Informações
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OPEN DAY FBAUL 2019
May 17 2019
20 MAIO > 10H/18H I ENTRADA LIVRE
Dia 20 de maio realiza-se OPEN DAY FBAUL 2019, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa entre as 10h00 e as 18h00.
Convidam-se os alunos de escolas secundárias e todos os interessados em frequentar as nossas licenciaturas, mestrados e doutoramentos.
Entre os acontecimentos desse dia constam:
Visitas aos ateliers e laboratórios. O evento GAB-A prolonga-se até ao dia 20.
Sessão de apresentação dos cursos de mestrado e doutoramento no Grande Auditório às 14 horas.
Este dia pretende propiciar um contacto de futuros alunos com docentes, instalações, unidades curriculares e ciclo de estudos, sem prejudicar o normal funcionamento das aulas.
o corpo da fisionomia
May 17 201909 > 29 MAIO I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 9 de maio, às 18h00, na Galeria das Belas-Artes, a exposição O Corpo da Fisionomia de Artur Ramos. A exposição ficará patente até 29 de maio.
horário schedule
2ª a 6ª › 11h–19h
monday to friday › 11am to 7pm
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Artur Ramos, nasceu em Aveiro em 1966. Licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa em 1992. Mestre em Estética e Filosofia da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 2001. Doutor em Desenho pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa em 2007. É docente de Desenho na FBAUL desde 1995. É autor de várias publicações sobre retrato das quais se destaca o livro publicado em 2010, Retrato: o Desenho da Presença.
Participou em inúmeras exposições das quais se destacam as exposições individuais: Da Beleza Da Sombra À Luz Do Olhar, desenhos e pinturas, na Galeria SOCTIP em Lisboa em 1992, Desenhos, na Galeria da Sociedade Cooperativa de Gravadores Portuguesa Gravura, em Lisboa, 1995, O Olhar da Paisagem, Desenho e Pintura, na Galeria de Colares em Colares, em 2004 e Corpos Desconhecidos, no Museu Militar de Lisboa em 2018.
O seu estudo académico e a sua produção artística questionam os limites da correção sem a perda da semelhança na representação da figura humana e em particular no retrato. Como pode um retrato ou uma figura ser mais convincente que o próprio modelo. Como pode uma representação mostrar tudo aquilo que a pessoa é mas que dificilmente dá a ver, é a principal questão que os seus textos, desenhos ou pinturas procuram formular.
IT TAKES SEVERAL MINUTES FOR THE EYES TO ADJUST TO THE DARK Design e ficção—uma hipótese
May 17 2019
13 > 20 MAIO I FBAUL
Mostra de Finalistas de Design de Comunicação (take 1)
13 a 20 de Maio, vários espaços das belas-artes
It takes several minutes for the eyes to adjust to the dark apresenta um conjunto de ficções desenvolvidas pelos alunos finalistas de Design de Comunicação, que partem de um processo subjectivo de adaptação de um filme. A partir da ficção, os espaços ou ambientes imersivos que agora se expõemtestam a hipótese de se estabelecer uma relação (inusitada) entre cinema e design, para além das inevitáveis zonas de influência ou de fascínio, ou dos contratos recorrentes e utilitários de colaboração entre as duas disciplinas (cartaz, genérico, etc.). Por outras palavras, questionámos como pode a ficção, a partir da zona de influência directa do cinema, servir o projecto. Por outras palavras, como pode a ficção servir ao design.
O primeiro momento da mostra de alunos finalistas de design de comunicação inclui ainda um ciclo de cinema composto por alguns dos filmes que serviram de mote à actividade projectual.
PROGRAMA
13 de Maio
Sheltered
(a fiction based on Safe de Todd Haynes)
Sala de convívio AEFBAUL, 10h-13h
Encenado
(a partir de Portrait of Jason de Shirley Clarke)
Sala 4.05, 10h-13h
Searching for Norma Desmond
(a fiction based on Sunset Boulevard de Billy Wilder)
Sala 4.14, 14h-16h
Puro e duro: e se a nossa pequenez fosse a única ficção?
(uma ficção a partir de Belarmino de Fernando Lopes)
Átrio 4.15, 14h-16h
14 de Maio
As Mil e Uma Noites, Vol. 1 O Inquieto (Miguel Gomes, 2015)
Capela, 18h
15 de Maio
Por minha culpa
(uma ficção a partir de Redemption de Miguel Gomes)
Sala 3.67, 10h-13h
If_then. Do you know what your actions will do for us all?
(uma ficção baseada em O Laço Branco, de Michael Haneke)
Sala 4.22, 10h-13h
Tecto: muralha urbana
(uma ficção a partir de La Haine de Mathieu Kassovitz)
Sala 4.14, 10h-13h
Religiosae opus apes
If women were the dominant gender, what would have changed today.
(uma ficção baseada em La Religieuse de Jacques Rivette)
Capela, 14-17h
A fight is never just a fight
(uma ficção a partir de São Jorge de Marco Martins)
Átrio 4.15, 14h-17h
Estado d’Alma
(uma ficção a partir de JFK de Oliver Stone)
Sala 4.19, 14h-17h
F for Fake (Orson Wells, 1963)
Capela, 18h
16 de Maio
La Mujer sin Cabeza (Lucrecia Martel, 2008)
Capela, 18h
17 de Maio
Safe (Todd Haynes, 1995)
Capela, 18h
18 e 19 de Maio (GAB-A)
As foretold
(a fiction based on Barry Lindon by Stanley Kubrick)
Galeria AEFBAUL
Towards the Omega Point
(a departure from The Headless woman by Lucrecia Martel)
Grande Auditório
Daze
On and beyond the unconscious, our thoughts, our inner selfes, are dazed by revelations
(a fiction based on Clockwork Orange by Stanley Kubrick)
Sala 3.49
Hypnopompic State
What if there were no barriers between dream and reality?
(a fiction based on The Sacrifice de Andrei Tarkovsky)
Sala 4.05
Pode ser vento/eco/silêncio/sombra
(uma ficção a partir de Através das oliveiras de Abbas Kiarostami)
Sala 4.09
A memória e a gente: um manual revisto da história portuguesa possível (segundo as lições de José Hermano Saraiva)
(uma ficção a partir de Reminiscences of a journey to Lithuania, por Jonas Mekas)
Sala 4.12
O imprudente
(uma ficção a partir de As Mil e uma noites, vol. 2 O desolado, de Miguel Gomes)
Sala 4.15
Lilith 99942—O Onírico e o Fim do Mundo
(uma ficção a partir de Dancer in the Dark de Lars von Trier)
Sala 4.25
20 de Maio
Sans Toi ni Loi (Agnès Varda, 1985)
Capela, 18h
todos somos água
May 17 2019
16 > 23 MAIO I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 16 de maio, às 18h00, na Cisterna das Belas-Artes, a exposição Todos somos Água de Mikha-ez, com coordenação de João Castro Silva e curadoria de Francisca Gigante e Gabriela Giménez. A exposição ficará patente até 23 de maio.
horário schedule
2ª a 6ª › 11h–19h
monday to friday › 11am to 7pm
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
festival partes 2019
May 16 2019

15 > 31 MAIO
Exposições
Pintura
inauguração 15 maio > 18h00
Auditório Escola Superior de tecnologia da Saúde
15 > 31 de maio
Desenho
inauguração 16 maio > 18h00
Átrio do Pavilhão do Conhecimento Ciência Viva
16 > 31 maio
Fotografia
inauguração 17 maio > 18h00
Espaço cultural AGEAS Seguros
17 > 31 maio
Data limite de inscrições – 10 de abril
Cerimónia de abertura – 17 de abril
O Festival das Artes do Parque das Nações é um projeto da Junta de Freguesia em parceria com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa que pretende dar a conhecer o trabalho de artistas locais.
Desenvolve-se em dois momentos, um de aprendizagem e outro de exposições. O PaRTES 2019 conta ainda com a parceria do Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva, Grupo AGEAS Portugal, Escola Superior de Tecnologias da Saúde (ESTeSL) e Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ). Este ano há novidades. As áreas de intervenção artística privilegiam os trabalhos de desenho, pintura e fotografia. Cada residência artística é liderada por um mentor convidado, que irá orientar um grupo de artistas amadores no desenvolvimento dos projetos.
No final da residência as obras farão parte de uma exposição coletiva, aberta ao público. À semelhança de anos anteriores, cada mentor irá dinamizar um workshop gratuito, aberto à comunidade, com a duração de 1 dia. Este ano os workshops têm como áreas de intervenção as técnicas de Pergamano, Pintura e Desenho Urbano. Prepare o talento, as tintas e os pincéis para mais uma jornada que junta o trabalho artístico e uma dinâmica de grupo que faz do PaRTES um dos programas mais participados do Parque das Nações.
Pode participar de duas formas:
Residência artística + exposição – Durante cerca de um mês, os artistas de uma determinada categoria trabalham sob orientação de um artista mentor para o desenvolvimento de uma obra conjunta ou de trabalho individual a expor durante o período de mostra coletiva. Cada grupo e respetivo mentor são responsáveis por planear, assegurar a curadoria, montagem e desmontagem de cada exposição, em articulação com o espaço onde esta decorrer. As exposições, uma por cada categoria, contarão com trabalhos realizados pelos artistas participantes e pelo menos uma peça colaborativa desenvolvida durante a residência artística. Para se inscrever nas residências preencha o formulário.
Workshop – Durante um dia são realizados workshops, abertos à comunidade, proporcionando aos participantes uma experiência ou primeira abordagem à criação artística nas artes visuais. Esta aprendizagem é dinamizada por artistas convidados e artistas de edições anteriores. Os três workshops (pergamano, pintura e desenho urbano) realizam-se em simultâneo, no dia 27 de abril, das 14h00 às 19h00, nas instalações do IPDJ. Para se inscrever nos workshops preencha o formulário.
O PaRTES abre oficialmente as portas com uma sessão inaugural no dia 17 de abril, que coincide com o início das residências artísticas. É importante a presença de todos os participantes. Este é o dia das apresentações dos parceiros, dos mentores e dos grupos e a opotunidade para saber mais sobre as etapas, técnicas, métodos e temáticas a utilizar, tanto nas residências artísticas e exposições como nos workshops.
Pintura – segunda a sexta-feira, entre as 09h00 às 20h00, no IPDJ;
Fotografia – terças e quintas-feira, das 17h às 20h e sábados à tarde, das 14h00 às 19h00, na AGEAS;
Desenho – segundas-feira entre as 10h00 às 18h00 e sábados entre as 14h00 e as 18h00, no Pav. Conhecimento.
No final de cada residência, cada participante deve propor ao seu mentor quais os trabalhos a expor. A selecção final de trabalhos, bem como a curadoria da exposição fica a cargo do mentor, de acordo com a seguinte programação de inauguração das exposições:
Pintura – 15 de maio, na ESTESEL
Fotografia – 16 de maio, na AGEAS
Desenho – 17 de maio, no Pavilhão do Conhecimento, Ciência Viva
No dia 27 de abril, realizam-se os workshops, das 14h00 às 19h00.
TYPEJAM 2019
May 01 2019
30 > 31 MAIO I FBAUL
A Typejam 2019 — BOMBA(ZINE): God Save The Typejam tem início na noite do dia 30 de maio, pelas 20H, e termina às 8H da manhã do dia seguinte (31 de maio). Esta edição da tradicional noite perpetuada pelo curso de Design de Comunicação quebra com formatos anteriores, não deixando de ser, como sempre, um momento de experimentação gráfica, produção intensa e diversão para os alunos do 1º ano da licenciatura. Este ano, a Typejam celebra o legado deixado pelo punk — o espírito da reação, da revolução, do D.I.Y. — que deve informar uma perspetiva crítica do que é a prática de design de comunicação, através da reflexão sobre questões pertinentes do passado, do presente e do futuro.
A Typejam 2019 tem uma coordenação conjunta de seis alunos finalistas do 3º ano de Design de Comunicação e dos professores Victor M Almeida, Cândida Ruivo, António Nicolas e Sofia Gonçalves.
Apesar do evento se destinar a alunos do 1º ano de Design de Comunicação, há recetividade à inclusão de grupos de alunos da Faculdade de Belas-Artes, mediante inscrição através de bombazinetypejam@gmail.com. As inscrições terminam no dia 28 de maio.
Sigam-nos em facebook.com/typejam2019/
candidaturas 2019/20 — alunos nacionais e internacionais
May 01 2019
CANDIDATURAS ATÉ 17 MAIO DE 2019
Para a candidatura a ingresso nos seus cursos de formação pós-graduada (Pós-Graduações, Mestrados e Doutoramento em Belas-Artes), a Faculdade de Belas-Artes disponibiliza duas fases de candidatura, sendo que a disponibilização de vagas (em cada um dos dois contingentes abaixo indicados) na 2ª fase, depende da existência de vagas sobrantes na fase anterior.
São disponibilizados dois contingentes de candidatura, com vagas específicas:
- Vagas para admissão de estudantes nacionais e equiparados (cidadãos de um Estado membro da União Europeia);
- Vagas para admissão de estudantes internacionais.
persistência da obra ll — arte e religião
May 01 2019
10 MAIO I UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA // 11 MAIO I FACULDADE DE BELAS-ARTES UNIVERSIDADE LISBOA
Organização: Tomás Maia e Paulo Pires do Vale
(CIEBA e CITER)
Este encontro, em torno da relação geral entre arte e religião, sucede a um primeiro encontro já posto sob o signo da «persistência da obra», mas então tendo como mote o par «arte e política». Na verdade, os dois encontros procuram desenhar aquilo a que se poderia chamar a encruzilhada moderna da arte, separando as três vias implicadas: arte, religião e política. Se pensarmos no que tem sido o destino catastrófico moderno do Ocidente (no qual várias fusões das três vias têm sido praticadas), a tarefa parece imensa. Mas talvez seja a única maneira de a obra, enfim, se libertar.
“i’m burning” by andreu signes — heritales international heritage film festival
May 01 2019
30 MAIO > 18H30 I GRANDE AUDITÓRIO
No âmbito do Heritales International Heritage Film Festival a Faculdade de Belas-Artes apresenta no Grande Auditório o documentário “I’m burning”.
O projeto artístico dos criadores valencianos Miguel Arraiz e David Moreno cruzará o Atlântico para estabelecer sinergias com o mais importante evento de arte efémera do mundo, o Burning Man, no deserto do Nevada.
Upcycling – Sobreciclagem
May 01 2019
22 > 30 MAIO I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Exposição de trabalhos de alunos do 1º ano da Licenciatura em Design de Equipamento.
Os alunos da UC Projecto-I 2018-19 da Licenciatura em Design de Equipamento, organizados em equipas de quatro elementos e ao longo de quatro semanas, conceberam objectos que incorporam materiais tradicionalmente desvalorizados. Estes materiais têm uma de duas origens: já cumpriram um ciclo de vida, integrados num produto descartado, ou são resíduos de um processo de produção fabril.
Os objectos agora concebidos levam os materiais a uma segunda utilização, operando uma sobreciclagem ou upcycling dos mesmos.
Os novos objectos cumprem funções de contentor ou de apoio ao estar num espaço semi-público.
Esta é a exposição dos protótipos e das maquetas daqueles objectos.
arco lisboa 2019
May 01 2019
16 > 19 MAIO I CORDOARIA NACIONAL
A ARCOlisboa 2019 que se realiza entre 16 e 19 de maio, acolhe a participação de mais de 70 galerias de 17 países.
a Ministra da Cultura aceitou o convite da ARCOlisboa e no próximo dia 16 de Maio desloca-se à Cordoaria para uma conversa aberta com estudantes de artes.
Criação artística e formação: perspetivas para o futuro
Com Graça Fonseca, Ministra da Cultura
Moderação de Ana Cristina Cachola, Curadora e Professora Universitária
16 de maio, 17h_18h
ARCOlisboa 2019
Espaço de Apresentações, Pátio Nascente, Cordoaria Nacional, Avenida da Índia, Lisboa
Estudantes universitários, alunos e alunas de escolas de artes de todo o país são convidados a participar num encontro com a Ministra da Cultura, Graça Fonseca, que se realiza no dia 16 de maio, quinta-feira, pelas 17h, no âmbito da edição de 2019 da ARCOlisboa.
O encontro Atividade artística em Portugal: perspetivas para o futuro surge de uma proposta feita à Ministra da Cultura pela organização da ARCOlisboa e tem como principal propósito auscultar as futuras gerações de profissionais de artes, artistas e agentes artísticos. Estudantes de artes de universidades e escolas portuguesas são convidados a participar numa conversa aberta com a Ministra da Cultura, colocando questões, partilhando as suas expetativas e múltiplas perspetivas sobre o que poderá ser o futuro da atividade artística em Portugal
O encontro é aberto a toda a comunidade de estudantes de artes e envolve um convite especial a onze escolas e universidades participantes no programa A Arte e os seus Públicos, uma iniciativa conjunta da ARCOlisboa e da Câmara Municipal de Lisboa que, pelo segundo ano consecutivo, permite a centenas de alunos e professores de artes de todo o país o acesso livre à Feira de Arte Contemporânea de Lisboa.
A sessão de perguntas e respostas terá uma duração limitada e recomenda-se às alunas e alunos que desejam garantir a sua intervenção o pré-registo a partir das 16h45 no espaço de apresentações da ARCOlisboa, Pátio Nascente da Cordoaria Nacional, onde irá decorrer o encontro. A participação na sessão de perguntas e respostas é reservada a estudantes do ensino superior, alunos e alunas de cursos de artes.
A secção inédita ÁFRICA EM FOCO, organizada pela curadora Paula Nascimento, reúne 6 galerias de Angola, Uganda, Moçambique e África do Sul, e apresenta uma série de conversas temáticas sobre as artes e as culturas contemporâneas do continente africano.
O programa OPENING, dedicado a projetos com o máximo de sete anos de existência, conta com a representação de 9 galerias selecionadas pelo curador João Laia.
A secção de PROJETOS regressa ao Torreão Poente para mostrar 9 projetos individuais de artistas representados pelas suas galerias.
No Pátio Nascente decorrem as conversas promovidas pela ARTS LIBRIS, sobre o estado atual das publicações de arte, e as apresentações EM QUE ESTOU A TRABALHAR?, com a participação dos curadores e artistas Filipa Oliveira, Manuela Moscoso, Irene Campolmi, Jesper Just, Manon de Boer, Bruno Leitão, Mónica de Miranda, André Cunha, Nadine Seigert, Musa paradisíaca, entre outros.
No Torreão Nascente (Acesso EGEAC) concentram-se as secções e atividades de acesso totalmente livre da ARCOlisboa:
ESPAÇOS DE ARTE E REVISTAS Art Curators Grid (PT), Gasworks (UK), Vegap (ES), Artes Brasileiros (BR), Artreview (UK), C & (DE), Contemporânea (PT), Dardo (ES), Frieze (UK), Mousse (IT), Select (BR), Terremoto (MX), Umbigo (PT)
ARTS LIBRIS com mais de 40 editores e publicações de arte representados
MILLENIUM ART TALKS: Fóruns Colecionismo e Foco África com a participação de Francesca Thyssen-Bornemisza, Chus Martínez, Pedro Gadanho, Paula Nascimento, Raphael Chikukw, Miguel von Hafe Pérez, Azu Nwagbogu, Jeanne Mercier, João Laia, António Cachola, Marie Helene Pereira, entre outros.
Horários:
16 e 17 de maio, quinta e sexta-feira: 14h às 21h
18 de maio, sábado: 12h às 21h
19 de maio, domingo: 12h às 18h
www.arcolisboa.com
www.facebook.com/FeriaARCO
www.instagram.com/feriaarco
DEBATES COM DESIGN — #1 Design em Convulsão
May 01 2019
29 MAIO > 15H30 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
DEBATES COM DESIGN é um evento académico composto de debates semestrais de cruzamento temático entre o design e as outras disciplinas que orbitam em seu redor. No primeiro debate — #1 Design em Convulsão —, um conjunto de historiadores, antropólogos, escritores e designers, a propósito dos 100 anos da fundação da Bauhaus (1919-2019), discutem o lugar do design na efervescência política perante o colapso das democracias (da República de Weimar ao Brasil) e as certezas de um futuro distópico. O conteúdo de cada debate será expandido através de uma investigação dedicada materializada na edição e publicação desse trabalho laboratorial.
Debate 1
15H30—16H10
Anderson França (ativista)
Maria Fernanda Rollo (historiadora)
Debate 2
16H20—17H
Zoy Anastassakis (investigadora)
Rui Afonso Santos (curador)
Comissário: Gustavo Rubim
website: http://debatescomdesign.belasartes.ulisboa.pt/
facebook: https://www.facebook.com/debatescomdesign/
26 anos dos fazedores de letras
Apr 23 2019
29 ABRIL > 02 MAIO I ÁTRIO PRINCIPAL FLUL
O jornal Os Fazedores de Letras, feito pelos estudantes da Faculdade de Letras, comemora 26 anos de existência. Para assinalar a data realiza-se uma exposição no átrio principal da FLUL e publica-se uma edição especial comemorativa. O projecto da exposição e da publicação foi desenvolvido por alunos de Design Editorial II, do 3.º ano da licenciatura de Design de Comunicação, no âmbito de uma colaboração entre a FLUL e a Área de Design de Comunicação da FBAUL.
A inauguração da exposição está agendada para o dia 29 de Abril, às 18h30, e a exposição ficará patente até 2 de maio.
+ info
Leiam-nos https://osfazedoresdeletras.com, escrevam-nos para osfazedores@gmail.com, e encontrem-nos no Facebook: www.facebook.com/osfazedoresdeletras ou no Instagram:http://instagram.com/osfazedoresdeletras.
Há 26 anos que somos fazedores de letras, venham fazê-las connosco.
revessa
Apr 21 2019
11 > 26 ABRIL I CAPELA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 11 de abril, às 18h00, na Capela das Belas-Artes, a exposição Revessa de Viviane Gueller, com curadoria de João Paulo Queiroz. A exposição ficará patente até 26 de abril.
horário schedule
2ª a 6ª › 11h–19h
monday to friday › 11am to 7pm
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Viviane Gueller: no cais, junto ao rio
1. Viagem
Viviane Gueller empreendeu uma viagem. Esta viagem começou do outro lado do mar, do outro lado do Atlântico, junto à foz do Rio. É uma viagem de ida e de regresso, é uma viagem de gerações que procuram, constroem e regressam.
2. Quintal
Almeida-Garrett no livro ‘Viagens na Minha Terra’ descreve uma outra viagem, bem mais pequena. Depois da independência do Brasil o país ficara do tamanho de um quarto. Quarto que lhe recorda o outro quarto, o da prisão domiciliária de Xavier de Maistre, no livro ‘Viagem à volta do meu quarto’. É que Garrett sabe, e percebe, que as outrora caravelas, saídas de Lisboa para destinos maiores e incertos, tornaram-se em pequenos barcos, com destinos pequenos, e certos. Agora sobem o rio, em vez de atravessarem o Atlântico. Almeida-Garrett sobe o rio Tejo, entre amigos dos tempos de Coimbra, da Universidade!, a caminho do novo Ultramar que é agora, rio acima, a cidade de Santarém, ironia mais pequena:
Mas com este clima, com este ar que Deus nos deu, onde a laranjeira cresce na horta, e o mato é de murta, o próprio Xavier de Maistre, que aqui escrevesse, ao menos ia até ao quintal. (Almeida-Garrett, 1846:1-2).
3. Estige
No Renascimento um outro autor descreve na forma de um rio, a última viagem, a viagem em direção ao paraíso ou em direção ao inferno. Seria no cais do Estige, ou, para Gil Vicente, num simples Cais do Tejo. Falo aqui do Auto da Barca do Inferno (1518). O cais onde chegam os mortos, crentes que as suas grandezas de vida lhes garantem os maiores confortos a caminho do certo Paraíso. O barqueiro trata-os com ironia, e são encaminhados para o seu justo destino, uma das duas barcas, uma a caminho das brasas infernais, outro a caminho do céu. São aliás dois os Barqueiros. Um, um anjo, o outro, um diabo. Entre frades, banqueiros, alcoviteiras, procuradores, e outros pretensiosos, só serão recebidos pelo anjo os cavaleiros, homens de missão distinta e nobre, homens de grandeza, e mais um, um homem simples, que é Joane, o pobre de espírito, o parvo.
4. Um bilhete rasgado nas mãos
Falamos então de viagens, falamos então de peregrinações. O mesmo é dizer caminhadas em busca do espírito. Não está ao nosso alcance descrever, discernir, compreender. O seu motor é exterior e é superiormente determinado. Uma peregrinação é ela mesma a viagem, é ela mesma a metáfora da duração da vida. Pois começa, dura, e acaba. Ao final, saberemos o seu proveito, a sua fatalidade, o seu sentido. Ao final, um encontro no cais. Ao final, a travessia do Tejo, seja Rio acima, seja Atlântico abaixo. Viviane começou esta viagem há muito tempo, antes ainda de saber que estava a caminho. Isto não é novidade: acontece a todos nós. Só a meio da viagem percebemos que temos um bilhete rasgado nas mãos.
5. Peregrinação
A viagem é em si mesma uma ironia, mais do que uma alegoria. Uma ironia consiste na justaposição de diferentes significações no mesmo veículo sígnico. O contraste entre diferentes qualidades percebidas no mesmo instante, desencadeia o riso. Gil Vicente sabia-o muito bem: as primeiras edições dos seus autos transportam no frontispício o mesmo adágio latino: ridendo castigat mores. Rindo se criticam os costumes. Fernão Mendes Pinto sabia-o também. A sua Peregrinação tem tanto de verdadeiro como de exagerado, trazendo ao de cima a oposição funda entre a nobreza de caráter e a pobreza humana.
Fernão Mendes Pinto desceu o atlântico. Almeida Garrett subiu a corrente do Rio Tejo. Ambos riram, e ambos mostraram o que aprenderam. Viviane subiu o Atlântico, da Foz do Guaíba, à foz do Tejo. Aqui, de modo quotidiano, quase ocasional, encontrou o contraste da ironia funda destas viagens passadas e presentes, dos barcos que atravessaram mares aos barcos que atravessam rios. Encontrou a bordo de um ‘cacilheiro’ o som de vozes familiares mas desconhecidas, que alheias à grandeza do rio, falavam o crioulo das terras de Cabo Verde.
6. De mundo na mão, a olhar Porto Brandão
No cais de Lisboa, a caminho de Belém, sítio de largadas e de velhos, de heróis de pedra olhando fixamente Porto Brandão para sempre, na retórica do Estado Novo, nas formas do Padrão dos Descobrimentos. Com caravelas na mão, esferas armilares, mundos, livros e missões no seu destino. Neste cais, em local esquecido, mas perto, o Memorial à guerra do Ultramar, para recordar os mortos e feridos que há bem pouco tempo se empenharam numa guerra entre irmãos, a guerra colonial.
7. Revessas
São outros regressos, outros refluxos, outras revessas. A proposta de Viviane Gueller é simples: reencontrar os discursos, apontar aos humanos que, destinos à parte, esta viagem é antiga e vale um sentido, que é tão grande quanto pequeno, onde o rio se faz mar, ou não, como o rio da minha aldeia (Alberto Caeiro). Que, do lado de cá, do lado dos humanos, nos igualamos permanentemente, entre a noite e o riso, de Nuno Bragança (1969), no reencontro sem fim.
Referências
Almeida-Garrett, José de (1846) Viagens na minha Terra. Lisboa: Typographia da Gazeta dos Tribunaes. URL: http://purl.pt/55/4/
Bragança, Nuno (1969) A noite e o riso. Lisboa: Moraes.
Caeiro, Alberto [Fernando pessoa] (1946) “XX – O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia” In O Guardador de Rebanhos: Poemas de Alberto Caeiro. Lisboa: Ática.
Fernão Mendes Pinto (1983) Peregrinação. Transcrição de Adolfo Casais Monteiro. Col. Biblioteca de autores portugueses. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda.
Maistre, Xavier de (/1794) Voyage autour de ma chambre. Paris: Flamarion.
Vicente, Gil (/1518) Auto da Barca do Inferno. Biblioteca Digital. Porto: Porto Editora.
João Paulo Queiroz
(pt) ela — exposição de isabel sabino
Apr 15 2019pintura na terra
Apr 15 2019
FINISSAGE E LANÇAMENTO DO LIVRO PINTURA NA TERRA I 27 ABRIL > 15H30 I GALERIA BELAS-ARTES
Realiza-se no dia 27 de abril, às 15h30, na Galeria das Belas-Artes a finissage e o lançamento do livro Pintura na Terra.
A exposição Pintura na Terra de João Paulo Queiroz, que inaugurou no dia 4 de abril, ficará patente até 29 de abril.
horário schedule
2ª a 6ª › 11h–19h
monday to friday › 11am to 7pm
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Desde 2005 que executo pintura na mesma paisagem, de modo direto, no terreno, nos Valinhos, bem perto de Fátima. É terra quieta, que conhece peregrinos, e que me conhece bem. As séries têm-se sucedido, ano após ano. Ali tenho executado entre 60 a 120 trabalhos em cada ano, conforme me é possível.
Este espaço vital do artista, que reforça também uma certa dimensão performativa da sua proposta, está geograficamente identificado (…) e deve ser visto no quadro do rigor que caracteriza esta abordagem processual a que não é também alheia uma certa gestão disciplinada do tempo da realização / experimentação, mais própria das experiências científicas de largo espectro temporal (das observações da biologia, dos ciclos das vidas de determinadas espécies vegetais e animais, por exemplo) do que de um processo de criação artística, em regra, quase sempre mais espontâneos e fugazes (Leonardo Charréu, 2019)
Nesta exposição apresento os trabalhos feitos no ano de 2017: são 106 pequenas paisagens, em conjuntos de oito pinturas em cada dia, em que em cada um me debrucei sobre um conjunto de árvores em particular, começando desde manhã, e seguindo sem parar até ao escurecer.
João Paulo Queiroz
Nota biográfica
João Paulo Queiroz (Aveiro, Portugal). Curso Superior de Pintura pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Mestre em Comunicação, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE). Doutor em Belas-Artes pela Universidade de Lisboa, onde é professor. Co autor dos programas de Desenho A e B (10º ao 12º anos) do Ensino Secundário. Coordenador do Congresso Internacional CSO Criadores Sobre outras obras (anual, desde 2010) e diretor das revistas académicas :Estúdio (QUALIS: A2), Gama (QUALIS: B1), e Croma ISSN (QUALIS: B1). Coordenador do Congresso Matéria-Prima, Práticas das Artes Visuais no Ensino Básico e Secundário (anual, desde 2012). Dirige também a Revista Matéria-Prima (QUALIS: B1). Membro de diversas comissões e painéis científicos, de avaliação, e conselhos editoriais. Consultor da FCT, Portugal. Presidente do Centro de Estudos e Investigação em Belas-Artes (CIEBA), Portugal. Presidente da Sociedade Nacional de Belas-Artes, Lisboa, Portugal. Diversas exposições individuais de pintura. Prémio de Pintura Gustavo Cordeiro Ramos pela Academia Nacional de Belas-Artes em 2004.
boca — biennal of contemporary art
Apr 07 2019
16 MARÇO > 13 ABRIL I CISTERNA FBAUL
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa participa na BoCA, Biennal of Contemporary Art, com a exibição da vídeo-instalação “O Peixe” do artista brasileiro Jonathas de Andrade.
horário schedule
3ª a 6ª › 12h–19h
sáb. › 12h–16h
monday to friday › 12am to 7pm
saturday › 12am to 4pm
O artista Jonathas de Andrade utiliza fotografia, instalação e vídeo para atravessar a memória coletiva e a história, fazendo uso de estratégias que misturam ficção e realidade. A sua obra discute a falência de utopias, ideais e projetos de mundo, sobretudo no contexto latino-americano, especulando sobre a sua modernidade tardia. No seu trabalho, afetos que oscilam entre a nostalgia, o erotismo e a crítica histórica e política são agenciados para abordar temas como o universo do trabalho e do trabalhador, e a identidade do sujeito contemporâneo, quase sempre representado pelo corpo masculino.
No filme “O Peixe”, uma vila de pescadores encena uma espécie de ritual: eles retêm os peixes entre os braços até ao momento da morte. Um abraço limite – rito de passagem – onde o homem retoma a sua condição de espécie e, olho no olho diante da sua presa, a acalma através de uma ambígua sequência de gestos: afeto, solidariedade e violência. Um abraço entre predador e presa, entre vida e morte, entre o trabalhador e o fruto do trabalho, no qual o olhar – do pescador, do peixe, da câmera e do espectador – desempenha um papel crucial. Situada num território híbrido entre documentário e ficção, a obra dialoga com a tradição etnográfica do audiovisual.
O Peixe, Jonathas de Andrade
37’, 16mm transferred to HD video, Sound 5.1, 16:9 (1.77)
2016
Cortesia de Galeria Vermelho, Galleria Continua, Alexander & Bonin
Pescadores: Carlos Dos Santos (Menezes), Cícero Dos Santos (Ciço), Cipriano Batista Alves (Cipriano), Genivaldo Santos De Lima (Irmão), Gileno Cândido Bezerra (Leno), José Ailton Almeida De Liza (Xau), José Dalmo Dos Santos (Curió), José Elenildo Oliveira Dos Santos (Keno), Romerig Francisco Dos Santos (Rom), Ronaldo Vieira Santos (Ronaldo)
Peixes: Pirarucu, Tambuacu, Tilápia
Diretor: Jonathas de Andrade
Assistente de direção: Jeronimo Lemos
Produção: Rachel Daisy Ellis
Co-produção: Jennifer Lange
Direção de produção: Vanessa Barbosa
Direção de fotografia: Pedro Urano
Assistente de fotografia: Leandro Gomes Camila Freitas
Montagem: Tita, Ricardo Pretti
Desenho de som: Mauricio d’Orey
Mistura de som: Paul Hill
Correção de cor: Mike Olenick
Fornecedores de peixe: Fernando (Coruripe) Galindo (Piaçabuçu) Wellinton (Coruripe)
Pilotos de barco de camera: Carlos Roberto Bento E Silva Chico Pescador, Ronaldo Vieira Dos Santos
Motorista: Marcinho
Ajudantes de set: Gileno Cândido Bezerra (Leno), José Américo dos Santos (Zé), José Caetano Santos (Juquinha), José Nelson dos Santos (Neo), Manuel Jacinto de Oliveira (Mãozinha)
Uma produção Desvia e Wexner Center for the Arts
Apoios: Funcultura, Governo do Estado de Pernambuco
Seminários de Investigação em Ciências da Arte e do Património
Apr 01 2019

22, 29 MARÇO, 05, 12 ABRIL > 17H00 I SALA 4.06
Seminários especialmente dirigidos aos doutorandos de Ciências da Arte e do Património, mas abertos a toda a comunidade académica da FBAUL.
PROGRAMA
22 de março
17:00 – Fernando Rosa Dias: Imagem e simulacro: a estratégia do «phasma».
18:30 – José Carlos Pereira – Dois filósofos em oposição: a dimensão estética no pensamento de Eduardo Lourenço e A. Braz Teixeira.
PROGRAMA
29 de março
17:00 – Cristina Tavares – O programa iluminista do século XVIII: o gosto e a estética, a critica de arte e o museu.
18:30 – Fernando António B. Pereira: Francisco de Holanda e a teoria e prática do retrato no século XVI.
PROGRAMA
5 de abril
17:00 – Marta Manso – A importância dos Métodos de Exame e de Análise no estudo do Património Cultural, Artístico e Industrial.
18:30 – Eduardo Duarte – Francisco de Holanda: arquiteto e engenheiro militar.
PROGRAMA
12 de abril
17:00 – Teresa Lousa – Novos Desafios face à exposição de restos mortais em contexto patrimonial português.
18:30 – João Peneda – O estético, o ético e o espiritual.
convocarte
Apr 01 2019 
09 ABRIL > 18H30 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
No dia 9 de abril de 2019, pelas 18h30, realiza-se no Auditório Lagoa Henriques da FBAUL uma sessão especial de apresentação e lançamento dos trabalhos da Convocarte – Revista de Ciências da Arte, com a seguinte ordem:
- Lançamento do nº 6 e do nº 7 sobre Ars Ludens – com apresentação em vídeo de Pascal Krajewski
- Apresentação da versão Impressa do nº 4 e do nº 5 dedicados a Arte e Activismo Político – com Cristina Cruzeiro
- Apresentação do próximo dossier temático do nº 8 e do nº 9 sobre Arte e Tempo – com Leonor Veiga
- Apresentação geral e moderação de Fernando Rosa Dias
conversa com michael rogers
Apr 01 2019
11 ABRIL > 14H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
O artista Michael Rogers vem à faculdade para uma conversa em torno da criação artística, do modo como o próprio se projecta nessa relação bidireccional e dos materiais.
A conversa acontece no dia 11 de abril, às 14h00, no Auditório Lagoa Henriques e a entrada é livre.
Eleições dos Estudantes para o Senado e para o Conselho Geral da Universidade de Lisboa
Mar 27 2019
CAMPANHA ELEITORAL 20 > 29/03 > // ATO ELEITORAL 02 > 03 ABRIL
O processo eleitoral decorre de 14 de janeiro de 2019 a 15 de abril de 2019.
O ato eleitoral decorrerá nos dias 2 e 3 de abril de 2019.
Eleição para os estudantes do Conselho Geral da ULisboa
Eleição para os estudantes do Senado da ULisboa
As correções devem ser comunicadas à Comissão Eleitoral, pelos interessados, até às 17 horas do dia 08 de fevereiro de 2019, através dos emails:
comissão.eleitoral.senado@ulisboa.pt
comissão.eleitoral.cg@ulisboa.pt
agência e inscrição no design — frederico duarte
Mar 20 2019
01 ABRIL > 19H30 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Nos nossos “tempos interessantes” de informação atomizada, notícias falsas e pós-verdade, como identificamos, revelamos e debatemos a agência e inscrição de designers de comunicação na política? Onde estão as e os designers que dão forma e voz a plataformas de cidadãos eleitas em cidades como Madrid, Barcelona ou Belo Horizonte, aos Spitzenkandidaten da União Europeia e às esperanças democráticas nos Estados Unidos? E por que é que a comunicação visual politico-partidária em Portugal é tão desinspirada?
Frederico Duarte (investigador e crítico de design) dará uma resposta a estas e outras questões que colocam o design na agenda política.
RE) Searching in between: towards communities of practice in collaborative artistic and scientific research
Mar 20 2019
01 ABRIL > 16H00 I SALA 108, FCT, UNIVERSIDADE NOVA, CAPARICA
Francesca de Luca + Helena Elias
Mestrado em Arte e Ciência do Vidro e da Cerâmica, partnership between Faculdade de Belas-Artes and FCT NOVA
In this seminar session, we invite Francesca to talk about anthropology and art, art and anthropology research practice, and the collaborative research developed with Helena Elias, post-doc artistic researcher and professor in Vicarte_Fba-UL. Francesca De Luca, anthropologist and PhD candidate at the ICS – University of Lisbon, member of Ebano Collective. She has collaborated in ethnographic-based artistic projects since 2006 (Rifrazioni Contemporary Art Festival, Cercle Collective), pursuing research methodologies at the crossroad between anthropology and art. In 2017, she co-organized the first Colleex# international workshop, a platform and collaboratory for ethnographic experimentation. Helena Elias is an artist and postdoc researcher at FBA. As part of an Erasmus generation, she attended several Faculties of Fine Arts, obtaining academic degrees in different systems of artistic education (1999,2000,2007). Artistic practice, teaching, research are her main activities.
monstra universitária — taipei national university of the arts
Mar 15 2019
25 MARÇO > 11H00 I SALA 3.07
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa participa na MONSTRA UNIVERSITÁRIA 2019, com a apresentação da TAIPEI NATIONAL UNIVERSITY OF THE ARTS, com a presença de Chi-Sui Wang, professora associada na School of Film and New Media, especialista em Animação Experimental e Media Arte. Doutorada em Belas Artes na Universidade de Newcastle no Reino Unido. Atualmente é Reitora do Escritório de Assuntos Oficiais Internacionais e Curadora no Festival Internacional de Animação de Kuandu.
A pensar no público universitário o Festival MONSTRA apresenta em 14 Universidades de Lisboa e Caldas da Rainha programas de filmes de animação realizados por alunos de universidades internacionais.
Da seleção de 2019 fazem parte filmes de animação realizados por estudantes de cinco grandes departamentos de animação de algumas das maiores escolas de Arte da Europa e da Ásia.
Uma forma de partilhar e dar a conhecer o que se faz em instituições de ensino espalhadas pelo Mundo e ao mesmo tempo dar a conhecer as estéticas e as problemáticas que preocupam os jovens criadores de diferentes culturas.
As universidades convidadas são:
LISAA – L’institut Supérieur des Arts Appliqués (França);
KASK Gent – Koninklijke Academie voor Schone Kunsten (Bélgica);
LCC – London College of Communication (Reino Unido);
École MoPA – École du Film d’Animation et de l’Image de Synthèse (França);
Taipei National University of Arts (Taiwan).
Pessoa por Almada: O Primeiro Olhar
Feb 20 2019

21 FEVEREIRO > 18H30 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Desenho sobre papel, 27 x 36 cm de largura; lápis de cor (rosa)
No dia 21 de fevereiro, às 18h30, realiza-se no Auditório Lagoa Henriques, a sessão de apresentação do desenho “Retrato de Fernando Pessoa”, da autoria de José de Almada Negreiros.
A entrada é livre.
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Oradores: A sessão terá a participação de Victor dos Reis (Presidente da FBAUL) e de António M. Trindade (Colecionador) bem como dos especialistas Fernando Rosa Dias (Professor da FBAUL), Fernando Cabral Martins (Professor da FCSH-UNL) e Marta Soares (Investigadora e Curadora).
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, apresenta o Retrato de Fernando Pessoa, desenho da autoria de José de Almada Negreiros, adquirido recentemente por um colecionador particular a um dos herdeiros do escritor.
O desenho integrou a exposição Os caminhos de Orpheu realizada em 2015 na Biblioteca Nacional de Portugal (entre 24 de março e 27 junho) e foi reproduzido no respetivo catálogo (n.º 15, p. 165) com a data de 1915. Surge também na obra de Richard Zenith, Fotobiografias do século XX – Fernando Pessoa (Lisboa, Círculo de Leitores, 2008).
A grande novidade acerca deste desenho – e a principal justificação para esta apresentação – é a sua verdadeira data: 1913 e não 1915, como até agora erroneamente se pensava. De facto, a observação atenta da obra e, em particular, da assinatura de Almada permitiu concluir que a marca abaixo desta corresponde à data de 1913, inscrita de forma idêntica à data das pinturas a óleo destinadas à Alfaiataria Cunha, em Lisboa. Uma destas tem a data de 1913 exatamente com a mesma grafia. Além disso, trata-se de um desenho a lápis de cor (rosa) e não de uma sanguínea, como tem sido descrito. O retrato adquire assim um interesse adicional por ter sido realizado no ano em que Fernando Pessoa e José de Almada Negreiros se conheceram. O primeiro tinha então 25 anos e o segundo 20.
A primeira referência feita por Pessoa a Almada surge no seu diário a 1 de Março de 1913 (Sábado):
«De manhã recebi cartas do Natal e do Sá-Carneiro. — Depois do almoço ideei várias pequenas poesias, sendo uma a alteração da Voz de Deus, por concordar com a crítica do Sá-Carneiro. Para baixo para o escritório do Mayer. Estive escrevendo as poesias compostas em casa, e nesta Agenda. Saí do escritório do Mayer às 14 1/2. Fui à tipografia ver se estavam a imprimir o Teatro. Ali estive, com uma interrupção (ir ao escritório do Lavado) até às 19. De noite lá voltei. Fui com o Almada Negreiros ao quarto dele ver os trabalhos para a exposição; achei muito bons. Foram também, ao mesmo tempo, Castañé, Lacerda e um rapazito Joyce, primo do António Joyce. Cheguei a casa pouco depois da meia-noite.»
Almada Negreiros, tanto quanto sabemos, fez apenas dois desenhos em vida de Pessoa: a caricatura que apresentou no II Salão dos Humoristas em 1913 e o presente desenho. Há um “arco” interessante entre a caricatura, o presente retrato e o desenho que fez no dia da morte do poeta e que foi publicado no Diário de Notícias a 1 de dezembro de 1935. Dos três, este é o único feito na presença do poeta. Na realidade, é o único retrato de Fernando Pessoa, além do de Adolfo Castañé, feito durante a sua vida.
Por esta renovada e ampliada importância, histórica e artística, é nosso dever defender a futura integração da obra nas coleções do Estado português.
primeiras jornadas em educação artística
Feb 20 2019
22 FEVEREIRO > 10H-19H I ANFITEATRO 2, INSTITUTO DE EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DE LISBOA
Estas Jornadas procuram interrogar e problematizar as grandes questões que acompanham, na contemporaneidade, o debate em torno da educação artística. Os conferencistas propõem-se reflectir sobre os processos da criação nos diferentes contextos e níveis em que as identidades pessoais se enraízam. Abordarão tanto as narrativas de constituição de si do artista quanto as instituições que governam a cognição, a distribuição e a apropriação dos bens culturais. O objectivo das Primeiras Jornadas em Educação Artística é, assim, o de colocar em presença e em diálogo dinâmicas que muitas vezes nos surgem como antagónicas, como irredutíveis.
Também no campo das artes, tratar-se-á de pensar como as forças da liberdade e as do poder estão profundamente imbrincadas. O desejo de independência e de originalidade que invadem o sujeito-a-caminho da criação não se pode afirmar fora de um quadro institucional, como o que a educação escolar configura, em que se trabalha para a padronização e a homogeneização das categorias da visualidade e das práticas artísticas. É todo um campo de ambiguidades e ambivalências, de tensões e resistências que se procurará identificar e debater.
As Primeiras Jornadas em Educação Artística decorrem no âmbito do Programa Doutoral em Educação Artística (dupla titulação Universidade de Lisboa e Universidade do Porto) e são organizadas pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
A entrada é livre com inscrição obrigatória
PROGRAMA
10.00 Abertura
Luís Miguel Carvalho, Diretor do IE-ULisboa
10.15 Criação, governamentalidade e crítica: O paradigma da criatividade como forma de governo na educação
Catarina S. Martins e Tiago Assis, FBA-UP
11.00 O gesto texturante que revela uma escrita académica inventiva: Os desafios intertextuais de Barthes, Deleuze, Derrida e Foucault
Jorge Ramos do Ó, IE-ULisboa
11.45 Pausa para café
12.00 Debate
14.30 Perspetivas críticas sobre o devir do sujeito investigador em Educação Artística
Ana Paula Caetano e Ana Paz, IE-ULisboa
15.15 A deslocação de si e a inscrição nas práticas descolonizadoras
José Paiva, FBA-UP
16.00 Pausa para café
16.15 Cultura Visual, um enquadramento axial: O eixo do signo, o eixo do observador e o eixo da instituição
João Paulo Queiroz, FBA-ULisboa
17.00 Debate
17.45 Intervalo
18.00 Conferência de Encerramento What is ‘really’ taught in the arts education and its research? The alchemy of teaching
Thomas S. Popkewitz, Universidade Wisconsin-Madison
19.00 Encerramento
Paisajes Enlazados
Feb 20 2019
07TH > 27TH FEBRUARY I BELAS-ARTES GALLERY
Inaugura no dia 7 de fevereiro, às 18h00, na Galeria das Belas-Artes a exposição Paisajes Enlazados de Ilídio Salteiro, com curadoria de Antonio García López.
horário schedule
2ª a 6ª › 11h–19h
monday to friday › 11am to 7pm
Informamos que este evento poderá ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
“Los hombres construimos demasiados muros
y no suficientes puentes”
Sir Isaac Newton
Entender la serie Paisajes enlazados de Ilidio Salteiro desde la literalidad de un género como el paisaje, sería quedarse en la superficie de un pensamiento mucho más profundo. Solo es posible entender la obra de Salteiro como una manifestación autorreferial hacia la propia pintura en cuanto disciplina, y espacio para la expresión. Los paisajes primigenios y “magmáticos” presentes en las últimas obras de Salteiro, lejos de ser inocentes, señalan el sentido último de la pintura entendida como elección personal, y como acto de resistencia. En un contexto como el actual, donde la industria cultural parece haber abdicado ante la moda del entretenimiento, donde todo es virtual, devolver la mirada a los materiales básicos de la pintura: óleo, acrílico, acuarela, es devolver el protagonismo a la naturaleza de la que nacimos, es hablar del barro, el agua, o el musgo, es un acto utópico pero necesario para poner en valor la fortaleza del pensamiento creativo como motor de cambio. Es así como Salteiro, asume que tanto la pintura como el pensamiento creativo, forman parte de un mismo espacio que hoy parece en peligro. Pero también es consciente de que esa creatividad, es la que nos ha permitido enlazar lo micro con lo macro, el pasado con el presente, investigar sobre la vida, y en definitiva adaptarnos a un medio siempre turbio, siempre cambiante.
Debemos asumir que la muestra Paisajes enlazados, alude más allá del género paisaje, al espacio pictórico de Salteiro entendido como metáfora de la vida, con su diversidad genética pero también como su multiculturalidad. Con sus recurrentes paisajes inventados, Salteiro no hace más que encontrarse con el ser humano que los habita. Con sus anhelos y con sus turbaciones, con sus ganas de vivir y con su miedo a morir. Todo lo que nos rodea está interrelacionado, naturaleza y vida son la misma cosa, el agua de los ríos, y la sangre que fluye por nuestras venas. El pasado y el presente también estan conectados, todo esta en movimiento continuo, y no es posible por mucho que se empeñen los totalitarismos absurdos, y la cosificación que rodea a nuestra sociedad consumista, poner límites y barreras a la naturaleza y a la propia vida. Hacer eso es sinónimo de autodestrucción y fracaso como especie. Solo podremos sobrevivir, si respetamos los tiempos y los flujos de la naturaleza, si retornamos al origen y a los elementos más esenciales, el agua, el barro, el aire. Solo así, seremos capaces de respetarnos a nosotros mismos y por extensión de sentirnos vivos. Es por ello que Salteiro insiste en su empeño por tender puentes y construir refugios, huyendo así de la absurda idea de ponerle vallas al bosque. Es por ello que el acto pictórico de Salteiro, está más preocupado por la curiosidad asociada a la formulación de preguntas, que por el confort que pueda proporcionar conocer las respuestas. Es por ello que esos paisajes que pinta, no son un ejercicio de nostalgia, más bien son expresiones de vida, de metamorfosis, de interpretaciones de un tiempo presente convulso, y que siempre ha sido cambiante a lo largo de la historia.
Antonio García López
lo straniero
Feb 19 2019
07 > 23 FEVEREIRO I ISTITUTO PORTOGHESE DI SANT’ANTONIO IN ROMA
Inaugura no dia 7 de fevereiro, às 18h00, no Istituto Portoghese di Sant’Antonio in Roma a exposição Lo Straniero de Manuel Gantes, com curadoria de Luísa Arruda.
horário schedule
3ª a sábado › 17h–20h
tuesday to saturday › 5pm to 8pm
Manuel Gantes, propôs o enigmático título Lo Straniero para a exposição na Galeria do Instituto de Santo António dos Portugueses, revisitando a série de 119 desenhos da sua tese: Desenho no século XX e XXI: imagem, espaço, tempo, tese apresentada à Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes, em 2013. A este núcleo temático de desenhos agregou outras séries, desta vez em pintura, relativas à sua actividade actual. A obra de Albert Camus, o seu pensamento, subjaz nas séries que Manuel Gantes nos dá a ver, reclamando na limpidez solar dos seus desenhos ou na opacidade pardacenta das tintas das pinturas, a condição de Straniero que somos de um ou outro modo. Urge reler Camus.
Luísa Arruda