Arte
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“i’m burning” de andreu signes — heritales international heritage film festival
Mai 01 2019
30 MAIO > 18H30 I GRANDE AUDITÓRIO
No âmbito do Heritales International Heritage Film Festival a Faculdade de Belas-Artes apresenta no Grande Auditório o documentário “I’m burning”.
O projeto artístico dos criadores valencianos Miguel Arraiz e David Moreno cruzará o Atlântico para estabelecer sinergias com o mais importante evento de arte efémera do mundo, o Burning Man, no deserto do Nevada.
Upcycling – Sobreciclagem
Mai 01 2019
22 > 30 MAIO I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Exposição de trabalhos de alunos do 1º ano da Licenciatura em Design de Equipamento.
Os alunos da UC Projecto-I 2018-19 da Licenciatura em Design de Equipamento, organizados em equipas de quatro elementos e ao longo de quatro semanas, conceberam objectos que incorporam materiais tradicionalmente desvalorizados. Estes materiais têm uma de duas origens: já cumpriram um ciclo de vida, integrados num produto descartado, ou são resíduos de um processo de produção fabril.
Os objectos agora concebidos levam os materiais a uma segunda utilização, operando uma sobreciclagem ou upcycling dos mesmos.
Os novos objectos cumprem funções de contentor ou de apoio ao estar num espaço semi-público.
Esta é a exposição dos protótipos e das maquetas daqueles objectos.
arco lisboa 2019
Mai 01 2019
16 > 19 MAIO I CORDOARIA NACIONAL
A ARCOlisboa 2019 que se realiza entre 16 e 19 de maio, acolhe a participação de mais de 70 galerias de 17 países.
a Ministra da Cultura aceitou o convite da ARCOlisboa e no próximo dia 16 de Maio desloca-se à Cordoaria para uma conversa aberta com estudantes de artes.
Criação artística e formação: perspetivas para o futuro
Com Graça Fonseca, Ministra da Cultura
Moderação de Ana Cristina Cachola, Curadora e Professora Universitária
16 de maio, 17h_18h
ARCOlisboa 2019
Espaço de Apresentações, Pátio Nascente, Cordoaria Nacional, Avenida da Índia, Lisboa
Estudantes universitários, alunos e alunas de escolas de artes de todo o país são convidados a participar num encontro com a Ministra da Cultura, Graça Fonseca, que se realiza no dia 16 de maio, quinta-feira, pelas 17h, no âmbito da edição de 2019 da ARCOlisboa.
O encontro Atividade artística em Portugal: perspetivas para o futuro surge de uma proposta feita à Ministra da Cultura pela organização da ARCOlisboa e tem como principal propósito auscultar as futuras gerações de profissionais de artes, artistas e agentes artísticos. Estudantes de artes de universidades e escolas portuguesas são convidados a participar numa conversa aberta com a Ministra da Cultura, colocando questões, partilhando as suas expetativas e múltiplas perspetivas sobre o que poderá ser o futuro da atividade artística em Portugal
O encontro é aberto a toda a comunidade de estudantes de artes e envolve um convite especial a onze escolas e universidades participantes no programa A Arte e os seus Públicos, uma iniciativa conjunta da ARCOlisboa e da Câmara Municipal de Lisboa que, pelo segundo ano consecutivo, permite a centenas de alunos e professores de artes de todo o país o acesso livre à Feira de Arte Contemporânea de Lisboa.
A sessão de perguntas e respostas terá uma duração limitada e recomenda-se às alunas e alunos que desejam garantir a sua intervenção o pré-registo a partir das 16h45 no espaço de apresentações da ARCOlisboa, Pátio Nascente da Cordoaria Nacional, onde irá decorrer o encontro. A participação na sessão de perguntas e respostas é reservada a estudantes do ensino superior, alunos e alunas de cursos de artes.
A secção inédita ÁFRICA EM FOCO, organizada pela curadora Paula Nascimento, reúne 6 galerias de Angola, Uganda, Moçambique e África do Sul, e apresenta uma série de conversas temáticas sobre as artes e as culturas contemporâneas do continente africano.
O programa OPENING, dedicado a projetos com o máximo de sete anos de existência, conta com a representação de 9 galerias selecionadas pelo curador João Laia.
A secção de PROJETOS regressa ao Torreão Poente para mostrar 9 projetos individuais de artistas representados pelas suas galerias.
No Pátio Nascente decorrem as conversas promovidas pela ARTS LIBRIS, sobre o estado atual das publicações de arte, e as apresentações EM QUE ESTOU A TRABALHAR?, com a participação dos curadores e artistas Filipa Oliveira, Manuela Moscoso, Irene Campolmi, Jesper Just, Manon de Boer, Bruno Leitão, Mónica de Miranda, André Cunha, Nadine Seigert, Musa paradisíaca, entre outros.
No Torreão Nascente (Acesso EGEAC) concentram-se as secções e atividades de acesso totalmente livre da ARCOlisboa:
ESPAÇOS DE ARTE E REVISTAS Art Curators Grid (PT), Gasworks (UK), Vegap (ES), Artes Brasileiros (BR), Artreview (UK), C & (DE), Contemporânea (PT), Dardo (ES), Frieze (UK), Mousse (IT), Select (BR), Terremoto (MX), Umbigo (PT)
ARTS LIBRIS com mais de 40 editores e publicações de arte representados
MILLENIUM ART TALKS: Fóruns Colecionismo e Foco África com a participação de Francesca Thyssen-Bornemisza, Chus Martínez, Pedro Gadanho, Paula Nascimento, Raphael Chikukw, Miguel von Hafe Pérez, Azu Nwagbogu, Jeanne Mercier, João Laia, António Cachola, Marie Helene Pereira, entre outros.
Horários:
16 e 17 de maio, quinta e sexta-feira: 14h às 21h
18 de maio, sábado: 12h às 21h
19 de maio, domingo: 12h às 18h
www.arcolisboa.com
www.facebook.com/FeriaARCO
www.instagram.com/feriaarco
Luísa Arruda – Última lição: Matérias do Desenho
Mai 01 201924 MAIO | 18h00 | Auditório Lagoa Henriques
No dia 24 de maio, pelas 18h00, no Auditório Lagoa Henriques, realiza-se a última lição da Prof. Doutora Luísa Arruda subordinada ao tema “Matérias do Desenho”.
Apresenta a cerimónia o Prof. Doutor Fernando António Baptista Pereira, Presidente da Faculdade.
Ação Escola SOS Azulejo 2019 – inscrições até 29 de abril
Mai 01 20197 maio | 10h00 – 17h00 | faculdade de belas-artes
No âmbito da “AÇÃO ESCOLA SOS AZULEJO 2019”, promovida pelo PROJETO SOS AZULEJO – MUSEU DE POLICIA JUDICIÁRIA, que consiste na realização de trabalhos pedagógicos, lúdicos e/ou de divulgação ligados ao tema do Património Azulejar Português, a Faculdade de Belas-Artes irá desenvolver, no dia 7 de Maio, um conjunto de ações de intervenção e divulgação do Património Azulejar que a Faculdade possui.
O local de intervenção será nos painéis de azulejos da escada principal da Faculdade. Os alunos das Belas-Artes que tiverem interesse poderão participar nessas intervenções, aprendendo e colocando em prática as diversas técnicas utilizadas.
Paralelamente, e em diversos outros locais da escola, haverá uma mostra de azulejos da coleção desta instituição, onde alunos irão demonstrar algumas fases de intervenção em azulejos.
Docente responsável
Alice Nogueira Alves
Coordenação
Oséias de Souza
(aluno do Mestrado em Ciências da Conservação, Restauro e Produção de Arte Contemporânea)
Inscrição
Até dia 29 de Abril estão abertas as inscrições
Os alunos que tiverem interesse em participar nesta atividade terão de fazer a sua inscrição AQUI
(esta atividade é gratuita e dirige-se exclusivamente a alunos da Faculdade de Belas-Artes da ULisboa)
26 anos dos fazedores de letras
Abr 23 2019
29 ABRIL > 02 MAIO I ÁTRIO PRINCIPAL FLUL
O jornal Os Fazedores de Letras, feito pelos estudantes da Faculdade de Letras, comemora 26 anos de existência. Para assinalar a data realiza-se uma exposição no átrio principal da FLUL e publica-se uma edição especial comemorativa. O projecto da exposição e da publicação foi desenvolvido por alunos de Design Editorial II, do 3.º ano da licenciatura de Design de Comunicação, no âmbito de uma colaboração entre a FLUL e a Área de Design de Comunicação da FBAUL.
A inauguração da exposição está agendada para o dia 29 de Abril, às 18h30, e a exposição ficará patente até 2 de maio.
+ info
Leiam-nos https://osfazedoresdeletras.com, escrevam-nos para osfazedores@gmail.com, e encontrem-nos no Facebook: www.facebook.com/osfazedoresdeletras ou no Instagram:http://instagram.com/osfazedoresdeletras.
Há 26 anos que somos fazedores de letras, venham fazê-las connosco.
revessa
Abr 21 2019
11 > 26 ABRIL I CAPELA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 11 de abril, às 18h00, na Capela das Belas-Artes, a exposição Revessa de Viviane Gueller, com curadoria de João Paulo Queiroz. A exposição ficará patente até 26 de abril.
horário schedule
2ª a 6ª › 11h–19h
monday to friday › 11am to 7pm
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Viviane Gueller: no cais, junto ao rio
1. Viagem
Viviane Gueller empreendeu uma viagem. Esta viagem começou do outro lado do mar, do outro lado do Atlântico, junto à foz do Rio. É uma viagem de ida e de regresso, é uma viagem de gerações que procuram, constroem e regressam.
2. Quintal
Almeida-Garrett no livro ‘Viagens na Minha Terra’ descreve uma outra viagem, bem mais pequena. Depois da independência do Brasil o país ficara do tamanho de um quarto. Quarto que lhe recorda o outro quarto, o da prisão domiciliária de Xavier de Maistre, no livro ‘Viagem à volta do meu quarto’. É que Garrett sabe, e percebe, que as outrora caravelas, saídas de Lisboa para destinos maiores e incertos, tornaram-se em pequenos barcos, com destinos pequenos, e certos. Agora sobem o rio, em vez de atravessarem o Atlântico. Almeida-Garrett sobe o rio Tejo, entre amigos dos tempos de Coimbra, da Universidade!, a caminho do novo Ultramar que é agora, rio acima, a cidade de Santarém, ironia mais pequena:
Mas com este clima, com este ar que Deus nos deu, onde a laranjeira cresce na horta, e o mato é de murta, o próprio Xavier de Maistre, que aqui escrevesse, ao menos ia até ao quintal. (Almeida-Garrett, 1846:1-2).
3. Estige
No Renascimento um outro autor descreve na forma de um rio, a última viagem, a viagem em direção ao paraíso ou em direção ao inferno. Seria no cais do Estige, ou, para Gil Vicente, num simples Cais do Tejo. Falo aqui do Auto da Barca do Inferno (1518). O cais onde chegam os mortos, crentes que as suas grandezas de vida lhes garantem os maiores confortos a caminho do certo Paraíso. O barqueiro trata-os com ironia, e são encaminhados para o seu justo destino, uma das duas barcas, uma a caminho das brasas infernais, outro a caminho do céu. São aliás dois os Barqueiros. Um, um anjo, o outro, um diabo. Entre frades, banqueiros, alcoviteiras, procuradores, e outros pretensiosos, só serão recebidos pelo anjo os cavaleiros, homens de missão distinta e nobre, homens de grandeza, e mais um, um homem simples, que é Joane, o pobre de espírito, o parvo.
4. Um bilhete rasgado nas mãos
Falamos então de viagens, falamos então de peregrinações. O mesmo é dizer caminhadas em busca do espírito. Não está ao nosso alcance descrever, discernir, compreender. O seu motor é exterior e é superiormente determinado. Uma peregrinação é ela mesma a viagem, é ela mesma a metáfora da duração da vida. Pois começa, dura, e acaba. Ao final, saberemos o seu proveito, a sua fatalidade, o seu sentido. Ao final, um encontro no cais. Ao final, a travessia do Tejo, seja Rio acima, seja Atlântico abaixo. Viviane começou esta viagem há muito tempo, antes ainda de saber que estava a caminho. Isto não é novidade: acontece a todos nós. Só a meio da viagem percebemos que temos um bilhete rasgado nas mãos.
5. Peregrinação
A viagem é em si mesma uma ironia, mais do que uma alegoria. Uma ironia consiste na justaposição de diferentes significações no mesmo veículo sígnico. O contraste entre diferentes qualidades percebidas no mesmo instante, desencadeia o riso. Gil Vicente sabia-o muito bem: as primeiras edições dos seus autos transportam no frontispício o mesmo adágio latino: ridendo castigat mores. Rindo se criticam os costumes. Fernão Mendes Pinto sabia-o também. A sua Peregrinação tem tanto de verdadeiro como de exagerado, trazendo ao de cima a oposição funda entre a nobreza de caráter e a pobreza humana.
Fernão Mendes Pinto desceu o atlântico. Almeida Garrett subiu a corrente do Rio Tejo. Ambos riram, e ambos mostraram o que aprenderam. Viviane subiu o Atlântico, da Foz do Guaíba, à foz do Tejo. Aqui, de modo quotidiano, quase ocasional, encontrou o contraste da ironia funda destas viagens passadas e presentes, dos barcos que atravessaram mares aos barcos que atravessam rios. Encontrou a bordo de um ‘cacilheiro’ o som de vozes familiares mas desconhecidas, que alheias à grandeza do rio, falavam o crioulo das terras de Cabo Verde.
6. De mundo na mão, a olhar Porto Brandão
No cais de Lisboa, a caminho de Belém, sítio de largadas e de velhos, de heróis de pedra olhando fixamente Porto Brandão para sempre, na retórica do Estado Novo, nas formas do Padrão dos Descobrimentos. Com caravelas na mão, esferas armilares, mundos, livros e missões no seu destino. Neste cais, em local esquecido, mas perto, o Memorial à guerra do Ultramar, para recordar os mortos e feridos que há bem pouco tempo se empenharam numa guerra entre irmãos, a guerra colonial.
7. Revessas
São outros regressos, outros refluxos, outras revessas. A proposta de Viviane Gueller é simples: reencontrar os discursos, apontar aos humanos que, destinos à parte, esta viagem é antiga e vale um sentido, que é tão grande quanto pequeno, onde o rio se faz mar, ou não, como o rio da minha aldeia (Alberto Caeiro). Que, do lado de cá, do lado dos humanos, nos igualamos permanentemente, entre a noite e o riso, de Nuno Bragança (1969), no reencontro sem fim.
Referências
Almeida-Garrett, José de (1846) Viagens na minha Terra. Lisboa: Typographia da Gazeta dos Tribunaes. URL: http://purl.pt/55/4/
Bragança, Nuno (1969) A noite e o riso. Lisboa: Moraes.
Caeiro, Alberto [Fernando pessoa] (1946) “XX – O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia” In O Guardador de Rebanhos: Poemas de Alberto Caeiro. Lisboa: Ática.
Fernão Mendes Pinto (1983) Peregrinação. Transcrição de Adolfo Casais Monteiro. Col. Biblioteca de autores portugueses. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda.
Maistre, Xavier de (/1794) Voyage autour de ma chambre. Paris: Flamarion.
Vicente, Gil (/1518) Auto da Barca do Inferno. Biblioteca Digital. Porto: Porto Editora.
João Paulo Queiroz
ela — exposição de isabel sabino
Abr 15 2019
APRESENTAÇÃO E LANÇAMENTO DO CATÁLOGO — 04 MAIO > 16H00 I SOCIEDADE NACIONAL BELAS ARTES
No âmbito da exposição ELA de Isabel Sabino que inaugurou no dia 11 de abril, na Sociedade Nacional de Belas-Artes, realiza-se no dia 4 de maio, às 16h00, a apresentação e o lançamento do catálogo da exposição, com a presença da artista.
Ainda no dia 4 de maio realiza-se a finissage da exposição.
pintura na terra
Abr 15 2019
FINISSAGE E LANÇAMENTO DO LIVRO PINTURA NA TERRA I 27 ABRIL > 15H30 I GALERIA BELAS-ARTES
Realiza-se no dia 27 de abril, às 15h30, na Galeria das Belas-Artes a finissage e o lançamento do livro Pintura na Terra.
A exposição Pintura na Terra de João Paulo Queiroz, que inaugurou no dia 4 de abril, ficará patente até 29 de abril.
horário schedule
2ª a 6ª › 11h–19h
monday to friday › 11am to 7pm
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Desde 2005 que executo pintura na mesma paisagem, de modo direto, no terreno, nos Valinhos, bem perto de Fátima. É terra quieta, que conhece peregrinos, e que me conhece bem. As séries têm-se sucedido, ano após ano. Ali tenho executado entre 60 a 120 trabalhos em cada ano, conforme me é possível.
Este espaço vital do artista, que reforça também uma certa dimensão performativa da sua proposta, está geograficamente identificado (…) e deve ser visto no quadro do rigor que caracteriza esta abordagem processual a que não é também alheia uma certa gestão disciplinada do tempo da realização / experimentação, mais própria das experiências científicas de largo espectro temporal (das observações da biologia, dos ciclos das vidas de determinadas espécies vegetais e animais, por exemplo) do que de um processo de criação artística, em regra, quase sempre mais espontâneos e fugazes (Leonardo Charréu, 2019)
Nesta exposição apresento os trabalhos feitos no ano de 2017: são 106 pequenas paisagens, em conjuntos de oito pinturas em cada dia, em que em cada um me debrucei sobre um conjunto de árvores em particular, começando desde manhã, e seguindo sem parar até ao escurecer.
João Paulo Queiroz
Nota biográfica
João Paulo Queiroz (Aveiro, Portugal). Curso Superior de Pintura pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Mestre em Comunicação, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE). Doutor em Belas-Artes pela Universidade de Lisboa, onde é professor. Co autor dos programas de Desenho A e B (10º ao 12º anos) do Ensino Secundário. Coordenador do Congresso Internacional CSO Criadores Sobre outras obras (anual, desde 2010) e diretor das revistas académicas :Estúdio (QUALIS: A2), Gama (QUALIS: B1), e Croma ISSN (QUALIS: B1). Coordenador do Congresso Matéria-Prima, Práticas das Artes Visuais no Ensino Básico e Secundário (anual, desde 2012). Dirige também a Revista Matéria-Prima (QUALIS: B1). Membro de diversas comissões e painéis científicos, de avaliação, e conselhos editoriais. Consultor da FCT, Portugal. Presidente do Centro de Estudos e Investigação em Belas-Artes (CIEBA), Portugal. Presidente da Sociedade Nacional de Belas-Artes, Lisboa, Portugal. Diversas exposições individuais de pintura. Prémio de Pintura Gustavo Cordeiro Ramos pela Academia Nacional de Belas-Artes em 2004.
CSO’2019 — 10º Congresso Internacional CSO, Criadores Sobre outras Obras
Abr 11 2019
12 > 17 ABRIL I SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS-ARTES
boca — biennal of contemporary art
Abr 07 2019
16 MARÇO > 13 ABRIL I CISTERNA FBAUL
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa participa na BoCA, Biennal of Contemporary Art, com a exibição da vídeo-instalação “O Peixe” do artista brasileiro Jonathas de Andrade.
horário schedule
3ª a 6ª › 12h–19h
sáb. › 12h–16h
monday to friday › 12am to 7pm
saturday › 12am to 4pm
O artista Jonathas de Andrade utiliza fotografia, instalação e vídeo para atravessar a memória coletiva e a história, fazendo uso de estratégias que misturam ficção e realidade. A sua obra discute a falência de utopias, ideais e projetos de mundo, sobretudo no contexto latino-americano, especulando sobre a sua modernidade tardia. No seu trabalho, afetos que oscilam entre a nostalgia, o erotismo e a crítica histórica e política são agenciados para abordar temas como o universo do trabalho e do trabalhador, e a identidade do sujeito contemporâneo, quase sempre representado pelo corpo masculino.
No filme “O Peixe”, uma vila de pescadores encena uma espécie de ritual: eles retêm os peixes entre os braços até ao momento da morte. Um abraço limite – rito de passagem – onde o homem retoma a sua condição de espécie e, olho no olho diante da sua presa, a acalma através de uma ambígua sequência de gestos: afeto, solidariedade e violência. Um abraço entre predador e presa, entre vida e morte, entre o trabalhador e o fruto do trabalho, no qual o olhar – do pescador, do peixe, da câmera e do espectador – desempenha um papel crucial. Situada num território híbrido entre documentário e ficção, a obra dialoga com a tradição etnográfica do audiovisual.
O Peixe, Jonathas de Andrade
37’, 16mm transferred to HD video, Sound 5.1, 16:9 (1.77)
2016
Cortesia de Galeria Vermelho, Galleria Continua, Alexander & Bonin
Pescadores: Carlos Dos Santos (Menezes), Cícero Dos Santos (Ciço), Cipriano Batista Alves (Cipriano), Genivaldo Santos De Lima (Irmão), Gileno Cândido Bezerra (Leno), José Ailton Almeida De Liza (Xau), José Dalmo Dos Santos (Curió), José Elenildo Oliveira Dos Santos (Keno), Romerig Francisco Dos Santos (Rom), Ronaldo Vieira Santos (Ronaldo)
Peixes: Pirarucu, Tambuacu, Tilápia
Diretor: Jonathas de Andrade
Assistente de direção: Jeronimo Lemos
Produção: Rachel Daisy Ellis
Co-produção: Jennifer Lange
Direção de produção: Vanessa Barbosa
Direção de fotografia: Pedro Urano
Assistente de fotografia: Leandro Gomes Camila Freitas
Montagem: Tita, Ricardo Pretti
Desenho de som: Mauricio d’Orey
Mistura de som: Paul Hill
Correção de cor: Mike Olenick
Fornecedores de peixe: Fernando (Coruripe) Galindo (Piaçabuçu) Wellinton (Coruripe)
Pilotos de barco de camera: Carlos Roberto Bento E Silva Chico Pescador, Ronaldo Vieira Dos Santos
Motorista: Marcinho
Ajudantes de set: Gileno Cândido Bezerra (Leno), José Américo dos Santos (Zé), José Caetano Santos (Juquinha), José Nelson dos Santos (Neo), Manuel Jacinto de Oliveira (Mãozinha)
Uma produção Desvia e Wexner Center for the Arts
Apoios: Funcultura, Governo do Estado de Pernambuco
Seminários de Investigação em Ciências da Arte e do Património
Abr 01 2019
22, 29 MARÇO, 05, 12 ABRIL > 17H00 I SALA 4.06
Seminários especialmente dirigidos aos doutorandos de Ciências da Arte e do Património, mas abertos a toda a comunidade académica da FBAUL.
PROGRAMA
22 de março
17:00 – Fernando Rosa Dias: Imagem e simulacro: a estratégia do «phasma».
18:30 – José Carlos Pereira – Dois filósofos em oposição: a dimensão estética no pensamento de Eduardo Lourenço e A. Braz Teixeira.
PROGRAMA
29 de março
17:00 – Cristina Tavares – O programa iluminista do século XVIII: o gosto e a estética, a critica de arte e o museu.
18:30 – Fernando António B. Pereira: Francisco de Holanda e a teoria e prática do retrato no século XVI.
PROGRAMA
5 de abril
17:00 – Marta Manso – A importância dos Métodos de Exame e de Análise no estudo do Património Cultural, Artístico e Industrial.
18:30 – Eduardo Duarte – Francisco de Holanda: arquiteto e engenheiro militar.
PROGRAMA
12 de abril
17:00 – Teresa Lousa – Novos Desafios face à exposição de restos mortais em contexto patrimonial português.
18:30 – João Peneda – O estético, o ético e o espiritual.
convocarte
Abr 01 2019 
09 ABRIL > 18H30 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
No dia 9 de abril de 2019, pelas 18h30, realiza-se no Auditório Lagoa Henriques da FBAUL uma sessão especial de apresentação e lançamento dos trabalhos da Convocarte – Revista de Ciências da Arte, com a seguinte ordem:
- Lançamento do nº 6 e do nº 7 sobre Ars Ludens – com apresentação em vídeo de Pascal Krajewski
- Apresentação da versão Impressa do nº 4 e do nº 5 dedicados a Arte e Activismo Político – com Cristina Cruzeiro
- Apresentação do próximo dossier temático do nº 8 e do nº 9 sobre Arte e Tempo – com Leonor Veiga
- Apresentação geral e moderação de Fernando Rosa Dias
conversa com michael rogers
Abr 01 2019
11 ABRIL > 14H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
O artista Michael Rogers vem à faculdade para uma conversa em torno da criação artística, do modo como o próprio se projecta nessa relação bidireccional e dos materiais.
A conversa acontece no dia 11 de abril, às 14h00, no Auditório Lagoa Henriques e a entrada é livre.
workshop técnicas e acabamentos de superfície sobre escultura em pedra
Abr 01 2019
08 > 12 ABRIL I 17H00 > 20H00 I SALA 1.26, LABORATÓRIO DE PEDRA
Estão abertas as inscrições para o Workshop “Técnicas e Acabamentos de Superfície sobre Escultura em Pedra”, a realizar na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
ESTE WORKSHOP É EXCLUSIVO PARA ALUNOS DA FBAUL
Coordenação: Luísa Perienes
Formadora: Olga Rodríguez Pomares
Data / Horário
08 a 12 de abril; 17h/20h
Sala 1.26, Laboratório de Pedra
Valor de inscrição
30€
Inscrições ENCERRADAS
Termo de responsabilidade
As vagas (até se atingir o número limite ou acabar o prazo de inscrição) só ficam garantidas depois de efetuado o pagamento da propina.
Caso se verifique um número de inscritos superior ao total de vagas fixado, a Faculdade procederá à admissão dos candidatos por ordem de formalização da inscrição.
Caso não se verifique o número mínimo de inscritos, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa não se responsabiliza pela não realização do curso e entrará em contacto, através de mensagem de correio eletrónico, com os alunos inscritos para reembolso da propina.
Em caso de desistência por parte do aluno, a Faculdade de Belas-Artes reserva-se ao direito de não proceder à devolução do valor da inscrição.
WORKSHOP MICROPAISAGENS
Mar 27 201923 ABRIL | SALA 3.63
INSCRIÇÔES ENCERRADAS – JÁ ESGOTADAS
Até ao dia 17 de Abril de 2019 estão abertas as inscrições para o Workshop Micropaisagens, que se realizará na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Formadora: Marta de Menezes
Horário
23 de Abril
3ª feira, das 17h00 às 21h00
Duração total
4 horas, em 1 sessão
Sala
3.63
Público-Alvo
Estudantes e corpo docente da Faculdade de Belas-Artes e público em geral.
Descrição
O workshop MICROPAISAGENS é um espaço de experimentação e criação que aproxima o território da arte e da ciência através da compreensão e exploração do conceito de ecossistema a dois tempos. Num primeiro momento, de apresentação e discussão de conceitos, de observação de referências e de obras de arte que exploram questões transversais à arte e à ciência. Num segundo momento, através da recolha de elementos orgânicos do espaço, os participantes materializarão uma nova possibilidade de pensar a paisagem e irão criar uma micropaisagem dentro de uma caixa de petri. Uma paisagem que pode ser todas as imagens em transformação, cores em superação e ligações em decomposição.
Programa
Introdução ao Curso – Visão geral de arte e biologia
Objectivos do curso
Visão histórica sobre a relação entre arte e biologia / biotecnologia.
Segurança em laboratório.
Bactérias 1.
Questões relat ivas à segurança no laboratório.
Técnicas estéreis.
Discussão sobre os resultados
Materiais que os alunos devem trazer para o curso
Materiais riscadores.
Inscrição
INSCRIÇÔES JÁ COMPLETAS
Nota: as vagas estão abertas até ao limite de 25 alunos, por ordem de inscrição.
Termo de responsabilidade
• Caso não se verifique o número mínimo de inscritos, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa não se responsabiliza pela não realização do curso
RE) Searching in between: towards communities of practice in collaborative artistic and scientific research
Mar 20 2019
01 ABRIL > 16H00 I SALA 108, FCT, UNIVERSIDADE NOVA, CAPARICA
Francesca de Luca + Helena Elias
Mestrado em Arte e Ciência do Vidro e da Cerâmica, partnership between Faculdade de Belas-Artes and FCT NOVA
In this seminar session, we invite Francesca to talk about anthropology and art, art and anthropology research practice, and the collaborative research developed with Helena Elias, post-doc artistic researcher and professor in Vicarte_Fba-UL. Francesca De Luca, anthropologist and PhD candidate at the ICS – University of Lisbon, member of Ebano Collective. She has collaborated in ethnographic-based artistic projects since 2006 (Rifrazioni Contemporary Art Festival, Cercle Collective), pursuing research methodologies at the crossroad between anthropology and art. In 2017, she co-organized the first Colleex# international workshop, a platform and collaboratory for ethnographic experimentation. Helena Elias is an artist and postdoc researcher at FBA. As part of an Erasmus generation, she attended several Faculties of Fine Arts, obtaining academic degrees in different systems of artistic education (1999,2000,2007). Artistic practice, teaching, research are her main activities.
Exposição – Raízes
Mar 18 201907 > 27 MARÇO I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 7 de março, às 18h00, na Galeria das Belas-Artes a exposição Raízes, com coordenação de Victor dos Reis, curadoria de Marta de Menezes e produção da Associação Cultivamos Cultura.
horário schedule
2ª a 6ª › 11h–19h
monday to friday › 11am to 7pm
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Artistas:
Coletiva Summer School Cultivamos Cultura
Felipe Shibuya
Jude Abuh-Zaineh
Andrew Carnie
Carla Rebelo
Eileen Ryan
Marta de Menezes
Suzanne Anker
Tarah Rhoda
Maria-Francisca Abreu-Afonso
A exposição Raízes é para a Cultivamos Cultura um dos eventos mais importantes do ano. É simultaneamente o momento de apresentar os resultados das residências artísticas que foram acontecendo durante a primavera e verão no espaço da Cultivamos Cultura em São Luís – Odemira, e também o momento de apresentar publicamente esses trabalhos em conjunto com peças selecionadas de outras coleções na área dos novos media e de diferentes parceiros. É uma ocasião para contextualizar o trabalho que desenvolvemos, mostrá-lo à comunidade educativa e artística, nacional e internacionalmente.
mesa — exposição coletiva de escultura
Mar 18 2019
15 FEVEREIRO > 23 MARÇO I OFICINAS DE FORMAÇÃO E ANIMAÇÃO CULTURAL DE ALJUSTREL
Exposição de Ana Carolina Neves, Ana Sofia Sá, Joana Alarcão, Joana Sequeira, Laura Reis, Marco Pestana e Miguel Nunes da Silva, alunos finalistas da licenciatura em Escultura 17/18.
Decorre, entre 15 de fevereiro e 23 de março de 2019, a exposição coletiva de escultura “MESA”, que reúne trabalhos de sete alunos finalistas da licenciatura em escultura 2017/2018.
A exposição realiza-se nas Oficinas de Formação e Animação Cultural de Aljustrel, ao abrigo do protocolo estabelecido entre a FBAUL e aquele Município, e encerra com a realização de dois ateliers de escultura destinados à população local, dinamizados pelos mesmos alunos.
Da necessidade e da vontade o engenho e a arte – aula aberta
Mar 15 201921 MARÇO, 14h00 às 16h00 | AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Talhas para o vinho em Vila de Frades
A Oficina de António Rocha
Aula aberta
Prof. Mariano Pissarra e Prof.ª Virgínia Fróis
Entrada livre
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
monstra universitária — taipei national university of the arts
Mar 15 2019
25 MARÇO > 11H00 I SALA 3.07
No dia 25 de março a sala 3.07, a partir das 11h00, é exclusiva para a apresentação dos filmes de animação da Taipei National Uniersity of the Arts, no âmbito da MONSTRA UNIVERSITÁRIA.
Entrada livre até à capacidade da sala.
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa participa na MONSTRA UNIVERSITÁRIA 2019, com a apresentação da TAIPEI NATIONAL UNIVERSITY OF THE ARTS, com a presença de Chi-Sui Wang, professora associada na School of Film and New Media, especialista em Animação Experimental e Media Arte. Doutorada em Belas Artes na Universidade de Newcastle no Reino Unido. Atualmente é Reitora do Escritório de Assuntos Oficiais Internacionais e Curadora no Festival Internacional de Animação de Kuandu.
A pensar no público universitário o Festival MONSTRA apresenta em 14 Universidades de Lisboa e Caldas da Rainha programas de filmes de animação realizados por alunos de universidades internacionais.
Da seleção de 2019 fazem parte filmes de animação realizados por estudantes de cinco grandes departamentos de animação de algumas das maiores escolas de Arte da Europa e da Ásia.
Uma forma de partilhar e dar a conhecer o que se faz em instituições de ensino espalhadas pelo Mundo e ao mesmo tempo dar a conhecer as estéticas e as problemáticas que preocupam os jovens criadores de diferentes culturas.
As universidades convidadas são:
LISAA – L’institut Supérieur des Arts Appliqués (França);
KASK Gent – Koninklijke Academie voor Schone Kunsten (Bélgica);
LCC – London College of Communication (Reino Unido);
École MoPA – École du Film d’Animation et de l’Image de Synthèse (França);
Taipei National University of Arts (Taiwan).
WORKSHOP DE RABISCOS TERAPÊUTICOS
Fev 25 2019Até ao dia 26 de Fevereiro de 2019 estão abertas as inscrições para o Workshop de Rabiscos Terapêuticos, a realizar na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Coordenador: João Peneda
Formadora: Luci Vilanova
Horário
28 Fevereiro (5ª feira)
15h00-17h00
Duração total
2h00, em 1 sessões
Sala: 3.63
Público-Alvo
Exclusivo para estudantes da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, de todos os ciclos.
Descrição
Rabiscos Terapêuticos é um termo criado para definir os doodles que são utilizados em um processo de autoconhecimento. Doodle é uma palavra inglesa para referir um tipo de esboço ou desenho realizado quando uma pessoa está distraída ou ocupada. A palavra correspondente na língua portuguesa é “rabisco”. São desenhos simples que podem ser tanto figurativos quanto abstratos. Ao fazermos doodles podemos apreender 29% a mais de informações verbais. Sendo assim, é um ótimo método para estimular a concentração através da escuta, e é também, utilizado por muito artistas como um berçário de ideias para seus projetos artísticos, pois favorece e aciona a criatividade.
Objectivos gerais
Experimentar a aplicação da estratégia dos Rabiscos Terapêuticos num grupo formado por estudantes de Belas-Artes.Pretende-se conscientizar os estudantes de Belas-Artes acerca dessa importante prática que tantas pessoas costumam realizar naturalmente, mas à qual não se confere importância.
Materiais que os alunos deverão trazer para o workshop
Não será preciso trazer nenhum material, tudo será fornecido pela Formadora.
Inscrição
A participação no workshop é gratuita.
As inscrições já estão encerradas.
Termo de responsabilidade
- Caso não se verifique o número mínimo de inscritos, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa não se responsabiliza pela não realização do workshop
Pessoa por Almada: O Primeiro Olhar
Fev 20 2019
21 FEVEREIRO > 18H30 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Desenho sobre papel, 27 x 36 cm de largura; lápis de cor (rosa)
No dia 21 de fevereiro, às 18h30, realiza-se no Auditório Lagoa Henriques, a sessão de apresentação do desenho “Retrato de Fernando Pessoa”, da autoria de José de Almada Negreiros.
A entrada é livre.
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Oradores: A sessão terá a participação de Victor dos Reis (Presidente da FBAUL) e de António M. Trindade (Colecionador) bem como dos especialistas Fernando Rosa Dias (Professor da FBAUL), Fernando Cabral Martins (Professor da FCSH-UNL) e Marta Soares (Investigadora e Curadora).
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, apresenta o Retrato de Fernando Pessoa, desenho da autoria de José de Almada Negreiros, adquirido recentemente por um colecionador particular a um dos herdeiros do escritor.
O desenho integrou a exposição Os caminhos de Orpheu realizada em 2015 na Biblioteca Nacional de Portugal (entre 24 de março e 27 junho) e foi reproduzido no respetivo catálogo (n.º 15, p. 165) com a data de 1915. Surge também na obra de Richard Zenith, Fotobiografias do século XX – Fernando Pessoa (Lisboa, Círculo de Leitores, 2008).
A grande novidade acerca deste desenho – e a principal justificação para esta apresentação – é a sua verdadeira data: 1913 e não 1915, como até agora erroneamente se pensava. De facto, a observação atenta da obra e, em particular, da assinatura de Almada permitiu concluir que a marca abaixo desta corresponde à data de 1913, inscrita de forma idêntica à data das pinturas a óleo destinadas à Alfaiataria Cunha, em Lisboa. Uma destas tem a data de 1913 exatamente com a mesma grafia. Além disso, trata-se de um desenho a lápis de cor (rosa) e não de uma sanguínea, como tem sido descrito. O retrato adquire assim um interesse adicional por ter sido realizado no ano em que Fernando Pessoa e José de Almada Negreiros se conheceram. O primeiro tinha então 25 anos e o segundo 20.
A primeira referência feita por Pessoa a Almada surge no seu diário a 1 de Março de 1913 (Sábado):
«De manhã recebi cartas do Natal e do Sá-Carneiro. — Depois do almoço ideei várias pequenas poesias, sendo uma a alteração da Voz de Deus, por concordar com a crítica do Sá-Carneiro. Para baixo para o escritório do Mayer. Estive escrevendo as poesias compostas em casa, e nesta Agenda. Saí do escritório do Mayer às 14 1/2. Fui à tipografia ver se estavam a imprimir o Teatro. Ali estive, com uma interrupção (ir ao escritório do Lavado) até às 19. De noite lá voltei. Fui com o Almada Negreiros ao quarto dele ver os trabalhos para a exposição; achei muito bons. Foram também, ao mesmo tempo, Castañé, Lacerda e um rapazito Joyce, primo do António Joyce. Cheguei a casa pouco depois da meia-noite.»
Almada Negreiros, tanto quanto sabemos, fez apenas dois desenhos em vida de Pessoa: a caricatura que apresentou no II Salão dos Humoristas em 1913 e o presente desenho. Há um “arco” interessante entre a caricatura, o presente retrato e o desenho que fez no dia da morte do poeta e que foi publicado no Diário de Notícias a 1 de dezembro de 1935. Dos três, este é o único feito na presença do poeta. Na realidade, é o único retrato de Fernando Pessoa, além do de Adolfo Castañé, feito durante a sua vida.
Por esta renovada e ampliada importância, histórica e artística, é nosso dever defender a futura integração da obra nas coleções do Estado português.
Belas Artes defende inclusão de retrato de Pessoa por Almada nas coleções estatais (DN – 13/02/2019)
primeiras jornadas em educação artística
Fev 20 2019
22 FEVEREIRO > 10H-19H I ANFITEATRO 2, INSTITUTO DE EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DE LISBOA
Estas Jornadas procuram interrogar e problematizar as grandes questões que acompanham, na contemporaneidade, o debate em torno da educação artística. Os conferencistas propõem-se reflectir sobre os processos da criação nos diferentes contextos e níveis em que as identidades pessoais se enraízam. Abordarão tanto as narrativas de constituição de si do artista quanto as instituições que governam a cognição, a distribuição e a apropriação dos bens culturais. O objectivo das Primeiras Jornadas em Educação Artística é, assim, o de colocar em presença e em diálogo dinâmicas que muitas vezes nos surgem como antagónicas, como irredutíveis.
Também no campo das artes, tratar-se-á de pensar como as forças da liberdade e as do poder estão profundamente imbrincadas. O desejo de independência e de originalidade que invadem o sujeito-a-caminho da criação não se pode afirmar fora de um quadro institucional, como o que a educação escolar configura, em que se trabalha para a padronização e a homogeneização das categorias da visualidade e das práticas artísticas. É todo um campo de ambiguidades e ambivalências, de tensões e resistências que se procurará identificar e debater.
As Primeiras Jornadas em Educação Artística decorrem no âmbito do Programa Doutoral em Educação Artística (dupla titulação Universidade de Lisboa e Universidade do Porto) e são organizadas pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
A entrada é livre com inscrição obrigatória
PROGRAMA
10.00 Abertura
Luís Miguel Carvalho, Diretor do IE-ULisboa
10.15 Criação, governamentalidade e crítica: O paradigma da criatividade como forma de governo na educação
Catarina S. Martins e Tiago Assis, FBA-UP
11.00 O gesto texturante que revela uma escrita académica inventiva: Os desafios intertextuais de Barthes, Deleuze, Derrida e Foucault
Jorge Ramos do Ó, IE-ULisboa
11.45 Pausa para café
12.00 Debate
14.30 Perspetivas críticas sobre o devir do sujeito investigador em Educação Artística
Ana Paula Caetano e Ana Paz, IE-ULisboa
15.15 A deslocação de si e a inscrição nas práticas descolonizadoras
José Paiva, FBA-UP
16.00 Pausa para café
16.15 Cultura Visual, um enquadramento axial: O eixo do signo, o eixo do observador e o eixo da instituição
João Paulo Queiroz, FBA-ULisboa
17.00 Debate
17.45 Intervalo
18.00 Conferência de Encerramento What is ‘really’ taught in the arts education and its research? The alchemy of teaching
Thomas S. Popkewitz, Universidade Wisconsin-Madison
19.00 Encerramento
Paisajes Enlazados
Fev 20 2019
07 > 27 FEVEREIRO I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 7 de fevereiro, às 18h00, na Galeria das Belas-Artes a exposição Paisajes Enlazados de Ilídio Salteiro, com curadoria de Antonio García López.
horário schedule
2ª a 6ª › 11h–19h
monday to friday › 11am to 7pm
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
“Los hombres construimos demasiados muros
y no suficientes puentes”
Sir Isaac Newton
Entender la serie Paisajes enlazados de Ilidio Salteiro desde la literalidad de un género como el paisaje, sería quedarse en la superficie de un pensamiento mucho más profundo. Solo es posible entender la obra de Salteiro como una manifestación autorreferial hacia la propia pintura en cuanto disciplina, y espacio para la expresión. Los paisajes primigenios y “magmáticos” presentes en las últimas obras de Salteiro, lejos de ser inocentes, señalan el sentido último de la pintura entendida como elección personal, y como acto de resistencia. En un contexto como el actual, donde la industria cultural parece haber abdicado ante la moda del entretenimiento, donde todo es virtual, devolver la mirada a los materiales básicos de la pintura: óleo, acrílico, acuarela, es devolver el protagonismo a la naturaleza de la que nacimos, es hablar del barro, el agua, o el musgo, es un acto utópico pero necesario para poner en valor la fortaleza del pensamiento creativo como motor de cambio. Es así como Salteiro, asume que tanto la pintura como el pensamiento creativo, forman parte de un mismo espacio que hoy parece en peligro. Pero también es consciente de que esa creatividad, es la que nos ha permitido enlazar lo micro con lo macro, el pasado con el presente, investigar sobre la vida, y en definitiva adaptarnos a un medio siempre turbio, siempre cambiante.
Debemos asumir que la muestra Paisajes enlazados, alude más allá del género paisaje, al espacio pictórico de Salteiro entendido como metáfora de la vida, con su diversidad genética pero también como su multiculturalidad. Con sus recurrentes paisajes inventados, Salteiro no hace más que encontrarse con el ser humano que los habita. Con sus anhelos y con sus turbaciones, con sus ganas de vivir y con su miedo a morir. Todo lo que nos rodea está interrelacionado, naturaleza y vida son la misma cosa, el agua de los ríos, y la sangre que fluye por nuestras venas. El pasado y el presente también estan conectados, todo esta en movimiento continuo, y no es posible por mucho que se empeñen los totalitarismos absurdos, y la cosificación que rodea a nuestra sociedad consumista, poner límites y barreras a la naturaleza y a la propia vida. Hacer eso es sinónimo de autodestrucción y fracaso como especie. Solo podremos sobrevivir, si respetamos los tiempos y los flujos de la naturaleza, si retornamos al origen y a los elementos más esenciales, el agua, el barro, el aire. Solo así, seremos capaces de respetarnos a nosotros mismos y por extensión de sentirnos vivos. Es por ello que Salteiro insiste en su empeño por tender puentes y construir refugios, huyendo así de la absurda idea de ponerle vallas al bosque. Es por ello que el acto pictórico de Salteiro, está más preocupado por la curiosidad asociada a la formulación de preguntas, que por el confort que pueda proporcionar conocer las respuestas. Es por ello que esos paisajes que pinta, no son un ejercicio de nostalgia, más bien son expresiones de vida, de metamorfosis, de interpretaciones de un tiempo presente convulso, y que siempre ha sido cambiante a lo largo de la historia.
Antonio García López
lançamento do livro “o messias” de rocha de sousa
Fev 20 2019
22 FEVEREIRO > 17H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
No dia 22 de fevereiro, às 17h00, no Auditório Lagoa Henriques, realiza-se o lançamento do livro “O MESSIAS” de Rocha de Sousa.
A apresentação será feita pela Professora Isabel Sabino.
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
ROCHA DE SOUSA
Professor universitário (aposentado) na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa onde participou nos órgãos directivos e científicos da instituição, tendo sido significativa a sua actuação na Reforma do Ensino Superior Artístico. Foi também Professor Convidado na Universidade Aberta, onde investigou e leccionou tecnologia do vídeo. Membro correspondente da Academia Nacional de Belas Artes, membro da A.I.C.A e larga participação na SNBA.
Com uma larga actividade artística, participou em centenas de exposições individuais e colectivas no país e no estrangeiro.
Participou em diversos campos de criação e espaços de cultura, nomeadamente ensaio e crítica de arte (Diário de Lisboa, Colóquio, Seara Nova, Sinal, artes Plásticas), trabalho de conferências, visitas guiadas, além de pesquisa e ensaio em cinema e vídeo, com diversos filmes publicados, arte digital.
Colaborou em várias séries sobre arte para a RTP, como Arte Portuguesa, As Coisas e as Imagens, A mão, O Homem em desenvolvimento, entre várias outras.
Publicou livros de carácter pedagógico, didáctico e técnico como Didáctica Educação Visual, Ver e Tornar Visível, Desenho: tpu19, Introdução às Artes Plásticas, ed. Gulbenkian, entre outros sobre autores como Teixeira Lopes, Pedro Chorão, Eduardo Nery, Luís Dourdil.
No plano literário tem publicado vários livros: Amnésia (teatro), Angola 61 — uma crónica de guerra — A Casa, Os Passos Encobertos, A Casa Revisitada, A Culpa de Deus, Belas Artes e Segredos Conventuais, coincidências Voluntárias, Talvez Imagens e Gente de Um Inquieto Acontecer, Lírica do Desassossego, Narrativas da Suprema Ausência.
Dinero — Dinheiro — por la itenerancia
Fev 19 201925 JANEIRO > 24 FEVEREIRO I SALA DE EXPOSICIONES— UNIVERSIDAD POPULAR DE MAZARRÓN
Inaugura no dia 25 de janeiro de 2019, a 4ª exposição internacional itinerante ‘Dinero-Dinheiro’ em Espanha, comissariada por Antonio García López e Ilídio Salteiro, Vicedecano da Facultad de Bellas Artes de Murcia e professor da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa respetivamente. A inauguração terá lugar às 19h00 na Sala de Exposiciones de la Universidad Popular de Mazarrón, Murcia.
Artistas espanhóis e portugueses participantes:
Álvaro Alonso Sánchez, Antonio García López, Carmen Grau, Carolina Maestro, Concha Martínez Montalvo, Cristóvão V. Pereira, Diogo da Cruz, Domingos Loureiro, Dora Iva Rita, Francisca Núñez, Francisco Berenguer, Francisco J. Guillén, Ilídio Salteiro, João Castro Silva, João Paulo Queiroz, Jorge dos Reis, José Mayor, Juan J. Águeda, Luís Herberto, Luís Izquierdo, Manuel Gantes, Manuel Páez, Mariano Maestro, Maribel Pleguezuelos, Olga Rodríguez Pomares, Pedro Alonso Ureña, Román Gil, Torregar, Salvador Conesa, Víctor Piñera Albares (Virtoc), Victoria Santiago Godos.
A 1ª exposição teve lugar no Instituto Superior de Economia e Gestão de Lisboa (ISEG) entre 29 de outubro e 28 de novembro de 2016. Sendo uma exposição itinerante esteve no Museo de la Universidad de Murcia, entre 9 de Maio e 4 de Junho de 2018, seguiu-se o Museo de Archena onde esteve patente até 25 de agosto, em 14 de setembro inaugurou na Sala Levante da Facultad de Ciencias de la Empresa (UPTC), em Cartagena, onde esteve patente até 24 de outubro de 2018. Em 2019 será a Sala de Exposiciones de la Universidad Popular de Mazarrón a receber esta exposição, entre 25 de janeiro e 24 de fevereiro.
Está a ser preparada uma publicação com fotos das obras e textos dos seus autores. Esta informação também consta de um blog que inclui informação adicional e um catálogo virtual com os CV’s, fotos e textos de cada um dos artistas participantes: http://ddiinnhheeiirroo.blogspot.com/
CIEBA – Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes
Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Murcia
Universidad Politecnica de Cartagena
Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto
Instituto Superior de Economia e Gestão
lo straniero
Fev 19 2019
07 > 23 FEVEREIRO I ISTITUTO PORTOGHESE DI SANT’ANTONIO IN ROMA
Inaugura no dia 7 de fevereiro, às 18h00, no Istituto Portoghese di Sant’Antonio in Roma a exposição Lo Straniero de Manuel Gantes, com curadoria de Luísa Arruda.
horário schedule
3ª a sábado › 17h–20h
tuesday to saturday › 5pm to 8pm
Manuel Gantes, propôs o enigmático título Lo Straniero para a exposição na Galeria do Instituto de Santo António dos Portugueses, revisitando a série de 119 desenhos da sua tese: Desenho no século XX e XXI: imagem, espaço, tempo, tese apresentada à Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes, em 2013. A este núcleo temático de desenhos agregou outras séries, desta vez em pintura, relativas à sua actividade actual. A obra de Albert Camus, o seu pensamento, subjaz nas séries que Manuel Gantes nos dá a ver, reclamando na limpidez solar dos seus desenhos ou na opacidade pardacenta das tintas das pinturas, a condição de Straniero que somos de um ou outro modo. Urge reler Camus.
Luísa Arruda
desimaginar o mundo — jornadas manuel antónio pina
Fev 11 2019 
17 JANEIRO > 09 FEVEREIRO I SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS-ARTES
No dia 18 de Novembro de 2018, celebrou-se o 75° aniversário do nascimento do poeta Manuel António Pina, autor de uma mais consistentes e imaginativas obras da literatura em língua portuguesa.
Depois de São Paulo e do Porto, as Jornadas Internacionais Desimaginar o Mundo – Manuel António Pina 2019 acontecem em Lisboa, na Sociedade Nacional de Belas Artes com o lançamento dos livros “Manuel António Pina: desimaginar o mundo: descriá-lo” e “Manuel António Pina: dos olhos e das matérias”, no dia 17 de janeiro, às 18h30, no Auditório da SNBA. A apresentação dos dois livros contará com a intervenção do Professor José Carlos Pereira.
Ainda no dia 17 de janeiro, às 19h30 inaugura nas Galerias Fernando de Azevedo (SNBA) as exposições de fotografia Desimaginar o mundo, descriá-lo, e de pintura Elogio da matéria, em homenagem ao escritor. As exposições ficarão patentes até dia 9 de fevereiro.
horário schedule
2ª a 6ª › 12h–19h
sáb › 14h–20h
monday to friday › 12pm to 7pm
saturday › 2pm–8pm
CONSULTAR O PROGRAMA AQUI