremos contar com um acervo de cerca de 70 peças provenientes de diversos museus e bibliotecas nacionais e de coleções particulares, nomeadamente dos descendentes da família Quintela. Com esse conjunto de testemunhos artísticos e literários se montará uma narrativa que ilustrará as diversas facetas da vida desse personagem: o defensor da causa constitucional, o mecenas nas artes e na música e o industrial visionário.
Serão comissários Fernando António Baptista Pereira, museólogo e Presidente da Faculdade de Belas Artes, e José Norton, biógrafo de Joaquim Pedro Quintela. A organização e montagem da exposição contará com a colaboração de professores e alunos da Faculdade de Belas-Artes e, ainda, de estudantes finalistas da Escola António Arroio.
A exposição, organizada pela Secretaria-Geral da Educação e Ciência, contribuirá para a oferta cultural da cidade de Lisboa, ao dirigir-se prioritariamente ao grande público, mas não deixará de ter valor didático para a população estudantil dos diferentes graus de ensino.
Pretende-se fazer acompanhar o evento, tanto na inauguração e finissage, como ao longo da sua vigência, de visitas guiadas, colóquios, conferências e miniconcertos musicais e de dança.
Dado o carácter histórico e nacional deste evento, associado às comemorações da Revolução de 1820 e da aprovação da Primeira Constituição Portuguesa, em 1822, solicitou-se ao Senhor Presidente da República o seu alto patrocínio e a presença na inauguração.
espécimen 0 — exposição de ana franco neto
Jun 16 2024
05 > 26 JUNHO 2024 I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura a dia 5 de junho, às 13h00, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a exposição individual Espécimen 0 da mestranda em Pintura Ana Franco Neto.
A exposição ficará patente até dia 26 de junho.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário: de 2ª a 6ª entre as 11h00 e as 16h00.
Espécimen 0 é uma obra instalativa cerâmica que toca em diversos elementos do mundo artístico.
É apresentada através de uma narrativa que envolve um ser que cria e alguém que o observa e estuda diariamente.
Consequentemente, a relação entre os dois personagens irá evoluir durante o período expositivo
lisboa rural século 19 — exposição de tiago picão sanches
Jun 16 202417 > 21 JUNHO 2024 I CORREDOR AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
“Meditando ao luar” com Braamcamp Freire
Jun 06 2024
17 MAIO > 14 JUNHO 2024 I CASA-MUSEU ANSELMO BRAANCAMP FREIRE, SANTARÉM
Inaugura no dia 17 de maio, às 18h00, na Casa-Museu Anselmo Braancamp Freire, em Santarém, a exposição Meditando ao luar com Braancamp Freire de José Quaresma.
A exposição ficará patente até 14 de junho.
Dando sequência aos projectos artísticos que tenho vindo a desenvolver em estreito diálogo com acervos e contextos de Museus e Casas-Museus, convido-vos para uma nova exposição individual, exposição na qual, a título de exemplo, podemos observar uma interpretação a grafite sobre papel, em grandes dimensões (240×120 cm), de uma “caminhada” de Braamcamp Freire, ou então, alusões a detalhes da sua biblioteca, como uma pintura com planos de um enigmático móvel que contém gavetas com areia de Muxima (Angola), ou ainda, entre outras propostas, duas interpretações contemporâneas de uma pintura da sua colecção, de Miguel Ângelo Lupi, Meditando ao Luar, título que enxertei na designação desta exposição.
José Quaresma
Traz outro amigo também_ exposição de Maria João Barcelos
Jun 06 20243 > 15 JUNHO 2024 | GALERIA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES
Inaugura no próximo dia 3 de junho, pelas 17h30, na Galeria da FBAUL, a exposição Traz outro amigo também, de Maria João Barcelos, integrada no projecto Chiado, Carmo, Paris. Os Caminhos de Salgueiro Maia.
A exposição pode ser visitada até dia 15 de junho e tem a curadoria de José Quaresma.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário: 2ª a sáb. -11h00/19h00
A “travessia” desta obra de Maria João Barcelos, “Traz outro amigo também”, numa clara alusão à canção de José Afonso, projecta-nos para a contemplação da face de Salgueiro Maia, mas também nos convida a imergir numa multidão de rostos anónimos. Caras que simbolizam uma vasta comunidade que se ergue, que se mostra, que se faz escutar, que tem, afinal, “rompedores” como o “nosso” Capitão Salgueiro Maia, e ainda, José Afonso, ambos sujeitos da “História Universal”, como diria Hegel, ou seja, que têm diversas características em comum, nomeadamente a mundivisão libertadora, a coragem física e moral, a extrema competência dos seus actos e desafios.
“Os grandes indivíduos na história universal são, os que apreendem este universal superior e o convertem em fim seu; são os que realizam o fim conforme ao conceito superior do espírito. Devem, nesta medida, chamar-se heróis. Não vão buscar o seu fim e a sua missão ao sistema tranquilo e ordenado, ao decurso consagrado das coisas. A sua justificação não reside na situação existente, mas vão buscá-la a uma outra fonte. Esta é o espírito oculto, que bate à porta do presente, o espírito ainda subterrâneo [...] o espírito para o qual o mundo presente é apenas uma casca que contém em si um outro cerne, diferente do cerne a que pertence.” (Hegel, A Razão na História. Introdução à Filosofia da História Universal).
A instalação gráfica e têxtil aqui apresentada faz a transfiguração artística deste cerne, deste sentimento de comunidade emergente e imparável (que oscila sempre entre dissentimento e “voz universal”). O trabalho de Maria João Barcelos torna ainda pertinente e actual a “ideia” hegeliana que aproxima um Povo de um determinado agenciamento individual (raro, também heróico), proporcionando-nos imagens tocantes e criativas de mulheres e homens cuja vontade anseia por escolhas livres, autónomas, neste caso específico, através de um pulsar artisticamente reconfigurado em múltiplos rostos que se entrecruzam com o rosto de Maia.
A artista plástica Maria João Barcelos foi convidada a realizar esta exposição por ter desenvolvido um vasto conjunto de estudos e obras (bidimensionais e tridimensionais), com diversas tecnologias e linguagens, sendo esta instalação uma síntese da qualidade do seu trabalho artístico e devoção aos temas do projecto dedicado a Salgueiro Maia.
José Quaresma
25 de maio, 2024
xCoAx 2024 — 12th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X
Jun 01 2024
10 > 12 JULY 2024 I FABRICA, TREVISO, ITALY
xCoAx 2024 — 12th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X
10-12 July 2024
Fabrica, Treviso, Italy
Extended deadline for submissions: 14 February 2024
xCoAx explores the intersection where computational tools and media meet art and culture in the form of a multi-disciplinary enquiry on aesthetics, computation, communication and the elusive X factor that connects and affects them all.
xCoAx is a great chance for international audiences to exchange ideas in search of interdisciplinary synergies between computer scientists, artists, media practitioners, and theoreticians at the thresholds between digital arts and culture.
xCoAx 2024 will take place in Fabrica, the communication research centre of Benetton in Treviso, Italy. This year’s keynotes will be presented by Christa Sommerer and Francesca Franco.
Call for papers, artworks, performances, School of X applications
xCoAx 2024 calls for papers, artworks, performances and research works-in-progress by scholars, artists, performers and students working on any of its multi-disciplinary facets.
You are invited to submit theoretical, practical or experimental research work in the form of papers, artworks, performances, and, if you are a Master’s or PhD student, also an application for the School of X, on a range of topics that includes but is not limited to the following:
Computation / Communication / Aesthetics / X / Algorithms / Systems / Models / Artificial Aesthetics / Artificial Intelligence & Creativity / Audiovisuals / Multimodality / Design / Interaction / Games / Generative Art & Design / History / Mechatronics / Physical Computing / Music / Sound Art / Performance / Philosophy of Art & of Computation / Computational Photography and Image Technologies / Technology / Ethics / Epistemology
All information on how to submit papers, artworks, performances, and applications to the School of X is available at https://xcoax.org
Important Dates
- February 14: Final deadline for submissions.
- March 22: Notifications to authors.
- April 19: Registration deadline for authors.
- April 23: Delivery of final versions of full papers and extended abstracts of artworks and performances for the proceedings.
- May 5: Delivery of final versions of multimedia files for the website.
- July 10 to 12: xCoAx 2024 in Fabrica, Treviso.
All information on how to submit papers, artworks, performances, and applications to the School of X is available at https://xcoax.org
17ª edição gab-a galerias abertas das belas-artes
Mai 29 202431 MAIO, 1 E 2 JUNHO 2024 > FBAUL ABERTA AO PÚBLICO
Durante o fim de semana de 31 de maio, 1 e 2 de junho de 2024 a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa vai acolher a 17ª edição das GAB-A / Galerias Abertas das Belas-Artes.
Entrada livre
Horário: 31 de maio – 18h-20h
1 e 2 de junho – 14h-20h
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
As GAB-A são um fórum de discussão e mostra de jovens artistas, produtos de investigação artística e obras em contexto de ensino superior artístico público, integrados no espaço físico onde são pensados e produzidos. Não é uma comum exposição em galeria, museu ou centro cultural. É a abertura dos espaços de trabalho e de investigação artística que a Faculdade de Belas-Artes contém, num espírito de oficina, de ateliê ou de estúdio.
As GAB-A são um evento de partilha com públicos exteriores que depende da vontade dos seus participantes, das solicitações, motivações, e da oportunidade e convites que, depois de cada edição, lhe são dirigidas. É um espaço de grande informalidade, com a presença dos jovens autores. Um fórum / feira, onde se ensaiam questões pragmáticas como o universo do contacto com o mundo exterior, a constituição de grupos e projetos ou a definição de estratégias de ações futuras. Um momento de troca de experiências e de aplicação de conhecimentos.
Nesta edição haverá uma separação entre um Pop-up de vendas e o local de mostra de trabalhos e ateliês, tendo então o intuito de destacar cada vertente, de modo a favorecer ambas as áreas. Quando falamos de local de vendas, falamos de um espaço onde xs alunxs terão a oportunidade de comercializar o seu merchandising, como stickers, brincos, cerâmicas utilitárias, etc. Na mostra, xs alunxs terão a oportunidade de apresentar os seus trabalhos e projetos artísticos desenvolvidos ao longo dos semestres, podendo também vender essas obras.
Nas GAB-A não há seleção de obras nem de participantes por qualquer entidade que não o próprio autor, possibilita-se assim que cada estudante teste a sua capacidade de decisão, de autocrítica e de autonomia. São convidados a participar todxs xs alunxs que o queiram fazer, todxs xs que tenham a segurança e a determinação que qualquer profissão exige. Possibilita-se a fruição de um ambiente de fórum de arte atual, no contexto do seu núcleo embrionário (o local de aprendizagem e investigação) o que propicia interrogações sobre os mundos, sobre a arte e sobre o mundo da arte. Nas GAB-A estabelecem-se pontes entre todos os ciclos e níveis de ensino. Participam alunxs que frequentam a Faculdade há seis meses ao lado de outros que a frequentam há muitos mais anos (licenciandos, mestrandos e doutorandos).
Estão convidados a participar todos os alunos da Faculdade de Belas-Artes de todos os cursos e de todos os ciclos de estudos.
Os formulários para inscrição nas diferentes vertentes, encontram-se no seguinte link e na descrição do Instagram das GAB-A (@galeriasabertas2024), https://linktr.ee/gaba2024?utm_source=linktree_admin_share.
softspace, uma investigação artística — exposição de carlos miguel gonçalves
Mai 25 2024
02 > 31 MAIO 2024 I GALERIA MANUELA VALE, ESCOLA DE ARTES MESTRE FERNANDO RODRIGUES, LAGOA, ALGARVE
Inaugura no dia 2 de maio, às 18h00, na Galeria Manuela Vale, Escola de Artes Mestre Fernando Rodrigues, em Lagoa, Algarve a exposição SOFTSPACE, uma investigação artística de Carlos Miguel Gonçalves. A exposição ficará patente até 31 de maio.
SOFTSPACE, uma investigação artística, é uma exposição de arte-multimédia do investigador colaborador do CIEBA, Carlos Miguel Gonçalves, que tem como objetivo divulgar os primeiros resultados da sua investigação artística em curso no doutoramento em Belas-Artes, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
A problemática da presente investigação, estuda o modo como a incorporação da cibernética na urbanidade (Henri Lefebvre) subverte a ordem dos espaços (público/privado) na Web 2.0 (O’Reilly Media). Na Galeria Manuela Vale em Lagoa (Algarve), os resultados preliminares apresentados, propõem uma reflexão sobre o acesso ao novo espaço público (Daniel Inerrarity) através da imaginação geográfica que recentra uma consciência estratégica da espacialidade (Edward Soja); confronta-se o corpo humano com a sua infinita necessidade de viver e com a sua finita abissalidade.
Estes resultados incidem especificamente sobre o lugar digital, Softspace (Lally & Young), um espaço intermédio entre o utilizador e o complexo internético (Jonathan Crary). Assente na relação da invisibilidade com a visibilidade total, este espaço revela afinidades com o mito greco-romano de Medusa que morre no confronto com o seu próprio reflexo no escudo de bronze de Perseu (Ovídio). Uma noção filosófica com significado na lógica nietzschiana que estabelece as imagens como escudo protetor contra o abissal. Com efeito, permite-nos explorar o modo como a criação artística é partilhada, consumida e percebida a partir da Web 2.0, procurando compreender o impacto destas dinâmicas no acesso ao espaço público a partir da Internet.
arte no feminino — 10 anos 10 artistas
Mai 25 2024
08 MARÇO > 31 MAIO 2024 I REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
Inaugura no dia 8 de março, pelas 18h00, na Reitoria da Universidade de Lisboa a exposição Arte no Feminino — 10 anos 10 artistas. A exposição ficará patente até 31 de maio de 2024. Esta exposição é uma das muitas iniciativas que integram o programa de comemorações dos 10 anos da ULisboa.
Horário: 2.ª a 6ª-feira, das 10h às 18h.
Ana Bonifácio
Ana Lima Neto
Ana Margarida Matos
Ângela Ferreira
Isabel Sabino
Mariana Castro
Marta Soares
Paula Rego
Vanessa Barragão
Virgínia Fróis
“Celebramos os 10 anos da Fusão! Celebramos a Mulher!
A presença das mulheres nas artes plásticas tem uma história longa, rica, diversificada e de crescente afirmação societal, embora muitas vezes tenham enfrentado desafios e discriminações diversas ao longo do tempo.
O principal pretexto para realização de uma exposição mobilizadora de artistas femininas surgiu, naturalmente, associado à celebração do Dia Internacional das Mulheres, dia 8 de março, instituído em 1975, pelas Nações Unidas, para evocar e celebrar os direitos e conquistas da Mulher e o seu papel ativo e fundamental na História e na Sociedade.
Tendo em vista a seleção das 10 artistas, assumiram-se diversos pressupostos: terem, em algum momento da sua vida, ligação com a ULisboa ou universidades precedentes (estudantes, professoras/investigadoras ou técnicas), e se possível com alguma diversidade de unidades orgânicas, para assim fazer jus à ideia da Fusão; cobrirem diferentes manifestações das artes plásticas; e a coexistência de artistas mais experientes e consagradas com artistas mais jovens e emergentes.”
José Manuel Simões
Comissário para as Comemorações dos (723+) 10 Anos da ULisboa
Curador da Exposição