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let it fall — exposição de nadia frolova
Jan 01 2022
12 > 14 JANEIRO 2022 I GALERIA FBAUL
Inaugura no dia 12 de janeiro, às 17h00, na Galeria da Faculdade de belas-Artes d Universidade de Lisboa a exposição “Let it fall” de Nadia Frolova.
Nadia Frolova é uma artista russa que estuda imperfeições, controle e acaso.
A sua exposição decorre no âmbito da defesa da sua dissertação de mestrado em Vidro e Cerâmica, Arte e Ciência, Escola de Ciência e Tecnologia da NOVA e Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Horário: 13 e 14 de janeiro, entre as 15h00 e as 18h00
A imagem-armadilha : à volta de Narciso (L’image-piège : autour de Narcisse) — alteração de data
Jan 01 2022
17 JANEIRO 2022 > 17H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES ////presencial e via zoom
A imagem-armadilha : à volta de Narciso (L’image-piège : autour de Narcisse)
Aula Aberta – conferência por Chakè Matossian, seguida de debate
(Académie Royale des Beaux-Arts de Bruxelles)
No âmbito da Unidade Curricular: Teorias da Arte, Doutoramento em Artes – Artes Performativas e da Imagem em Movimento
Apresentação de Fernando Rosa Dias
Aula Aberta (em português), presencial e aberta ao público, e também via zoom.
Tópico: A imagem-armadilha : à volta de Narciso – 17 JANEIRO 2022 > 17H00 I FBAUL-AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Hora: 17 jan. 2022 05:00 da tarde Lisboa
Entrar na reunião Zoom
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/82271740106?pwd=OEVzUkU1RDVvU242SldkL3NDbzR5QT09
ID da reunião: 822 7174 0106
Senha de acesso: 563931
Informa-se que, devido à situação atual de pandemia e a novas medidas de controle, a conferência poderá ser cancelada ou as datas alteradas.
A imagem-armadilha : à volta de Narciso (L’image-piège : autour de Narcisse)
O poder da imagem, tão denunciado hoje, encontra a sua fonte na imagem de si. A minha imagem é a primeira armadilha, como sugere o mito de Narciso, que abordaremos a partir do texto do poeta latino, Ovídio, nas Metamorfoses.
Narciso e o fascínio da imagem (também a da Medusa), como limite de representação, interessarão a muitos escritores e artistas, incluindo Caravaggio (1571-1610), Nicolas Poussin (1594-1665) e Gustave Moreau (1826-1898), de quem serão examinadas algumas obras.
As questões teóricas levantadas pelas representações de Narciso são múltiplas: contorno e forma (deformação, transformação, etc.), reflexo, contraste, limite, a circularidade e suas implicações temporais, matéria pictórica e fluxo, a mise en abîme, por exemplo.
A nossa investigação atravessara também o narcisismo teorizado pela psicanálise (Freud e a pulsão da morte, Lacan e a fase do espelho).
Como Narciso não pode ser separado da ninfa Eco, surge então de imediato a questão da língua. O que significa dizer “eu”? (Benveniste).
O mito de Narciso também nos permite um olhar critico para o espaço público: se há cidades narcisistas reflectidas nos espelhos dos seus arranha-céus (Hubert Damisch), há também uma arte que faz com que seja seu dever acabar com os espelhos lisonjeiros.
A arte crítica, teorizada por Proudhon e realizada por Courbet (1819-1877), mostrará à sociedade a sua verdadeira imagem num novo espelho exibindo o que ela não quer ver.
Terminaremos o nosso percurso, necessariamente inacabado, olhando para uma instalação contemporânea que oferece uma interpretação plástica monumental do mito de Narciso.
Chakè Matossian
Filósofa (Université Libre de Bruxelles) e doutorada em Teoria da comunicação pela UNL (o primeiro Doutoramento do Dpto de Comunicação). Foi professora no Departamento de Comunicação da UNL até 1993 e depois na Académie Royale des Beaux-Arts de Bruxelles. Tem publicado numerosos artigos em revistas académicas, textos de catálogos e participado em simpósios internacionais.
Entre os seus livros publicados, destacam-se Espace public et représentations (Bruxelles, La Part de l’OEil), Saturne et le Sphinx – Proudhon, Courbet et l’art justicier (Genève, Droz). O seu ultimo livro saiu em Junho 2021: “Invisible mais présent en esprit” : le Séducteur de Kierkegaard (Bruxelles, Ousia).
contorno aparente — exposição de helena ferreira
Dez 15 2021
07 > 28 DEZEMBRO 2021 > SALA 2.30
Inaugura no dia 07 de Dezembro, às 13h30, na Sala 2.30 da FBAUL, a exposição individual CONTORNO APARENTE de Helena Ferreira.
A exposição ficará patente até 28 de Dezembro.
horário schedule
3ª › 13h30–17h30
tuesday › 01.30 pm to 5.30pm
(ou por marcação para ferreirashelena@gmail.com)
Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
A expressão ‘contorno aparente’ refere-se, por um lado, à instabilidade do contorno da imagem projectante, por outro, refere-se à ideia de que aquilo que vemos depende sempre da posição onde nos encontramos. E esta ‘posição’ perante o que se encontra diante de nós é, por um lado, literal no que respeita ao nosso lugar em relação ao objecto, mas também metafórico, porque se refere ao estado anímico que determina o modo como percebemos e interpretamos a relação subjectiva que temos com o mundo. A dimensão poética da projecção atravessa toda a exposição a partir de pontos de contacto com a geometria ou com o universo audiovisual: a projectante, o contorno aparente, a intersecção, o foco, o dispositivo projectivo, o fluxo luminoso.
song of songs — douglas rosenberg
Dez 09 2021
06 > 10 DEZEMBRO 2021 I CISTERNA FBAUL
Uma evocação profundamente pessoal de um poema em prosa erótico, com o mesmo nome, que aparece no Antigo Testamento. Filmado a preto e branco com uma partitura original para violoncelo, evoca um espaço cinematográfico contemplativo e austero. Song of Songs transforma o ritual em arte em performance; para ser encantado, envolvido e envolto no sublime, no imaginado e no familiar.
horário schedule
2ª a 6ª › 15h00–19h00 (excepto feriados)
monday till friday › 3 pm to 7pm (except holidays)
Entrada livre
Vl Congresso Internacional – Santuários, Cultura, Arte, Romarias, Peregrinações, Paisagens e Pessoas, chamada de trabalhos
Dez 08 2021
06 > 12 DEZEMBRO 2021 I ONLINE
O Congresso Internacional: Santuários, Cultura, Arte, Romarias, Peregrinações, Paisagens e Pessoas é uma parceria entre a Universidade Federal Fluminense, por meio do Centro de Artes UFF, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, o Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes da Universidade de Lisboa e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Em 2021, a sexta edição do congresso terá como tema norteador “A linguagem revelada”, abordando toda forma de expressão que carregue sentido, seja ela escrita, falada, corporal e imagética. Para toda forma de manifestação religiosa e espiritual, há uma linguagem que perpassa a tradição, a renovação e o encantamento com o sagrado, nos seus ritos e leituras.
Nesse sentido, o VI Congresso Santuários abre sua chamada de trabalhos, com o envio de resumos até 17 DE OUTUBRO DE 2021. A presente edição acontecerá em formato virtual, entre os dias 6 A 12 DE DEZEMBRO DE 2021.
Para mais informações, consulte o site: www.congressosantuarios.com
Será um prazer contar com a sua participação.
Aguardamos o seu contato pelo email: congresso.santuarios@gmail.com
A LINGUAGEM REVELADA
Entre a última edição do Santuários que teve como tema “A morada como santuário” e o tema atual, “A linguagem revelada”, há como que um jogo de espelhos e inversões numa sutil conversação.
Há também ampliação e complementaridade, pois, se antes, partindo da morada, buscava-se adentrar nos domínios da linguagem (objetos, crenças, devoções, espiritualidades) como seu próprio preencher e revestir, desta feita, o ponto de partida é a própria linguagem, compreendida como um habitar ampliado do mundo.
A assertiva de Heidegger de que a “linguagem é a morada do ser” é a chave que conecta esses dois planos ou temas.
Nesse sentido, em 2021, o campo se amplia à proposição de artigos e comunicações que se voltem para o domínio da linguagem, assumida não somente enquanto instrumento da comunicação, mas como dimensão anterior que a estabelece enquanto traço decisivo e distintivo da presença humana.
Glitch: a pintura sempre te quis — exposição de josé quaresma
Dez 07 2021
19 NOVEMBRO > 13 DEZEMBRO 2021 I Casa de Portugal – André Gouveia, Cité Universitaire, Paris
Inaugurou no dia 19 de novembro, na Casa de Portugal – André Gouveia, Cité Universitaire, Paris, a exposição do docente da FBAUL, José Quaresma, com o título: Glitch: a pintura sempre te quis.
Trata-se de um projecto de pintura e instalação pictural no qual o autor explora situações artísticas e espaciais que confrontam o espectador com gestos e procedimentos simultaneamente pertencentes ao domínio da pintura, do vídeo e do cinema, tendo como disrupção comum o glitch criativo, ou seja, uma modalidade de acaso expressivo e tecnológico cujas primeiras manifestações, segundo o próprio, derivam do elemento pictural, embora, com dispositivos e instrumentos diferentes dos outros media mencionados.
Pelos motivos apresentados, algumas das peças instaladas aludem a Stan Brakhage, outras a Jennifer West ou a Takeshi Murata, outras ainda, aludem às conquistas ‘involuntárias’ de Protogenes para a pintura e para a arte em geral, em plena Grécia Antiga, resultado da angústia e dos impasses experienciados na realização de uma pintura pelo pintor de Rodes.
A exposição estará patente até dia 13 de dezembro e pode ser visitada no horário de funcionamento público da Casa de Portugal.
REDE#03 — exposição “observatório de Design em Portugal – Situação”
Dez 07 2021
Observatório de Design em Portugal – Situação” I GALERIA I 03 > 10 DEZEMBRO 2021
A exposição Observatório de Design em Portugal – Situação inaugurou no dia 3 de Dezembro, às 16h00, na Galeria da FBAUL. A exposição estará patente até 10 de Dezembro de 2021.
O projeto designobs.pt pretende viabilizar o desenvolvimento de um Observatório do Design em Portugal através da investigação em novas formas de questionar, interpretar, visualizar e interagir com informação sobre este ecossistema.
Mas esta iniciativa só terá sentido se se tornar agente na transformação das realidades locais e nacionais que constituem o ecossistema do Design Português, o que implica uma abordagem participativa no desenho dos argumentos, narrativas e representações que possam informar decisões e influenciar políticas públicas.
Os quatro momentos que compõem esta exposição seguem essa lógica: uma projeção que percorre o pensamento e a investigação já realizada; um conjunto de cartazes que interpretam, na perspetiva do design e pelo desenho, os dados recolhidos sobre diferentes dimensões do ecossistema; e duas experiências tecnologicamente mediadas que questionam outras possibilidades de aumentar a realidade com essas informações.
Esta exposição representa (literalmente) um ponto da situação deste projeto, mas, fundamentalmente, constitui-se como um convite ao conhecimento de cada local (situ) do território português enquanto pressuposto de ação em cada Escola de Design, no sentido da promoção da disciplina, da sua disseminação e integração nas empresas e nas comunidades.
horário schedule
2ª a 6ª › 09h–20h
monday till friday › 09 am to 8pm
Considerando a existência de dois objetos com uma componente em realidade aumentada apoiada por 2 tablets, a investigadora Ana Beatriz Marques estará presente no seguinte horário: 10h00/13h00 e 14h00-17h00.
Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
A exposição Observatório de Design em Portugal – Situação realiza-se no âmbito da terceira REDE, Reunião de Escolas de Design, irá decorrer no próximo dia 3 de Dezembro, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Pretendemos com esta reunião dar a voz aos professores que ativamente têm contribuído para uma reflexão sobre o ensino do design em Portugal.
Para tal, contamos com a colaboração de sete oradores convidados, que compõem um painel representativo de várias escolas de design de áreas geográficas e subsistemas de ensino diferentes.
Para esta participação solicitamos uma reflexão crítica sobre o ensino de design em Portugal assente em 3 tópicos:
1. Observação — reflexão contextual sobre o ensino do design em Portugal;
2. Análise crítica — reflexão crítica sobre o modelo que seguimos (investigação, parcerias, concursos/carreira docente, etc.), se está próximo ou distante do ideal;
3. Futuro — perspetivas sobre o que deveria mudar (ou privilegiar) no ensino do design, identificando contributos atuantes para uma melhoria efetiva.
Paralela à reunião, será inaugurada a exposição “Observatório de Design em Portugal – Situação”, que apresenta os resultados de dois anos de observação do ecossistema do Design em Portugal. A exposição documenta a atividade do projeto Design.Obs Para um Observatório de Design em Portugal: Modelos, Instrumentos, Representação e Estratégias.
PROGRAMA
10H00 Receção / Café
10h30 Abertura
10h45 Oradores convidados
13h00 Almoço
14h30 Painel de debate
16h00 Visita guiada à exposição
17h00 Encerramento / Café
Almada Negreiros e o Mosteiro da Batalha, quinze pinturas primitivas num retábulo imaginado — prémio apom na área da investigação
Dez 07 2021 
20 DEZEMBRO 2020 > 20 DEZEMBRO 2021 I CAPELA DO FUNDADOR DO MOSTEIRO DA BATALHA
Prémios APOM 2021 | DGPC
A 26ª edição da Cerimónia dos Prémios APOM realizou-se no dia 28 de outubro.
O Prémio Investigação foi atribuido a Mosteiro da Batalha – Simão Palmeirim e Pedro Freitas “Almada Negreiros e o Mosteiro da Batalha – Quinze pinturas primitivas num retábulo imaginado”
Almada Negreiros e o Mosteiro da Batalha, quinze pinturas primitivas num retábulo imaginado é o título da exposição que celebra uma ideia ousada e original do artista português.
As quinze obras que compõem o retábulo que Almada imaginou incluem várias pinturas primitivas (dos séculos XV e XVI), nomeadamente os icónicos Painéis de S. Vicente. Desde a sua descoberta, e ao longo do século XX, estes painéis geraram um interesse público muito intenso. Almada Negreiros (1893-1970) também se dedicou a esta obra, ainda que de um ângulo completamente original: o da geometria.
Começando por um estudo de perspectiva dos painéis, Almada foi complexificando as suas análises geométricas. Com o tempo, foi juntando vez cada vez mais pinturas até definir um retábulo de quinze obras. Após visita à Batalha ficou convicto que o conjunto era destinado à parede Norte da Capela do Fundador do Mosteiro.
Nesta exposição, além da reconstituição em tamanho natural do retábulo que idealizou – uma instalação com mais de dez metros de altura – os trabalhos de Almada expostos na Capela testemunham o seu longo e intenso processo de pesquisa. Desenhos, cadernos de autor, e até maquetes tridimensionais realizadas por Almada, poderão ser vistas, muitas delas pela primeira vez.
A exposição, comissariada por Simão Palmeirim, é visitável a partir de 20/12/2020 na Capela do Fundador do Mosteiro da Batalha e ficará patente até ao final de 2021.
Dia 7 de abril, pelas 18h, no Mosteiro da Batalha no âmbito desta exposição é lançado um livro homónimo dedicado à investigação de Almada Negreiros sobre Pintura Primitiva Portuguesa, esta edição pretende explicar como chegou o modernista à sua proposta de retábulo imaginado, com a publicação de cadernos de estudo, maquetes e desenhos inéditos do autor.
Até 25 de abril, na Sala do Tecto Pintado do MNAA, está patente a exposição complementar Almada Negreiros e os Painéis (15-10-2020 a 25-04-202).
Comissariada por Simão Palmeirim, com a colaboração do investigador Pedro Freitas, a exposição do MNAA propõe uma reflexão sistemática sobre o contexto da produção destes estudos no próprio percurso intelectual de Almada Negreiros, a sua metodologia de trabalho bem como as implicações das suas (re)construções num entendimento global da obra de arte, que cria submetida a um conhecimento geométrico ao qual chamou Cânone.
O catálogo conta com textos destes investigadores, bem como do também investigador e jornalista António Valdemar e dos responsáveis pelo restauro de uma obra inédita, levado a cabo no Instituo José de Figueiredo, para a exposição.
Dia 18 de abril – Dia Internacional dos Monumentos – haverá visitas guiadas à exposição patente na Capela do Fundador, com o curador Simão Palmeirim.
Para mais informações contactar o Serviço Educativo para o número 244 765 497 ou servicoeducativo@mbatalha.dgpc.pt.
capital
Dez 07 2021
04 NOVEMBRO > 17 DEZEMBRO 2021 I BIBLIOTECA DA NOVA SCHOOL OF SCIENCE AND TECHNOLOGY
Inaugura no dia 4 de Novembro, às 17h00, na Biblioteca da NOVA School of Science and Technology a exposição coletiva CAPITAL.
A exposição ficará patente até 17 de Dezembro.
horário schedule
2ª a 6ª › 09h–17h
monday to friday› 9am to 5pm
No mesmo dia, 4 de Novembro realiza-se a apresentação e o lançamento do livro com o mesmo título CAPITAL.
O livro CAPITAL está disponível AQUI .
Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
O Capital, corresponde a projeto de investigação iniciado em 2016 sob a designação de Dinheiro, com uma primeira exposição no ISEG, Instituto Superior de Economia e Gestão, na qual participaram dez artistas.
Posteriormente foi para Múrcia, Espanha, onde se realizaram cinco exposições com a participação de mais vinte artistas, tendo sido apresentada em diversos espaços expositivos: Universidad Popular de Mazarrón, Museo de Archena, Museo Universidad de Murcia, Universidad Politecnica de Cartagena.
Agora, em 2021, na sala de exposições da Biblioteca da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, em Almada, reúnem-se obras de vinte e cinco artistas numa exposição sucessivamente adiada desde fevereiro de 2020 pelos motivos universalmente conhecidos (SARS-CoV-2) com um título que apela a uma conclusão, o Capital.
O Dinheiro foi o objeto de investigação numa altura em que se procurava uma palavra fortemente substantiva que fosse capaz de aglutinar a estrutura social mundial. Encontrou-se assim esta palavra-chave que como tal foi partilhada de imediato entre uma dezena de investigadores / artistas que desenvolveram obra conotada com essa entidade abstrata que modela em nós conceitos primários de riqueza, de pobreza e de valor.
Em 2016, no ISEG, em Lisboa, participaram Antonio García López, Cristóvão Valente Pereira, João Castro Silva, João Jacinto, Jorge dos Reis, Manuel Gantes, Omar Khouri, Rodrigo Baeta, João Paulo Queiroz e Ilídio Salteiro. Em 2018, em Múrcia e Valencia, juntaram-se a este projeto Álvaro Alonso Sánchez, Carmen Grau, Concha Martinez Montalvo, Dora-Iva Rita, Domingos Loureiro, Francisca Núñes Donate, Francisco J. Guillén, Juan José Águeda, José Mayor Iborra, Luiz Izquierdo, Luís Herberto, Mariano Maestro, Olga Rodríguez Pomares, Pedro Alonso Ureña, Torregar, Salvador Conesa, Virtoc, Victoria Santiago Godos. E agora em 2020, em Lisboa, contamos com a participação de Hugo Ferrão e Ricard Huerta.
O objetivo tem sido apenas dar respostas formais e estéticas a uma questão que comanda a humanidade no seu todo. Uma humanidade que encontra no dinheiro o fator da sua ordenação social e na arte o modo de demonstrar e exercer poder. Não se procuram definições, nem invenções alternativas ou novas metodologias de relacionamentos político-sociais. Esta responsabilidade será para economistas e financeiros.
A nós, enquanto utilizadores do dinheiro e produtores de valores artísticos e, consequentemente, culturais, permitem-nos que formulemos pensamento acerca da Vida no seu todo ou acerca de uma particularidade desta, como é o caso do dinheiro, entidade divina e abstrata que comanda a humanidade. Ele simplifica muito as trocas de produtos atribuindo-lhes um valor e incentivando a acumulação. Mas enquanto o dinheiro corresponde a uma quantidade acumulável, o valor corresponde a uma qualidade relativa. E a não-coincidência entre valor decorrente da quantidade e o valor decorrente da qualidade tem acarretado conflitos, guerras e outras assimetrias imensas.
Neste contexto consideramos que a arte não pode ficar restrita a fazer-se em função de si própria, como que acantonada no desígnio oitocentista da “arte pela arte”, e por isso prisioneira de muitos formalismos estéticos possíveis. Consideramos que a arte deve libertar-se de ser um objeto estético de poder e estar e participar na construção do tempo presente, ou seja, estar atenta e em sintonia com o mundo.
Estamos na presença de um novo título, Capital, que não sendo a palavra-chave que despoletou tudo, essa palavra foi dinheiro, será, no entanto, a palavra conclusiva deste projeto, a causa e o modo de funcionamento das relações económicas, onde a arte desempenha frequentemente o papel profano de “moeda de troca” em leilões, hipotecas, testemunhos, dádivas ou oferendas.
As causas primordiais e fundadoras deste projeto correspondem ao facto de se considerar que o trabalho do artista é uma consequência de investigação (estudo, pesquisa, persistência, experimentação) e que o artista é o investigador do mundo que caminha no sentido da descoberta da relação entre a Vida e Natureza.
Todos foram convidados a participar neste projeto com um trabalho de investigação sobre a palavra-chave colocada em debate e a expor a produção artística relativa a esse estudo e pesquisa.
A palavra dinheiro foi apenas uma chave que foi capaz de abrir ou de desencadear pensamento formalizado em obras — realizadas, apresentadas e expostas — que correspondem a respostas concretas às perguntas que ela suscitou. Estamos numa sociedade dominada pelo dinheiro, e associado a ele a riqueza, o poder, o valor, o domínio de uns sobre os outros num momento em que todos temos a consciência de que devemos ter direitos e deveres iguais. Os textos e as obras plásticas resultantes são extremamente elucidativas dos múltiplos modos como cada um vê o seu mundo.
Este novo título, CAPITAL, acaba por ser uma espécie de conclusão deste projeto que envolve no total cerca de vinte artistas a pensarem em sintonia no mesmo tempo, mas em espaços diferentes, sobre essa ideia, sem mais nada a não ser as circunstâncias dos conflitos, das crises, dos paradigmas, dos comportamentos que nos têm envolvido e onde o dinheiro se constitui como protagonista principal.
Ilídio Salteiro
Lisboa, 2021
alda e maria, por aqui tudo bem
Dez 01 2021
10 DEZEMBRO 2021 > 18H15 I GRANDE AUDITÓRIO
No âmbito do Festival Internacional de Cinema sobre a Migração é apresentado na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa o filme “Alda e Maria, por aqui tudo bem”, um filme de Pocas Pascoal (94min, Português).
A abertura do Festival está a cargo da Embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População, Catarina Furtado.
Sinopse: No fim do Verão de 1980, Alda e Maria, duas irmãs de 16 e 17 anos, chegam a Lisboa para fugir da guerra civil em Angola. Entregues a si próprias, terão de aprender a sobreviver numa cidade estrangeira.
A entrada é gratuita e é obrigatória a apresentação de Certificado Digital Covid da UE, nas modalidades de certificado de vacinação, de teste de recuperação ou outro comprovativo de realização de teste apra despiste da infeção por SARS-CoV 2 com resultado negativo, bem como, a utilização de máscara e distanciamento dentro e fora do auditório.
UMBIGO 18 anos, 18 projetos (38 artistas)
Dez 01 2021
16 DEZEMBRO 2021 > 18H30 I GRANDE AUDITÓRIO FBAUL
A Umbigo vai apresentar a caixa comemorativa do seu décimo oitavo aniversário: “Umbigo, 18 anos,18 projetos, 38 artistas”.
Uma edição limitada de 80 exemplares, numerados e assinados, que reúne 18 projetos artísticos realizados em dupla por 38 artistas, em fotografia, serigrafia e gravura, numa co-produção com a FBAUL e a ArtWorks.
Será também apresentada a Umbigo #79 que conta com um projeto artístico de Sara Chang Yan e com a exposição Contacto. O corpo outra vez, assinada pela curadora Sara Antónia Matos.
Daremos ainda a conhecer a tote bag que Mariana Gomes desenhou para a Umbigo.
From bubble to building
Dez 01 2021 
11 NOVEMBRO > 17 DEZEMBRO 2021 I PÁTIO DA CISTERNA
O projeto curricular “From bubble to building”, desenvolvido pelos alunos da UC de Projecto IV de Design de Equipamento, pretende fomentar a reflexão sobre a nossa bolha pessoal a partir do mapeamento das perceções sensoriais corpóreas, concretizada numa instalação espacial. Este desafio foi interpretado por 11 grupos de estudantes, correspondendo a 11 conceitos individualizados. As instalações sucedem-se, 2 por semana, durante 6 semanas no pátio da cisterna, na faculdade, entre 11 de Novembro e 17 de Dezembro de 2021.
retrospective video-art de alessandro amaducci
Dez 01 2021
13 A 17 DEZEMBRO 2021 > 15H00 /19H00 I CISTERNA FBAUL
Vídeo instalação Retrospective Video-Art de Alessandro Amaducci, patente na Cisterna da Faculdade entre 13 e 17 de Dezembro, no âmbito do INSHADOW Lisbon Screendance Festival.
Sem palavras: é assim que se fica diante de um sonho, de uma recordação, de uma emoção. O poder do silêncio. Como artista de vídeo, tento (re)criar sonhos, recordações e emoções sem utilizar as palavras, mas as imagens e a música. Por esta razão, gosto de trabalhar com bailarinos: porque estão bastante habituados a expressar humores complexos com o corpo. Assim, considero-os algo mais do que simples bailarinos ou intérpretes, mas “actores sem voz”: expressam-se usando o silêncio do corpo. Especialmente porque alguns dos vídeos são bastante narrativos, mas sem actores que falam.
Entrada livre
Local: Cisterna FBAUL
Largo da Academia Nacional de Belas Artes 4, 1249-058 Lisboa
promoção especial loja online e presencial
Dez 01 2021
PROMOÇÃO ESPECIAL EM TODO OS PRODUTOS DE MERCHANDISING!
PROMOÇÕES EM TODO O MERCHANDISING ENTRE 24 DE NOVEMBRO E 22 DE DEZEMBRO DE 2021
Poderá fazer as suas compras na LOJA ONLINE.
From No Budget to Netflix — masterclass por joe swanberg
Dez 01 2021
07 DEZEMBRO 2021 > 17H00 I GRANDE AUDITÓRIO
Joe Swanberg is the writer and director of twenty feature films, including DRINKING BUDDIES, HAPPY CHRISTMAS, DIGGING FOR FIRE and WIN IT ALL. His latest, BUILD THE WALL, was released for free on Vimeo in 2020. As an actor he has appeared in the horror classics YOU’RE NEXT and the original V/H/S, for which he also directed one of the segments. He created the Netflix original series EASY, which ran for three seasons from 2016-2019 and consisted of 25 episodes which he wrote and directed all of. He has also directed episodes of HBO’s LOOKING and Netflix’s LOVE. He lives in Chicago and runs a VHS video store and microcinema called Analog.
FBA-UL, Departamento de Arte Multimédia
FLAD-Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento
Ciclo Outsiders – Cinema Independente Americano, Cinema São Jorge
InShadow – Lisbon ScreenDance Festival
Dez 01 2021 
PELE NOSSA PELE I 26 NOVEMBRO > 02 DEZEMBRO 2021 I CISTERNA // INSTALAÇÃO DE RITA VILHENA E YAEL KARAVAN
https://www.inshadowfestival.com/pelenossapele (PELE NOSSA PELE)
Instalação patente entre 26 novembro e 02 dezembro
Entrada livre sujeita a confirmação em inshadowfestival@gmail.com
InShadow 2021 // Pela Nossa Pele
https://www.inshadowfestival.com/ma-ma (MA-MA)
Instalação patente nos dias 24 e 25 de novembro das 14h00 às 19h00, com performance às 19h00.
InShadow, o corpo imagina-se na sombra.
InShadow - Lisbon ScreenDance Festival é uma iniciativa inovadora da Vo’Arte e uma referência no território da criação contemporânea transdisciplinar, com destaque para a convergência entre a imagem e o corpo e processos de criação artística fundados na tecnologia.
InShadow explora atmosferas interdisciplinares pela reflexão sobre soluções estéticas e técnicas de representação do corpo no ecrã, no palco e noutros espaços de actuação. Géneros e linguagens cruzam-se em vídeos, espectáculos e performances, instalações e exposições.
A programação integra uma competição de vídeo-dança, de documentário e de animação, performances, uma secção destinada ao público infanto-juvenil, LittleShadow, uma forte componente de formação com workshops e masterclasses destinados aos vários públicos, bem como instalações e exposições que expandem o Festival pela cidade.
InShadow promove a criação contemporânea e imprime novos cruzamentos e olhares na cidade de Lisboa em diálogo com o Mundo. Reflecte sobre a vitalidade de um diálogo aberto pelo encontro da experiência de artistas consagrados com as visões de criadores emergentes.
Programação Cisterna
24 e 25 de Novembro 14h – 19h Instalação | 19h – 20h Performance
26 de Novembro a 2 de Dezembro Instalação (horário a definir)
6 a 10 de Dezembro Sessão Especial – Douglas Rosenberg (Vídeo-Instalação)
13 a 17 de Dezembro Sessão Especial Vídeo-Dança, Retrospetiva Vídeo Arte Alessandro Amaducci
revista Arte e Cultura Visual — lançamento do nº 2
Dez 01 2021 
17 DEZEMBRO 2021 > 17H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
ARTE E CULTURA VISUAL é uma revista do Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA), com a periodicidade de um número anual, a sair no final de cada ano.
O âmbito a que se dedica é as artes plásticas e a cultura visual, procurando um discurso reflexivo, diverso, actual, problematizante e orgânico, que permita conferir enfoque aos dispositivos da arte e das imagens artísticas na sua ontologia e nos seus contextos.
Cada número é dedicado a um tema. Este segundo número é dedicado ao CENTENÁRIO DE ERNESTO DE SOUSA (1921-1988).
Direcção editorial: Isabel Nogueira
Colaboradores deste número:
Ana Isabel Soares; David Santos; Fernando Rosa Dias; Isabel Nogueira; Liliana Coutinho; Paula Pinto; Raquel Schefer.
novos vs. snba
Dez 01 2021
17 DEZEMBRO 2021 > 10H15 I GRANDE AUDITÓRIO FBAUL /// 15H15 SOCIEDADE NACIONAL BELAS ARTES
Há cem anos os modernistas fartaram-se dos “botas-de-elástico” da Sociedade nacional de Belas Artes e passaram ao ataque. Almada Negreiros, José Pacheko e António Ferro deram guerra sem tréguas. O colóquio NOVOS vs. SNBA explica tudo.
EM 1921 PORTUGAL ASSISTIU ao mais violento debate artístico desde a revista Orpheu em 1915: a Questão dos Novos e o respectivo Comício dos Novos. Os jornais encheram páginas com o assunto e o mundo da arte nunca mais foi o mesmo.
NOVOS vs. SNBA é o colóquio que explora pela primeira vez o conflito entre os modernistas e os seus “inimigos” na Sociedade Nacional de Belas-Artes. Leia o press release, consulte o programa, descubra as imagens e veja o trailer no Facebook.
O uso de máscara, distanciamento físico, desinfecção das mãos e certificado de vacinação são obrigatórios para assistir ao colóquio
V Colóquio Expressão Múltipla: Teoria e Prática do Desenho 2021
Dez 01 2021 
Desenho de Afonso Neves, Reverse, Carvão e Sanguínea s/ papel branco; 70x100cm, 2021
13 DEZEMBRO I VIA ZOOM
Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. É dirigido sobretudo aos estudiosos que procuram desenvolver dissertações e teses na área do Desenho ou noutras que possam de alguma forma ampliar as discussões relativas a esta área de conhecimento. Pretende-se a disseminação das diversas experiências, metodologias e resultados. Aos interessados em participar convida-se à submissão de resumos relativos a comunicações orais a serem apresentadas no colóquio assim como os respetivos artigos. Todos os resumos e artigos serão submetidos a uma revisão peer review. Os resumos aprovados serão impressos na ocasião do colóquio e os textos completos serão publicados online no Repositório da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
O colóquio, a ter lugar no dia 13 de dezembro de 2021, via zoom, será composto por comunicações de 20 minutos e por um posterior momento para resposta a questões do público. Está prevista a abertura do colóquio com a presença de um ou dois keynotes.
DADOS DE ACESSO:
Link de reunião Zoom: Entrar no documento PROGRAMA e aceder ao LINK
ID da reunião: 864 8689 5477
Senha de acesso: 188131
Cada artigo recebido pelo secretariado é reenviado, sem referência ao autor, a dois ou mais membros da Comissão Científica, garantindo-se no processo o anonimato de ambas as partes (double-blind). No procedimento privilegia-se a distância geográfica entre a origem de autores e a dos revisores científicos.
O evento é passível de ser fotografado e filmado e as imagens divulgadas publicamente.
DE ACORDO COM O NOVO REGULAMENTO GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS É OBRIGATÓRIO QUE OS AUTORES PREENCHAM ESTE FORMULÁRIO DE CONSENTIMENTO
CALENDÁRIO:
1ª Fase – Submissão de propostas: envio de resumos provisórios*
Até 19 setembro, data limite para o envio do resumo;
Até 26 setembro, notificação de pré-aceitação ou recusa.
2ª Fase – Envio de artigos completos*
Até 21 de Novembro, envio do artigo para revisão;
Até 30 de Novembro, notificação de conformidade ou recusa.
3ª Fase – Colóquio – comunicações orais
13 de Dezembro de 2021, via zoom.
*Os resumos e artigos deverão ser enviados para expressaomultipla@gmail.com segundo a seguinte formatação:
Formato do Resumo
O resumo poderá ter até 2.000 carateres sem espaços e incluir uma ou duas ilustrações. Devem ser indicadas três palavras-chave.
Formato do Artigo
Cada artigo deverá ter entre 10000 e 15000 caracteres sem espaços referentes ao corpo do texto, isto é, sem contar com o título, resumo, palavras-chave, legendas e bibliografia. O documento deve ser enviado em formato word.
- Título: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.
- Afiliação: Nome do autor e respetivo centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.
- Resumo e palavras-chave: Times New Roman, até 600 caracteres sem contar com os espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado.
- Abstract e keywords: Em inglês, Times New Roman, até 600 caracteres sem contar com os espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado.
- Subtítulos: Fonte Times New Roman, negrito, tamanho 12.
- Corpo de texto: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.
- Legendas: Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.
- Referências Bibliográficas: Devem seguir o Modelo APA ou NP 405. Fonte Times New Roman, tamanho 12 (APA), 10 (NP 405) espaçamento simples.
- Até 10 imagens: Inseridas no correr do texto, legendadas e referidas (atenção aos direitos de autor).
Recomendação às instituições científicas e de ensino superior no contexto das medidas extraordinárias do estado de calamidade
Nov 30 2021Recomendação às instituições científicas e de ensino superior no contexto das medidas extraordinárias do estado de calamidade
25 de novembro de 2021
Na sequência da reavaliação da situação epidemiológica no país, e do seu agravamento nas últimas semanas, o Conselho de Ministros de 25 de novembro de 2021 aprovou um conjunto de medidas extraordinárias que têm por objetivo limitar a propagação da pandemia e proteger a saúde pública.
viseiras produzidas pelo projectlabb da fbaul — patente registada no boletim de propriedade industrial
Nov 30 2021
O modelo de viseira desenvolvido e produzido pelo ProjectLabb / CIEBA /FBAUL (Laboratório de Design de Equipamento do Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes [CIEBA] da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa [FBAUL]), doado a várias instituições, unidades hospitalares, instituições de saúde, forças de segurança, entidades de índole social e outras entidades públicas, tem a sua patente registada no Boletim de Propriedade Industrial, na página 18.
Perante os diversos pedidos que surgiram no início do surto de covid o ProjectLabb / CIEBA /FBAUL (Laboratório de Design de Equipamento do Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes [CIEBA] da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa [FBAUL]) desenvolveu e está a produzir um modelo de viseiras, no sentido de contribuir para a redução da falta de equipamentos de protecção que tem havido nesta época de pandemia.
Considerando a necessidade de recorrer a um processo de fabrico rápido foi desenvolvido um modelo cuja produção é feita a partir de uma diversidade mínima de meios e de materiais.
Foi ainda tomado como imperativa a possibilidade de disponibilizar um ficheiro através da Internet para que este modelo possa estar acessível e disponível em locais mais remotos, onde é difícil o acesso aos principais canais de comunicação e logística.
Trata-se de um modelo acessível, de baixo custo, quer pelo investimento que exige no fabrico, quer pelos materiais que emprega. É também leve e confortável, facilitando a sua utilização intensiva.
Esta viseira recorre, unicamente, ao corte por laser cnc de folha de plástico flexível, nomeadamente o polipropileno (PP) ou o politereftalato de etileno (PETG). Elimina-se assim a necessidade do recurso a elásticos, espumas, colantes, ou outro material ou processo, já que, na eventualidade de escassear qualquer um deles, a produção seria inviabilizada.
A viseira é assim constituída por um número de peças tão reduzido quanto possível, cuja simplicidade e rapidez de montagem, garante a acessibilidade ao utilizador.
A pala superior previne a entrada de partículas por cima. Ao unir o plano frontal com a zona de contacto com a testa, garante rigidez e resistência da viseira, apesar da sua leveza. Para a viseira em si recorreu-se à comum folha A4 de acetato transparente, usada em impressoras e fotocopiadoras, com uma perfuração padrão, de forma a facilitar não só a montagem, mas a produção deste equipamento de forma autónoma. O seu desempenho de protecção é completo, protegendo toda a zona da cara do utilizador. Através de fechos reguláveis, adapta-se com facilidade a qualquer pessoa.
Através do Centro de Investigação em Belas-Artes (CIEBA) e por financiamento por fundos nacionais através da FCT- Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. – no âmbito do projeto com referência UIDB/04042/2020, tornou-se possível dar início à produção de 5000 viseiras para doação a instituições de saúde, forças de segurança e outras entidades públicas que necessitem deste equipamento de protecção, assim como outras entidades de índole social onde esta protecção seja necessária.
Constituem a equipa João Rocha, João Costa, Tiago Girão e Cristóvão Pereira. O desenvolvimento deste projecto contou também com a preciosa ajuda de equipas de profissionais de saúde do Instituto Português de Oncologia, do Hospital São Francisco Xavier e Hospital de São José, a quem expressamos o nosso reconhecimento.
lançamento do nº3 da riact e ciclo internacional de conferências sobre investigação artística
Nov 25 2021
30 NOVEMBRO 2021 > 14H00 I VIA ZOOM
Comunica-se a realização de um Ciclo Internacional de Conferências sobre Investigação Artística e o lançamento do Nº3 da RIACT — Revista de Investigação Artística, Criação e Tecnologia, na FBAUL, no dia 30 de novembro, projecto que tem a coordenação do docente José Quaresma.
Nesse dia teremos a oportunidade de escutar diversos especialistas em investigação artística e tecnológica, nomeadamente Jay Bolter (EUA), Kate Mondloch (EUA), Annette Arlander (Helsínquia), entre outros, a propósito da Investigação nos seus “territórios” de trabalho. Teremos ainda o prazer de receber a participação dos artistas / conferencistas admitidos para publicação nesta edição da RIACT, informação a divulgar oportunamente.
As conferências realizam-se através da plataforma ZOOM, requerem INSCRIÇÃO PRÉVIA, podendo ser solicitado certificado de participação
bárbara jasmins na european glass context 2021
Nov 17 2021
11 SETEMBRO > 21 NOVEMBRO I BORNHOLM KUNSTMUSEUM, DINAMARCA
European Glass Context 2021, um dos concursos mais prestigiados a nível Europeu, patrocinado pela Royal Danish Academy, realiza este ano a 8ª bienal na ilha de Bornholm na Dinamarca, com o objetivo de promover as competências artísticas na tecnologia do vidro de artistas emergentes na União Europeia, no Reino Unido, na Islândia, na Noruega e na Suíça. A exposição que se realiza no Bornholm Kunstmuseum, entre 11 de setembro e 21 de novembro, conta com a participação de 62 artistas de 31 países europeus.
Bárbara Jasmins, mestranda em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, é a representante de Portugal com a obra Oculto-monstro#1, juntamente com o artista Robert Wiley.
A candidatura teve o apoio do Professor Fernando Quintas da Unidade Curricular de Vidro da Faculdade de Belas-Artes.
Bárbara Jasmins contou com o apoio da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e da Direção Regional da Cultura da Região Autónoma dos Açores.
A obra, Oculto-monstro#1, é uma instalação de basalto, areia vulcânica, cimento e vidro negro.
Realizada em 2018 foi a primeira em que a autora assumiu os materiais providos do arquipélago dos Açores. A articulação entre a pedra de basalto, a areia e o vidro sugere uma espécie de reconstrução natural, quase desprovida de intervenção humana. A instalação começa com um caminho de areia, vidros e pedras, que nos guia até uma peça suspensa.
Curso Livre – Reverberações Performativas Luso-Brasileiras – Lygia Clark e Helena Almeida
Nov 17 2021
Cabeça Coletiva de Lygia Clark. Performance AnaVitoria Fotografia: Renato Manholin
04 OUTUBRO > 29 NOVEMBRO 2021 I SALA 3.63
Estão abertas ATÉ 30 DE SETEMBRO as inscrições para o curso livre Reverberações Performativas Luso-Brasileiras – Lygia Clark e Helena Almeida, que se realiza nos meses de outubro e novembro, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Coordenador: Fernando Rosa Dias
Formadora: Ana Vitória Freire
Data/ Horário
4, 11, 18 e 25 de outubro, 8, 15, 22 e 29 de novembro
ALTERAÇÃO DO HORÁRIO: 20h00 às 22h00
Outubro: 8 horas
Novembro: 8horas
Sala: 3.63
Limite máximo: 15 alunos
Limite mínimo: 10 alunos.
Público-Alvo: Artistas pesquisadores e estudantes de belas artes/visuais e performativas
INSCRIÇÕES
Valor da inscrição: 50€
Pagamento
A liquidação do valor da inscrição é feita através de transferência interbancária, com os seguintes dados:
Beneficiário:
FBAUL Faculdade de Belas-Artes da ULisboa
Endereço: Largo da Academia Nacional de Belas-Artes, 1249-058 Lisboa
IBAN PT50 0035 0250 0000 1453230 37
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
A inscrição é referente apenas ao primeiro mês, o mês de novembro é gratuito.
Termo de responsabilidade
Caso não se verifique o número mínimo de inscritos, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa não se responsabiliza pela não realização do curso.
Neste caso particular será devolvido o valor da inscrição aos alunos já inscritos.
SINOPSE
A arte contemporânea vem esgarçando cada vez mais as suas redes de relações disciplinares e artísticas, transversalizando seus conhecimentos, suportes e ações. O afeto como modo de troca com o meio, pois para ser afetado a pessoa tem que ter afeto pela coisa, é um indicador primordial desta relação.
Um artista ao ser tocado pela experiência estética de um outro artista, remodela a despeito dos novos afetos, sua plasticidade artística sem perder sua estética primária. Neste sentido, nos interrogamos quais as transformações marcantes dadas pela experiência estética de um criador em outro criador?
Quão devastadora é essa experiência a ponto de se abrir uma fenda na própria construção estética e conceitual de uma trajetória artística já consolidada? E quando se dá essa troca, ao tecer uma teia de relação com outras maneiras de se pensar a criação e seus afetos, novas possibilidades se aportam para outras e diferentes experiências?
Serão 8 encontros com artistas interessados em experimentar, conhecer e explorar as proposições criadas pela artista plástica brasileira Lygia Clark (1920-1988) a partir dos seus “objetos relacionais”, como o método composicional da artista portuguesa Helena Almeida (1934-2018), buscando acionar outros estados de presença e tessituras próprias ao sermos “confrontados à densidade invisível de uma intensa circulação de fluxos que se dá entre os corpos e as coisas” nos devolvendo um corpo vibrátil, não assujeitado, mas potente e em consonância ao pensamento da arte como um disparador da existência.
Esta Residência baseia-se na Residência Artística realizada por Lygia Clark na Falculté d’Arts Plastique St. Charles, na Sorbonne entre os anos de 1970 a 1975 cujo foco é a reflexão sobre “como” produzimos e o estado de atenção e presença no ato criativo.
AnaVitória (1969-) Pós Doutora em Artes da Performance (Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa – Portugal) e PhD. em Artes – Performances do Corpo pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO/Brasil). Coreógrafa premiada e diretora artística da Cia Ana Vitória Dança Contemporânea fundada em 1997 com mais de 33 obras criadas e digressões nacionais e internacionais. Bailarina e artista visual tendo criado várias Instalações Performáticas, site-specifc e Vídeos de Dança com foco naspoéticas corporais, autoperformance e memórias autobiográficas. Coordenadora Adjunta do Mestrado Profissional em Dança na contemporaneidade – PPGPDAN da Faculdade Angel Vianna e do Curso de Pós-Graduação em Preparação Corporal para as Artes Cênicas – FAV/Brasil e Investigadora colaboradora pelo Inet-MD (FMH-UL-Portugal), Sens-Lab (Canadá) e NEPAA (Núcleo de estudos da Performance Afro-Ameríndia – Brasil).
Desde 2009 vem trabalhando em diálogo com o pensamento clarkiano de arte-vida na fronteira com o pensamento clínico de autoconsciência e processos integrados do ser. Atua em projetos junto a Associação Cultural o Mundo de Lygia Clark tendo remontado obras como a Cabeça Coletiva para o Queer Museu e Museu MAR no Brasil.
Desde 2018 vive em Portugal aonde desenvolve seu trabalho artístico-pedagógico sobre poéticas autoperformativas.
ll Ciclo Campo ABERTO
Nov 17 2021
05 OUTUBRO > 23 NOVEMBRO 2021 I LIVE STREAMING
05 de Outubro e 23 de Novembro de 2021
14h30 Brasil · 18h30 Portugal
O segundo ciclo Campo ABERTO – Conversas sobre Ensaio e Arte é um ciclo de conversas em live streaming (entre Portugal e Brasil), com transmissão via Youtube, que integra o projeto de investigação SEE – Sobre Ensaio e Ensaísmo (uma parceria entre investigadores da Nova FCSH, da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, da UFRJ e da PUC-Rio).
Este segundo ciclo é composto por 9 sessões que decorrem todas as terças-feiras, entre 05 de Outubro e 23 de Novembro de 2021, às 14h30 (Brasil) / 18h30 (Portugal).
https://sobreoensaio.weebly.com
organização:
Rita Basílio (NOVA FCSH – IELT)
Sónia Rafael (FBA-ULisboa – ITI/Larsys)
Victor M Almeida (FBA-ULisboa – CIEBA)
Jessica Di Chiara (PUC-Rio/NOVA FCSH – IELT)
Construção Residual — exposição de Ticiano Rottenstein
Nov 14 2021 
05 > 17 NOVEMBRO 2021 I CISTERNA
Inaugura no dia 05 de novembro, às 17h00, na Cisterna, a exposição Construção Residual de Ticiano Rottenstein.
horário schedule
2ª a 6ª › 10h–20h
monday till friday › 10 am to 8pm
Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Todos os homens têm uma atração secreta por ruínas.
Esse sentimento se deve a fragilidade de nossa natureza,
a uma conformidade secreta entre esses monumentos
destruídos e a rapidez de nossa existência.
(François-René De Chateaubriand).
A exposição Construção Residual celebra o encerramento dos estudos de Ticiano Rottenstein, no Mestrado em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Essa pesquisa, que durou dois anos, se interessou pelo processo de arruinamento de Lisboa e da Margem Sul. O artista buscou criar um elo poético entre sua arte e o abandono, dialogando com a entropia do patrimônio e ressignificando a sua memória.
Na mostra, o artista apresenta uma série de esculturas e instalações criadas a partir de refugos, coletados em ruínas e locais abandonados. Nesses trabalhos, Rottenstein busca criar uma narrativa atual e simbiótica com a cidade a partir de uma interação dinâmica entre a arte, a matéria e o suporte.
Segundo o artista, as ruínas sempre povoaram o seu imaginário, enxergando-as como vestígio da passagem do tempo e da intervenção da natureza sobre a autoridade dos homens. Esse fascínio e admiração se devem aos sentimentos antagônicos que emanam de sua essência. Os escombros o remetem a épocas e memórias, mas também à destruição e ao abandono. Aludem à resistência e à atemporalidade como também à efemeridade e à entropia. É um embate entre a vida e a morte, entre a melancolia e a esperança. Tais características criam um intrínseco vínculo com o artista, fazendo das ruínas uma grande fonte de inspiração para sua produção artística.
Ticiano Rottenstein
Universidade de Lisboa foi alvo de ataque informático
Nov 08 2021
Universidade de Lisboa foi alvo de ataque informático
A Universidade de Lisboa foi alvo de um ataque informático no dia 30 de outubro.
O ataque teve como objetivo os servidores Windows da Instituição que foram, preventivamente, desligados.
A Reitoria da Universidade de Lisboa e oito Escolas (incluindo a Faculdade de Belas-Artes) viram alguns dos seus seus serviços afetados.
As informações sobre estudantes e os funcionários, bem como os serviços académicos e financeiros, não foram comprometidas.
A Universidade está, neste momento, a tomar as diligências necessárias para retomar os serviços em segurança, tendo comunicado o ataque às autoridades competentes.
Evento ErgoUX · 2021 (8ª edição)
Nov 07 2021
11 > 12 Novembro I Faculdade de Arquitetura (Sala Rainha Sonja/Cubo)
Nos próximos dias 11 e 12 de novembro realiza-se mais uma edição do ErgoUX. O evento terá lugar na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, na Sala Rainha Sonja/Cubo.
“Academia e Organizações: Conexões e Interconexões” procura debater as diferentes perspetivas entre a academia e as organizações e criar uma rede de parcerias nas áreas do Design de Interação, Ergonomia, Usabilidade e UX.
Os objetivos do evento são promover:
- a comunicação entre profissionais, alunos e investigadores.
- a boa usabilidade e as boas práticas de UX nas organizações.
- a investigação em usabilidade e UX.
- o contacto entre estudantes e profissionais através da feira de emprego.
O evento é gratuito mas requer inscrição. Inscreva-se aqui
Para mais informações sobre o Programa e o Hackathon consulte: https://ergoux.fa.ulisboa.pt/events/ergoUX2021/Home.html
na escalada do desejo — julião sarmento (1948-2021)
Nov 04 2021
04 > 06 NOVEMBRO 2021 I MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA, FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
O facto de eu fazer um determinado tipo de trabalho tem como consequência eu apaixonar-me por mim próprio.
Eu seduzo-me a mim próprio e o trabalho é uma forma, um meio, de alcançar essa sedução.
JULIÃO SARMENTO
O Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), por via do Centro de Estudos e de Investigação em Belas Artes (CIEBA), o Instituto de História de Arte (IHA) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCSH), e o Centro Interdisciplinar de Estudos de Género (CIEG), do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa (ISCSP-ULisboa) organizam, nos dias 4 a 6 de Novembro de 2021, o congresso internacional Na escalada do desejo. Julião Sarmento (1948-2021).
Este congresso homenageia Julião Sarmento, o artista português mais internacional, falecido a 4 de maio de 2021.
Keynote Speaker: Benjamin Weil
Convidados especiais:
Alexandre Melo
Ana Anacleto
Bernardo Pinto de Almeida
Clara Ferreira Alves
Cristina Guerra
Delfim Sardo
Filipa Oliveira
Helena Vasconcelos
João Pinharanda
Nuno Crespo
Pedro Lapa
Raquel Henriques da Silva
https://congressojuliaosarmento.weebly.com/
Datas
Prazo para envio das propostas: 10 de Outubro de 2021
Notificação de aceitação: até 17 de Outubro de 2021
Inscrições: de 18 de Outubro a 03 de Novembro de 2021
Congresso: de 04, 05 e 06 de Novembro de 2021
Taxas de inscrição
Conferencistas: 25€
Estudantes: gratuito
Público geral: 5€
O valor da inscrição cobre o material da conferência, pausas para café e o certificado de participação.
Os participantes serão responsáveis pela preparação e custos de viagem e estada.
erasmus + — programas especiais de mobilidade — montenegro, marrocos, bósnia
Out 26 2021
CANDIDATURAS DE 25 OUTUBRO A 2 NOVEMBRO 2021 — EXCLUSIVAMENTE ATRAVÉS DO FÉNIX