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provas públicas de agregação da professora doutora luísa d’orey capucho arruda
Jan 29 2019 
31 JANEIRO > 01 FEVEREIRO > 14H30 I REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
Nos dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro de 2019 pelas 14h30, realizam-se na Reitoria da Universidade de Lisboa as provas públicas de Agregação no ramo Belas-Artes especialidade de Desenho da Faculdade de Belas-Artes, da Professora Doutora Luisa d’Orey Capucho Arruda.
Na 1ª sessão é apreciado o currículo e relatório da disciplina e na 2ª sessão é apresentado o sumário do seminário ou lição: Paula Rego obras e séries. Cada prova tem a duração máxima de duas horas.
Chamada de trabalhos (call for papers) para Cadernos de Arte Pública (CAP) – volume 1 (2019)
Jan 28 2019
Tema do 1º volume
O primeiro volume para o qual agora se lança a chamada de trabalhos (call for papers) dedica-se ao tema: Memória, Património e Narrativas em Arte Pública. Estes temas foram selecionados por se tratarem de pontos de partida essenciais para o melhor entendimento do Estado da Arte da Arte Pública. O tema permite as mais vastas formas de abordagem na redação de conteúdos, os mesmos podem ter por base experiências e reflexões, teóricas ou práticas, técnicas, metodologias, interpretações pessoais, baseadas tanto em texto como imagem, todas são bem-vindas dentro dos formatos indicados.
As línguas de trabalho são o Português e o Inglês e a revisão dos artigos será desenvolvida pela Comissão Científica.
Redigir o seu trabalho, num dos formatos indicados:
– Artigos científicos – full papers ( ± 5000 palavras/ words);
– Ensaios – Working Papers ( ± 1000 palavras/ words);
– Recensões – Reviews ( ± 500 palavras/ words).
Calendário
31 Janeiro – Data limite para entrega da chamada de trabalhos (Call for papers);
1 de Fev. a 31 de Fev. – revisão dos artigos recebidos;
1 de Março – comunicação dos artigos seleccionados e convite para apresentação nas Jornadas de trabalho da Linha Transversal de Arte Pública /CIEBA, a realizar em Abril e Novembro de 2019 na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Mais informações: https://www.urbancreativity.org/cap_call_2019.html
open call
Jan 28 2019
SUBMISSÃO DE TRABALHOS ATÉ 21 DEZEMBRO
Queres participar nos próximos acessórios (agendas, sacos, cadernos, etc.) das Belas-Artes? Esta é a OPORTUNIDADE!
Estamos a fazer um pedido a todos os alunos — e ex-alunos também —, de qualquer área da Faculdade, para que nos enviem os seus trabalhos para possíveis colaborações. A nossa aposta continua a ser na divulgação da qualidade dos nossos alunos e dos seus trabalhos, pois essa é a verdadeira marca das Belas-Artes.
A submissão dos trabalhos (5-10 imagens) pode ser feita para o email ‘portfolios@belasartes.ulisboa.pt’ até dia 21 de dezembro. Nesse email deverá sempre constar o contacto telefónico.
PARTICIPA & PARTILHA!
dia aberto maiores de 23
Jan 23 2019
31 JANEIRO > 14H30 I ULISBOA
A Universidade de Lisboa promove o Dia Aberto M23, um evento que pretende aproximar o público adulto do meio universitário.
Aproximar o público adulto da universidade é uma prioridade. Um contacto prévio à entrada dos potenciais candidatos com técnicos e profissionais que, em diferentes esferas de atuação, podem ajudar no encetar de um projeto de formação universitária, pode ser determinante da tomada de decisão.
Visual Trumpery: How charts lie – and how they make us smarter
Dez 01 2018
10 DEZEMBRO > 17H30 I GRANDE AUDITÓRIO ISCTE-IUL
Alberto Cairo, Knight Chair em Visual Journalism na Universidade de Miami e autor dos livros de referência The Functional Art: An Introduction to Information Graphics and Visualization (2012) e The Truthful Art: Data, Charts, and Maps for Communication (2016).
A palestra é seguida de um painel de discussão sobre a visualização de informação.
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+ info:
https://www.iscte-iul.pt/eventos/1804/alberto-cairo-visual-trumpery-tour
lançamento da revista arteteoria nº1/ll série
Dez 01 2018
05 DEZEMBRO > 18H30 I LINHA DE SOMBRA LIVRARIA, CINEMATECA
Com este número duplo, correspondente aos números 18/19, a revista Arteteoria inicia a sua II Série. Fundada no ano 2000, em articulação com o mestrado de Teorias da Arte da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, e sob a direcção do Professor Catedrático José Fernandes Pereira (1953-2012), foi dirigida, entre 2009 e 2017, pela Profª. Doutora Maria João Ortigão e pelo Prof. Doutor Eduardo Duarte. A partir do caminho percorrido, a revista Arteteoria procura hoje a sua acreditação junto dos repertórios de investigação, tendo procedido, para o efeito, à constituição de um Conselho Científico, à revisão duplamente cega por pares (double blind peer review), e à adopção das normas recomendadas de edição e publicação, tendo em vista a sua indexação em bases de dados internacionais.
Neste número alargámos também o âmbito da revista ao Brasil, seja em termos de co-direcção seja em termos de colaboradores, iniciando um desejável e progressivo processo de internacionalização, que pretende incorporar colaborações de outros países da Europa e da América. Em termos de estrutura, e para além da consagração da figura do Editor, externo à Direcção, a revista divide-se em duas partes: um corpo principal, que recolhe os artigos respeitantes ao tema, ou dossier, seleccionados para cada número, e uma segunda parte, intitulada Notas de Investigação, onde se promovem, divulgam, e incentivam os trabalhos de investigadores mais jovens, no âmbito de mestrados, doutoramentos e pós-doutoramentos, vinculados ao CIEBA (Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes), ou a outros centros e institutos de investigação.
Aproveitando o centenário, ocorrido em 2017, da Revolução Russa de Outubro de 1917, constituiu-se ensejo da Direcção celebrar a efeméride, e particularmente o surgimento das vanguardas que anteciparam a revolução política, e nela se desenvolveram, sem esquecer, naturalmente, o cerceamento a que foram mais tarde sujeitas pelas opções estéticas e programáticas do regime então implantado, pese embora as implicações que uma outra noção de realismo, proposta pelos vanguardistas russos, acabaria por ter na arte da posteriormente constituída União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), mas também da Europa e do continente americano. Ainda assim, e tendo em conta o carácter disseminado das vanguardas, as propostas, entre outras, do futurismo, do construtivismo, do suprematismo e do formalismo russos, frutificaram muito para além das fronteiras onde surgiram, reconfigurando a arte ocidental, e não só, sendo que os seus efeitos ainda ecoam na arte contemporânea, seja pela sua sedimentação lenta, ou pela reavaliação que as neovanguardas fizeram desse legado. Para além das propostas estéticas propriamente ditas, e da pioneira noção de arte como praxis social, no quadro referencial das aspirações programáticas e ideológicas dos artistas na época, o reconhecimento do valor da criatividade humana, em termos vivenciais e ontológicos, não deixa de constituir, ainda hoje, motivo de uma profunda reflexão.
Num tempo, como o nosso, em que também a arte, a braços com o multiculturalismo estreito que o processo de globalização implantou, se vê convertida muitas vezes numa “marca”, mercadoria e “commodity” — e em que até a resistência política inerente ao acto criativo é frequentemente parodiada, ou rapidamente absorvida pelos fluxos das novas tendências estéticas, políticas e sociais, do chamado pós-capitalismo —, o espírito que animou a produção artística russa nas duas primeiras décadas do século XX é ainda hoje louvável exemplo de explosão criativa, pese embora a referida instrumentalização que o poder político fez dessa mesma produção, atenuando, ou extinguindo, na maioria das vezes, o contributo fecundo de artistas que encaravam a arte como uma outra possibilidade de regenerar a sociedade, através de um outro modo de ver, viver, e relacionar-se com o mundo.
O confronto dos valores da arte, na sua ontogénese, com os valores de mercado tem implicado frequentemente uma hegemonia dos segundos sobre os primeiros, ambos se confundindo, por vezes, numa voragem que alterou o próprio sistema da arte, como fora conhecido desde, pelo menos, o romantismo até às últimas décadas. Sem prejuízo do lícito valor de mercado, o valor da arte, assim como o valor da experiência estética — desde a fruição à própria possibilidade de afirmação de uma identidade individual e colectiva, construída a partir do mundo, ou mundos, possibilitados pela abertura da obra de arte —, são hoje motivo também de profunda reflexão. A necessidade desta reflexão, que tem surgido, com frequência, de modo tangencial, é tanto mais urgente quanto os valores de mercado se transformaram em valores absolutos da vida contemporânea; na verdade, há hoje escassos indícios de uma verdadeira e fundamentada crítica ao conflito entre os valores ontogenéticos da obra de arte e os valores de mercado, sendo que, quando essa crítica aflora, e dada a actual e cínica base alargada de consenso, rapidamente cai na suspeita de romântica ou marxista, procurando-se, de um modo não raras vezes frágil, do ponto de vista argumentativo, descredibilizá-la à partida.
Na verdade, a partir da experiência estética, a arte constitui-se abertura para um horizonte histórico, não enquanto conjunto ou soma de factos passados, mas possibilidade efectiva de um destino, já que, no modo compreensivo da obra de arte, se pode figurar, e refigurar, uma existência mais livre e, consequentemente, mais fraterna, transcendendo, em parte, as fronteiras do fenómeno designado por Arthur Danto de “mundo da arte”. Da exortação e do acolhimento iniciais à experimentação e ao imprevisto, que largamente caracterizaram as vanguardas russas, ficou consagrado o princípio de que o que se vê através da obra de arte se vê melhor, dada a sua natureza pluridimensional e aberta, através da qual cada ser humano pode construir e exercer uma subjectividade autêntica enquanto fundamento da própria existência. Neste contexto, o número duplo que agora apresentamos procurou, tanto quanto possível, problematizar e reflectir, dentro dos diversos paradigmas de investigação em arte, não apenas as diversas práticas e expressões artísticas (do cinema à pintura, da escultura à arquitectura, à curadoria, à educação artística, e à denominada arte pública), mas, também, a relação do então promissor papel emancipado da mulher com as revoluções estética e política russas.
É neste sentido que Alexei Bueno apresenta cerca de trinta filmes, realizados entre 1924 e 1948, e em cuja análise reflecte os aspectos da estética fílmica, o seu contexto histórico e ideológico, e a sua influência no Brasil em particular. De Helena de Freitas, reconhecida comissária e investigadora, e sob o fundo das duas últimas grandes exposições dedicadas pela Fundação Gulbenkian a Amadeo de Sousa-Cardoso, em Lisboa e Paris, publicamos o texto inédito de uma conferência, na qual retoma a biografia e a complexidade das possíveis relações da pintura do artista portugês com a arte russa, relações que poderão ter mitigado na sua obra a influência das vanguardas oriundas de França. Daniela Kern parte também do legado da revolução russa, e da acção pedagógica de Max Raphael no domínio da educação artística, para sublinhar a dimensão social da arte, dentro de uma nova proposta ideológica. Sandra Makoviecky e Luana Wedekin problematizam as novas concepções expográficas da arte pública, resultantes de outro entendimento da relação política do ser humano com a obra de arte, não deixando de reflectir acerca desse outro devir da arte em direcção ao cidadão no espaço público, a partir do confronto das novas estratégias curatoriais subjacentes às exposições “Rosa Azul” e à última exposição futurista “0.10”.
Afonso Medeiros reitera a necessidade de estudar a precedência das revoluções artísticas face à revolução política na Rússia no início do novecentismo; por outro lado, propõe-se analisar “o princípio ideogramático” como modus operandi das vanguardas e das neovanguardas, tanto pelos artistas russos como pelos poetas concretistas brasileiros, num espaço de criação artística que se estende dos Estados Unidos ao Japão. Paulo Simões Nunes estuda a articulação entre a tentativa de construção de uma nova sociedade, saída da revolução russa de Outubro, e o papel da arquitectura construtivista na edificação dessa mesma sociedade, a partir de uma nova reflexão sobre o realismo. A revolução tipográfica, lograda pelas vanguardas russas, a partir do eixo Moscovo-Berlim, é objecto da reflexão de Jorge dos Reis, na qual propõe uma “topografia da tipografia”, assumindo como marco histórico a obra teórica de Jan Tschichold.
Das relações entre as dinâmicas sociais e a escultura, no âmbito das vanguardas russas, ocupa-se João Castro Silva, assumindo como linha da investigação desse processo a “objectivação” da arte, e a progressiva partidarização da cultura, proposta por Lenine. Uma possível cartografia do percurso feminino no construtivismo russo é apresentada pela investigadora Joana Tomé, a partir das produções artísticas de Popova, Ekster e Stepanova, e nela analisa e situa o papel da mulher artista no próprio processo das vanguardas e da revolução política, concluindo que, à tentativa de emancipação efectiva da mulher artista, rapidamente se colocaram diversos obstáculos, legitimados por uma ideologia de Estado que teimou em manter uma hegemonia patriarcal. Perante as propostas estéticas e políticas soviéticas, Carlos Vidal faz a análise das contradições e afinidades do próprio conceito de vanguarda, na conexação com os realismos, e propõe, em simultâneo, uma leitura desses mesmos realismos, que se estenderam à Europa, aos Estados Unidos e ao México, como consequência da “porta aberta” pelas referidas vanguardas.
Na secção Notas de Investigação, publicamos um artigo acerca da pintura de Ana Mata, do cineasta e professor Eduardo Geada, uma apresentação documentada do Acervo de Fotografia da FBAUL, da autoria de Priscila Machado, com nota introdutória de Luísa Arruda, e uma síntese retrospectiva dos cem anos das vanguardas russas, da autoria da professora e investigadora Isabel Nogueira. Por fim, Leonor Reis, aluna do Mestrado de Crítica, Curadoria e Teorias da Arte, da FBAUL, faz uma introdução à dimensão estética no pensamento de Emmanuel Levinas.
Fiel ao seu espírito inaugural, a revista Arteteoria abre-se agora às questões de um mundo globalizado, buscando o equilíbrio entre o trabalho consolidado de investigadores experientes e as novas propostas de jovens pesquisadores no domínio da investigação em arte.
Uma última nota de agradecimento é devida a todas as pessoas que contribuíram para este número duplo da revista Arteteoria, mas também ao CIEBA, à Presidência da FBAUL, e ao El Corte Inglés, Grandes Armazéns, nas pessoas do Prof. Doutor João Paulo Queiroz, Prof. Doutor Vítor dos Reis, e da Doutora Susana Santos, respectivamente, pelo apoio institucional.
José Carlos Pereira
António Vargas
Fiel ao seu espírito inaugural, a revista Arteteoria abre-se agora às questões de um mundo globalizado, buscando o equilíbrio entre o trabalho consolidado de investigadores experientes e as novas propostas de jovens pesquisadores no domínio da investigação em arte.
Uma última nota de agradecimento é devida a todas as pessoas que contribuíram para este número duplo da revista Arteteoria, mas também ao CIEBA, à Presidência da FBAUL, e ao El Corte Inglés, Grandes Armazéns, nas pessoas do Prof. Doutor João Paulo Queiróz, Prof. Doutor Vítor dos Reis, e da Doutora Susana Santos, respectivamente, pelo apoio institucional.
Expressão Múltipla ll: Teoria e Prática do Desenho
Dez 01 2018
18 > 19 DEZEMBRO I SALA 3.61 I ENTRADA LIVRE
Este congresso tem como objectivo desenvolver uma visão abrangente sobre investigação em Desenho. É prioritariamente dirigido a investigadores que trabalham dissertações e teses em Desenho ou noutras áreas que possam de alguma forma ampliar as discussões relativas a esta área de conhecimento. Pretende-se o debate e disseminação das diversas experiências, metodologias e resultados.
Todos os resumos e artigos serão submetidos a uma revisão Peer Review. Os resumos aprovados serão entregues impressos na ocasião da conferência e os textos completos serão publicados onlne no Repositório da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
DATAS IMPORTANTES
Até 30 de novembro, notificação de pré-aceitação ou recusa
Até 30 de dezembro, entrega dos artigos completos
Até 15 janeiro, notificação de aceitação ou recusa para publicação
COMISSÃO CIENTÍFICA
Américo Marcelino – Universidade de Lisboa
António Costa Valente – Universidade de Aveiro
Armando Jorge Caseirão – Universidade de Lisboa
Daniel Bilbao Peña – Universidade de Sevilha
José Artur Vitória de Sousa Ramos – Universidade de Lisboa
José Maria da Silva Lopes – Universidade do Porto
Luís Herberto – Universidade da Beira Interior
Luisa Arruda – Universidade de Lisboa
Manuel Gantes – Universidade de Lisboa
Maria João Durão – Universidade de Lisboa
Mário Bismarck – Universidade do Porto
Miguel Ángel Bastante Recuerda – Universidade de Sevilha
Miguel Bandeira Duarte – Universidade do Minho
Ricardo Leite – Universidade do Porto
Simón Arrebola-Parras – Universidade de Sevilha
Congresso Internacional FRANCISCO DE HOLANDA (c. 1518-1584): ARTE E TEORIA NO RENASCIMENTO EUROPEU
Nov 22 201822 > 24 NOVEMBRO | FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN E BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL
Realiza-se de 22 a 24 de Novembro de 2018, em Lisboa, o Congresso Internacional FRANCISCO DE HOLANDA (c. 1518-1584): ARTE E TEORIA NO RENASCIMENTO EUROPEU, organizado no âmbito do 5º centenário do nascimento daquele que é figura ilustre da arte portuguesa do século XVI e, como teórico das artes, um nome de vasta repercussão internacional.
Promovido por dois centros de investigação da Universidade de Lisboa, o CIEBA da Faculdade de Belas-Artes e o ARTIS – Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras, o evento tem como presidente de honra a Doutora Sylvie Deswarte-Rosa, grande especialista nos estudos holandianos, e decorre nas instalações da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com uma sessão na Biblioteca Nacional de Portugal.
Biblioteca Nacional evoca Francisco de Holanda
JL (05.12.2018)
Falar de Carlos Relvas no seu tempo, nos tempos de hoje…
Nov 22 2018
23 NOVEMBRO > 18H00 I GRANDE AUDITÓRIO
por: José Soudo
Tomando como referência que nos tempos atuais a reconstrução da memória é feita a partir de coleções, arquivos e atlas de imagens, tomou-se a iniciativa de estruturar, uma reflexão sobre o Arquivo fotográfico e o(s) estúdio(s) de Carlos Relvas, fotógrafo “amateur”, do século XIX, na Golegã.
Sobre a obra de Carlos Relvas (1838/1894), membro desde 1869, da “Societé Française de Photographie”, um dos mais prestigiados e destacados fotógrafos na Europa na sua época, muito se tem escrito e falado, mas na maior parte das vezes, mais fundamentado no estereótipo e na ficção e menos na realidade dos factos.
Sobre ele há mais incertezas e desconhecimento, do que certezas fundamentadas sobre factos, pelo que é lícito afirmar que para o estudo profundo e analítico deste autor, “tudo” ou quase tudo ainda se encontrará por fazer.
Esta reflexão sobre Carlos Relvas, o seu legado patrimonial e o seu arquivo, será mais uma homenagem, modesta sem dúvida, mas que permitirá a pesquisa de mais pistas e contributos, para um debate e conhecimento mais alargado, possivelmente transdisciplinar, sobre a obra fascinante deste fotógrafo português, do século XIX, tão desconhecido ainda, em pleno século XXI, quer em Portugal quer no estrangeiro.
José Soudo – n. Lisboa – 1950
Mestre em Fotografia Aplicada. Título de “Especialista” na Área dos Audio Visuais e Produção dos Media – Fotografia.
Fotógrafo. Curador. Investigador independente em História da Fotografia.
Docente de Fotografia desde 1982 e História da Fotografia desde 1986, no Curso de Fotografia do Departamento de Fotografia do Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual.
Coordenador Técnico, com funções pedagógicas, do Departamento de Fotografia do Ar.Co, de 1986 a 2016.
Sócio co-fundador em 1982, da Galeria e do Projecto de Animação Cultural, “Ether-Vale tudo menos tirar olhos”.
Formador creditado, da Bolsa de Formadores do “Cenjor – Centro Protocolar para Formação de Jornalistas Profissionais”, em ações de formação para jornalistas, nas áreas da Fotografia, do Fotojornalismo, da sua história e cultura, desde 1992.
Docente na Licenciatura do CSF – Curso Superior de Fotografia, da ESTT – Escola Superior de Tecnologia, do IPT – Instituto Politécnico de Tomar, de 2002 até 2016, ano de Aposentação.
Diretor da Licenciatura em Fotografia da ESTT/IPT no ano de 2015. Co-fundador do referido Curso.
Membro da Comissão Executiva do CEFGA – Centro de Estudos em Fotografia da Golegã, nos anos de 2008 a 2009. (Protocolo estabelecido entre ao Município da Golegã e o IPT).
Membro da Comissão de Estudo para a Recuperação da Casa-Estúdio Carlos Relvas, na Golegã, nomeado pelo IPPAR, em Junho de 1996. Deve-se ao relatório desta comissão, o parecer favorável do IPPAR, para o restauro efetivo da Casa Estúdio, executado pelo Arquiteto Victor Mestre, entre 2001 e 2003.
Enquanto fotógrafo, está representado em diversas coleções, oficiais e particulares, quer em Portugal quer no estrangeiro e, também através de livros e publicações diversas, assim como em exposições individuais e também coletivas, com outros artistas visuais.
dá a tua sugestão para o largo das belas-artes
Nov 18 2018
Em 2017 a nossa Faculdade candidatou-se ao Orçamento Participativo promovido pela Câmara Municipal de Lisboa com um projeto destinado a reformular e modernizar o Largo da Academia Nacional de Belas Artes. Este projeto estruturante para a cidade de Lisboa acabou por não ser aprovado por insuficiência de votos.
A Faculdade de Belas-Artes quer voltar a candidatar-se e para isso conta com as ideias de toda a comunidade académica na projeção de uma proposta de valor para o Largo!
A proposta deve visar melhorar as características do Largo das Belas-Artes (de seu nome, Largo da Academia Nacional de Belas-Artes) de modo a torná-lo uma efetiva extensão da maior e a mais antiga Escola de Artes e Design do País (as Belas-Artes, com os seus 1700 alunos, é a única faculdade ainda localizada no centro histórico da cidade) mas também o centro da vida pública do Chiado, um ponto de encontro e um lugar de repouso e lazer.
Porque a tua opinião é importante para construir um projeto vencedor pedimos que envies para o endereço comunicacao@belasartes.ulisboa.pt ideias e propostas que gostasses de ver incorporadas no projeto final. Lembramos que, em caso de vitória, a concretização será inteiramente paga pelo orçamento da Câmara Municipal de Lisboa. Também podes enviar as tuas propostas através do facebook ou do instagram da Faculdade.
Para conhecer o projeto e dar ideias ver o vídeo de apresentação AQUI!
Para mais informações e esclarecimento de quaisquer dúvidas contacte o Gabinete de Comunicação, Imagem e Inovação, através do endereço comunicacao@belasartes.ulisboa.pt.
Master Class com Susana Lourenço Marques
Nov 10 2018 
21 NOVEMBRO > 18H30 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Apresentação do livro
Ether/vale tudo menos tirar olhos (1982-1994)
um laboratório de fotografia e história
A Ether/vale tudo menos tirar olhos marcou a cultura fotográfica em Portugal nas décadas de 1980 e 1990. Estruturada como uma associação, organizou exposições e edições que deram corpo a novos olhares e discursos. A recolha, inventariação e leitura crítica realizada por Susana Lourenço Marques permite compreender o seu programa ecléctico e o modo como se estabeleceram as fundações indispensáveis para o reconhecimento de um valioso património de referências históricas.
Ao longo dos seus treze anos de actividade, entre 1982 e 1994, realizaram-se vinte e sete exposições que ampliaram a relação entre fotografia, cinema, desenho, pintura e literatura. Este livro percorre essas exposições que recuperam o património fotográfico das décadas de 1930 a 1960, redescobrindo nomes então esquecidos e hoje fundamentais — como Victor Palla e Costa Martins, Gérard Castello-Lopes, António Sena da Silva, Carlos Afonso Dias ou Carlos Calvet — e apresentando uma nova geração de autores — como Daniel Blaufuks ou Augusto Alves da Silva. Esse percurso culminou nas comemorações dos 150 anos da invenção da fotografia com duas retrospectivas-síntese da história da Fotografia em Portugal, onde se forjou a base para a obra seminal de António Sena, a História da Imagem Fotográfica em Portugal, 1839-1997.
Este livro não é um mero relato dessa história, e constrói um olhar singular sobre este espaço de produção, formação e circulação da fotografia. Assim se revelam os seus protagonistas, mas, sobretudo, uma relação efectiva com as imagens fotográficas, descoberta nos seus formatos de eleição: as exposições e os livros.
Susana Lourenço Marques, designer (FBA.UP, 1999).
É professora auxiliar na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É doutorada em Comunicação e Arte pela FCSH.UNL, com a tese Fotografia-História, o pensamento em imagens (2016).
Realizou o programa Recherches Doctorales Libres (2010/2011) na EHESS (Paris), foi visiting researcher na George Eastman House, Rochester (2012) e integrou a Université d’été de la Bibliothèque Kandinsky, Pompidou, 5e édition (2018).
É autora dos livros Lições de Hospitalidade (2006) e Pó, Cinza e Nevoeiro, ensaio sobre a ausência (Prisma, 2018) e co-editora de Ag, reflexões periódicas sobre fotografia (Porto, 2009). Tem realizado conferências e publicado artigos em revistas da especialidade sobre exposições e livros de Fotografia e História da Fotografia em Portugal.
Foi responsável pelo comissariado de Plano Geral, Grande Plano (Casa da Memória, 2013) e Quem te ensinou? — Ninguém de Elvira Leite (Pavilhão de Exposições, FBA.UP, 2016).
Co-fundou em 2014 a editora Pierrot le Fou.
conferências — o processo do lighting designer
Nov 05 2018


08 NOVEMBRO > 10H00 I GRANDE AUDITÓRIO I ENTRADA LIVRE
Addictive Beauty por Juan Pablo Lira
Juan Pablo Lira, da Focus Lighting, falará sobre a sua transformação de arquiteto em designer de iluminação e as competências necessárias que desenvolveu durante o processo. Falará ainda sobre a importância que a iluminação tem para o sucesso de um projeto de design, os métodos utilizados pela Focus Lighting e ainda como o seu Light Lab na cidade de Nova York contribuiu significativamente para a qualidade do seu trabalho.
Construções Visíveis por Fernanda Carvalho
Iluminar uma exposição não é apenas fazer visíveis os objetos e conteúdos ali expostos. A luz gera construções visíveis dos espaços arquitetónicos que abrigam e dialogam com o conteúdo exposto, orquestrando relações possíveis entre o deslocamento do visitante pelo espaço, suas percepções espaciais e cromáticas, evocando sensações, memórias e a imaginação. Para tal tarefa complexa, é preciso desenvolver um projeto completo, que tenha profunda relação com a proposta curatorial e museográfica, e que desenvolva uma narrativa em comum com as demais equipes. Além disso, o trabalho da iluminação exige cuidados específicos com todos os detalhes técnicos relativos à conservação dos acervos, e com a perfeita fruição da exposição.
Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Workshop Ruídos e Interferências
Nov 01 201812 E 13 NOVEMBRO > 20H-22H I SALA 3.07
Workshop Ruídos e Interferências, por Brian Mackern
Na sequência da colaboração iniciada na edição 2017, the new art fest promoverá, com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, uma aula prática sobre arte, eletrónica e computação, tendo por ponto de partida a obra e a presença de Brian Mackern, um dos pioneiros americanos da arte digital e do ‘bending’.
INSCRIÇÃO
Este workshop é gratuito mas de inscrição obrigatória. Os interessados deverão enviar um e-mail para geral@thenewartfest.com com o título “Ruídos e Interferências” e informar se são alunos da FBAUL, indicar o nome, o número, o curso e o ano que frequentam.
Temos um limite máximo de 21 vagas, sendo que 14 estão reservadas para alunos da FBAUL.
projeto especial de mobilidade erasmus+ com montenegro — CANDIDATURAS ENTRE 15 E 31 DE OUTUBRO
Out 31 2018
CANDIDATURAS ENTRE 15 E 31 DE OUTUBRO — EXCLUSIVAMENTE ATRAVÉS DO FÉNIX
em conversa com a artista victoria vesna
Out 01 201809 OUTUBRO | 15h – 17h | GRANDE AUDITÓRIO
https://www.facebook.com/events/172973016957726/
Morreu Helena Almeida, uma das mais importantes artistas plásticas do século XX
Set 28 2018Aos 84 anos, Helena Almeida faleceu na sua casa em Sintra, deixando inequivocamente mais pobre o universo da arte nacional e internacional.
Nascida em Lisboa, em 1934 e filha do escultor Leopoldo de Almeida (autor do Padrão dos Descobrimentos em Lisboa), Helena Almeida terminou a sua formação em Pintura na Escola Superior de Belas-Artes em Lisboa, em 1955, com vinte e um anos.
Através de uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian realizou parte dos seus estudos em Paris, onde inicia o seu percurso na arte abstrata.
A partir dos anos 60 destacou-se pela sua obra multifacetada, sobretudo envolvendo a fotografia, tornando-se uma figura conhecida no panorama artístico português contemporâneo e uma das mais importantes do último século.
Quando volta para Portugal, em 1967, realiza a sua primeira exposição individual, na Galeria Buchholz. Desde então foram 50 anos de carreira, até aos seus últimos trabalhos, alguns deles feitos ainda este ano e agora expostos na Galeria Helga de Alvear, em Madrid.
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa não quer deixar de prestar homenagem a esta artista plástica que é considerada uma das mais importantes do século XX, que elevou a arte nacional, projetando-a para palcos internacionais.
queer lisboa 22 — festival internacional de cinema queer
Set 26 2018
14 > 22 SETEMBRO I CINEMA SÃO JORGE
Desde 2015 que a Faculdade de Belas-Artes da ULisboa se associa ao QUEER Festival Internacional de Cinema Queer, como patrocinadora do prémio a atribuir à obra vencedora na secção competitiva Queer Art.
O júri deste ano, constituído por Paula Arantzazu Ruiz, Ricardo Teixeira e Victor dos Reis, premiou o filme O Inferninho / My Own Private Hell, de Guto Parente & Pedro Diogenes (Brasil; 2018; 82 min.).
O júri atribuiu ainda uma menção especial a Martyr de Mazen Khaled (Líbano, Itália; 2017; 84 min).
COMPETIÇÃO QUEER ART
Secção onde o cinema se cruza com as artes plásticas, sob duas perspectivas: por um lado, uma mostra de produções recentes que exploram os limites das linguagens, géneros e narrativas cinematográficas; e, por outro, obras documentais e de ficção que retratam personagens de renome do mundo das artes queer. Nesta secção (máximo de 8 filmes) cabem igualmente filmes que retratem novas tendências da teoria queer.
PRÉMIO
Melhor Filme: 1.000 € (patrocinado pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa).
1ª Fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior
Set 23 2018Concluída a 1ª Fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa congratula-se com os resultados extremamente positivos obtidos, de forma geral, pelas suas licenciaturas.
Belas-Artes preencheu, mais uma vez, a totalidade das vagas postas a concurso, resultando num total de 347 estudantes colocados.
Este ano verificou-se ainda um aumento das médias de entrada em 2 das 7 licenciaturas (Desenho e Ciências da Arte e do Património), tendo ocorrido uma diminuição da média de entrada em 4 outras licenciaturas (Escultura, Arte Multimédia, Design de Equipamento e Design de Comunicação).
No contexto geral nacional, todas as licenciaturas de Belas-Artes obtêm as médias mais altas em comparação com as suas congéneres noutras instituições e, no âmbito das 108 licenciaturas da Universidade de Lisboa, três estão nas 15 mais procuradas, destacando-se Design de Comunicação que, com a 6ª média mais alta da ULisboa, apresenta-se acima de Medicina.
Neste ranking, Pintura apresenta-se no 22º lugar e Design de Equipamento em 32º. Escultura, com a menor média de Belas-Artes, surge em 64º lugar. Ciências da Arte e do Património em 48º lugar (subindo 12 lugares) representa a maior subida relativa da média mínima de entrada nesta Faculdade.
Cerimónia de Abertura do Ano Académico 2018/2019
Set 16 2018
20 SETEMBRO I REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
Neste dia, a ULisboa dá as boas vindas aos estudantes que ingressam no 1º ano de licenciatura e a todos os estudantes internacionais.
O evento conta com uma sessão de boas vindas integrada na Cerimónia de Abertura do Ano Académico e com uma Sunset Party organizada em conjunto com as Associações de Estudantes.
Para levantarem o kit de boas-vindas, os estudantes terão de apresentar o convite que lhes será entregue no ato da matrícula.
A receção aos novos estudantes da Universidade de Lisboa assinala o importante momento de início de ano letivo.
Programa do evento:
11h00 | Receção aos Estudantes (Entrega de kit de boas-vindas a todos os estudantes do 1.º ano)
15h30 | Cerimónia de Abertura do Ano Académico e oração de sapiência do Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa
17h00 | Sunset Party com Virgul, Deejay Kamala, DJ João Cruz + Otis Sax
abertura do ano académico 2018-2019
Set 05 2018
13 SETEMBRO > 14H15 I FBAUL
No dia 13 de setembro estão dispensados das aulas apenas os alunos do 1º ano dos 1º e 2º ciclos (Licenciatura e Mestrado).
Para os restantes alunos as aulas decorrerão normalmente.
Receção de boas-vindas aos novos alunos das Belas-Artes, com diversas atividades e dinâmicas, com a seguinte programação:
14h15 | GALERIA DE ESTUDANTES
_ Apresentação da Opiarte e da Tuna das Belas-Artes.
14h30 | ESCADARIAS DA FACULDADE
_ Tuna das Belas-Artes dá as boas-vindas aos novos alunos.
14h45 | SESSÃO DE ABERTURA: GRANDE AUDITÓRIO
_ Início das atividades no Grande Auditório com a projeção de um filme (em loop) sobre a Faculdade de Belas-Artes enquanto o público, os convidados e os membros da mesa se sentam;
_ Boas-vindas do Presidente da Faculdade e dos presidentes dos restantes órgãos de governo (Conselho de Escola, Conselho Científico e Conselho Pedagógico);
_ Intervenção do representante da Associação de Estudantes;
_ Entrega dos prémios FBAUL/Caixa Geral de Depósitos ao melhor aluno de licenciatura e ao melhor aluno de mestrado, do ano letivo 2016/2017:
_Nicoleta Sandulescu aluna da Licenciatura em Pintura
_Leonardo Moura Mateus, aluno do mestrado em Arte Multimédia
_Intervenção do ex-aluno convidado Designer Frederico Duarte.
_ Encerramento da sessão pelo Prof. Victor dos Reis informando os novos alunos das conversas com os ex-alunos e das sessões com os tutores de Área e da participação da Faculdade no Orçamento Participativo da CML;
_ Encerramento das atividades no Grande Auditório com a projeção do filme sobre o Orçamento Participativo.
17h00 | CONVERSAS COM OS NOVOS ALUNOS
_ Átrio do Grande Auditório: um grupo de ex-alunos e de alunos finalistas, identificados com o nome da respetiva área, encaminharão os novos alunos para diferentes salas onde conduzirão conversas informais, juntamente com um tutor da área.
SALAS:
_ARTE MULTIMÉDIA – Sala 3.17
_CIÊNCIAS DA ARTE E DO PATRIMÓNIO – Sala 3.13
_DESENHO – Sala 3.67
_DESIGN EQUIPAMENTO – 4.31/ProjectLabb
_DESIGN COMUNICAÇÃO – Sala 4.16
_ESCULTURA – sala de modelos do 1º ano
_PINTURA – Sala 3.54
18h00 – 22h00 | SUNSET PARTY NO TERRAÇO DA AE
Concurso Prato de Natal Vista Alegre
Ago 27 2018
ENTREGA DE CANDIDATURAS ATÉ 7 DE SETEMBRO
CONCURSO EXCLUSIVO PARA ALUNOS 4º ANO LICENCIATURA PINTURA FBAUL
No âmbito do Protocolo entre a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e a Vista Alegre Atlantis S.A. está aberto um concurso para os alunos inscritos no 4º ano da Licenciatura em Pintura da FBAUL, para o prato de Natal da Vista Alegre.
REGULAMENTO
PRIMEIRA
(Caraterísticas / Especificidades)
Os projetos devem ter as seguintes caraterísticas e/ou especificidades:
a) Serem originais e concebidos propositadamente para o efeito;
b) Integrarem-se na natureza simbólica da época natalícia;
c) Apresentarem-se segundo: dimensões do suporte – A3; mancha do tondo – 23,5 cm de diâmetro; sem restrições técnicas;
d) O projeto pode contemplar frente-e-verso (verso: aba traseira com 5 cm);
e) Os concorrentes são responsáveis pela originalidade dos trabalhos apresentados, garantindo a sua autoria e assumindo toda a responsabilidade decorrente de reclamações de terceiros no que diz respeito a direitos de autor e direitos conexos, devendo assinar uma declaração de honra onde seja referido que a peça é original.
SEGUNDA
(Procedimentos)
O concurso obedecerá aos seguintes procedimentos:
a) Divulgação nos sítios de internet da FBAUL e da Vista Alegre;
b) Entrega do projeto final e das propostas em formato digital no Gabinete de Comunicação, Imagem e Inovação (GCII) da FBAUL;
c) Reunião e deliberação do júri;
d) Anúncio dos vencedores e divulgação dos projetos a concurso.
TERCEIRA
(Destinatários)
a) Podem concorrer a este prémio todos os alunos inscritos no 4º ano da Licenciatura em Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) com inscrição regular à data da candidatura;
b) Cada candidato pode apresentar o máximo de 3 projetos.
QUARTA
(Prazos)
- O concurso público decorrerá entre os dias 1 de julho e 7 de setembrode 2018;
- Os alunos interessados em participar deverão proceder à inscrição, apresentando candidatura online através do preenchimento da FICHA DE INSCRIÇÃO e do envio para o e-mail do GCII (comunicacao@belasartes.ulisboa.pt) uma imagem da obra final, identificada com o respetivo nome, mediante o carregamento (upload) de uma fotografia, com qualidade igual ou superior a 300 dpi’s, juntamente com uma memória descritiva da obra (máx. 300 palavras), até 7 de setembro de 2018;
- A obra final, física, identificada com o nome da obra e do autor, deverá ser entregue presencialmente no GCII da FBAUL até 7 de setembro de 2018;
- Os resultados do concurso serão divulgados até 30 de setembro de 2018;
- As obras não selecionadas devem ser levantadas no GCII até 30 de outubro de 2018.
QUINTA
(Elementos da proposta)
Na submissão de candidatura deverão constar os seguintes elementos:
a) Ficha de candidatura devidamente preenchida;
b) Foto da obra com qualidade igual ou superior a 300 dpi’s;
c) Título da obra, dimensões, materiais, técnica, ano de realização;
d) Memória descritiva (máx. 300 palavras);
e) Declaração de honra onde seja referido que a peça é original.
SEXTA
(Júri)
- O júri é responsável pela apreciação e seleção das obras candidatas
- O júri será constituídopelosseguinteselementos:
a) Dois elementos do Gabinete de Design e Marketing da Vista Alegre, na qualidade de representantes da Vista Alegre;
b) ProfessoraDoutoraIsabel Sabino e Professor Doutor Carlos Vidal,na qualidade de representantesda FBAUL.
SÉTIMA
(Prémio)
- A obra escolhida será produzida e comercializada como prato de Natal que integrará a coleção da Vista Alegre de acordo com o contrato de direitos de autor a celebrar entre a Vista Alegre e o vencedor do concurso;
- Todos os concorrentes terão direito a um certificado de participação no concurso;
- A Vista Alegre reserva-se o direito a não selecionar qualquer obra se o projeto não corresponder a critérios da própria coleção.
OITAVA
(Direitos de Autor)
- A Vista Alegre e a FBAUL respeitarão os direitos de propriedade industrial, de autor e conexos, constantes da regulamentação e legislação em vigor;
- Os direitos intelectuais e patrimoniais dos projetos efetuados no âmbito deste Acordo serão objeto de contrato entre aos seus autores e a Vista Alegre;
RÉSVÉS CASTELO DE VIDE
Jul 22 201818 > 29 JULHO I CASTELO DE VIDE
Inscrições encerradas a 1 de abril.
RÉSVÉS Castelo de Vide é a oitava atividade do ciclo de residências artísticas transdisciplinares da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa designado por RÉSVÉS, um projeto que procura promover a produção artística como um possível motor de desenvolvimento económico, combate à exclusão social e melhoria da qualidade de vida das comunidades, através da formação cultural e de um aumento da auto-estima.
No decorrer de duas semanas, 12 alunos da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) irão encontrar-se com gentes e tradições de Castelo de Vide, um território dinâmico e com grande entusiasmo pela arte.
Trabalhando individualmente ou em grupo, os alunos participantes, representantes dos mais diversos cursos e graus académicos da FBAUL, devem desenvolver projetos artísticos que representem e valorizem o património, a cultura e a comunidade do local.
Participantes RÉSVÉS Castelo de Vide:
— André Fernandes | Mestrado em Conservação, Restauro e Produção de Arte Contemporânea
— Isabel Valente | Licenciatura em Desenho
— João Leitão | Doutoramento em Arte Multimédia
— Madalena Anjos | Licenciatura em Design de Comunicação
— Manuel Fonseca | Licenciatura em Escultura
— Manuela Romeiro | Mestrado em Pintura
— Maria Costa | Licenciatura em Pintura
— Maria Rita Bourbon | Licenciatura em Design de Equipamento
— Martim Dinis | Mestrado em Pintura
— Paula Simão | Mestrado em Ensino Artístico
— Victor Pires | Mestrado em Educação Artística
7º Congresso Matéria-Prima 2018
Jul 01 2018
10 > 13 JULHO I SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS-ARTES
O “VII Congresso Internacional Matéria-Prima: práticas das Artes Visuais no ensino básico e secundário” irá decorrer em Portugal, na Sociedade Nacional de Belas-Artes (SNBA) de 10 a 13 de julho de 2018. Lança-se o desafio, aos professores e investigadores em ensino das artes visuais, de partilhar, no congresso “Matéria-Prima,” novas perspetivas operacionais de desenvolvimento curricular com focagem nos seus resultados concretos.
Propõe-se como tema geral: ensino das artes, perspetivas e exemplos do terreno.
Pretende-se criar um espaço de partilha de experiências no terreno, com resultados de trabalhos desenvolvidos em unidades de trabalho e respetivas reflexões sobre o sucesso, avaliação, adequação. Trata-se de cruzar olhares entre os profissionais experimentados, os investigadores em práticas pedagógicas e em desenvolvimento curricular e os alunos do mestrado em Ensino das Artes Visuais (UL) que ensaiam apoios nas experiências educativas.
MIGRAÇÕES — processos migratórios e práticas artísticas em tempos de guerra: do século xx à atualidade
Jun 21 2018
LANÇAMENTO E APRESENTAÇÃO 21 JUNHO > 18H I FUNDAÇÃO JOSÉ SARAMAGO
Migrações – Processos migratórios e práticas artísticas em tempo de guerra: do século XX à actualidade, coordenado por Cristina Pratas Cruzeiro, reúne textos de investigadores especialistas, nacionais e estrangeiros, sobre uma matéria de grande actualidade, incidindo sobre os processos migratórios a partir das artes. Esta é uma publicação do Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes – CIEBA (Grupo de Investigação e de Estudos em Ciências da Arte e do Património — Francisco de Holanda) da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL).
Uma outra forma de ver: sentindo!
Jun 09 2018








No dia 9 de Maio, a Faculdade de Belas-Artes recebeu 6 alunos e 3 professoras do Centro Helen Keller, no âmbito do projeto “Uma outra forma de ver: sentindo!”, organizado pela Prof.ª Marta Frade.
Esta exposição, preparada especialmente para incluir pessoas cegas, permitiu a estas crianças o contato direto com diversas réplicas de obras escultóricas da Coleção de Gessos das Belas-Artes.
Através do tato, e com o apoio de legendas em braille, os alunos puderam “ver” sentindo as esculturas com as suas próprias mãos, descobrindo assim obras que de outro modo lhes seriam inacessíveis.
O objetivo era que esta iniciativa tivesse um caráter inclusivo em todos os sentidos: não só permitir aos cegos o contato com as obras de arte, mas também que eles pudessem fazer essa atividade integrados com pessoas normovisuais (também elas podendo usufruir desse contato tátil com as esculturas) e não separados, numa atividade à parte unicamente direcionada para cegos.
A Prof.ª Marta Frade, as professoras do Centro Helen Keller e estudantes das Belas-Artes acompanharam estes alunos numa experiência muito enriquecedora, e até emotiva, para todos os envolvidos.
No final a opinião geral foi unânime: a repetir!
Prof.ª Marta Frade – Agradecimentos
Centro Helen Keller: à Professora Rita Lourenço de Ciências naturais, à Professora Vanessa Balsinha de Educação Visual e à Professora Joana Silvestre de Educação especial, e às crianças Maria, Alexandra, Mariana, Leandro e João. À Margarida Valente pela sua colaboração, partilha de conhecimento e por ter proporcionado as legendas em braille, aos alunos finalistas da Licenciatura de Escultura do Laboratório de Conservação e Restauro da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa Dinora, Inês, João, Rebeca, por todo o empenho, dedicação, colaboração na curadoria da exposição e principalmente no acompanhamento constante de cada aluno.