Pintura
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Em Trânsito – exposição
Mai 23 20264 > 27 MAIO 2026 | CORREDOR AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Estará patente, de 4 a 27 de maio 2026, a exposição colectiva “Em Trânsito” no corredor do auditório Lagoa Henriques.
Organização:
António Trindade (autor do projeto)
Américo Marcelino
Susana Oliveira
Diana Costa
Artistas:
Catarina Lira Pereira
Cygny Astra Malvar
Gabriel Colaço
Gilberto Colaço
Isabelle Faria
Joana Mosi
Joana Paraiso
Lúcia Antunes
Nádia Joaquim
Yun Zhang
Em trânsito. Processos conceptuais multifacetados e em construção.
António Trindade
Em Trânsito reúne o percurso da investigação artística teórico-prática de dez alunos do curso de doutoramento em Belas Artes, nas especialidades de Desenho e de Pintura. Nesta mostra, podemos visitar linhas de investigação diversificadas, que percorrem o desenho e a pintura, de forma analógica e digital, o desenho de modelação 3D, a ilustração, a animação e a forma plástica integrada e elaborada também com o recurso da AI, inteligência artificial. Verificamos percursos heterogéneos onde o Desenho e a Pintura estão presentes, desde a herança cultural, às suas aplicações e projeções em diagramas científicos, na ilustração e narrativa, no trabalho de campo centrado no risco, partindo de geografias, mapas e territórios diversificados, à utopia de territórios possíveis e imaginários, chamativos e alarmantes, até ao desenho ecológico, mapeado e animado pelo comportamento das plantas, com uma mensagem política face às recentes alterações climáticas e aos maus comportamentos humanos que nos ameaçam no presente.
Catarina Lira Pereira mostra-nos trabalhos em confrontação que despertam alguma tensão no observador, jogando entre representações analógicas com aguarelas que se observam em par com desenhos algoritmos que partem daquelas, onde aplica a inteligência artificial, confrontando imagens interessantes e complementares, estabelecendo assim uma ambiguidade entre pintura e desenho. A série apresentada pela autora, parte de uma operação inspirada no teste de Rorschach e explora a passagem da mancha ao contorno, como se este fosse a cristalização daquela.
Cygny Malvar tem vindo a encenar trabalhos questionando as possibilidades da fotografia e da sua abertura e deslocamento para outras representações, onde utiliza o desenho analógico. Nestes desenhos da autora, centrados em Pontos de Vista, Proximidade e Intimidade, a autora representa e transforma com desenho os instantes fixados por registos fotográficos, criando outras representações ambíguas onde a reflexão sobre o tempo, o espaço, a memória e o afeto são parte integrante do seu processo conceptual. Daqui resultam representações com uma enorme força expressiva, partindo de cenas do quotidiano e de espaços íntimos.
Gabriel Colaço trabalha em parceria com o seu irmão Gilberto Colaço, desenvolvendo ambos um percurso artístico marcado pela fenomenologia do território onde concorrem vários instrumentos e médiuns no seu processo conceptual, valorizando as novas tecnologias como o desenho 2D trabalhado pelo primeiro e a modelação e a impressão 3D, trabalhada pelo segundo. Nesta conjugação, constroem objetos interessantes sobre um questionamento e uma reflexão particular sobre a fenomenologia territorial, onde permanece no olhar do observador uma tensão latente entre as intervenções humanas e os lugares diversos da natureza circundante e visível, que se vão modificando no espaço e no tempo segundo as leis naturais metamórficas. Daqui resultam objetos de grande força plástica, como as litofanias que mostram caixas de luz onde são visíveis desenhos realizados de forma digital, gravados a laser e munidos de sensores e iluminação com o auxílio de lâmpadas LED. No trabalho de Gabriel e Gilberto Colaço, os softwares, os dispositivos e as interfaces digitais reconfiguram o gesto gráfico e a materialidade do desenho, onde este é matriz para as representações volumétricas e vice-versa.
Isabelle Faria artista já reconhecida, como se atesta bem no seu Curriculum Vitae, desenvolve e explora o desenho de forma dinâmica e reflexiva, mas de uma grande força expressiva. O movimento, a ação, o risco e o arriscar fazem parte do seu processo criativo, onde o trabalho desenvolve-se entre o espaço territorial e o seu estúdio. A autora realiza viagens pelas longas paisagens áridas e vazias do sul de Espanha, viagens essas que por sí só constituem material que posteriormente é trabalhado no seu estúdio. Utiliza um processo conceptual muito particular, inspirado metaforicamente na dinâmica de um carreto de uma máquina de duas rodas, que permite avanços, recuos e paragens, que alimentam a experimentação, a introspeção e a reflexão. Este movimento, que tanto pode avançar como recuar, ou mesmo parar, reflete a natureza cíclica e fluida do seu processo criativo.
Joana Mosi desenvolve o seu trabalho no desenho de ilustração. Tem vindo a desenvolver um trabalho centrado no Espaço Urbano como Experiência e Representação na Narrativa Gráfica, que corresponde ao seu projeto de doutoramento. A autora interessa-se pela ligação entre a banda desenhada e a abordagem e representação gráfica do espaço urbano. Neste sentido, no seu trabalho estabelece pontes entre o desenho, o pensamento próprio da arquitetura e a narrativa gráfica, onde intervêm questões e reflexões sobre composição, construção e layout. Relaciona os percursos de navegação das cidades com a composição de leitura numa página de ilustração.
Joana Paraíso desenvolve um trabalho centrado no território, não entendido como geografia específica, mas antes como lugar de experiências vividas entre corpo, experiência, memória, correspondências e as suas marcas. O território é assim entendido como lugar habitado, vivido, como lugar não apenas visível, mas também sensorial, com significados precisos, na busca e no encontro sobre o desconhecido, acordando um pouco naquilo que Umberto Eco já referira em tempos na sua obra Estrutura Ausente de 1968. Mediante percursos selecionados a autora regista essas memórias, vivências e experiências, que depois são trabalhadas e materializadas no seu estúdio de forma singular e bastante original.
Lúcia Antunes desenvolve um trabalho de desenho de ilustração científica, trabalhando no presente num projeto de comunicação visual de Ciência para o Católica Biomedical Research Centre (CBR) dando corpo à sua investigação de doutoramento Do Invisível ao Visível através do Desenho como Processo de Comunicação entre Arte e Ciência. O trabalho proposto para esta exposição mostra ilustrações de desenho científico com forte impacto visual, extremamente detalhadas, que são realizadas em articulação direta com a informação que a autora recolhe dos outros agentes e membros do projeto pertencentes à Universidade Católica.
Nádia Joaquim apresenta trabalhos centrados no desenho em torno do luto, pânico e melancolia e no presente desenvolve o seu projeto de doutoramento com o título Desenho e Melancolia. Teoria, estética e transversalidades na construção de um projeto artístico. Os trabalhos propostos de Nádia Joaquim apresentam um forte impacto visual, resultante de um desenho marcante e nervoso e em composições onde figuras desenhadas à linha mostram sobreposições de formas abstratas com rostos sugeridos por linhas igualmente nervosas, gerando uma grande ambiguidade no observador. Conhecedora e investigadora da forte herança cultural da história da arte, da filosofia e da estética, utiliza esse conhecimento abrindo brechas que contribuem para a construção do seu percurso atual, agora apresentando elementos figurativos que jogam, contrastam e se sobrepõem com outros de cariz mais abstrato, figurando assim algo de novo ainda em construção e desenvolvimento, mas com resultados promissores.
Yun Zhang tem vindo a desenvolver um percurso bastante original com imagens e dinâmicas que se destacam pela qualidade do desenho, da pintura e da animação digitais, com forte impacto visual, reveladas na qualidade do traço, na paleta cromática, nos contrastes e no movimento que a autora emprega. Trabalhando com a inteligência artificial AI, a autora valoriza e vem trabalhando na questão da cognição das plantas, da sua visualização, percepção e representação rítmicas, enaltecendo a imaginação ecológica. A artista e investigadora defende e trabalha a cognição como uma estrutura distribuída e processual da atividade viva, não exclusiva do ser humano, mas estendendo-se a outros seres, no seu caso, as plantas, que são formas de uma grande estrutura orgânica constituindo núcleos estruturais da organização das próprias imagens. Com base nesta questão da descentralização da fenomenologia cognitiva, Yun Zhang propõe um método próprio, o do Sistema Ecológico de Imagem Perceptiva, o EPISM, que permite traduzir e visualizar a composição, a temporalidade rítmica e os mecanismos reguladores que geram sistemas de imagens muito particulares. A autora apresenta aqui 3 trabalhos realizados nesse contexto e que são parte integrante do seu projeto mais amplo de doutoramento com o título Visualising Plant Cognition: Rhythmic Perception and Ecological Imagination in Drawing and Digital Painting.
Lisboa, 17 de Março de 2026
António Trindade.
+ Textos de Catálogo
Floating with Cassini _ exposição de José Quaresma _ Academia de Belas Artes de Bolonha
Mai 23 202615 > 31 MAIO 2026 | Ala Collamarini | Academia de Belas Artes de Bolonha
José Quaresma, docente da FBAUL; inaugura dia 15 de maio a exposição de desenho, instalação e pintura Floating with Cassini, na Academia de Belas Artes de Bolonha. No dia 16 de maio, um dia após a inauguração, fica disponível neste site o catálogo digital desta exposição.
A exposição Floating with Cassini reúne desenhos de grande escala, instalação gráfica e pintura, desenvolvendo-se em torno de uma Selenografia (imagem gravada da Lua, séc. XVII), composta por muitos desenhos de observação telescópica do satélite da Terra, num esforço conjunto de contemplação de um corpo celeste por Cassini e pelo gravador Jean Patigny. Esta “saída de órbita” por intermédio de estudos astronómicos, nos quais Cassini não hesitou projectar e desenhar rostos humanos, constituem a motivação central desta exposição. Foi igualmente determinante para o desenvolvimento deste projecto a deambulação pelo pavimento da Basílica de S. Petrónio, no qual se encontra a incisão de um vasto relógio de sol com indicações astronómicas preciosas, iluminando “a vida que corre” com ligações àquilo que transcende a Terra, moldando-a com enigma e espiritualidade.
ivens perspectives — exposição de amália bragança
Mai 05 202610 ABRIL > 17 MAIO 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugura no dia 10 de abril, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Amália Bragança, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos seus artistas, em contexto formativo.
Coordenação: Investigadora Ana Matilde Sousa
Amália Bragança (n. 2005) reside e trabalha em Lisboa, frequentando atualmente o 3.º ano da licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu corpo de trabalho, de natureza multidisciplinar, explora as potencialidades da imagem estática e em movimento, procurando construir narrativas a partir do confronto entre realidades distintas. Desenvolve a sua prática através de diversos suportes e técnicas, como o desenho, a pintura, a fotografia e o vídeo, navegando entre o bidimensional e o tridimensional. Participou em diversas exposições coletivas, entre as quais se destacam The Conception of Youth (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, 2026), O Último Tranca a Porta (Lugar Específico, Lisboa, 2025), Casa da Ladra – Residência Artística SAFRA (Lisboa, 2025), Vogados (Rua Camilo Castelo Branco, Lisboa, 2025) e GABA – Galerias Abertas (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, 18.ª edição, 2025; 17.ª edição, 2024; 16.ª edição, 2023).
além da superfície — exposição de isabel castelo branco
Mar 13 2026 
13 > 20 MARÇO 2026 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 13 de março, no corredor do auditório Lagoa Henriques, a exposição Além da Superfície de Isabel Castelo Branco. A exposição ficará patente até 20 de março.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Na lonjura do oceano onde o horizonte é a linha que funde mar e céu, a água do mar revela-se como um caminho etéreo, fluindo de forma natural e espontânea. Como as ondas que dançam ao sabor do vento, é neste movimento constante que construo o meu pensamento, moldando-o como esculturas de sal.
O mar, esse eterno guardião dos segredos da natureza é um reflexo dos opostos que habitam dentro de nós. Na sua calmaria serena, encontramos paz e tranquilidade, apenas para sermos desafiados pela fúria tempestuosa que ruge nas suas profundezas, lembrando-nos da transitoriedade e da imprevisibilidade da vida.
Nesse jogo de contrários, onde o sereno encontra o furioso, as contradições e as ambiguidades florescem como flores selvagens numa costa rochosa. Cores fortes e intensas dançam no horizonte, criando um espetáculo visual de contrastes e conflitos.
No entanto, é nesse caos aparente que encontramos uma busca pela harmonia, uma tentativa de reconciliar os opostos e encontrar o equilíbrio.
A cor é para mim uma linguagem vital. É nela que encontro a emoção, o ritmo. A teoria de Johannes Itten ressoou profundamente com esta minha preocupação, em que a verdadeira harmonia nasce do contraste entre as cores, do jogo de forças, da tensão dinâmica entre as cores, entre o quente e o frio, o claro e o escuro. É na oposição que se revela a expressividade mais profunda da cor.
E assim, enquanto os nossos olhos se perdem na vastidão azul do mar, somos convidados a olhar para além do visível, a mergulhar nas profundezas do próprio invisível.
É um convite à contemplação da alma, uma jornada interior onde encontramos a verdadeira essência da existência.
Este movimento, que fez surgir a pintura, ressoa nela.
Isabel Castelo Branco
ivens perspectives — exposição de tomás boto
Mar 12 2026 
23 FEVEREIRO > 09 ABRIL 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugura no dia 23 de fevereiro, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Tomás Boto, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Investigadora Ana Matilde Sousa.
Tomás Boto (n. 2005, Portimão) vive em Lisboa e estuda atualmente Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho desenvolve-se a partir de uma linguagem artística exploratória e sem filtros, que lhe permite construir e desconstruir continuamente o próprio processo plástico. Parte de contextos do quotidiano e de referências visuais que lhe despertam interesse, trabalhando o desenho e a escrita através de um humor muito próprio, procurando, nas suas composições, mais a pergunta do que a resposta. Realizou duas exposições individuais no Algarve, Folha Sem Linhas (Ferragudo, 2024) e Marafade Sejas (Ferragudo, 2025), e participou em diversas exposições coletivas, como GABA – Galerias Abertas (FBAUL, 16.ª–18.ª ed., 2023–2025), Pensar Pá Fora (Lisboa, 2025), Arquipélago (Lisboa, 2025) e Fora de Zona (Lisboa, 2025). É ainda cofundador e artista residente do coletivo W.A.S.P. (Where Art Seeks Prospect), que atua em várias áreas artísticas com o objetivo de organizar encontros e exposições, dando palco a artistas emergentes.

A exposição de Emília Silva decorreu entre 7 de janeiro e 22 de fevereiro de 2026 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Investigadora Ana Matilde Sousa.
Emília Silva (Coimbra, 2005) reside e trabalha em Lisboa, onde frequenta atualmente o curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Concluiu o curso profissional de Produção Artística – Cerâmica na Escola Artística António Arroio. A sua prática explora a interseção entre pintura e desenho, enraizada num amor pelas narrativas visuais e pelas artes gráficas. A procura de abrigo em situações de desconforto constitui um tema recorrente no seu trabalho, materializado através de metáforas visuais e da criação de paisagens irreais. Participou em diversas exposições coletivas, entre as quais Fora de Zona (Galeria Liminare, Lisboa, 2025), HAMMER TIME (Zaratan, Lisboa, 2025), Vogados (Rua Camilo Castelo Branco, Lisboa, 2025), O último tranca a porta (Lugar Específico, Lisboa, 2025) e Casa da Ladra – Residência Artística (Safra, Lisboa, 2025).
phenomena — exposição de isabel sabino, domingos rego e rui serra
Fev 19 2026
FINISSAGE 21 FEVEREIRO 2026 > 1800 I MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA
Realiza-se no próximo sábado, dia 21 de fevereiro, às 18h00, a finissage da exposição Phenomena,conversa e visita guiada com Rui Serra, Isabel Sabino e Domingos Rego, moderação de Sofia Marçal e Marta Lourenço.
No âmbito do Programa Arte, Natureza e Ciência do Museu de História Natural e da Ciência, realiza-se a exposição Phenomena dos artistas visuais Isabel Sabino, Domingos rego e Rui Serra, apresentada em três salas em simultâneo, entre 23 de janeiro e 22 de fevereiro de 2026.
Inauguração 23 janeiro 2025 – 18h00.
PHENOMENA – périplo
Domingos Rego
Périplo parte de experiências vividas pelo artista no Parque Natural da Arrábida, reunindo um conjunto de trabalhos (pintura, desenho e fotografia) que propõem sucessivas aproximações a este território, desde um campo de visão cartográfica, até aos detalhes de flores autóctones.
Sala A060
PHENOMENA – pro
Isabel Sabino
Pro poderia ser o nome de uma cobaia, um corpo sujeito a ensaios cuja indefinição remete para um estado em devir, algo entre célula, carne, cinzas, pedra, água, animal e vegetal, planeta, orgânico e inorgânico, natural e artificial, letra e algarismo, memória e imaginário.
Sala: Laboratório de Química Analítica
PHENOMENA – polis
Rui Serra
Polis é o título de uma série de trabalhos tridimensionais apresentados por Rui Serra. São maquetes de espaços indefinidos, são ferramentas ou instrumentos ritualísticos, oriundos de uma desconhecida (e hipotética) civilização futura.
Sala A050
exposição prémio dordio gomes
Fev 18 2026

22 JANEIRO > 22 FEVEREIRO 2026 I CITA, CENTRO INTERPRETATIVO DO TAPETE DE ARRAIOLOS
Inaugura no dia 22 de janeiro, no CITA, Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, a exposição Prémio Dordio Gomes, com curadoria de Fernando Rosa Dias.
Das obras submetidas a concurso o júri selecionou catorze obras para integrar a exposição coletiva do Prémio Dordio Gomes. No mesmo dia, aquando da inauguração da exposição coletiva, serão divulgadas as três (3) obras premiadas, cujos autores serão publicamente anunciados.
Lista dos selecionados: Ana Alves, Ana Matilde Milhano, Catarina Mendes, Inês Encarnação, Jaime González Palencia, Luísa Lisboa, Margarida Soeiro Carreiras, Maria João Barcelos, Neide Carreira, Raquel Amorim, Sara Cruz (2 obras), Sara Oliveira Martins e Sofia Flores.
A Câmara Municipal de Arraiolos anuncia a instituição e organização da 1.ª edição do Prémio Dordio Gomes – Concurso de Pintura, com características de Bienal, e com dois objetivos principais:
O primeiro consiste no incentivo à criação de obras de pintura que contribuam para a valorização contemporânea desta área artística, gerando oportunidades para exposição de obras de artistas emergentes, assim como a sua participação em residências artísticas.
O segundo consiste na preservação e divulgação ativa do legado artístico e pedagógico de Dordio Gomes, artista plástico arraiolense de mérito nacional e internacional que manteve ao longo da sua vida um forte vínculo com a vila de Arraiolos.
ATENÇÃO
Na sequência das dificuldades que nos têm sido relatadas para apresentação das imagens das obras a concurso no âmbito do Prémio Dordio Gomes, vimos informar que até 15 de julho continua disponível a plataforma Cloud – Município de Arraiolos para submissão de pasta identificada com pseudónimo para concurso, com as 5 fotografias da obra e com a memória descritiva da mesma.
Caso não seja possível submeter as obras na referida plataforma, os interessados podem submeter as obras a candidatura até 25 DE JULHO através do envio de link do wetransfer.com com a respetiva pasta zipada referida nas regras do prémio e a enviar para geral@cm-arraiolos.pt
Agradecemos a compreensão pelas dificuldades que têm surgido, as quais são alheias aos serviços do Município de Arraiolos
Os primeiros 20 classificados serão convidados a participar numa exposição coletiva em Arraiolos e os três primeiros classificados terão direito aos seguintes prémios:
• 1.º Lugar – 2.000,00€ e uma exposição individual no Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos
• 2.º Lugar – 1.000,00€ e a frequência de uma residência artística em Arraiolos
• 3.º Lugar – 700,00€
A coordenação artística do concurso fica a cargo de José Quaresma, artista plástico e docente na FBAUL e o júri é constituído pelos seguintes elementos:
• António Quadros Ferreira (Artista plástico e Professor Catedrático jubilado da FBAUP)
• Emília Ferreira (Historiadora de Arte e Curadora)
• Filipe Rocha da Silva (Artista Plástico e Professor Catedrático jubilado da UÉ)
• Fernando Rosa Dias (Historiador de Arte e Professor na FBAUL)
• Laura Castro (Historiadora de Arte e Professora na Univ. Católica do Porto)
• Margarida Prieto (Artista plástica e Professora na Univ. Lusófona)
• Marta Soares (Artista plástica e Professora convidada na FBAUL)
• Paulo Dordio Gomes (Neto de Dordio Gomes e Professor na Univ. Católica do Porto)
• Rui Miguel Lobo (Historiador e Resp. Técnico do CITA)
As regras do concurso podem ser consultadas AQUI
Apresentação do livro “A pintura e a negação do sublime. Malevich e a verdade não-figurativa” – Professor José Quaresma
Jan 23 202623 JANEIRO 2026 > 18H00 | GRÉMIO LITERÁRIO
No dia 23 de Janeiro realiza-se a apresentação do livro do Professor José Quaresma A Pintura e a Negação do Sublime. Malevich e a pintura não-figurativa, sessão que conta com a participação do Professor Fernando Paulo Rosa Dias, da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Partindo de uma forte tradição filosófica, estética e literária relativa ao tema do sublime, trata-se de uma reflexão que desenvolve conexões possíveis entre a pintura e algumas ocorrências de sublimidade, explorando situações de radicalidade estética, de despojamento plástico e de tensão subjetiva. Detendo-se em particular no suprematismo de Malevich, este ensaio trata das provocações picturais ao sublime e da autocrítica da pintura como atitude passível de lhe pertencer.
José Quaresma nasceu em Santarém, em 1965. Licenciou-se em Pintura na ESBAL em 1996. Em 2001, realizou o Mestrado em Estética e Filosofia de Arte na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Em 2008, defende na mesma instituição a tese de Doutoramento. Em 2021, realizou as Provas de Agregação na Universidade de Lisboa e, em 2022, concluiu o Pós-doutoramento na área de Pintura, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. Atualmente é Professor Associado com Agregação na FBAUL. Expõe pintura, desenho, gravura e instalação artística desde 1982. Tem coordenado projetos científicos e artísticos. Organiza com frequência exposições internacionais de Pintura, Gravura, Arte Pública, Instalação, outras. É autor de cinco livros sobre Pintura no âmbito dos projetos de investigação. Coordenou e co-coordenou trinta livros nas áreas acima indicadas. Tem coordenado muitos catálogos de exposições de arte. Em 2024, foi responsável pela coordenação da programação científica e artística do projeto Chiado, Carmo, Paris. Os Caminhos de Salgueiro Maia, integrado nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.
A entrada é livre.
Grémio Literário de Lisboa
Rua Ivens Nº37
Lisboa
ivens perspectives — exposição de sofia condeço
Jan 04 2026

24 NOVEMBRO 2025 > 07 JANEIRO 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugura no dia 24 de novembro, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Sofia Condeço, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Investigadora Ana Matilde Sousa.
Sofia Condeço (n. 2005) vive e trabalha em Oeiras e estuda atualmente Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho combina pastel e pintura a óleo, trazendo o desenho para a tela e explorando a relação entre animal e humano, retirando este último do pedestal e reinscrevendo-o na natureza, onde sempre pertenceu. Participou em diversas exposições coletivas, incluindo O último tranca a porta (Lugar Específico, Lisboa, 2025), Casa da Ladra – Residência Artística SAFRA (Lisboa, 2025), GABA – Galerias Abertas (FBAUL, 18.ª edição, 2025; 17.ª edição, 2024; 16.ª edição, 2023), Éden (Lounge, Instituto Superior Técnico, Lisboa, 2025) e Traçadito (Galeria da AE das Belas-Artes, Lisboa, 2023).

A exposição de Francisco Leal decorreu entre 15 de outubro e 24 de novembro de 2025, na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Investigadora Ana Matilde Sousa.
Francisco Leal (Lisboa, 2005) vive e trabalha em Lisboa, frequentando atualmente a licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho explora a relação entre humor e tragédia, transformando a pintura num espaço onde o riso e o desconforto coexistem. Através da justaposição de elementos quotidianos, absurdos e referências visuais contrastantes, cria composições que questionam o papel da imagem como mediadora do olhar — um ponto de entrada que atrai o espectador, mas que, ao ser ultrapassado, revela uma dimensão introspectiva e crítica. Em 2025, participa nas exposições Vogados (Rua Camilo Castelo Branco, Lisboa), A legenda ficaria Mercatus (Convento dos Cardes, Lisboa), O último tranca a porta (Lugar Específico, Lisboa), Casa da Ladra (residência SAFRA, Lisboa) e Corrente de Ar 2025 (Beco da Mitra, Lisboa). Em 2023, integra The Portugal Students Prize Finalists Exhibition na Sociedade Nacional de Belas-Artes e no Howard’s Folly (Estremoz).

A exposição de Rafaela Pereira decorreu entre 10 de setembro e 15 de outubro na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Rafaela Coutinho Pereira, nascida em 2004 e natural de Alcochete, frequenta a Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Em 2022, uma das suas pinturas foi selecionada para ser reproduzida num mural, no âmbito de um projeto colaborativo entre a Escola Secundária de Alcochete e a Junta de Freguesia de Alcochete. O seu trabalho centra-se na exploração da colagem de diversos materiais em articulação com a pintura, procurando valorizar as texturas dos elementos escolhidos, que se traduzem, neste caso, na representação de animais e géneros.

A exposição de Maria Silveira decorreu entre 23 de junho e 10 de setembro na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Maria Silveira é uma jovem artista visual e plástica portuguesa, sediada em Lisboa, Portugal. Com formação em Produção Artística especializada em Ourivesaria na Escola Artística António Arroio, terminada em 2021,é atualmente aluna da licenciatura de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
O seu trabalho explora as limitações formais e plásticas da realidade. Com um especial gosto pelo artifício da memória, imita mundos conhecidos para criar novas realidades visuais, universos quotidianos transformam-se em dimensões desconhecidas e vice-versa. Procura alcançar, através da experimentação com diferentes materiais e meios, um equilíbrio entre corpóreo e ideia. Os seus principais temas de investigação artística são o corpo, a memória e a relação do ser com o mundo que o rodeia.

A exposição de Sofia Martins decorreu entre 7 de maio e 18 de junho de 2025 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Sofia Martins, nascida no Porto e criada em Santarém, é uma jovem artista de 20 anos que frequenta a Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho é maioritariamente autobiográfico, onde utiliza a pintura a óleo para retratar momentos do quotidiano. Destaca-se pelo contraste entre técnicas de empastamento e tinta fortemente diluída com terebintina, aplicadas sobre telas onde representa fotografias captadas por si. Esta abordagem permite-lhe integrar a realidade de forma intrínseca na sua narrativa plástica, criando uma experiência visual cativante.

A exposição de Filipe Cesário decorreu entre 2 de abril e 7 de maio de 2025 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Filipe Cesário, natural de Lisboa e nascido em 2002, encontra-se atualmente no terceiro anodaLicenciaturaemPinturanaFaculdadedeBelas-ArtesdaUniversidadedeLisboa. O seu trabalho artístico centra-se na pintura a óleo figurativa, baseada em fotografias de eventospessoais.Exploraarelaçãoentrememóriaeimagem,reinterpretandomomentos vividos através da desconstrução da figura humana. A sua pesquisa plástica investiga os limitesentresimplificaçãoerepresentação,utilizandocamadas,gestualidadeecontrastes cromáticos para criar composições que oscilam entre o real e o evocativo.

A exposição de Tomás Gouveia decorreu entre 26 de fevereiro e 2 de abril de 2025 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Tomás Gouveia, natural de Viseu e nascido em 2003, encontra-se atualmente a frequentar o terceiro ano da Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho artístico centra-se na exploração de uma narrativa fragmentada, na qual a linearidade e coerência dos acontecimentos representados são intencionalmente desafiadas. Demonstra particular interesse pela representação da figura humana de forma camuflada, investigando os limites da sua desconstrução sem que esta perca completamente a sua legibilidade para o observador. Um dos principais objetivos da sua investigação plástica é compreender a subtil fronteira entre a abstração e a representação figurativa, tanto no desenho como na pintura.
fora de zona — exposição alunos de pintura da fbaul
Jan 01 2026 
05 DEZEMBRO 2025 > 07 JANEIRO 2026 I GALERIA LIMINARE – SEDE JUNTA FREGUESIA DO LUMIAR
Inaugura no dia 5 de dezembro, às 16h00, na Galeria Liminare, a exposição Fora de Zona. A exposição ficará patente até 7 de janeiro de 2026.
A exposição Fora de Zona assume particular relevância por constituir uma oportunidade de expansão do território artístico e formativo dos estudantes de Belas-Artes. Resultante de um convite de Madalena Pestana, da Junta de Freguesia do Lumiar, este projeto promove o diálogo entre a prática artística emergente e a comunidade, ao deslocar-se para um contexto distinto daquele em que a Faculdade de Belas-Artes habitualmente se inscreve. Nesse sentido, Fora de Zona torna-se não apenas um exercício de visibilidade e disseminação da produção artística dos alunos em formação, mas também um gesto simbólico de descentralização cultural, levando a criação contemporânea a outras partes da cidade e incentivando novas formas de encontro entre arte, território e público.
Organização e Curadoria:
Diana Costa
Ana Matilde Sousa
Alunos:
Amália Bragança
Rosa Almeida
Sofia Condeço
Bianca Conchinha
Diogo Cortesão
Emília Silva
Francisco Cardoso
Francisc0 Leal
Gabriel Correia
Jay Delgado
Mariana Almeida
Mars Gonçalves
Matilde Feitor
Pedro Reis
Tomás Boto
Wendell
exposição no âmbito da cerimónia de jubilação do professor joão pais
Out 28 2025
24 > 30 OUTUBRO 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
No dia 24 de outubro, às 11h00, no Auditório Lagoa Henriques, realizou-se a Cerimónia de Jubilação do Professor João Pais, com a sua Última Lição.
No âmbito desta cerimónia foi inaugurada uma exposição na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, que ficará patente até 30 de outubro.
A Cerimónia de Jubilação encontra-se integrada no programa das celebrações do Dia das Belas-Artes, que neste dia comemora o 189.º aniversário da sua fundação.
sessão de abertura do Curso de Doutoramento em Belas-Artes 2025/2026
Out 06 2025
09 OUTUBRO 2025 > 17H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Realiza-se no dia 9 de outubro, pelas 17h00, no Auditório Lagoa Henriques, a sessão de abertura do Curso de Doutoramento em Belas-Artes 2025/2026, com a presença dos Coordenadores do 3º ciclo das respetivas especialidades, Professora Patrícia Gouveia de Arte Multimédia, Professor Fernando Rosa Dias de Ciências da Arte e do Património, Professor José Teixeira de Escultura, Professora Diana Costa de Pintura, Professor António Trindade de Desenho, Professor Pedro Almeida de Design de Comunicação e Professor Pedro Silva Dias de Design de Equipamento.
première — 30ème édition
Ago 25 2025

10 JULHO > 31 AGOSTO 2025 I CENTRO DE CULTURA E DE CONGRESSOS DO ESTORIL
Inaugura no dia 10 de julho, às 18h00, no Centro de Cultura e de Congressos do Estoril, a exposição PREMIÈRE, na sua 31ª edição.
Esta mesma exposição PREMIÈRE, na sua 30ème Édition, esteve patente no Centre D’Art de Meymac, em França, de 20 de 0utubro de 2024 até 12 de janeiro de 2025.
Première é um programa prospectivo, iniciado e desenvolvido, desde há 30 anos, pela Abadia de Saint André – Centro de Arte Contemporânea de Meymac, selecciona e convida diplomados/as de escolas de arte francesas parceiras do projeto, aos quais e às quais é proposta uma exposição – no Centro de Arte Contemporânea de Meymac ou numa instituição parceira – acompanhada de um texto crítico sobre o trabalho de cada artista e de um CATÁLOGO.
O Centre d’Art tem vindo a desenvolver ligações com o meio artístico português desde 2018, reforçadas em 2022 durante a Temporada França-Portugal com a a participação de escolas de arte portuguesas na Première. Este sucesso levou à renovação do programa em 2024.
Esta nova edição franco-portuguesa teve a curadoria de Caroline Bissière e Jean-Paul Blanchet do Centre d’art de Meymac e Luísa Soares de Oliveira, historiadora de arte.
As escolas participantes são :
Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha
Politécnico de Leiria
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
École européenne supérieure de l’image de Angoulême-Poitiers
École nationale supérieure d’art de Bourges
École supérieure d’art de Clermont Métropole
École nationale supérieure d’art et de design de Limoges
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa está representada pelos estudantes Cygny Malvar do Departamento de Desenho, Francisco Figueiredo Lopes do Departamento de Escultura, Manuel Ferreira do Departamento de Pintura e Ricardo Leandro do Departamento de Arte Multimédia.
Centro de Cultura e de Congressos do Estoril inaugura primeira exposição
Centro de Congressos do Estoril ganha novo nome e torna-se num espaço cultural
que emoção! – exposição finalistas pintura 2023-2024
Ago 18 2025
29 JULHO > 23 AGOSTO 2025 I SALÃO DA SOCIEDADE NACIONAL BELAS-ARTES
Inaugura no dia 29 de julho, às 18h30, no Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes, a exposição QUE EMOÇÃO! – Finalistas Pintura 2023-2024. A exposição ficará patente até 23 de agosto.
Será, no mesmo dia, lançado o catálogo da exposição.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário
2ª a 6ª: 12h/19h
sábado: 14h/19h
Que EMOÇÃO?
Sabemos o que é uma EMOÇÃO. Diversas ciências deram contributos nesse esclarecimento. De um modo sucinto, a EMOÇÃO é uma resposta complexa do organismo a um estímulo. Sabemos também que as emoções são cruciais para a nossa sobrevivência. Segundo Paul Ekman, existe um conjunto de emoções primárias que desempenham um papel primordial, sejam elas: a tristeza, o medo, a alegria, a repulsa, a raiva ou a surpresa. Todas elas são determinantes nas decisões que tomamos e que podem ter impacto na manutenção, ou não, do nosso bem-estar.
Parece-me pertinente adicionar o seguinte: o que pode uma EMOÇÃO proporcionar? Sem dúvida, uma das possibilidades mais desafiadoras é o seu potencial transformador. Nesse sentido, a arte, enquanto processo que potencia emoções, tem o poder de construir; tem o poder de regenerar sujeitos e de, sujeito a sujeito, melhorar pequenas comunidades. Talvez por isso a arte seja tão hostilmente tratada, até mesmo amputada, por certos regimes. A arte é uma liberdade transformadora, para quem a faz, para quem a vê e para quem a apoia.
Uma exposição de finalistas é mais do que uma EMOÇÃO: é um fim e um começo, é uma alegria e um susto, é satisfação com o passado e expectativa com o futuro – mas não será o futuro sempre expectante? … Que EMOÇÃO, esta é uma EMOÇÃO sentida com o corpo todo, é a EMOÇÃO de concluir a obra, a EMOÇÃO que a obra produz, a EMOÇÃO de a partilhar, a inquietação e o desassossego de ter terminado um ciclo de ensino.
Regressemos à exposição, à partilha, à razão de ser ou de produzir. Neste contexto, temos a EMOÇÃO do artista e a EMOÇÃO do público, ambas com o corpo todo, ambas com os tempos todos… mas peço-vos… esqueçam o instante. O humano não domina o instante. Apreciem, desfrutem, experienciem, contemplem. Os modos podem ser diversos, mas a EMOÇÃO, se se permitirem, pode ser grande. Consequentemente, a experiência, a EMOÇÃO mais transformadora, poderá ser, não a de procurar o que faríamos, mas a de encontrar o outro no que está diante de nós. A EMOÇÃO do eu está ontologicamente garantida e a arte pode ativar a EMOÇÃO com e pelo outro, encontrando-o no reconhecimento de procedimentos, de cores, de formas, de assuntos, relacionando-se corpo a corpo – o nosso corpo e o da obra. Neste diálogo, podemos pedir à obra que complete a EMOÇÃO que nos falta. Por um curto tempo que seja, permitam-se perderem-se com a obra e encontrar um território comum. Um território que, certamente, contribuirá para a descoberta de uma EMOÇÃO que será a razão de ser.
A EMOÇÃO tem a capacidade de compreender o passado, mas também tem o poder de transformar o que há de vir. Esta exposição é um balanço, não apenas para quem a vem ver, mas, sobretudo, para quem a produz – aquele que, ao recuar de costas para ganhar velocidade e aumentar a amplitude do salto que pretende fazer, conseguirá chegar mais longe. É assim que estes jovens artistas chegam a esta emblemática sala de exposição da cidade de Lisboa. As suas obras são heterogéneas como a celebração o exige, as dimensões, as técnicas, os formatos, as cores e os suportes, contêm as vontades de cada um destes artistas, incluem todas as suas EMOÇÕES, que se manifestam de diferentes modos, mas que têm um denominador comum: uma intensidade e uma energia máxima.
Não posso falar apenas de Pintura para me referir a esta exposição dos alunos da Licenciatura de Pintura da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Aqui, a pintura é um território que se constrói adicionando diferentes perspetivas, segundo um entendimento inclusivo. Criar é muito difícil e os limites devem ser os de cada sujeito singular, uma vez que a liberdade criativa tem de estar garantida. Se a pintura nos escapa no suporte, encontramo-la na cor; se nos escapa na matéria, é segurada pelo pensamento; se divaga do plano, reconhecemo-la na forma.
Estes alunos começaram esta licenciatura, maioritariamente em setembro de 2020, tendo iniciado o seu ciclo de estudos num dos mais singulares momentos da nossa história recente porque, no início do seu percurso académico, ficaram em casa. O ensino à distância dominou uma parte significativa dos seus estudos e, nesse período, a partilha de EMOÇÕES foi afetada e a aprendizagem em grupo, perturbada. Mas, em resposta a essa circunstância, o reencontro com a dimensão física – do toque, da matéria, do sorriso e do abraço – transformou-se em obra e matéria criativa, participando destes percursos de ensino-aprendizagem. Estes são sempre singulares, à semelhança do que acontece com a produção em arte, que afirma o carácter autoral e diferente de cada autor. Com ele se expõe e se dá a ver a EMOÇÃO que afeta cada um na sua procura e no seu desassossego pessoal, revelando o que Darwin associava a uma fragilidade social e cultural. Aqui, reescreve-se permanentemente o sentido da EMOÇÃO, na medida em que ela é sempre experienciada e partilhada na máxima intensidade e autenticidade.
Quando ao título da exposição (Que emoção!) adicionamos o título deste texto (Que emoção?), fica estabelecida uma citação direta a uma conferência que George Didi-Huberman pronunciou a 13 de abril de 2013, no teatro Montreuil, nos arredores de Paris. Neste sentido, a diferença na pontuação que distingue as duas frases amplia a experiência emocional. Se, por um lado, o ponto de exclamação se materializa numa entoação de excitação, entusiasmo ou surpresa, podendo constituir uma EMOÇÃO intensa e positiva, a frase na interrogação, por outro lado, formaliza uma questão, procurando identificar, quer o tipo de emoção ali presente, quer alguma dúvida e curiosidade que ela possa suscitar. Em suma, o uso destes dois sinais de pontuação cria um conflituante território de posicionamento, que convida a uma ampliação experiencial – que EMOÇÃO.
Nuno Sousa Vieira junho de 2025
VI BIENAL INTERNACIONAL DE ARTES DE GAIA 2025 POLO FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA_Diálogo como Causa
Jul 09 202512 JUNHO > 12 JULHO 2025 | GALERIA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
VI BIENAL INTERNACIONAL DE ARTES DE GAIA 2025
POLO FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
Diálogo como Causa
“Um quadro não pode mudar as coisas, ele mostra as coisas, é tudo”
Kerry James Marshall
Em 2025 a VI BIENAL INTERNACIONAL DE ARTES DE GAIA/ Bienal de Causas vem até à Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Com este polo da bienal pretende-se diferentes diálogos: geracionais, de artes, de geografias, de formas de olhar a arte e para o mundo. Em uma época que predomina o monólogo propomos o desafio do diálogo como uma causa contemporânea. A arte resulta da capacidade dos artistas observarem o mundo e neste polo cada artista envolve-nos na sua visão muito particular de olhar o Tempo que partilhamos. De 12 de junho a 12 de julho este polo pode ser visitado na Galeria da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Curadoria: Artur Ramos e Luís Jorge Gonçalves
Artistas participantes:
Agostinho Santos; António José de Carvalho; Balbina Mendes; Bárbara Cabral; Cláudia Matoos; Domingos Loureiro; Felícia; Fernando Quintas; Filomena Silva Campos; Helena Elias; Helena Lehrfeld; Henrique Costa; Isabel Babo; João Catarino; João Paulo Queiroz; Jorge dos Reis; Manuel Gantes; Micaela Andoni; Miguel Serafim Da Silva; Nazaré Álvares; Olavo Costa; Rui Costa; Rui da Graça; Sabrina Carreira
18ª edição gab-a galerias abertas das belas-artes
Jun 06 2025 
6, 7 e 8 de JUNHO 2024 > FBAUL ABERTA AO PÚBLICO
Durante o fim de semana de 6, 7 e 8 de JUNHO de 2025 a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa vai acolher a 18ª edição das GAB-A / Galerias Abertas das Belas-Artes.
Entrada livre
Horário:
6 de junho – 18h-20h
7 e 8 de junho – 14h-20h
Este evento é passível de ser fotografado, filmado e posteriormente divulgado publicamente.
As GAB-A são, simultaneamente, um fórum de discussão e mostra de jovens artistas, de produtos de investigação artística e de obras em contexto de ensino superior artístico público, integradas no espaço físico onde são pensadas e produzidas. Não é uma exposição numa galeria, museu ou centro cultural. É a abertura dos espaços de trabalho e de investigação artística que a Faculdade de Belas-Artes encerra, num espírito de ateliê aberto.
As GAB-A são um evento de partilha aberto ao público, cujo sucesso depende da vontade dxs seus/suas participantes e das suas ambições. É um espaço informal, pontuado pela presença de jovens criadores. Um fórum / feira, onde se ensaiam questões pragmáticas como o contacto com o mercado artístico; a constituição de grupos e/ou de projetos ou a definição de estratégias para ações futuras. É um momento que se alicerça na troca de experiências, na aprendizagem e na aplicação de conhecimentos.
Nesta edição, o Pop-up de vendas decorrerá dia 5 de junho. O objetivo é proporcionar às vertentes artísticas em questão um espaço democrático, afeto ao propósito da venda, de maneira a que este não interfira com o bom funcionamento das GAB-A. Quando falamos de local de vendas, falamos de um espaço onde xs alunxs terão a oportunidade de comercializar o seu merchandising como stickers, brincos, cerâmicas utilitárias, etc. Nos dias 6, 7 e 8 de junho, durante a mostra dos trabalhos, xs alunxs terão a oportunidade de apresentar os seus trabalhos e projetos artísticos desenvolvidos ao longo dos semestres, sendo também estes passíveis de serem vendidos.
Nas GAB-A não há seleção de obras nem de participantes por qualquer entidade que não o próprio autor. Dá-se, assim, a possibilidade a cada estudante de testar a sua capacidade de decisão, de autocrítica e de autonomia. Todxs xs alunxs são convidadxs a participar. As GA-BA procuram criar um ambiente de fórum de arte contemporânea, no centro da sua origem (o próprio local de aprendizagem e de investigação), o que propicia a elaboração de questões sobre a arte e o papel que esta desempenha no mundo. Nas GA-BA estabelecem-se pontes entre todos os ciclos de ensino. Ao lado de um licenciando, podemos encontrar um mestrando ou um doutorando.
Estão convidados a participar todxs xs alunxs da Faculdade de Belas-Artes de todos os cursos e de todos os ciclos de estudos.
Os formulários para INSCRIÇÃO nas diferentes vertentes, encontram-se no LINK e na descrição do Instagram das GAB-A (@galeriasabertas2025).
concurso paez nas belas-artes 2.0
Mai 09 2025
ENTREGA DE CANDIDATURAS ATÉ 04 MAIO 2025
A Paez e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa lançam um concurso aberto a toda a comunidade académica, para integrar modelos desenhados por alunos, na sua coleção Primavera/Verão de 2026.
Esta iniciativa foi pensada para encontrar novos talentos na área, e proporcionar uma experiência de contacto direto com a indústria da moda. Os vencedores terão oportunidade de participar em todas as etapas da cadeia de produção, desde a concepção do produto em desenho até à sua comercialização.
As candidaturas abrem a 7 de abril e encerram a 4 de maio de 2025 e os vencedores serão anunciados entre 8 e 12 de maio de 2025.
A primeira fase do concurso passará pelo lançamento do desafio à comunidade académica. Depois de selecionados os 10 melhores projetos pela equipa Paez, a seleção dos dois vencedores finais, será feita pelo júri.
Sobre a Paez
Com mais de 100 mil pares produzidos todos os anos, a Paez consolida-se como uma das marcas de calçado de verão mais reconhecidas pelo público português. A marca foca-se em oferecer o melhor produto possível, com o máximo conforto e estilo.
Os últimos anos ficaram marcados pelo lançamento da primeira coleção 100% vegan, pela introdução de materiais reciclados na sua produção e pelo relançamento da coleção de Inverno.
A Paez, para além da clássica alpergata, oferece também as categorias de sucesso CLOGS, MARY JANES, MOC, MULE, TULIPAS, entre outras, e em 2025 acrescentará à sua oferta, as LACES, as PLATFORM MARY JANES e as SANDAL BIO.
Paez, walk the talk.
Saiba mais em paez.com ou siga-nos em @paezshoes no Instagram, Facebook, Linkedin, Pinterest e Tik Tok
Young design Generation Open Call 2025 Lisbon Design Week + Mude
Mai 09 202528 MAIO > 27 JULHO 2025 I MUDE
A Lisbon Design Week, em colaboração com o MUDE – Museu do Design, convida jovens criativos a apresentarem o seu trabalho para a segunda edição da exposição que pretende ser uma mostra da criatividade de autores portugueses ou radicados em Portugal.
Esta Open Call integra o conjunto de eventos da Lisbon Design Week 2025. O júri selecionará 20 peças para integrar uma Coleção Cápsula que será apresentada no MUDE entre 28 de maio e 27 de julho 2025.
A exposição
As 20 peças selecionadas integrarão a Coleção Cápsula que será exposta no MUDE – Museu do Design na Rua Augusta 24, 1100-053 Lisboa, a inaugurar dia 28 de maio de 2025.
A exposição terá produção conjunta da Lisbon Design Week e do MUDE, integrando-se nos programas culturais de ambas as instituições. Aberta a um público diverso e muito alargado, fará parte dos principais eventos da última semana de maio: a Lisbon Design Week 2025, a Arco Lisboa, a Semana da Criatividade (CCP) e as Galerias Abertas da FBAUL, que juntam em lisboa estudantes, criativos e profissionais da indústria, colecionadores, imprensa especializada nacional e estrangeira e figuras-chave dos setores da arte, artesanato, design e arquitetura.
Os autores das peças selecionadas serão convidados a participar em diversos eventos organizados pela Lisbon Design Week, incluindo exposições, visitas a ateliês, lojas e galerias, eventos de networking, palestras e destaque em artigos e materiais de comunicação. Este conjunto de oportunidades tem como objetivo reconhecer a criatividade e a excelência, proporcionando aos participantes uma plataforma para crescimento profissional dentro da comunidade criativa.
Objetivo da exposição
Promover o diálogo entre o património do design, a história e a contemporaneidade, através de novas interpolações às peças que integram a Exposição de Longa Duração do MUDE.
Dar visibilidade à criatividade emergente e partilhar com um público alargado o olhar das gerações que iniciam, agora, o seu percurso profissional.
Categoria - Contraponto
A Exposição de Longa Duração do MUDE, oferece, a quem a percorre, uma leitura do design em Portugal num contexto de reflexão sobre si mesmo e sobre o que o rodeia. As peças e os seus processos são mostrados em núcleos de afinidades, que se vão justapondo época a época para revelar a intricada dinâmica das diferentes referências culturais dos sécs. XX e XXI que contribuem para debater “Para que servem as coisas?”.
Abrir esta exposição à contribuição de jovens, é um convite para juntar a voz das mais recentes gerações a este debate que o Museu quis iniciar. São aceites submissões de peças que corporizam conceitos
transversais a esta temática e que tragam novas formas de desenhar, comunicar, percecionar e utilizar design. Os participantes são incentivados a mostrar como o seu trabalho contribui para ultrapassar os desafios do design na atualidade. As peças a submeter podem ser equipamentos, componentes, objetos ou suportes de comunicação (itens one-off, produtos ou protótipos HI-FI) em tamanho real.
Elegibilidade
Todos os jovens criativos ou estudantes do sector artístico e criativo de nacionalidade portuguesa ou residentes em Portugal, individualmente ou em equipe. Os participantes devem ter menos de 35 anos no momento da submissão (até 24 de abril de 2025).
Regras de submissão
- A participação é gratuita
- Cada participante ou equipa pode submeter apenas uma peça
- O prazo limite para submissão é 24 de abril de 2025
- A peça deve resultar de um processo de design e ser bi ou tridimensional
- A peça pode ser inédita ou já ter sido editada, exposta ou comercializada
- A peça deve ser apresentada por meio de fotografias, desenhos e uma descrição detalhada das suas características específicas, incluindo dimensões e materiais.
Deve ser acompanhada por um breve texto que explique de que forma a peça estabelece um diálogo com a Exposição de Longa Duração do MUDE, seja através da sua relação temática, conceptual ou material com uma ou mais peças, contribuindo para a reflexão e a interação com o discurso expositivo existente. - Serão selecionadas 20 peças para exposição temporária no MUDE
- Caso a peça seja selecionada, o autor compromete-se a entregar um exemplar ou protótipo em alta fidelidade (HI-FI), acompanhado de fotografias em alta resolução (HR), descrição e uma breve biografia, para ser exposto no MUDE – Museu do Design
- A peça ficará em exposição até 27 de julho, sendo posteriormente combinada a data para levantamento no mesmo local
- O formulário e Informação detalhada sobre o processo se submissão está disponível no site da Lisbon Design Week/Open Calls
- A submissão pode ser feita em língua portuguesa ou inglesa
- As submissões e eventuais pedidos de informação devem ser enviados para opencalls@lisbondesignweek.pt ; com cópia para justine@lisbondesignweek.pt
- Todos os participantes receberão um certificado de participação.
FICHA DE INSCRIÇÃO
CONTACTOS
opencalls@lisbondesignweek.pt
www.lisbondesignweek.pt
www.instagram.com/lisbondesignweek
www.mude.pt
desafio a arte do café
Mai 09 2025
CANDIDATURAS ATÉ 25 ABRIL 2025
Desafio A Arte do Café, desafio organizado pela Belissimo Cafés em parceria com a Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e da Faculdade de Belas-Artes do Porto.
Este desafio é exclusivo para os alunos finalistas no ano letivo de 2024-2025 de Pintura, Cerâmica (Pintura e Escultura) e Design de Comunicação.
Candidaturas abertas até 25 de abril de 2025.
As obras vencedoras estarão expostas no Lounge Belissimo, na Feira de Arte ARCO Lisboa, que se realiza entre 29 de maio e 1 de junho de 2025.
Realizou-se uma SESSÃO DE APRESENTAÇÃO, com representantes da Delta Cafés, na próxima quarta-feira, dia 26 de março, às 11h30, no Grande Auditório.
Júri da FBAUL: Helena Elias, José Quaresma, Pedro Fortuna e Sofia Leal Rodrigues.
Para esclarecimento de eventuais dúvidas, os participantes podem contactar a Bellissimo Cafés, através do endereço de e-mail mktg.bellissimocafes@gruponabeiro.com
pigmentos e corantes com história
Mai 07 2025
11 ABRIL > 10 MAIO 2025 I BILIOTECA FACULDADE BELAS-ARTES UNIVERSIDADE LISBOA
Inaugura no dia 10 de abril às 17h30, na Biblioteca da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a exposição Pigmentos e Corantes com História. A exposição ficará patente até 10 de maio.
Esta exposição integra a programação do DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS.
Desde a pré-história, o ser humano possui um impulso inato de deixar a sua marca através da criação de obras de arte. Esse desejo impulsionou a procura constante por pigmentos mais eficientes e duradouros para a criação de tintas. Esta exposição percorre a história de alguns pigmentos e corantes fundamentais, desde os pigmentos terrosos utilizados pelo homem primitivo na decoração das paredes das cavernas até aos materiais colorantes sintéticos desenvolvidos em épocas mais recentes.
Apesar dos avanços tecnológicos, a paleta do artista continua a ser uma fusão entre os pigmentos usados na pré-história, os materiais naturais da Idade Média e os compostos sintéticos orgânicos modernos. Esta exposição apresenta a história de alguns desses materiais, desde os pigmentos naturais da pré-história até aos compostos sintéticos modernos, destacando em cinco vitrinas temas como aglutinantes, toxicidade, degradação e técnicas de conservação e restauro.
Curadoria: Ana Bailão, Ana Carolina Ferreira, Diana Ferreira e Margarida Boavida
Coordenação Científica: Ana Bailão
Com o apoio de Maria João Albergaria, Pedro Gaurim Fernandes, Sara Henriques
arte contemporánea para detenerse, para ver, para estar — javier garcerá
Abr 01 2025
09 ABRIL 2025 > 18H/20H /// 10 ABRIL 2025 > 16H/18H I GRANDE AUDITÓRIO
Convidado Professor Catedrático de Pintura Javier Garcerá (Universidad de Málaga, Espanha)
Sessão 1: quarta dia 9 de abril (18h00-20h00), Grande Auditório da FBAUL
Sessão 2: quinta dia 10 de abril (16h00-18h00), Grande Auditório da FBAUL
Um dos problemas mais graves enfrentado pelo indivíduo na sociedade ocidental contemporânea é a sua dificuldade em saber parar e gerir o seu tempo a partir de uma atenção sossegada. A aceleração dos ritmos das cidades e o uso cada vez mais descontrolado das tecnologias e das redes sociais provocam, desde já, dependências que tornam precária a qualidade da vida quotidiana.
Por sua vez, é cada vez mais frequente encontrar nos fóruns internacionais de arte contemporânea artistas que reivindicam a matéria, o processo e o saber fazer como eixos inquestionáveis do seu trabalho. Assim, a par de propostas herdeiras da lógica conceptual, que exigem uma minimização e eliminação do objecto artístico, coexistem outras linguagens objectuais construídas a partir de um cuidadoso domínio da técnica e de uma manualidade que lhes permite recuperar a sensualidade da matéria, como forma de estimular um tempo que se alicerça novamente no ver.
Numa realidade saturada com um tipo de imagem funcional que só possui objectivos comerciais e pragmáticos, e perante um contexto acelerado em que não é fácil filtrar os conteúdos subtis que nos bombardeiam e que recebemos involuntariamente, é necessário reflectir sobre as respostas que a partir da arte contemporânea estão a ser dadas sobre a própria função da arte, e a responsabilidade do autor relativamente a esse vórtice acelerado no qual todos estamos imersos.
Neste curso (de duas sessões) propomos uma série de reflexões sobre o processo de elaboração e recepção de uma obra artística. Neste caso, referimo-nos à incidência do discurso, aos limites do controle racional sobre o fazer e o ver, e às condições que surgem quando, a partir de uma atenção sossegada e aberta, se permite um contato íntimo com a matéria.
Para isso, partiremos de obras de artistas contemporâneos que, dissolvendo as categorias estanques da arte e do trabalho artesanal, se apoiam nos aspectos sensuais da matéria, impondo limites ao controle racional do fazer, e dando origem a uma obra cuja compreensão envolve uma intensificação do olhar que se afasta do dizer.
A partir destas formulações, será apontada a possibilidade de recuperação do tempo e da atenção como ferramentas políticas, da prática artística como dissidência em relação aos ritmos da sociedade contemporânea, e, como modelo, uma ética baseada na distância e no silêncio.
Javier Garcerá
Departamento de Pintura - actividades inscritas no âmbito dos conteúdos programáticos das UCs Pintura e Teorias da Pintura Contemporânea (Mestrado de Pintura), e aberto ao contexto mais alargado dos Ciclos de Licenciatura e Doutoramento da área de Pintura, bem como todo o universo da FBAUL e público exterior interessado.
o mistério imanente — exposição de andré marques chambel
Mar 12 2025
10 > 14 MARÇO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
A exposição O mistério imanente de André Marques Chambel insere-se no âmbito da Apresentação Final do Trabalho de Projeto do Mestrado de Pintura. Inaugura no dia 10 de março, às 18h00, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes, e ficará patente até ao dia 14 de março.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário:
3ª, 4ª e 5ª, entre as 14h00 e as 19h00
6ª, entre as 10h e as 16h
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O solo brilha.
O vento dança, como uma respiração de alma, por entre as árvores.
As pedras permanecem no seu lugar, erguidas e envoltas por histórias. Elas sussurram palavras de uma língua esquecida.
As folhas estão caídas. O inverno já passou. Agora chega o tempo da primavera, a primavera do ser, da palavra, da obra. A primavera das canções, das canções da terra.
É algo que brilha, que não é luz. Algo que se ergue do fundo, algo que é assomado, relembrado, novamente criado. É aí que vive o mistério: no que aparece, no que aparece uma vez mais, no que volta a aparecer, para apenas se pôr outra vez no horizonte, no solo, sem promessa de quando voltará.
É algo que vem da terra, as imagens. Algo que nos escapa, e que se dá a ver. Algo que está à nossa espera…
André Marques Chambel
As belas-artes na futurália
Mar 10 202526 > 29 MARÇO 2025 | FIL
De 26 a 29 de março, a Faculdade de Belas-Artes estará presente na Futurália, que se realiza na FIL, no Parque das Nações.
Venha-nos visitar no stand da Universidade de Lisboa e descobrir tudo o que as Belas-Artes têm para oferecer.
Estamos à sua espera!
getting started, azulejos e plantas — fran siegel
Mar 10 2025
19 MARÇO 2025 > 11H30 I GRANDE AUDITÓRIO
Realiza-se no dia 19 de março, pelas 11h30, no Grande Auditório da Faculdade de Belas-Artes, a conferência Getting Started, azulejos e plantas por Fran Siegel, bolseira da Fundação Fulbright (EUA), Professora de Desenho e Pintura nos últimos 22 anos na School of Art at California State University.
Conferência promovida pelo VICARTE.
A entrada é livre.
Os desenhos e instalações de Fran Siegel envolvem pesquisas baseadas na localização que atravessam a paisagem, a cultura e a materialidade. O seu trabalho está em inúmeras coleções permanentes, incluindo LACMA, MOCA, The Morgan Library e Yale University (onde obteve o seu mestrado). As inúmeras bolsas de residência internacional de Siegel incluem uma Fulbright para o Brasil, a representação dos EUA na Bienal de Cuenca, no Equador, e a inclusão em duas iniciativas de investigação Getty Pacific Standard Time, resultando numa exposição individual de 2017 no Fowler Museum da UCLA, e “Transformative Currents”, a exposição de 2024 que inclui a sua instalação de quatro locais de restauração de zonas húmidas do sul da Califórnia no Oceanside Museum of Art. Siegel recebeu este segundo Fulbright para Portugal em 2025 para trabalhar com o Museu Nacional do Azulejo e Belas Artes. O seu mural permanente de azulejos para a estação La Brea e Wilshire do metro de Los Angeles está programado para ser inaugurado em 2025. Siegel é representado pela Wilding Cran Gallery em Los Angeles e recebeu uma bolsa individual de artista da cidade de Los Angeles e da California Community Foundation. Lecionou Desenho e Pintura nos últimos 22 anos na Escola de Arte da Universidade Estadual da Califórnia, nos arredores de Los Angeles.
naturante — exposição de mónica palmeira
Fev 23 2025
10 > 28 FEVEREIRO 2025 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
A exposição Naturante de Mónica Palmeira insere-se no âmbito da Apresentação Final do Trabalho de Projeto do Mestrado de Pintura 2024-25, e ficará patente at´´e 28 de fevereiro.
Orientador: Prof. Doutor Tomás Maia
Co-orientadora: Profª. Doutora Ana Mata
Eis a presença de um corpo, camuflado ou simbolicamente “incorporado” na paisagem.
Este corpo duplicado procura tornar presente aquele que é, também, o lugar de uma ausência. Lugar que convoca o espanto e a ideia de um enlace entre duas realidades que, por breves instantes, se atravessam. As imagens respondem a um apelo – o de dar forma ou trazer à luz esse encontro fugaz entre corpo e natureza, que adquire, pela arte, uma nova materialidade.
Naturante transpõe para o presente a memória evocativa de um lugar primordial; que é também a expressão de um desejo de futuro, onde a percepção do humano como agente dominador é esbatida pela presença ou sugestão de um corpo que se prolonga na paisagem ou, simplesmente, se funde na sua substância, numa relação de perfeita e inacessível equidade. Talvez o desejo ainda aceso de uma impossibilidade…
São fragmentos de memória e de paisagem que, subitamente, renascem sob a forma de ninfas, numa breve alusão ao aspecto feminino da força naturante que tão fugazmente se oferece ao olhar. Imagens que velam e que revelam, como uma espécie de “entre imagens” captadas no auge da sua metamorfose.
Mónica Palmeira
Exposição Prémio Anunciação – Conservação e Restauro das Obras Académicas
Fev 23 202528 NOVEMBRO 2024 > 28 FEVEREIRO 2025 | GALERIA DA ACADEMIA NACIONAL DE BELAS-ARTES
No dia 28 de Novembro, pelas 17h00, inaugura na Galeria da Academia Nacional de Belas-Artes a exposição Prémio Anunciação – Conservação e Restauro das Obras Académicas, com a coordenação científica de Ana Bailão e Liliana Cardeira e curadoria de Liliana Cardeira.
Visitas guiadas por marcação: heritagelab@office365.ulisboa.pt
O Prémio Anunciação foi instituído a 25 de julho de 1884, em honra do pintor Tomás José da Anunciação, Professor do Curso de Pintura de Paisagem na Academia Real de Belas-Artes de Lisboa (ARBAL). A competição era destinada exclusivamente aos alunos dos cursos de Pintura Histórica e de Pintura de Paisagem. Os participantes tinham de representar figuras de animais a partir da observação direta, quer no interior, quer no exterior, ficando a composição ao critério do aluno. Nesta prova, foram representados os seguintes animais: burro, cavalo, mula, boi, vaca, ovelhas, cabras, patos e coelhos.
Esta investigação permitiu localizar 36 pinturas referentes a este concurso nas Coleções de Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e da Academia Nacional de Belas Artes.
Na intervenção de conservação e restauro, o principal critério adotado foi o da intervenção mínima, que consiste em realizar os tratamentos necessários com o menor número possível de alterações ou adições a uma obra, preservando a sua integridade original e assegurando a estabilidade estrutural das peças. Esta metodologia permitiu, por um lado, manter a continuidade das histórias das obras, evitando a perda de informações relevantes, e, por outro, garantir a uniformidade no tratamento de todo o conjunto de pinturas do Prémio Anunciação.
Pretende-se nesta exposição implementar recursos táteis e auditivos que envolvam todos os visitantes, de uma forma acessível e inclusiva, numa experiência sensorial sobre as representações das pinturas. Estes recursos potenciam várias dinâmicas, como por exemplo, iniciativas didáticas para público infantil, onde se podem explorar os animais representados, através dos sentidos.
pintura e urdidura sob a “montanheira” de dordio — exposição de josé quaresma
Fev 20 2025
31 OUTUBRO 2024 > 23 FEVEREIRO 2025 I CITA, ARRAIOLOS
Inaugura no dia 31 de outubro, às 18h00, no Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, a exposição Pintura e urdidura sob a “Montanheira” de Dordio de pintura, desenho e instalação gráfica de José Quaresma. A exposição ficará patente até 23 de fevereiro de 2025.
Sob a dupla sombra do acervo do CITA e da “árvore do Dordio”, esta exposição de pintura, instalação gráfica e desenho, apropria-se e reconfigura algumas construções plásticas da obra de Dordio Gomes, assim como alguns apetrechos e fragmentos de tapetes de Arraiolos, trazendo-os para uma linguagem artística própria. Sendo assim, a exposição no CITA insere-se numa sequência de exposições individuais que tenho vindo a realizar nos últimos anos, nas quais estabeleço diálogos contemporâneos com obras de arte, objectos e apetrechos, ou então fragmentos arqueológicos dos acervos de instituições artísticas e espaços museológicos. Assim ocorreu recentemente na Casa-Museu Braamcamp Freire (Santarém) e em anos transactos no Jardim do Museu Nacional de Arte Contemporânea (Museu do Chiado), no Museu Arqueológico do Carmo, no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora, entre outros lugares.
José Quaresma
exposição de joana de barros matos
Fev 20 2025 
18 DEZEMBRO 2024 > 26 FEVEREIRO 2025 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugurou no dia 18 de dezembro, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Joana de Barros Matos, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Joana de Barros Matos (Cartaxo, 1997) vive, trabalha e estuda em Lisboa. Atualmente frequenta o curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. No decorrer do seu percurso criativo, a artista debruça-se perante uma multiplicidade plástica através da fotografia, vídeo, performance ou desenho. Investiga o potencial expressivo da pintura por intermédio de diferentes estilos e técnicas, complementando com pigmentos e pastas de origem natural por si desenvolvidos. Composições que manifestam a sua ligação intrínseca com o referente — a natureza. Paisagem, luz e poesia, entrelaçadas com a consciência ambiental, constituem o cerne das reflexões da artista, que critica a ausência da vivência plena no presente, frequentemente associada pela desatenção e pela procura de algo além do agora. Oferece um questionamento incisivo sobre o ritmo acelerado da vida contemporânea, expondo o consumismo ininterrupto e a politização das florestas.

A exposição de Hugo Maio decorreu entre 30 de outubro e 18 de dezembro de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Hugo Maio, nascido em Setúbal, em 2003, reside atualmente em Lisboa, onde estuda Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Iniciou o seu percurso na licenciatura em Arte Multimédia, onde a mudança para as artes plásticas proporcionou uma grande expansão no seu projeto artístico, conjugando a utilização de ambas as áreas de atuação num só contexto, remetendo para um universo visual individual e único. Ao investigar o papel da flora em ambientes religiosos, quando relacionados a capelas e altares tradicionais portugueses, desenvolveu “Culto à Flor”.

A exposição de Ana Matilde Milhano decorreu entre 17 de setembro e 16 de outubro de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Ana Matilde Milhano nasceu em Lisboa, em 2004. Estudou na Escola Artística António Arroio, no curso de Produção Artística de Gravura e Serigrafia. Atualmente, é estudante na Faculdade de Belas-Artes, onde frequenta a licenciatura em Pintura.

A exposição de Carolina Peres decorreu entre 20 de junho e 11 de setembro de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Carolina Peres
Nascida em 2004 e residente em Lisboa, encontra-se atualmente no segundo ano da licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Iniciou o seu percurso artístico na Escola Artística António Arroio, onde realizou a Prova de Aptidão Artística, centrada na Reprodução Plástica do Espetáculo. Atualmente, dedica-se à pintura, área na qual explora o uso de materiais incomuns, uma vibrante paleta de cores e a dinâmica entre o abstrato e o figurativo.

A exposição de Margarida Pereira decorreu entre 15 de maio e 19 de junho de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Margarida Casquilha Castelo Pereira nasceu em 2004 em Lisboa, Portugal. É uma criativa que se expressa através de diversos media como a pintura, a fotografia, a colagem e a assemblagem.
Atualmente está a estudar Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, tendo formação na área de Figurinos e Cenografia pela Escola de Ensino Artístico Especializado António Arroio. Em 2022 fez parte de uma exposição coletiva, e da sua organização, na Loja de Antiguidades Trindade, em que foram expostos trabalhos realizados no âmbito da disciplina de Figurinos e Gestão das Artes.
Tem um especial interesse pelo potencial plástico das áreas da moda e beleza, apropriando-se de imagens destes contextos para denunciar os perigos inerentes à representação visual, como o contexto em que a imagem é apresentada e a sua relação com o real, questões pertinentes numa época de hiperinformação.

A exposição de Rita Leitão Neves decorreu entre 10 de abril e 15 de maio de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Rita Leitão Neves nasceu em 2003 em Lisboa, Portugal. É uma criadora portuguesa que gosta de explorar vários media, como o vídeo, a escultura, a cerâmica e o desenho.
Atualmente está a estudar Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, participou na sua primeira exposição coletiva nas Caldas da Rainha em 2019 e mais recentemente no Seminário de Lisboa e no Pátio nº2 (Lisboa). Realizou a sua primeira exposição individual durante um período de mobilidade ERASMUS em Antuérpia, Bélgica, em novembro de 2023. Estuda também canto lírico e tem participado em diversos concertos.

A exposição de Rosa Louisa van Eck decorreu entre 28 de fevereiro e 10 de abril na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Rosa Louisa van Eck, nascida em Roterdão, Holanda, em 2003, encontra-se atualmente no terceiro ano da Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Destacou-se no cenário artístico ao vencer o Concurso Literário Sophia de Mello Breyner Andresen na categoria de ilustração em 2021. Mostra particular interesse pela área audiovisual e pela literatura holandesa, fundindo frequentemente a pintura com as duas anteriores.

A exposição de Marta Santos decorreu entre 11 de janeiro e 27 de fevereiro na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Marta Santos, conhecida artisticamente por MIA, nasceu em 2003 em Tavira e atualmente frequenta o 3º ano da licenciatura em Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. A nível profissional, destacou-se participando nos sub21 de Faro no âmbito da Bienal de Arte Contemporânea (BoCA), em 2021 e 2023. Exibiu seu trabalho na Biblioteca António Rosa Mendes (UAlg) na exposição “Apatia – memorial a nada em concreto” em janeiro de 2023, no Pátio nº2 com “Anamnese I” em abril, nas 16º GABA na FBAUL em junho e no Atelier Artéria em outubro do mesmo ano. O seu trabalho artístico foca-se em figuras orgânicas e sobreposições visuais, utilizando predominantemente fotografia, gravura e pintura.
conversa com ana ribeiro, conservadora na tate
Dez 16 2024
20 DEZEMBRO 2024 > 10H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Realiza-se no dia 20 de dezembro, às 10h00, no auditório Lagoa Henriques uma sessão especial, integrada na unidade curricular de Pintura I, com a presença da convidada Ana Ribeiro, conservadora de time-based media no museu britânico Tate Modern e investigadora em projectos como Documentation and Conservation of Performance, Reshaping the Collectible e Precarious Movements.
Trata-se de uma sessão aberta aos alunos da FBAUL, independentemente do turno ou curso.
dia das belas-artes 2024
Out 24 2024
25 OUTUBRO 2024
No dia 25 de outubro a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a instituição de ensino artístico mais antiga de Portugal, comemora os 188 anos da sua fundação, então designada por Academia de Belas-Artes, da qual é hoje sucessora.
Nesta data comemora-se o Dia das Belas-Artes com diversas atividades culturais abertas à comunidade académica e ao público em geral.
Exposições, espaços de trabalho e de investigação artística, reservas e acervos estarão abertos ao público.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
PROGRAMAÇÃO:
CONFERÊNCIAS
ENTRE FAZERES NO DESIGN: Portugal & Brasil
O evento estabelece-se como uma plataforma cultural de encontro e troca de saberes entre designers portugueses e brasileiros. Pretende-se que a aproximação da identidade entre Portugal e o Brasil estabeleça pontos de contacto no design, possibilitando refletir sobre os percursos dos autores que falam a mesma língua.
O evento conta com a presença do Reitor da Universidade de Lisboa, Professor Doutor Luís Ferreira.
Auditório Lagoa Henriques
25 > 26/10/2024 > 09h00
+INFO
XI Congresso Internacional Matéria-Prima: Agir e interagir na educação artística, hoje
Neste congresso é lançado o desafio, aos professores e investigadores em ensino das artes visuais, de partilhar novas perspetivas operacionais de desenvolvimento curricular com focagem nos seus resultados concretos.
Grande auditório
25/10/2024 > 09h00
+INFO
Lançamento do livro JORGE PINHEIRO a Quietude das Imagens Perdidas
de Carlos Vidal
Capela Belas-Artes
25/10/2024 > 15h30
+INFO
EXPOSIÇÕES
DESIGN FUTURES – Diálogo de Gerações
Com curadoria da professora designer Ana Mestre e com a participação de designers e investigadores de diferentes gerações. DESIGN FUTURES é um projeto apoiado pela Direção Geral das Artes do Ministério da Cultura
Galeria
25/10 > 25/11/2024
Cocktail de Inauguração: 25 de Outubro com início às 15h
+INFO
Matérias Emergentes: um mapeamento de objetos epistémicos da investigação artística académica em Portugal (2011-2022)
EMERGING é um projeto de investigação exploratório financiado pela FCT (DOI:10.54499/2022.06772.PTDC), que se desenvolve a partir da experiência de artistas, investigadores e professores universitários colocados em posições estratégicas em várias instituições e centros de investigação do ensino superior artístico em Portugal.
A exposição é itinerante e estará patente também no Colégio das Artes da Universidade de Évora entre 07 a 18 de Novembro 2024 e no Museu da FBAUP entre 6 a 17 de Janeiro 2025.
Corredor do Auditório Lagoa Henriques
16 > 30/10/2024
+INFO
About to Grow
A exposição apresenta uma série de biomateriais desenvolvidos pelos estudantes de Sustentabilidade e Inovação Social da Licenciatura em Design de Equipamento, trazendo a interseção entre materiais naturais e o design sustentável, inspirados pelo projeto Grow Design de Elvin Karana.
Capela
22 > 31/10/2024
+INFO
VISITAS GUIADAS
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
_Visita guiada ao Convento de S. Francisco da Cidade
Prof. Eduardo Duarte
11h00
Ponto de Encontro: entrada da Faculdade
Número limite: 20 participantes
_Visita guiada ao Acervo Internacional de Gravura Contemporânea da FBAUL
Prof. José Quaresma
Sala 3.72
14h00
Número limite: 30 participantes
ATENÇÃO: Considerando que existe um número limitado para cada uma das visitas, no caso de desistir agradecíamos que nos informasse através do e-mail comunicacao@belasartes.ulisboa.pt, para dar a vez a outra pessoa em lista de espera.
Nas restantes visitas a entrada é livre nos horários aqui apresentados:
_Mostra dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos nas áreas do Vidro e do Mosaico e visita à área dos fornos de Vidro
Prof. Fernando Quintas
Sala 1.13
Horário: 11h/13h
Entrada Livre
_Visita ao Laboratório de Desenho
Prof. Henrique Costa, Prof. Tiago Batista
Sala 2.35
Horário: 15h/18h
Entrada Livre
_Visita ao Heritage Lab
Profª Ana Bailão
Sala 3.63
Horário 10h/13h
Entrada Livre