Arte
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exposição INTERSPACES – Cultivamos cultura
Fev 01 20223 > 24 FEVEREIRO 2022 | GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 3 de fevereiro, às 18h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a exposição “INTERSPACES”, que ficará patente até 24 de fevereiro.
Horário: 3 e 24 fevereiro, 2ª feira a sábado, 11h00 – 19h00
Coordenação
Cristina Azevedo Tavares
Curadoria
Marta de Menezes
INTERSPACES reúne uma pequena seleção de obras criadas por artistas com práticas que se diferenciam entre si, mas todas elas criam diálogos entre espaços e discursos que desafiam uma certa estrutura espaço-tempo. Algumas peças questionam a perceção de coabitação e as sucessivas ligações entre os impulsos de cada artista e a sua particularidade. O espaço em si, sujeito ao acolhimento de uma composição de exercícios temporais, reage numa nova configuração e passa então a indicar uma intersecção entre o espaço e o tempo, entre o aqui e o ali, fazendo e refazendo consequentemente trajetos entre diferentes lugares e momentos, existências e instantes. Convidamos-vos a olhar para a exposição INTERSPACES e visitar uma reconfiguração entre espaços que coloca em perspetiva as suas repercussões e efeitos.
Cultivamos Cultura
Artistas:
Ada Gogo
Antonio Kutleša
Christian de Lutz
Coletivo Summer School
Daniela Brill Estrada
Emma Conley
Jurica Mlinarec
Kira O’Reilly
Leticia Larín
Luja Šimunović
Maria Contreras
Marta de Menezes
Nuno Sousa
Rebecca Cummins
Regine Rapp
Sofia Aires
Victoria Vesna
Cultivamos Cultura | Associação Cultural | www.cultivamoscultura.org
Mantém-se o cumprimento da DGS, uso de máscara, desinfeção das mãos e distanciamento obrigatórios.
centro mutável
Fev 01 2022

MARÇO 2022 I FACULDADE DE BELAS-ARTES
Depois de Montemor-o-Novo, onde decorreu o projeto Centro Mutável, com um ciclo de workshops, Conversas à volta do Centro , um evento público que incluiu um seminário, exposição e encontro em vários espaços de Montemor-o-Novo, o projeto Centro Mutável continua em março de 2022, em Lisboa, com as Conversas à volta do Centro II, em parceria com a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado. Mais informações em breve.
O PROGRAMA ficará disponível brevemente
Os curadores do projeto são os artistas e investigadores João Rolaça e Margarida Alves, doutorandos em Escultura da Faculdade de Belas-Artes e membros VICARTE e CIEBA.
Um Co-Produção Oficinas do Convento e Vicarte, com o apoio da Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa e Câmara Municipal de Montemor-o-Novo
Website Centro Mutável: centromutavel.com
media muerte — exposição de maria bezuglaya
Jan 10 2022 
28 > 31 JANEIRO 2022 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 28 de janeiro, às 17h00, na Galeria da Faculdade de belas-Artes da Universidade de Lisboa a exposição Media Muerte de Maria Bezuglaya. A exposição ficará patente até 31 de janeiro.
Horário: 31 janeiro 10h00/19h00. Encerra 29 e 30 janeiro.
Media Muerte, final exhibition of Maria Bezuglaya after two years VICARTE Master’s program.
Maria is a seven year’s experience ceramist and during her Master research arrives to non-conventional ways of working with clay and for this show she uses clay as a self-exploration tool and explores the idea of self-transformation through the sacred ritual roots of art.
revista dobra — 8 — Palavra-problema: Fragilidade
Jan 09 2022
Já está disponível online o número da Revista Dobra orientado pela palavra-problema ‘fragilidade’.
No entanto, dado o elevado número de contribuições de qualidade, esta Dobra desdobra-se em dois conjuntos: o número 8, agora disponibilizado, e o número 9, que ficará online em Janeiro de 2022.
Círculos (Entre Mãos ll)
Jan 09 2022 
4 DEZEMBRO 2021 > 30 JANEIRO 2022 I PRAÇA DA REPÚBLICA, AVEIRO
O trabalho realizado na Faculdade de Belas-Artes, na especialidade da cerâmica, tem vindo a público por diversas vias. A exposição Círculos (entre mãos II) inscreve-se nesta prática, dando a ver a diversidade resultante da formação naquela instituição. Com a participação de alunos de mestrado e doutoramento, e de professores /investigadores, este projecto pretende ainda espelhar e dar a conhecer diferentes gerações de criadores.
As esculturas são de tema livre e serão apresentadas no espaço público, nomeadamente a Praça da República em Aveiro. Este lugar caracteriza-se por ter uma calçada com círculos com diferentes diâmetros e foi precisamente tendo em conta esse desenho urbano prévio, que definimos que as propostas seriam apresentadas sobre plintos cilíndricos. Estes por um lado estabelecem uma ligação com o lugar onde as peças estão colocadas, por outro constituem-se como elementos transversais, comuns a todas as peças e criam uma certa unidade dentro da variedade de propostas que respeitam, naturalmente, a liberdade criativa e individual de cada autor.
A disposição das esculturas no espaço obedece à natureza formal de cada proposta e à necessidade de suscitar uma circulação fluida do espectador que visita a referida praça, mas, sobretudo, procura gerar a surpresa do encontro com as peças, tanto individualmente como no conjunto.
PARTICIPANTES: Helena Elias, Isabelle Catucci, Joana Garcia e Costa, João Gama, João Rolaça, Lola Sementsova, Maria Bezuglaya, Marika Brandt, Marta Castelo, Marta Monachesi, Nadia Frolova, Pedro Fortuna E Sérgio Vicente.
Co-Produção: Câmara Municipal de Aveiro; VICARTE – Vidro e Cerâmica para as Artes; CIEBA – Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa; Faculdade de ciências e Tecnologia e Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
+INFO: https://bienalceramicaaveiro.pt/programa
âtar — exposição de lola sementsova
Jan 01 2022 
20 > 24 JANEIRO 2022 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 20 de janeiro, às 17h00, na Galeria da Faculdade de belas-Artes da Universidade de Lisboa a exposição “ÂTAR” de Lola Sementsova. A exposição ficará patente até 24 de janeiro.
Horário: 21 e 24 janeiro, entre as 12h00 e as 19h00.
ĀTAR in Persian mythology is a concept of the holy fire, sometimes described in abstract terms as “burning and un-burning fire” or “visible and invisible fire”. This duality between its visible aspect – as a tool of survival for the human race, a source of light and warmth; and its invisible, ritualistic aspect – the sacred fire and the representation of god in various traditional cultures around the world became a powerful inspiration for the current artwork. Art installation ‘ĀTAR’ is an attempt to create a sacred space where fire exists in its multiple meanings and forms; it is also an invitation for a cross-religious dialog between various confessions and spiritual beliefs that seem to have more in common than we are used to think. This installation is a result of the incredible journey the artist took within the past 2 years of VICARTE Master’s program through the research of fire-based rituals and traditions, as well as practical work with ceramics, using open fire and smoke.
let it fall — exposição de nadia frolova
Jan 01 2022
12 > 14 JANEIRO 2022 I GALERIA FBAUL
Inaugura no dia 12 de janeiro, às 17h00, na Galeria da Faculdade de belas-Artes d Universidade de Lisboa a exposição “Let it fall” de Nadia Frolova.
Nadia Frolova é uma artista russa que estuda imperfeições, controle e acaso.
A sua exposição decorre no âmbito da defesa da sua dissertação de mestrado em Vidro e Cerâmica, Arte e Ciência, Escola de Ciência e Tecnologia da NOVA e Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Horário: 13 e 14 de janeiro, entre as 15h00 e as 18h00
A imagem-armadilha : à volta de Narciso (L’image-piège : autour de Narcisse) — alteração de data
Jan 01 2022
17 JANEIRO 2022 > 17H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES ////presencial e via zoom
A imagem-armadilha : à volta de Narciso (L’image-piège : autour de Narcisse)
Aula Aberta – conferência por Chakè Matossian, seguida de debate
(Académie Royale des Beaux-Arts de Bruxelles)
No âmbito da Unidade Curricular: Teorias da Arte, Doutoramento em Artes – Artes Performativas e da Imagem em Movimento
Apresentação de Fernando Rosa Dias
Aula Aberta (em português), presencial e aberta ao público, e também via zoom.
Tópico: A imagem-armadilha : à volta de Narciso – 17 JANEIRO 2022 > 17H00 I FBAUL-AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Hora: 17 jan. 2022 05:00 da tarde Lisboa
Entrar na reunião Zoom
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/82271740106?pwd=OEVzUkU1RDVvU242SldkL3NDbzR5QT09
ID da reunião: 822 7174 0106
Senha de acesso: 563931
Informa-se que, devido à situação atual de pandemia e a novas medidas de controle, a conferência poderá ser cancelada ou as datas alteradas.
A imagem-armadilha : à volta de Narciso (L’image-piège : autour de Narcisse)
O poder da imagem, tão denunciado hoje, encontra a sua fonte na imagem de si. A minha imagem é a primeira armadilha, como sugere o mito de Narciso, que abordaremos a partir do texto do poeta latino, Ovídio, nas Metamorfoses.
Narciso e o fascínio da imagem (também a da Medusa), como limite de representação, interessarão a muitos escritores e artistas, incluindo Caravaggio (1571-1610), Nicolas Poussin (1594-1665) e Gustave Moreau (1826-1898), de quem serão examinadas algumas obras.
As questões teóricas levantadas pelas representações de Narciso são múltiplas: contorno e forma (deformação, transformação, etc.), reflexo, contraste, limite, a circularidade e suas implicações temporais, matéria pictórica e fluxo, a mise en abîme, por exemplo.
A nossa investigação atravessara também o narcisismo teorizado pela psicanálise (Freud e a pulsão da morte, Lacan e a fase do espelho).
Como Narciso não pode ser separado da ninfa Eco, surge então de imediato a questão da língua. O que significa dizer “eu”? (Benveniste).
O mito de Narciso também nos permite um olhar critico para o espaço público: se há cidades narcisistas reflectidas nos espelhos dos seus arranha-céus (Hubert Damisch), há também uma arte que faz com que seja seu dever acabar com os espelhos lisonjeiros.
A arte crítica, teorizada por Proudhon e realizada por Courbet (1819-1877), mostrará à sociedade a sua verdadeira imagem num novo espelho exibindo o que ela não quer ver.
Terminaremos o nosso percurso, necessariamente inacabado, olhando para uma instalação contemporânea que oferece uma interpretação plástica monumental do mito de Narciso.
Chakè Matossian
Filósofa (Université Libre de Bruxelles) e doutorada em Teoria da comunicação pela UNL (o primeiro Doutoramento do Dpto de Comunicação). Foi professora no Departamento de Comunicação da UNL até 1993 e depois na Académie Royale des Beaux-Arts de Bruxelles. Tem publicado numerosos artigos em revistas académicas, textos de catálogos e participado em simpósios internacionais.
Entre os seus livros publicados, destacam-se Espace public et représentations (Bruxelles, La Part de l’OEil), Saturne et le Sphinx – Proudhon, Courbet et l’art justicier (Genève, Droz). O seu ultimo livro saiu em Junho 2021: “Invisible mais présent en esprit” : le Séducteur de Kierkegaard (Bruxelles, Ousia).
contorno aparente — exposição de helena ferreira
Dez 15 2021
07 > 28 DEZEMBRO 2021 > SALA 2.30
Inaugura no dia 07 de Dezembro, às 13h30, na Sala 2.30 da FBAUL, a exposição individual CONTORNO APARENTE de Helena Ferreira.
A exposição ficará patente até 28 de Dezembro.
horário schedule
3ª › 13h30–17h30
tuesday › 01.30 pm to 5.30pm
(ou por marcação para ferreirashelena@gmail.com)
Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
A expressão ‘contorno aparente’ refere-se, por um lado, à instabilidade do contorno da imagem projectante, por outro, refere-se à ideia de que aquilo que vemos depende sempre da posição onde nos encontramos. E esta ‘posição’ perante o que se encontra diante de nós é, por um lado, literal no que respeita ao nosso lugar em relação ao objecto, mas também metafórico, porque se refere ao estado anímico que determina o modo como percebemos e interpretamos a relação subjectiva que temos com o mundo. A dimensão poética da projecção atravessa toda a exposição a partir de pontos de contacto com a geometria ou com o universo audiovisual: a projectante, o contorno aparente, a intersecção, o foco, o dispositivo projectivo, o fluxo luminoso.
song of songs — douglas rosenberg
Dez 09 2021
06 > 10 DEZEMBRO 2021 I CISTERNA FBAUL
Uma evocação profundamente pessoal de um poema em prosa erótico, com o mesmo nome, que aparece no Antigo Testamento. Filmado a preto e branco com uma partitura original para violoncelo, evoca um espaço cinematográfico contemplativo e austero. Song of Songs transforma o ritual em arte em performance; para ser encantado, envolvido e envolto no sublime, no imaginado e no familiar.
horário schedule
2ª a 6ª › 15h00–19h00 (excepto feriados)
monday till friday › 3 pm to 7pm (except holidays)
Entrada livre
Vl Congresso Internacional – Santuários, Cultura, Arte, Romarias, Peregrinações, Paisagens e Pessoas, chamada de trabalhos
Dez 08 2021
06 > 12 DEZEMBRO 2021 I ONLINE
O Congresso Internacional: Santuários, Cultura, Arte, Romarias, Peregrinações, Paisagens e Pessoas é uma parceria entre a Universidade Federal Fluminense, por meio do Centro de Artes UFF, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, o Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes da Universidade de Lisboa e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Em 2021, a sexta edição do congresso terá como tema norteador “A linguagem revelada”, abordando toda forma de expressão que carregue sentido, seja ela escrita, falada, corporal e imagética. Para toda forma de manifestação religiosa e espiritual, há uma linguagem que perpassa a tradição, a renovação e o encantamento com o sagrado, nos seus ritos e leituras.
Nesse sentido, o VI Congresso Santuários abre sua chamada de trabalhos, com o envio de resumos até 17 DE OUTUBRO DE 2021. A presente edição acontecerá em formato virtual, entre os dias 6 A 12 DE DEZEMBRO DE 2021.
Para mais informações, consulte o site: www.congressosantuarios.com
Será um prazer contar com a sua participação.
Aguardamos o seu contato pelo email: congresso.santuarios@gmail.com
A LINGUAGEM REVELADA
Entre a última edição do Santuários que teve como tema “A morada como santuário” e o tema atual, “A linguagem revelada”, há como que um jogo de espelhos e inversões numa sutil conversação.
Há também ampliação e complementaridade, pois, se antes, partindo da morada, buscava-se adentrar nos domínios da linguagem (objetos, crenças, devoções, espiritualidades) como seu próprio preencher e revestir, desta feita, o ponto de partida é a própria linguagem, compreendida como um habitar ampliado do mundo.
A assertiva de Heidegger de que a “linguagem é a morada do ser” é a chave que conecta esses dois planos ou temas.
Nesse sentido, em 2021, o campo se amplia à proposição de artigos e comunicações que se voltem para o domínio da linguagem, assumida não somente enquanto instrumento da comunicação, mas como dimensão anterior que a estabelece enquanto traço decisivo e distintivo da presença humana.
Glitch: a pintura sempre te quis — exposição de josé quaresma
Dez 07 2021
19 NOVEMBRO > 13 DEZEMBRO 2021 I Casa de Portugal – André Gouveia, Cité Universitaire, Paris
Inaugurou no dia 19 de novembro, na Casa de Portugal – André Gouveia, Cité Universitaire, Paris, a exposição do docente da FBAUL, José Quaresma, com o título: Glitch: a pintura sempre te quis.
Trata-se de um projecto de pintura e instalação pictural no qual o autor explora situações artísticas e espaciais que confrontam o espectador com gestos e procedimentos simultaneamente pertencentes ao domínio da pintura, do vídeo e do cinema, tendo como disrupção comum o glitch criativo, ou seja, uma modalidade de acaso expressivo e tecnológico cujas primeiras manifestações, segundo o próprio, derivam do elemento pictural, embora, com dispositivos e instrumentos diferentes dos outros media mencionados.
Pelos motivos apresentados, algumas das peças instaladas aludem a Stan Brakhage, outras a Jennifer West ou a Takeshi Murata, outras ainda, aludem às conquistas ‘involuntárias’ de Protogenes para a pintura e para a arte em geral, em plena Grécia Antiga, resultado da angústia e dos impasses experienciados na realização de uma pintura pelo pintor de Rodes.
A exposição estará patente até dia 13 de dezembro e pode ser visitada no horário de funcionamento público da Casa de Portugal.
Almada Negreiros e o Mosteiro da Batalha, quinze pinturas primitivas num retábulo imaginado — prémio apom na área da investigação
Dez 07 2021 
20 DEZEMBRO 2020 > 20 DEZEMBRO 2021 I CAPELA DO FUNDADOR DO MOSTEIRO DA BATALHA
Prémios APOM 2021 | DGPC
A 26ª edição da Cerimónia dos Prémios APOM realizou-se no dia 28 de outubro.
O Prémio Investigação foi atribuido a Mosteiro da Batalha – Simão Palmeirim e Pedro Freitas “Almada Negreiros e o Mosteiro da Batalha – Quinze pinturas primitivas num retábulo imaginado”
Almada Negreiros e o Mosteiro da Batalha, quinze pinturas primitivas num retábulo imaginado é o título da exposição que celebra uma ideia ousada e original do artista português.
As quinze obras que compõem o retábulo que Almada imaginou incluem várias pinturas primitivas (dos séculos XV e XVI), nomeadamente os icónicos Painéis de S. Vicente. Desde a sua descoberta, e ao longo do século XX, estes painéis geraram um interesse público muito intenso. Almada Negreiros (1893-1970) também se dedicou a esta obra, ainda que de um ângulo completamente original: o da geometria.
Começando por um estudo de perspectiva dos painéis, Almada foi complexificando as suas análises geométricas. Com o tempo, foi juntando vez cada vez mais pinturas até definir um retábulo de quinze obras. Após visita à Batalha ficou convicto que o conjunto era destinado à parede Norte da Capela do Fundador do Mosteiro.
Nesta exposição, além da reconstituição em tamanho natural do retábulo que idealizou – uma instalação com mais de dez metros de altura – os trabalhos de Almada expostos na Capela testemunham o seu longo e intenso processo de pesquisa. Desenhos, cadernos de autor, e até maquetes tridimensionais realizadas por Almada, poderão ser vistas, muitas delas pela primeira vez.
A exposição, comissariada por Simão Palmeirim, é visitável a partir de 20/12/2020 na Capela do Fundador do Mosteiro da Batalha e ficará patente até ao final de 2021.
Dia 7 de abril, pelas 18h, no Mosteiro da Batalha no âmbito desta exposição é lançado um livro homónimo dedicado à investigação de Almada Negreiros sobre Pintura Primitiva Portuguesa, esta edição pretende explicar como chegou o modernista à sua proposta de retábulo imaginado, com a publicação de cadernos de estudo, maquetes e desenhos inéditos do autor.
Até 25 de abril, na Sala do Tecto Pintado do MNAA, está patente a exposição complementar Almada Negreiros e os Painéis (15-10-2020 a 25-04-202).
Comissariada por Simão Palmeirim, com a colaboração do investigador Pedro Freitas, a exposição do MNAA propõe uma reflexão sistemática sobre o contexto da produção destes estudos no próprio percurso intelectual de Almada Negreiros, a sua metodologia de trabalho bem como as implicações das suas (re)construções num entendimento global da obra de arte, que cria submetida a um conhecimento geométrico ao qual chamou Cânone.
O catálogo conta com textos destes investigadores, bem como do também investigador e jornalista António Valdemar e dos responsáveis pelo restauro de uma obra inédita, levado a cabo no Instituo José de Figueiredo, para a exposição.
Dia 18 de abril – Dia Internacional dos Monumentos – haverá visitas guiadas à exposição patente na Capela do Fundador, com o curador Simão Palmeirim.
Para mais informações contactar o Serviço Educativo para o número 244 765 497 ou servicoeducativo@mbatalha.dgpc.pt.
capital
Dez 07 2021
04 NOVEMBRO > 17 DEZEMBRO 2021 I BIBLIOTECA DA NOVA SCHOOL OF SCIENCE AND TECHNOLOGY
Inaugura no dia 4 de Novembro, às 17h00, na Biblioteca da NOVA School of Science and Technology a exposição coletiva CAPITAL.
A exposição ficará patente até 17 de Dezembro.
horário schedule
2ª a 6ª › 09h–17h
monday to friday› 9am to 5pm
No mesmo dia, 4 de Novembro realiza-se a apresentação e o lançamento do livro com o mesmo título CAPITAL.
O livro CAPITAL está disponível AQUI .
Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
O Capital, corresponde a projeto de investigação iniciado em 2016 sob a designação de Dinheiro, com uma primeira exposição no ISEG, Instituto Superior de Economia e Gestão, na qual participaram dez artistas.
Posteriormente foi para Múrcia, Espanha, onde se realizaram cinco exposições com a participação de mais vinte artistas, tendo sido apresentada em diversos espaços expositivos: Universidad Popular de Mazarrón, Museo de Archena, Museo Universidad de Murcia, Universidad Politecnica de Cartagena.
Agora, em 2021, na sala de exposições da Biblioteca da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, em Almada, reúnem-se obras de vinte e cinco artistas numa exposição sucessivamente adiada desde fevereiro de 2020 pelos motivos universalmente conhecidos (SARS-CoV-2) com um título que apela a uma conclusão, o Capital.
O Dinheiro foi o objeto de investigação numa altura em que se procurava uma palavra fortemente substantiva que fosse capaz de aglutinar a estrutura social mundial. Encontrou-se assim esta palavra-chave que como tal foi partilhada de imediato entre uma dezena de investigadores / artistas que desenvolveram obra conotada com essa entidade abstrata que modela em nós conceitos primários de riqueza, de pobreza e de valor.
Em 2016, no ISEG, em Lisboa, participaram Antonio García López, Cristóvão Valente Pereira, João Castro Silva, João Jacinto, Jorge dos Reis, Manuel Gantes, Omar Khouri, Rodrigo Baeta, João Paulo Queiroz e Ilídio Salteiro. Em 2018, em Múrcia e Valencia, juntaram-se a este projeto Álvaro Alonso Sánchez, Carmen Grau, Concha Martinez Montalvo, Dora-Iva Rita, Domingos Loureiro, Francisca Núñes Donate, Francisco J. Guillén, Juan José Águeda, José Mayor Iborra, Luiz Izquierdo, Luís Herberto, Mariano Maestro, Olga Rodríguez Pomares, Pedro Alonso Ureña, Torregar, Salvador Conesa, Virtoc, Victoria Santiago Godos. E agora em 2020, em Lisboa, contamos com a participação de Hugo Ferrão e Ricard Huerta.
O objetivo tem sido apenas dar respostas formais e estéticas a uma questão que comanda a humanidade no seu todo. Uma humanidade que encontra no dinheiro o fator da sua ordenação social e na arte o modo de demonstrar e exercer poder. Não se procuram definições, nem invenções alternativas ou novas metodologias de relacionamentos político-sociais. Esta responsabilidade será para economistas e financeiros.
A nós, enquanto utilizadores do dinheiro e produtores de valores artísticos e, consequentemente, culturais, permitem-nos que formulemos pensamento acerca da Vida no seu todo ou acerca de uma particularidade desta, como é o caso do dinheiro, entidade divina e abstrata que comanda a humanidade. Ele simplifica muito as trocas de produtos atribuindo-lhes um valor e incentivando a acumulação. Mas enquanto o dinheiro corresponde a uma quantidade acumulável, o valor corresponde a uma qualidade relativa. E a não-coincidência entre valor decorrente da quantidade e o valor decorrente da qualidade tem acarretado conflitos, guerras e outras assimetrias imensas.
Neste contexto consideramos que a arte não pode ficar restrita a fazer-se em função de si própria, como que acantonada no desígnio oitocentista da “arte pela arte”, e por isso prisioneira de muitos formalismos estéticos possíveis. Consideramos que a arte deve libertar-se de ser um objeto estético de poder e estar e participar na construção do tempo presente, ou seja, estar atenta e em sintonia com o mundo.
Estamos na presença de um novo título, Capital, que não sendo a palavra-chave que despoletou tudo, essa palavra foi dinheiro, será, no entanto, a palavra conclusiva deste projeto, a causa e o modo de funcionamento das relações económicas, onde a arte desempenha frequentemente o papel profano de “moeda de troca” em leilões, hipotecas, testemunhos, dádivas ou oferendas.
As causas primordiais e fundadoras deste projeto correspondem ao facto de se considerar que o trabalho do artista é uma consequência de investigação (estudo, pesquisa, persistência, experimentação) e que o artista é o investigador do mundo que caminha no sentido da descoberta da relação entre a Vida e Natureza.
Todos foram convidados a participar neste projeto com um trabalho de investigação sobre a palavra-chave colocada em debate e a expor a produção artística relativa a esse estudo e pesquisa.
A palavra dinheiro foi apenas uma chave que foi capaz de abrir ou de desencadear pensamento formalizado em obras — realizadas, apresentadas e expostas — que correspondem a respostas concretas às perguntas que ela suscitou. Estamos numa sociedade dominada pelo dinheiro, e associado a ele a riqueza, o poder, o valor, o domínio de uns sobre os outros num momento em que todos temos a consciência de que devemos ter direitos e deveres iguais. Os textos e as obras plásticas resultantes são extremamente elucidativas dos múltiplos modos como cada um vê o seu mundo.
Este novo título, CAPITAL, acaba por ser uma espécie de conclusão deste projeto que envolve no total cerca de vinte artistas a pensarem em sintonia no mesmo tempo, mas em espaços diferentes, sobre essa ideia, sem mais nada a não ser as circunstâncias dos conflitos, das crises, dos paradigmas, dos comportamentos que nos têm envolvido e onde o dinheiro se constitui como protagonista principal.
Ilídio Salteiro
Lisboa, 2021
retrospective video-art de alessandro amaducci
Dez 01 2021
13 A 17 DEZEMBRO 2021 > 15H00 /19H00 I CISTERNA FBAUL
Vídeo instalação Retrospective Video-Art de Alessandro Amaducci, patente na Cisterna da Faculdade entre 13 e 17 de Dezembro, no âmbito do INSHADOW Lisbon Screendance Festival.
Sem palavras: é assim que se fica diante de um sonho, de uma recordação, de uma emoção. O poder do silêncio. Como artista de vídeo, tento (re)criar sonhos, recordações e emoções sem utilizar as palavras, mas as imagens e a música. Por esta razão, gosto de trabalhar com bailarinos: porque estão bastante habituados a expressar humores complexos com o corpo. Assim, considero-os algo mais do que simples bailarinos ou intérpretes, mas “actores sem voz”: expressam-se usando o silêncio do corpo. Especialmente porque alguns dos vídeos são bastante narrativos, mas sem actores que falam.
Entrada livre
Local: Cisterna FBAUL
Largo da Academia Nacional de Belas Artes 4, 1249-058 Lisboa
InShadow – Lisbon ScreenDance Festival
Dez 01 2021 
PELE NOSSA PELE I 26 NOVEMBRO > 02 DEZEMBRO 2021 I CISTERNA // INSTALAÇÃO DE RITA VILHENA E YAEL KARAVAN
https://www.inshadowfestival.com/pelenossapele (PELE NOSSA PELE)
Instalação patente entre 26 novembro e 02 dezembro
Entrada livre sujeita a confirmação em inshadowfestival@gmail.com
InShadow 2021 // Pela Nossa Pele
https://www.inshadowfestival.com/ma-ma (MA-MA)
Instalação patente nos dias 24 e 25 de novembro das 14h00 às 19h00, com performance às 19h00.
InShadow, o corpo imagina-se na sombra.
InShadow - Lisbon ScreenDance Festival é uma iniciativa inovadora da Vo’Arte e uma referência no território da criação contemporânea transdisciplinar, com destaque para a convergência entre a imagem e o corpo e processos de criação artística fundados na tecnologia.
InShadow explora atmosferas interdisciplinares pela reflexão sobre soluções estéticas e técnicas de representação do corpo no ecrã, no palco e noutros espaços de actuação. Géneros e linguagens cruzam-se em vídeos, espectáculos e performances, instalações e exposições.
A programação integra uma competição de vídeo-dança, de documentário e de animação, performances, uma secção destinada ao público infanto-juvenil, LittleShadow, uma forte componente de formação com workshops e masterclasses destinados aos vários públicos, bem como instalações e exposições que expandem o Festival pela cidade.
InShadow promove a criação contemporânea e imprime novos cruzamentos e olhares na cidade de Lisboa em diálogo com o Mundo. Reflecte sobre a vitalidade de um diálogo aberto pelo encontro da experiência de artistas consagrados com as visões de criadores emergentes.
Programação Cisterna
24 e 25 de Novembro 14h – 19h Instalação | 19h – 20h Performance
26 de Novembro a 2 de Dezembro Instalação (horário a definir)
6 a 10 de Dezembro Sessão Especial – Douglas Rosenberg (Vídeo-Instalação)
13 a 17 de Dezembro Sessão Especial Vídeo-Dança, Retrospetiva Vídeo Arte Alessandro Amaducci
revista Arte e Cultura Visual — lançamento do nº 2
Dez 01 2021 
17 DEZEMBRO 2021 > 17H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
ARTE E CULTURA VISUAL é uma revista do Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA), com a periodicidade de um número anual, a sair no final de cada ano.
O âmbito a que se dedica é as artes plásticas e a cultura visual, procurando um discurso reflexivo, diverso, actual, problematizante e orgânico, que permita conferir enfoque aos dispositivos da arte e das imagens artísticas na sua ontologia e nos seus contextos.
Cada número é dedicado a um tema. Este segundo número é dedicado ao CENTENÁRIO DE ERNESTO DE SOUSA (1921-1988).
Direcção editorial: Isabel Nogueira
Colaboradores deste número:
Ana Isabel Soares; David Santos; Fernando Rosa Dias; Isabel Nogueira; Liliana Coutinho; Paula Pinto; Raquel Schefer.
Parceria FBAUL / EMPARK – Projeto de Pintura Mural
Dez 01 2021
A Faculdade de Belas-Artes celebrou um protocolo com a Empark, uma empresa que gere diversos parques de estacionamento na cidade de Lisboa, que pretende dotar alguns dos seus parques com pinturas murais realizadas por alunos da FBAUL.
Os alunos que estiverem interessados em visitar o espaço e posteriormente desenvolver uma proposta deverão preencher a ficha neste link
Está prevista uma visita ao espaço no dia 7 de Dezembro, às 10h00.
Enviaremos mais informação, por email, aos inscritos.
Este projeto é exclusivamente para alunos da Faculdade de Belas-Artes.
novos vs. snba
Dez 01 2021
17 DEZEMBRO 2021 > 10H15 I GRANDE AUDITÓRIO FBAUL /// 15H15 SOCIEDADE NACIONAL BELAS ARTES
Há cem anos os modernistas fartaram-se dos “botas-de-elástico” da Sociedade nacional de Belas Artes e passaram ao ataque. Almada Negreiros, José Pacheko e António Ferro deram guerra sem tréguas. O colóquio NOVOS vs. SNBA explica tudo.
EM 1921 PORTUGAL ASSISTIU ao mais violento debate artístico desde a revista Orpheu em 1915: a Questão dos Novos e o respectivo Comício dos Novos. Os jornais encheram páginas com o assunto e o mundo da arte nunca mais foi o mesmo.
NOVOS vs. SNBA é o colóquio que explora pela primeira vez o conflito entre os modernistas e os seus “inimigos” na Sociedade Nacional de Belas-Artes. Leia o press release, consulte o programa, descubra as imagens e veja o trailer no Facebook.
O uso de máscara, distanciamento físico, desinfecção das mãos e certificado de vacinação são obrigatórios para assistir ao colóquio
V Colóquio Expressão Múltipla: Teoria e Prática do Desenho 2021
Dez 01 2021 
Desenho de Afonso Neves, Reverse, Carvão e Sanguínea s/ papel branco; 70x100cm, 2021
13 DEZEMBRO I VIA ZOOM
Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. É dirigido sobretudo aos estudiosos que procuram desenvolver dissertações e teses na área do Desenho ou noutras que possam de alguma forma ampliar as discussões relativas a esta área de conhecimento. Pretende-se a disseminação das diversas experiências, metodologias e resultados. Aos interessados em participar convida-se à submissão de resumos relativos a comunicações orais a serem apresentadas no colóquio assim como os respetivos artigos. Todos os resumos e artigos serão submetidos a uma revisão peer review. Os resumos aprovados serão impressos na ocasião do colóquio e os textos completos serão publicados online no Repositório da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
O colóquio, a ter lugar no dia 13 de dezembro de 2021, via zoom, será composto por comunicações de 20 minutos e por um posterior momento para resposta a questões do público. Está prevista a abertura do colóquio com a presença de um ou dois keynotes.
DADOS DE ACESSO:
Link de reunião Zoom: Entrar no documento PROGRAMA e aceder ao LINK
ID da reunião: 864 8689 5477
Senha de acesso: 188131
Cada artigo recebido pelo secretariado é reenviado, sem referência ao autor, a dois ou mais membros da Comissão Científica, garantindo-se no processo o anonimato de ambas as partes (double-blind). No procedimento privilegia-se a distância geográfica entre a origem de autores e a dos revisores científicos.
O evento é passível de ser fotografado e filmado e as imagens divulgadas publicamente.
DE ACORDO COM O NOVO REGULAMENTO GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS É OBRIGATÓRIO QUE OS AUTORES PREENCHAM ESTE FORMULÁRIO DE CONSENTIMENTO
CALENDÁRIO:
1ª Fase – Submissão de propostas: envio de resumos provisórios*
Até 19 setembro, data limite para o envio do resumo;
Até 26 setembro, notificação de pré-aceitação ou recusa.
2ª Fase – Envio de artigos completos*
Até 21 de Novembro, envio do artigo para revisão;
Até 30 de Novembro, notificação de conformidade ou recusa.
3ª Fase – Colóquio – comunicações orais
13 de Dezembro de 2021, via zoom.
*Os resumos e artigos deverão ser enviados para expressaomultipla@gmail.com segundo a seguinte formatação:
Formato do Resumo
O resumo poderá ter até 2.000 carateres sem espaços e incluir uma ou duas ilustrações. Devem ser indicadas três palavras-chave.
Formato do Artigo
Cada artigo deverá ter entre 10000 e 15000 caracteres sem espaços referentes ao corpo do texto, isto é, sem contar com o título, resumo, palavras-chave, legendas e bibliografia. O documento deve ser enviado em formato word.
- Título: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.
- Afiliação: Nome do autor e respetivo centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.
- Resumo e palavras-chave: Times New Roman, até 600 caracteres sem contar com os espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado.
- Abstract e keywords: Em inglês, Times New Roman, até 600 caracteres sem contar com os espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado.
- Subtítulos: Fonte Times New Roman, negrito, tamanho 12.
- Corpo de texto: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.
- Legendas: Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.
- Referências Bibliográficas: Devem seguir o Modelo APA ou NP 405. Fonte Times New Roman, tamanho 12 (APA), 10 (NP 405) espaçamento simples.
- Até 10 imagens: Inseridas no correr do texto, legendadas e referidas (atenção aos direitos de autor).
lançamento do nº3 da riact e ciclo internacional de conferências sobre investigação artística
Nov 25 2021
30 NOVEMBRO 2021 > 14H00 I VIA ZOOM
Comunica-se a realização de um Ciclo Internacional de Conferências sobre Investigação Artística e o lançamento do Nº3 da RIACT — Revista de Investigação Artística, Criação e Tecnologia, na FBAUL, no dia 30 de novembro, projecto que tem a coordenação do docente José Quaresma.
Nesse dia teremos a oportunidade de escutar diversos especialistas em investigação artística e tecnológica, nomeadamente Jay Bolter (EUA), Kate Mondloch (EUA), Annette Arlander (Helsínquia), entre outros, a propósito da Investigação nos seus “territórios” de trabalho. Teremos ainda o prazer de receber a participação dos artistas / conferencistas admitidos para publicação nesta edição da RIACT, informação a divulgar oportunamente.
As conferências realizam-se através da plataforma ZOOM, requerem INSCRIÇÃO PRÉVIA, podendo ser solicitado certificado de participação
bárbara jasmins na european glass context 2021
Nov 17 2021
11 SETEMBRO > 21 NOVEMBRO I BORNHOLM KUNSTMUSEUM, DINAMARCA
European Glass Context 2021, um dos concursos mais prestigiados a nível Europeu, patrocinado pela Royal Danish Academy, realiza este ano a 8ª bienal na ilha de Bornholm na Dinamarca, com o objetivo de promover as competências artísticas na tecnologia do vidro de artistas emergentes na União Europeia, no Reino Unido, na Islândia, na Noruega e na Suíça. A exposição que se realiza no Bornholm Kunstmuseum, entre 11 de setembro e 21 de novembro, conta com a participação de 62 artistas de 31 países europeus.
Bárbara Jasmins, mestranda em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, é a representante de Portugal com a obra Oculto-monstro#1, juntamente com o artista Robert Wiley.
A candidatura teve o apoio do Professor Fernando Quintas da Unidade Curricular de Vidro da Faculdade de Belas-Artes.
Bárbara Jasmins contou com o apoio da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e da Direção Regional da Cultura da Região Autónoma dos Açores.
A obra, Oculto-monstro#1, é uma instalação de basalto, areia vulcânica, cimento e vidro negro.
Realizada em 2018 foi a primeira em que a autora assumiu os materiais providos do arquipélago dos Açores. A articulação entre a pedra de basalto, a areia e o vidro sugere uma espécie de reconstrução natural, quase desprovida de intervenção humana. A instalação começa com um caminho de areia, vidros e pedras, que nos guia até uma peça suspensa.
Curso Livre – Reverberações Performativas Luso-Brasileiras – Lygia Clark e Helena Almeida
Nov 17 2021
Cabeça Coletiva de Lygia Clark. Performance AnaVitoria Fotografia: Renato Manholin
04 OUTUBRO > 29 NOVEMBRO 2021 I SALA 3.63
Estão abertas ATÉ 30 DE SETEMBRO as inscrições para o curso livre Reverberações Performativas Luso-Brasileiras – Lygia Clark e Helena Almeida, que se realiza nos meses de outubro e novembro, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Coordenador: Fernando Rosa Dias
Formadora: Ana Vitória Freire
Data/ Horário
4, 11, 18 e 25 de outubro, 8, 15, 22 e 29 de novembro
ALTERAÇÃO DO HORÁRIO: 20h00 às 22h00
Outubro: 8 horas
Novembro: 8horas
Sala: 3.63
Limite máximo: 15 alunos
Limite mínimo: 10 alunos.
Público-Alvo: Artistas pesquisadores e estudantes de belas artes/visuais e performativas
INSCRIÇÕES
Valor da inscrição: 50€
Pagamento
A liquidação do valor da inscrição é feita através de transferência interbancária, com os seguintes dados:
Beneficiário:
FBAUL Faculdade de Belas-Artes da ULisboa
Endereço: Largo da Academia Nacional de Belas-Artes, 1249-058 Lisboa
IBAN PT50 0035 0250 0000 1453230 37
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
A inscrição é referente apenas ao primeiro mês, o mês de novembro é gratuito.
Termo de responsabilidade
Caso não se verifique o número mínimo de inscritos, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa não se responsabiliza pela não realização do curso.
Neste caso particular será devolvido o valor da inscrição aos alunos já inscritos.
SINOPSE
A arte contemporânea vem esgarçando cada vez mais as suas redes de relações disciplinares e artísticas, transversalizando seus conhecimentos, suportes e ações. O afeto como modo de troca com o meio, pois para ser afetado a pessoa tem que ter afeto pela coisa, é um indicador primordial desta relação.
Um artista ao ser tocado pela experiência estética de um outro artista, remodela a despeito dos novos afetos, sua plasticidade artística sem perder sua estética primária. Neste sentido, nos interrogamos quais as transformações marcantes dadas pela experiência estética de um criador em outro criador?
Quão devastadora é essa experiência a ponto de se abrir uma fenda na própria construção estética e conceitual de uma trajetória artística já consolidada? E quando se dá essa troca, ao tecer uma teia de relação com outras maneiras de se pensar a criação e seus afetos, novas possibilidades se aportam para outras e diferentes experiências?
Serão 8 encontros com artistas interessados em experimentar, conhecer e explorar as proposições criadas pela artista plástica brasileira Lygia Clark (1920-1988) a partir dos seus “objetos relacionais”, como o método composicional da artista portuguesa Helena Almeida (1934-2018), buscando acionar outros estados de presença e tessituras próprias ao sermos “confrontados à densidade invisível de uma intensa circulação de fluxos que se dá entre os corpos e as coisas” nos devolvendo um corpo vibrátil, não assujeitado, mas potente e em consonância ao pensamento da arte como um disparador da existência.
Esta Residência baseia-se na Residência Artística realizada por Lygia Clark na Falculté d’Arts Plastique St. Charles, na Sorbonne entre os anos de 1970 a 1975 cujo foco é a reflexão sobre “como” produzimos e o estado de atenção e presença no ato criativo.
AnaVitória (1969-) Pós Doutora em Artes da Performance (Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa – Portugal) e PhD. em Artes – Performances do Corpo pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO/Brasil). Coreógrafa premiada e diretora artística da Cia Ana Vitória Dança Contemporânea fundada em 1997 com mais de 33 obras criadas e digressões nacionais e internacionais. Bailarina e artista visual tendo criado várias Instalações Performáticas, site-specifc e Vídeos de Dança com foco naspoéticas corporais, autoperformance e memórias autobiográficas. Coordenadora Adjunta do Mestrado Profissional em Dança na contemporaneidade – PPGPDAN da Faculdade Angel Vianna e do Curso de Pós-Graduação em Preparação Corporal para as Artes Cênicas – FAV/Brasil e Investigadora colaboradora pelo Inet-MD (FMH-UL-Portugal), Sens-Lab (Canadá) e NEPAA (Núcleo de estudos da Performance Afro-Ameríndia – Brasil).
Desde 2009 vem trabalhando em diálogo com o pensamento clarkiano de arte-vida na fronteira com o pensamento clínico de autoconsciência e processos integrados do ser. Atua em projetos junto a Associação Cultural o Mundo de Lygia Clark tendo remontado obras como a Cabeça Coletiva para o Queer Museu e Museu MAR no Brasil.
Desde 2018 vive em Portugal aonde desenvolve seu trabalho artístico-pedagógico sobre poéticas autoperformativas.
ll Ciclo Campo ABERTO
Nov 17 2021
05 OUTUBRO > 23 NOVEMBRO 2021 I LIVE STREAMING
05 de Outubro e 23 de Novembro de 2021
14h30 Brasil · 18h30 Portugal
O segundo ciclo Campo ABERTO – Conversas sobre Ensaio e Arte é um ciclo de conversas em live streaming (entre Portugal e Brasil), com transmissão via Youtube, que integra o projeto de investigação SEE – Sobre Ensaio e Ensaísmo (uma parceria entre investigadores da Nova FCSH, da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, da UFRJ e da PUC-Rio).
Este segundo ciclo é composto por 9 sessões que decorrem todas as terças-feiras, entre 05 de Outubro e 23 de Novembro de 2021, às 14h30 (Brasil) / 18h30 (Portugal).
https://sobreoensaio.weebly.com
organização:
Rita Basílio (NOVA FCSH – IELT)
Sónia Rafael (FBA-ULisboa – ITI/Larsys)
Victor M Almeida (FBA-ULisboa – CIEBA)
Jessica Di Chiara (PUC-Rio/NOVA FCSH – IELT)
Construção Residual — exposição de Ticiano Rottenstein
Nov 14 2021 
05 > 17 NOVEMBRO 2021 I CISTERNA
Inaugura no dia 05 de novembro, às 17h00, na Cisterna, a exposição Construção Residual de Ticiano Rottenstein.
horário schedule
2ª a 6ª › 10h–20h
monday till friday › 10 am to 8pm
Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Todos os homens têm uma atração secreta por ruínas.
Esse sentimento se deve a fragilidade de nossa natureza,
a uma conformidade secreta entre esses monumentos
destruídos e a rapidez de nossa existência.
(François-René De Chateaubriand).
A exposição Construção Residual celebra o encerramento dos estudos de Ticiano Rottenstein, no Mestrado em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Essa pesquisa, que durou dois anos, se interessou pelo processo de arruinamento de Lisboa e da Margem Sul. O artista buscou criar um elo poético entre sua arte e o abandono, dialogando com a entropia do patrimônio e ressignificando a sua memória.
Na mostra, o artista apresenta uma série de esculturas e instalações criadas a partir de refugos, coletados em ruínas e locais abandonados. Nesses trabalhos, Rottenstein busca criar uma narrativa atual e simbiótica com a cidade a partir de uma interação dinâmica entre a arte, a matéria e o suporte.
Segundo o artista, as ruínas sempre povoaram o seu imaginário, enxergando-as como vestígio da passagem do tempo e da intervenção da natureza sobre a autoridade dos homens. Esse fascínio e admiração se devem aos sentimentos antagônicos que emanam de sua essência. Os escombros o remetem a épocas e memórias, mas também à destruição e ao abandono. Aludem à resistência e à atemporalidade como também à efemeridade e à entropia. É um embate entre a vida e a morte, entre a melancolia e a esperança. Tais características criam um intrínseco vínculo com o artista, fazendo das ruínas uma grande fonte de inspiração para sua produção artística.
Ticiano Rottenstein
na escalada do desejo — julião sarmento (1948-2021)
Nov 04 2021
04 > 06 NOVEMBRO 2021 I MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA, FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
O facto de eu fazer um determinado tipo de trabalho tem como consequência eu apaixonar-me por mim próprio.
Eu seduzo-me a mim próprio e o trabalho é uma forma, um meio, de alcançar essa sedução.
JULIÃO SARMENTO
O Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), por via do Centro de Estudos e de Investigação em Belas Artes (CIEBA), o Instituto de História de Arte (IHA) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCSH), e o Centro Interdisciplinar de Estudos de Género (CIEG), do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa (ISCSP-ULisboa) organizam, nos dias 4 a 6 de Novembro de 2021, o congresso internacional Na escalada do desejo. Julião Sarmento (1948-2021).
Este congresso homenageia Julião Sarmento, o artista português mais internacional, falecido a 4 de maio de 2021.
Keynote Speaker: Benjamin Weil
Convidados especiais:
Alexandre Melo
Ana Anacleto
Bernardo Pinto de Almeida
Clara Ferreira Alves
Cristina Guerra
Delfim Sardo
Filipa Oliveira
Helena Vasconcelos
João Pinharanda
Nuno Crespo
Pedro Lapa
Raquel Henriques da Silva
https://congressojuliaosarmento.weebly.com/
Datas
Prazo para envio das propostas: 10 de Outubro de 2021
Notificação de aceitação: até 17 de Outubro de 2021
Inscrições: de 18 de Outubro a 03 de Novembro de 2021
Congresso: de 04, 05 e 06 de Novembro de 2021
Taxas de inscrição
Conferencistas: 25€
Estudantes: gratuito
Público geral: 5€
O valor da inscrição cobre o material da conferência, pausas para café e o certificado de participação.
Os participantes serão responsáveis pela preparação e custos de viagem e estada.
A “Arte” do Gesso: Entre a criação e a réplica. Estudo e preservação
Nov 01 20218, 9 e 10 NOVEMBRO 2021 | Lisboa | Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
INSCRIÇÕES ABERTAS
Data limite de inscrição:
Autores – 29 de Outubro de 2021
Restantes participantes – 3 de Novembro de 2021
Faça AQUI a sua inscrição
Inscrição público em geral (presencial ou online): 50€
Estudantes universitários (extra FBAUL – presencial ou online): 25€ (mediante comprovativo)
Docentes, alunos e alumni da FBAUL, autores membros do CIEBA, alunos membros do CIEBA, membros das Comissões Científica e Executiva (presencial ou online): Gratuito (inscrição obrigatória)
Apresentação e objetivos
A «Arte» do Gesso tem vindo a ser valorizada pela nossa historiografia ao longo dos últimos anos. De facto, foi no fim do século XX que começaram a surgir os primeiros estudos mais aprofundados relativos à aplicação do gesso na decoração arquitetónica e um novo conjunto de artistas estucadores passou então a ser conhecido e valorizado. No entanto, as questões relativas com a própria prática escultórica, foram secundarizadas até muito recentemente. A utilização do gesso como material da produção artística tem sido uma constante ao longo dos séculos. A sua extrema facilidade de preparação e maleabilidade tornam-no um material de eleição, quer para a decoração arquitetónica quer para a escultura, devido à sua capacidade de imitação de outros materiais nobres e, especialmente, por ser reprodutível através de moldes.
No campo da produção artística, mesmo não representando muitas vezes o trabalho final, as peças podem mostrar-nos as intenções originais dos artistas ou os vários estudos e fases da criação de uma peça. A sua preservação pode significar a manutenção da memória do próprio processo de criação.
Por outro lado, a sua utilização para a realização de moldes e posteriores réplicas ou reproduções, de fácil transporte, permitiu a disseminação das formas tridimensionais por todo o mundo, levando as grandes obras de arte a quem nunca as conseguiria ver pessoalmente. Nas Academias do século XIX, tornou-se prática a troca de moldes das principais esculturas dos grandes museus e coleções, tendo como objetivo a criação de conjuntos de modelos para a aprendizagem dos alunos. Paralelamente, na decoração arquitetónica assistimos ao mesmo fenómeno, encontrando em edifícios desta época elementos copiados de importantes monumentos nacionais e estrangeiros.
A importância crescente do ensino da Arte Industrial veio também dar grande importância à aprendizagem através da observação e reprodução dos grandes modelos artísticos, nacionais e internacionais, procurando a criação de uma nova expressão plástica, assente na tradição artística.
Este método de ensino ainda hoje é comum, mantendo-se uma prática ancestral de aprendizagem dos artistas, razão pela qual os nossos alunos continuam a aprender as bases para o seu futuro desenvolvimento artístico através do desenho, da pintura, da escultura ou mesmo da cópia.
Apesar da sua presença em museus no século XIX não se ter mantido na centúria seguinte, que gradualmente se afastou da ideia do Museu Universal, atualmente, as reproduções das grandes obras primas são em si objetos valorizados, formando coleções de grande dimensão, que urge conservar, e que têm vindo a ocupar lugares de destaque em inúmeros museus e galerias de arte no contexto internacional.
A preocupação com a preservação destes elementos é neste momento uma questão vital. É essencial a manutenção destas peças, não só como material didático ou registo da criação artística, mas, também, por se tornarem testemunhos únicos do estado das peças no momento da sua realização, ou mesmo da existência de algumas obras de arte que desapareceram ao longo do século passado.
Também a área da Conservação e Restauro tem vindo a desenvolver estudos dedicados a estas questões, não só sobre o conhecimento das técnicas de produção e sua evolução, como sobre o tipo de tratamento realizado ao longo dos tempos. A estes aspetos veio aliar-se importância da informação recolhida através dos métodos de exame e análise. Com o manancial de informação resultante destes estudos, reúne-se informação, cada vez mais completa e elucidativa, sobre o estado de conservação das peças e procedimentos a seguir para a sua preservação.
Linhas temáticas
- Memória histórica / História da Arte
- Produção artística
- Ensino
- Preservação, Conservação e Restauro
- Outros assuntos
Línguas Oficiais
Português e Inglês
Comissão Organizadora
Alice Nogueira Alves
Ana Mafalda Cardeira
Jorge dos Reis
Maria Teresa Sabido
Marina Albuquerque
Marta Costa Frade
Miguel Gomes
Rogério Taveira
Virgínia Glória Nascimento
Comissão Científica
Fernando António Baptista Pereira (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa)
Luís Jorge Gonçalves (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa)
José Teixeira (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa)
Artur Ramos (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa)
Eduardo Duarte (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa)
José Viriato (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa)
Luísa Arruda (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa)
Cristina Branco (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa)
Eduarda Araújo (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa)
Alexandre Mascarenhas (Instituto Federal MInas Gerais – campus Ouro Preto – IFMG-OP)
Eduarda Vieira (Escola da Artes da Universidade Católica do Porto)
Maria João Neto (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)
Marize Malta (Escola de Belas-Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Ana Ritto (Colégio das Artes da Universidade de Coimbra_Ceis20)
Eckart Marchand (The Warburg Institute – University of London)
Tomas Macsotay (University Pompeu Fabra – Barcelona)
Matthew Sullivan (University of York)
Rune Frederiksen (Ny Carlsberg Glyptotek – Copenhagen)
Mads Kullberg (The Royal Danish Academy of Fine Arts – Copenhagen)
Alice Thomine-Berrada (École Nationale Supérieure des Beaux-Arts – Paris)
comemorações do dia das belas-artes de lisboa
Out 25 2021
25 OUTUBRO > 15H00
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), a maior e a mais antiga escola de artes e design portuguesa, celebra, no próximo dia 25 de outubro, o Dia das Belas-Artes.
Neste dia, a partir das 15h00, a Faculdade de Belas-Artes comemora os 185 anos da sua fundação, com a seguinte programação:
15h00 — Receção no pátio da Cisterna com a atuação da TUNA da FBAUL e visita às diferentes exposições nos espaços da Faculdade de Belas-Artes
_“O SOPRO E O ORVALHO” de Anabela Mota — Cisterna
_“VEROUVIROVESTIR: o revestimento performático da poesia experimental de Fernando Aguiar” de Germana Cavalcante — Capela
_“À superfície” mostra de obras resultantes do projeto “Minas do Lousal” com a coordenação da Profª Cristina Branco e do Prof. Sérgio Vicente
_“Réstias de Nós” de HAC
_Homenagem a Rocha de Sousa – Biblioteca
_“CONSERVAÇAO E RESTAURO: resultados da aprendizagem” com a coordenação da Profª Ana Bailão e da Profª Marta Frade — Galeria
16h45 — Conversa “O passado, o presente e o futuro de uma convivência institucional no Convento de S. Francisco” — Grande Auditório
Painel:
Vice-Reitor da Universidade de Lisboa, Professor Doutor Luís Castro
Presidente da FBAUL, Professor Doutor Fernando António Baptista Pereira
Presidente da ANBA, Doutora Natália Correia Guedes faz-se representar pelo Presidente da FBAUL
Diretora do MNAC, Doutora Emília Ferreira
Diretor da PSP, Superintendente Magina da Silva
Presidente FAUL, Professor Doutor Carlos Dias Coelho
17h15 — Apresentação e lançamento do livro “ ‘O Futuro’ é o ‘Presente’ sem ‘Tempo’?” da autoria de Charters de Almeida, com a presença do autor.
Painel:
Vice-Reitor da Universidade de Lisboa, Professor Doutor Luís Castro
Presidente da FBAUL, Professor Doutor Fernando António Baptista Pereira
Presidente do CIEBA, Professor Doutor Ilídio Salteiro
Professor Doutor Eduardo Duarte que fará a apresentação do livro
Na Biblioteca decorre uma exposição em homenagem ao Professor Rocha de Sousa. Um conjunto significativo dos seus livros nas mais variadas áreas do conhecimento e dois vídeos realizados na FBAUL por altura da sua intervenção numa das sessões da Convocarte.
homenagem a rocha de sousa, pintor, escritor, ensaísta e crítico de arte
Out 25 2021
25 OUTUBRO > 25 NOVEMBRO I BIBLIOTECA
No dia em que se comemoram os 185 anos da fundação da Faculdade de Belas-Artes, 25 de outubro de 2021, na Biblioteca da Faculdade foi organizada uma pequena homenagem ao Professor Rocha de Sousa. Trata-se de um conjunto significativo dos seus livros das mais variadas áreas do conhecimento e dois vídeos realizados na FBAUL, por altura da sua intervenção numa das sessões da Convocarte.
Esta pequena mostra estará patente até 25 de Novembro, no horário da biblioteca.
É com grande pesar que a Faculdade de Belas Artes tomou conhecimento da morte do Professor João Manuel Rocha de Sousa (1938, Silves- 2021, Lisboa). Diplomado em Pintura pela Escola Superior de Belas-Artes e Professor Agregado pela Universidade de Lisboa, Rocha de Sousa apresenta uma vasta obra como pintor, escritor, ensaísta e crítico de arte, tendo desenvolvido atividades na área da imagem: diaporama, cinema (O Véu dentro da Cidade) e vídeo, salientando-se a sua vertente de pedagogo que marcou de modo definitivo o rumo que a Escola Superior de Belas Artes seguiu após o 25 de Abril de 1974, ao definir a estratégia da reforma do ensino artístico que foi então implementada.
Nesta vertente pedagógica Rocha de Sousa lecionou durante anos a disciplina de Comunicação Visual que foi decisiva para uma modernização da formação dos alunos, e foi docente na Universidade Aberta no Mestrado de Comunicação e Multimédia. Foi Presidente do Conselho Científico da ESBAL e membro dos órgãos de gestão, membro da Academia Nacional de Belas-Artes, da Secção Portuguesa da Associação Internacional do Críticos de Arte e participou nos órgãos diretivos na Sociedade Nacional de Belas-Artes, onde colaborou numa promoção renovadora do programa cultural e artístico da instituição.
Rocha de Sousa foi ainda um grande comunicador e divulgador, lembremos as diversas séries culturais e artísticas que realizou com o realizador José Elyseu como Aproximação à Pintura ou A Arte e as Coisas, ou outras com Luísa Gonçalves.
A sua atividade como crítico de arte foi relevante, assegurando regularmente participação em júris, prefácios em catálogos, ensaios e artigos na Colóquio Artes, JL, outros jornais e revistas diversos numa acentuada perspetiva do contemporâneo. Acresce ainda os estudos monográficos exemplares publicados sobre Luís Dourdil, Pedro Chorão e Eduardo Néry na Casa da Moeda-Imprensa Nacional.
Como artista plástico participou de 1964 em diante em inúmeras exposições individuais e coletivas em Portugal e em Angola. A escrita foi outra das manifestações do pulsar da sua dimensão intelectual com obras ficcionais e crónicas: Amnésia (teatro), Angola 61, uma Crónica de Guerra, A Casa Revisitada e O Messias.
Rocha de Sousa, mesmo depois de aposentado continuou a participar em diversas atividades na FBAUL, nomeadamente júris de doutoramento e de mestrado, debates, encontros (Convocarte, Nº 4, Homenagem a Rocha de Sousa, 2018 incluindo a revista Homenagem a Rocha de Sousa) e entre outros, o lançamento do seu último livro (2019).
Lembremos Rocha de Sousa em ameno cavaqueio à entrada da faculdade, ou caminhando pelos corredores, nunca sozinho, mas sempre com alunos e colegas à sua volta e recordamos as suas palavras sábias e meditadas com saudade.
Cristina Tavares
Lisboa 4 de outubro de 2021
o sopro e o orvalho — exposição de anabela mota
Out 25 2021
14 > 29 OUTUBRO I CISTERNA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES
Inaugura no dia 14 de Outubro, às 17h30, na Cisterna do Convento de São Francisco (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa) a exposição o sopro e o orvalho. Nesta exposição Anabela Mota revisita duas instalações — clepsydra (2021) e transbordar (2020).
horário schedule
3ª e 4ª › 15h–19h
tuesday and wednesday› 3pm to 7pm
outros horários por marcação para o número: 916067780
Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Sonhar o orvalho como germe e semente é participar do fundo do ser no devir do mundo.
Gaston Bachelard
Uma substância vaporosa suspende-se na humidade do ar e precipita-se sobre a terra como principal alimento das sementes. O orvalho, diz-nos Bachelard (1948, 259), “corresponde à panspermia da atmosfera”, à forma formante mais subtil da condensação dos vapores. A chuva, interligada com o “fermento de orvalho” (ibidem), prepara os caminhos da fecundação.
O movimento térmico encaminha-se num sentido entrópico, precipita-se na forma de gotas e em contacto com superfícies frias, mas a recolha da água impregna a vida de vida e indicia um acontecimento extraordinário que se traduz em matéria-energia emergente.
Talvez, por isso, a Cisterna se expresse como um repositório de água orvalhada que entre a terra e as pedras se insurge como símbolo da imaginação material. Contudo, como reflectir, hoje em dia, sobre um espaço cujo vínculo simbólico se manifesta como uma presença ausência? A Cisterna vazia remete-nos para o sentido solastálgico da saudade do lugar que habitamos.
Margarida Alves
O percurso de Anabela Mota iniciou-se em 1982 na Escola António Arroio e em 1985 na ESBAL. Dedica-se desde 1997 às artes plásticas, organizando workshops para crianças e adultos. Colabora desde 2005 com a Pediatria do IPO na área das Artes Plásticas, para além de outras iniciativas. Colabora na área dos cuidados paliativos com a AMARA, tendo apresentado uma comunicação ‘A arte no hospital-Os mistérios da Arte da Vida no IPO de Lisboa’ no ‘V Congresso internacional Espaço T’, no Porto. Em 2007 funda ‘A Casa da Quinta’ em Linda-a-Velha, um espaço comunitário artístico. Conclui a Licenciatura e Mestrado em Pintura na FBAUL. Dá aulas de Pintura no Atelier )ABERTO( em Lisboa.
Expõe regularmente, também em exercícios de curadoria. Interessa-lhe abordar a importância e consciência do olhar enquanto meio para aceder a múltiplas realidades e a uma certa qualidade do tempo. Questiona a fragilidade e o mistério presentes na realidade das coisas concretas, a diferença entre um certo olhar habituado a ver e o olhar habitado pela consciência — movimento interior que tem o dom de impressionar a realidade.