Arte
posts displayed by category
heritage lab talks
Jun 01 2021
QUARTAS-FEIRAS > 18H30 I WEBINAR
HERITAGE LAB TALKS é um ciclo de palestras organizado pelo HERITAGE LAB sobre o tema do Património.
Pretende-se abordar diferentes temas.
Próxima sessão
23/06/2021 – Ana Lizeth Mata Delgado – Documentación, registro y experimentación de materiales en el arte moderno y contemporáneo
De Março a Junho, alunos de mestrado e doutoramento do Departamento de Ciências da Arte e do Património, da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, irão moderar onze palestras, nove na área da conservação e restauro, duas relacionadas com a acessibilidade à cultura e duas com gestão de projeto e qualidade.
Os temas dos webinars estão relacionados com as investigações em curso de cada um dos alunos.
Esta será a primeira de outras edições futuras.
Coordenação: Profª. Ana Bailão
Organização e moderação de alunas de mestrado e doutoramento da FBAUL: Ana Guerin, Ana Sofia, Joana Moita e Marta Aleixo
PROGRAMA JUNHO + CV’s ORADORES
Evento online, de acesso gratuito, com inscrição obrigatória até um dia antes de cada palestra através deste link: https://forms.gle/qcZVVZsXByreRQQ58
O link Zoom de acesso será enviado após conclusão do período de inscrições.
PROGRAMA GERAL
Março / March
17/03/2021 – Francesca Tonini - The chromatic reintegration in sculpture. An anthropological point of view
24/03/2021 – Séverine Françoise - The “Grisaille reconstruction” as retouching method
31/03/2021 – Leonel Costa - A produção de tintas para artista em Portugal
Abril / April
7/04/2021 – Manuela Ralha - Acessibilidade à cultura e o seu papel na transformação social
14/04/2021 – Alexandre Matos - Normas de documentação e gestão do património cultural: uma breve introdução
21/04/2021 – Marina Herriges - Objetos ligados a contextos diferentes: o trabalho do conservador de têxteis na prática privada no Reino Unido
28/04/2021 – Patrícia Roque Martins - Discursos da deficiência nos museus: explorando identidades positivas através das coleções
Maio/ May
05/05/2021 – Cristina Oliveira - Objetos têxteis: sua preservação e conservação/restauro
12/05/2021 – Nelson Neves – Sistema de Gestão de Qualidade em Conservação e Restauro
19/05/2021 – Ana Macarrón, Ana Calvo, Rita Gil - Critérios y normativas en la conservación y restauración del Património Cultural y Natural
26/05/2021 – Iraia Anthonisen - Consideraciones sobre la conservación de obras impresas por medios digitales
Junho/June
02/06/2021 – Catarina Teixeira – A Conservação de Coleções Científicas: Uma Área de Especialização Emergente no MUHNAC (Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa)
09/06/2021 – Catarina Pereira – Desafios e paradigmas na conservação de colecções de negativos fotográficos. Da teoria à prática
16/06/2021 – Cristina Oliveira – Objetos têxteis: sua preservação e conservação/restauro
23/06/2021 – Ana Lizeth Mata Delgado – Documentación, registro y experimentación de materiales en el arte moderno y contemporáneo
prémio de pintura “alunos da fbaul na ermida” — 2ª edição
Mai 31 2021PRAZO DE ENTREGA DE PROPOSTAS ATÉ 31 MAIO 2021
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) e o Projecto Travessa da Ermida pretendem promover e acolher uma exposição coletiva dedicada à Pintura, de autoria dos alunos da FBAUL. Convidam-se os artistas interessados a apresentar propostas artísticas para efeitos de selecção das obras a expôr.
São admissíveis todos os alunos do 1º e 2º ciclos de estudos da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), cuja matrícula seja comprovadamente válida (ano lectivo 2020/2021). Os artistas podem candidatar-se individualmente ou em colectivo.
O prazo para instrução e envio das propostas artísticas em formato digital contendo a integralidade dos elementos acima discriminados termina às 24:00h do dia 31 de Maio de 2021.
Revista “Convocarte” nº 12/13 — Arte e Paideia / Art and Paideia / Art et Paideia — chamada de trabalhos
Mai 30 2021
CANDIDATURAS DATA LIMITE 31 MAIO 2021
A Coordenação Geral da revista digital Convocarte lançou os trabalhos para 2021 relativos aos números 12-13, com o Dossier Temático “Arte e Paideia”. Partindo do conceito grego e considerando as expressões arte na educação, educação para a arte e educação pela arte, a Convocarte convida à reflexão e debate sobre o lugar das artes na formação da criança enquanto sujeito.
Percorridos mais de vinte séculos desde a origem do termo, que influenciou a humanitas romana, a que se seguiram a paideia cristã, o humanismo renascentista, a Bildung alemã…, de que modo contribuem hoje as artes para a formação das crianças? Como proporcionam as artes uma aproximação a valores essenciais e estruturantes da humanidade, seja na infância, seja em qualquer momento da nossa formação como “humanos”? E que valores é urgente reinventar e/ou introduzir nas novas paideias veiculadas através das artes e da educação artística nas sociedades contemporâneas? A Convocarte é uma revista científica do campo das artes e humanidades, da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, com Conselho Científico Editorial e revisão qualitativa de pares e aceita propostas de textos para os próximos números, nas suas pastas e site.
Candidaturas: convocarte@belasartes.ulisboa.pt | INFO
Data limite de apresentação das candidaturas de textos: 31 maio de 2021
Lançamento do livro “Reflexões sobre Escultura, Matéria e Técnicas – um manual” de João Castro Silva
Mai 25 202131 MAIO > 16H00 | Auditório Lagoa Henriques FBAUL
Um entendimento pessoal daquilo que é a prática da escultura pelas palavras de quem a faz e a ensina.
Desta vez a forma do Escultor foi este manual onde partilha a sua visão do que é fazer escultura e ser-se escultor. A relação com os materiais, a poética da técnica, a aprendizagem do gesto, o exercício permanente de aprendizagem e descoberta.
Desta vez, dá-se aos escultores a utilização da palavra como matéria para a comunicação.
Entrada livre e sem inscrição, sujeita à lotação do auditório.
Este evento é passível de ser registado em fotografia ou vídeo.
João Onofre: Once in a Lifetime [Repeat]
Mai 24 2021
28 MAIO > 18H00 I JARDIM CAIXA
entrada gratuita sujeita à lotação disponível
(via portão ferro Jardim Caixa, na Rua Arco do Cego)
Once in a Lifetime [Repeat] trouxe ao público da Culturgest uma seleção alargada dos últimos vinte anos de produção de João Onofre (Lisboa, 1976). Reunindo vídeo, desenho, escultura, fotografia, performance e obra sonora, esta exposição permitiu confirmar a vitalidade de uma produção pautada pela recorrência dos grandes temas da história da arte: a tensão, a morte, o fracasso, o amor e, como um elo que tudo une, a linguagem.
Para a apresentação do catálogo que agora nos chega, convidámos Delfim Sardo e Benjamin Weil, respetivamente o curador da exposição e o autor da entrevista reproduzida no catálogo, para nos falarem sobre o trabalho de João Onofre e, em particular, sobre este que é o mais recente e mais completo livro publicado sobre a sua obra.
João Onofre: Once in a Lifetime [Repeat]
Autores: Delfim Sardo, Benjamin Weil/João Onofre, Jacinto Lageira, Nicolas Oxley e Nicolas de Oliveira
Desenho gráfico: Vera Velez
Edição Culturgest em duas versões separadas, português e inglês (em inglês distribuição internacional: Mousse Publishing)
Este livro foi publicado com o apoio:
Fundação Carmona e Costa
CIEBA/FBAUL
O livro pode ser adquirido na livraria da Culturgest ou encomendado por email culturgest.livraria@cgd.pt
convocarte: lançamento 8/9 (arte e tempo), versão digital 10/11 (arte e loucura), lançamento de trabalhos 12/13 (arte e paideia)
Mai 20 2021 
27 MAIO 2021 > 18H00 I MANICÓMIO I PRESENCIAL E VIA ZOOM
“A loucura, longe de ser uma anomalia, é a condição normal humana. Não ter consciência dela, e ela não ser grande, é ser homem normal. Não ter consciência dela e ela ser grande, é ser louco. Ter consciência dela e ela ser pequena, é ser desiludido. Ter consciência dela e ela ser grande, é ser génio.” (Fernando Pessoa – Escritos sobre génio e loucura – tomo I)Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Acesso às apresentações Convocarte via zoom: https://videoconf-colibri.zoom.us/j/81245243705?pwd=Mkd1Yy9Lb0s3dGhUamF4ZUlmakQ5QT09
Recepção de Sandro Resende
o orangotango e a incineração (eternamente adiada) da pintura
Mai 18 2021
17 > 31 MAIO I CISTERNA, CAPELA E OUTROS ESPAÇOS DA FACULDADE
Inaugura a 17 de maio, na FBAUL, uma exposição individual de José Quaresma com o título: O orangotango e a incineração (eternamente adiada) da pintura.
Trata-se de uma exposição de pintura e de instalação de pintura, cujas peças e ambientes foram criados em função da singularidade de sete espaços expositivos do edifício da nossa Faculdade.
No link abaixo pode ser “descarregado” um catálogo digital. O documento inclui um texto introdutório do Professor Fernando António Baptista Pereira e contém imagens de todas as obras expostas, assim como dos espaços engendrados. O design gráfico do projecto é da Professora Isabel Castro e as fotografias do fotógrafo Alexandre Nobre.
fatal Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa
Mai 17 2021
O FATAL está de volta de 10 a 19 de maio!
Este ano o Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa (FATAL) está de regresso, desta vez pensado exclusivamente para o ambiente digital.
O mais importante está assegurado: a apresentação online de espetáculos de qualidade, apenas possível graças à dedicação dos grupos de Teatro Académico, que continuam a desenvolver o seu trabalho de uma forma regular, apesar das condicionantes impostas pela situação que todos vivemos.
Além dos espetáculos, o FATAL – Outras Cenas oferece um programa interdisciplinar de oficinas, com o objetivo fomentar a formação artística, dotando todos os interessados de ferramentas que lhes permitam desenvolver a sua atividade teatral de forma mais consistente.
Honrando o compromisso com o seu público e participantes, o FATAL continua a ser um espaço de diálogo e reflexão. Nesta edição especial apresentamos um conjunto de tertúlias, sobre temas atuais e de grande interesse, tanto para a comunidade académica, como para o público em geral.
exposição con(fine)arts_capela Belas-Artes
Abr 19 202108 > 28 ABRIL 2021 | Capela da Faculdade de Belas-Artes | 2ª a 6ª feira, 10h00 – 18h00
Coordenação
Cristina Azevedo Tavares
Curadoria
Marta de Menezes
Confinamento, quarentena, isolamento, medidas de segurança, distanciamento, restrições, etiqueta respiratória: foram alguns dos conceitos que tivemos de assimilar no nosso quotidiano, e ainda assim faz-nos espécie refletir sobre o seu impacto. Aprendemos a criar intervalos entre corpos, a recear o toque, a transvazar a presença e assim foi surgindo uma nova normalidade.
Con(fine)arts reúne uma pequena seleção de obras criadas na Cultivamos Cultura durante tempos atípicos, que demonstram alguns exemplos de como estes rituais se propagaram no nosso imaginário coletivo — Adam Zaretsky convida-nos a olhar para a forma humana, questionando o seu desdobramento evolucionário: O que se forma primeiro, a face ou os genitais? Dalila Honorato, Isabel Burr Raty, Karolina Żyniewicz, Louise Mackenzie, Pavel Tavares e Robertina Šebjanič a viajar para um futuro distópico onde temos que ser descontaminados sistematicamente para poder aceder a produções artísticas e espaços partilhados; Kim Doan Quoc assimila a ideia de extinção e cenários climáticos tão alarmantes quanto apocalípticos; o FEMeeting procurou refúgio na Lua, alcançando-a através de uma interferência que de imediato é refletida e devolvida à Terra, onde Pavel Tavares imagina zigotos e gametas a boiar num mar de plástico e desperdício.
Na Summer School são criados novos mundos a partir da curiosidade despertada por um olhar que não acompanha o presente, que seleciona pequenos mementos do passado. Num novo espaço, nutrido pela prosperidade futura, aguardamos que estes se desenvolvam, talvez dentro de uma caixa petri, acompanhados por fungos e bactérias.
Diana Aires
Nota: por motivos relacionados com a pandemia, não poderão estar mais do que 4 visitantes de cada vez, dentro do espaço expositivo.
3º Ciclo Internacional de Conferências — As imagens “por vir” e a Incredulidade
Abr 19 2021
23 ABRIL 2021 I ONLINE
No dia 23 de abril, sediado na FBAUL e através da Plataforma Zoom, decorre o 3º Ciclo Internacional de Conferências designado As imagens “por vir” e a Incredulidade. Imagens para a dúvida / Dúvidas sobre as Imagens. Este ciclo de conferências integra-se na linha de trabalho Imagens: entre a emanação subtil e a força devastadora. Transgressão e outras mediações plásticas, que subjaz a diversas publicações, exposições, e ciclos de conferências sobre a imagem e a tecnologia organizadas nos últimos anos pelo docente da FBAUL, José Quaresma.
A participação nas conferências faz-se mediante uma inscrição prévia no FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO (em baixo). Procedendo assim, três dias antes receberão na vossa caixa de correio electrónico uma “chave” para aceder ao espaço da discussão, a ocorrer no dia 23 de abril de 2021.
Sinopse do Ciclo de Conferências:
Reflexão sobre as possibilidades actuais e futuras da transgressão das imagens, tanto na sua materialização como na sua disseminação e partilha. Os artistas e os autores são convidados a pensara autonomia e a temporalidade específica das imagens, a envolvê-las criativamente na dúvida, suspensão — no limite, se necessário, mergulhando-as também na descrença —, de forma a podermos fazer a experiência crítica da sua ambivalência e do seu poder medusante.
CARTAZ+PROGRAMA | INSCRIÇÕES ENCERRADAS
As pedras também constroem coisas
Abr 19 2021
09 > 25 ABRIL I CISTERNA BELAS-ARTES
A exposição As pedras também constroem coisas tem a sua abertura no dia 9 de abril, às 16h30, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes. A entrada é livre, no entanto devido à situação atual, o limite máximo de pessoas em simultâneo na Cisterna é de 12 pessoas, por esse motivo solicitamos aos visitantes que terão que ir circulando dando lugar a outros.
Ainda no dia 9 de Abril, data da abertura, será apresentada uma publicação que reúne imagens das obras realizadas e testemunhos dos artistas residentes nesta segunda edição, que teve lugar entre 10 a 25 de Setembro de 2020.
A publicação ficará disponível online no dia 10 de Abril de 2021.
A exposição ficará patente até 25 de abril e poderá ser visitada de 2ª a 6ª, os interessados deverão proceder à marcação através do e-mail grao.residencia@gmail.com.
Após a primeira edição da GRÃO – RESIDÊNCIA ARTÍSTICA E DE INVESTIGAÇÃO (projeto anual criado em 2019), a Associação Quinta das Relvas, a entidade organizadora, adaptou esta segunda edição aos tempos atípicos em que vivemos através da indicação de um ponto de partida – a expressão linguística “um grão na asa” – isto é, sentir-se ou estar levemente embriagado, fora do estado de normalidade.
Esta residência artística procura abrir espaço para novas possibilidades num ambiente propício a um dinamismo diferente do habitual, numa experiência intensa mas intimista em que os participantes são convidados a mergulhar de um modo consciente tanto a nível psicológico como social, capaz de potenciar a sua permeabilidade face ao contexto natural e cultural oferecido quer pelo espaço da Quinta, quer pela população e cultura locais.
A residência artística Um GRÃO na asa foi marcada por sessões de debate entre os artistas residentes e por visitas de estudo a espaços culturais da Região de Aveiro, culminando esta experiência em dois momentos de exposição. O primeiro momento teve lugar na Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha onde os artistas apresentaram alguns dos trabalhos realizados durante a residência. No segundo momento que agora apresentamos, na Galeria Cisterna da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, os artistas apresentam não só as obras expostas anteriormente como novas obras, produzidas nos seus ateliers durante os meses consequentes à residência – demonstrando a continuidade do projeto por eles iniciado e a marca que a residência deixou no corpo de trabalho de cada um.
Dos artistas representados nesta exposição conta-se com a presença de Beatriz Chagas, Clara Leitão, Filipa Fernandes, Rafael Fráguas, Victor Gonçalves e Carolina Drahomiro + Danilo Galvão, aos quais se juntam as responsáveis pelo projeto, Mariana Malheiro e Beatriz Manteigas, também artistas visuais.
Pelo segundo ano consecutivo, reuniram-se as forças para propor a um conjunto de sete artistas o desafio de produzir conteúdo artístico a partir da exploração do contexto oferecido quer pelo espaço da Quinta das Relvas, quer pela cultura local. A metáfora das pedras, criada a partir do nome pelo qual dá esta residência artística – Um Grão na Asa – parece-nos constituir o melhor ponto de partida para descrever o presente momento:
Sabemos que as pedras que carregamos às costas são todas diferentes. Reconhecemos que há quem tenha uma pedra grande, outros três pedras pequenas. Há quem as tenha porosas, outras escorregam e obrigam-nos constantemente ao seu resgate. Podemos assumir que a dificuldade de carregar a nossa pedra é sempre relativa à dimensão da pedra do outro. Estas pedras de que nos lembramos frequentemente são as difíceis, as que por vezes ferem, ou que ferem sempre.
Mas há também outras pedras, as que tendemos a não olhar, por serem mais discretas, aquelas que acabam no fundo das nossas costas e que se desfazem até. Estas são as pedras que aconchegam os calhaus, as que, embora pesando, facilitam a deslocação dos mesmos funcionando como rodas, as que permitem que não fiquemos tão marrecos. Podemos encontrá-las em circunstâncias variadas: supondo que chocamos uns contra os outros, as pedras que mais facilmente saltarão de costas em costas são as pequenas. E quando uma dessas pedrinhas salta, há umas costas que seguirão caminho mais pesadas, mas também mais aptas a carregar os calhaus.
As pedras também constroem coisas!
Beatriz Chagas, Setembro de 2020
Entre o Chiado, o Carmo e Paris, Artes na Esfera Pública — reportagem no jornal de letras jl 24 fevereiro a 9 março
Abr 06 2021
REPORTAGEM NO JORNAL DE LETRAS — Entre o Chiado, o Carmo e Paris, Artes na Esfera Pública: UMA ANTOLOGIA PARA PENSAR A ARTE PÚBLICA
O Jornal de Letras JL publicou, no seu suplemento CAMÕES nº 291, de 24 de fevereiro a 9 de março, uma entrevista a Ana Paixão e José Manuel da Costa Esteves sobre o projeto Entre o Chiado, o Carmo e Paris, Artes na Esfera Pública: uma antologia para pensar a Arte Pública com a coordenação de José Quaresma, Professor na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
JL SUPLEMENTO CAMÕES (24 FEVEREIRO A 09 MARÇO)
publicação da antologia de textos, exposições e performances
Comunica-se a publicação da antologia de textos, exposições e performances, Entre o Chiado, o Carmo e Paris, Artes na Esfera Pública, tanto em formato impresso como em formato digital. Esta obra congrega a produção artística, ensaística e de debate público sobre temas atinentes ao Chiado e ao Carmo, dando testemunho da intensa actividade desenvolvida entre 2013-2020, nas cidades de Lisboa, Paris, Łódź, Cuenca, Granada, Florença, Auckland (Nova Zelândia), Vitória (Brasil), e Bruxelas.
A publicação (edição da FBAUL) tem a coordenação de José Quaresma e parte de um convite dos responsáveis pela Cátedra Lindley Cintra da Universidade de Paris Nanterre e do Leitorado de Língua e Cultura Portuguesa da Universidade de Paris 8, ambos de Camões – Instituto de Cooperação e da Língua, e da Casa de Portugal – André de Gouveia da Cidade Internacional Universitária de Paris.
A edição estará disponível na Biblioteca da FBAUL a partir de hoje. Nos próximos dias será enviada para a Biblioteca Nacional, a FCG, entre outras bibliotecas e instituições artísticas.
Na publicação podemos observar obras, performances, e vídeos de Alexandre Nobre, João Castro Silva, Fernando Crêspo, Nikoleta Sandulescu, Paulo Lourenço,Evgenya Hristova, Catarina Mendes, Orlando Farya, Helena Ferreira, Alicja Habisiak-Matczak, Simão Martinez, entre muitos outros. Por outro lado, a selecção de textos inclui vários ensaios de José-Augusto França, de Guilherme d’Oliveira Martins, de Fernando Rosa Dias, Cristina Azevedo Tavares, Juan Carlos Guadix, Célia Nunes Pereira, Mark Harvey, Fernando Crêspo, Helena Ferreira, entre outros.
CONTRAST: Rede de iniciativas artísticas multidisciplinares na Arte, Arquitectura, Design e Fotografia
Abr 06 2021
O projeto “CONTRAST: Rede de iniciativas artísticas multidisciplinares na Arte, Arquitectura, Design e Fotografia” (CONTRAST AADF) liderado pelo grupo de investigação AAI-CEAU-FAUP, coordenado por Pedro Leão Neto, com uma gestão em parceria com a ESMAD-uniMAD e o i2ads-FBAUP foi selecionado para financiamento no concurso de apoio a projetos criação e edição da DGARTES.
CONTRAST AADF é um projeto de dinamização cultural interdisciplinar focado na criação duma rede de iniciativas artísticas e reflexão crítica incentivando o debate sobre temas transversais à Arte, Arquitectura e Design através do mundo da Criação, do Editorial, e do Ensino da Fotografia em diversas áreas disciplinares, reforçando a oferta artística e editorial, o acesso e participação nas artes.
Esta rede conta com a parceria estabelecida em diversas áreas científicas e artísticas, entre nove escolas de ensino da fotografia em Portugal: ARCO – Centro de Arte e Comunicação Visual; DARQ – Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra; DCAM – Departamento de Cinema e Artes dos Media da Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da Informação – Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Lisboa; ESAP – Escola Superior Artística do Porto; ESMAD – Escola Superior de Media, Artes e Design, Vila do Conde; FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto; FBAUL – Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa; FBAUP – Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto; IPT – Instituto Politécnico de Tomar e três escolas fora de Portugal: Liverpool School of Architecture (LSA), Zaragosa Unidad Predepartamental de Arquitectura da Universidade de Zaragoza (UNIZAR) e Barcelona Universitat Politècnica de Catalunya BarcelonaTech (UPC).
Na FBAUL a coordenação é da responsabilidade dos professores Victor dos Reis e Rogério Taveira.
poema de contornos — exposição de martins correia
Abr 06 2021
26 NOVEMBRO 2020 > 30 ABRIL 2021 I CENTRO CULTURAL CASAPIANO, CASA PIA DE LISBOA
Abre ao público no dia 26 de Novembro, pelas 17h00, no Centro Cultural Casapiano, na Casa Pia de Lisboa a exposição “Poema de Contornos” de Martins Correia.
A exposição estará aberta ao público de 2ª a 6ª, entre as 10h00 e as 17h30, mas devido á situação atual, as entradas estarão sujeitas à capacidade da sala.
lançamento e apresentação do livro “metanarrativa — feci quod potui (medalha, moeda & objetos” de josé teixeira
Abr 01 2021
23 ABRIL > 16H30 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Realiza-se no dia 23 de abril, pelas 16h30, no auditório Lagoa Henriques, a apresentação e lançamento do livro “METANARRATIVA — feci quod potui (medalha, moeda & objetos” de José Teixeira.
Devido à situação atual e considerando as normas da DGS haverá um número limite de participantes, sendo autorizada a entrada exclusivamente a quem possuir convite.
A ideia para esta publicação ocorreu durante o verão de 2019 na sequência dos trabalhos preparatórios para a montagem da exposição individual, Feci quod potui — Medalha, Moeda & Objetos, que decorreu entre 12 e 27 de Setembro na Galeria da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL).
A exposição que contou com a curadoria de Andreia Pereira e com o apoio logístico e museográfico do Designer João Rocha, do Projetlab/FBAUL, pretendeu assinalar os 25 anos da minha produção medalhística, iniciada, precisamente, em 1994/95, no Convento de S. Francisco, no âmbito da Unidade Curricular lecionada pelo Professor Hélder Batista (regente) e pelo seu Assistente Prof. João Duarte.
O projeto para essa exposição antológica foi motivado por três aspetos: quis aproveitar a oportunidade para divulgar a minha obra, que alcançara visibilidade e prestigio internacional, mas que é relativamente pouco conhecida a nível nacional; homenagear de modo singelo a memória do professor Hélder, que me havia convidado para ser o curador da mostra de medalha construída agendada para o mesmo espaço mas que a fatalidade da sua partida impediu de se efetivar (1); o derradeiro motivo foi o de cativar as novas gerações para a prática da medalhística, arte cujo ensino e dinamismo trouxe o maior prestigio a Portugal como o demonstram, por exemplo, a atribuição em 1998 do prémio J. Sanford Saltus Award for Outstanding Achievement in the Art of the Medal, ao Professor Hélder Batista e em 2011 ao João Duarte.
Ciente do legado que me foi transmitido, enquanto regente da U. C. de Medalhística desde (2016-17) senti-me na obrigação de dar continuidade a esse trabalho tanto no âmbito do ensino quanto no da divulgação dessa forma de expressão artística, preconceituosamente, encarada como arte menor.
A escolha do nome — metanarrativa — deriva de um olhar pessoal sobre a minha obra onde, paralelamente ao contexto específico de cada objeto, subsiste um fundo subliminar ou, discurso paralelo, hipertextual, simbioticamente relacionado com o território da medalha enquanto expressão artística contemporânea. Diria que a dimensão metanarrativa tem sido um farol cuja luz tem sondado as possibilidades poéticas dos materiais (pedra, madeira, bronze, cobre, latão, alumínio, aço carbono, aço inox, zinco, estanho, chumbo, couro, acrílico, cera, policarbonato, poliuretano, vinil, termolaminado, poliéster, plástico…) visando expandir o campo de intervenção da medalhística ao mesmo tempo que encontra na vanguarda dos procedimentos tecnológicos os métodos para a sua reprodutibilidade; é na multiplicidade serial que a medalhística se singulariza em contraste com a escultura.
À semelhança da obra prolixa e multifacetada, a organização desta publicação reflete também, a heterogeneidade das abordagens. Sem querer categorizar, diria que o miolo é constituído por testemunhos e ensaios que assinalam a multiplicidade da relação artística e pessoal no âmbito da medalhística. A complementar o generoso contributo dos diversos autores propus-me escrever o texto final onde continuei a investigação sobre a “metanarrativa”(2) na escultura.
Aqui chegado diria que reconheço, neste livro, um objeto híbrido, heterogéneo e polimorfo, sinónimo quiçá, de quem se arrisca a procurar caminhos por descobrir.
(1) Em sua substituição foi coorganizada (com os membros do grupo Anverso/Reverso) a Exposição “Medalhas com Alma” que teve lugar no Centro Cultural Casapiano, junto aos Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa.
(2) Acerca do tema ver também: TEIXEIRA, José (2012) “Metanarrativas da paisagem e mise-en-scène do lugar — site mainstream” in, Instituições Culturais e Representatividade, Chiado, baixa e nova esfera pública). Lisboa / FBAUL / CIEBA, pp., 215-231. Disponível em: http://hdl.handle.net/10451/6507
JOSÉ TEIXEIRA
portrait talks — fernando antónio baptista pereira
Mar 10 2021
24 MARÇO 2021 > 17H00 I ONLINE
No âmbito do ciclo mensal de Conversas sobre Retrato /Portrait Talks (org. Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa e Centro de Estudos Humanísticos/Grupo2i da Universidade do Minho), temos o prazer de anunciar a 3.ª conversa online, com a intervenção do Professor Fernando António Baptista Pereira (CIEBA-FBAUL).
Orador convidado: Fernando António Baptista Pereira
Moderador: Bruno Marques
Título da conversa: Francisco de Holanda e o Retrato: Teoria e Prática
Data: 24 de março de 2021, 17:00-19:00
Link da reunião Zoom:
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/87657914499?pwd=VEdLbmJLUW1wbWxhcWJGeDBWekVaQT09
ID da reunião: 876 5791 4499
Senha de acesso: 508910
Sinopse:
O original percurso biográfico e intelectual de Francisco de Holanda (ca. 1518-1584) define-o como um artista viajante e um destacado teórico da Arte e proponente de uma formação artística de novo tipo, não deixando de ter um contributo decisivo na invenção do ponto de vista crítico, historiográfico e museológico sobre a Arte e o Património. Completado poucos meses depois do seu monumental Da Pintura Antiga (1548), o seu pequeno diálogo Do Tirar polo Natural (1549) é o primeiro tratado europeu sobre o Retrato. Iremos abordar a estrutura e o argumento deste tratado, cuja fixação de texto realizámos e que acompanhará a tradução do mesmo para inglês por John Bury (edição prevista em Outubro deste ano). Contudo, há acentuadas diferenças entre a teoria e os preceitos definidos no tratado e a prática de retrato, autorretrato e autorrepresentação que encontramos na obra remanescente de Holanda, temas que iremos desenvolver e aprofundar.
Fernando António Baptista Pereira
Lisboa, 1953. Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, pós-graduado em Museologia pelo antigo Instituto Português do Património Cultural e doutorado em Ciências da Arte (História da Arte) pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Ensina na Universidade de Lisboa (na Faculdade de Letras e na Faculdade de Belas-Artes) desde 1979, sendo atualmente Professor Associado com nomeação definitiva na de Belas-Artes, onde desempenhou as funções de Presidente do Conselho Pedagógico (2005-2012), de Presidente do Conselho Científico (2012-2017) e de Diretor do Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes (CIEBA), de 2010 a 2016. Foi eleito em 2019 Presidente da Faculdade. Tem vasta e diversificada obra publicada nos domínios da História da Arte e da Cultura Portuguesas, da Crítica de Arte e da Museologia. É autor do Conceito e da Programação de vários Museus e Comissário ou Curador de grandes Exposições nacionais e internacionais em Portugal, em Espanha, no Brasil e em Macau, assim como foi o responsável pela coordenação científica dos respetivos catálogos. De 1 de Fevereiro de 2017 a 15 de Outubro de 2018 foi Adjunto do Ministro da Cultura para os Museus e Património.
Organização:
Bruno Marques (IHA/NOVA FCSH)
Eunice Ribeiro (CEHUM-Grupo2i/UM)
like science like art: the vicarte talks
Mar 10 2021
MARCH 17TH > 4PM I ONLINE
Join us in this conversation!
revista arte e cultura visual — lançamento do n.1 “isolamento”
Mar 08 2021
Nº1: ISOLAMENTO | 2020 | CIEBA-FBAUL
revista dobra — 8 — chamada de trabalhos
Mar 01 2021
CHAMADA DE TRABALHOS ATÉ 10 DE MARÇO DE 2021
Dobra — 8
Palavra-problema: Fragilidade
Encontra-se aberto, até ao dia 10 de Março, o prazo para envio de resumos e/ou propostas de criação artística, para o nº 8 da Revista Dobra, orientado pela palavra «Fragilidade».
folhas caídas —
quando os deuses se ausentam
surgem as ruínas
(Matsuo Bashô, traduzido por Joaquim M. Palma)
Talvez seja mais fácil encontrar fora da tradição ocidental um pensamento guiado pela fragilidade — pela evidência do que é frágil —, do que no interior daquilo a que chamamos a “nossa” cultura.
Roland Barthes falou do haïku nesses termos: uma arte “contradescritiva, na medida em que todo o estado de coisa é imediatamente, obstinadamente, vitoriosamente convertido numa essência frágil de aparição” (O Império dos Signos). É bem o que acontece com a metamorfose das folhas já caídas em vestígio súbito de um surgimento ruinoso: a frágil aparição de uma ausência. Neste sentido, a fragilidade não é sinal obrigatório da perda, da mortalidade ou da doença. Ela está do lado de dentro da vida no seu modo de manifestação. Uma espécie de segredo patente mas que é preciso fazer aparecer, ainda que seja contra a evidência sólida de tudo o que se dá como “coisa”. Ou como corpo vivo.
Todavia, para a arte, incluindo a literatura, esta direção de pensamento será talvez menos estranha do que para outras regiões do espírito ocidental. E daí que fosse um artista, Alberto Giacometti, a dizer: “Sempre tive a impressão ou o sentimento da fragilidade dos seres vivos, como se fosse necessária uma energia incrível para se manterem de pé.” Há qualquer coisa nas ficções de Kafka que advém de (ou propaga) uma impressão semelhante, páginas inteiras em que estar de pé ou movimentar-se ou agir — com a mais elementar das finalidades — parece requerer prodígios de energia e de técnica. Uma fragilidade para lá de todas as forças, dir-se-ia.
“Força” é palavra habitual no vocabulário filosófico e das ciências humanas, desde a psicanálise à ciência política. Não o é menos nas ciências físicas ou, pelo menos, numa parte delas. Terá sido esta proliferação de forças e de relações de força um sintoma, um modo de obscurecer a própria ideia de fragilidade, de obstar à enunciação da fragilidade ao menos enquanto problema? Haveria uma desconstrução da força que está em curso e em exercício no trabalho das artes? E na fragilidade que afeta por dentro a própria sobrevivência desse trabalho.
Nas palavras sobre o haiku, Roland Barthes sublinha, no entanto, o caráter obstinado e vitorioso da operação poética, ou seja, a maneira afirmativa de dizer ou inscrever o valor da fragilidade. Há algumas décadas, Gianni Vattimo avançou, a partir de Nietzsche e Heidegger, o programa daquilo a que chamou “pensiero debole” como condição preferencial ou necessária da pós-modernidade. Conviria reavaliar a pertinência, o alcance, o efeito dessa proposição. Pode a fragilidade afirmar-se como valor?
Duas maneiras de enunciar, muito diversas, sugerem que a pergunta talvez não seja absurda nem impertinente. A primeira, de Wittgenstein, forma uma das anotações manuscritas que deram substância ao livro póstumo editado com o título Cultura e Valor: “O que aqui escrevo pode ser material fraco; bem, nesse caso não sou capaz de trazer à luz as coisas importantes e grandes. Mas ocultas nestas observações fracas estão grandes possibilidades.” (Tradução de Jorge Mendes)
No outro extremo, a presente tentativa de induzir a pensar e a figurar o valor da fragilidade recorda mais dois haiku de Bashô, num gesto que também convida a considerar a fragilidade, hoje, das fronteiras literárias e a exemplar abertura de certa poesia ao pensamento que nunca se confina ao círculo humano.
O primeiro é um haiku de Verão:
sob a fragilidade do meu chapéu
usufruindo da frescura —
estou vivo!
O segundo é um haiku do final da Primavera:
no mesmo dia
nasceram Buda
e um pequeno veado
(Matsuo Bashô, traduzido por Joaquim M. Palma)
presença e ficção
Fev 25 2021
16 JANEIRO > 28 FEVEREIRO I GALERIA MUNICIPAL DE PROENÇA-À-Nova
fertilid’art concurso de expressão artística — resultados
Fev 24 2021
O concurso de expressão artística Fertilid’art que desafiou os alunos das Faculdades de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e da Universidade do Porto a retratar a fertilidade foi um sucesso!
Estiveram a concurso 44 obras de arte (pinturas e esculturas) e o júri – constituído pela APFertilidade, pelas duas faculdades e pela empresa farmacêutica Merck – selecionou as 10 obras que fizeram parte da exposição final, incluindo as três vencedoras, três menções honrosas e quatro trabalhos que se destacaram aos olhos dos jurados.
Devido à situação epidemiológica os resultados são publicados apenas agora.
Resultados:
Ângela Abrantes Fonseca, aluna de Escultura da FBAUL, ficou em 3º lugar.
Lígia Fernandes e Ana Alice Abreu Miranda, alunas de Pintura da FBAUL, foram premiadas com menções honrosas.
Foram ainda selecionadas as obras de Maria João Tavares Costa, aluna de Pintura, e Catarina Veloso Teixeira, aluna de Escultura, ambas da FBAUL, para participar da exposição.
o 1º e 2º prémios foram entregues a alunos da Faculdade de Belas-Artes do Porto, assim como uma menção honrosa e participaram mais dois alunos desta Faculdade na exposição.
No âmbito das celebrações das Semana Europeia da Fertilidade, que se assinala entre 4 e 10 de novembro, a Associação Portuguesa de Fertilidade (APFertilidade) lança o concurso FERTILID’ART em conjunto com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto (FBAUP) e que conta com o apoio da farmacêutica Merck.
Se és aluno de uma destas instituições e tens aquilo que é necessário para criar uma obra de Pintura ou Escultura fresca, jovem e inovadora sobre a temática da fertilidade, inscreve-te no concurso!
Serão premiados os três melhores trabalhos nas áreas de Pintura e Escultura e o valor do primeiro prémio é de 1750€. Farão parte do júri membros da Associação Portuguesa de Fertilidade, das Faculdades de Belas-Artes de Lisboa e Porto e da farmacêutica Merck, uma empresa vibrante de ciência e tecnologia que está a apoiar o projeto.
A avaliação das obras e anúncio dos vencedores será feita no início de 2020, com data a ser anunciada posteriormente.
NOTA: PODEM PARTICIPAR TODOS OS ALUNOS DA FBAUL desde que se candidatem com uma obra de PINTURA ou de ESCULTURA, não é obrigatório serem alunos exclusivas destas duas áreas.
dia das belas-artes — apoie o restauro — 5ª edição projeto crowdfunding
Fev 24 2021
5ª EDIÇÃO — CROWDFUNDING ONLINE
creative (un)makings: disruptions in art/archaeology — lançamento do catálogo
Fev 01 2021
O catálogo da exposição “Creative (un)makings: disruptions in art/archaeology” que decorreu no Museu Internacional de Escultura Contemporânea, em Santo Tirso, entre 6 de Março e 14 de Junho de 2020, já está disponível na loja do MMAP/MIEC, em edição bilingue. O livro conta com os contributos de Álvaro Moreira, Sara Navarro e Doug Bailey e com fotografias inéditas da exposição e da sua montagem.
BaileyD.W., S. Navarro, and Á. Moreira. 2020. Creative (un)makings: Disruptions in Art/Archaeology. Santo Tirso: International Museum of Contemporary Sculpture. ISBN 978-972-8180-75-1.
http://miec.cm-stirso.pt/wp-content/uploads/2020/10/Doug-Bailey-Sara-Navarro.pdf
Também já se encontram disponíveis as atas da conferência internacional “Ineligible: A Disruption of Artefacts and Artistic Practice” .
Bailey, D.W., Navarro, S. and Moreira, Á. (eds) Ineligible: A Disruption of Artefacts and Artistic Practice. Santo Tirso: International Museum of Contemporary Sculpture. ISBN 978-972-8180-74-4.
http://miec.cm-stirso.pt/wp-content/uploads/2020/10/Atas-Conferência-Internacional.pdf
Para além de já se encontrarem disponíveis em open-source no website do MIEC, a tiragem de cada uma das publicações é de 500 exemplares impressos.
Esculturas Infinitas. Do Gesso ao Digital.
Jan 22 202118 SET 2020 > 25 JAN 2021 | FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN – EDIFÍCIO SEDE – GALERIA PRINCIPAL
Esta exposição reúne esculturas de artistas contemporâneos e obras da coleção de gessos da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, analisando a importância da técnica da moldagem nas práticas artísticas atuais e explorando as suas infinitas possibilidades.
Incorporando obras de 18 artistas contemporâneos e gessos da coleção da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, a exposição Esculturas Infinitas procura olhar de forma atenta para o papel desempenhado pela moldagem não só na escultura, mas também em vários aspetos do quotidiano.
Este processo tem permitido a reprodução de obras de arte, de objetos do quotidiano, de elementos da natureza e de edifícios, tanto no passado como no presente. Embora o molde em gesso continue a ser utilizado na produção artística, pretende-se também mostrar outras tecnologias mais modernas, incluindo a impressão 3D.
Estes diferentes métodos e materiais recordam-nos que a escultura raramente é única: uma das suas características intrínsecas é a multiplicidade. Os gessos permitem perpetuar momentos especiais – o crescimento de uma criança, o rosto de um defunto, um edifício importante –, mas também podem ser usados para reproduzir objetos de uso quotidiano, como casas ou utensílios domésticos.
Esta técnica tem tido uma importante função documental e, em particular, na medicina: a sala de anatomia assume-se como um espaço de aprendizagem entre a medicina e a arte.
Juntamente com os gessos históricos mostram-se obras de David Bestué, Marie José Burki, Christine Borland, Steven Claydon, Michael Dean, Aleksandra Domanović, Asta Gröting, Simon Fujiwara, Oliver Laric, Jumana Manna, Jean-Luc Moulène, Charlotte Moth, Rogério Taveira, Francisco Tropa, Xavier Veilhan, Marion Verboom, Daphne Wright e Heimo Zobernig.
Estes artistas foram selecionados pelo seu fascínio pela moldagem e pelas suas múltiplas possibilidades. Sem uma narrativa fixa, a exposição pode ser lida através de várias camadas e os visitantes podem encontrar diferentes ligações entre antigo e novo, centrando-se nos conceitos de reprodução, variação, serialidade, escala e homenagem.
Antes de viajar para Lisboa, esta exposição foi apresentada nas Beaux-Arts de Paris até 16 de fevereiro de 2020, reunindo estas obras contemporâneas e uma seleção de gessos de várias instituições francesas, num ambiente que evoca o papel do gesso na aprendizagem artística.
Este projeto revela-se uma oportunidade para dar a conhecer aos visitantes as coleções das escolas de arte que têm vindo a despertar um interesse crescente por parte de investigadores e artistas, mas que não têm estado acessíveis ao público.
Curadora principal: Penelope Curtis
Equipa curatorial: Penelope Curtis, Rita Fabiana, Thierry Leviez, Armelle Pradalier
Exposição organizada e coproduzida pela Fundação Calouste Gulbenkian e as Beaux-Arts de Paris, em colaboração com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
18 set 2020 – 25 jan 2021 | 10h00 – 18h00
Encerra à Terça-feira.
Entrada gratuita sujeita à lotação do espaço e mediante levantamento de bilhete.
PROGRAMAÇÃO COMPLEMENTAR
Os pontos de vista dos artistas
Mesa-redonda
17 SET| 15h00 – 16h30
Nesta conversa, a curadora Penelope Curtis pretende compreender de que forma os artistas respondem à exposição Esculturas Infinitas. Do gesso ao digital e até que ponto surgem questões semelhantes ou divergentes.
Francisco Tropa e Rogério Taveira são artistas cuja obra é apresentada na exposição e que viram também a montagem na Beaux-Arts de Paris. Belén Uriel, por sua vez, é uma artista que trará um olhar externo ao debate: embora não esteja presente na exposição, aplica a técnica de fundição profusamente na sua prática. Esta será uma conversa centrada nos artistas e no que esta exposição representa para eles.
Com Penelope Curtis e Francisco Tropa, Belén Uriel e Rogério Taveira
Conversa em português sem tradução simultânea
RIACT — Revista de Investigação Artística, Criação e Tecnologia — chamada de trabalhos
Jan 13 2021
CHAMADA DE TRABALHOS ATÉ 15 DE FEVEREIRO 2022
Comunicado da Presidência sobre a morte do escultor João Cutileiro
Jan 06 2021
05 JAN 2021
A Faculdade de Belas-Artes lamenta a morte do escultor João Cutileiro (1937-2021), prestando-lhe sincera homenagem, que ainda jovem passou pela Escola Superior de Belas-Artes onde frequentou como aluno o curso de Escultura entre 1953 e 1955. João Cutileiro é um dos nomes de referência da escultura contemporânea que se afastou da estatuária comemorativa do Estado Novo de feição académica, idolatrando a história passada e os seus heróis, ao realizar a estátua D. Sebastião (1973) para Lagos. Ao utilizar sobretudo a pedra mármore, Cutileiro foi ao encontro do talhe direto, valorizando a volumetria e as texturas das matérias, desconstruindo as formas, articulando-as, reinventando-as. Se o erotismo pode ser encarnado nas Bífidas e nas Meninas, os guerreiros, os projetos de estátuas equestres, as árvores e os relevos, e as diversas estátuas revocando Camões ou Inês e Castro, além da obra magistral de desenho ao qual sempre se dedicou, espelham a amplitude e novidade da obra escultórica de João Cutileiro, que não será esquecida.
apresentação dos livros persistência da obra l — arte e política // persistência da obra ll — arte e religião
Jan 02 2021
15 JANEIRO > 18H30 I ONLINE
Organização Tomás Maia
Apresentação a 15 de janeiro de 2021, às 18h30, por Rodrigo Silva (professor na ESAD — Caldas da Rainha) do primeiro volume (Arte e Política), seguida da apresentação por João Sarmento (padre jesuíta, responsável pela Galeria da Brotéria) e, sob confirmação, por Maria João Mayer Branco (professora na FCSH da Universidade Nova de Lisboa) do segundo volume (Arte e Religião).
Estes livros propõem pensar a questão moderna da arte: o que resta da obra após a sua separação da política e da religião. O projecto da Persistência manteve o núcleo inicial de autores (Boyan Manchev, Jean-Luc Nancy, Federico Ferrari e Tomás Maia), tendo acolhido no primeiro volume Silvina Rodrigues Lopes e Isabel Sabino, e no segundo volume Alfredo Teixeira e Paulo Pires do Vale (no âmbito da parceria encetada com o CITER da Universidade Católica Portuguesa). Os dois volumes, inteiramente bilingues (português/francês), são editados pela Documenta (ambos apoiados pelo CIEBA e o segundo apoiado pelo CITER).
Devido à situação actual de confinamento a sessão será on-line acedendo ao endereço https://videoconf-colibri.zoom.us/j/83704589359
Além dos dois oradores principais, a sessão contará com breves participações de alguns dos autores (em directo ou gravados: Boyan Manchev, Federico Ferrari, Jean-Luc Nancy), assim como de representantes dos dois centros de investigação, CITER e CIEBA, respectivamente a Professora Luísa Almendra e o Professor João Paulo Queiroz. A sessão será moderada por Catarina Reis, doutoranda em Belas-Artes.
clouds of interactions
Dez 28 2020
26 NOVEMBRO > 07 JANEIRO 2021 I CISTERNA
ESTA EXPOSIÇÃO FICARÁ PATENTE ATÉ 7 DE JANEIRO DE 2021.
A exposição coletiva “Clouds of Interaction” com obras de Emma Hasse, Joana Garcia e Costa, Lola Sementsova, Maria Bezuglaya, Nadia Frolova e Rozze Domingues abre no dia 26 de novembro e ficará patente até 18 de dezembro.
Considerando a situação atual as visitas terão que ser feitas mediante marcação/reserva para o telemóvel: +351 910 731 360 e apenas se realizam de 2ª a 6ª (exceção de feriados e dias 30 de novembro e 1 de dezembro).
Cloud of Interactions
We can see the cloud, but if we try to reach out and interact with it directly, then it becomes transparent and ephemeral.
In a sense, art is like a cloud, which is visible, but we cannot see the process of interaction with it, and we cannot always explain its influence.
But if we assume that the power of great experiences and sensual discoveries happen in the air, if we stop looking for direct meaning, direct benefit, explicit aesthetics in art, then a person has the opportunity for new experiences and new sensitivity.
zeeba — lola sementsova exhibition
Dez 28 2020
26TH NOVEMBER > 07TH JANUARY 2021
Opening: 26th november, 5.30 pm
Due to the current situation the number of simultaneous visitors will be 5.
Students and teachers from FBAUL don’t need to make a reservation.
General public must make a reservation to the following contact:
sementsover@gmail.com
Instagram @godsandpots
Telephone: +351 910 989 931
horário schedule
2ª a 6ª › 12h–18h
monday to friday › 12am to 6pm
‘ZEEBA’ is an artistic manifestation of a complex retrieval of obscured roots, exploration of controversial identity of mixed bloods and cultures and an attempt to embrace a disintegrative experience of trauma. Besides the personal context this art installation refers to general cross-cultural and interreligious relation of the most powerful and competing yet the closest belief systems such as Islam and Christianity. Placed into the former chapel of St. Francis Monastery this installation regains a deep and sacred atmosphere of a personal sanctuary through the boundless means of art.
um grão na asa
Dez 27 2020
25 SETEMBRO > 31 DEZEMBRO I BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ALBERGARIA-A-VELHA
Inaugurou no dia 25 de setembro, na Biblioteca de Albergaria-a-Velha a Exposição de Resultados Práticos da GRÃO – Residência Artística e de Investigação, que se realizou entre 10 e 25 de setembro de 2019 na sede da entidade organizadora, a Associação Quinta das Relvas (Branca, Albergaria-a-Velha).
Beatriz Chagas, Clara Leitão, Filipa Fernandes, Rafael Fráguas, Victor Gonçalves e Carolina Drahomiro + Danilo Galvão, bem como Beatriz Manteigas e Mariana Malheiro (coordenadoras do projeto) são os artistas representados, selecionados para fazerem parte desta edição da GRÃO.
Horário: 2ª a 6ª: 10h/19h
Biblioteca Albergaria-a-Velha
Praça D. Teresa, n°7 3850-137 Albergaria-a-Velha
Tel: (+351) 234529755