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lições com cerejas
Mar 31 2025 
02 NOVEMBRO 2024 > 31 MARÇO 2025 I TÁGIDE
Inaugurou no dia 2 de novembro, no Tágide Food & Art, a exposição Sumário, no âmbito do projeto Lições com Cerejas, com obras de Camila.ponto final.
O projeto Lições com Cerejas é o resultado do acordo de colaboração entre o Tágide Art & Food e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Cristina Branco.
Sumário
Como profissionalizar e apresentar os trabalhos académicos á sociedade civil? Abordamos temas como transporte, fotografia, estabelecimento de preços ou divulgação nas redes sociais, assuntos fundamentais para uma profissionalização artística.
Recorremos ao laboratório de fotografia que dá apoio aos alunos da Faculdade de Belas-Artes para melhorar a qualidade das imagens. Ana Caria Pereira ajudou-nos nessa tarefa. Juntou-se ao projecto uma antiga aluna, Marisa Oliveira que criou uma página no Instagram para a divulgação e comercialização das peças dos alunos: @galeria.ponto.de.partida.
Nesta exposição apresentamos os trabalhos escolares da aluna Camila.ponto final.
As suas pinturas com títulos poéticos, embalam-nos com o vento entre paisagens imaginárias, cores alegres e escrita.
A série intitulada Descerca-te e a cerâmica antropomórfica Regamor, convidam-nos a uma alegre introspeção: a Crescer para dento.
Cristina Branco
Novembro 2024

02 JULHO > 29 SETEMBRO 2024 I TÁGIDE
Inaugurou no dia 2 de julho de 2024 a 1ª Mostra do projeto Lições com Cerejas no âmbito de um acordo de colaboração entre o Tágide Art & Food e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Cristina Branco.
A 1ª mostra com obras de Carlota Raposo, Franco Palma, Luca Tintea e Pinx (João Rosas), esteve patente até 29 de setembro de 2024.
FRANCO PALMA - @franco.palma.art
Vila de Arraiolos, Évora1964, estudou Design Gráfico e Pintura no ARCO e é licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Profissional de Engenharia Informática e Gestão, tem formação superior nestas áreas, exercendo desde 1988 essa atividade a nível empresarial.
CARLOTA RAPOSO - @_carlota_raposo_
Nascida na ilha de S. Miguel, Açores, licenciou-se em pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Atualmente o seu interesse pela cerâmica e pelo vidro levou-a a prosseguir o Mestrado em Arte e Ciência do Vidro e da Cerâmica na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa, em associação com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
PINX (JOÃO ROSAS) - @pinxtatu
PINX, nascido João Vítor Moreira Rosas, é um artista multimédia brasileiro que vai do desenho, escultura e pintura à tatuagem, música e direção de arte audiovisual. Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense (2017), PINX começou na música com sua banda Drápula, no sudeste do Brasil. Estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2019) e durante a pandemia foi autodidata em tatuagem. Já em 2022 estudou o Mestrado de Design na Universidade de Lisboa em 2022.
LUCA TINTEA - @lucatientea.art
Estudante de arte em Bucareste, na Roménia, onde nasceu há 23 anos, adora arte figurativa, sendo a sua maior influência o naturalismo do século XIX. Considera a arte como uma conversa com os artistas do passado que criaram obras que nos inspiram atualmente. O seu sonho é estudar na Academia de Arte de Barcelona.
LIÇÕES COM CEREJAS
Este projecto nasceu de um almoço na esplanada no Tágide e de um convite de Suzana Barros para organizar mostras de trabalhos de alunos da Faculdade de Belas-Artes no espaço do seu restaurante.
A ideia pareceu-me muito aliciante, porque permitia estender as minhas funções, seguindo a tradição das reuniões artísticas nos cafés históricos como a Cervejaria do Leão, a Brasileira ou o Martinho da Arcada.
Poderia pôr em prática algumas ideias de autores que subscrevo, tal como: Fernando Pessoa que nos sugere “Ser plural como o universo”, Agostinho da Silva nas suas “ Conversas vadias” onde afirma que “…o homem não nasce para trabalhar, o homem nasce para criar, para ser um poeta á solta e dar a sua mensagem particular no mundo”, ou Joseph Beuys que defende o princípio de “cada homem, um artista.”
Esta colaboração permite liberdade para apresentar as “experiências plásticas e criativas” dos alunos de pintura, desenho ou escultura, sem a prisão das regras e das tendências do mercado da arte, criando discursos e elaborando narrativas visuais alternativas e próximas das propostas dos autores.
Numa visita aos GAB-A de 2024, fez-se uma escolha prévia de trabalhos de cerca de 20 alunos. Dessa lista selecionaram-se, para a 1ª mostra, obras de quatro estudantes, em dois grupos. No primeiro surge a ideia de utopia, num regresso à natureza ou numa superação de conflitos entre margens. No segundo o estudo do corpo num retorno à representação de temas clássicos e académicos, ou nos grafismos do corpo tribal e ancestral das tatuagens contemporâneas.
É neste instante, entre a resposta a exercícios escolares e a mostra ao público num espaço de tertúlia, que podemos encontrar, no trabalho destes jovens, a inocência da criação artística desprovida de funções mercantilistas.
Já à mesa, convido-vos a saborear umas deliciosas cerejas.
Cristina Branco
Julho 2024
não há festa para ninguém — exposição de ana leonor pinto
Mar 29 2025
25 MARÇO > 04 ABRIL 2025 I CAPELA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 25 de março, às 18h00, na Capela da Faculdade de Belas-Artes, a exposição Não há Festa para Ninguém de Ana Leonor Pinto.
Horário: 2ª a sábado – 11h/19h
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Não há festa para ninguém!
_ Acabou aqui, por um e vários gestos, todo o sentido moldado a uma suposta certa mutualidade que se fazia acreditar.
O tempo reflete-se na materialidade brilhante de um carinho que será digerido e digerido e digerido.
Aqui, comer-se-ão palavras e haverá bolo para sempre.
exposição virtual: 76 anos de direitos humanos
Mar 17 2025

10 DEZEMBRO I DIA MUNDIAL DOS DIREITOS HUMANOS
Há 76 anos a comunidade internacional juntava-se para redigir um documento revolucionário que definia, pela primeira vez, os direitos fundamentais de TODOS os seres humanos. Aprovada a 10 de dezembro de 1948 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi um documento inovador ao estipular, pela primeira vez na história, que os direitos humanos passariam a ser universais e não uma prerrogativa dos Estados.
Os direitos humanos são, desde então, inerentes a TODAS as pessoas, independentemente da raça, sexo, nacionalidade, etnia, língua, religião ou qualquer outra condição. São também universais, indivisíveis e inalienáveis. TODOS temos oficialmente o direito à vida e à liberdade, à liberdade de opinião e de expressão, ao trabalho e à educação, entre muitos outros.
Para assinalar o 76º aniversário deste documento fundamental do direito internacional e o Dia dos Direitos Humanos de 2024, o Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC) desafiou alunos de Design de Comunicação da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa a reinterpretarem a Declaração Universal dos Direitos Humanos com a produção de trabalhos gráficos sobre cada um dos seus icónicos 30 artigos. Neste olhar criativo e contemporâneo simplificaram-se os artigos e deu-se voz à primeira pessoa. Parte-se da reivindicação individual para abordar as preocupações e as expetativas coletivas dos mais jovens. Presta-se homenagem à cidadania ativa, celebra-se a diversidade e alerta-se para a necessidade constante da luta pelos direitos de TODOS. Sem exceção.
Esta Exposiçao Virtual pretende ainda relembrar que o poder da Declaração passa pela força das ideias que mudam o mundo e que esta deve continuar a servir de inspiração para que se garanta que TODAS as pessoas, em TODOS os lugares, possam viver com liberdade, justiça, igualdade e dignidade.
Veja a Exposição Virtual na íntegra aqui.
encontros plásticos, mundos mutantes
Mar 12 2025
07 > 14 MARÇO 2025 I CORREDOR LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 7 de março, às 16h00, no corredor do Auditório Lagoa Henriques a exposição coletiva Encontros Plásticos, Mundos Mutantes, com curadoria de Helena Elias, Ana Mena e Margarida Alves. A exposição ficará patente até 14 de março.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Na interseção entre matéria e imaginação, as formas plásticas geram territórios onde a criação não se fixa, mas se desdobra em constante transformação. Cada gesto, cada traço ou volume lançado no espaço é um convite à metamorfose, um instante de fusão entre o visível e o que ainda não se revelou.
Esta exposição reúne trabalhos desenvolvidos pelos alunos no semestre passado no contexto das disciplinas de Plásticos II e IV (Departamento de Escultura), e destaca a diversidade de abordagens, muitas das quais desafiam os próprios limites de definição material – entre o plástico, a terra, a pedra e outras possibilidades híbridas.
Do ponto de vista técnico, os alunos trabalharam processos como a acoplação tridimensional/assemblagem, termo-moldagem com pistola de ar quente, conceção de moldes e enchimento com termoendurecíveis, bioplásticos, e ousaram também expandir as possibilidades tecnológicas, incorporando tramas/tessituras, malhas e tricot manual, objetos híbridos (entre o digital e o analógico), formas de modelação a partir do gesto do corpo (da pressão das mãos), introdução de luz no interior dos objetos, ou ainda, confluência com outras matérias do mundo. Deste modo, questionaram também a presença incontornável dos plásticos enquanto elemento que se infiltra em todos os territórios, do ambiente, ao corpo, da paisagem às células, até ao interior das próprias placentas.
Neste sentido, a exposição reflete também uma grande diversidade conceptual, abordando temas como o Antropoceno, a Identidade, o Feminismo, a Poética e Imaginação Material, a Memória, a Nostalgia e as Realidades Híbridas (entre o digital e o formal). Os trabalhos apresentados são pontos de colisão e de expansão, onde materiais e conceitos se entrelaçam, gerando novas paisagens visuais e sensoriais, tornando-se qualquer coisa, como um ser num estado impermanente.
Enquanto docentes, tivemos o privilégio de acompanhar e aprender com cada experiência, com os processos pessoais de descoberta e transformação, pois, no processo criativo individual, mais importante do que os resultados, é a integração dos erros, das iterações, das (re)configurações materiais e conceptuais. Não menos importante são as (re)configurações de partilha e a entreajuda entre alunos e docentes, que as circunstâncias dos semestres ajudaram a consolidar.
Nestes mundos mutantes, o tempo também se dobra em territórios híbridos, onde o orgânico e o sintético se misturam, o corpo e a máquina dialogam, o passado e o futuro colidem e se reformulam. Os encontros plásticos desafiam a fixidez e celebram a impermanência.
Exposição Coletiva
Beatriz Lopes, Berenice Simões, Bernardo Cantigas, Carolina Santos, Íris Caseiro, Joana Cunha, João Pires, Lola Marty, Luzie Deter, Mafalda Oliveira, Maria Inês Soares, Madalena Martinez, Mariana Poeta, Noé Poncet, Sofia Cupido, Sónia Singh, Vasco Marrocano
o mistério imanente — exposição de andré marques chambel
Mar 12 2025
10 > 14 MARÇO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
A exposição O mistério imanente de André Marques Chambel insere-se no âmbito da Apresentação Final do Trabalho de Projeto do Mestrado de Pintura. Inaugura no dia 10 de março, às 18h00, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes, e ficará patente até ao dia 14 de março.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário:
3ª, 4ª e 5ª, entre as 14h00 e as 19h00
6ª, entre as 10h e as 16h
__________
O solo brilha.
O vento dança, como uma respiração de alma, por entre as árvores.
As pedras permanecem no seu lugar, erguidas e envoltas por histórias. Elas sussurram palavras de uma língua esquecida.
As folhas estão caídas. O inverno já passou. Agora chega o tempo da primavera, a primavera do ser, da palavra, da obra. A primavera das canções, das canções da terra.
É algo que brilha, que não é luz. Algo que se ergue do fundo, algo que é assomado, relembrado, novamente criado. É aí que vive o mistério: no que aparece, no que aparece uma vez mais, no que volta a aparecer, para apenas se pôr outra vez no horizonte, no solo, sem promessa de quando voltará.
É algo que vem da terra, as imagens. Algo que nos escapa, e que se dá a ver. Algo que está à nossa espera…
André Marques Chambel
fuuu… (sopro) tááá: marãny — exposição de leticia larin
Mar 10 2025
17 JANEIRO > 30 MARÇO 2025 I SALA AZUL, MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA
Exposição da artista Letícia Larín
Com a colaboração de Chipe, Kunhã Ysapy e Ariel Kowé
O conjunto de trabalhos desta exposição origina-se de conexões junto às culturas indígenas Kaiowá e Guarani, e visa propiciar ao público uma experiência de imersão numa outra cosmovisão.
Curadoria: Sofia Marçal
CONVERSA 26 de março > 17h00 a propósito da exposição FUUU…(SOPRO) TÁÁÁ: MARÃNY
A metamorfose da onça
Na Exposição Fuuu… (Sopro) Tááá: Marãny[1] da artista visual Letícia Larín cruzam-se linguagens híbridas; desenho, pintura, objetos, escultura, instalação, fotografia e performance. Os trabalhos desta exposição resultam da convivência com as culturas indígenas; Kaiowá e Guarani. “A obra de arte é uma força social que cria dois grupos antagônicos, que separa e seleciona a imensa multidão em dois diferentes tipos de homens. Qual é o princípio diferenciador dessas duas castas? Todas as obras de arte são divergentes, alguns gostam, outras não; alguns gostam menos, outros gostam mais. Essa dissociação não tem caráter orgânico, não obedece a um princípio.”[2] A exposição tem como intenção proporcionar aos visitantes uma experiência imersiva num contexto de descoberta do valor da obra de arte para cada um. Os trabalhos são compostos por materiais naturais e objetos inorgânicos.
Letícia Larín traz o seu imaginário para o museu, assim como o espírito dos povos indígenas, juntamente com o seu trabalho de investigação e com a sua metodologia de aproximação à ciência. “Sentimos incerteza quando não conhecemos bem os tipos de fatores que fazem de nossa situação o que ela é; assim, não sabemos quais deles devem ser empregados e colocados em movimento para tornar nossa situação mais agradável – ou os fatores necessários para evitar que ela piore; sentimos impotência quando aprendemos ou suspeitamos que, embora tivéssemos preparado um inventário completo de tais fatores, nos faltariam ferramentas, habilidades ou recursos para colocá-los em movimento ou para desligá-los, caso necessário.”[3] Numa procura por desconstruir paradigmas científico-ocidentais, estes trabalhos revelam a magia do viver integrado com a natureza e das relações inter-raciais. É o resultado do trabalho de campo de Letícia Larín na Reserva indígena de Dourados no Estado de Mato Grosso do Sul.
O conceito da exposição parte da palavra perigosa Marãny, não foi fácil para a artista trabalha-lo porque é abstrato e amplo, citando a artista, “fiz um exercício sobre a onça, para o povo Guarani, no processo de envangelização, a parte do jaguar foi deixada e perdida da memória, ficou a questão do amor e do bem. Quase todos os trabalhos apresentados estão relacionados com esta temática, de tentar estar em sintonia com a parte perdida O exercício mais insistente é o da metamorfose em onça, através de desenhos, pinturas mordidas, vídeo-performance, áudio-performance. Mas nesse bestiário sinestésico estão também serpentes, carrapichos, morcegos, araras. Um toque das iluminuras medievais e seus animais fantásticos ressoa nessas perspetivas originárias, para as quais tudo o que existe é transpassado por espíritos.” Um eco da descolonização materializa-se em peças instaladas nas paredes, no chão e no teto, destruindo muros entre cosmovisões díspares. Técnicas artísticas tradicionais misturam-se com gestualidades soltas; materialidades artesanais e tecnológicas agrupam-se.
Completa a exposição 2 exemplares pertencentes à coleção de taxidermia do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, um lagarto-de-cauda-espinhosa do género Uromastryx e um morcego-de-ferradura-grande Rhinolophus ferrumequinum, apresentados não com a intenção de serem observados como objetos científicos, mas enquanto seres pertencentes a uma realidade em que tudo o que existe materialmente possui uma componente espiritual.
Nesta exposição, como nos diz a artista, diversas obras criadas sob inspiração dessas culturas indígenas constituem um tipo de ecossistema, manifestando a convivência entre distintas maneiras de se estar no mundo. Marãny é assim referido de um modo multifacetado, com ênfase na ideia de devir animal, de devir sagrado, de devir outro ou outra, ou mesmo de devir caça ou devir extinto. Os trabalhos artísticos apresentados pertencem à investigação de doutoramento em Escultura na FBAUL, sendo “marãny” o mote da principal obra artística –um monumento– elaborada nessa tese. Esta exposição aprofundamento em marãny e manifesta um tipo de ecossistema, marcado pela interdependência entre diferentes formas de existir.
Citando a artista, “A presente exposição concebe uma atmosfera de criação livre e visceral, onde cada elemento é marcado por memórias afetivas e singulares. Esse tipo de profundidade subjetiva conferida nas peças torna o formato da mostra imprevisível.” A exposição como uma história de aprendizagem, uma materialização de memórias. Exposição do espaço, ao pensarmos nas caminhadas, passeios, que Letícia Larín fez, e exposição do tempo, tempo da sua experiência, da sua aprendizagem, do seu percurso artístico, aqui concretizados nestes trabalhos. “Sou limitada apenas pela minha identidade. Eu, entidade elástica e separada de outros corpos.[4] (…) Quando penso no que já vivi me parece que fui deixando meus corpos pelos caminhos.”[5] A exposição é também um processo de investigação, de procura -constante, até à obra final.
Sofia Marçal
[1] Fuuu… (Sopro) Tááá” trata-se de um jehovasa, um passe ritual Guarani a abençoar antes de se dizer “marãny”. Marãny refere-se ao que não nos faz bem, de tempestades e vendavais a pragas e vírus.
[2] Ortega e Gasset, in: La Deshumanización del Arte, pp.343-355.
[3] Zygmunt Bauman, in: Danos Colaterais – Desigualdades sociais numa era global, p.134
[4] Clarice Lispector in: Água Viva, p. 14
[5] Ob. cit., p. 33.
ondulância
Mar 10 2025
17 > 28 MARÇO 2025 I CORREDOR LAGOA HENRIQUES
A exposição Ondulância, patente desde o dia 17 de março, no corredor do auditório Lagoa Henriques, inaugura no dia 20 de março, às 17h30.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Ondulância é o resultado do projeto Matérias, um processo de criação artística colaborativa que cruza disciplinas das artes visuais e performativas. Tendo como ponto de partida a tradição têxtil da Covilhã, o seu património material e imaterial, e os desperdícios das indústrias locais, a comunidade foi desafiada a desenvolver tecidos de lã, que serviriam como matéria-prima para a escultura.
O contato entre os participantes e a equipa do projeto foi mantido por meio de um ciclo de oficinas performativas, intercaladas com oficinas têxteis. Esta rede social proporcionou à comunidade o acesso às artes, à cultura e à educação, além de fortalecer laços e impulsionar o seu desenvolvimento. Ondulância é um símbolo tangível da colaboração comunitária e da transformação local. Mais do que ocupar um espaço, a escultura contém significados de pertença, sustentabilidade e história, que modificam a perceção do bairro e fortalecem o vínculo dos moradores com o local onde vivem.
O projeto Matérias integrou e transformou uma comunidade, além de oferecer um espaço de reflexão crítica sobre questões sociais, culturais e ambientais.
Direção Artística: Ana Mena
Financiamento: Dgartes
Apoio várias instituições, empresas e escolas da Covilhã.
informality as resistance
Mar 10 2025
18 MARÇO > 01 ABRIL 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 18 de março, às 18h00, na Cisterna das Belas-Artes, a exposição Informalidade como Resistência.
Horário:
2ª a 6ª 12h/19h
sábado 12h/16h
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
A 2ª edição das residências artísticas PLAY(THE)GROUND do colectivo mais uno +1, que teve lugar no verão de 2024, convidou artistas, criadores e investigadores a desenvolver projectos em quatro periferias urbanas de lisboa sob o tema INFORMALIDADE COMO RESISTÊNCIA.
Este programa é dedicado a quem queira desenvolver projetos em territórios específicos, de forma colaborativa e experimental nos bairros da Quinta da Fonte e Talude (Loures); Trafaria/Cova do Vapor/2ºTorrão (Almada) e Bairro do Zambujal (Amadora), e teve em especial enfoque a criação com crianças e jovens. Esta iniciativa cria um diálogo entre as vozes de comunidades tendencialmente marginalizadas com artistas, investigadores, profissionais diversos e os centros universitários, potenciadas pelos projectos criativos.
É a primeira vez que se criam residências artísticas e multidisciplinares na maioria destes bairros (e que se convidam artistas e criativos a frequentá-las de forma continuada), que habitualmente ficam fora dos circuitos culturais, artísticos e de investigação.
De 18 de março a 1 de abril na Cisterna da FBAUL irão estar expostos os resultados da residência através de trabalhos de artistas residentes: Aleksandra Naydenova (BG), Alexander García Gonzalez (CO), Alice F. Martins (PT), Sofia Seidi (PT), Diana Ferro (IT), Małgorzata Minchberg (PL), Manuela Bueno Romeiro (BR), Maria Rita Bourbon (PT), MAx Provenzano (VE), Michele Turbanti (IT), Sara e Tralha (PT), Sarah Kilgallon (US), Suzy Willekens (NL), Riikka Elina Vainio (FI), Urban Pulse Collective – Danai Toursoglou Papalexandridou (GR) & Efthymia Chatzakou (GR), VarditGoldner (IL).
Durante o período de exposição existirão várias actividades através de um PROGRAMA PÚBLICO a decorrer em vários locais, incluindo visitas aos territórios, workshops com residentes, performances, mesas redondas sobre os tópicos abordados.
A participação em algumas das atividades requerem INCRIÇÃO que deve ser feita AQUI
As residências artísticas PLAY(THE)GROUND contam com apoio financeiro do Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes. Parceiros: AMRT, Associação de Moradores A partilha, Cooperactiva, FBAUL, NOVA FCSH. Apoios: aRTISTAS aNÓNIMOS, Lisbon Drawing Club, HortasLX, Muro Atelier. Apoio Comunicação: AfroLink, GERADOR.
linhas do tempo, didáticas do retrato
Mar 10 2025 
FINISSAGE 27 MARÇO 2025 > 17H30 I GALERIA BELAS-ARTES
No dia 27 de março, às 17h30, realiza-se a finissage da exposição Linhas do Tempo, Didáticas do Retrato, com o lançamento do catálogo da referida exposição.
Inaugura no dia 6 de março, às 17h30, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição coletiva Linhas do Tempo, Didáticas do Retrato. A exposição ficará patente até 27 de março.
Curadoria de Artur Ramos e Henrique Costa
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Esta exposição reúne um conjunto de trabalhos de alunos desenvolvidos no âmbito de disciplinas que abordam a cabeça humana como modelo de um modo fundamental ou secundário nomeadamente a unidade curricular Desenho de Cabeça Humana, Desenho Digital e Concept Art.
O objetivo da exposição Linhas do Tempo, Didáticas do Retrato consiste em apresentar o leque de abordagens disponíveis para o estudo criterioso da cabeça humana. A interdisciplinaridade permite uma atuação sobre o desenho em ação ou já construído onde o digital oferece uma continuidade às soluções e ao desenvolvimento gráfico analógico.
Assim, são expostos conjuntos de desenhos que correspondem a diversas abordagens específicas da cabeça, não só enquanto estudo desta como procura e afirmação do retrato.
Ficam assim delineadas estratégias e metodologias que atravessam uma história e uma filosofia revistas, reformuladas e reinterpretadas à luz de novas ferramentas contemporâneas.
avatars 277 — between physicality and virtuality
Mar 06 2025
28 FEVEREIRO > 07 MARÇO 2025 I FINE ART GALLERY, Kenyatta University, Nairobi, KENYA
Inaugura no dia 28 de fevereiro, na Galeria da Universidade Kenyatta, na cidade de Nairobi, no Quénia, a exposição Avatars 277 — Between Physicality and Virtuality, no âmbito do projeto CAPHE.
Over 9 sessions, 27 hours of work, we held a workshop with the KU Fine Arts students dedicated to the themes of water and using the Avatar as a reference for the transition from the real world to the virtual world.
The forms were initially modeled in clay using assemblage techniques with different materials. The models were then digitized and worked on in VR and finally printed in PLA filament.
The exhibition we present today reflects the work developed.
We would like to thank everyone for their willingness and commitment, especially those who worked directly with us.
Students: Daisy Burei, John Baraka, John Owino, Linah Nicotha, Maurice Otunga, Nicholas, Patrick Karanja, Victor, Yvonne Jamal.
Professors and staff: Adonijah Ombura, Ana Mena, Anthony Ngondo, Helena Elias, João Castro Silva, João Costa, John Mugubi, Kamau Wango, Ken, Kennedy Maina, Mathews Muoki, Odete Palaré, Susan Musembi
All the beautiful people from KUCC
naturante — exposição de mónica palmeira
Fev 23 2025
10 > 28 FEVEREIRO 2025 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
A exposição Naturante de Mónica Palmeira insere-se no âmbito da Apresentação Final do Trabalho de Projeto do Mestrado de Pintura 2024-25, e ficará patente at´´e 28 de fevereiro.
Orientador: Prof. Doutor Tomás Maia
Co-orientadora: Profª. Doutora Ana Mata
Eis a presença de um corpo, camuflado ou simbolicamente “incorporado” na paisagem.
Este corpo duplicado procura tornar presente aquele que é, também, o lugar de uma ausência. Lugar que convoca o espanto e a ideia de um enlace entre duas realidades que, por breves instantes, se atravessam. As imagens respondem a um apelo – o de dar forma ou trazer à luz esse encontro fugaz entre corpo e natureza, que adquire, pela arte, uma nova materialidade.
Naturante transpõe para o presente a memória evocativa de um lugar primordial; que é também a expressão de um desejo de futuro, onde a percepção do humano como agente dominador é esbatida pela presença ou sugestão de um corpo que se prolonga na paisagem ou, simplesmente, se funde na sua substância, numa relação de perfeita e inacessível equidade. Talvez o desejo ainda aceso de uma impossibilidade…
São fragmentos de memória e de paisagem que, subitamente, renascem sob a forma de ninfas, numa breve alusão ao aspecto feminino da força naturante que tão fugazmente se oferece ao olhar. Imagens que velam e que revelam, como uma espécie de “entre imagens” captadas no auge da sua metamorfose.
Mónica Palmeira
Exposição Prémio Anunciação – Conservação e Restauro das Obras Académicas
Fev 23 202528 NOVEMBRO 2024 > 28 FEVEREIRO 2025 | GALERIA DA ACADEMIA NACIONAL DE BELAS-ARTES
No dia 28 de Novembro, pelas 17h00, inaugura na Galeria da Academia Nacional de Belas-Artes a exposição Prémio Anunciação – Conservação e Restauro das Obras Académicas, com a coordenação científica de Ana Bailão e Liliana Cardeira e curadoria de Liliana Cardeira.
Visitas guiadas por marcação: heritagelab@office365.ulisboa.pt
O Prémio Anunciação foi instituído a 25 de julho de 1884, em honra do pintor Tomás José da Anunciação, Professor do Curso de Pintura de Paisagem na Academia Real de Belas-Artes de Lisboa (ARBAL). A competição era destinada exclusivamente aos alunos dos cursos de Pintura Histórica e de Pintura de Paisagem. Os participantes tinham de representar figuras de animais a partir da observação direta, quer no interior, quer no exterior, ficando a composição ao critério do aluno. Nesta prova, foram representados os seguintes animais: burro, cavalo, mula, boi, vaca, ovelhas, cabras, patos e coelhos.
Esta investigação permitiu localizar 36 pinturas referentes a este concurso nas Coleções de Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e da Academia Nacional de Belas Artes.
Na intervenção de conservação e restauro, o principal critério adotado foi o da intervenção mínima, que consiste em realizar os tratamentos necessários com o menor número possível de alterações ou adições a uma obra, preservando a sua integridade original e assegurando a estabilidade estrutural das peças. Esta metodologia permitiu, por um lado, manter a continuidade das histórias das obras, evitando a perda de informações relevantes, e, por outro, garantir a uniformidade no tratamento de todo o conjunto de pinturas do Prémio Anunciação.
Pretende-se nesta exposição implementar recursos táteis e auditivos que envolvam todos os visitantes, de uma forma acessível e inclusiva, numa experiência sensorial sobre as representações das pinturas. Estes recursos potenciam várias dinâmicas, como por exemplo, iniciativas didáticas para público infantil, onde se podem explorar os animais representados, através dos sentidos.
Fissura – exposição coletiva
Fev 21 20256 > 24 FEVEREIRO 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 6 de fevereiro, às 17h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a exposição coletiva FISSURA, organizada pela Cultivamos Cultura e com curadoria de Sally Santiago.
Artistas | Ana Baleia, Dalila Honorato, Elisa Ferretti, Ellen Wetmore, Jorge Leal, Pavel Romaniko, Lena Ortega & Robertina Sebianic, Mellissa Monsoon.
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Encontraram uma fissura entre o tempo e o espaço… e entraram nela.
A exposição Fissura convida o público a atravessar o limiar entre a percepção e a ação, chegando a lugares onde as imagens, como fragmentos de matéria e memória, se formam. É nesse intervalo, nessa distância, que o olhar se expande, surgindo potências ocultas de espaços, corpos e ideias.
Os trabalhos reunidos aqui não buscam resolver as distâncias ou preencher os vácuos, mas sim amplificá-los, transformando-os em territórios de experimentação. Seja a partir de uma observação atenta, de uma lembrança perdida ou de uma história bem contada, podemos ver novas camadas de quem somos e de onde estamos. Entre os cantos descobertos nessa fissura, colecionam-se artefactos e recolorem-se paisagens, desafiando a sobrevivência ao revelar medos e coragens.
A seleção de obras se enreda nesses vãos e encosta no que normalmente nos escapa. Realizadas no contexto de investigações da Cultivamos Cultura, os artistas Ana Baleia, Dalila Honorato, Elisa Ferretti, Ellen Wettmore, Jorge Leal, Pavel Romaniko, Lena Ortega & Robertina Šebjanič e Mellissa Monsoon reúnem-se no pensar de novas formas de ver entre essas fissuras.
— Sally Santiago
pintura e urdidura sob a “montanheira” de dordio — exposição de josé quaresma
Fev 20 2025
31 OUTUBRO 2024 > 23 FEVEREIRO 2025 I CITA, ARRAIOLOS
Inaugura no dia 31 de outubro, às 18h00, no Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, a exposição Pintura e urdidura sob a “Montanheira” de Dordio de pintura, desenho e instalação gráfica de José Quaresma. A exposição ficará patente até 23 de fevereiro de 2025.
Sob a dupla sombra do acervo do CITA e da “árvore do Dordio”, esta exposição de pintura, instalação gráfica e desenho, apropria-se e reconfigura algumas construções plásticas da obra de Dordio Gomes, assim como alguns apetrechos e fragmentos de tapetes de Arraiolos, trazendo-os para uma linguagem artística própria. Sendo assim, a exposição no CITA insere-se numa sequência de exposições individuais que tenho vindo a realizar nos últimos anos, nas quais estabeleço diálogos contemporâneos com obras de arte, objectos e apetrechos, ou então fragmentos arqueológicos dos acervos de instituições artísticas e espaços museológicos. Assim ocorreu recentemente na Casa-Museu Braamcamp Freire (Santarém) e em anos transactos no Jardim do Museu Nacional de Arte Contemporânea (Museu do Chiado), no Museu Arqueológico do Carmo, no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora, entre outros lugares.
José Quaresma
exposição de joana de barros matos
Fev 20 2025 
18 DEZEMBRO 2024 > 26 FEVEREIRO 2025 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugurou no dia 18 de dezembro, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Joana de Barros Matos, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Joana de Barros Matos (Cartaxo, 1997) vive, trabalha e estuda em Lisboa. Atualmente frequenta o curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. No decorrer do seu percurso criativo, a artista debruça-se perante uma multiplicidade plástica através da fotografia, vídeo, performance ou desenho. Investiga o potencial expressivo da pintura por intermédio de diferentes estilos e técnicas, complementando com pigmentos e pastas de origem natural por si desenvolvidos. Composições que manifestam a sua ligação intrínseca com o referente — a natureza. Paisagem, luz e poesia, entrelaçadas com a consciência ambiental, constituem o cerne das reflexões da artista, que critica a ausência da vivência plena no presente, frequentemente associada pela desatenção e pela procura de algo além do agora. Oferece um questionamento incisivo sobre o ritmo acelerado da vida contemporânea, expondo o consumismo ininterrupto e a politização das florestas.

A exposição de Hugo Maio decorreu entre 30 de outubro e 18 de dezembro de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Hugo Maio, nascido em Setúbal, em 2003, reside atualmente em Lisboa, onde estuda Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Iniciou o seu percurso na licenciatura em Arte Multimédia, onde a mudança para as artes plásticas proporcionou uma grande expansão no seu projeto artístico, conjugando a utilização de ambas as áreas de atuação num só contexto, remetendo para um universo visual individual e único. Ao investigar o papel da flora em ambientes religiosos, quando relacionados a capelas e altares tradicionais portugueses, desenvolveu “Culto à Flor”.

A exposição de Ana Matilde Milhano decorreu entre 17 de setembro e 16 de outubro de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Ana Matilde Milhano nasceu em Lisboa, em 2004. Estudou na Escola Artística António Arroio, no curso de Produção Artística de Gravura e Serigrafia. Atualmente, é estudante na Faculdade de Belas-Artes, onde frequenta a licenciatura em Pintura.

A exposição de Carolina Peres decorreu entre 20 de junho e 11 de setembro de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Carolina Peres
Nascida em 2004 e residente em Lisboa, encontra-se atualmente no segundo ano da licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Iniciou o seu percurso artístico na Escola Artística António Arroio, onde realizou a Prova de Aptidão Artística, centrada na Reprodução Plástica do Espetáculo. Atualmente, dedica-se à pintura, área na qual explora o uso de materiais incomuns, uma vibrante paleta de cores e a dinâmica entre o abstrato e o figurativo.

A exposição de Margarida Pereira decorreu entre 15 de maio e 19 de junho de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Margarida Casquilha Castelo Pereira nasceu em 2004 em Lisboa, Portugal. É uma criativa que se expressa através de diversos media como a pintura, a fotografia, a colagem e a assemblagem.
Atualmente está a estudar Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, tendo formação na área de Figurinos e Cenografia pela Escola de Ensino Artístico Especializado António Arroio. Em 2022 fez parte de uma exposição coletiva, e da sua organização, na Loja de Antiguidades Trindade, em que foram expostos trabalhos realizados no âmbito da disciplina de Figurinos e Gestão das Artes.
Tem um especial interesse pelo potencial plástico das áreas da moda e beleza, apropriando-se de imagens destes contextos para denunciar os perigos inerentes à representação visual, como o contexto em que a imagem é apresentada e a sua relação com o real, questões pertinentes numa época de hiperinformação.

A exposição de Rita Leitão Neves decorreu entre 10 de abril e 15 de maio de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Rita Leitão Neves nasceu em 2003 em Lisboa, Portugal. É uma criadora portuguesa que gosta de explorar vários media, como o vídeo, a escultura, a cerâmica e o desenho.
Atualmente está a estudar Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, participou na sua primeira exposição coletiva nas Caldas da Rainha em 2019 e mais recentemente no Seminário de Lisboa e no Pátio nº2 (Lisboa). Realizou a sua primeira exposição individual durante um período de mobilidade ERASMUS em Antuérpia, Bélgica, em novembro de 2023. Estuda também canto lírico e tem participado em diversos concertos.

A exposição de Rosa Louisa van Eck decorreu entre 28 de fevereiro e 10 de abril na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Rosa Louisa van Eck, nascida em Roterdão, Holanda, em 2003, encontra-se atualmente no terceiro ano da Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Destacou-se no cenário artístico ao vencer o Concurso Literário Sophia de Mello Breyner Andresen na categoria de ilustração em 2021. Mostra particular interesse pela área audiovisual e pela literatura holandesa, fundindo frequentemente a pintura com as duas anteriores.

A exposição de Marta Santos decorreu entre 11 de janeiro e 27 de fevereiro na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Marta Santos, conhecida artisticamente por MIA, nasceu em 2003 em Tavira e atualmente frequenta o 3º ano da licenciatura em Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. A nível profissional, destacou-se participando nos sub21 de Faro no âmbito da Bienal de Arte Contemporânea (BoCA), em 2021 e 2023. Exibiu seu trabalho na Biblioteca António Rosa Mendes (UAlg) na exposição “Apatia – memorial a nada em concreto” em janeiro de 2023, no Pátio nº2 com “Anamnese I” em abril, nas 16º GABA na FBAUL em junho e no Atelier Artéria em outubro do mesmo ano. O seu trabalho artístico foca-se em figuras orgânicas e sobreposições visuais, utilizando predominantemente fotografia, gravura e pintura.
Campo Experimental: Ângela Ferreira em colaboração com Alda Costa
Fev 03 2025
31 OUTUBRO 2024 > 16 FEVEREIRO 2025 I MUSART, MUSEU NACIONAL DE ARTE, MAPUTO, MOÇAMBIQUE
Campo Experimental: Ângela Ferreira em colaboração com Alda Costa ocorre no Museu Nacional de Arte (MUSART), em Maputo, como a primeira exposição individual de Ângela Ferreira em uma instituição pública em Moçambique. A exposição explora pesquisas materiais e ambientais realizadas nos primeiros anos da independência de Moçambique. O título da exposição refere-se ao nome de um laboratório de aprendizagem agrícola mantido no campus da Universidade Eduardo Mondlane desde 1976, onde funcionários da universidade, investigadores e estudantes trabalharam em conjunto para produzir alimentos, conceber ferramentas e estruturas, e formar agricultores e técnicos comunitários. Este local experimental foi coordenado pelo TBARN (Técnicas Básicas de Aproveitamento de Recursos Naturais), um grupo de pesquisa formado nos primeiros anos da revolução pós-independência, para melhorar a produção e a qualidade de vida dos agricultores com recursos mínimos. Ferreira baseia-se nos vestígios visuais e textuais do TBARN para revelar o espírito revolucionário que fez de Moçambique um centro global de experimentação radical na década de 1970 e no início da década de 1980.
O projecto expande a prática de investigação de Ferreira e a sua procura pela contemporaneidade do passado. Campo Experimental emerge do diálogo contínuo da artista com Alda Costa, historiadora de arte e trabalhadora cultural moçambicana cuja experiência vivida durante o socialismo e os estudos posteriores a tornam memória viva de um momento incomparável na história cultural. Na exposição, objectos históricos do acervo pessoal de Costa são expostos ao lado da obra de Ferreira. O design destes objetos destaca a priorização das condições materiais na vanguarda da produção cultural dos primeiros anos de Moçambique independente. Essas características acentuam a estética do TBARN presente em toda a exposição: do uso multifuncional de materiais simples, a ênfase nas formas angulares dos objectos destinados a uso pragmático e as cores vibrantes nas paredes, baseadas no panfleto informativo da universidade (Queimadas, 1977). Ferreira enfatiza o carácter experimental do TBARN ao transformar algumas estruturas desenvolvidas na época em objectos estritamente estéticos — o pensamento estético torna-se um método produtivo para reimaginar aspectos da vida rural sob um novo modelo de colectividade.
Originalmente aberta no espaço de arte contemporânea Rialto6, em Lisboa, a exposição chega a Maputo em um formato expandido: inclui vídeos do músico Scúru Fitchádu em uma performance comissionada para a exposição, fotografias de Kok Nam do campus experimental do TBARN, e imagens usadas por Ferreira no processo da criação de seus trabalhos. Outras obras referentes a Moçambique foram incluídas na exposição em sua versão no MUSART, incluindo For Mozambique (2008), exposta pela primeira vez no país. Através de um diálogo entre vozes e temporalidades diversas, os trabalhos de Ferreira investigam histórias que expressam simultaneamente pragmatismo político e ludicidade criativa, sendo simultaneamente enraizados localmente e de alcance internacional.
Álvaro Luís Lima e Paula Nascimento
Prémio Emergências – 7.ª edição da ‘CONTEXTILE’ Bienal de Arte Têxtil Contemporânea
Jan 21 2025O Prémio Emergências – 7.ª edição da CONTEXTILE Bienal de Arte Têxtil Contemporânea foi atribuído à estudante de escultura da FBAUL Madalena Farinho.
Premio / Prize
Emergências – Contextile 2024
FBAUL
Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon
Madeleno
“COMPARTIMENTO (NÃO) PRÓPRIO PARA ESTÂNCIA”
Madeiras variadas, lã, trapilho, fio de algodão.
Various woods, wool, rag, cotton thread.
107 X 95 X 128 cm
Em 2024, os alunos da UC de Tapeçaria da FBAUL renovaram a participação na exposição “Emergências” integrante do programa da 7.ª edição da CONTEXTILE – Bienal de Arte Têxtil. A Exposição “Emergências” esteve patente na Galeria Garagem Avenida – Guimarães. Uma exposição que reúne obras de estudantes da EAAD_UM, ESAD, SOARES DOS REIS, FBAUP, UBI, ANTONIO ARROIO, FBAUL, desenvolvidas em contexto escolar, e em torno do tema da bienal TOUCH/Toque.
Os critérios de avaliação de todos os trabalhos em exposição para o Prémio Emergências, novidade desta edição da Contextile 2024, que se constitui pela atribuição de uma residência artística a integrar na programação de 2025, foram pautados pela qualidade técnica e plástica do trabalho, a sua relação com o tema da Contextile 2024 – Touch – e a convocatória de um legado estético e simbólico para o discurso temático.
mais do que casas
Jan 15 2025
28 SETEMBRO 2024 > 19 JANEIRO 2025 I MUDE
Inauguração: 27 de setembro às 19h
Curadoria: Teresa Novais e Luís Tavares Pereira
Design Expositivo: Diogo Aguiar
Design de Comunicação: José Carneiro e Ana Leite
A FAUP, em parceria com o MUDE, apresenta na exposição ‘Mais do que Casas | Como vamos habitar em Abril 2074‘ a investigação produzida no ano letivo de 2023/2024 pelos estudantes e docentes das Faculdades de Arquitetura, Arquitetura Paisagista e Belas Artes em Portugal.
A exposição e todo o programa cultural associado contribui para o tema do habitar e das novas exigências, com uma reflexão crítica e com propostas sobre os desafios contemporâneos da habitação e do espaço público, colocando em perspectiva a construção de uma sociedade intercultural e a promoção de uma cidadania global, tendo como referência a memória da experiência dos programas de habitação que ocorreram imediatamente após o 25 de abril de 1974, nomeadamente o Serviço de Apoio Ambulatório Local (SAAL).
A exposição conta com a participação e contributos de várias instituições, entre elas a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, com os seguintes projetos:
50 perguntas sobre o habitar contemporâneo
Departamento de Arte Multimédia | Rogério Taveira
Jorge Spencer
Alessia Allegri
Tiago Mota Saraiva
Com uma abordagem curatorial não tradicional (É uma exposição? Um evento? Uma provocação?), propomos uma mostra que não pretende ser exaustiva, nem abrangente, mas que funciona como uma narrativa. Uma grande história. O projeto curatorial entrelaça 50 perguntas sobre os lugares em que vivemos. Uma pesquisa sobre o conceito de casa, lar, doméstico e sentimento de pertença. As 50 perguntas apresentadas funcionam tanto como um quadro temático quanto como uma visão das diversas formas da vida contemporânea. Essas perguntas são envolventes e estimulam a imaginação do leitor, incentivando-o a refletir vários aspetos do conceito de “lar”. É uma viagem pelos imaginários que transformam as nossas vidas. Uma exposição ampla e colaborativa. Uma narrativa colectiva onde cada um dos envolvidos apresenta a sua própria interpretação da ideia de habitar e que se fará de soma de todos.
Os alunos do Departamento de Arte Multimédia irão realizar 50 videoclipes a partir dos livretos A5 produzidos pelos alunos da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa que irá reflectir sobre a ‘sua casa contemporânea’. Detalhes de residências, salas, espaços amplos, cores, objectos. Um caleidoscópio de indícios e situações que estimulam a reflexão sobre a nossa relação com aquilo a que chamamos casa.
design com e para a comunidade
Departamento Design de Equipamento | Ana Thudichum Vasconcelos
Ana Lia Santos
Carla Paoliello
No decorrer do 1. º semestre na UC de Projeto IV é proposto um único exercício, design com e para a comunidade, que tem como objeto de estudo a comunidade do Torrão (Alentejo). O exercício encontra-se dividido em 3 etapas: imersão, desenvolvimento e entrega. O formato de co-deign, essencialmente de grupo, permite escolher entre: desenhar um workshop de design para não designers ou desenvolver uma intervenção no âmbito do projeto Mais do que Casas.
As estratégias e os instrumentos de projeto tornam inteligível a extensão e complexidade dos fatores que mais afetam o exercício do design, com o desenvolvimento de métodos de pensamento integrado e disruptivo; de metodologias, sistemas e ferramentas de design; fomentando a autonomia e a criação de valores resultantes da síntese da aprendizagem; a experimentação e ensaio de formas de aproximação à disciplina e à sua prática; promovendo a ligação a outras realidades e incentivar a Multi, Inter e Transdisciplinaridade; com o envolvimento de outros estudantes, família, instituições parceiras e todos os outros intervenientes; a fim de implementar um sistema de avaliação e feedback.
O processo será registado (desenhos, imagens, esquemas, experiências, modelos, vídeos, gravações sonoras, entrevistas, etc.) para que seja possível guardar, ordenar e validar a informação recolhida, instrumentalizá-la para o projeto e depois utilizá-la como conteúdo para a sua comunicação.
realidades remotas | mértola
Mestrado em Design para a Sustentabilidade | João Cruz
Inês Veiga
Chiado, Carmo, Paris e os caminhos de Salgueiro Maia
Jan 15 202503 > 31 dezembro 2024 I AULA GALLERY, STRZEMINSKI ACADEMY OS FINE ARTS LODZ, POLÓNIA
Inaugura no dia 3 de dezembro na Aula Gallery, Strzemiński Academy of Fine Arts em Łódź, na Polónia, a última exposição a realizar em 2024, no âmbito do projeto Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia. A exposição ficará patente até 30 de dezembro.
A última exposição realiza-se em Bolonha, em 2025, em data a definir.
Inaugurou no dia 1 de julho, em Castelo de Vide, no Paiol do Castelo e no Centro de Interpretação Garcia de Orta mais uma exposição no âmbito do projeto Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia. A exposição ficará patente até 30 de setembro.
Inaugurou no dia 6 de junho no CITA, em Arraiolos, mais uma exposição no âmbito do projeto Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia. A exposição ficará patente até 30 de setembro. No dia 16 de junho realizou-se no Salão Nobre a Câmara Municipal de Arraiolos, mais um ciclo de conferências.
Realiza-se no dia 27 de abril, às 16h00, na Galeria Pep, MNAC (Museu Nacional de Arte Contemporânea) a finissage da exposição As filhas de Léthê, de Helena Ferreira, com a presença da artista.
Realiza-se no dia 18 de abril, a partir das 17h30, no Fórum Ator Mário Viegas, em Santarém, o terceiro ciclo de conferências Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia e a inauguração da exposição no mesmo local.
CORREIO DO RIBATEJO (28/04/2024)
Realiza-se no dia 11 de abril, na Casa de Portugal, Cité Universitaire, em Paris, o segundo ciclo de conferências, com a coordenação de Ana Paixão, no âmbito do projeto Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia.
Ainda no dia 11 de abril, às 18h30 inaugura no mesmo local, a exposição coletiva Os Caminhos de Salgueiro Maia. Esta exposição ficará patente até 6 de junho.
Comunica-se o PROGRAMA GERAL do Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia, no qual a FBAUL tem um papel preponderante, projecto coordenado pelo docente da FBAUL, José Quaresma.
O programa consiste em sete exposições nacionais e internacionais, agendadas para Lisboa, Castelo de Vide, Santarém, Paris, Bologna, Arraiolos, Lodz, nas quais participam 53 artistas/estudantes e artistas/docentes da FBAUL, da Academia de Belas Artes de Bologna, da Academia de Belas-Artes de Lodz, e outros artistas formados no Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo.
Também serão editados dois livros com diversos ensaios alusivos a Salgueiro Maia, à Liberdade Artística e à Filosofia da Liberdade, assim como a realização de ciclos de Conferências em vários dos lugares em que se realizam as exposições.
A primeira conferência realizou-se no dia 4 de abril, no Museu Arqueológico do Carmo.
No dia 4 de abril inauguraram as exposições coletivas Os Caminhos de Salgueiro Maia no Museu Arqueológico do Carmo e na Faculdade de Belas-Artes, e a exposição As Filhas de Léthê de Helena Ferreira na Galeria PEP no MNAC.
As exposições vão estar patentes até 30 de abril.
ciclum — exposição de pedro de sousa serafim
Jan 15 2025
15 > 30 JANEIRO 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 15 de janeiro, às 18h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a exposição CICLUM de Pedro de Sousa Serafim.
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Entre existências e diferentes formas de vida.
Acreditamos, segundo princípios enraizados, que não somos natureza nem tão pouco fazemos parte dela. Dissociamo-nos de uma relação da qual intrinsecamente fazemos parte, na certeza de nos considerarmos um ser superior e transcendente.
O fungo, presente na Terra muito antes da existência humana, faz parte de uma simbiose relacional entre espécies.
Desde a crença Asteca, ao papel que desempenharam nas civilizações da Grécia Antiga, Índia e Mesoamérica, os fungos têm um papel fundamental na evolução humana, e eram já considerados e representados como símbolos sagrados.
Alvos de banalização, os fungos são o princípio de qualquer forma de vida, Karl Marx defendia que “era da podridão que surgia a vida”.
Toda a matéria que utilizamos e transformamos provém e está diretamente associada ao natural.
Tanto Natureza como Ser Humano regem-se em tempos diferentes ainda que no mesmo espaço, porém fazem parte de um único ciclo, onde ambos criam novas formas que se irão degradar no tempo.
A exposição CICLUM, aborda a correlação entre o criar humano e a origem dos fungos.
A sua representação pretende questionar o nosso individualismo enquanto espécie e questionar novos modos de pensar e agir entre espécies.
Entre o caráter volátil das formas naturais e a composição de objetos perenes, que se misturam, parece existir uma ambiguidade entre aquilo que é efêmero e o que se perpetua no espaço.
Sobre o modo de ver este espaço, pretende ser metaforicamente um lugar orgânico que permite gerar vida, onde por meio do que ainda está oculto e aquilo que se revela faz-nos conscientes do que nos rodeia.
A simbiose entre Natureza e Escultura, é a regra e não a exceção para um ciclo vital.
The Voice of Inconstant Savage, de Yasuhiro Morinaga
Jan 05 2025
21 SETEMBRO 2024 > 13 JANEIRO 2025 | 10h00 – 18h00 | CENTRO DE ARTE MODERNA GULBENKIAN – SALA DE SOM
The Voice of Inconstant Savage (2023) é uma instalação sonora encomendada a Yasuhiro Morinaga, que constrói narrativas através da recitação e aborda a cultura sonora dos japoneses, dos povos indígenas do Amazonas e dos portugueses.
A obra, encomendada a Yasuhiro Morinaga (n. 1980) para o Engawa – Temporada de arte contemporânea japonesa, justapõe uma recitação baseada no relato de um missionário português do século XVI, um canto de uma oração Kakure-Kirishitan (cristãos escondidos) da província de Nagasaki, um canto dos espíritos Karawara do povo indígena Awá, que vive na floresta amazónica, e um coro de canto gregoriano ocidental.
Confrontando o ato físico da «espera» e o ato mental da «inconstância», Morinaga constrói narrativas através da recitação e aborda a cultura sonora dos japoneses, dos povos indígenas do Amazonas e dos portugueses (ocidentais), numa obra que toma a forma de um tornado sonoro que evolui no tempo e no espaço com a Mãe Terra.
Yasuhiro Morinaga é um artista sonoro e designer de som sediado em Lisboa, que desenvolveu um interesse pelo trabalho de campo etnográfico na interseção do som/música com a antropologia. Enquanto artista, criou instalações multimédia e performances teatrais que apresentam uma cultura auditiva, envolvendo os ouvintes e encorajando-os a experienciar e a tomar consciência dos sons que habitualmente lhes passam despercebidos.
Yasuhiro Morinaga encontra-se neste momento a fazer o doutoramento na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, sob a orientação do Professor António de Sousa Dias, que também é responsável pela supervisão deste projecto.
Horário:
2ª a 6ª feira: 10h00 – 18h00
Sáb.: 10h00 – 21h00.
Encerra à Terça
Preço
Entrada gratuita
Mediante levantamento de bilhete no próprio dia.
exposição “colores de méxico”
Jan 04 20254 DEZEMBRO 2024 > 8 JANEIRO 2025 | CORREDOR AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 4 de dezembro, às 11h00, no Corredor do auditório Lagoa Henriques a exposição Colores de México. A exposição ficará patente até 8 de janeiro.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
A arte popular mexicana é uma manifestação artística que emerge das tradições e da cultura popular das diversas comunidades de todo o país. Caracteriza-se pelo seu profundo vínculo com as raízes indígenas, coloniais e mestiças, refletindo uma fusão de influências pré-hispânicas, europeias e africanas. Este tipo de arte abrange uma ampla gama de expressões, como cerâmica, têxteis, talha em madeira, olaria, murais, arte em papel machê, joalharia, entre outros, e é conhecido pelo uso de cores vibrantes, formas simbólicas e temas relacionados com a vida quotidiana, a natureza, a religião, as festividades populares e o património sociocultural.
Nesta exposição museográfica, apresentam-se fotografias e exemplares físicos de quatro peças emblemáticas da arte popular mexicana:
Alebrijes: Estas criaturas coloridas e fantásticas combinam elementos de diferentes animais e seres mitológicos. São criações que simbolizam a criatividade ilimitada do artesão mexicano, evocando o mundo dos sonhos e o misticismo.
Talavera poblana: Estas peças de cerâmica tradicional, originárias de Puebla, destacam-se pelos seus desenhos intrincados e cores vibrantes, que combinam influências indígenas e andaluzas (atual Espanha). A talavera poblana é apreciada pela sua funcionalidade e beleza, sendo um claro reflexo da mestria artesanal.
Árvore da vida: As árvores da vida, originárias de Metepec, simbolizam a ligação entre o homem, a natureza, a espiritualidade e a essência da existência, sendo uma das representações mais importantes da arte popular mexicana.
La Catrina: A famosa figura da morte elegante, criada pelo artista José Guadalupe Posada e popularizada por Diego Rivera. A Catrina, com o seu rosto de caveira e vestuário elegante, simboliza a visão mexicana da morte como uma parte única e festiva da vida.
Biografias
Luz María Jardón Iniestra: Licenciada em Línguas pelo IUFIM no México, Mestre em Linguística Aplicada pela UAEMÉX no México e Doutoranda em Ciências da Arte e do Património na Universidade de Lisboa. Trabalhou em projetos focados na importância da Língua e da Cultura como manifestações sociais, Estudos Culturais e análise da cultura, bem como em temas de multiculturalidade e interculturalidade. O seu trabalho mais recente está centrado na Arte Popular Mexicana como manifestação cultural e análise social.
El Hassane Ait Faraji: Licenciado em Ciências Políticas e Estudos Portugueses, com Mestrado em Museologia e Museografia pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Atualmente é doutorando em Ciências da Arte e do Património na mesma faculdade. Hassane tem trabalhado como curador convidado em exposições destacadas, incluindo O Poder da Palavra I / Peregrinação / Hajj. A sua investigação foca-se na arte do azulejo em Portugal, na talavera poblana no México e na arte do Andalus, explorando as conexões culturais e artísticas entre estas tradições. Além disso, é investigador ativo na área de arte e património.
El arte popular mexicano es una manifestación artística que surge de las tradiciones y la cultura popular de las diversas comunidades a lo largo del país. Se caracteriza por su profundo vínculo con las raíces indígenas, coloniales y mestizas, reflejando una fusión de influencias prehispánicas, europeas y africanas.
Este tipo de arte abarca una amplia gama de expresiones, como la cerámica, textiles, tallado en madera, alfarería, murales, arte en papel maché, joyería, entre otros, y es conocido por su uso de colores vibrantes, formas simbólicas y temas relacionados con la vida cotidiana, la naturaleza, la religión, festividades populares y bagaje sociocultural.
En esta exhibición museográfica se presentan fotografías y ejemplares físicos de cuatro piezas emblemáticas del arte popular mexicano:
Alebrijes: Estas coloridas y fantásticas criaturas, fusionan elementos de diferentes animales y seres mitológicos. Son creaciones que simbolizan la creatividad ilimitada del artesano mexicano, evocando el mundo de los sueños y el misticismo.
Talavera poblana: Estas piezas de cerámica tradicional, originarias de Puebla, destacan por sus intrincados diseños y brillantes colores, que combinan influencias indígenas y andaluzas (actual España). La talavera poblana es apreciada por su funcionalidad y belleza, siendo un claro reflejo de la maestría artesanal.
Árbol de la vida: Los árboles de la vida, originarios de Metepec, simbolizan la conexión entre el hombre, la naturaleza, la espiritualidad y la esencia misma, siendo una de las representaciones más importantes del arte popular mexicano.
La Catrina: La famosa figura de la muerte elegante, creada por el artista José Guadalupe Posada y popularizada por Diego Rivera. La Catrina, con su rostro de calavera y atuendo elegante, simboliza la visión mexicana de la muerte como una parte única y festiva de la vida.
La inauguración de la exhibición será el día 4 de diciembre a las 11 am en el Corredor Lagoa Henriques.
Biodatas
Luz María Jardón Iniestra: Licenciada en Lenguas por el IUFIM en México, Maestra en Lingüística Aplicada por la UAEMÉX en México y Doctoranda en Ciencias del Arte y del Patrimonio de la Universidad de Lisboa.
Ha trabajo en proyectos enfocados en la importancia de la Lengua y la Cultura como manifestaciones sociales, Estudios Culturales y análisis de la cultura al igual que temáticas de multiculturalidad e interculturalidad. Su trabajo más reciente está enfocado en el Arte Popular Mexicano como manifestación de la cultura y análisis social.
El Hassane Ait Faraji: Licenciado en Ciencias Políticas y Estudios Portugueses, con una Maestría en Museología y Museografía por la Facultad de Bellas Artes de Lisboa. Actualmente, es doctorando en Ciencias del Arte y del Patrimonio en la misma facultad.
Hassane ha trabajado como curador invitado en exposiciones destacadas, entre ellas O Poder da Palavra I / Peregrinação / Hajj. Su investigación se centra en el arte de la azulejería en Portugal, la talavera poblana en México y el arte del Andalus, explorando las conexiones culturales y artísticas entre estas tradiciones. Además, es investigador activo en el área de arte y patrimonio.
Mutante Awards Design at Wine
Jan 01 2025
13 > 14 JANEIRO 2025 I CISTERNA FBAUL
Exposição de rótulos de vinho
Na convergência entre a dimensão visual do rótulo e a experiência sensorial com a garrafa de vinho, desenvolve-se um território onde designers e artistas exploram diferentes linguagens para construir mensagens essenciais à identificação e distinção de cada vinho.
A exposição mostra os premiados da 1.ª edição dos Mutante Awards Design at Wine, num conjunto eclético de trabalhos, com vinhos de todas as regiões vitivinícolas do território continental e com a participação de pequenos e grandes produtores nacionais, ateliers de design especializados e agências generalistas, bem como designers independentes.
Em virtude das características da Cisterna, solicita-se a marcação da visita com indicação de horário para: s.parreira@belasartes.ulisboa.pt (13 e 14 Janeiro, 14:00-18:00)
inshadow lisbon screendance festival
Dez 18 202403 > 19 DEZEMBRO 2024 I cisterna e galeria da fbaul
Inauguram na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, no dia 3 de dezembro, duas exposições integradas no InShadow – Lisbon Screendance Festival. A inauguração na Cisterna decorre às 18h e na Galeria às 18h30.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
DISCERNIBLE BEAUTY de Sam Asaert | Exposição Fotográfica | Galeria FBAUL
Discernible Beauty é um diálogo artístico fotográfico em que o fotógrafo e a bailarina justapõem noções que estão no centro das artes performativas (ocidentais) e da comunicação visual (capitalista); e jogam com o papel que o físico (feminino) desempenha em ambas.
Recorrendo à linguagem visual da iconografia religiosa, à pintura clássica ocidental, bem como ao expressionismo e à publicidade capitalista do século XX; e utilizando técnicas de fotografia de produtos comerciais que realçam linhas coreográficas, membros baléticos e beleza corporal, Discernible Beauty é um projeto que visa apresentar representações esteticamente agradáveis do custo de se conformar e de se relegar para representações esteticamente agradáveis.
INSTALAÇÃO DE VÍDEO-DANÇA I Vários Aristas
Cisterna FBAUL
A 16ª edição do InShadow – Lisbon Screendance Festival realizar-se-á entre 7 de Novembro e 15 de Dezembro de 2024, em vários locais da cidade de Lisboa. Na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa os eventos decorrem entre 3 e 19 de dezembro.
InShadow promove um encontro entre as linguagens do vídeo/cinema e da dança/performance, propondo uma reflexão para um pensamento cine-coreográfico, explorando relações com tendência experimental ou ligação com a tecnologia. Procura o mundo da imaginação e o diálogo entre culturas. Propõe uma assimilação de experiências, métodos e saberes, potenciando as relações pensamento/ação e criatividade/inovação.
saturnismo – memória do chumbo
Nov 27 202422 > 29 novembro 2024 I 18h | Cisterna BELAS-ARTES
Saturnismo é uma alegoria à doença causada pela exposição excessiva ao chumbo, deve o seu nome à associação que a alquimia fez deste elemento ao planeta Saturno. Este universo metafórico de intoxicação cria um microcosmo expositivo experimental em dois atos: Primeira Porta a instalação preambular de uma escultura sonora/concerto espacializado a 6 pontos, experimentação da vibração e queda de chumbo balístico e Memória Do Chumbo, uma instalação multimédia de realidade virtual.
Ambas abrem caminho para a exploração do inconsciente coletivo, procurando no chumbo a sua memória. Através da sua fundição, este elemento metálico perde a letalidade na liquidez e materializa uma obra escultórica que reflete o espectro do planeta espelhado num dispositivo de realidade expandida ao espaço virtual. Saturno, o sexto planeta do sistema, tem no seu polo um hexágono de nuvens persistentes.
PRIMEIRA PORTA
22 > 29/11/2024
2ª a 6ª 14h/18h
CISTERNA FBAUL
MEMÓRIA DO CHUMBO
7 a 21 de Dezembro | ESPAÇO POGO
Marcações: info@saturnismo.pt
Sandra Zuzarte (Lisboa, 1970) Mestre em Arte Multimédia pela Faculdade de Belas Artes da
Universidade de Lisboa, investiga teoria e história da arte no campo da estereoscopia, da representação
da luz e simulacro, explorando dispositivos imersivos numa abordagem experimental sobre a percepção
no olhar mediado. O seu trabalho reflete a espectralidade e persistência da memória na imagem e no
tempo.
Fernando Fadigas (Oeiras, 1968) explora processos experimentais em artes sonoras, nas artes plásticas,
no ensino e investigação artística. Doutorando na Faculdade de Belas-Artes da ULisboa orientado pelo
Prof. Dr. António de Sousa Dias e Mestre em Arte Multimédia pela mesma faculdade, é investigador
no GIAM/CIEBA e docente na Pós-Graduação em Arte Sonora: Processos Experimentais na FBAUL.
Sandra Zuzarte [Concepção, Instalação, Escultura Sonora e RV]
Fernando Fadigas [Performance Sonora, Som Imersivo]
Francisco Fadigas [Programação informática e RV]
Eduardo Brito [Mestre de Metais/FBAUL]
Luís Elgris [Voz]
Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, GIAM/CIEBA da FBAUL,
Electronic Warfare, Associação Pogo Teatro e Gaivotas 6
exposições integradas na Mostra de Fotografia e Autores – MFA
Nov 24 20245 > 29 NOVEMBRO 2024 > 18H00 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
No dia 5 de Novembro, às 18h00, inauguram na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, duas exposições numa iniciativa da associação CC11, integradas na Mostra de Fotografia e Autores – MFA.
Elisa Freitas mostra-nos NA HORA DA VERDADE, NÃO SABIA COMO LÊ-LAS, um projeto documental que mergulha com fotos, documentos e recortes na história de um casal que se conheceu na época da guerra colonial em Portugal, a partir de um anúncio no jornal; por outro lado, a exposição AND THE SHAPE OF THINGS DISAPPEARED FOR A WHILE é a viagem interior de Joana Dionísio após a morte do pai, que reflete sobre as limitações da existência humana.
Entrada livre
2ª a 6ªfeira: 8h00-20h00
Sábado: 8h00-17h00
A MFA Lisboa volta em novembro e dezembro, com 20 exposições fotográficas e o tema NÓS. O evento explora a interconexão e a pertença, promovendo o diálogo entre artistas e público em diversos espaços culturais da cidade.
Em novembro e dezembro, a Mostra de Fotografia e Autores – MFA Lisboa regressa à capital para uma exposição de fotógrafos consagrados e emergentes que nos quer levar a refletir sobre a nossa própria identidade coletiva, NÓS. Nas suas múltiplas interpretações, nós enquanto sociedade, ligação emocional que une pessoas, culturas e histórias, mas também nós enquanto laço que nos une e compromete na mesma vida partilhada em sociedade.
Ao longo de dois meses, numa iniciativa da associação CC11, diferentes espaços culturais da cidade de
Lisboa vão acolher vinte exposições com enfoque em projetos que abordam a noção de interconexão,
pertença e comunidade. Além das exposições, a MFA – Lisboa promove encontros com os autores, debates e projeções que permitirão aos participantes mergulhar nas várias facetas deste tema, promovendo uma reflexão artística sobre as nossas ligações e identidades. Os locais que acolhem esta mostra são vários mas o ponto central serão os Jardins do Bombarda, no quadro da parceria com a cooperativa Largo Residências.
VEJA NESTE MAPA AS VÁRIAS EXPOSIÇÔES DO MFA EM LISBOA, EM NOVEMBRO E DEZEMBRO.
Exposição “Equilibrium”
Nov 13 202418 NOVEMBRO 2024 > 19 NOVEMBRO 2024 | CISTERNA FBAUL
A exposição Equilibrium estará patente na cisterna da FBAUL nos dias 18 e 19 novembro, no horário das 10h às 12h e das 14h às 16h.
Equilibrium is an immersive installation featuring real-time visuals that explore the infinite patterns of nature. Using projection mapping, the piece surrounds viewers with constantly shifting forms in an atmosphere that feels both digital and organic. This experience invites visitors to reflect on the beauty and complexity of nature’s endless, repeating fractals and the fluid connection between art, science, and the physical world.
Curating: Professor José Revez
Artist bio
Anastasia Tsoutsouka is a multidisciplinary artist and researcher, born in Greece. She studied at Athens School of Fine Arts, with a focus on applied digital arts, and is currently completing the Master in sculpture in FBAUL. She continues to cross fields in visual aesthetics and storytelling within the context of artistic expression through mathematics, the interplay of traditional and digital art.
Flora Caldense, Uma Colaboração Póstuma de Marta Galvão Lucas Com Avelino Soares Belo, José Belo, Josef Füller e José Lourenço
Nov 05 2024
20 SETEMBRO > 17 NOVEMBRO 2024 I MUSEU JOSÉ MALHOA
Inaugura no dia 20 de setembro, às 17h00, no Museu José Malhoa, a exposição Flora Caldense, Uma Colaboração Póstuma de Marta Galvão Lucas Com Avelino Soares Belo, José Belo, Josef Füller e José Lourenço, com a presença da artista Marta Galvão Lucas.
A exposição ocupará três salas do Museu José Malhoa e envolverá diferentes formatos, desde a escultura, até a instalação, passando pela cerâmica.
No decorrer do período em que a mostra estará em cartaz, outras atividades serão realizadas – a começar por uma visita com a artista Marta Galvão Lucas, no domingo, 22 de setembro, pelas 16h00.
about to grow
Out 27 2024
22 > 31 OUTUBRO 2024 I CAPELA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 22 de outubro, às 11h00, na Capela das Belas-Artes a exposição About to Grow. A exposição ficará patente até 31 de outubro.
Horário: 2ª a sáb. 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
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A exposição About to Grow apresenta uma série de biomateriais desenvolvidos pelos estudantes de Sustentabilidade e Inovação Social da Licenciatura em Design de Equipamento, trazendo a interseção entre materiais naturais e o design sustentável. Inspirados pelo projeto Grow Design de Elvin Karana, os estudantes buscaram explorar o potencial dos biomateriais no design de um produto, promovendo a ideia de que os materiais não são apenas elementos passivos, mas têm um ciclo de vida próprio, podendo crescer, se regenerar e até se decompor de forma controlada. As sementeiras foram o objeto de escolha, de experimentação e germinação de um design em harmonia com o meio ambiente, a promover a economia circular.
Autores | Authors: Andreia Filipa Lopes Fernandes, André Simão Borges Cardoso, Bárbara Beatriz Martins Madeira, Bartolomeu Bourbon da Silveira de Sousa e Menezes, Bernardo Espírito Santo Fernandes, Carlota Maria Fernandes Costa Mota, Carolina Alexandra Correia Moura, Carolina Bret da Luz Costa, Carolina Pires Santos, Catarina de Jesus Madrugo Martins, Catarina Duarte Espenica, Clara Pinto da Cruz Portugal Ferreira, Diandra Marinela das Neves Vieira Rebelo, Diogo da Costa Santos Dias Lourenço, Eduarda da Silva Paraíso, Francisco Rosado da Fonseca Vieira, Gabriela Ferreira Jorge Nunes, Giovanna Miranda Caitano de Stefano, Gonçalo Miguel, Baltazar Alexandre, Helena Cristina Figueiredo Lourenço, Iara Filipa Teixeira Abreu, Inês Maia e Silva Rodrigues, Inês Pereira Lopes, Joana Garcez da Silva Pinto, Joana Gomes de Araújo Gonçalves, Joana Pereira Henriques, José Ribeiro Saraiva, Josué Santos Crispim, Katila Pita Bernardino, Laura Bernardo Ferreira Pinto Pereira, Leonor Henriques Timóteo, Lola Vitória Moreira Cruz Trindade Venâncio, Madalena Fernandes Morgado Ucha Messias, Madalena Lourenço Lopes, Maria Constança Ribeiro Ferreira de Sousa Pinto, Maria Martins de Pina Pereira do Carmo, Marta Kutsir, Marta Rodrigues Dores Sinde de Oliveira, Martim Adelino Martins, Matilde da Piedade Barrosa Palácios Braz, Milana Ioana Tintila, Niclas-Maria Valentien, Pedro Afonso Vieira Roque, Ran Kipnis, Ricardo João Leal Lopez Pereira, Rita Reis Lopes da Silveira Braga, Salvador Maria Duarte Silva de Moraes, Sara Alves Almeida, Tiago Alexandre Rodrigues Lucas Miranda
Docentes | Professora Ana Thudichum e Professora Carla Paoliello
Parceria | Partnership: BioLab Lisboa
dia das belas-artes 2024
Out 24 2024
25 OUTUBRO 2024
No dia 25 de outubro a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a instituição de ensino artístico mais antiga de Portugal, comemora os 188 anos da sua fundação, então designada por Academia de Belas-Artes, da qual é hoje sucessora.
Nesta data comemora-se o Dia das Belas-Artes com diversas atividades culturais abertas à comunidade académica e ao público em geral.
Exposições, espaços de trabalho e de investigação artística, reservas e acervos estarão abertos ao público.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
PROGRAMAÇÃO:
CONFERÊNCIAS
ENTRE FAZERES NO DESIGN: Portugal & Brasil
O evento estabelece-se como uma plataforma cultural de encontro e troca de saberes entre designers portugueses e brasileiros. Pretende-se que a aproximação da identidade entre Portugal e o Brasil estabeleça pontos de contacto no design, possibilitando refletir sobre os percursos dos autores que falam a mesma língua.
O evento conta com a presença do Reitor da Universidade de Lisboa, Professor Doutor Luís Ferreira.
Auditório Lagoa Henriques
25 > 26/10/2024 > 09h00
+INFO
XI Congresso Internacional Matéria-Prima: Agir e interagir na educação artística, hoje
Neste congresso é lançado o desafio, aos professores e investigadores em ensino das artes visuais, de partilhar novas perspetivas operacionais de desenvolvimento curricular com focagem nos seus resultados concretos.
Grande auditório
25/10/2024 > 09h00
+INFO
Lançamento do livro JORGE PINHEIRO a Quietude das Imagens Perdidas
de Carlos Vidal
Capela Belas-Artes
25/10/2024 > 15h30
+INFO
EXPOSIÇÕES
DESIGN FUTURES – Diálogo de Gerações
Com curadoria da professora designer Ana Mestre e com a participação de designers e investigadores de diferentes gerações. DESIGN FUTURES é um projeto apoiado pela Direção Geral das Artes do Ministério da Cultura
Galeria
25/10 > 25/11/2024
Cocktail de Inauguração: 25 de Outubro com início às 15h
+INFO
Matérias Emergentes: um mapeamento de objetos epistémicos da investigação artística académica em Portugal (2011-2022)
EMERGING é um projeto de investigação exploratório financiado pela FCT (DOI:10.54499/2022.06772.PTDC), que se desenvolve a partir da experiência de artistas, investigadores e professores universitários colocados em posições estratégicas em várias instituições e centros de investigação do ensino superior artístico em Portugal.
A exposição é itinerante e estará patente também no Colégio das Artes da Universidade de Évora entre 07 a 18 de Novembro 2024 e no Museu da FBAUP entre 6 a 17 de Janeiro 2025.
Corredor do Auditório Lagoa Henriques
16 > 30/10/2024
+INFO
About to Grow
A exposição apresenta uma série de biomateriais desenvolvidos pelos estudantes de Sustentabilidade e Inovação Social da Licenciatura em Design de Equipamento, trazendo a interseção entre materiais naturais e o design sustentável, inspirados pelo projeto Grow Design de Elvin Karana.
Capela
22 > 31/10/2024
+INFO
VISITAS GUIADAS
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
_Visita guiada ao Convento de S. Francisco da Cidade
Prof. Eduardo Duarte
11h00
Ponto de Encontro: entrada da Faculdade
Número limite: 20 participantes
_Visita guiada ao Acervo Internacional de Gravura Contemporânea da FBAUL
Prof. José Quaresma
Sala 3.72
14h00
Número limite: 30 participantes
ATENÇÃO: Considerando que existe um número limitado para cada uma das visitas, no caso de desistir agradecíamos que nos informasse através do e-mail comunicacao@belasartes.ulisboa.pt, para dar a vez a outra pessoa em lista de espera.
Nas restantes visitas a entrada é livre nos horários aqui apresentados:
_Mostra dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos nas áreas do Vidro e do Mosaico e visita à área dos fornos de Vidro
Prof. Fernando Quintas
Sala 1.13
Horário: 11h/13h
Entrada Livre
_Visita ao Laboratório de Desenho
Prof. Henrique Costa, Prof. Tiago Batista
Sala 2.35
Horário: 15h/18h
Entrada Livre
_Visita ao Heritage Lab
Profª Ana Bailão
Sala 3.63
Horário 10h/13h
Entrada Livre