Exposições
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em suspenso
Jun 10 2021
22 MAIO > 26 JUNHO I GALERIA MUNICIPAL VIEIRA DA SILVA
Inaugura no dia 22 de Maio, na Galeria Municipal Vieira da Silva, em Loures, a exposição EM SUSPENSO com obras de alunos de Escultura II, da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Participantes: Ana Gaião, Bárbara Fernandes, Beatriz Ramos, Carolina Dias, Catarina Farinha, Diogo Mestre, Diogo Ferreira, Duarte Perry, Eva Fisahn, Inês Escumalha, Inês Martins, João Félix, Margarida Pratas, Maria Pato, Nuno Galego e Ricardo Imperial.
Coordenação e Organização: Marta Castelo e Sérgio Vicente
…em suspenso…
A vida humana persiste. Confinados no interior da casa, adaptados forçadamente a uma nova realidade pautada pelo abrandamento brusco do movimento expansivo da vida, vivemos como que em suspenso. Não significa que sejam tempos calmos, antes pelo contrário, a ansiedade paira um pouco sobre todos, ao mesmo tempo que novas rotinas, por vezes tensas, se instalam no espaço limitado e restrito da casa, apartado da convivencialidade com os outros. Todos os domínios da vida são abalados e o ensino não é excepção.
Recorrendo a plataformas digitais, disciplinas como a de Escultura, necessariamente fundadas na experiência do corpo, da matéria e do espaço são obrigadas a reinventar-se e ajustar-se às recentes circunstâncias. Por isso, elaborado em torno dessas dimensões essenciais, o programa de Escultura II lançou a proposta de Construção do Espaço: a partir de uma leitura do lugar de confinamento, nomeadamente da casa e em particular o quarto ou a sala, estabelecer relações com corpo, as suas medidas ou movimentos; proporcionar uma reconceptualização e reorganização dos objectos enquanto matérias criadoras de discursos abertos ao pensamento; e estabelecer novos enquadramentos e possíveis ligações com o exterior.
A presente exposição de trabalhos de alunos de Escultura II, da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, referentes ao segundo semestre do primeiro ano do período lectivo de 2019-2020, um testemunho destes exercícios de resistência, imaginação e criatividade que, agora, convocam e estimulam a experiência do espectador.
o símbolo de uma pandemia — exposição temporária na FBAUL
Jun 10 2021
Foto por MOHAMMED ABED / AFP
04 > 25 JUNHO I CISTERNA BELAS-ARTES
Uma mãe palestiniana entretém os seus filhos com máscaras improvisadas feitas de couve enquanto cozinha em Beit Lahia, na faixa norte de Gaza, a 16 de Abril de 2020, no meio da pandemia do coronavírus COVID-19.
A exposição “o símbolo de uma pandemia” abre ao público no dia 4 de Junho, a partir das 18h00, e ficará patente até ao dia 25 de Junho, com o seguinte horário:
2ª a 6ª: 13h00/18h00
Devido à situação atual de pandemia o numero máximo de visitantes em simultâneo é doze.
O evento é passível de ser fotografado e filmado e as imagens divulgadas publicamente.
REPORTAGEM PORTUGAL DIRETO 21 JUNHO 2021: https://fb.watch/6hBXR2qTWy/
Está confirmada a participação de Mohammed Abed, fotojornalista, com algumas das suas fotografias.
https://www.worldpressphoto.org/person/detail/2038/mohammed-abed
Artistas participantes: Aline Welmer, Andreia Vieira da Silva, Catarina Cesário Jesus, Catarina Sampaio Teixeira, Cláudia Matoos, Daniel Brás, Daniel Serras, Lara Martins, Leonor Cavaco, Teresa Castro, Diogo Luz Pereirinha, Diogo Miguel Martins Nunes, Eva Rocha Pereira, Grazielle Portella, João Alves, João Motta Guedes, João Parente, Luisa da Rocha, Manuel Ferreira, Mohammed Abed, Pedro Braga dos Reis, Sara Alves, Tiago M. C. de Sousa.
“É um território indistinto, em que o corpo biológico e o político se fundem e em que acontece a apropriação política da vida quotidiana de cada um. Mecanismo que pode, e tem sido exercido, tanto em regimes ditatoriais como em democracias”.
Barata, V., 2020. Três artistas apresentam obras sobre pandemia e direitos no Museu do Chiado. Público – Ípsilon, [online] Available at: <https://www.publico.pt/2020/12/06/culturaipsilon/noticia/tres-artistas-apresentam-obras-pandemia-direitos-museu-chiado-1941958> [Accessed 6 December 2020].
Os processos participativos e a cerâmica // CÍRCULOS – Entre mãos ll – Bienal 2021
Jun 07 2021
18 JUNHO > 17H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Apresentação do livro : Os processos participativos e a cerâmica
18 junho, 17h00, auditório Lagoa Henriques (presencial sujeito a lotação condicionada)
Plataforma ZOOM
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/2532912138
ID da reunião: 253 291 2138
Exposição das maquetas CIRCULOS – Entre mãos II – Bienal 2021
18 a 25 de Junho – Corredor do auditório Lagoa Henriques
A Cerâmica dá corpo a obras de Arte presentes no espaço público. A sessão apresenta resultados da Cooperação entre a FBA.UL / Vicarte e o Município de Aveiro / Bienal. Dois momentos em relação, num continuo frutuoso para as novas gerações.
Primeiro momento:
O livro Os processos participativos e a cerâmica reúne os artigos resultantes de um seminário realizado no âmbito da Bienal Internacional de Cerâmica Artística de Aveiro em 2020.
Desenvolve três áreas temáticas: Espaço Público e Participação / Contextos Teóricos e Ativismo; Interações / Arte e a cidadania; Construções / Arte e os locais de produção. Oradores convidados: Cristina Cruzeiro, Elaine Santos, Françoise Schein, Mário Campos, Helena Elias,Maja Echer, Bie Michels, Sérgio Vicente e Zandra Coelho.
Apresenta diferentes obras e um campo criativo com múltiplas possibilidades, casos de estudo cujos resultados podem ser discutidos e ampliados pelos leitores. Acreditamos que a partilha é uma base fundamental para o desenvolvimento e que a arte pode ser um empoderamento dos cidadãos na afirmação da sua cultura. Deste modo, esperamos poder abrir espaço para novas obras e reflexões em edições futuras e unir Municípios, Sociedade Civil e Universidade, abrir novas oportunidades baseadas na experiência, na partilha e na formação contínua.
Segundo momento:
A presente exposição Círculos (Entre Mãos II) reúne e dá a ver as propostas de alunos (mestrado e doutoramento) e professores de Cerâmica da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, realizadas no âmbito do projecto Círculos (Entre Mãos II), prevista para 30 de Outubro de 2021, na Praça da República em Aveiro.
Considerando a calçada da praça, cujo desenho apresenta círculos com diferentes diâmetros, os catorze projetos foram desenvolvidos estabelecendo uma relação com esse desenho, enquanto dado urbano prévio, e repercutido no uso de plintos de forma cilíndrica.
As esculturas são de tema livre, reflectindo uma grande diversidade de formas, de técnicas e dimensões, sobretudo, fazendo testemunho das potencialidades criativas da cerâmica. Esta área artística tem vindo a ganhar cada vez mais visibilidade no interior do mundo das artes e despertado o correspondente interesse no âmbito académico. A exposição que propomos pretende ser um espelho dessa multiplicidade de perspectivas, dando a conhecer diferentes gerações de criadores – alunos e professores / investigadores – envolvendo a criação individual e a proximidade entre pares com diferentes graduações.
Este projecto sucede a um anterior, intitulado Entre Mãos, que reuniu alunos de licenciatura e ex-alunos das unidades curriculares de Cerâmica e pretendeu mostrar a variedade de linguagens que a cerâmica possibilita. A mostra actual pretende elevar o patamar das propostas, apresentando os resultados dos 2ª e 3ª ciclos em Belas Artes.
PROGRAMA
17H00
_Abertura, boas vindas e contexto
Professor Doutor Fernando António Baptista Pereira
(Presidente da FBAUL)
_Apresentação do livro “Os processos participativos e a cerâmica”
Professora Doutora Virginia Fróis e Professor Doutor Pedro Fortuna
_Apresentação da Bienal Internacional de Cerâmica Artística, Aveiro 21
Engº José Ribau Esteves
(Presidente Câmara Municipal Aveiro)
_Apresentação do projecto Círculos (entre mãos II), BICAA 2021/ FBAUL
Professor Doutora Marta Castelo
_Visita à exposição
Propostas de Helena Elias, Isabelle Catucci, Joana Garcia e Costa, João Gama, João Rolaça, Lola Sementsova, Maria Bezuglays, Marika Brandt, Marta Castelo, Marta Monachesi, Nádia Frolova, Pedro Fortuna, Sérgio Vicente, Sara Inácio
gab-a online — galerias abertas das belas-artes — submissão de vídeos
Jun 04 2021
SUBMISSÃO DE VÍDEOS
o orangotango e a incineração (eternamente adiada) da pintura
Mai 18 2021
17 > 31 MAIO I CISTERNA, CAPELA E OUTROS ESPAÇOS DA FACULDADE
Inaugura a 17 de maio, na FBAUL, uma exposição individual de José Quaresma com o título: O orangotango e a incineração (eternamente adiada) da pintura.
Trata-se de uma exposição de pintura e de instalação de pintura, cujas peças e ambientes foram criados em função da singularidade de sete espaços expositivos do edifício da nossa Faculdade.
No link abaixo pode ser “descarregado” um catálogo digital. O documento inclui um texto introdutório do Professor Fernando António Baptista Pereira e contém imagens de todas as obras expostas, assim como dos espaços engendrados. O design gráfico do projecto é da Professora Isabel Castro e as fotografias do fotógrafo Alexandre Nobre.
a invenção da amnésia
Mai 03 2021
exposição con(fine)arts_capela Belas-Artes
Abr 19 202108 > 28 ABRIL 2021 | Capela da Faculdade de Belas-Artes | 2ª a 6ª feira, 10h00 – 18h00
Coordenação
Cristina Azevedo Tavares
Curadoria
Marta de Menezes
Confinamento, quarentena, isolamento, medidas de segurança, distanciamento, restrições, etiqueta respiratória: foram alguns dos conceitos que tivemos de assimilar no nosso quotidiano, e ainda assim faz-nos espécie refletir sobre o seu impacto. Aprendemos a criar intervalos entre corpos, a recear o toque, a transvazar a presença e assim foi surgindo uma nova normalidade.
Con(fine)arts reúne uma pequena seleção de obras criadas na Cultivamos Cultura durante tempos atípicos, que demonstram alguns exemplos de como estes rituais se propagaram no nosso imaginário coletivo — Adam Zaretsky convida-nos a olhar para a forma humana, questionando o seu desdobramento evolucionário: O que se forma primeiro, a face ou os genitais? Dalila Honorato, Isabel Burr Raty, Karolina Żyniewicz, Louise Mackenzie, Pavel Tavares e Robertina Šebjanič a viajar para um futuro distópico onde temos que ser descontaminados sistematicamente para poder aceder a produções artísticas e espaços partilhados; Kim Doan Quoc assimila a ideia de extinção e cenários climáticos tão alarmantes quanto apocalípticos; o FEMeeting procurou refúgio na Lua, alcançando-a através de uma interferência que de imediato é refletida e devolvida à Terra, onde Pavel Tavares imagina zigotos e gametas a boiar num mar de plástico e desperdício.
Na Summer School são criados novos mundos a partir da curiosidade despertada por um olhar que não acompanha o presente, que seleciona pequenos mementos do passado. Num novo espaço, nutrido pela prosperidade futura, aguardamos que estes se desenvolvam, talvez dentro de uma caixa petri, acompanhados por fungos e bactérias.
Diana Aires
Nota: por motivos relacionados com a pandemia, não poderão estar mais do que 4 visitantes de cada vez, dentro do espaço expositivo.
As pedras também constroem coisas
Abr 19 2021
09 > 25 ABRIL I CISTERNA BELAS-ARTES
A exposição As pedras também constroem coisas tem a sua abertura no dia 9 de abril, às 16h30, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes. A entrada é livre, no entanto devido à situação atual, o limite máximo de pessoas em simultâneo na Cisterna é de 12 pessoas, por esse motivo solicitamos aos visitantes que terão que ir circulando dando lugar a outros.
Ainda no dia 9 de Abril, data da abertura, será apresentada uma publicação que reúne imagens das obras realizadas e testemunhos dos artistas residentes nesta segunda edição, que teve lugar entre 10 a 25 de Setembro de 2020.
A publicação ficará disponível online no dia 10 de Abril de 2021.
A exposição ficará patente até 25 de abril e poderá ser visitada de 2ª a 6ª, os interessados deverão proceder à marcação através do e-mail grao.residencia@gmail.com.
Após a primeira edição da GRÃO – RESIDÊNCIA ARTÍSTICA E DE INVESTIGAÇÃO (projeto anual criado em 2019), a Associação Quinta das Relvas, a entidade organizadora, adaptou esta segunda edição aos tempos atípicos em que vivemos através da indicação de um ponto de partida – a expressão linguística “um grão na asa” – isto é, sentir-se ou estar levemente embriagado, fora do estado de normalidade.
Esta residência artística procura abrir espaço para novas possibilidades num ambiente propício a um dinamismo diferente do habitual, numa experiência intensa mas intimista em que os participantes são convidados a mergulhar de um modo consciente tanto a nível psicológico como social, capaz de potenciar a sua permeabilidade face ao contexto natural e cultural oferecido quer pelo espaço da Quinta, quer pela população e cultura locais.
A residência artística Um GRÃO na asa foi marcada por sessões de debate entre os artistas residentes e por visitas de estudo a espaços culturais da Região de Aveiro, culminando esta experiência em dois momentos de exposição. O primeiro momento teve lugar na Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha onde os artistas apresentaram alguns dos trabalhos realizados durante a residência. No segundo momento que agora apresentamos, na Galeria Cisterna da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, os artistas apresentam não só as obras expostas anteriormente como novas obras, produzidas nos seus ateliers durante os meses consequentes à residência – demonstrando a continuidade do projeto por eles iniciado e a marca que a residência deixou no corpo de trabalho de cada um.
Dos artistas representados nesta exposição conta-se com a presença de Beatriz Chagas, Clara Leitão, Filipa Fernandes, Rafael Fráguas, Victor Gonçalves e Carolina Drahomiro + Danilo Galvão, aos quais se juntam as responsáveis pelo projeto, Mariana Malheiro e Beatriz Manteigas, também artistas visuais.
Pelo segundo ano consecutivo, reuniram-se as forças para propor a um conjunto de sete artistas o desafio de produzir conteúdo artístico a partir da exploração do contexto oferecido quer pelo espaço da Quinta das Relvas, quer pela cultura local. A metáfora das pedras, criada a partir do nome pelo qual dá esta residência artística – Um Grão na Asa – parece-nos constituir o melhor ponto de partida para descrever o presente momento:
Sabemos que as pedras que carregamos às costas são todas diferentes. Reconhecemos que há quem tenha uma pedra grande, outros três pedras pequenas. Há quem as tenha porosas, outras escorregam e obrigam-nos constantemente ao seu resgate. Podemos assumir que a dificuldade de carregar a nossa pedra é sempre relativa à dimensão da pedra do outro. Estas pedras de que nos lembramos frequentemente são as difíceis, as que por vezes ferem, ou que ferem sempre.
Mas há também outras pedras, as que tendemos a não olhar, por serem mais discretas, aquelas que acabam no fundo das nossas costas e que se desfazem até. Estas são as pedras que aconchegam os calhaus, as que, embora pesando, facilitam a deslocação dos mesmos funcionando como rodas, as que permitem que não fiquemos tão marrecos. Podemos encontrá-las em circunstâncias variadas: supondo que chocamos uns contra os outros, as pedras que mais facilmente saltarão de costas em costas são as pequenas. E quando uma dessas pedrinhas salta, há umas costas que seguirão caminho mais pesadas, mas também mais aptas a carregar os calhaus.
As pedras também constroem coisas!
Beatriz Chagas, Setembro de 2020
poema de contornos — exposição de martins correia
Abr 06 2021
26 NOVEMBRO 2020 > 30 ABRIL 2021 I CENTRO CULTURAL CASAPIANO, CASA PIA DE LISBOA
Abre ao público no dia 26 de Novembro, pelas 17h00, no Centro Cultural Casapiano, na Casa Pia de Lisboa a exposição “Poema de Contornos” de Martins Correia.
A exposição estará aberta ao público de 2ª a 6ª, entre as 10h00 e as 17h30, mas devido á situação atual, as entradas estarão sujeitas à capacidade da sala.
presença e ficção
Fev 25 2021
16 JANEIRO > 28 FEVEREIRO I GALERIA MUNICIPAL DE PROENÇA-À-Nova
creative (un)makings: disruptions in art/archaeology — lançamento do catálogo
Fev 01 2021
O catálogo da exposição “Creative (un)makings: disruptions in art/archaeology” que decorreu no Museu Internacional de Escultura Contemporânea, em Santo Tirso, entre 6 de Março e 14 de Junho de 2020, já está disponível na loja do MMAP/MIEC, em edição bilingue. O livro conta com os contributos de Álvaro Moreira, Sara Navarro e Doug Bailey e com fotografias inéditas da exposição e da sua montagem.
BaileyD.W., S. Navarro, and Á. Moreira. 2020. Creative (un)makings: Disruptions in Art/Archaeology. Santo Tirso: International Museum of Contemporary Sculpture. ISBN 978-972-8180-75-1.
http://miec.cm-stirso.pt/wp-content/uploads/2020/10/Doug-Bailey-Sara-Navarro.pdf
Também já se encontram disponíveis as atas da conferência internacional “Ineligible: A Disruption of Artefacts and Artistic Practice” .
Bailey, D.W., Navarro, S. and Moreira, Á. (eds) Ineligible: A Disruption of Artefacts and Artistic Practice. Santo Tirso: International Museum of Contemporary Sculpture. ISBN 978-972-8180-74-4.
http://miec.cm-stirso.pt/wp-content/uploads/2020/10/Atas-Conferência-Internacional.pdf
Para além de já se encontrarem disponíveis em open-source no website do MIEC, a tiragem de cada uma das publicações é de 500 exemplares impressos.
Esculturas Infinitas. Do Gesso ao Digital.
Jan 22 202118 SET 2020 > 25 JAN 2021 | FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN – EDIFÍCIO SEDE – GALERIA PRINCIPAL
Esta exposição reúne esculturas de artistas contemporâneos e obras da coleção de gessos da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, analisando a importância da técnica da moldagem nas práticas artísticas atuais e explorando as suas infinitas possibilidades.
Incorporando obras de 18 artistas contemporâneos e gessos da coleção da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, a exposição Esculturas Infinitas procura olhar de forma atenta para o papel desempenhado pela moldagem não só na escultura, mas também em vários aspetos do quotidiano.
Este processo tem permitido a reprodução de obras de arte, de objetos do quotidiano, de elementos da natureza e de edifícios, tanto no passado como no presente. Embora o molde em gesso continue a ser utilizado na produção artística, pretende-se também mostrar outras tecnologias mais modernas, incluindo a impressão 3D.
Estes diferentes métodos e materiais recordam-nos que a escultura raramente é única: uma das suas características intrínsecas é a multiplicidade. Os gessos permitem perpetuar momentos especiais – o crescimento de uma criança, o rosto de um defunto, um edifício importante –, mas também podem ser usados para reproduzir objetos de uso quotidiano, como casas ou utensílios domésticos.
Esta técnica tem tido uma importante função documental e, em particular, na medicina: a sala de anatomia assume-se como um espaço de aprendizagem entre a medicina e a arte.
Juntamente com os gessos históricos mostram-se obras de David Bestué, Marie José Burki, Christine Borland, Steven Claydon, Michael Dean, Aleksandra Domanović, Asta Gröting, Simon Fujiwara, Oliver Laric, Jumana Manna, Jean-Luc Moulène, Charlotte Moth, Rogério Taveira, Francisco Tropa, Xavier Veilhan, Marion Verboom, Daphne Wright e Heimo Zobernig.
Estes artistas foram selecionados pelo seu fascínio pela moldagem e pelas suas múltiplas possibilidades. Sem uma narrativa fixa, a exposição pode ser lida através de várias camadas e os visitantes podem encontrar diferentes ligações entre antigo e novo, centrando-se nos conceitos de reprodução, variação, serialidade, escala e homenagem.
Antes de viajar para Lisboa, esta exposição foi apresentada nas Beaux-Arts de Paris até 16 de fevereiro de 2020, reunindo estas obras contemporâneas e uma seleção de gessos de várias instituições francesas, num ambiente que evoca o papel do gesso na aprendizagem artística.
Este projeto revela-se uma oportunidade para dar a conhecer aos visitantes as coleções das escolas de arte que têm vindo a despertar um interesse crescente por parte de investigadores e artistas, mas que não têm estado acessíveis ao público.
Curadora principal: Penelope Curtis
Equipa curatorial: Penelope Curtis, Rita Fabiana, Thierry Leviez, Armelle Pradalier
Exposição organizada e coproduzida pela Fundação Calouste Gulbenkian e as Beaux-Arts de Paris, em colaboração com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
18 set 2020 – 25 jan 2021 | 10h00 – 18h00
Encerra à Terça-feira.
Entrada gratuita sujeita à lotação do espaço e mediante levantamento de bilhete.
PROGRAMAÇÃO COMPLEMENTAR
Os pontos de vista dos artistas
Mesa-redonda
17 SET| 15h00 – 16h30
Nesta conversa, a curadora Penelope Curtis pretende compreender de que forma os artistas respondem à exposição Esculturas Infinitas. Do gesso ao digital e até que ponto surgem questões semelhantes ou divergentes.
Francisco Tropa e Rogério Taveira são artistas cuja obra é apresentada na exposição e que viram também a montagem na Beaux-Arts de Paris. Belén Uriel, por sua vez, é uma artista que trará um olhar externo ao debate: embora não esteja presente na exposição, aplica a técnica de fundição profusamente na sua prática. Esta será uma conversa centrada nos artistas e no que esta exposição representa para eles.
Com Penelope Curtis e Francisco Tropa, Belén Uriel e Rogério Taveira
Conversa em português sem tradução simultânea
clouds of interactions
Dez 28 2020
26 NOVEMBRO > 07 JANEIRO 2021 I CISTERNA
ESTA EXPOSIÇÃO FICARÁ PATENTE ATÉ 7 DE JANEIRO DE 2021.
A exposição coletiva “Clouds of Interaction” com obras de Emma Hasse, Joana Garcia e Costa, Lola Sementsova, Maria Bezuglaya, Nadia Frolova e Rozze Domingues abre no dia 26 de novembro e ficará patente até 18 de dezembro.
Considerando a situação atual as visitas terão que ser feitas mediante marcação/reserva para o telemóvel: +351 910 731 360 e apenas se realizam de 2ª a 6ª (exceção de feriados e dias 30 de novembro e 1 de dezembro).
Cloud of Interactions
We can see the cloud, but if we try to reach out and interact with it directly, then it becomes transparent and ephemeral.
In a sense, art is like a cloud, which is visible, but we cannot see the process of interaction with it, and we cannot always explain its influence.
But if we assume that the power of great experiences and sensual discoveries happen in the air, if we stop looking for direct meaning, direct benefit, explicit aesthetics in art, then a person has the opportunity for new experiences and new sensitivity.
zeeba — lola sementsova exhibition
Dez 28 2020
26TH NOVEMBER > 07TH JANUARY 2021
Opening: 26th november, 5.30 pm
Due to the current situation the number of simultaneous visitors will be 5.
Students and teachers from FBAUL don’t need to make a reservation.
General public must make a reservation to the following contact:
sementsover@gmail.com
Instagram @godsandpots
Telephone: +351 910 989 931
horário schedule
2ª a 6ª › 12h–18h
monday to friday › 12am to 6pm
‘ZEEBA’ is an artistic manifestation of a complex retrieval of obscured roots, exploration of controversial identity of mixed bloods and cultures and an attempt to embrace a disintegrative experience of trauma. Besides the personal context this art installation refers to general cross-cultural and interreligious relation of the most powerful and competing yet the closest belief systems such as Islam and Christianity. Placed into the former chapel of St. Francis Monastery this installation regains a deep and sacred atmosphere of a personal sanctuary through the boundless means of art.
um grão na asa
Dez 27 2020
25 SETEMBRO > 31 DEZEMBRO I BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ALBERGARIA-A-VELHA
Inaugurou no dia 25 de setembro, na Biblioteca de Albergaria-a-Velha a Exposição de Resultados Práticos da GRÃO – Residência Artística e de Investigação, que se realizou entre 10 e 25 de setembro de 2019 na sede da entidade organizadora, a Associação Quinta das Relvas (Branca, Albergaria-a-Velha).
Beatriz Chagas, Clara Leitão, Filipa Fernandes, Rafael Fráguas, Victor Gonçalves e Carolina Drahomiro + Danilo Galvão, bem como Beatriz Manteigas e Mariana Malheiro (coordenadoras do projeto) são os artistas representados, selecionados para fazerem parte desta edição da GRÃO.
Horário: 2ª a 6ª: 10h/19h
Biblioteca Albergaria-a-Velha
Praça D. Teresa, n°7 3850-137 Albergaria-a-Velha
Tel: (+351) 234529755
“natura” premiada na 7º Edição da Bienal Iberoamericana de Design
Nov 23 2020
Portugal premiado na 7º Edição da Bienal Iberoamericana de Design.
A salamandra Natura, desenhada pela INNGAGE e produzida pela Fogo Montanha, volta a surpreender e é a grande vencedora da Bienal Iberoamericana de Design de 2020 na categoria de Design Industrial | Produto.
A Bienal Iberoamericana de Design (BID20) é organizada pela Fundacão de Design de Madrid (DIMAD) e conta já com 7 edições.
Uma iniciativa que premeia o melhor do design da America Latina, Portugal e Espanha, nas suas várias áreas de actuação.
A Natura, produto 100% português, foi o vencedor entre 140 trabalhos finalistas dos 420 que estavam selecionados a concurso. Irá estar em exposição e a representar Portugal na mostra da 7ª edição da Bienal Iberoamericana de Design, de 23 a 27 de Novembro de 2020, no Centro de Design de Matadero de Madrid.
Mas não é a primeira vez que a Natura recebe um galardão de design. Em 2017 foi premiada com um Red Dot Award e em 2018 foi nomeada para o German Design Award.
André Gouveia, ex-aluno e professor na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, director-geral da INNGAGE, explica que o sucesso da Natura “surpreende mas é expectável porque temos muito boa indústria em Portugal e cada vez mais marcas bem preparadas para o palco mundial do desenvolvimento de produtos e inovação de produto”. Sublinha ainda que “é preciso um respeito muito grande entre quem desenha e entre quem produz e comercializa, para que as ideias se concretizem em produtos e o sucesso se alcance. Temos uma relação de 7 anos com a Fogo Montanha e já desenvolvemos vários produtos juntos, tendo sido a Natura o projecto mais desafiante mas também mais gratificante”.
SAPO (02/11/2020): O calor português aqueceu a Bienal Iberoamericana de Design – e venceu
estórias para dormir tiram-nos o sono
Nov 10 2020
20 > 27 NOVEMBRO I SALA 2.30
A exposição ‘estórias para dormir tiram-nos o sono’ de João Campolargo Teixeira estará patente na sala 2.30.
Devido à situação atual poderá ser visitada de 2ª a 6ª entre as 19h00 e as 21h00, e o público externo à faculdade de Belas-Artes deverá proceder à marcação/reserva para o e-mail reservasestorias@gmail.com.
A exposição ‘estórias para dormir tiram-nos o sono‘ de João Campolargo Teixeira apresenta cinco trabalhos realizados ao longo do mestrado em Arte e Multimédia da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
‘estórias para dormir tiram-nos o sono‘ estabelece um diálogo entre desenho, escultura e som. Os trabalhos assumem-se como marcadores de tempo e a exposição conforma-se como paisagem sonora para exploração de imagens-som.
Design: contra-estúdio
A Collision Between A Stream Of Light And An Obstacle
Nov 03 2020
06 OUTUBRO > 06 NOVEMBRO I ONLINE
O design, entre a crise da realidade e a crise da ficção
Mostra de Finalistas de Design de Comunicação 2019/20
Belas-Artes ULisboa
ONLINE: acollisionbetween.belasartes.ulisboa.pt
6 outubro — 6 novembro 2020
——
Em 1929, o cineasta russo Sergei Eisenstein escrevia «O Princípio Cinematográfico e o Ideograma», cujos argumentos teciam um quadro comparativo entre duas práticas distintas – a arte pictórica japonesa e o cinema. Para Eisenstein, a montagem (podemos dizer a criação) é sempre fruto de uma colisão. Só a colisão permite a representação de algo impossível de representar. É da colisão que surge o conceito. É ainda neste texto que encontramos a expressão «a collision between a stream of light and na obstacle», título da 10.ª Mostra de Alunos Finalistas da Licenciatura em Design de Comunicação da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Seguindo a proposta de Eisenstein, no ano lectivo de 2019/20, ensaiámos colocar a prática do design de comunicação em colisão com outras duas práticas: o jornalismo (durante o 1.º semestre) e o cinema (no 2.º semestre). A este princípio adicionámos duas hipóteses: poderá à crise do jornalismo corresponder a crise da realidade? E à crise da ficção, a crise do cinema?
Entretanto, e em pleno segundo semestre, um único vocábulo – uma espécie de nome de código de seu nome COVID-19 –, associado a um poderoso conjunto de dados quantitativos e estatísticas diárias, controlaram as nossas acções e os modos de governação do mundo. Que sentido faria continuar a falar de ficção e de cinema, quando a realidade do nosso quotidiano se começava a assemelhar, de um modo estranhamente familiar, ao melhor e ao pior cinema de ficção científica? Se as metodologias projetuais inflectiram para um cenário exclusivamente remoto e digital, decidimos que a pandemia não nos ocuparia como tema; bem pelo contrário, insistimos teimosamente nos aspectos líricos da ficção, em continuar a ver filmes, a falar de filmes, a discutir os limites da nossa prática, talvez agora, mais do que nunca, as nossas bolhas ou espaços de segurança do real. Se a realidade (como a conhecemos) terminou, resta ao design ocupar a ficção.
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A 10.ª edição da Mostra de Finalistas de DC acontecerá online.
De dois em dois dias, em acollisionbetween.belasartes.ulisboa.pt, será revelado um núcleo temático respeitante à produção académica de 2019/20.
No final do evento, será lançada uma publicação impressa.
website: acollisionbetween.belasartes.ulisboa.pt
instagram: instagram.com/acollisionbetween/
facebook: facebook.com/acollisionbetween
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Organização: área de Design de Comunicação — Belas-Artes Ulisboa
Ana Romãozinho vencedora do Prémio Novo Talento Desenho
Nov 02 2020
Ana Romãozinho, licenciada e mestranda em pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, é a vencedora do Prémio Novo Talento Desenho, atribuído pela Viarco e pela Drawing Room – Lisboa, a Feira de Arte Internacional dedicada ao Desenho Contemporâneo que teve a sua 3ª edição na Sociedade Nacional de Belas-Artes, entre 14 e 18 de outubro de 2020.
O desenho da letra, a magia da gravura. Observar, absorver e registar.
Out 27 2020
16 > 30 OUTUBRO I CISTERNA BELAS-ARTES
Acontece no mês de outubro de 2020 a Exposição do Trabalho de Projeto de Fernando Anghinoni, aluno do Mestrado em Práticas Tipográficas e Editoriais Contemporâneas. A exposição contempla intervenções de elementos tipográficos com gravuras aplicadas sobre papel e tecido.
As técnicas utilizadas são variadas, como: linóleo, gravura de topo, gravura em metal e frottage.
Posteriormente foram incluídas intervenções tipográficas no estilo formal (caracteres móveis) e informal (caligrafia desenhada à mão).
As obras apresentadas foram produzidas durante as disciplinas e oficinas da FBAUL, alguns destes trabalhos também foram produzidos em espaços públicos, passeios pedonais, praças, calçadas e parques da cidade de Lisboa.
Local: Cisterna da Faculdade de Belas Artes
Data: 19 a 30 de outubro
Horário: 2ª, 4ª, 6ª das 16h às 19h (visitas em outras datas e horários contactar 910248757)
As sombras do ‘nuno’, os bustos azuis e as fragrâncias do açafrão
Out 26 2020
01 > 30 OUTUBRO I MUSEU ARQUEOLÓGICO DO CARMO
Inaugura a 1 de outubro, no Museu Arqueológico do Carmo, a exposição individual de José Quaresma com o título: As sombras do ‘nuno’, os bustos azuis e as fragrâncias do açafrão que pode ser visitada entre 1 e 30 de outubro, tanto física como virtualmente.
Dois dias antes da inauguração será disponibilizado na plataforma da FBAUL um catálogo digital com imagens de todas as obras expostas. Cinco dias após a inauguração “física” será disponibilizado, também nesta plataforma, o registo videográfico para a visita virtual.
Esta exposição consiste na criação de diversas evocações — algumas indiciais e tendencialmente abstractas, outras parcialmente figurativas — resultantes do entrelaçamento entre a expressão da pintura (bidimensional e tridimensional) e determinadas peças arqueológicas do Museu Arqueológico do Carmo (MAC), intactas ou fragmentadas, tais como bustos, túmulos, colunas, outras. Inclui ainda duas obras que aludem a um tempo mais remoto e característico da eclosão do próprio acto de pintar, como a reconfiguração plástica de objectos naturais (conchas spondylus) com pigmentos usados há cerca de 60.000 anos pelo homem de Neandertal, segundo investigações conduzidas por João Zilhão e outros especialistas dos vestígios da simbolização humana.
Sendo assim, a intenção consistiu no desenvolvimento de um diálogo vivo e interpelante entre a pintura, a instalação pictural, o poder evocativo de certos “objectos” que o MAC conserva, e a relação imemorial entre o “pintar de hoje” e o “pintar mais remoto” que já se investigou no espaço europeu até ao presente, seja a “escada” pintada de La Pasiega, a “mão” stencilizada de Maltravieso, ou as misteriosas “conchas” da Cueva de los Aviones, Cartagena.
Mais concretamente a exposição compõe-se de treze pinturas e de três instalações de pintura no espaço interior do Museu Arqueológico do Carmo, e da inserção de uma pintura tridimensional numa das naves laterais da igreja, a parte descoberta do MAC. A produção destas obras orientou-se segundo três sugestões nucleares. (1) Potencial matérico, ou seja, a exploração da materialidade intrínseca à própria elaboração de uma pintura, em confronto e assimilação das matérias (algumas já transformadas devido ao processo de erosão) usadas nos elementos arqueológicos que caracterizam a atmosfera específica do MAC. (2) Potencial pictural com origens dispersas pela nossa vida mais remota, nomeadamente do homem de Neandertal, fruto da exploração de diversas grutas na Península Ibérica por especialistas em Arqueologia e Paleo-antropologia, elaborando a estratigrafia e remexendo em sedimentos, aspirando a tocar a “rocha mãe”. (3) Potencial afectivo, desta vez entre os humanos e os animais em ambiente arqueológico e cultural, pois, nada mais tocante, disruptivo, mas ao mesmo tempo natural, do que imaginar um “Mago” como o de Miguel Torga, entrever um “Nuno” ou dar com uma “Carlota” miando e “arqueando o lombo” sob a pureza espacial das ogivas do MAC.
Lisboa, 15 de setembro, 2020
José Quaresma
drawing room — desenhos na cidade
Out 10 2020
14 > 18 OUTUBRO
Vinte e um alunos da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa participam na 3ª edição da feira Drawing Room Lisboa que decorre de 14 a 18 do corrente mês (https://drawingroom.pt).
A participação surgiu do desafio “Desenhos na cidade” — uma iniciativa paralela ao programa da feira e com a colaboração da CML, com o patrocínio da Fundação PLMJ — lançado às escolas de referência da cidade (FBAUL e AR.CO) com o intuito de dar visibilidade aos alunos finalistas de desenho através de um modelo de apresentação de trabalhos que contornasse os actuais constrangimentos resultantes do contexto de pandemia para as mostras presenciais; a solução proposta foi a da apresentação de trabalhos reproduzidos em cartazes por 30 posições de MUPIS espalhados pela cidade de Lisboa. A Faculdade está representada em 25 destas posições, mostrando o trabalho de 21 dos seus alunos:
Beatriz Infante
Carolina M. Correia
Catarina Cristo
Filipe Patrocínio
Francisca Jardim
Hugo Cubo
Inês Castelhano
Joana Borges
Joaquim Dias
Luís Gardner
Manuel Santos
Margarida Caetano Dias
Mariana Sia
Marta Condez
Oksana Zahryva
Paulo Carmo
Pedro Tinôco
Rita Paisana
Sofia Livesay
Susana Duarte
Weberson Santiago
Foram seleccionados exemplos representativos de trabalhos realizados no ano lectivo passado por alunos das unidades curriculares terminais do domínio do desenho: Desenho: Projeto I e II, Desenho de Modelo IV (Projeto) (ambas da licenciatura de Desenho) e Projeto Artístico (do mestrado em Desenho), com curadoria dos Professores Américo Marcelino, Domingos Rego, João Jacinto, Manuel Gantes e Manuel San-Payo.
Os trabalhos podem ser vistos AQUI:
então…gravei.
Out 05 2020
28 SETEMBRO > 09 OUTUBRO 2020 I CISTERNA FBAUL
então…gravei. – exposição Individual de gonssalo
O projeto “então … gravei.”, iniciado em 2016, parte da intenção de registar o seu próprio nascimento através da fixação ou memorização dos vários momentos da sua criação. Assim, durante 37 dias, foram gravados com um iPhone acontecimentos, pensamentos, afirmações, experiências em contextos e ambientes diversos embora todas integrantes do quotidiano do artista. Por via desta metodologia, esses momentos e as gravações sonoras correspondentes, passam a ser o centro do trabalho artístico. Num processo criativo em loop, são revisitadas todas as vezes em que é produzido um objeto novo dentro do projeto global intitulado “então…gravei.”
Este projeto pretende questionar o papel do meio, o conceito de transmédia e, nesse sentido, o próprio conceito de objeto artístico e o processo criativo que lhe subjaz. Partindo da concepção que tudo é projeto, ou seja, que tudo na vida influi para a sua criação, o artista apropria-se de todos os elementos do seu quotidiano por considerar que estes são indispensáveis para compor o processo de criação.
Assente na incomunicabilidade, no inteligível e nas suas ténues fronteiras com o ininteligível e, em última instância, na impossibilidade de aceder ao conteúdo, este projeto é igualmente sobre a linguagem ao fundamentar-se numa exploração prática das suas características. Neste momento existem 74 objetos, pensados ou concebidos, embora não necessariamente concretizados. Cada um deles pode existir isoladamente e/ou viver das ligações que estabelece com todos os outros que formam este corpo rizomático que é o projeto. No entanto, os 74 são um só: o objeto “então … gravei.”.
Ficha Técnica:
Curadoria: Maria João Gamito
Apoio à curadoria: João Reis, Marta Antunes
Produção: Gonçalo Silva
Apoio ao desenvolvimento e produção: Ana Manana
Apoio técnico: Joana Lourenço
Design divulgação: Diogo Tomás
Divulgação: Mariana Calado
Registo Visual: Filipa Machado
Biografia:
Cascais, viveu na Madeira antes de vir para Lisboa estudar nas Belas-Artes. Licenciou-se em Arte Multimédia em 2018 e actualmente encontra-se no 2º ano do Mestrado em Arte Multimédia na mesma faculdade. Já expôs em Portugal, Alemanha, onde realizou Erasmus, e Holanda. Tem vindo a desenvolver o projeto então … gravei. desde 2016 e mais recentemente a exposição IMAGO. Em setembro de 2019 participou no seminário Doc’s Kingdom com bolsa Gulbenkian. Como artista performativo explora a natureza da linguagem, o meio artístico e o processo de criação.
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contextile 2020 — bienal de arte têxtil contemporânea
Set 21 2020
05 SETEMBRO > 25 DE OUTUBRO I IDEGUI, INSTITUTO DE DESIGN DE GUIMARÃES
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa foi uma das escolas convidadas a participar na exposição “Emergências”: Educação e Criação Têxtil, no âmbito da Contextile 2020.
A Contextile, na continuidade das edições anteriores, convidou escolas artísticas com disciplinas de técnicas têxteis, desafiando os alunos (e as escolas) para a criação e produção de trabalhos de arte têxtil, patentes na IEGUI, Instituto de Design de Guimarães, entre 5 de setembro e 25 de outubro.
Para além da FBAUL foram convidadas a participar a Escola Artística Soares dos Reis, Escola Artística António Arroio, FBAUP e EAUM-LAV.
+INFO
controverso — exposição online de finalistas de pintura 2020
Set 11 2020
01 > 14 SETEMBRO I EXPOSIÇÃO ONLINE
Controverso conta com um conjunto de trabalhos recentes de alguns finalistas de Pintura da FBAUL, de 2020. São apresentados trabalhos produzidos, na sua maioria, nos últimos meses que vão pela primeira vez sair das suas casas e ser mostrados a público. Estes correspondem a um conjunto heterogéneo e diversificado, abrangendo projetos de pintura, ilustração, escultura, instalação, fotografia, vídeo e performance.
Ana Ferreira / Ana Flor / Ana Teixeira / Ânia Pais / Barbara Faden / Barbara Jasmins / Carolina Prata / Clara Correia / Duarte Burnay / Edna Serrão / Francisco Gonçalves/ Francisco Painço Santos / Inês Brito / Joana Oliveira / José Leite/ Leonor Sousa / Liliana Ferreira / Madalena Hipólito / Margarida Pinheiro/ Oksana Zahryva / Rita Andrade / Rita Leitão / Rita Pequeno / Salomé Lopes / Sandra Jorge / Sofia Fernandes / Vera Moreira / Vera Soares
Para mais informações, acompanhem o evento no Facebook e sigam-nos no Instagram.
Instagram: @con_troverso
alunos da fbaul na ermida — prémio de pintura
Ago 24 2020
27 AGOSTO > 05 SETEMBRO I TRAVESSA DA ERMIDA, BELÉM
Na próxima quinta-feira, dia 27 de agosto, vai passar na RTP, no programa Portugal em Directo, uma reportagem sobre esta exposição com a presença do Presidente da FBAUL, Professor Doutor Fernando António Baptista Pereira.
Bárbara Faden, João Motta Guedes e Madalena Hipólito são os três finalistas da primeira edição do prémio de pintura Alunos da FBAUL na Ermida, resultante do protocolo estabelecido entre o Projecto Travessa da Ermida e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) no primeiro semestre deste ano. Os artistas vão integrar a exposição do Prémio que inaugura no próximo dia 27 de agosto no Projecto Travessa da Ermida, em Belém.
Selecionados por Ilídio Salteiro, da FBAUL, e por Ricardo Escarduça, do Projecto Travessa da Ermida, os finalistas – escolhidos entre mais de 20 candidatos – vão apresentar obras inéditas de pintura que abordam várias dimensões desta técnica artística, nomeadamente a paisagem, a figuração humana e a poesia.
A artista Bárbara Faden irá expor um núcleo de três pinturas numa espécie de ensaio de paisagens, onde o posicionamento do espetador é evidenciado face a um palimpsesto que se perpetua no tempo e no espaço, recorrendo a uma paleta cromática de tons quentes. Já Madalena Hipólito investiga a questão do “modelo”, enquanto arquétipo e paradigma em rutura e em reconstrução permanente, apresentando uma instalação composta por quatro dos elementos que caracterizam o espaço laboratorial do atelier do artista –o plinto, o ecrã, o projetor e o estirador – repensando a relação entre ser artista e fazer arte. O artista João Motta Guedes mostrará um rolo desenrolado onde vemos texturas, cores diluídas, grafismos e caracteres que denunciam a existência de uma mensagem inaudita, como se de um objeto arqueológico de um outro tempo de um outro lugar com um conteúdo subjacente, mas não evidente, se tratasse.
O Prémio de pintura “Alunos da FBAUL na Ermida” visa o encorajamento e promoção do desenvolvimento profissional dos estudantes da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa cujo percurso se encontra em fase de formação académica na área da criação artística, facultando uma experiência em contexto profissional, e fomentando a apresentação, divulgação e valorização do seu trabalho de produção artística.
O prémio é anual e está aberto a todos os alunos do 1º e 2º ciclos dos cursos ministrados na FBAUL. Além da exposição o Prémio inclui ainda a edição de uma publicação e um valor pecuniário fixo exclusivamente convertível em materiais para produção artística.
A premiação destes artistas e a oportunidade que o Projecto Travessa da Ermida oferece de apresentar publicamente a obra dos artistas selecionados pretende contribuir para a descoberta de novos talentos e para alavancar carreiras no contexto da pintura contemporânea em Portugal e fora de portas.
Sobre a FACULDADE DE BELAS ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
A Faculdade de Belas Artes de Lisboa é uma instituição de ensino, investigação, e disseminação de práticas e conhecimentos artísticos, científicos e tecnológicos, a qual, dispondo da liberdade de definição e execução de programas de investigação, ensino, formação e desenvolvimento, apostando num ensino que cruza o carácter de desenvolvimento prático de projectos com uma intensa formação teórica nas áreas da história de arte e do design, da estética e dos estudos culturais, ministra formação de nível superior, ao nível da graduação e da pós graduação, organizando cursos conferentes dos graus de licenciado, mestre e doutor em áreas diversas de ensino e, especificamente no âmbito deste protocolo, na de Pintura, incluindo a colaboração e parceria consorciada com outras instituições públicas ou privadas na implementação de atividades que concretizem tais atribuições.
Sobre o PROJECTO TRAVESSA DA ERMIDA
O Projecto Travessa da Ermida é um projecto de referência de natureza experimental orientado sem fim lucativo pela valorização do património histórico e pela dinamização do tecido artístico e cultural contemporâneos. Desde 2008 com âncora geográfica no seu espaço próprio em Lisboa porém também estendido ao território nacional, o histórico da sua actividade compreende um conjunto variado de iniciativas de criação e programação artística e de fomentação e disseminação do pensamento de dimensão ensaística, Com curadoria própria e/ou envolvimento em parcerias com outras estruturas de criação e programação artística, e a disseminação daquelas junto do público especializado e não-especializado, contando para o efeito com a presença dos mais proeminentes artistas e autores nacionais e, em igualdade de oportunidade, os artistas cujo percurso se encontre em fases evolutivas ou embrionárias do seu processo de consolidação.
xCoAx 2020: 8th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X
Jul 06 2020
xCoAx 2020: 8th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X
Opening: Wednesday, 8th July, 6:00 PM CEST
xCoAx is an international conference that promotes the discussion and discovery of synergies at the frontiers of digital art, in the form of a multidisciplinary questioning on aesthetics, computing, communication and the elusive X factor that connects them all. After previous editions in Milan, Madrid, Lisbon, Bergamo, Glasgow and Porto, the 2020 edition was meant to take place in Graz, with a conference and performances at MUMUTH – House of Music and Music Theatre, and an exhibition at the Forum Stadtpark, all under the auspices of IEM – Institute of Electronic Music and Acoustics, at the University of Music and Performing Arts Graz.
Instead, the global CoViD-19 emergency imposed a rapid rethinking of the nature and structure of xCoAx, which is now online, still comprised of papers, artworks and performances. For the first time, xCoAx is a totally open event where everyone can attend and join the discussion!
Opening event:
The opening of xCoAx 2020 will take place on Zoom (Meeting ID: 858 6972 5053 Password: 978675) on July 8th at 6 PM CEST. The Organising Committee will be extremely happy to welcome you there to meet, greet, network, and exchange impressions and opinions.
Papers have been organised as follows:
There are 6 different sessions, where papers with stimulating connections and overlaps were put together.
The authors were invited to record a 15-minute presentation of their work and to hold a Q&A panel within their session, which was moderated by a member of the Organising Committee.
You can access all the material: abstracts, papers in PDF format, video presentations and the Q&A by accessing xCoAx’s website at 2020.xcoax.org and clicking on “Paper Sessions” in the navigation menu.
You can join the discussion on Twitter by replying to the tweet at the end of each session page.
Artworks have been organised as follows:
The xCoAx 2020 website features a page for each artwork that was selected for the exhibition, where the artists present their work with visual documentation, an abstract, a prerecorded artist talk and other media assets.
You can access each artwork’s page by accessing xCoAx’s website at 2020.xcoax.organd clicking on “Artworks” in the navigation menu.
You can join the discussion on Twitter by replying to the tweet at the end of each artwork’s page.
Performances and Ligeti Hall performances have been organised as follows:
The xCoAx 2020 website includes a page for each performance that was selected for the performance evenings, where the artists illustrate their work with a video, an abstract, a prerecorded artist talk and other media assets.
You can access each work’s page by accessing xCoAx’s website at 2020.xcoax.org and clicking on “Performances” in the navigation menu.
You can join the discussion on Twitter by replying to the tweet at the end of each performance’s page.
The Doctoral Symposium has been organised as follows:
Doctoral students whose research proposals were accepted were invited to a discussion and feedback session with our chairs Marko Ciciliani and Philip Galanter. The symposium has usually taken place in a more secluded part of xCoAx, and we kept with this tradition by not recording the online session to allow for a more relaxed environment where to exchange opinions and give advice. However, the xCoAx 2020 website features a page with all the research proposals discussed during the symposium, which you can access by going to xCoAx’s website at 2020.xcoax.organd clicking on “Doctoral Symposium” in the navigation menu.
See you at 2020.xcoax.org !!
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Twitter @xcoaxorg
Hashtag #xcoax2020
For further information on the conference and press materials, please contact the xCoAx team at info@xcoax.org
Organizing committee: André Rangel (Portugal), David Pirrò (Austria), Daniele Pozzi (Austria), Hanns Holger Rutz (Austria), Jason Reizner (Germany), Luís Pinto Nunes (Portugal), Luísa Ribas (Portugal), Mario Verdicchio (Italy), Miguel Carvalhais (Portugal)
Authors, papers: Alberto Novello, Alessandro Ludovico, Antonio Pošćić, Birgit Bachler, Caterina Moruzzi, Corneel Cannaerts, Daniel Bisig, Daniel Lopes, Dejan Grba, Domenico Napolitano, Ephraim Wegner, Erik Hoff Zepka, Frederic Fol Leymarie, Gordan Kreković, Guilherme Wood, Hugo Gonçalo Oliveira, João Correia, João Miguel Cunha, Kit Kuksenok, Louisa Nyman, Luísa Ribas, Magdalena Kovarik, Marian Dörk, Matteo Amadio, Michael Vogrin, Mick Grierson, Pedro Ferreira, Pedro Martins, Penousal Machado, Philip Galanter, Provides Ng, Rewa Wright, Rodrigo Hernández-Ramírez, Sage Jenson, Simon Howden, Terence Broad, Thomas Schmickl, Yanai Toister.
Authors, exhibition: Alan Dunning, Amy Alexander, André Rangel, Andrés Villa Torres, Catarina Sampaio, Christian Faubel, Christian Herren, Dragica Kahlina, Eli Joteva, Ian Heisters, Luísa Ribas, Marco Heleno, Marta Flisykowska, Matthew Mosher, Miguel Carvalhais, Nimrod Astarhan, Nuno Correia, Pedro Ângelo, Pedro Ferreira, Provides Ng, Susie Fu, Tivon Rice, Tonio Mundry, Ya Nzi, Yanai Toister.
Authors, performances: Arne Eigenfeldt, Christos Michalakos, Dani Iosafat, Dave Murray-Rust, Isak Han, Jaume Darbra Fa, Joaquín Jiménez-Sauma, Jules Rawlinson, Jung In Jung, Nicholas Moroz, Owen Green, Paul Blackham, Yuri Wilmering.
Authors, Ligeti Hall performances: Alberto de Campo, Daniel Mayer, Jia Liu, Nicola Giannini, Ron Kuivila, Ștefan Damian.
xCoAx is organized by:
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IEM, Institute of Electronic Music and Acoustics
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University of Music and Performing Arts Graz
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Bauhaus University, Weimar
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Faculty of Fine Arts, University of Lisbon
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Faculty of Fine Arts, University of Porto
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University of Bergamo
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CIEBA
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CITAR
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i2ADS
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INESC TEC
the new art fest pandemia open call
Jun 25 2020
CANDIDATURAS ABERTAS ATÉ 06 JULHO
Estão abertas até 6 de julho as candidaturas para PANDEMIA, uma exposição da edição 2020 do The New Art Fest, incluída na sua secção Maker Art.
The New Art Fest é um festival internacional de New Media, sediado em Lisboa, focado na reflexão sobre as transformações tecnológicas e científicas na sociedade e o seu impacto na atividade artística. Este ano, devido à pandemia, a quarta edição do festival terá lugar maioritariamente online. Esta convocatória dirige-se a artistas, colectivos ou plataformas criativas, de qualquer nacionalidade, que apresentem obras de arte ou projetos artísticos na área dos novos meios tecnológicos, com destaque para aqueles que assumirem como referência nas suas propostas a presente crise civilizacional causada pela pandemia COVID-19.De todas as inscrições aceites, um número limitado de artistas será selecionado para a exposição PANDEMIA, que estará online entre 29 de julho a 16 de setembro de 2020. As obras de arte em exibição serão automaticamente candidatas ao prémio “Black Raven Award”.
Entende-se por obras de arte ou projetos New Media os que fazem uso de processos científicos e tecnológicos avançados, nomeadamente nas áreas da computação, e estratégias cognitivas avançadas.
Palavras-chave (keywords): AI, AR, big data, bio-art, darknet, digital media, drones, gaming, generative art, haptic, interactive, locative media, net art, pandemic, post-internet, robotics, science-art, sensors, screens, social networks, virtual worlds, virus, virtual worlds, web art
Esta iniciativa tem o apoio da Câmara Municipal de Lisboa
Categoria: New Media
Tema: Pandemia
Língua: inglesa
Apresentação de propostas: 22 de maio a 6 de julho de 2020
Local de Exibição: World Wide Web
Datas de Exibição: 29 de julho a 16 de setembro de 2020
Prémio: Black Raven Award
Sobre o festival: https://www.thenewartfest.com
Regulamento: https://thenewartfest.com/open-call/
Mais informações: geral@thenewartfest.com
As coisas fundadas no silêncio
Jun 04 2020
10JUNHO > 30 AGOSTO 2020 I VÁRIOS LOCAIS DE LISBOA
As coisas fundadas no silêncio é um programa vasto que se iniciou no dia 3 de março incluindo conferências na Culturgest, uma oficina de Filosofia com Crianças (streaming), visitas a uma câmara anecóica (Instituto Superior Técnico), duas performances (Igreja de St. George e Galeria Monumental), um ciclo de cinema (streaming) um workshop (streaming), um concerto (Museu da Música) e a exposição Como silenciar uma poeta, de Susana Mendes Silva (Sala Sonae do Museu Nacional de Arte Contemporânea).
No âmbito da exposição Como silenciar uma poeta, de Susana Mendes Silva, no Museu Nacional de Arte Contemporânea, a artista apresenta ainda duas performances, Tradução #1 e Tradução #2 e a leitura performativa da conferência De mim, que a poeta e novelista Judith Teixeira publicou em 1926.
A performance Tradução #1 realiza-se na Faculdade de Belas-Artes, em junho em data a definir.
A performance Tradução #2 realiza-se nos Estúdios Victor Córdon, no dia 3 de julho.
A leitura performativa realiza-se no Museu Nacional de Arte Contemporânea, no dia 21 de junho, às 17:00.
A participação nas performances é gratuita, mas de inscrição obrigatória através do e-mail atelier@efabula.pt.
Apoio à criação: OPART – Estúdios Victor Córdon
Exposição
Como silenciar uma poeta
Susana Mendes Silva
Museu Nacional de Arte Contemporânea
10 de junho a 30 de agosto
O livro Decadência da poeta Judith Teixeira foi apreendido e queimado em 1923, no Convento de São Francisco, nas antigas instalações do Governo Civil de Lisboa, com entrada pela Rua Capelo, hoje parte integrante do Museu Nacional de Arte Contemporânea. Como refere Vítor Silva Tavares, após 1927 Judith desaparece temporariamente de Portugal e dá-se um “emudecimento definitivo de uma voz tão incisivamente lançada à agitação”. Mas a potência destrutiva que silencia as e os artistas é muitas vezes revertida pela prática de se manter como presença fantasmática ao longo das décadas.
Susana Mendes Silva (Lisboa, 1972) é artista plástica e performer. O seu trabalho integra uma componente de investigação e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, ações e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e reconfigura contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e receção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reativam a memória dos participantes e espectadores. Susana estudou Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e frequentou o programa de doutoramento em Artes Visuais (Studio Based Research) no Goldsmiths College, Londres, tendo sido bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. É Doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, com a tese baseada na sua prática performativa – A performance enquanto encontro íntimo. É professora auxiliar na Universidade de Évora no curso de Arquitetura.