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naturante — exposição de mónica palmeira
Feb 23 2025
10 > 28 FEVEREIRO 2025 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
A exposição Naturante de Mónica Palmeira insere-se no âmbito da Apresentação Final do Trabalho de Projeto do Mestrado de Pintura 2024-25, e ficará patente at´´e 28 de fevereiro.
Orientador: Prof. Doutor Tomás Maia
Co-orientadora: Profª. Doutora Ana Mata
Eis a presença de um corpo, camuflado ou simbolicamente “incorporado” na paisagem.
Este corpo duplicado procura tornar presente aquele que é, também, o lugar de uma ausência. Lugar que convoca o espanto e a ideia de um enlace entre duas realidades que, por breves instantes, se atravessam. As imagens respondem a um apelo – o de dar forma ou trazer à luz esse encontro fugaz entre corpo e natureza, que adquire, pela arte, uma nova materialidade.
Naturante transpõe para o presente a memória evocativa de um lugar primordial; que é também a expressão de um desejo de futuro, onde a percepção do humano como agente dominador é esbatida pela presença ou sugestão de um corpo que se prolonga na paisagem ou, simplesmente, se funde na sua substância, numa relação de perfeita e inacessível equidade. Talvez o desejo ainda aceso de uma impossibilidade…
São fragmentos de memória e de paisagem que, subitamente, renascem sob a forma de ninfas, numa breve alusão ao aspecto feminino da força naturante que tão fugazmente se oferece ao olhar. Imagens que velam e que revelam, como uma espécie de “entre imagens” captadas no auge da sua metamorfose.
Mónica Palmeira
Exposição Prémio Anunciação – Conservação e Restauro das Obras Académicas
Feb 23 202528 NOVEMBRO 2024 > 24 JANEIRO 2025 | GALERIA DA ACADEMIA NACIONAL DE BELAS-ARTES
No dia 28 de Novembro, pelas 17h00, inaugura na Galeria da Academia Nacional de Belas-Artes a exposição Prémio Anunciação – Conservação e Restauro das Obras Académicas, com a coordenação científica de Ana Bailão e Liliana Cardeira e curadoria de Liliana Cardeira.
Visitas guiadas por marcação: heritagelab@office365.ulisboa.pt
O Prémio Anunciação foi instituído a 25 de julho de 1884, em honra do pintor Tomás José da Anunciação, Professor do Curso de Pintura de Paisagem na Academia Real de Belas-Artes de Lisboa (ARBAL). A competição era destinada exclusivamente aos alunos dos cursos de Pintura Histórica e de Pintura de Paisagem. Os participantes tinham de representar figuras de animais a partir da observação direta, quer no interior, quer no exterior, ficando a composição ao critério do aluno. Nesta prova, foram representados os seguintes animais: burro, cavalo, mula, boi, vaca, ovelhas, cabras, patos e coelhos.
Esta investigação permitiu localizar 36 pinturas referentes a este concurso nas Coleções de Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e da Academia Nacional de Belas Artes.
Na intervenção de conservação e restauro, o principal critério adotado foi o da intervenção mínima, que consiste em realizar os tratamentos necessários com o menor número possível de alterações ou adições a uma obra, preservando a sua integridade original e assegurando a estabilidade estrutural das peças. Esta metodologia permitiu, por um lado, manter a continuidade das histórias das obras, evitando a perda de informações relevantes, e, por outro, garantir a uniformidade no tratamento de todo o conjunto de pinturas do Prémio Anunciação.
Pretende-se nesta exposição implementar recursos táteis e auditivos que envolvam todos os visitantes, de uma forma acessível e inclusiva, numa experiência sensorial sobre as representações das pinturas. Estes recursos potenciam várias dinâmicas, como por exemplo, iniciativas didáticas para público infantil, onde se podem explorar os animais representados, através dos sentidos.
Fissura – collective exhibition
Feb 21 20256 > 24 FEBRUARY 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 6 de fevereiro, às 17h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a exposição coletiva FISSURA, organizada pela Cultivamos Cultura e com curadoria de Sally Santiago.
Artists | Ana Baleia, Dalila Honorato, Elisa Ferretti, Ellen Wetmore, Jorge Leal, Pavel Romaniko, Lena Ortega & Robertina Sebianic, Mellissa Monsoon.
Schedule: Mon to Sat – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
They found a fissure between time and space… and entered it.
The exhibition Fissura invites the audience to cross the threshold between perception and action, arriving at places where images, like fragments of matter and memory, take shape. It is within this interval, this distance, that the gaze expands, unveiling the hidden potentials of spaces, bodies, and ideas.
The works gathered here do not aim to resolve distances or fill voids but rather to amplify them, transforming them into territories of experimentation. Whether through careful observation, a lost memory, or a well-told story, new layers of who we are and where we stand can be revealed. Among the corners uncovered in this fissure, artifacts are collected, landscapes are recolored, and survival is challenged as fears and courage come to light.
The selection of works weaves through these gaps and touches upon what usually escapes us. Developed within the context of investigations by Cultivamos Cultura, the artists Ana Baleia, Dalila Honorato, Elisa Ferretti, Ellen Wettmore, Jorge Leal, Pavel Romaniko, Lena Ortega & Robertina Šebjanič, and Mellissa Monsoon come together to contemplate new ways of seeing through these fissures.
— Sally Santiago
pintura e urdidura sob a “montanheira” de dordio — exposição de josé quaresma
Feb 20 2025
31 OUTUBRO 2024 > 23 FEVEREIRO 2025 I CITA, ARRAIOLOS
Inaugura no dia 31 de outubro, às 18h00, no Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, a exposição Pintura e urdidura sob a “Montanheira” de Dordio de pintura, desenho e instalação gráfica de José Quaresma. A exposição ficará patente até 23 de fevereiro de 2025.
Sob a dupla sombra do acervo do CITA e da “árvore do Dordio”, esta exposição de pintura, instalação gráfica e desenho, apropria-se e reconfigura algumas construções plásticas da obra de Dordio Gomes, assim como alguns apetrechos e fragmentos de tapetes de Arraiolos, trazendo-os para uma linguagem artística própria. Sendo assim, a exposição no CITA insere-se numa sequência de exposições individuais que tenho vindo a realizar nos últimos anos, nas quais estabeleço diálogos contemporâneos com obras de arte, objectos e apetrechos, ou então fragmentos arqueológicos dos acervos de instituições artísticas e espaços museológicos. Assim ocorreu recentemente na Casa-Museu Braamcamp Freire (Santarém) e em anos transactos no Jardim do Museu Nacional de Arte Contemporânea (Museu do Chiado), no Museu Arqueológico do Carmo, no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora, entre outros lugares.
José Quaresma
exposição de hugo maio
Feb 20 2025 
30 OUTUBRO > 18 DEZEMBRO 2024 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugura hoje, dia 30 de outubro, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Ana Matilde Milhano, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Hugo Maio, nascido em Setúbal, em 2003, reside atualmente em Lisboa, onde estuda Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Iniciou o seu percurso na licenciatura em Arte Multimédia, onde a mudança para as artes plásticas proporcionou uma grande expansão no seu projeto artístico, conjugando a utilização de ambas as áreas de atuação num só contexto, remetendo para um universo visual individual e único. Ao investigar o papel da flora em ambientes religiosos, quando relacionados a capelas e altares tradicionais portugueses, desenvolveu “Culto à Flor”.

A exposição de Ana Matilde Milhano decorreu entre 17 de setembro e 16 de outubro de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Ana Matilde Milhano nasceu em Lisboa, em 2004. Estudou na Escola Artística António Arroio, no curso de Produção Artística de Gravura e Serigrafia. Atualmente, é estudante na Faculdade de Belas-Artes, onde frequenta a licenciatura em Pintura.

A exposição de Carolina Peres decorreu entre 20 de junho e 11 de setembro de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Carolina Peres
Nascida em 2004 e residente em Lisboa, encontra-se atualmente no segundo ano da licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Iniciou o seu percurso artístico na Escola Artística António Arroio, onde realizou a Prova de Aptidão Artística, centrada na Reprodução Plástica do Espetáculo. Atualmente, dedica-se à pintura, área na qual explora o uso de materiais incomuns, uma vibrante paleta de cores e a dinâmica entre o abstrato e o figurativo.

A exposição de Margarida Pereira decorreu entre 15 de maio e 19 de junho de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Margarida Casquilha Castelo Pereira nasceu em 2004 em Lisboa, Portugal. É uma criativa que se expressa através de diversos media como a pintura, a fotografia, a colagem e a assemblagem.
Atualmente está a estudar Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, tendo formação na área de Figurinos e Cenografia pela Escola de Ensino Artístico Especializado António Arroio. Em 2022 fez parte de uma exposição coletiva, e da sua organização, na Loja de Antiguidades Trindade, em que foram expostos trabalhos realizados no âmbito da disciplina de Figurinos e Gestão das Artes.
Tem um especial interesse pelo potencial plástico das áreas da moda e beleza, apropriando-se de imagens destes contextos para denunciar os perigos inerentes à representação visual, como o contexto em que a imagem é apresentada e a sua relação com o real, questões pertinentes numa época de hiperinformação.

A exposição de Rita Leitão Neves decorreu entre 10 de abril e 15 de maio de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Rita Leitão Neves nasceu em 2003 em Lisboa, Portugal. É uma criadora portuguesa que gosta de explorar vários media, como o vídeo, a escultura, a cerâmica e o desenho.
Atualmente está a estudar Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, participou na sua primeira exposição coletiva nas Caldas da Rainha em 2019 e mais recentemente no Seminário de Lisboa e no Pátio nº2 (Lisboa). Realizou a sua primeira exposição individual durante um período de mobilidade ERASMUS em Antuérpia, Bélgica, em novembro de 2023. Estuda também canto lírico e tem participado em diversos concertos.

A exposição de Rosa Louisa van Eck decorreu entre 28 de fevereiro e 10 de abril na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Rosa Louisa van Eck, nascida em Roterdão, Holanda, em 2003, encontra-se atualmente no terceiro ano da Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Destacou-se no cenário artístico ao vencer o Concurso Literário Sophia de Mello Breyner Andresen na categoria de ilustração em 2021. Mostra particular interesse pela área audiovisual e pela literatura holandesa, fundindo frequentemente a pintura com as duas anteriores.

A exposição de Marta Santos decorreu entre 11 de janeiro e 27 de fevereiro na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Marta Santos, conhecida artisticamente por MIA, nasceu em 2003 em Tavira e atualmente frequenta o 3º ano da licenciatura em Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. A nível profissional, destacou-se participando nos sub21 de Faro no âmbito da Bienal de Arte Contemporânea (BoCA), em 2021 e 2023. Exibiu seu trabalho na Biblioteca António Rosa Mendes (UAlg) na exposição “Apatia – memorial a nada em concreto” em janeiro de 2023, no Pátio nº2 com “Anamnese I” em abril, nas 16º GABA na FBAUL em junho e no Atelier Artéria em outubro do mesmo ano. O seu trabalho artístico foca-se em figuras orgânicas e sobreposições visuais, utilizando predominantemente fotografia, gravura e pintura.
Campo Experimental: Ângela Ferreira em colaboração com Alda Costa
Feb 03 2025
31 OUTUBRO 2024 > 16 FEVEREIRO 2025 I MUSART, MUSEU NACIONAL DE ARTE, MAPUTO, MOÇAMBIQUE
Campo Experimental: Ângela Ferreira em colaboração com Alda Costa ocorre no Museu Nacional de Arte (MUSART), em Maputo, como a primeira exposição individual de Ângela Ferreira em uma instituição pública em Moçambique. A exposição explora pesquisas materiais e ambientais realizadas nos primeiros anos da independência de Moçambique. O título da exposição refere-se ao nome de um laboratório de aprendizagem agrícola mantido no campus da Universidade Eduardo Mondlane desde 1976, onde funcionários da universidade, investigadores e estudantes trabalharam em conjunto para produzir alimentos, conceber ferramentas e estruturas, e formar agricultores e técnicos comunitários. Este local experimental foi coordenado pelo TBARN (Técnicas Básicas de Aproveitamento de Recursos Naturais), um grupo de pesquisa formado nos primeiros anos da revolução pós-independência, para melhorar a produção e a qualidade de vida dos agricultores com recursos mínimos. Ferreira baseia-se nos vestígios visuais e textuais do TBARN para revelar o espírito revolucionário que fez de Moçambique um centro global de experimentação radical na década de 1970 e no início da década de 1980.
O projecto expande a prática de investigação de Ferreira e a sua procura pela contemporaneidade do passado. Campo Experimental emerge do diálogo contínuo da artista com Alda Costa, historiadora de arte e trabalhadora cultural moçambicana cuja experiência vivida durante o socialismo e os estudos posteriores a tornam memória viva de um momento incomparável na história cultural. Na exposição, objectos históricos do acervo pessoal de Costa são expostos ao lado da obra de Ferreira. O design destes objetos destaca a priorização das condições materiais na vanguarda da produção cultural dos primeiros anos de Moçambique independente. Essas características acentuam a estética do TBARN presente em toda a exposição: do uso multifuncional de materiais simples, a ênfase nas formas angulares dos objectos destinados a uso pragmático e as cores vibrantes nas paredes, baseadas no panfleto informativo da universidade (Queimadas, 1977). Ferreira enfatiza o carácter experimental do TBARN ao transformar algumas estruturas desenvolvidas na época em objectos estritamente estéticos — o pensamento estético torna-se um método produtivo para reimaginar aspectos da vida rural sob um novo modelo de colectividade.
Originalmente aberta no espaço de arte contemporânea Rialto6, em Lisboa, a exposição chega a Maputo em um formato expandido: inclui vídeos do músico Scúru Fitchádu em uma performance comissionada para a exposição, fotografias de Kok Nam do campus experimental do TBARN, e imagens usadas por Ferreira no processo da criação de seus trabalhos. Outras obras referentes a Moçambique foram incluídas na exposição em sua versão no MUSART, incluindo For Mozambique (2008), exposta pela primeira vez no país. Através de um diálogo entre vozes e temporalidades diversas, os trabalhos de Ferreira investigam histórias que expressam simultaneamente pragmatismo político e ludicidade criativa, sendo simultaneamente enraizados localmente e de alcance internacional.
Álvaro Luís Lima e Paula Nascimento
Prémio Emergências – 7.ª edição da ‘CONTEXTILE’ Bienal de Arte Têxtil Contemporânea
Jan 21 2025O Prémio Emergências – 7.ª edição da CONTEXTILE Bienal de Arte Têxtil Contemporânea foi atribuído à estudante de escultura da FBAUL Madalena Farinho.
Premio / Prize
Emergências – Contextile 2024
FBAUL
Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon
Madeleno
“COMPARTIMENTO (NÃO) PRÓPRIO PARA ESTÂNCIA”
Madeiras variadas, lã, trapilho, fio de algodão.
Various woods, wool, rag, cotton thread.
107 X 95 X 128 cm
Em 2024, os alunos da UC de Tapeçaria da FBAUL renovaram a participação na exposição “Emergências” integrante do programa da 7.ª edição da CONTEXTILE – Bienal de Arte Têxtil. A Exposição “Emergências” esteve patente na Galeria Garagem Avenida – Guimarães. Uma exposição que reúne obras de estudantes da EAAD_UM, ESAD, SOARES DOS REIS, FBAUP, UBI, ANTONIO ARROIO, FBAUL, desenvolvidas em contexto escolar, e em torno do tema da bienal TOUCH/Toque.
Os critérios de avaliação de todos os trabalhos em exposição para o Prémio Emergências, novidade desta edição da Contextile 2024, que se constitui pela atribuição de uma residência artística a integrar na programação de 2025, foram pautados pela qualidade técnica e plástica do trabalho, a sua relação com o tema da Contextile 2024 – Touch – e a convocatória de um legado estético e simbólico para o discurso temático.
mais do que casas
Jan 15 2025
28 SETEMBRO 2024 > 19 JANEIRO 2025 I MUDE
Inauguração: 27 de setembro às 19h
Curadoria: Teresa Novais e Luís Tavares Pereira
Design Expositivo: Diogo Aguiar
Design de Comunicação: José Carneiro e Ana Leite
A FAUP, em parceria com o MUDE, apresenta na exposição ‘Mais do que Casas | Como vamos habitar em Abril 2074‘ a investigação produzida no ano letivo de 2023/2024 pelos estudantes e docentes das Faculdades de Arquitetura, Arquitetura Paisagista e Belas Artes em Portugal.
A exposição e todo o programa cultural associado contribui para o tema do habitar e das novas exigências, com uma reflexão crítica e com propostas sobre os desafios contemporâneos da habitação e do espaço público, colocando em perspectiva a construção de uma sociedade intercultural e a promoção de uma cidadania global, tendo como referência a memória da experiência dos programas de habitação que ocorreram imediatamente após o 25 de abril de 1974, nomeadamente o Serviço de Apoio Ambulatório Local (SAAL).
A exposição conta com a participação e contributos de várias instituições, entre elas a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, com os seguintes projetos:
50 perguntas sobre o habitar contemporâneo
Departamento de Arte Multimédia | Rogério Taveira
Jorge Spencer
Alessia Allegri
Tiago Mota Saraiva
Com uma abordagem curatorial não tradicional (É uma exposição? Um evento? Uma provocação?), propomos uma mostra que não pretende ser exaustiva, nem abrangente, mas que funciona como uma narrativa. Uma grande história. O projeto curatorial entrelaça 50 perguntas sobre os lugares em que vivemos. Uma pesquisa sobre o conceito de casa, lar, doméstico e sentimento de pertença. As 50 perguntas apresentadas funcionam tanto como um quadro temático quanto como uma visão das diversas formas da vida contemporânea. Essas perguntas são envolventes e estimulam a imaginação do leitor, incentivando-o a refletir vários aspetos do conceito de “lar”. É uma viagem pelos imaginários que transformam as nossas vidas. Uma exposição ampla e colaborativa. Uma narrativa colectiva onde cada um dos envolvidos apresenta a sua própria interpretação da ideia de habitar e que se fará de soma de todos.
Os alunos do Departamento de Arte Multimédia irão realizar 50 videoclipes a partir dos livretos A5 produzidos pelos alunos da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa que irá reflectir sobre a ‘sua casa contemporânea’. Detalhes de residências, salas, espaços amplos, cores, objectos. Um caleidoscópio de indícios e situações que estimulam a reflexão sobre a nossa relação com aquilo a que chamamos casa.
design com e para a comunidade
Departamento Design de Equipamento | Ana Thudichum Vasconcelos
Ana Lia Santos
Carla Paoliello
No decorrer do 1. º semestre na UC de Projeto IV é proposto um único exercício, design com e para a comunidade, que tem como objeto de estudo a comunidade do Torrão (Alentejo). O exercício encontra-se dividido em 3 etapas: imersão, desenvolvimento e entrega. O formato de co-deign, essencialmente de grupo, permite escolher entre: desenhar um workshop de design para não designers ou desenvolver uma intervenção no âmbito do projeto Mais do que Casas.
As estratégias e os instrumentos de projeto tornam inteligível a extensão e complexidade dos fatores que mais afetam o exercício do design, com o desenvolvimento de métodos de pensamento integrado e disruptivo; de metodologias, sistemas e ferramentas de design; fomentando a autonomia e a criação de valores resultantes da síntese da aprendizagem; a experimentação e ensaio de formas de aproximação à disciplina e à sua prática; promovendo a ligação a outras realidades e incentivar a Multi, Inter e Transdisciplinaridade; com o envolvimento de outros estudantes, família, instituições parceiras e todos os outros intervenientes; a fim de implementar um sistema de avaliação e feedback.
O processo será registado (desenhos, imagens, esquemas, experiências, modelos, vídeos, gravações sonoras, entrevistas, etc.) para que seja possível guardar, ordenar e validar a informação recolhida, instrumentalizá-la para o projeto e depois utilizá-la como conteúdo para a sua comunicação.
realidades remotas | mértola
Mestrado em Design para a Sustentabilidade | João Cruz
Inês Veiga
Chiado, Carmo, Paris e os caminhos de Salgueiro Maia
Jan 15 202503 > 31 dezembro 2024 I AULA GALLERY, STRZEMINSKI ACADEMY OS FINE ARTS LODZ, POLÓNIA
Inaugura no dia 3 de dezembro na Aula Gallery, Strzemiński Academy of Fine Arts em Łódź, na Polónia, a última exposição a realizar em 2024, no âmbito do projeto Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia. A exposição ficará patente até 30 de dezembro.
+INFO (Polónia)
A última exposição realiza-se em Bolonha, em 2025, em data a definir.
Inaugurou no dia 1 de julho, em Castelo de Vide, no Paiol do Castelo e no Centro de Interpretação Garcia de Orta mais uma exposição no âmbito do projeto Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia. A exposição ficará patente até 30 de setembro.
Inaugurou no dia 6 de junho no CITA, em Arraiolos, mais uma exposição no âmbito do projeto Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia. A exposição ficará patente até 30 de setembro. No dia 16 de junho realizou-se no Salão Nobre a Câmara Municipal de Arraiolos, mais um ciclo de conferências.
Realiza-se no dia 27 de abril, às 16h00, na Galeria Pep, MNAC (Museu Nacional de Arte Contemporânea) a finissage da exposição As filhas de Léthê, de Helena Ferreira, com a presença da artista.
Realiza-se no dia 18 de abril, a partir das 17h30, no Fórum Ator Mário Viegas, em Santarém, o terceiro ciclo de conferências Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia e a inauguração da exposição no mesmo local.
CORREIO DO RIBATEJO (28/04/2024)
Realiza-se no dia 11 de abril, na Casa de Portugal, Cité Universitaire, em Paris, o segundo ciclo de conferências, com a coordenação de Ana Paixão, no âmbito do projeto Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia.
Ainda no dia 11 de abril, às 18h30 inaugura no mesmo local, a exposição coletiva Os Caminhos de Salgueiro Maia. Esta exposição ficará patente até 6 de junho.
Comunica-se o PROGRAMA GERAL do Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia, no qual a FBAUL tem um papel preponderante, projecto coordenado pelo docente da FBAUL, José Quaresma.
O programa consiste em sete exposições nacionais e internacionais, agendadas para Lisboa, Castelo de Vide, Santarém, Paris, Bologna, Arraiolos, Lodz, nas quais participam 53 artistas/estudantes e artistas/docentes da FBAUL, da Academia de Belas Artes de Bologna, da Academia de Belas-Artes de Lodz, e outros artistas formados no Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo.
Também serão editados dois livros com diversos ensaios alusivos a Salgueiro Maia, à Liberdade Artística e à Filosofia da Liberdade, assim como a realização de ciclos de Conferências em vários dos lugares em que se realizam as exposições.
A primeira conferência realizou-se no dia 4 de abril, no Museu Arqueológico do Carmo.
No dia 4 de abril inauguraram as exposições coletivas Os Caminhos de Salgueiro Maia no Museu Arqueológico do Carmo e na Faculdade de Belas-Artes, e a exposição As Filhas de Léthê de Helena Ferreira na Galeria PEP no MNAC.
As exposições vão estar patentes até 30 de abril.
ciclum — exposição de pedro de sousa serafim
Jan 15 2025
15 > 30 JANEIRO 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 15 de janeiro, às 18h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a exposição CICLUM de Pedro de Sousa Serafim.
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Entre existências e diferentes formas de vida.
Acreditamos, segundo princípios enraizados, que não somos natureza nem tão pouco fazemos parte dela. Dissociamo-nos de uma relação da qual intrinsecamente fazemos parte, na certeza de nos considerarmos um ser superior e transcendente.
O fungo, presente na Terra muito antes da existência humana, faz parte de uma simbiose relacional entre espécies.
Desde a crença Asteca, ao papel que desempenharam nas civilizações da Grécia Antiga, Índia e Mesoamérica, os fungos têm um papel fundamental na evolução humana, e eram já considerados e representados como símbolos sagrados.
Alvos de banalização, os fungos são o princípio de qualquer forma de vida, Karl Marx defendia que “era da podridão que surgia a vida”.
Toda a matéria que utilizamos e transformamos provém e está diretamente associada ao natural.
Tanto Natureza como Ser Humano regem-se em tempos diferentes ainda que no mesmo espaço, porém fazem parte de um único ciclo, onde ambos criam novas formas que se irão degradar no tempo.
A exposição CICLUM, aborda a correlação entre o criar humano e a origem dos fungos.
A sua representação pretende questionar o nosso individualismo enquanto espécie e questionar novos modos de pensar e agir entre espécies.
Entre o caráter volátil das formas naturais e a composição de objetos perenes, que se misturam, parece existir uma ambiguidade entre aquilo que é efêmero e o que se perpetua no espaço.
Sobre o modo de ver este espaço, pretende ser metaforicamente um lugar orgânico que permite gerar vida, onde por meio do que ainda está oculto e aquilo que se revela faz-nos conscientes do que nos rodeia.
A simbiose entre Natureza e Escultura, é a regra e não a exceção para um ciclo vital.
The Voice of Inconstant Savage, de Yasuhiro Morinaga
Jan 05 202521 SETEMBRO 2024 > 13 JANEIRO 2025 | 10h00 – 18h00 | CENTRO DE ARTE MODERNA GULBENKIAN – SALA DE SOM
The Voice of Inconstant Savage (2023) é uma instalação sonora encomendada a Yasuhiro Morinaga, que constrói narrativas através da recitação e aborda a cultura sonora dos japoneses, dos povos indígenas do Amazonas e dos portugueses.
A obra, encomendada a Yasuhiro Morinaga (n. 1980) para o Engawa – Temporada de arte contemporânea japonesa, justapõe uma recitação baseada no relato de um missionário português do século XVI, um canto de uma oração Kakure-Kirishitan (cristãos escondidos) da província de Nagasaki, um canto dos espíritos Karawara do povo indígena Awá, que vive na floresta amazónica, e um coro de canto gregoriano ocidental.
Confrontando o ato físico da «espera» e o ato mental da «inconstância», Morinaga constrói narrativas através da recitação e aborda a cultura sonora dos japoneses, dos povos indígenas do Amazonas e dos portugueses (ocidentais), numa obra que toma a forma de um tornado sonoro que evolui no tempo e no espaço com a Mãe Terra.
Yasuhiro Morinaga é um artista sonoro e designer de som sediado em Lisboa, que desenvolveu um interesse pelo trabalho de campo etnográfico na interseção do som/música com a antropologia. Enquanto artista, criou instalações multimédia e performances teatrais que apresentam uma cultura auditiva, envolvendo os ouvintes e encorajando-os a experienciar e a tomar consciência dos sons que habitualmente lhes passam despercebidos.
Yasuhiro Morinaga encontra-se neste momento a fazer o doutoramento na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, sob a orientação do Professor António de Sousa Dias, que também é responsável pela supervisão deste projecto.
Horário:
2ª a 6ª feira: 10h00 – 18h00
Sáb.: 10h00 – 21h00.
Encerra à Terça
Preço
Entrada gratuita
Mediante levantamento de bilhete no próprio dia.
exposição “colores de méxico”
Jan 04 20254 DEZEMBRO 2024 > 8 JANEIRO 2025 | CORREDOR AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 4 de dezembro, às 11h00, no Corredor do auditório Lagoa Henriques a exposição Colores de México. A exposição ficará patente até 8 de janeiro.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
A arte popular mexicana é uma manifestação artística que emerge das tradições e da cultura popular das diversas comunidades de todo o país. Caracteriza-se pelo seu profundo vínculo com as raízes indígenas, coloniais e mestiças, refletindo uma fusão de influências pré-hispânicas, europeias e africanas. Este tipo de arte abrange uma ampla gama de expressões, como cerâmica, têxteis, talha em madeira, olaria, murais, arte em papel machê, joalharia, entre outros, e é conhecido pelo uso de cores vibrantes, formas simbólicas e temas relacionados com a vida quotidiana, a natureza, a religião, as festividades populares e o património sociocultural.
Nesta exposição museográfica, apresentam-se fotografias e exemplares físicos de quatro peças emblemáticas da arte popular mexicana:
Alebrijes: Estas criaturas coloridas e fantásticas combinam elementos de diferentes animais e seres mitológicos. São criações que simbolizam a criatividade ilimitada do artesão mexicano, evocando o mundo dos sonhos e o misticismo.
Talavera poblana: Estas peças de cerâmica tradicional, originárias de Puebla, destacam-se pelos seus desenhos intrincados e cores vibrantes, que combinam influências indígenas e andaluzas (atual Espanha). A talavera poblana é apreciada pela sua funcionalidade e beleza, sendo um claro reflexo da mestria artesanal.
Árvore da vida: As árvores da vida, originárias de Metepec, simbolizam a ligação entre o homem, a natureza, a espiritualidade e a essência da existência, sendo uma das representações mais importantes da arte popular mexicana.
La Catrina: A famosa figura da morte elegante, criada pelo artista José Guadalupe Posada e popularizada por Diego Rivera. A Catrina, com o seu rosto de caveira e vestuário elegante, simboliza a visão mexicana da morte como uma parte única e festiva da vida.
Biografias
Luz María Jardón Iniestra: Licenciada em Línguas pelo IUFIM no México, Mestre em Linguística Aplicada pela UAEMÉX no México e Doutoranda em Ciências da Arte e do Património na Universidade de Lisboa. Trabalhou em projetos focados na importância da Língua e da Cultura como manifestações sociais, Estudos Culturais e análise da cultura, bem como em temas de multiculturalidade e interculturalidade. O seu trabalho mais recente está centrado na Arte Popular Mexicana como manifestação cultural e análise social.
El Hassane Ait Faraji: Licenciado em Ciências Políticas e Estudos Portugueses, com Mestrado em Museologia e Museografia pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Atualmente é doutorando em Ciências da Arte e do Património na mesma faculdade. Hassane tem trabalhado como curador convidado em exposições destacadas, incluindo O Poder da Palavra I / Peregrinação / Hajj. A sua investigação foca-se na arte do azulejo em Portugal, na talavera poblana no México e na arte do Andalus, explorando as conexões culturais e artísticas entre estas tradições. Além disso, é investigador ativo na área de arte e património.
El arte popular mexicano es una manifestación artística que surge de las tradiciones y la cultura popular de las diversas comunidades a lo largo del país. Se caracteriza por su profundo vínculo con las raíces indígenas, coloniales y mestizas, reflejando una fusión de influencias prehispánicas, europeas y africanas.
Este tipo de arte abarca una amplia gama de expresiones, como la cerámica, textiles, tallado en madera, alfarería, murales, arte en papel maché, joyería, entre otros, y es conocido por su uso de colores vibrantes, formas simbólicas y temas relacionados con la vida cotidiana, la naturaleza, la religión, festividades populares y bagaje sociocultural.
En esta exhibición museográfica se presentan fotografías y ejemplares físicos de cuatro piezas emblemáticas del arte popular mexicano:
Alebrijes: Estas coloridas y fantásticas criaturas, fusionan elementos de diferentes animales y seres mitológicos. Son creaciones que simbolizan la creatividad ilimitada del artesano mexicano, evocando el mundo de los sueños y el misticismo.
Talavera poblana: Estas piezas de cerámica tradicional, originarias de Puebla, destacan por sus intrincados diseños y brillantes colores, que combinan influencias indígenas y andaluzas (actual España). La talavera poblana es apreciada por su funcionalidad y belleza, siendo un claro reflejo de la maestría artesanal.
Árbol de la vida: Los árboles de la vida, originarios de Metepec, simbolizan la conexión entre el hombre, la naturaleza, la espiritualidad y la esencia misma, siendo una de las representaciones más importantes del arte popular mexicano.
La Catrina: La famosa figura de la muerte elegante, creada por el artista José Guadalupe Posada y popularizada por Diego Rivera. La Catrina, con su rostro de calavera y atuendo elegante, simboliza la visión mexicana de la muerte como una parte única y festiva de la vida.
La inauguración de la exhibición será el día 4 de diciembre a las 11 am en el Corredor Lagoa Henriques.
Biodatas
Luz María Jardón Iniestra: Licenciada en Lenguas por el IUFIM en México, Maestra en Lingüística Aplicada por la UAEMÉX en México y Doctoranda en Ciencias del Arte y del Patrimonio de la Universidad de Lisboa.
Ha trabajo en proyectos enfocados en la importancia de la Lengua y la Cultura como manifestaciones sociales, Estudios Culturales y análisis de la cultura al igual que temáticas de multiculturalidad e interculturalidad. Su trabajo más reciente está enfocado en el Arte Popular Mexicano como manifestación de la cultura y análisis social.
El Hassane Ait Faraji: Licenciado en Ciencias Políticas y Estudios Portugueses, con una Maestría en Museología y Museografía por la Facultad de Bellas Artes de Lisboa. Actualmente, es doctorando en Ciencias del Arte y del Patrimonio en la misma facultad.
Hassane ha trabajado como curador invitado en exposiciones destacadas, entre ellas O Poder da Palavra I / Peregrinação / Hajj. Su investigación se centra en el arte de la azulejería en Portugal, la talavera poblana en México y el arte del Andalus, explorando las conexiones culturales y artísticas entre estas tradiciones. Además, es investigador activo en el área de arte y patrimonio.
Mutante Awards Design at Wine
Jan 01 2025
13 > 14 JANEIRO 2025 I CISTERNA FBAUL
Exposição de rótulos de vinho
Na convergência entre a dimensão visual do rótulo e a experiência sensorial com a garrafa de vinho, desenvolve-se um território onde designers e artistas exploram diferentes linguagens para construir mensagens essenciais à identificação e distinção de cada vinho.
A exposição mostra os premiados da 1.ª edição dos Mutante Awards Design at Wine, num conjunto eclético de trabalhos, com vinhos de todas as regiões vitivinícolas do território continental e com a participação de pequenos e grandes produtores nacionais, ateliers de design especializados e agências generalistas, bem como designers independentes.
Em virtude das características da Cisterna, solicita-se a marcação da visita com indicação de horário para: s.parreira@belasartes.ulisboa.pt (13 e 14 Janeiro, 14:00-18:00)
inshadow lisbon screendance festival
Dec 18 202403 > 19 DEZEMBRO 2024 I cisterna e galeria da fbaul
Inauguram na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, no dia 3 de dezembro, duas exposições integradas no InShadow – Lisbon Screendance Festival. A inauguração na Cisterna decorre às 18h e na Galeria às 18h30.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
DISCERNIBLE BEAUTY de Sam Asaert | Exposição Fotográfica | Galeria FBAUL
Discernible Beauty é um diálogo artístico fotográfico em que o fotógrafo e a bailarina justapõem noções que estão no centro das artes performativas (ocidentais) e da comunicação visual (capitalista); e jogam com o papel que o físico (feminino) desempenha em ambas.
Recorrendo à linguagem visual da iconografia religiosa, à pintura clássica ocidental, bem como ao expressionismo e à publicidade capitalista do século XX; e utilizando técnicas de fotografia de produtos comerciais que realçam linhas coreográficas, membros baléticos e beleza corporal, Discernible Beauty é um projeto que visa apresentar representações esteticamente agradáveis do custo de se conformar e de se relegar para representações esteticamente agradáveis.
INSTALAÇÃO DE VÍDEO-DANÇA I Vários Aristas
Cisterna FBAUL
A 16ª edição do InShadow – Lisbon Screendance Festival realizar-se-á entre 7 de Novembro e 15 de Dezembro de 2024, em vários locais da cidade de Lisboa. Na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa os eventos decorrem entre 3 e 19 de dezembro.
InShadow promove um encontro entre as linguagens do vídeo/cinema e da dança/performance, propondo uma reflexão para um pensamento cine-coreográfico, explorando relações com tendência experimental ou ligação com a tecnologia. Procura o mundo da imaginação e o diálogo entre culturas. Propõe uma assimilação de experiências, métodos e saberes, potenciando as relações pensamento/ação e criatividade/inovação.
saturnismo
Nov 27 202422 novembro 2024 I 18h | Cisterna BELAS-ARTES
Saturnismo é uma alegoria à doença causada pela exposição excessiva ao chumbo, deve o seu nome à
associação que a alquimia fez deste elemento ao planeta Saturno. Este universo metafórico de
intoxicação cria um microcosmo expositivo experimental em dois atos: Primeira Porta a instalação
preambular de uma escultura sonora/concerto espacializado a 6 pontos, experimentação da vibração e
queda de chumbo balístico e Memória Do Chumbo, uma instalação multimédia de realidade virtual.
Ambas abrem caminho para a exploração do inconsciente coletivo, procurando no chumbo a sua
memória. Através da sua fundição, este elemento metálico perde a letalidade na liquidez e materializa
uma obra escultórica que reflete o espectro do planeta espelhado num dispositivo de realidade
expandida ao espaço virtual. Saturno, o sexto planeta do sistema, tem no seu polo um hexágono de
nuvens persistentes.
PRIMEIRA PORTA
22-11-24 | CISTERNA DA FBAUL | 18h
MEMÓRIA DO CHUMBO
7 a 21 de Dezembro | ESPAÇO POGO
Marcações: info@saturnismo.pt
Sandra Zuzarte (Lisboa, 1970) Mestre em Arte Multimédia pela Faculdade de Belas Artes da
Universidade de Lisboa, investiga teoria e história da arte no campo da estereoscopia, da representação
da luz e simulacro, explorando dispositivos imersivos numa abordagem experimental sobre a percepção
no olhar mediado. O seu trabalho reflete a espectralidade e persistência da memória na imagem e no
tempo.
Fernando Fadigas (Oeiras, 1968) explora processos experimentais em artes sonoras, nas artes plásticas,
no ensino e investigação artística. Doutorando na Faculdade de Belas-Artes da ULisboa orientado pelo
Prof. Dr. António de Sousa Dias e Mestre em Arte Multimédia pela mesma faculdade, é investigador
no GIAM/CIEBA e docente na Pós-Graduação em Arte Sonora: Processos Experimentais na FBAUL.
Sandra Zuzarte [Concepção, Instalação, Escultura Sonora e RV]
Fernando Fadigas [Performance Sonora, Som Imersivo]
Francisco Fadigas [Programação informática e RV]
Eduardo Brito [Mestre de Metais/FBAUL]
Luís Elgris [Voz]
Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, GIAM/CIEBA da FBAUL,
Electronic Warfare, Associação Pogo Teatro e Gaivotas 6
exposições integradas na Mostra de Fotografia e Autores – MFA
Nov 24 20245 > 29 NOVEMBRO 2024 > 18H00 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
No dia 5 de Novembro, às 18h00, inauguram na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, duas exposições numa iniciativa da associação CC11, integradas na Mostra de Fotografia e Autores – MFA.
Elisa Freitas mostra-nos NA HORA DA VERDADE, NÃO SABIA COMO LÊ-LAS, um projeto documental que mergulha com fotos, documentos e recortes na história de um casal que se conheceu na época da guerra colonial em Portugal, a partir de um anúncio no jornal; por outro lado, a exposição AND THE SHAPE OF THINGS DISAPPEARED FOR A WHILE é a viagem interior de Joana Dionísio após a morte do pai, que reflete sobre as limitações da existência humana.
Entrada livre
2ª a 6ªfeira: 8h00-20h00
Sábado: 8h00-17h00
A MFA Lisboa volta em novembro e dezembro, com 20 exposições fotográficas e o tema NÓS. O evento explora a interconexão e a pertença, promovendo o diálogo entre artistas e público em diversos espaços culturais da cidade.
Em novembro e dezembro, a Mostra de Fotografia e Autores – MFA Lisboa regressa à capital para uma exposição de fotógrafos consagrados e emergentes que nos quer levar a refletir sobre a nossa própria identidade coletiva, NÓS. Nas suas múltiplas interpretações, nós enquanto sociedade, ligação emocional que une pessoas, culturas e histórias, mas também nós enquanto laço que nos une e compromete na mesma vida partilhada em sociedade.
Ao longo de dois meses, numa iniciativa da associação CC11, diferentes espaços culturais da cidade de
Lisboa vão acolher vinte exposições com enfoque em projetos que abordam a noção de interconexão,
pertença e comunidade. Além das exposições, a MFA – Lisboa promove encontros com os autores, debates e projeções que permitirão aos participantes mergulhar nas várias facetas deste tema, promovendo uma reflexão artística sobre as nossas ligações e identidades. Os locais que acolhem esta mostra são vários mas o ponto central serão os Jardins do Bombarda, no quadro da parceria com a cooperativa Largo Residências.
VEJA NESTE MAPA AS VÁRIAS EXPOSIÇÔES DO MFA EM LISBOA, EM NOVEMBRO E DEZEMBRO.
“Equilibrium” exhibition
Nov 13 202418 NOVEMBRO 2024 > 19 NOVEMBRO 2024 | CISTERNA FBAUL
A exposição Equilibrium estará patente na cisterna da FBAUL nos dias 18 e 19 novembro, no horário das 10h às 12h e das 14h às 16h.
Equilibrium is an immersive installation featuring real-time visuals that explore the infinite patterns of nature. Using projection mapping, the piece surrounds viewers with constantly shifting forms in an atmosphere that feels both digital and organic. This experience invites visitors to reflect on the beauty and complexity of nature’s endless, repeating fractals and the fluid connection between art, science, and the physical world.
Curating: Professor José Revez
Artist bio
Anastasia Tsoutsouka is a multidisciplinary artist and researcher, born in Greece. She studied at Athens School of Fine Arts, with a focus on applied digital arts, and is currently completing the Master in sculpture in FBAUL. She continues to cross fields in visual aesthetics and storytelling within the context of artistic expression through mathematics, the interplay of traditional and digital art.
Flora Caldense, Uma Colaboração Póstuma de Marta Galvão Lucas Com Avelino Soares Belo, José Belo, Josef Füller e José Lourenço
Nov 05 2024
20 SETEMBRO > 17 NOVEMBRO 2024 I MUSEU JOSÉ MALHOA
Inaugura no dia 20 de setembro, às 17h00, no Museu José Malhoa, a exposição Flora Caldense, Uma Colaboração Póstuma de Marta Galvão Lucas Com Avelino Soares Belo, José Belo, Josef Füller e José Lourenço, com a presença da artista Marta Galvão Lucas.
A exposição ocupará três salas do Museu José Malhoa e envolverá diferentes formatos, desde a escultura, até a instalação, passando pela cerâmica.
No decorrer do período em que a mostra estará em cartaz, outras atividades serão realizadas – a começar por uma visita com a artista Marta Galvão Lucas, no domingo, 22 de setembro, pelas 16h00.
(pt) about to grow
Oct 27 2024
OCTOBER 22ND > 31ST 2024 I FBAUL CHAPEL
Opening: 22nd October > 11AM
Schedule: monday till saturday – 11 AM / 7PM
——–
The About to Grow exhibition presents biomaterials developed by students of Sustainability and Social Innovation from the Product Design undergraduate program, highlighting the intersection between natural materials and sustainable design. Inspired by Elvin Karana’s Grow Design project, the students aimed to explore the potential of biomaterials in product design, promoting the idea that materials are not merely passive elements but have their life cycle, being able to grow, regenerate, and even decompose in a controlled manner. Seedbeds were the chosen object, serving as a means of experimentation and germination for a design in harmony with the environment, fostering a circular economy.
Autores | Authors: Andreia Filipa Lopes Fernandes, André Simão Borges Cardoso, Bárbara Beatriz Martins Madeira, Bartolomeu Bourbon da Silveira de Sousa e Menezes, Bernardo Espírito Santo Fernandes, Carlota Maria Fernandes Costa Mota, Carolina Alexandra Correia Moura, Carolina Bret da Luz Costa, Carolina Pires Santos, Catarina de Jesus Madrugo Martins, Catarina Duarte Espenica, Clara Pinto da Cruz Portugal Ferreira, Diandra Marinela das Neves Vieira Rebelo, Diogo da Costa Santos Dias Lourenço, Eduarda da Silva Paraíso, Francisco Rosado da Fonseca Vieira, Gabriela Ferreira Jorge Nunes, Giovanna Miranda Caitano de Stefano, Gonçalo Miguel, Baltazar Alexandre, Helena Cristina Figueiredo Lourenço, Iara Filipa Teixeira Abreu, Inês Maia e Silva Rodrigues, Inês Pereira Lopes, Joana Garcez da Silva Pinto, Joana Gomes de Araújo Gonçalves, Joana Pereira Henriques, José Ribeiro Saraiva, Josué Santos Crispim, Katila Pita Bernardino, Laura Bernardo Ferreira Pinto Pereira, Leonor Henriques Timóteo, Lola Vitória Moreira Cruz Trindade Venâncio, Madalena Fernandes Morgado Ucha Messias, Madalena Lourenço Lopes, Maria Constança Ribeiro Ferreira de Sousa Pinto, Maria Martins de Pina Pereira do Carmo, Marta Kutsir, Marta Rodrigues Dores Sinde de Oliveira, Martim Adelino Martins, Matilde da Piedade Barrosa Palácios Braz, Milana Ioana Tintila, Niclas-Maria Valentien, Pedro Afonso Vieira Roque, Ran Kipnis, Ricardo João Leal Lopez Pereira, Rita Reis Lopes da Silveira Braga, Salvador Maria Duarte Silva de Moraes, Sara Alves Almeida, Tiago Alexandre Rodrigues Lucas Miranda
Docentes | Professora Ana Thudichum e Professora Carla Paoliello
Parceria | Partnership: BioLab Lisboa
dia das belas-artes 2024
Oct 24 2024
25 OUTUBRO 2024
No dia 25 de outubro a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a instituição de ensino artístico mais antiga de Portugal, comemora os 188 anos da sua fundação, então designada por Academia de Belas-Artes, da qual é hoje sucessora.
Nesta data comemora-se o Dia das Belas-Artes com diversas atividades culturais abertas à comunidade académica e ao público em geral.
Exposições, espaços de trabalho e de investigação artística, reservas e acervos estarão abertos ao público.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
PROGRAMAÇÃO:
CONFERÊNCIAS
ENTRE FAZERES NO DESIGN: Portugal & Brasil
O evento estabelece-se como uma plataforma cultural de encontro e troca de saberes entre designers portugueses e brasileiros. Pretende-se que a aproximação da identidade entre Portugal e o Brasil estabeleça pontos de contacto no design, possibilitando refletir sobre os percursos dos autores que falam a mesma língua.
O evento conta com a presença do Reitor da Universidade de Lisboa, Professor Doutor Luís Ferreira.
Auditório Lagoa Henriques
25 > 26/10/2024 > 09h00
+INFO
XI Congresso Internacional Matéria-Prima: Agir e interagir na educação artística, hoje
Neste congresso é lançado o desafio, aos professores e investigadores em ensino das artes visuais, de partilhar novas perspetivas operacionais de desenvolvimento curricular com focagem nos seus resultados concretos.
Grande auditório
25/10/2024 > 09h00
+INFO
Lançamento do livro JORGE PINHEIRO a Quietude das Imagens Perdidas
de Carlos Vidal
Capela Belas-Artes
25/10/2024 > 15h30
+INFO
EXPOSIÇÕES
DESIGN FUTURES – Diálogo de Gerações
Com curadoria da professora designer Ana Mestre e com a participação de designers e investigadores de diferentes gerações. DESIGN FUTURES é um projeto apoiado pela Direção Geral das Artes do Ministério da Cultura
Galeria
25/10 > 25/11/2024
Cocktail de Inauguração: 25 de Outubro com início às 15h
+INFO
Matérias Emergentes: um mapeamento de objetos epistémicos da investigação artística académica em Portugal (2011-2022)
EMERGING é um projeto de investigação exploratório financiado pela FCT (DOI:10.54499/2022.06772.PTDC), que se desenvolve a partir da experiência de artistas, investigadores e professores universitários colocados em posições estratégicas em várias instituições e centros de investigação do ensino superior artístico em Portugal.
A exposição é itinerante e estará patente também no Colégio das Artes da Universidade de Évora entre 07 a 18 de Novembro 2024 e no Museu da FBAUP entre 6 a 17 de Janeiro 2025.
Corredor do Auditório Lagoa Henriques
16 > 30/10/2024
+INFO
About to Grow
A exposição apresenta uma série de biomateriais desenvolvidos pelos estudantes de Sustentabilidade e Inovação Social da Licenciatura em Design de Equipamento, trazendo a interseção entre materiais naturais e o design sustentável, inspirados pelo projeto Grow Design de Elvin Karana.
Capela
22 > 31/10/2024
+INFO
VISITAS GUIADAS
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
_Visita guiada ao Convento de S. Francisco da Cidade
Prof. Eduardo Duarte
11h00
Número limite: 20 participantes
_Visita guiada ao Acervo Internacional de Gravura Contemporânea da FBAUL
Prof. José Quaresma
Sala 3.72
14h00
Número limite: 30 participantes
ATENÇÃO: Considerando que existe um número limitado para cada uma das visitas, no caso de desistir agradecíamos que nos informasse através do e-mail comunicacao@belasartes.ulisboa.pt, para dar a vez a outra pessoa em lista de espera.
Nas restantes visitas a entrada é livre nos horários aqui apresentados:
_Mostra dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos nas áreas do Vidro e do Mosaico e visita à área dos fornos de Vidro
Prof. Fernando Quintas
Sala 1.13
Horário: 11h/13h
Entrada Livre
_Visita ao Laboratório de Desenho
Prof. Henrique Costa, Prof. Tiago Batista
Sala 2.35
Horário: 15h/18h
Entrada Livre
_Visita ao Heritage Lab
Profª Ana Bailão
Sala 3.63
Horário 10h/13h
Entrada Livre
7ª edição drawing room lisboa 2024
Oct 20 2024 
23 > 27 OUTUBRO 2024 I SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS ARTES
A 7.ª edição da Drawing Room Lisboa realiza-se entre 23 a 27 de outubro, na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa, e conta com a presença de 26 galerias de arte, representando cerca de 70 artistas portugueses e internacionais.
A Galeria Pintor Fernando de Azevedo, na Sociedade Nacional das Belas Artes, acolhe os trabalhos dos 10 finalistas da 4.ª edição do Prémio FLAD de Desenho.
Os ex-alunos da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa Carla Rebelo, Gonçalo Sena e Maria Condado estão entre os 10 finalistas da quarta edição do Prémio FLAD de Desenho, o maior prémio dedicado a esta forma de expressão artística em Portugal.
Lista completa de finalistas:
Bárbara Fonte
Carla Rebelo
Carlos Mensil
Dupla Daniel Moreira e Rita Castro Neves
Diogo Pimentão
Gonçalo Sena
Maria Condado
Mariana Barrote
Priscila Fernandes
Rosa Baptista
O vencedor será conhecido no dia 26 de outubro, na Drawing Room Lisboa e receberá um prémio monetário no valor de 20 mil euros. Esta iniciativa visa apoiar a produção artística e inovação em Portugal e resulta de uma parceria entre a Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento e a Drawing Room Lisboa. Nas últimas edições desta iniciativa foram premiados os artistas Pedro Tropa, Maria Capelo e Carla Filipe.
A Drawing Room Lisboa tem vindo a ganhar relevo na cena artística contemporânea, por se afirmar como um contributo na criação de oportunidades para a classe artística dedicada ao desenho e na afirmação do espaço que o desenho pode ocupar no setor da arte contemporânea. Prova disso mesmo, é o apoio crescente que esta iniciativa tem recebido por parte das instituições, museus e centros de arte, galerias, colecionadores e outros profissionais.
Objects That Grow on Trees: The Amazonian Cuias and Biodesign – andrea bandoni exhibition
Oct 14 2024 
© Marcela Cotta, 2022
OCTOBER 3 > 18 2024 I FBAUL GALLERY
Opening on October 3 at 17h30
Hours: Monday to Saturday – 11:00 AM to 7:00 PM
Cuias are indigenous objects made from the fruits of the Crescentia cujete tree. The exhibition draws a parallel between the traditional craftsmanship of Amazonian cuias and Biodesign, an emerging approach in which designers work with living organisms.
In addition to showcasing traditional cuias, the exhibition features pieces created by artisans from the Associação das Artesãs Ribeirinhas de Santarém, which will be available for sale after the event. It also presents experimental Biodesign objects from the Cuia Colab project, which investigates various possibilities of biofabrication with cuias.
The exhibition emphasizes the differences between industrial design and working with living organisms, highlighting a slower process, non-uniform results, and a deeper connection with the territory and the cuieira trees, proposing new perspectives in the design field.
Support: Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA); Fundação “la Caixa” (ID 100010434 / código da bolsa LCF/BQ/DR22/11950001); Programa “Inova Amazônia – Pará” promovido pelo SEBRAE Brasil; e Projeto “Decolonising Sustainability Transitions Research in Practice,” financiado pelo Amsterdam Sustainability Institute e pelo CLUE+ (Vrije Universiteit).
imagens de ciência
Oct 03 2024
23 SETEMBRO > 11 OUTUBRO 2024 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 23 de setembro, às 17h30, no corredor do Auditório Lagoa Henriques, a exposição Imagens de Ciência
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Fechando a 1ª edição do Curso Pós-Graduado de Aperfeiçoamento em Ilustração Científica partilha-se uma seleção dos projectos desenvolvidos durante o 1º semestre de 2023-2024, no qual se explorou as diversas vertentes da comunicação visual de ciência, desde a publicação científica até à divulgação para um público em geral.
Durante o curso promoveu-se o contacto com métodos e técnicas de Ilustração Científica, através do desenvolvimento de projetos pessoais em articulação com instituições de património científico natural e cultural, com o apoio das Professoras Guida Casella e Lúcia Antunes, e dos docentes convidados Pedro Salgado, Dilar Pereira, Sara Simões, André Texugo, Marco Nunes Correia, Diogo Guerra, Cláudia Baeta, e Marcos Oliveira.
Alunas participantes: Beatriz Martins, Beatriz Moura, Beatriz Orcinha, Inês Almeida, Joana Saavedra, Marie Aimée Allard, Marina Ferrari, Marta Rosa,Rita Lamaroso.
Agradecimentos: A todos os docentes e artistas que partilharam o seu trabalho nas Masterclasses temáticas, e a todos os colegas que receberam estas alunas nas suas unidades curriculares, como optativas da pós-graduação.
banho de paragem
Oct 02 2024
05 SETEMBRO 2024 > 18H00 I COLLECTIF
Inaugura no dia 5 de setembro, às 18h00, no Collectif (Av. Conde Valbom, 102B, Lisboa), a exposição Banho de Paragem.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Esta exposição reúne trabalhos de oito jovens artistas que frequentaram, entre Outubro de 2023 e Julho de 2024, a Pós-Graduação Discursos da Fotografia Contemporânea na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Ao longo de um ano lectivo os alunos frequentaram várias unidades curriculares que globalmente abrangem um horizonte alargado de temas e questões actuais do campo da fotografia, no qual se incluem aspectos técnicos, estéticos e conceptuais. O programa assenta numa metodologia projectual de modo a consolidar, estimular e autonomizar os domínios teóricos e práticos essenciais na área da imagem.
Neste curso a fotografia não é promovida como uma disciplina técnica e material, como um meio com limites claramente reconhecíveis. Pelo contrário, estamos conscientes que o fenómeno das imagens contemporâneas é vasto, complexo e híbrido, frequentemente marcado por intersecções e miscigenações entre vários meios de expressão que tornam inglória a defesa de uma especificidade ontológica e discursiva.
Os trabalhos que aqui se apresentam contemplam vários universos pessoais e estéticos, mas evidenciam também distintas formas de exercer as possibilidades artísticas da fotografia: entre a representação documental e o registo subjectivista; entre o fotográfico, o escultórico e pictórico; entre a sugestão narrativa e a revisitação da memória. Mas em qualquer dos casos pressente-se uma peculiar qualidade temporal, um trabalho sobre o movimento das coisas, a caminho da lentidão, até à plena interrupção.
Banho de paragem.
Sérgio Mah
(Coordenador da Pós-Graduação Discursos da Fotografia Contemporânea)
téras — daphne klagkou exhibition
Sep 25 2024 
10TH > 28TH SEPTEMBER 2024 I FBAUL CISTERN
τέρας (téras)/ monstrum/ monster
Opening day 10th of September 17:00-21:00
Closing day 28 of September
In téras exhibition the artist Daphne Klagkou introduces us to her world of hybrid artworks and monstrous realities , created by both traditional and contemporary means. Ceramic and glass pieces are brought into existence aided by contemporary materials, hiding messages and interpretations as they seek their place into today’s world. Ancient Greek symbols and mythology have exerted significant influence on Western civilization. Not only have they been preserved, but they have also evolved to acquire new meanings.
As a Greek artist, Daphne has witnessed firsthand the complicated dynamics of today’s Greek society with these symbols, its identity issues, and the relations with the rest of the West. The intricate connections and forces that have contributed to shaping our present understanding have resulted in a transition of symbols and the creation of new imagery with different purposes.
The term “τέρας” (monster) is intertwined with numerous symbols and myths dating back to ancient times, transforming into folklore that persists in contemporary contexts. The associations with it can provide insights of present-day social, political and human issues. Monsters have been created with the beginning of civilization and the pursuit of understanding their essence has been an enduring intellectual quest throughout history. Today, we find ourselves compelled to once again question what defines a monster and ponder on our own way of thinking.
the paths we cross
Sep 25 2024
17 > 27 SETEMBRO 2024 I GALERIA BELAS-ARTES
ATENÇÃO: Alteração da data de encerramento. A exposição ficará patente até 27 de setembro.
Inaugura no dia 17 de setembro, às 18h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição THE PATHS WE CROSS de Paola Quiñonez, Daphne Klagkou e Irene de Vilder.
Cada obra reflecte uma história única, permitindo uma compreensão mais ampla da intrincada teia da existência humana.
O trabalho de Paula Quiñonez aprofunda o tema da identidade, explorando as respostas individuais à sociedade moderna globalizada através de fortes simbolismos da cultura pop. Daphne Klagkou transforma materiais tradicionais em peças de arte contemporânea, promovendo um diálogo lúdico entre o passado e o presente; enquanto Irene de Vilder infunde objectos tradicionais, como vasos, com imagens modernas, acrescentando outra camada de interpretação. Apesar das suas diferenças temáticas, todos empregam métodos transformadores nas suas práticas artísticas, quer através de simbolismo, materiais ou imagens. Algumas obras procuram explorar a continuidade das experiências humanas e a forma como a nossa história colectiva informa as nossas realidades actuais, enquanto outras geram paradoxos visuais em que estes objectos se movem sem problemas entre o passado, o presente e o futuro.
A exposição tem a curadoria de Alexia Alexandropoulou e estará patente até 30 de setembro.
Horário:
2ª a sábado – 11h00/17h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
palimpsesto — exposição de margarida alves e jorge camões
Sep 24 2024
01 AGOSTO > 29 SETEMBRO 2024 I VÁRIAS ESPAÇOS DO MUSEU - JARDIM BOTÂNICO LISBOA
A exposição Palimpsesto explora o Antropoceno e a complexa relação entre o ser humano e a paisagem. No Jardim Botânico de Lisboa, uma barca Avieira do Tejo habita o espaço como uma presença-ausência, coexistindo com uma vídeo performance que regista o calor de um corpo na embarcação.
No interior do museu, vários tempos entrecruzam-se: a exposição expande-se como matéria cianotópica que se imiscui com poeiras antropogénicas, terras gretadas, canoas paleolíticas e processos de mineração. As obras artísticas convidam os visitantes a reflectir sobre a interação contínua e transformadora entre a humanidade e o ambiente natural.
Curadoria: Sofia Marçal
Entrada livre.
Homeing – Interior Design Hotel and Home Living Participação do Departamento de Design de Equipamento da FBAUL
Sep 19 2024
19 > 21 SETEMBRO 2024 I PAVILHÃO CARLOS LOPES
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa está representada no programa Let’s Talk About com um painel de palestras no dia 20 de setembro, às 10h30 com as oradoras:
Beatriz Almeida, “Narrando histórias através do design” reflete a investigação em curso para o trabalho final do Mestrado em Design de Equipamento, na especialidade de Design Urbano e de Interiores;
Estará patente a instalação de Beatriz Almeida, “Narrando histórias através do design: Pronta-A-Vestir” (Foyer Sul)
Carla Castanheta, “Design e Storytelling na Transição Linear – Circular”, tema investigado no âmbito da sua tese de Doutoramento em Belas-Artes recentemente concluída na FBAUL;
Ana Luísa Dias, Bárbara Ferreira e Rita Sá, “Curadoria e Design Expositivo AS(SENTAR)” projeto desenvolvido em parceria com o MAAT no âmbito da UC de Estudos de Design II do Mestrado em Design de Equipamento
Coordenação: Professora Isabel Dâmaso
+INFO: https://homeing.exponor.pt/visitante/programa/ ; https://homeing.exponor.pt/o-evento/exposicoes/
zona dolorosa — exposição de mariana meireles
Sep 18 2024

© Itarcio Araujo Lima
16 > 24 SETEMBRO 2024 I CAPELA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 16 de setembro, às 18h00, na Capela da Faculdade de Belas-Artes a exposição Zona Dolorosa – Quando a dor passa a existir, de Mariana Meireles a convite do investigador Fabián Cevallos Vivar, curadoria de Inês Zinho Pinheiro.
Horário: 2ª a 6ª 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
A exposição parte de uma constatação simples: a dor é uma experiência autobiográfica portadora de uma neuro-assinatura congênita.
Exprime-se entre o limiar da palavra, a (i)mobilização do corpo e as formas silentes de se manifestar.
A série de imagens, cujo trabalho poético resulta de ensaios performáticos e analíticos advindos de uma pesquisa de pós-doutorado, confronta-se com a (pre)suposta (in)visibilidade da dor e suas formas substantivas de existir, originando-se da experimentação de narrativas e da proposição da imagem para além da apreensão visual. Gesto que inicia com a escuta, desdobrando-se nas fendas simbólicas de olhar, perceber e projetar o corpo que sofre. Ao seu modo, o acervo imagético tensiona a captura da vida pelo trabalho, indaga a ideia de automatização e padecimento, redimensionando o lugar do corpo e suas vicissitudes no estudo da profissão docente. Em “Zona Dolorosa”, a dor é projetada esteticamente enquanto fenômeno encarnado, despontando-se como possibilidade imaginativa de ver e de ser vista. Nesse sentido, o ato de ver confunde-se com o ato de pensar.
Este processo torna-se significativo, a partir do momento em que, laboriosamente, a dor recusa sua condição privada e incomunicável e, passa existir, subjetivamente, como matéria palpável nas imagens.
Ficha Técnica
Mariana Martins de Meireles é professora adjunta na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/Brasil. Atualmente desenvolve Estágio Pós-Doutoral no Programa de Pós-graduação em Educação e Contemporaneidade e no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Doutora e Mestre em Educação e Contemporaneidade (UNEB). Licenciada em Geografia (UNEB).
Fabián Cevallos Vivar é investigador da FBAUL-CIEBA. Doutor em Pós[1]Colonialismos e Cidadania Global pela Universidade de Coimbra. Mestre em Educação Superior pela Universidade de Barcelona. Licenciado em Filosofia, Sociologia e Economia pela Universidade de Cuenca-Equador.
Inês Zinho Pinheiro é doutoranda no programa Artes Performativas e Imagem em Movimento (Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa). Mestre em Filosofia e História da Dança pela Roehampton University, Londres. Licenciou-se na Rambert School of Ballet and Contemporary Dance, University of Kent, Londres.
Itarcio Araujo Lima é fotógrafo e designer (Unijorge/Brasil). Artista de palavras e imagens, contrastes e composições, de silencio e barulho. Em períodos de dispersão e melancolia, a fotografia o faz se sentir real, conectando-o ao presente.
É impressão minha? – Por uma prática artística sustentável (noite europeia dos investigadores)
Sep 10 2024
27 SETEMBRO 2024 I MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA
A atividade É impressão minha? – Por uma prática artística sustentável pretende sensibilizar o público para as potencialidades da utilização de materiais naturais e reciclados na prática da produção artística. Com esse objetivo, serão desenvolvidas várias experiências em que se criam impressões, desenhos e pequenas esculturas recorrendo a pigmentos e a corantes naturais, bem como a materiais reciclados.
Este projeto enquadra-se no âmbito da disciplina de Educação Artística em Museus e Centros de Arte, que foi frequentada no ano letivo de 2023/2024 por alunos/as do mestrado de Educação Artística, do mestrado de Museologia e Museografia, da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, e do mestrado de Ensino das Artes Visuais, do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.
Esta atividade faz parte do programa da Noite Europeia dos Investigadores 2024, coordenada pela Universidade de Lisboa, através do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, contemplará atividades online e mais de 400 atividades locais inspiradas na temática geral Ciência para Todos, Sustentabilidade e Inclusão.