Arte Multimédia
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xCoAx 2026 — 14th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X
Mai 24 2026
08 > 10 JULY 2026 I TORINO, ITALY
xCoAx 2026 – 14th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X
8-10 July 2026 – Torino, Italy
Submit before February 1, 2026.
xCoAx explores the intersections where computational tools and media meet art and culture in the form of multi-disciplinary enquiries on aesthetics, computation, communication and the elusive X factor that connects and affects them all.
xCoAx is a great chance for international audiences to exchange ideas in search of interdisciplinary synergies between artists, media practitioners, computer scientists, and theoreticians at the thresholds between digital arts and culture.
xCoAx 2026 will take place at the Palazzo Madama museum in Torino, Italy, under the auspices of the Department of Philosophy and Education Sciences of the University of Torino.
Call for papers, artworks, performances, School of X applications.
xCoAx 2026 calls for papers, artworks, performances and research works-in-progress by scholars, artists, performers and students working on any of its multi-disciplinary facets.
You are invited to submit theoretical, practical or experimental research work in the form of papers, artworks, or performances, on a range of topics that includes but is not limited to the following:
Computation / Communication / Aesthetics / X / Algorithms / Systems / Models / Artificial Aesthetics / Artificial Intelligence & Creativity / Artistic explorations of digital game technologies / Audiovisuals / Multimodality / Design / Interaction / Generative Art & Design / History / Mechatronics / Physical Computing / Music / Sound Art / Performance / Philosophy of Art & of Computation / Computational Photography and Image Technologies / Technology / Ethics / Epistemology
If you are a Master’s or PhD student you also have the opportunity to apply for the School of X.
All information on how to submit papers, artworks, performances, and applications to the School of X is available at https://xcoax.org
Important dates:
- February 1 (end of day anywhere on Earth): Deadline for submissions.
- March 23: Notifications to authors.
- April 20: Registration deadline for authors.
- April 26: Delivery of final versions of full papers and extended abstracts of artworks and performances for the proceedings.
- May 3: Delivery of final versions of multimedia files for the website.
- July 6 to 7: xCoAx exhibition set-up at Palazzo Madama.
- July 8 to 10: xCoAx conference, exhibition, and performances.
Contacts:
email: info@xcoax.org
instagram: @xcoaxorg
bluesky: xcoax.org
arte sonora: processos experimentais
Jan 19 2026
CANDIDATURAS ATÉ 23 JANEIRO 2026
Estão abertas as candidaturas até 23 de janeiro de 2026 para a Pós-Graduação Arte Sonora: Processos Experimentais.
Datas importantes:
Publicação dos resultados > a partir de 3 de fevereiro de 2026
Matrícula e inscrição dos candidatos colocados > no prazo de 3 dias após notificação das instruções de matrícula e inscrição.
Início das aulas > 9 de fevereiro de 2026
https://www.instagram.com/arte.sonora.experimentais/
O Curso Pós-Graduado de Aperfeiçoamento em Arte Sonora: Processos Experimentais é um curso não conferente de grau académico que pretende facultar e aprofundar conhecimentos sobre as particularidades físicas, ontológicas, eletrónicas e espaciais do som no contexto da Arte Sonora, na sua relação e influência sobre as Artes Visuais e a Música Experimental.
Coordenação científica de Daniel Pinheiro
CORPO DOCENTE: Daniel Antunes Pinheiro, Diogo Melo e Fernando Fadigas
patologias fílmicas e outras dissidências — exposição de lucas camargo de barros
Jan 12 2026
10 > 14 JANEIRO 2026 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, no dia 10 de janeiro, às 17h00, a exposição do realizador e pesquisador Lucas Camargo de Barros, intitulada Patologias fílmicas e outras dissidências. A mostra propõe uma imersão nos processos criativos que atravessam a escrita, a montagem e a realização do longa-metragem O Tubérculo (70 min, Super8mm, 2024), filme correalizado com Zetune.
Com curadoria de Cátia Rodrigues e organização de Fabián Cevallos Vivar, a exposição parte de novas imagiologias para expandir o trabalho cinematográfico para o espaço expositivo, dando corpo material às imagens, aos afetos e às fraturas narrativas do filme. A tridimensionalidade desses gestos amplia a noção de coming back home, eixo central de O Tubérculo, transformando a experiência fílmica em um campo sensorial, crítico e político.
Rodado integralmente em Super8mm, na cidade natal do artista, O Tubérculo se constrói como um caso clínico ficcional, narrando o retorno de G. após a morte de sua avó, vítima de uma misteriosa doença chamada Insônia Familiar Fatal. Entre biografia, delírio e fabulação, o filme articula temporalidades dissociativas e contamina o próprio corpo da imagem, instaurando um cinema onde a doença não é apenas tema, mas força formal dissidente.
A exposição dialoga diretamente com a investigação teórico-prática desenvolvida por Barros em sua tese no programa de Artes Performáticas e Imagem em Movimento, orientado por Prof. Rogério Taveira e co-orientado pela Profª Marta Mendes. No trabalho, analisa as representações da doença no cinema contemporâneo como estratégia de dissidência formal ao propor o conceito de patologia fílmica: um modo de leitura e criação em que o filme incorpora sintomas, disfunções e instabilidades, deslocando as formas hegemônicas de narrativa, imagem e fruição.
Entre cinema expandido, pensamento crítico e fabulação estética, Patologias fílmicas e outras dissidências convida o público a atravessar um território instável onde corpo, imagem, diagnóstico e invenção se fundem. E onde a doença emerge como força poética, política e dissidente do próprio cinema.
Horário: 2ª a sáb › 11h–19h
A exposição Patologias fílmicas e outras dissidências, do realizador e pesquisador Lucas Camargo de Barros, encerrra com uma finissage no dia 14 de janeiro de 2026, a partir das 18h, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes. A programação de encerramento inclui a exibição do longa-metragem O Tubérculo (70 min, Super8mm, 2024), correalizado por Barros e Zetune, às 20h, no Auditório Lagoa Henriques.
inshadow lisbon screendance festival — exposição de vídeo-dança
Dez 14 2025

03 > 19 DEZEMBRO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
A 17ª edição do InShadow – Lisbon Screendance Festival percorre Lisboa com competições de vídeo-dança, documentário e animação, e inclui também performances, exposições, masterclasses e workshops.
Na FBAUL, o InShadow ocupa a cisterna com uma instalação de vídeo-dança de vários artistas, e a galeria com uma exposição de fotografia e vídeo da artista Andrea Hackl. Com inauguração a 3 de Dezembro, às 18h30, estas exposições podem ser visitadas até dia 19 de Dezembro.
No âmbito do InShadow Lisbon Screendance Festival inaugura no dia 3 de dezembro, às 18h30, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes uma exposição de vídeo-dança. A exposição ficará patente até 19 de dezembro.
Horário: 2ª a 6ª das 10h às 18h
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
6 experiências de vídeo-dança assentes num pensamento renovado sobre o espaço, a luz e o som — a dança como território de expansão artística.
Serão apresentados os filmes:
_Crossing by Francisca Ribeiro
_Metai by Laura Diciunaité
_Haita by Tupac Martir
_The Isle of the Dead by Iwona Pasinska
_Chorale by Sandrick Mathurin
_The Oath by Alla Kovgan
when the wind sang to us and the sea whispered to the moon — exposição de andrea hackl
Dez 14 2025 
03 > 19 DEZEMBRO 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
A 17ª edição do InShadow – Lisbon Screendance Festival percorre Lisboa com competições de vídeo-dança, documentário e animação, e inclui também performances, exposições, masterclasses e workshops.
Na FBAUL, o InShadow ocupa a cisterna com uma instalação de vídeo-dança de vários artistas, e a galeria com uma exposição de fotografia e vídeo da artista Andrea Hackl. Com inauguração a 3 de Dezembro, às 18h30, estas exposições podem ser visitadas até dia 19 de Dezembro.
When the Wind Sang to us and the Sea Whispered to the Moon
Captação de uma dança fluída de dissolução e transformação e celebração da leveza e graciosidade.
Inaugura no dia 3 de dezembro, às 18h30, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição de fotografia e vídeo When the Wind Sang to us and the Sea Whispered to the Moon de Andrea Hackl, no âmbito do Festival InShadow. A exposição ficará patente até 19 de dezembro.
Horário: 2ª a 6ª das 10h às 18h
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
No âmbito da sua exposição para o InShadow, Andrea Hackl apresenta um novo trabalho em vídeo e uma seleção de fotografias de três séries que dialogam entre si – sombra e luz, água e ar – formando a sua própria dança. As séries GRACE, BLACK & MOON LIGHT nasceram de encontros com os fotógrafos Maike Helbig (Grace, Black) e Duarte Netto (Moon Light).
A presença de Andrea Hackl no InShadow é apoiada financeiramente pelo Fonds Podiumskunsten Netherlands.
Andrea Hackl é uma realizadora independente, artista multidisciplinar e coreógrafa sediada em Amesterdão, e trabalha com filme, cinema e performance. O corpo tem uma presença importante no seu trabalho e a sua formação em dança e prática baseada no movimento moldou definitivamente a forma como percebe e trabalha com o mundo à sua volta — e conferiu uma sensibilidade e qualidade especiais ao seu trabalho cinematográfico —, mas valoriza a alquimia de diferentes disciplinas, e a sua prática funde cinema com performance, com o objetivo de criar projetos poéticos e visualmente atraentes que exploram temas como liberdade, empoderamento, conexão humana e a interação entre paisagens internas e externas.
Os artistas por trás da lente: Duarte Netto e Maike Katharina Helbig
Mostra que Somos Humanos – Encontro Artístico e Científico
Dez 05 202512 DEZEMBRO 2025 | 15H00 > 21H30 | FBAUL | GRANDE AUDITÓRIO
PROGRAMA
15h00 – Devi – Subina Shrestha (2024)
17h00 – A Fidai Film – Kamal Ajafari (2024)
19h00 – Mr. Nobody Against Putin – David Borenstein e Pavel Talankin (2025)
As sessões serão seguidas de debate com o público.
18h30-19h00 – Será servido um cocktail oferecido pela Embaixada dos Países Baixos em Lisboa, que contará com a presença da Senhora Embaixadora Margriet Leemhuis.
Este evento é realizado como apoio do CIEBA – Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes
Entrada livre até à lotação da sala.
O evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
entre mundos — workshop gratuito pelo cada
Nov 24 2025
27 E 28 NOVEMBRO 2025 > 10H/13H I SALA 4.11
Todos os organismos criam modelos internos do que os rodeia quando interagem com o mundo. Para garantir a sua sobrevivência, as espécies individuais ligam-se a uma realidade subjacente de formas radicalmente diferentes. Sentindo o ambiente através do seu particular sensório, cada organismo perceciona um mundo autocentrado que é intrinsecamente subjetivo (‘Umwelt’, J. von Uexküll). Ao mesmo tempo, é igualmente verdade que, a um nível fundamental, a unidade de sobrevivência não é nem o indivíduo, nem o grupo, nem mesmo a espécie, mas antes e sempre ‘organismo mais ambiente’ (Bateson). Assim, a vida pode ser considerada uma vasta teia interligada onde múltiplos mundos se sobrepõem.
Numa altura em que a Inteligência Artificial ganha cada vez mais peso cultural, este workshop parte da premissa de que a inteligência humana é parte de um mais vasto sistema ecológico do qual não pode ser separada. A teoria das redes será explorada como uma ferramenta para unir o humano e o não-humano, juntamente com uma lógica performativa, não ortodoxa, que demonstra como as oposições binárias não são nem inerentes nem fixas. Os participantes no workshop conceberão novas estratégias artísticas para a sua prática individual de estúdio. Integra módulos práticos e teóricos.
Este workshop é gratuito mas requer inscrição previa.
Para reservar um lugar por favor envie um email para sofiaoliveiraCADA@proton.me
Organizado por CADA em conjunto com o Departamento de Design de Comunicação e o Departamento de Arte Multimédia.
Sobre o CADA: O CADA é um grupo artístico que utiliza novos media para ativar um espaço para a experiência. O seu trabalho é lúdico e frequentemente inspirado por aquilo que na vida quotidiana e em ambientes não humanos pode ser inferido através de padrões e aquilo que, de outra forma, é incomputável. A abordagem do grupo é colaborativa e experimental. Organiza também Human Entities, um programa anual de conversas públicas centrado na mudança tecnológica e nos seus impactos, workshops para examinar narrativas de computação e a residência ANIMAIS para alargar a participação nos novos media.
Criado em Lisboa em 2007 por Sofia Oliveira e Jared Hawkey, o CADA já expôs pela Europa e no Brasil. O CADA já recebeu financiamento público da Direção Geral das Artes, Ministério da Cultura, Programa Europa Criativa da União Europeia, Fundação para a Ciência e Tecnologia e Câmara Municipal de Lisboa.
susana de sousa dias convidada de honra do idfa 2025
Nov 19 2025
13 > 23 NOVEMBRO 2025 I AMESTERDÃO
Susana de Sousa Dias, Professora da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, é a Convidada de Honra do IDFA 2025, Festival Internacional de Documentário de Amesterdão, que decorre de 13 a 23 de Novembro. O IDFA é considerado o maior e um dos mais conceituados festivais de cinema documental a nível internacional.
Nas últimas edições esta distinção foi atribuída aos artistas e cineastas Hito Steyerl, Johan Grimonprez, Laura Poitras e Wang Bing e, em anos anteriores, a cineastas como Agnès Varda e Werner Herzog.
O IDFA apresenta vários filmes de Susana de Sousa Dias, Guest of Honor, aclamada cineasta, curadora e académica. Conhecida pela sua abordagem singular às imagens de arquivo e à forma cinematográfica, a sua obra questiona a ditadura, os legados coloniais e o frágil terreno da memória.
fragmentos híbridos++
Nov 09 2025
05 > 12 NOVEMBRO 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 5 de novembro, às 18h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a exposição Fragmentos Híbridos++. A exposição ficará patente até 12 de novembro.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário: 2ª a 6ª 13h/18h
A exposição Fragmentos Híbridos++ incrementa e dá continuidade à exposição anterior Fragmentos Híbridos, que emergiu no âmbito de práticas de materialidades híbridas e de processos artísticos desenvolvidos no âmbito do CAPHE – Communities and Artistic Participation in Hybrid Environment – e que se foram extrapolando para cenários adjacentes. Continua-se a explorar a potencialidade especulativa do fragmento como conceito operativo nas artes e como recurso para a formação em investigação artística no ensino superior. Partindo da ideia de que uma porção de algo pode renascer e recriar qualquer outra “coisa”, a mostra propõe situações experimentais que articulam diferentes corpos materiais no continuum da realidade-virtualidade. Este processo visa promover o diálogo entre sujeitos e materiais, que também podem ser sujeitos. As experiências resultantes abrem caminho para novas abordagens na educação artística, especialmente no que respeita à investigação artística e à sua transferência de conhecimento.
Inspirando-se na noção de tessera da crítica literária (Bloom, 1973), e no conceito de constelação enquanto processo criativo dinâmico (Elias, 2019) que resgata a complexidade, significado e autonomia do fragmento (Perienes 2010), Fragmentos Híbridos expande o conceito de “fragmento nómada” proposto por Elias, Mendes, Ângelo e Lucas (2024). Através de uma selecção de imagens e objectos de diversos artistas, a exposição apresenta fragmentos que ora se manifestam como documentos, ora se reconfiguram como imagens sobreviventes (Didi-Huberman), surgindo em novas materialidades e ambientes digitais que mantêm a latência das suas aparições anteriores. Nestas composições, os trabalhos apresentados plasmam diferentes temporalidades e estágios matéricos, colapsando planos visuais que evocam tanto a matéria vibrante de Bennet, como o conhecimento situado de Haraway e o sujeito nómada de Braidotti.
Numa progressão de texturas, espaços e materializações híbridas, a exposição é um convite à imersão através de experiências multissensoriais, das tecnologias da escultura, do desenho, da fotografia aos fragmentos de múltiplas proveniências, aos conteúdos em Realidade Aumentada, Realidade Virtual e impressão digital 3D.
Em particular, a exposição dá a conhecer o trabalho de investigação e de educação artística desenvolvido por professores e estudantes da FBAUL em colaboração com outros membros e estudantes do projecto CAPHE no âmbito das actividades propostas, incluindo conteúdos documentais realizados durante as mobilidades efectuadas.
play pause l xxv anos de música no pogo teatro
Nov 07 2025
08 NOVEMBRO 2025 > 19H00 I POGO TEATRO
PLAY PAUSE | XXV Anos de Música no Pogo Teatro
Apresentação da edição de Fernando Fadigas, uma edição Variz
CONCERTO | PERFORMANCE AUDIOVISUAL
Actor: Luís Elgris
Vídeo: Sandra Zuzarte
Música: Fernando Fadigas
DJ Set: Pogo Club
Play Pause | XXV Anos de Música no Pogo Teatro, reúne um corpo de trabalho desenvolvido por Fernando Fadigas nos últimos vinte cinco anos com o Pogo Teatro, uma celebração que partilha com o público e com este coletivo que atua nas artes performativas desde 1993.
No conjunto de peças editadas, encontramos músicas e ambientes sonoros de espetáculos multimédia, instalações, vídeos, performances e exposições produzidas desde 1999.
O concerto de apresentação resgata muitas das imagens e sons do arquivo Pogo, agora reeditadas numa obra audiovisual de Sandra Zuzarte.
O ator Luis Elgris fará uma performance a partir da peça Set by Set (2012), apresentada no Super Stereo Demonstration (Teatro Maria Matos), uma adaptação de “Um homem sem qualidades” de Robert Musil.
A fechar o acontecimento, um DJ Set Pogo.
POGO TEATRO
8 de Novembro de 2025 | 19h
Rua Cintura do Porto, Edifício 403, Lisboa
Entrada livre
Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
Hybrid Fragments++ Workshop
Nov 05 2025
13TH NOVEMBER 2025 > 6PM I FBAUL GALLERY
Coordination: Pedro Ângelo, Monica Mendes, e Helena Elias
The exhibition Hybrid Fragments++ builds on and continues the previous exhibition Hybrid Fragments, which emerged from hybrid materiality practices and artistic processes developed within CAPHE project.
Now it is time for its finissage and nothing better than a workshop to lively conclude the works displayed. On behalf of CAPHE, we invite participants, especially those in research training programmes, to develop creatively their skills by using augmented reality and 360 camera capture and editing techniques as well. This process aims to promote dialogue between subjects and materials, which can also be subjects. The resulting experiences promote new approaches in arts education, particularly in especially about artistic research and its potential for knowledge transfer.
Based on the idea that a portion of something can be reborn and recreated any other ‘thing,’ the workshop proposes experimental situations that articulate different material bodies in the continuum of reality-virtuality. to It seeks to explore the speculative potential of the fragment as an operative concept in the arts and as a resource for training in artistic research in higher education.
sessão de abertura do Curso de Doutoramento em Belas-Artes 2025/2026
Out 06 2025
09 OUTUBRO 2025 > 17H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Realiza-se no dia 9 de outubro, pelas 17h00, no Auditório Lagoa Henriques, a sessão de abertura do Curso de Doutoramento em Belas-Artes 2025/2026, com a presença dos Coordenadores do 3º ciclo das respetivas especialidades, Professora Patrícia Gouveia de Arte Multimédia, Professor Fernando Rosa Dias de Ciências da Arte e do Património, Professor José Teixeira de Escultura, Professora Diana Costa de Pintura, Professor António Trindade de Desenho, Professor Pedro Almeida de Design de Comunicação e Professor Pedro Silva Dias de Design de Equipamento.
nothing from nothing
Out 02 2025
03 OUTUBRO 2025 > 19H00 I GRANDE AUDITÓRIO //// OCTOBER, 3 > 7 PM
Estreia do filme, 116 minutos, 2025. Entrada gratuita.
Film Premiere,116 minutes, 2025. Free Admission.
Com a intenção de explorar o valor estético do nada, a sua capacidade e poder milagrosos de se criar a partir de si mesmo e de inspirar a criatividade autónoma nos outros, Nothing From Nothing (2025, 116 minutos) revela como o potencial milagroso de autocriação do nada, a que me refiro como a Décima Musa de Shakespeare ou Vontade do Nada, transforma a perda em descoberta, a morte em vida e o nada em muitos.
“Can you make no use of nothing, nuncle?” (King Lear 1.4)
With the intention to explore the aesthetic value of nothing, its miraculous ability and power to create itself out of itself and to inspire autonomous creativity in others, Nothing From Nothing (2025, 116 minutes) reveals how nothing’s miraculous self-creating potential, what I refer to as Shakespeare’s Tenth Muse or Will to Nothing, turns loss to find, death to life, and none to many.
Juntamente com o Bobo da Corte de Lear, o público deste filme é convidado a perguntar: «qual é o valor de uso do nada?» Segundo os cientistas, o universo surgiu do nada. Será herético pensar que o nada veio do nada? Será que o nada, do qual se diz que todas as coisas evoluíram, pode ter emanado de si mesmo? Neste filme, a vontade autoral de Lear para o nada não só dá origem à peça e à sua multiplicidade de partes, como também destaca o objetivo final da poesia — a expansão infinita.
Alongside Lear’s Fool, the audience of this film is invited to ask: ‘what is the use value of nothing?’ According to scientists, the universe emerged from nothing. Is it heretical to think that nothing came from nothing? Could the nothing out of which all things are said to evolve, have emanated from itself? In this film, Lear’s authorial will to nothing not only gives birth to the play and its multiplicity of parts, but also highlights the ultimate aim of poetry — infinite expansion.
A maior parte da ação em Nothing From Nothing foi filmada numa cisterna medieval em Lisboa, sob a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, onde sombras ameaçadoras, silêncios profundos e ecos comoventes criam uma atmosfera de mistério e intriga. A nossa adaptação inclui uma personagem que representa a sósia de Cordélia, interlúdios inesperados, um alfabeto inventado baseado nas personagens da peça e momentos-chave da ação, juntamente com breves excertos das peças e sonetos de Shakespeare, Don Sebastian, King of Portugal (1689), de John Dryden, Mensagem (1934), de Fernando Pessoa, e Orpheu Literary Quarterly Volumes 1 & 2 (1915/2022).
The majority of action in Nothing From Nothing was filmed in a medieval cistern in Lisbon, beneath the University of Lisbon’s Faculty of Fine Arts, where looming shadows, profound silences and heart wrenching echoes create an atmosphere of mystery and intrigue. Our adaptation includes a character understood to represent Cordelia’s Double, unexpected interludes, an invented alphabet based on the characters of the play and key moments in the action, along with brief extracts from Shakespeare’s plays and sonnets, John Dryden´s Don Sebastian, King of Portugal (1689), Fernando Pessoa´s Mensagem (1934), and Orpheu Literary Quarterly Volumes 1 & 2 (1915/2022).
Ao longo do processo de filmagem e edição deste projeto, o meu objetivo foi não só destacar o potencial milagroso de autocriação do nada, mas também a sua ligação à mão do artista como sujeito e ao valor estético da negritude, da invisibilidade, da ausência e do silêncio.
Throughout the process of filming and editing this project, my goal has been not only to highlight nothing’s miraculous self-creating potential, but its connection to the hand of the artist as subject, and how the aesthetic value of nothing is intimately related to the aesthetic value of blackness, invisibility, absence and silence.
Iniciei este projeto em julho de 2023 com o apoio heroico de atores e músicos talentosos e entusiastas, incluindo estudantes, professores de inglês aposentados, voluntários e atores profissionais de teatro.
I initiated this project in July 2023 with the heroic support of talented, enthusiastic actors and musicians (including students, retired English teachers, volunteers and professional theatre players).
Ao refletir sobre a cegueira deliberada e a loucura do Rei Lear e de Dom Sebastião, a vontade de se entregar por completo — por nada, por toda a eternidade —, o significado radical do motivo do duplo nada é revelado em toda a sua plenitude. A subtil analogia entre os dois reis tem como objetivo destacar a imortalidade da autoria em função do seu público leitor. Mais importante ainda, retrata um rei que se esconde deliberadamente, ou seja, que sobrevive milagrosamente para sempre devido à sua ocultação deliberada.
Dwelling on the willful blindness and madness of King Lear and Don Sebastian, the will to give all of oneself away — for nothing, for all eternity, the radical significance of the double nothing motif is brought into full view. The subtle analogy between the two kings is meant to highlight the immortality of authorship on account of its readership. Most importantly, it portrays a King who goes into hiding willfully, that is, who miraculously survives forever on account of his willful hiddenness.
Discursos de abertura e Inauguração / Opening Remarks and Inauguration (Grand Auditorium / Grand Auditorium): Professor Doutor Fernando António Baptista Pereira
David Swartz é um artista Canadiano que realizou o seu Mestrado em Pintura, sob a nossa orientação, na Faculdade de Belas Artes, há uns anos atrás, desenvolvendo uma pesquisa sobre o Silêncio e o Nada enquanto fundamentos de uma abordagem ao fascinante tema da mão do Artista.
Nos últimos anos, realizou o seu Doutoramento em torno de alguns aspetos da obra de Shakespeare, prolongando essa investigação original num modo dramatizado, quase trágico, como acontece em muitas das peças que o escritor inglês escreveu, explorando as oposições entre ascensão e descida, presença e ausência, queda e redenção, erotismo masculino e feminino, e desembocando numa coincidência ou interfusão de opostos.
Neste seu filme, explorando a tragédia ‘King Lear’ de Shakespeare, sobre a terrível solidão do poder que conduz ao corte com a realidade que só a saudável loucura pode curar, David Swartz aprofunda a interpelante problemática do NADA, que, como uma nódoa, alastra pelos interstícios da condição humana quando esta se vê desertificada pela experiência salvífica do Amor em favor da adulação e da conveniência.
Fernando António Baptista Pereira
lisbon street photo fest
Set 25 2025
27 > 28 SEPTEMBER 2025 I FACULDADE BELAS-ARTES UNIVERSIDADE LISBOA
On 27–28 September 2025, we’ll meet in Lisbon for the first edition of Lisbon Street Photo Fest: a new celebration of street photography, bringing together photographers, enthusiasts, and curious minds from around the world. The 2025 edition will take place at the Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Focused on celebrating street photography, the festival offers exhibitions, talks, photowalks, portfolio reviews, and workshops, fostering creative exchange between photographers from around the world.
FREE WORKSHOP EXCLUSIVE TO STUDENTS FROM FBAUL
Workshop • PT Street Collective
The Fundamentals of Street Photography
Exclusive to students from Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
Dates: 27th to 28th of September 2025
Language: English/Portuguese
Max. number of Participants: 14
WORKSHOPS PARTICIPATION SCHOLARSHIPS FOR FBAUL STUDENTS
Registration for the workshops is now open, and there is a registration fee.
However there is one free place available for each workshop for 2nd, 3rd and 4th year undergraduate students from all areas of FBAUL.
As there is only one place per workshop, places will be allocated on a first-come, first-served basis.
Interested students should send an email to comunicacao@belasartes.ulisboa.pt with the following information:
_workshop title
_full name of the student
_student number
_degree programme
_year of enrolment in the 2025/26 academic year
Only registrations from students who send all the requested information will be considered.
Choose between the workshops:
WORKSHOPS
_Nikita Teryoshin
The Radical Reportage
27-28 September
_Gustavo Minas
The Street as a Mirror
27-28 September
_Matt Stuart
Introduction to Street Photography
27-28 September
_José Sarmento Matos
Storytelling in Street Photography
27-28 September
_Diogo Coelho
B&W Film Photography + Darkroom
27-28 September
_Rui Pina
Shooting Strangers
27 September
_Sandra Hernández
The Infraordinary
28 September
_Jonathan Bertin
Color & Abstraction
28 September
première — 30ème édition
Ago 25 2025

10 JULHO > 31 AGOSTO 2025 I CENTRO DE CULTURA E DE CONGRESSOS DO ESTORIL
Inaugura no dia 10 de julho, às 18h00, no Centro de Cultura e de Congressos do Estoril, a exposição PREMIÈRE, na sua 31ª edição.
Esta mesma exposição PREMIÈRE, na sua 30ème Édition, esteve patente no Centre D’Art de Meymac, em França, de 20 de 0utubro de 2024 até 12 de janeiro de 2025.
Première é um programa prospectivo, iniciado e desenvolvido, desde há 30 anos, pela Abadia de Saint André – Centro de Arte Contemporânea de Meymac, selecciona e convida diplomados/as de escolas de arte francesas parceiras do projeto, aos quais e às quais é proposta uma exposição – no Centro de Arte Contemporânea de Meymac ou numa instituição parceira – acompanhada de um texto crítico sobre o trabalho de cada artista e de um CATÁLOGO.
O Centre d’Art tem vindo a desenvolver ligações com o meio artístico português desde 2018, reforçadas em 2022 durante a Temporada França-Portugal com a a participação de escolas de arte portuguesas na Première. Este sucesso levou à renovação do programa em 2024.
Esta nova edição franco-portuguesa teve a curadoria de Caroline Bissière e Jean-Paul Blanchet do Centre d’art de Meymac e Luísa Soares de Oliveira, historiadora de arte.
As escolas participantes são :
Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha
Politécnico de Leiria
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
École européenne supérieure de l’image de Angoulême-Poitiers
École nationale supérieure d’art de Bourges
École supérieure d’art de Clermont Métropole
École nationale supérieure d’art et de design de Limoges
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa está representada pelos estudantes Cygny Malvar do Departamento de Desenho, Francisco Figueiredo Lopes do Departamento de Escultura, Manuel Ferreira do Departamento de Pintura e Ricardo Leandro do Departamento de Arte Multimédia.
Centro de Cultura e de Congressos do Estoril inaugura primeira exposição
Centro de Congressos do Estoril ganha novo nome e torna-se num espaço cultural
entre ruído e movimento
Jul 29 2025
10 JULHO > 02 AGOSTO 2025 I ZARATAN ARTE CONTEMPORÂNEA
ari sendim, ISABEL MEDEIROS, VASCO LIMA, ANA ALMEIDA, DANIELA GRANCHAS, FÁBIO DUARTE, MARTIM FERNANDES, RITA SANTOS, TERESA MORGADO
PERFORMANCES/CONCERTOS | 10 Julho, 17h00
VISITA GUIADA | 10 de Julho, 16h30
HORÁRIO: 4ª a domingo – 16h00 / 20h00
Organizada numa parceria entre a Zaratan – Arte Contemporânea, a Pós-Graduação Arte Sonora: Processos Experimentais e a Associação Goela, Entre Ruído e Movimento apresenta os projectos desenvolvidos no âmbito da 8ª edição da Pós-Graduação da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
A exposição aborda a arte sonora a partir de uma variedade de ângulos disciplinares e concretizações formais reunindo um conjunto heterogéneo de composições sonoras, instalações interactivas, peças audiovisuais e outras experimentações multimediais que reflectem a volta do som enquanto médium criativo.
Complementa a exposição uma série de 5 performances sonoras de copo d’água, Mersez, Rita, Calor Extremo e Martim Fernandes, a decorrer no dia 10 de Julho a partir das 17h00.
Sempre no dia da inauguração, haverá uma visita guiada (às 16h30) conduzida pelos próprios alunos e professores da Pós-Graduação, que conta com a presença de um intérprete em Língua Gestual Portuguesa.
“Para alguns, ruído é um som desagradável, um sinal imprevisto, para outros, interferência no sistema, desvio e resistência. Entre o ruído das massas e o movimento da terra nascem os ventos que mudam o instante das luzes. Entre o Ruído e o Movimento pode estar a mais bela decisão da história, a sinapse mais correta e justa que acerta o momento, a energia que distorce a linha reta. A mão fechada que gira em torno do nada, não é chamada à razão, é somente o quadrado da semântica gratuita dos dias.
Mas aqui levantam-se as cores do mundo, o ruído cromático dos movimentos emancipados e de todos os manifestos por fazer. As palavras são poucas neste agito, necessitamos do rio que corre ao contrário, de rotações lentas que incomodam os apressados. O movimento que nos une, esconde o ruído ténue da pedra, o gesto suave que modela a corda. Na leveza das horas que entretanto esquecemos, encontramos a sua natureza. A obscura imagem da memória, o leve silvo das canas e lençóis que branqueiam o ar. As peças deste sistema cheiram à luz que nos ilumina.”
F.F.
ORGANIZAÇÃO/CURADORIA | Daniel Antunes Pinheiro, Diogo Melo, Fernando Fadigas
CARTAZ | Afonso Matos
LINKS | @arte.sonora.experimentais @fbaul @associacaogoela @zaratan.arte.contemporanea
APOIO | República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
resistência ou estudos de dinâmica de corpos transientes, de rogério taveira
Jul 21 2025
23 JULHO 2025 > 19H00 I GRANDE AUDITÓRIO
Resistência ou Estudos de Dinâmica de Corpos Transientes, de Rogério Taveira
Curta metragem experimental com 18’
Este filme experimental emerge da confluência entre um mito local e o fenómeno atmosférico errático ball lightning, que opera como catalisador para uma abordagem especulativa sobre um território atravessado por camadas estratificadas de extração e abandono — entendidas não apenas como condições materiais, mas como dispositivos simbólicos que organizam regimes de presença, ausência e sentido.
Construídos a partir do contacto com comunidades do sul de Portugal — Canal Caveira e Lousal — estes estudos exploram as dinâmicas de ressonância entre paisagem, memória e figuração mítica, interrogando os regimes de visibilidade e latência instaurados por uma indústria extrativa cuja ação reconfigurou profundamente este território.
Em articulação com a instalação vídeo multicanal Estudos de Dinâmica de Corpos Transientes, na Galeria Diferença em Lisboa, entre 11 a 30 de julho
resistência ou estudos de dinâmica de corpos transientes
Jun 25 2025
31 MAIO > 28 JUNHO 2025 I GALERIA DA BIBLIOTECA E ARQUIVO DO MUNICÍPIO DE GRÂNDOLA
Resistência ou Estudos de Dinâmica de Corpos Transientes
Instalação vídeo, monocanal, estéreo, 17’08’’, 2025
Rogério Taveira
Resistência ou Estudos de Dinâmica de Corpos Transientes constrói-se como vídeo experimental que dá corpo à exposição homónima, concebido a partir de um processo dialógico de escuta e coautoria com as comunidades do Canal Caveira e do Lousal.
Este território, marcado por camadas estratificadas de extração e abandono, encarna uma presença espectral: resíduos materiais da industrialização mineira que persistem como vestígios intensivos, instaurando um campo de resistência ontológica onde o passado recusa ser aniquilado. A paisagem, a memória e o mito entram em tensão produtiva, compondo uma vibração contínua entre o visível e o latente, não como síntese conciliatória, mas como regime de fricção. Neste espaço, as camadas históricas, materiais e afetivas coexistem de forma irresolúvel, operando como agenciamentos dissonantes de resistência, em constante renegociação e ressignificação. As imagens convocadas não funcionam como registos documentais, mas como ativadores de um tempo espectral. Pinturas naturalistas, flores artificiais e fotografias de arquivo do início do século XX operam como fragmentos visuais em suspensão, oscilando entre o desejo de fixação e a instabilidade própria da matéria-tempo. Estruturado em quatro movimentos, o vídeo desenrola-se como um compósito de ritmos e intensidades, explorando possibilidades interrompidas, trajetórias não lineares e corpos transientes.
Estes corpos, singulares, coletivos e territoriais, recusam a linearidade das narrativas hegemónicas e abrem espaço para uma política do sensível que se afirma na fricção e na duração. Propõem uma estética da insistência. Resistir, neste contexto, não implica confronto direto, mas sim a capacidade de habitar os interstícios, persistir na margem, no inacabado, no que escapa à fixação. A revolução não se manifesta como rutura, mas como rotação, movimento contínuo, por vezes impercetível, mas profundamente transformador. Propõe-se, assim, uma prática sensível e política que questiona os modos de ver, ouvir e estar com o outro, num ensaio visual onde o que permanece em ruína também pulsa como potência.
Horário:
2ª a 6ª – 9h30/19h
sáb. – 10h/13h
screening of “happy holidays” – sandar copti movie
Jun 15 2025 
24TH JUNE, 2025 > 8PM I FBAUL, GRANDE AUDITÓRIO
Join us for the screening and discussion of Scandar Copti’s “Happy Holidays“, which has premiered at the Venice Film Festival in 2024, in presence of the filmmaker and the Israeli filmmaker Avi Mograbi.
About the film: Four interconnected characters share their unique realities, highlighting the complexities between genders, generations, and cultures. Rami, a Palestinian from Haifa, is dealing with his Jewish girlfriend’s sudden change of heart about her planned abortion. His mother, Hanan, is facing a financial crisis and becomes entangled in complications while seeking compensation for her daughter’s Fifi accident. Miri is forced to confront her daughter’s depression while also working to undermine her sister’s pregnancy with Rami. Fifi grapples with the guilt of hiding a secret that risks her family’s reputation and her burgeoning relationship with Dr. Walid.
Scandar Copti is a Palestinian filmmaker and visual artist from Yafa. Renowned for his unique approach to working with non-actors, he teaches this technique at NYU Abu Dhabi and internationally. His work draws on personal experiences and broader societal and political narratives, offering a nuanced perspective on the Palestinian minority in Israel. Copti’s debut feature film, “Ajami” co-directed with Yaron Shani, received the Camera d’Or Special Mention at the Cannes Film Festival and was nominated for Best Foreign Language Film at the 82nd Academy Awards. He is also the recipient of the Sutherland Trophy.
Israeli filmmaker and video artist Avi Mograbi was born in 1956 in Tel Aviv, where he lives and works to this day. Having studied art and philosophy, he gained his first production experiences working as an assistant director on commercials and feature films, while his own filmmaking career began in 1989. Since 1999, he has taught documentary and experimental film at Tel Aviv University and the Bezalel Academy of Art and Design in Jerusalem. Mograbi, one of Israel’s most distinguished filmmakers, is known for his unwavering commitment to social, cultural and political justice in the Middle East, as well as his experimentalism and innovative contribution to cinematic language. Avi Mogrbi’s documentary films have been programmed by festivals worldwide, including: Cannes, Berlin, Venice, Rome, New York, FID Marseille, Vision du Reel and San Francisco, among others.
Organized by Frames of Palestine, Working group “Thinking Documentary Film”/ IFILNOVA, FCSH, Universidade Nova de Lisboa.
Evento acolhido pelo Grupo de Investigação em Arte Multimédia do CIEBA.
18ª edição gab-a galerias abertas das belas-artes
Jun 06 2025 
6, 7 e 8 de JUNHO 2024 > FBAUL ABERTA AO PÚBLICO
Durante o fim de semana de 6, 7 e 8 de JUNHO de 2025 a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa vai acolher a 18ª edição das GAB-A / Galerias Abertas das Belas-Artes.
Entrada livre
Horário:
6 de junho – 18h-20h
7 e 8 de junho – 14h-20h
Este evento é passível de ser fotografado, filmado e posteriormente divulgado publicamente.
As GAB-A são, simultaneamente, um fórum de discussão e mostra de jovens artistas, de produtos de investigação artística e de obras em contexto de ensino superior artístico público, integradas no espaço físico onde são pensadas e produzidas. Não é uma exposição numa galeria, museu ou centro cultural. É a abertura dos espaços de trabalho e de investigação artística que a Faculdade de Belas-Artes encerra, num espírito de ateliê aberto.
As GAB-A são um evento de partilha aberto ao público, cujo sucesso depende da vontade dxs seus/suas participantes e das suas ambições. É um espaço informal, pontuado pela presença de jovens criadores. Um fórum / feira, onde se ensaiam questões pragmáticas como o contacto com o mercado artístico; a constituição de grupos e/ou de projetos ou a definição de estratégias para ações futuras. É um momento que se alicerça na troca de experiências, na aprendizagem e na aplicação de conhecimentos.
Nesta edição, o Pop-up de vendas decorrerá dia 5 de junho. O objetivo é proporcionar às vertentes artísticas em questão um espaço democrático, afeto ao propósito da venda, de maneira a que este não interfira com o bom funcionamento das GAB-A. Quando falamos de local de vendas, falamos de um espaço onde xs alunxs terão a oportunidade de comercializar o seu merchandising como stickers, brincos, cerâmicas utilitárias, etc. Nos dias 6, 7 e 8 de junho, durante a mostra dos trabalhos, xs alunxs terão a oportunidade de apresentar os seus trabalhos e projetos artísticos desenvolvidos ao longo dos semestres, sendo também estes passíveis de serem vendidos.
Nas GAB-A não há seleção de obras nem de participantes por qualquer entidade que não o próprio autor. Dá-se, assim, a possibilidade a cada estudante de testar a sua capacidade de decisão, de autocrítica e de autonomia. Todxs xs alunxs são convidadxs a participar. As GA-BA procuram criar um ambiente de fórum de arte contemporânea, no centro da sua origem (o próprio local de aprendizagem e de investigação), o que propicia a elaboração de questões sobre a arte e o papel que esta desempenha no mundo. Nas GA-BA estabelecem-se pontes entre todos os ciclos de ensino. Ao lado de um licenciando, podemos encontrar um mestrando ou um doutorando.
Estão convidados a participar todxs xs alunxs da Faculdade de Belas-Artes de todos os cursos e de todos os ciclos de estudos.
Os formulários para INSCRIÇÃO nas diferentes vertentes, encontram-se no LINK e na descrição do Instagram das GAB-A (@galeriasabertas2025).
concurso paez nas belas-artes 2.0
Mai 09 2025
ENTREGA DE CANDIDATURAS ATÉ 04 MAIO 2025
A Paez e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa lançam um concurso aberto a toda a comunidade académica, para integrar modelos desenhados por alunos, na sua coleção Primavera/Verão de 2026.
Esta iniciativa foi pensada para encontrar novos talentos na área, e proporcionar uma experiência de contacto direto com a indústria da moda. Os vencedores terão oportunidade de participar em todas as etapas da cadeia de produção, desde a concepção do produto em desenho até à sua comercialização.
As candidaturas abrem a 7 de abril e encerram a 4 de maio de 2025 e os vencedores serão anunciados entre 8 e 12 de maio de 2025.
A primeira fase do concurso passará pelo lançamento do desafio à comunidade académica. Depois de selecionados os 10 melhores projetos pela equipa Paez, a seleção dos dois vencedores finais, será feita pelo júri.
Sobre a Paez
Com mais de 100 mil pares produzidos todos os anos, a Paez consolida-se como uma das marcas de calçado de verão mais reconhecidas pelo público português. A marca foca-se em oferecer o melhor produto possível, com o máximo conforto e estilo.
Os últimos anos ficaram marcados pelo lançamento da primeira coleção 100% vegan, pela introdução de materiais reciclados na sua produção e pelo relançamento da coleção de Inverno.
A Paez, para além da clássica alpergata, oferece também as categorias de sucesso CLOGS, MARY JANES, MOC, MULE, TULIPAS, entre outras, e em 2025 acrescentará à sua oferta, as LACES, as PLATFORM MARY JANES e as SANDAL BIO.
Paez, walk the talk.
Saiba mais em paez.com ou siga-nos em @paezshoes no Instagram, Facebook, Linkedin, Pinterest e Tik Tok
Young design Generation Open Call 2025 Lisbon Design Week + Mude
Mai 09 202528 MAIO > 27 JULHO 2025 I MUDE
A Lisbon Design Week, em colaboração com o MUDE – Museu do Design, convida jovens criativos a apresentarem o seu trabalho para a segunda edição da exposição que pretende ser uma mostra da criatividade de autores portugueses ou radicados em Portugal.
Esta Open Call integra o conjunto de eventos da Lisbon Design Week 2025. O júri selecionará 20 peças para integrar uma Coleção Cápsula que será apresentada no MUDE entre 28 de maio e 27 de julho 2025.
A exposição
As 20 peças selecionadas integrarão a Coleção Cápsula que será exposta no MUDE – Museu do Design na Rua Augusta 24, 1100-053 Lisboa, a inaugurar dia 28 de maio de 2025.
A exposição terá produção conjunta da Lisbon Design Week e do MUDE, integrando-se nos programas culturais de ambas as instituições. Aberta a um público diverso e muito alargado, fará parte dos principais eventos da última semana de maio: a Lisbon Design Week 2025, a Arco Lisboa, a Semana da Criatividade (CCP) e as Galerias Abertas da FBAUL, que juntam em lisboa estudantes, criativos e profissionais da indústria, colecionadores, imprensa especializada nacional e estrangeira e figuras-chave dos setores da arte, artesanato, design e arquitetura.
Os autores das peças selecionadas serão convidados a participar em diversos eventos organizados pela Lisbon Design Week, incluindo exposições, visitas a ateliês, lojas e galerias, eventos de networking, palestras e destaque em artigos e materiais de comunicação. Este conjunto de oportunidades tem como objetivo reconhecer a criatividade e a excelência, proporcionando aos participantes uma plataforma para crescimento profissional dentro da comunidade criativa.
Objetivo da exposição
Promover o diálogo entre o património do design, a história e a contemporaneidade, através de novas interpolações às peças que integram a Exposição de Longa Duração do MUDE.
Dar visibilidade à criatividade emergente e partilhar com um público alargado o olhar das gerações que iniciam, agora, o seu percurso profissional.
Categoria - Contraponto
A Exposição de Longa Duração do MUDE, oferece, a quem a percorre, uma leitura do design em Portugal num contexto de reflexão sobre si mesmo e sobre o que o rodeia. As peças e os seus processos são mostrados em núcleos de afinidades, que se vão justapondo época a época para revelar a intricada dinâmica das diferentes referências culturais dos sécs. XX e XXI que contribuem para debater “Para que servem as coisas?”.
Abrir esta exposição à contribuição de jovens, é um convite para juntar a voz das mais recentes gerações a este debate que o Museu quis iniciar. São aceites submissões de peças que corporizam conceitos
transversais a esta temática e que tragam novas formas de desenhar, comunicar, percecionar e utilizar design. Os participantes são incentivados a mostrar como o seu trabalho contribui para ultrapassar os desafios do design na atualidade. As peças a submeter podem ser equipamentos, componentes, objetos ou suportes de comunicação (itens one-off, produtos ou protótipos HI-FI) em tamanho real.
Elegibilidade
Todos os jovens criativos ou estudantes do sector artístico e criativo de nacionalidade portuguesa ou residentes em Portugal, individualmente ou em equipe. Os participantes devem ter menos de 35 anos no momento da submissão (até 24 de abril de 2025).
Regras de submissão
- A participação é gratuita
- Cada participante ou equipa pode submeter apenas uma peça
- O prazo limite para submissão é 24 de abril de 2025
- A peça deve resultar de um processo de design e ser bi ou tridimensional
- A peça pode ser inédita ou já ter sido editada, exposta ou comercializada
- A peça deve ser apresentada por meio de fotografias, desenhos e uma descrição detalhada das suas características específicas, incluindo dimensões e materiais.
Deve ser acompanhada por um breve texto que explique de que forma a peça estabelece um diálogo com a Exposição de Longa Duração do MUDE, seja através da sua relação temática, conceptual ou material com uma ou mais peças, contribuindo para a reflexão e a interação com o discurso expositivo existente. - Serão selecionadas 20 peças para exposição temporária no MUDE
- Caso a peça seja selecionada, o autor compromete-se a entregar um exemplar ou protótipo em alta fidelidade (HI-FI), acompanhado de fotografias em alta resolução (HR), descrição e uma breve biografia, para ser exposto no MUDE – Museu do Design
- A peça ficará em exposição até 27 de julho, sendo posteriormente combinada a data para levantamento no mesmo local
- O formulário e Informação detalhada sobre o processo se submissão está disponível no site da Lisbon Design Week/Open Calls
- A submissão pode ser feita em língua portuguesa ou inglesa
- As submissões e eventuais pedidos de informação devem ser enviados para opencalls@lisbondesignweek.pt ; com cópia para justine@lisbondesignweek.pt
- Todos os participantes receberão um certificado de participação.
FICHA DE INSCRIÇÃO
CONTACTOS
opencalls@lisbondesignweek.pt
www.lisbondesignweek.pt
www.instagram.com/lisbondesignweek
www.mude.pt
afectalab: ll encontro internacional de criação partilhada
Mai 01 2025 
13 MAIO 2025 I FACULDADE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS, UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA
Afecta é um convite ao contágio cine-investigativo num contexto coletivo de criação com seres viventes mais que humanos.
O II Encontro Internacional de Criação Partilhada terá lugar na FCSH (Universidade Nova de Lisboa), no dia 13 de maio de 2025. Reunirá artistas, estudantes, docentes e pessoas com investigação académica da área das artes, nacionais e internacionais. Este Encontro propõe um diálogo crítico em torno de práticas plurais de criação e investigação em cinema e arte multimédia, considerando outros seres viventes – animais, plantas, fungos, bactérias, encantados – como agentes que intervêm e transformam o ato criativo. O objetivo deste encontro é apresentar e discutir algumas reconfigurações contemporâneas encontradas em processos artísticos que se fazem com a presença de agências mais que humanas, em relação de partilha e não de exploração, bem como analisar as implicações políticas e sociais que emergem desta relação. Ademais, o encontro também visa aprofundar o debate sobre as múltiplas vertentes das práticas de criação partilhada, incentivando a reflexão e a troca de experiências entre participantes, promovendo o diálogo entre a academia e a sociedade civil através de uma oficina, mesas de conversa com artistas e comunicações.
O evento é uma organização coletiva do AfectaLab, que faz parte da Unidade de Investigação em Artes (UBI) em colaboração com o Labcom – Laboratório de Comunicação (UBI) e com o CIEBA – Multimedia (ULisboa) e só foi possível graças ao apoio do Doutoramento em Media Artes (UBI) e da Pós-graduação: Estudos Visuais – Fotografia e (Pós) Cinema da Universidade Nova de Lisboa (FCSH).
O AfectaLab, fundado em junho de 2023, conta com um coletivo diverso com cerca de 15 pessoas, cujas áreas de atuação incluem cinema, media arts, design, filosofia, educação, psicanálise e ciências sociais de diferentes universidades de Portugal e do exterior. É um espaço para acompanhamentos de projetos a partir da prática de criação partilhada, que visa uma troca de saberes entre pessoas do cinema e de outras áreas do conhecimento de modo interdisciplinar e não hierárquico. O material comum são trabalhos em Cinema e Multimédia.
Mais informações sobre o AfectaLab em: https://labcom.ubi.pt/laboratorio-de-investigacao-e-criacao-partilhada-em-cinema-e-outras-imagens-em-movimento/
Informações sobre o evento anterior em: https://labcom.ubi.pt/afecta-i-encontro-internacional-de-criacao-partilhada/
ORGANIZAÇÃO
Comissão Organizadora
Carolina Ramos, Cybelle Mendes, Izabelle Louise, Lígia Maciel Ferraz, Luana Lobato, Luanda Francine, Matilde Dias, Pedro Florêncio, Renata Ferraz, Thais Longaray.
Administração
Mércia Pires, Adelaide Reis, Cristina Lopes, Thais Longaray.
APOIOS
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Universidade da Beira Interior
Faculdade de Artes e Letras
Departamento de Artes
Doutoramento em Media Artes
Pós-graduação: Estudos Visuais – Fotografia e (Pós) Cinema
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
REALIZAÇÃO
AfectaLab – Laboratório de Investigação e Criação Partilhada iA*Lab CineMAtiC / iA* – Unidade de Investigação em Artes (UBI) em colaboração com o LabCom – Laboratório de Comunicação (UBI) e CIEBA (ULisboa).
CONTACTOS
E-mail: afectalab@gmail.com
matéria vibrante: estudos para natureza-viva — exposição de catarina reis
Abr 10 2025
15 > 29 ABRIL 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 15 de abril, às 17h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição Matéria Vibrante: Estudos para Natureza-Viva de Catarina Reis
Curadoria de Mónica Mendes.
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Finissage 29 de abril às 18h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Matéria Vibrante: Estudos para Natureza-Viva é resultado da investigação artística de Catarina Reis, que tem co-laborado activamente através da análise atenta das matérias e das suas ressonâncias. Na sua investigação em Belas-Artes – Arte Multimédia, cada obra nasce de um compromisso com a especificidade do seu contexto – físico, conceptual e sensorial. Neste enquadramento da Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a artista investigadora concebe uma instalação que convida a interagir e a sentir, reconfigurada numa outra que convida à observação, no cruzamento entre arte, tecnologia e ecologia.
A exposição constitui assim uma oportunidade sui generis de contacto com uma prática artística de co-criação entre humanos e não-humanos, onde a matéria adquire agência e as noções de representação e autoria são criativamente questionadas. Convidando-nos a abandonar o olhar apressado e a abrir espaço para o encanto, a exposição propõe-se como um campo de forças vibrante e relacional, onde ver é também ouvir, e onde o acto de contemplar se transforma numa forma expandida de conhecimento e de ligação simbiótica.
Mónica Mendes
Há algo que vibra nas coisas que vemos como inertes – não apenas naquilo que já viveu, mas também no que nunca teve vida e, ainda assim, pulsa, oscila e ressoa. Matéria Vibrante: Estudos para Natureza-Viva apresenta um processo de investigação artística que explora a agência da matéria, questionando a noção biológica de vitalidade e propondo especular sobre uma imagem que se afasta do visual para se tornar um campo de forças co-criado.
A obra revisita a tradição pictórica da natureza-morta, especulando sobre um dispositivo tecnológico capaz de revelar ecologias ocultas pela aparência dos objectos, inspirando-se na ideia de “matéria vibrante” (vibrant matter) formulada por Jane Bennett. Na instalação apresentada, uma composição de objectos – como frutas, flores, utensílios, ou elementos ornamentais – está conectada a um dispositivo interactivo que capta e processa a “vibração” da matéria em sinais eléctricos. A matéria torna-se co-criadora da sua própria expressão, destabilizando noções convencionais de autoria e representação.
Catarina Reis é arquitecta, artista transmedia e investigadora doutoranda, baseada em Portugal. A sua prática atravessa os territórios da arte, ecologia e tecnologia, explorando relações entre espécies e materialidades através de meios híbridos e instalações site-specific. Em colaboração com plantas e outras entidades não-humanas, investiga a agência da matéria e modos especulativos de co-criação do mundo. Entre os seus projectos mais recentes contam-se instalações imersivas, composições interactivas e experiências com biofeedback e tecnologias sensoriais.
Catarina Reis, 2025
heritales — international heritage film festival
Jan 19 2025 
22 JANEIRO 2025 > 18H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Heritales @ Faculdade de Belas-Artes da Universidade de lisboa (22th of January 2025)
An evening of great art and traditions trough cinema at the Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Three amazing documentaries from different sides of the world: the first is DEQ from Turkish director Furkan Aydın. A short story about DEQ traditional skin design, the second one, Namarali, from Australian director Tim Mummery who tells the story of artist Yorna Woolagoodja and his traditional ancestral culture, and the last one with director Salem Bilal who with is work Summer Pack tells the story of Marrocan characters and their choice to leave in isolation, but immerse in a rich culture environment.
Screened Films:
Target Audience: This event is dedicated to the University community and also open to the general public.
Day: 22th of January 2025
Time: 18.00
Duration: 120 min + debate
Location: Academy of Fine Arte Lisbon
Registration: No registration and fees required
Presence of the director: online
Extra Activities: Presentation by Nicola Schiavottiello (Co-director Heritales)
The Voice of Inconstant Savage, de Yasuhiro Morinaga
Jan 05 2025
21 SETEMBRO 2024 > 13 JANEIRO 2025 | 10h00 – 18h00 | CENTRO DE ARTE MODERNA GULBENKIAN – SALA DE SOM
The Voice of Inconstant Savage (2023) é uma instalação sonora encomendada a Yasuhiro Morinaga, que constrói narrativas através da recitação e aborda a cultura sonora dos japoneses, dos povos indígenas do Amazonas e dos portugueses.
A obra, encomendada a Yasuhiro Morinaga (n. 1980) para o Engawa – Temporada de arte contemporânea japonesa, justapõe uma recitação baseada no relato de um missionário português do século XVI, um canto de uma oração Kakure-Kirishitan (cristãos escondidos) da província de Nagasaki, um canto dos espíritos Karawara do povo indígena Awá, que vive na floresta amazónica, e um coro de canto gregoriano ocidental.
Confrontando o ato físico da «espera» e o ato mental da «inconstância», Morinaga constrói narrativas através da recitação e aborda a cultura sonora dos japoneses, dos povos indígenas do Amazonas e dos portugueses (ocidentais), numa obra que toma a forma de um tornado sonoro que evolui no tempo e no espaço com a Mãe Terra.
Yasuhiro Morinaga é um artista sonoro e designer de som sediado em Lisboa, que desenvolveu um interesse pelo trabalho de campo etnográfico na interseção do som/música com a antropologia. Enquanto artista, criou instalações multimédia e performances teatrais que apresentam uma cultura auditiva, envolvendo os ouvintes e encorajando-os a experienciar e a tomar consciência dos sons que habitualmente lhes passam despercebidos.
Yasuhiro Morinaga encontra-se neste momento a fazer o doutoramento na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, sob a orientação do Professor António de Sousa Dias, que também é responsável pela supervisão deste projecto.
Horário:
2ª a 6ª feira: 10h00 – 18h00
Sáb.: 10h00 – 21h00.
Encerra à Terça
Preço
Entrada gratuita
Mediante levantamento de bilhete no próprio dia.
Tiago Rorke artist talk: Humanos e máquinas a fazer coisas juntas
Dez 01 2024
03 DEZEMBRO 2024 > 14H30 I SALA 3.07
Artista, maker e designer, geralmente imerso em prototipagem e computação física. Com paixão por ensinar e capacitar pessoas com ferramentas que lhes permitem construir as suas próprias experiências criativas e perceber melhor o seu mundo tecnológico. Nascido em Wellington, Nova Zelândia, Tiago estudou desenho industrial no Victoria University of Wellington School of Design, e foi aluno do Computational Design Lab na Carnegie Mellon University, em Pittsburgh PA. Co-fundador do Diatom, um estúdio em Londres a desenvolver ferramentas de design colaborativo e open-source, Tiago é agora um designer freelancer a trabalhar entre hardware e software, como resídente no MILL – Makers in Little Lisbon.
Nesta artist talk, Tiago Rorke parte alguns dos seus trabalhos, destacando o papel das tecnologias interativas e da computação física. Estes serão a base para reflexão sobre como essas práticas podem estimular a criatividade e intervir no modo como percebemos e interagimos com o mundo.
+ info https://tiago.nz
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Aula aberta, entrada livre. Sessão no âmbito da unidade curricular Oficina Multimédia, Departamento de Arte Multimédia
saturnismo – memória do chumbo
Nov 27 202422 > 29 novembro 2024 I 18h | Cisterna BELAS-ARTES
Saturnismo é uma alegoria à doença causada pela exposição excessiva ao chumbo, deve o seu nome à associação que a alquimia fez deste elemento ao planeta Saturno. Este universo metafórico de intoxicação cria um microcosmo expositivo experimental em dois atos: Primeira Porta a instalação preambular de uma escultura sonora/concerto espacializado a 6 pontos, experimentação da vibração e queda de chumbo balístico e Memória Do Chumbo, uma instalação multimédia de realidade virtual.
Ambas abrem caminho para a exploração do inconsciente coletivo, procurando no chumbo a sua memória. Através da sua fundição, este elemento metálico perde a letalidade na liquidez e materializa uma obra escultórica que reflete o espectro do planeta espelhado num dispositivo de realidade expandida ao espaço virtual. Saturno, o sexto planeta do sistema, tem no seu polo um hexágono de nuvens persistentes.
PRIMEIRA PORTA
22 > 29/11/2024
2ª a 6ª 14h/18h
CISTERNA FBAUL
MEMÓRIA DO CHUMBO
7 a 21 de Dezembro | ESPAÇO POGO
Marcações: info@saturnismo.pt
Sandra Zuzarte (Lisboa, 1970) Mestre em Arte Multimédia pela Faculdade de Belas Artes da
Universidade de Lisboa, investiga teoria e história da arte no campo da estereoscopia, da representação
da luz e simulacro, explorando dispositivos imersivos numa abordagem experimental sobre a percepção
no olhar mediado. O seu trabalho reflete a espectralidade e persistência da memória na imagem e no
tempo.
Fernando Fadigas (Oeiras, 1968) explora processos experimentais em artes sonoras, nas artes plásticas,
no ensino e investigação artística. Doutorando na Faculdade de Belas-Artes da ULisboa orientado pelo
Prof. Dr. António de Sousa Dias e Mestre em Arte Multimédia pela mesma faculdade, é investigador
no GIAM/CIEBA e docente na Pós-Graduação em Arte Sonora: Processos Experimentais na FBAUL.
Sandra Zuzarte [Concepção, Instalação, Escultura Sonora e RV]
Fernando Fadigas [Performance Sonora, Som Imersivo]
Francisco Fadigas [Programação informática e RV]
Eduardo Brito [Mestre de Metais/FBAUL]
Luís Elgris [Voz]
Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, GIAM/CIEBA da FBAUL,
Electronic Warfare, Associação Pogo Teatro e Gaivotas 6
Exposição “Equilibrium”
Nov 13 202418 NOVEMBRO 2024 > 19 NOVEMBRO 2024 | CISTERNA FBAUL
A exposição Equilibrium estará patente na cisterna da FBAUL nos dias 18 e 19 novembro, no horário das 10h às 12h e das 14h às 16h.
Equilibrium is an immersive installation featuring real-time visuals that explore the infinite patterns of nature. Using projection mapping, the piece surrounds viewers with constantly shifting forms in an atmosphere that feels both digital and organic. This experience invites visitors to reflect on the beauty and complexity of nature’s endless, repeating fractals and the fluid connection between art, science, and the physical world.
Curating: Professor José Revez
Artist bio
Anastasia Tsoutsouka is a multidisciplinary artist and researcher, born in Greece. She studied at Athens School of Fine Arts, with a focus on applied digital arts, and is currently completing the Master in sculpture in FBAUL. She continues to cross fields in visual aesthetics and storytelling within the context of artistic expression through mathematics, the interplay of traditional and digital art.
Masterclass de Trinh T. Minh-ha: “The Everyday: Form and Forces”
Nov 10 202425 NOVEMBRO | 17H | GRANDE AUDITÓRIO
A Masterclass de Trinh T. Minh-ha realiza-se no dia 25 de novembro, pelas 17h, no Grande Auditório da Faculdade de Belas-Artes (Largo da Academia Nacional de Belas Artes, Chiado) e será seguida de uma conversa com Catarina Alves Costa.
Co-organização: Doc’s Kingdom – Seminário Internacional de Cinema Documental e Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA).
Parceria: Grupo de Investigação em Arte Multimédia / CIEBA, FBA-UL.
Entrada livre.
BIO:
Trinh T. Minh-ha é escritora, teórica, compositora e cineasta cuja prática se posiciona principalmente nos campos dos estudos feministas e pós-coloniais. Nascida em Hanói, emigrou para os EUA durante a Guerra do Vietname, onde estudou composição musical, etnomusicologia e literatura francesa. Enquanto lecionava em Dakar, no Senegal, criou o seu primeiro filme, Reassemblage (1982), que documenta a vida das mulheres na zona rural do Senegal de uma forma que ela descreveu como “speaking nearby” em vez de “speaking about” os sujeitos que retrata (pode traduzir-se como “falar aproximadamente” em vez de “falar sobre”). Tem desafiado consistentemente o formato documental tradicional e tem desconstruído formas normativas de olhar e ouvir diferentes culturas, ao mesmo tempo que se dedica a questionar sistemas totalizantes de conhecimento e categorias de identidade. Ela considera que cada obra existe como um “evento de fronteira”, fugindo de rótulos como documentário, ficção ou filme experimental, posicionando o seu trabalho entre essas designações. Paralelamente a obras audiovisuais, publicou numerosos ensaios e livros sobre cinema, política cultural, feminismo e artes. É professora de retórica e de estudos de género e mulheres na Universidade da Califórnia, Berkeley.