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a designer at the end of….
Jun 15 2025
24 JUNHO 2025 > 10H/19H I SALA 4.05
Mostra Design de Comunicação VI – alunos finalistas 2024/25
A expressão “A designer at the end of…” – título desta mostra informal e do projecto desenvolvido pelos alunos na disciplina de Design de Comunicação VI – pode ser entendida como uma revisitação da retórica pós-modernista de declaração do “fim de tudo”. Usada enquanto reconhecimento de profundas mudanças em curso, não necessariamente terminais ou dramáticas, podemos ainda entender o “fim de tudo” enquanto estratégia de comunicação eficaz – porque mediática –, para a validação de um novo “pós-qualquer-coisa”.
Nesta prática que também é uma disciplina e que também é profissão difícil de definir, no último semestre de uma licenciatura, apontámos o dedo ao designer, como alvo colateral aparentemente mais tangível. Afinal, como se posiciona este sujeito perante as forças sociais, culturais, políticas e económicas que moldam e definem aquilo que estuda e pratica? Como se prepara ele para enfrentar estes vários fins? E como se prepara um estudante finalista para ocupar esse lugar?
Tendo por mote um conjunto de palavras que funcionam como variações à conclusão da frase “A Designer at the End of…”, os alunos posicionaram-se perante as problemáticas actuais da cultura da disciplina (equacionando como ambicionam participar nestas e em que moldes), sem se alhear do papel do designer enquanto cidadão de um mundo em crise, repleto de “fins” com vários tempos, geografias e expressões, entre optimismos e pessimismos vários. No fundo, procurou-se projectar em torno de uma ideia de futuro, nomeadamente aquele que já se antevê e reconhece no final de uma licenciatura.
a fachada transparente, 2ª parte — fran siegel
Jun 15 2025
26 JUNHO 2025 > 11H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Realiza-se no 26 de junho, pelas 11h00, no Auditório Lagoa Henriques da Faculdade de Belas-Artes, a conferência A Fachada Transparente, 2ª parte – Connections Between Azulejos and Botanical Gardens I Discussion of Creative Research Methodologies por Fran Siegel, bolseira da Fundação Fulbright (EUA), Professora de Desenho e Pintura nos últimos 22 anos na School of Art at California State University.
Conferência promovida pelo VICARTE.
A entrada é livre.
Os desenhos e instalações de Fran Siegel envolvem pesquisas baseadas na localização que atravessam a paisagem, a cultura e a materialidade. O seu trabalho está em inúmeras coleções permanentes, incluindo LACMA, MOCA, The Morgan Library e Yale University (onde obteve o seu mestrado). As inúmeras bolsas de residência internacional de Siegel incluem uma Fulbright para o Brasil, a representação dos EUA na Bienal de Cuenca, no Equador, e a inclusão em duas iniciativas de investigação Getty Pacific Standard Time, resultando numa exposição individual de 2017 no Fowler Museum da UCLA, e “Transformative Currents”, a exposição de 2024 que inclui a sua instalação de quatro locais de restauração de zonas húmidas do sul da Califórnia no Oceanside Museum of Art. Siegel recebeu este segundo Fulbright para Portugal em 2025 para trabalhar com o Museu Nacional do Azulejo e Belas Artes. O seu mural permanente de azulejos para a estação La Brea e Wilshire do metro de Los Angeles está programado para ser inaugurado em 2025. Siegel é representado pela Wilding Cran Gallery em Los Angeles e recebeu uma bolsa individual de artista da cidade de Los Angeles e da California Community Foundation. Lecionou Desenho e Pintura nos últimos 22 anos na Escola de Arte da Universidade Estadual da Califórnia, nos arredores de Los Angeles.
DxD Open 2025: Apresentação de projetos da Pós-Graduação em Digital Experience Design (PG-DXD)
Jun 15 2025 
25 JUNHO 2025 > 18H30 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
O DxD Open 2025 é um evento aberto e presencial, no qual os alunos finalistas da pós-graduação em Digital Experience Design irão apresentar quatro produtos digitais, desenvolvidos em resposta a um conjunto de problemas identificados. O evento irá ocorrer no dia 25 de junho, a partir das 18h30, no Auditório Lagoa Henriques da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Este evento é uma excelente oportunidade para:
- Empresas e recrutadores tomarem contacto com novos talentos no domínio do design de produto digital (i.e. product designers, UX/UI designers, UX researchers, front-end developers, etc.);
- Estudantes, docentes e potenciais candidatos ao curso terem uma noção mais concreta das metodologias utilizadas e do tipo de projetos desenvolvidos;
- Profissionais da área efetuarem networking com os alunos, empresas e outros profissionais que marcarão presença no evento.
Um pouco sobre o curso:
A Pós-Graduação em Digital Experience Design da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, fundada em 2015, é um curso intensivo com a duração de 1 ano, focado no desenvolvimento de produtos e serviços digitais. Ao longo dos seus sete anos de existência já formou cerca de 150 profissionais, que têm visto o seu investimento recompensado com uma elevada taxa de empregabilidade e com salários acima da média.
Por entre os empregadores dos nossos ex-alunos encontram-se empresas do ramo tecnológico (e.g. Nokia, Farfetch, Talkdesk, OutSystems, Revolut, N26, Glovo, Remote.com, SAP, Siemens, OLX Group, Codacy, Defined.ai); automóvel (e.g. Grupo Volkswagen, Mercedes-Benz.io, CriticalTechWorks — Grupo BMW); banca (e.g. Caixa Geral de Depósitos, ActivoBank, Millenium BCP, Santander, Novo Banco, Banco Atlântico); consultadoria (e.g. Deloitte, KPMG, Ernst & Young — EY); media (e.g. Público, Observador); telecomunicações (e.g. Vodafone); seguros (e.g. Grupo Ageas); retalho (e.g. Worten, FNAC); design e de publicidade (e.g. McCann, WYgroup — Bliss Applications, By —, Pixelmatters).
Juntem-se a nós no dia 25 de junho para perceberem porquê.
Mais informação sobre o curso: dxd.belasartes.ulisboa.pt
Podcast com mais detalhes sobre o curso: https://open.spotify.com/episode/1VN2VkS8mx92MZjiQ1CQYo
funk: ecos anti-coloniais na curadoria — palestra de jean carlos azuos
Jun 15 2025 
23 JUNHO 2025 > 19H00 I GRANDE AUDITÓRIO
Nesta palestra especial, Jean Carlos Azuos (Brasil, 1993) compartilha sua trajetória e lança a pergunta: “O que a curadoria tem a nos dizer?” Em foco, sua atuação como curador na Escola Livre de Artes – ELÃ (Galpão Bela Maré), além de seus textos e projetos curatoriais, com ênfase na pesquisa para a exposição Funk: um grito de ousadia e liberdade (2023), apresentada com grande repercussão no Museu de Arte do Rio (MAR), onde atua como curador assistente. A mostra segue em itinerância e tem inauguração prevista para 21 de junho de 2025, na cidade de Lille, França. A exposição propõe um mergulho na história do funk, destacando seus sons, tecnologias e processos de reinvenção contínua.
Na palestra, Azuos abordará as práticas curatoriais anticoloniais que fundamentam seu trabalho, refletindo sobre o funk como uma manifestação cultural e política. A partir de uma perspectiva crítica e engajada, discutirá como uma curadoria comprometida com a escuta, o pertencimento e a subversão de hierarquias historicamente excludentes pode abrir caminhos para novos modos pensar as artes.
18ª edição gab-a galerias abertas das belas-artes
Jun 06 2025 
6, 7 e 8 de JUNHO 2024 > FBAUL ABERTA AO PÚBLICO
Durante o fim de semana de 6, 7 e 8 de JUNHO de 2025 a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa vai acolher a 18ª edição das GAB-A / Galerias Abertas das Belas-Artes.
Entrada livre
Horário:
6 de junho – 18h-20h
7 e 8 de junho – 14h-20h
Este evento é passível de ser fotografado, filmado e posteriormente divulgado publicamente.
As GAB-A são, simultaneamente, um fórum de discussão e mostra de jovens artistas, de produtos de investigação artística e de obras em contexto de ensino superior artístico público, integradas no espaço físico onde são pensadas e produzidas. Não é uma exposição numa galeria, museu ou centro cultural. É a abertura dos espaços de trabalho e de investigação artística que a Faculdade de Belas-Artes encerra, num espírito de ateliê aberto.
As GAB-A são um evento de partilha aberto ao público, cujo sucesso depende da vontade dxs seus/suas participantes e das suas ambições. É um espaço informal, pontuado pela presença de jovens criadores. Um fórum / feira, onde se ensaiam questões pragmáticas como o contacto com o mercado artístico; a constituição de grupos e/ou de projetos ou a definição de estratégias para ações futuras. É um momento que se alicerça na troca de experiências, na aprendizagem e na aplicação de conhecimentos.
Nesta edição, o Pop-up de vendas decorrerá dia 5 de junho. O objetivo é proporcionar às vertentes artísticas em questão um espaço democrático, afeto ao propósito da venda, de maneira a que este não interfira com o bom funcionamento das GA-BA. Quando falamos de local de vendas, falamos de um espaço onde xs alunxs terão a oportunidade de comercializar o seu merchandising como stickers, brincos, cerâmicas utilitárias, etc. Nos dias 6, 7 e 8 de junho, durante a mostra dos trabalhos, xs alunxs terão a oportunidade de apresentar os seus trabalhos e projetos artísticos desenvolvidos ao longo dos semestres, sendo também estes passíveis de serem vendidos.
Nas GAB-A não há seleção de obras nem de participantes por qualquer entidade que não o próprio autor. Dá-se, assim, a possibilidade a cada estudante de testar a sua capacidade de decisão, de autocrítica e de autonomia. Todxs xs alunxs são convidadxs a participar. As GA-BA procuram criar um ambiente de fórum de arte contemporânea, no centro da sua origem (o próprio local de aprendizagem e de investigação), o que propicia a elaboração de questões sobre a arte e o papel que esta desempenha no mundo. Nas GA-BA estabelecem-se pontes entre todos os ciclos de ensino. Ao lado de um licenciando, podemos encontrar um mestrando ou um doutorando.
Estão convidados a participar todxs xs alunxs da Faculdade de Belas-Artes de todos os cursos e de todos os ciclos de estudos.
Os formulários para inscrição nas diferentes vertentes, encontram-se no LINK e na descrição do Instagram das GAB-A (@galeriasabertas2025).
workshop “acessibilidade digital na prática”
Jun 05 202511 JUNHO 2025 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Na próxima quarta-feira, 11 de junho, a Pós-Graduação em Digital Experience Design organiza o workshop Acessibilidade Digital na Prática, uma sessão aberta dedicada a designers, estudantes e profissionais interessados em tornar os seus produtos e serviços digitais mais inclusivos.
Com a crescente visibilidade da acessibilidade como fator essencial no design digital, torna-se fundamental compreender não só os requisitos legais, mas também os impactos práticos no desenvolvimento de produtos.
O workshop será conduzido por Bruno Figueiredo, fundador e curador da conferência internacional UXLx – User Experience Lisbon, que irá abordar os seguintes temas:
• O Selo de Usabilidade e Acessibilidade e o European Accessibility Act
• Obrigações legais e consequências para designers e equipas de produto
• Diferenças regionais na aplicação da nova legislação
• Tipos de impedimento e respetivas implicações no design
• Boas práticas e técnicas para melhorar a acessibilidade digital
• Métodos de verificação e validação
• Integração da acessibilidade no processo de design digital
A sessão terá lugar no Auditório Lagoa Henriques, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, com início às 18h30.
Entrada livre.
heritales awards – international heritage film festival
Jun 05 2025
05 > 08 JUNHO 2025 I ALMADA
Inaugurou no dia 7 de maio na Biblioteca da Universidade Nova de Lisboa, Campus de Caparica, 2829-516 Caparica a exposição dos troféus realizados por alunas e alunos do Mestrado de Ciência e Arte do Vidro e da Cerâmica VICARTE (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa) para atribuir aos vencedores do Festival Heritales – International Heritage Film Festival. A exposição conta com a curadoria da professora Helena Elias (FBAUL-VICARTE), da professora Marta Castelo (FBAUL-VICARTE) e do professor Fernando Quintas (FBAUL-VICARTE).
As peças artísticas da VI edição do Festival Heritales, 2024-2025, estão dedicadas ao lema o “Papel da paz na comunidades sustentáveis”, que conta com o apoio da Cátedra UNESCO Educação Para a Paz Global Sustentável da Universidade de Lisboa. São da autoria da Vera Andrade, Miranda Winter, Kasia Lendzion e do Igor Minin, jovens artistas do Mestrado de Ciência e Arte do Vidro e da Cerâmica VICARTE (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa).
A mostra inclui ainda várias esculturas dos prémios atribuídos para o festival de 2022, visto a circunstância especial do período de confinamento da SARs-Covid não ter permitido que alguns dos troféus chegassem aos respetivos autores premiados.
O Heritales – VI International Heritage Film Festival realiza-se nos dias 5, 6, 7 e 8 de junho, com a atribuição dos troféus no dia 6 de junho, às 17h00, na Biblioteca da FCT-NOVA.
5 junho: Centro Cultural Fernades Mendes Pinto
6 junho: FCT-Nova Library Monte da Caprica
7 junho: Biblioteca Municipal de Almada
8 junho: Jardim do Castelo de Almada
renature
Jun 04 2025
JUNE 2025, 2ND > 6TH I ROOM 4.20
ReNature is an exhibition by Master for Sustainability students from FBAUL, that aims to raise awareness and inspire innovation using the mycelium-based biomaterial (mushroom root). It features experiencing the material, idea sharing, and the “Grow Your Design” contest, inviting all students to explore and address ecological and design challenges.
모름 / Morum
Jun 04 2025
02ND > 6TH JUNE 2025 I BELAS-ARTES CISTERN
A group of Korean artists living in Portugal set out to bring their works together in an exhibition. From this shared diasporic condition — a common origin, a shared destination — the exhibition 모름 / Morum arises as an opportunity to experiment with plays of proximity and distance, to seek echoes and divergences. What persists from their origin? And how does the place they now inhabit shape their artistic expression? Bringing together distinct methodologies, materialities, and concerns, this exhibition presents works that, in some cases, renew the Korean craft tradition, and in others, explore contemporary visual languages. In common, these works question fixed notions of identity and affirm geographic and cultural displacement as a generative movement — one that produces meaning. Rather than proposing definitive answers, the exhibition offers a visual dialogue in which identity asserts itself as a constant becoming: a fluid, hybrid movement.
Although we live in increasingly globalized — and thus homogenized — societies, it is still possible to find certain cultural specificities that act as points of resistance. The thread that guides this exhibition is the concept of Morum (모름). Unlike contemporary European languages, where terms such as “ignorance” (from Latin ignorantia) or “unknowing” are formed through negation — in- and gnarus, un- and knowing — Korean language offers positive, self-contained terms like Morum (모름) and the conjugations of the verb 모르다 (“to not know”). Here, not-knowing is affirmed as a dynamic state: an opening toward the unknown, a fertile ground for possibilities yet to be imagined. In the mythology of European rationalism, not-knowing came to be seen as a provisional deficiency — a temporary failure to be overcome by the advance of reason. This philosophical, scientific, and cultural revolution sought to banish the darkness of ignorance, believing that sooner or later the lights of Enlightenment would dispel the unknown. If the Enlightenment inaugurated a universalizing logic in which all things must be known, in the Korean language the dignity of not-knowing endures — a natural, honorable, and even elevated state of being.
Lu.Co — the Group of Korean Artists in Portugal — aims to create a platform for support, exchange, and dialogue among Korean artists living in Portugal, promoting new perspectives on Korean culture with a particular focus on contemporary art and traditional crafts. This first exhibition presents works by Cho Sejin, Choi Kyeong Hwa, Chung Sun Kyung, Hyun Sujin, Jiôn Kiim, Kim Hana, Bae Gongju, and Summer Cho. This initiative is supported by the Embassy of the Republic of Korea in Portugal, the Overseas Koreans Agency, and the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon.
Eleições para Presidente da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Jun 03 2025Nos termos do artigo 75° dos Estatutos da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, publicados em Diário da República, 2.ª série n.º5 de 8 de Janeiro de 2021, procede-se ao anúncio público da abertura do prazo para apresentação de candidaturas a Presidente da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
O calendário para a eleição do Presidente é o seguinte:
- Edital de anúncio público de abertura de candidaturas – 30 de abril de 2025
- Apresentação de candidaturas – de 2 de maio de 2025 até às 17h:00m de 21 de maio de 2025
- Período de verificação das candidaturas – de 22 de maio de 2025 até às 17h:00m de 23 de maio de 2025
- Edital de anúncio dos candidatos admitidos – 26 de maio de 2025
- Período de campanha eleitoral – 27 de maio a 4 de junho de 2025
- Audições Públicas – 5 de junho de 2025
- Eleição – 5 de junho de 2025
As candidaturas são dirigidas, em suporte digital, ao Presidente do Conselho de Escola e enviadas para o endereço eletrónico presidenteconselhoescola@belasartes.ulisboa.pt até ao termo do prazo acima fixado.
6ª bienal de arte gaia homenageia lagoa henriques
Jun 01 2025
05 ABRIL > 12 JULHO 2025 I QUINTA DA FIAÇAO DE LEVER
O Mestre, Escultor, Professor Lagoa Henriques é o artista homenageado este ano na Bienal de Gaia que decorre entre 5 de abril e 12 de julho.
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa participa na Bienal com desenhos e esculturas, obras do espólio do artista, que vão estar em exposição.
A 6.ª edição da Bienal Internacional Arte de Gaia vai decorrer entre 5 de abril e 12 de julho, com 51 exposições (25 coletivas e 26 individuais) e a participação de mais de 250 artistas. Logo na abertura da iniciativa, o médico e investigador português Manuel Sobrinho Simões, atual diretor do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), vai fazer uma intervenção sobre “ciência, cancro e arte”. O encerramento, por sua vez, terá uma exposição coletiva na Reitoria da Universidade do Porto, denominada “Gabinete de Curiosidades/Museu de Causas”. Lagoa Henriques será o artista homenageado nesta edição, com uma exposição com dezenas de desenhos e esculturas.
Destaque ainda para a exposição coletiva “A Comemoração dos 50 anos de Abril de 1974 vai às Escolas”, que vai contar com trabalhos de vários alunos e a exposição coletiva de 40 cartoonistas de vários países no âmbito do Porto Cartoon – World Festival. Haverá também exposição de livros de artistas, com 11 exposições individuais e uma coletiva, designadamente com livros dos escritores Valter Hugo Mãe, Rui da Graça, Nazaré Álvares, Celeste Ferreira e Miguel Carvalho.
A Bienal vai ter várias outras exposições coletivas como “Bandeiras pela Paz”, pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, ou uma com trabalhos de artistas portugueses e espanhóis. Também fazem parte da programação tertúlias, residências artísticas e a exposição coletiva Concurso Internacional, com a atribuição do Grande Prémio da Bienal da Câmara Municipal de Gaia, em que concorreram 162 artistas.
“gentrificación”, una exposión con obras de estudiantes de arte de salamanca, lisboa y oslo
Jun 01 2025 
08 MAIO > 08 JUNHO 2025 I DA2 DOMUS ARTIUM 2002, SALAMANCA
Gentrificación
El depredador en el laboratorio de Arte
Esta exposición muestra los resultados de la investigación artística promovida por el proyecto Erasmus BIP, “Estrategias de proyección internacional en estudiantes de arte”, en el que participan la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Lisboa y la Academia Nacional de Bellas Artes de Oslo. El proyecto busca insertar al alumnado del campo de las artes en el desarrollo y la difusión profesional de su propia obra artística, ampliando así su formación. Y lo hace desde un contexto que potencia las relaciones internacionales.
Como tema generador se aborda el concepto de gentrificación. El término es utilizado por primera vez por Ruth Glass en 1964 para referirse el cambio residencial de la población de clase media a las antiguas áreas de clase baja de Londres (Gonçalves, 2009). Su surgimiento se remonta a la reconstrucción urbana que necesitaron las ciudades de posguerra del mundo capitalista avanzado e incluso podemos encontrar precursores modernos como Charles Baudelaire en su famoso poema, “Los ojos de los pobres”, que envuelve una narrativa proto-gentrificación dentro de un poema de amor y distanciamiento (Smith, 2015). La historia de la gentrificación es breve y esta cargada de contradicciones, desde finales de la década de 1950 y comienzos de la de 1960, de Sydney a Hamburgo, de Toronto a Tokio, activistas, inquilinos y personas corrientes ya sabían exactamente qué era la gentrificación y cómo afectaba a su vida cotidiana; sin embargo, medios de comunicación como el New York Times a mediados de los años 80 estaban ocupados por solicitudes a favor de la gentrificación. Muchos se vieron atraídos por el aparente optimismo de la gentrificación en el sentido de modernización, renovación y limpieza. El lenguaje de la gentrificación resultaba (quizás, resulta) irresistible para determinados sectores de la población. Para los críticos pronto se descubrió como parte fundamental del proceso que conlleva el fenómeno de desarrollo desigual que promueve la globalización financiera. La gentrificación se ha construido como un concepto polémico en el ámbito de los estudios urbanos, pero a pesar de sus consecuencias negativas para la población desplazada, es difícil negar que la gentrificación, también genera recursos y crea demandas por nuevos servicios en una ciudad consolidada. Podemos encontrar casos en los que las ventajas económicas de la gentrificación se han utilizado en beneficio del resto de la ciudad, pero lo cierto es que, a día de hoy, la mayoría de las veces, se detecta la gentrificación como una forma de segregación y exclusión social que destruye la identidad, la diversidad y la memoria de los barrios, viola el derecho a la vivienda y a la ciudad y genera conflictos.
Úrsula Martín Asensio
how’s the surf?
May 29 2025
MAY 28 > JUNE 03, 2025 I AUDITORIUM ATRIUM
Exhibition opening is on 28 th of May, 18:00 o’clock. The artist will be present. Markéta Zdeňková (Czech Republic) will give a short concert.
The exhibition how’s the surf in the auditorium atrium of Faculdade de Belas-Artes of Universidade de Lisboa starts within the artist’s body. Angelika Wienerroither paints how she feels while surfing the waves of Costa da Caparica, the waves of the Atlantic Ocean. Like the memories of her body — which are revisited, changing and layered like sediments —sheets of transparent paper are placed on top of each other, showing lines of ink. The blue ink is also used to colour sheets of raw paper, torn at the edges. The ink was diluted, the sheets painted over and over again.
The artists practice relates to autotheory, a term coined by Lauren Fournier in 2022. Autotheory means theorising through her own body, through her existence in this world in relation to existing theory. Her experience, her thoughts, her feelings are relevant – and where she is situated. As what she thinks depends on her position, her art changes when she is close to the sea. Angelika Wienerroither has chosen to paint on the pier, hearing the waves, breathing the salty air. She has to check the weather forecast — as she does for the surf — but she still gets caught in the rain, the wind blowing the paper over, the tide pushing in and flooding the pier. Her work is made by nature, not separated by it.
Angelika Wienerroither uses a gesture of calligraphy to paint her works. Her brushes are mounted on wooden sticks, the paper lies on the floor. She paints standing, developing a language for the feeling on the top of the wave, in perfect balance.
Angelika Wienerroither is a visual artist and writer from Austria. Her art and research oscillate around fluidity: she is drawn in by the not-yet-become, the metamorphosing, the not fixed. Her exhibitions and lectures create an open space for thinking; she gives impulses but doesn’t have the answers. Central in her practice is autotheory and the I: the knowledge of her body, her experience, her thinking and her memories are relevant. She theorises through her being in this world.
Currently, she is researching for her PhD at Kunstuniversität Linz what happens when she regards the world from a ship. She has studied painting and photography at Mozarteum University Salzburg, sociology at Karl-Franzens-University Graz, International Business at FH Joanneum Graz. She has exhibited internationally in galleries, museums and in abandoned buildings, e.g. the Austrian Cultural Forum Zagreb, the Museum of Modern Art Salzburg, Leopold Museum Vienna and an old worker’s house of a mill. Her exhibitions are walk-in utopias, a lived daydream; everything could still change.
equação pessoal – exposição de maria máximo
May 27 2025
08 MAIO > O1 JUNHO 2025 I MUSEU NACIONAL HISTÓRIA NATURAL E CIÊNCIA
Inaugura no dia 8 de maio, às 18h00, no Laboratório de Química Analítica do Museu Nacional de História Natural e ciência e exposição Equação Pessoal de Maria Máximo, com curadoria de Sofia Marçal.
Ao trazer a Ciência para o centro da narrativa artística, esta exposição procura desafiar as fronteiras convencionais, convidando o espectador a observar de perto a experimentação e interligação entre o corpo e a matéria.
Doutoramento em Saúde Planetária da Universidade de Lisboa – 2ª fase de candidaturas
May 26 2025
SEGUNDA FASE DE CANDIDATURAS 12 MAIO > 06 JUNHO 2025
O novo Doutoramento em Saúde Planetária da Universidade de Lisboa tem início já em outubro de 2025. Este Doutoramento vai abordar os desafios globais mais críticos na intersecção das ciências da saúde, ambientais, sociais e políticas, a nível local, regional e planetário, essenciais para o conceito de saúde planetária. Neste Doutoramento os estudantes vão poder desenvolver soluções e aplicá-las em laboratório ou em ambientes virtuais através de trabalho de equipa colaborativo.
O programa envolve as 18 Escolas da Universidade de Lisboa e os docentes e orientadores de tese são especialistas de várias áreas e sectores, académicos e não académicos, empenhados em promover um ambiente propício à investigação de elevada qualidade e impacto.
Objetivos – Promoção de soluções para a saúde planetária.
Foco – Perspetiva holística e transdisciplinar.
Modelo de Impacto –Orientado para as soluções e colaborativo.
Especialidades – Seis áreas de especialização, no final do primeiro ano.
Público-Alvo – Candidatos a peritos em saúde mundial.
Candidaturas
2.ª fase – 12 de maio a 6 de junho de 2025
Assista ao vídeo para ficar a conhecer o Doutoramento em Saúde Planetária.
Junte-se a nós neste passo em direção à inovação e à ação concreta para um planeta mais saudável!
Curso de Serigrafia com o designer Bernardo Berga
May 23 2025
28 MAIO 2025 | 9H00 > 12H00 OU 14h00 > 17H00 | SALA DE SERIGRAFIA
No dia 28 de maio realiza-se na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, um Curso de Serigrafia com o designer Bernardo Berga, alumni desta faculdade e autor do poster da LDW’25 e com gavador Paulo Lourenço, monitor e impressor da FBAUL.
Público-Alvo
Todos os interessados no processo de serigrafia.
Horário
Dia 28 de maio
9H00 > 12H00
ou
14h00 > 17H00
INSCRIÇÕES COMPLETAS E JÁ ENCERRADAS
Vagas
Máximo 15 pessoas no horário da manhã e 15 de tarde.
Certificados
Os participantes receberão certificado de participação após confirmação de presença nos dois dias de formação.
echoes in motion: traces through performance – vítor cavalheiro exhibition
May 22 2025
06TH > 27TH MAY 2025 I BELAS-ARTES GALLERY
Echoes in Motion stems from a visual investigation into gesture, trace, and the memory of performance.
In this series, titled Oscillation, the artist explores the lenticular technique — a near-forgotten process that overlays multiple images onto a single surface, manipulating perception through small lenses that respond to the viewer’s movement. Lenticularity, with its micro-lenses that fragment and recompose light, is employed here not only as an aesthetic tool but as a concept: to multiply the image, suspend time, fragment the instant, and render it tangible — an object.
The photographs, captured in an intentionally spontaneous and almost anti-technical manner, result in blurs, overlaps, and visual abstractions that resist immediate interpretation. This formal “imperfection” draws closer to the raw truth of live experience, where chaos and the body speak louder than clarity. Rather than documenting, these images seek to dissolve the figurative almost to the point of disappearance, only to rediscover, in the patches of light, the sensory memory of sound, vibration, and crowd.
The series explores ways of translating the ephemeral energy of the stage into a visual object — unique and dynamic — an image that does not settle but, like sound, oscillates and transforms depending on the viewer’s movement. As the viewer moves before the images, they activate the transformation: the scenes gain depth, they vibrate. This metamorphosis is not merely technical — it is emotional. The performance is summoned once more, like an echo in loop, becoming tangible even offstage, establishing a parallel between the viewer observing the work and the one witnessing the live act.
Through this project emerges a convergence of analogue and digital processes, driven by a fascination with almost obsolete visual technologies intertwined with the artist’s affective memory — he revives the visual language of the 1990s — nostalgic like the Tazos of our childhoods — which reappears here as a visual and tactile echo, merged with an old passion: live music. This nostalgic element is not decorative, but operative: it speaks of a visual language that was once popular, physical, playful — and is now recontextualised to capture the intense, physical tremor of live concerts, in this case, of the band MAQUINA. It is not merely about portraying the band, but about giving form to movement, prolonging it through a technique that, like performance itself, thrives on transformation and presence.
This exhibition aims to make the visceral energy of the band’s concerts resonate as though each piece were a visual encore. These images capture the raw intensity of three of the band’s live shows during 2024. It is the personal and artistic connection with the band — and above all, the frenzied, hypnotic nature of their performances — that makes this collaboration inevitable.
Echoes in Motion transforms photography into a performative extension: each piece is not just a representation, but an active trace, an artefact in continual mutation. An echo in the form of a blur that insists on continuing to oscillate. Each image is an object. Rather than documenting, these photographs embody. They are presence that reverberates. Movement that endures.
Sofia Tudela
Cemitério Indígena: Movimentos ao Autoexílio Kaiowá e Guarani
May 22 2025
08 > 27 MAIO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 8 de maio, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes a exposição Cemitério Indígena: Movimentos ao Autoexílio Kaiowá e Guarani de Letícia Larín e obras em colaboração com Kunhã Ysapy, Elle Souza, Cajetano Vera e Nelson Ávila.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Exposição com peças desenvolvidas junto a um aprofundamento nas cosmovisões originárias Kaiowá e Guarani, durante a investigação de doutoramento em escultura da artista. Esses povos vivem num território ancestral, atualmente dominado pelo agronegócio, no estado de Mato Grosso do Sul, Brasil. Na condição de estrangeiras em sua própria terra, essas culturas lutam com as próprias vidas para se “autoexilarem” com vistas a existirem segundo o seu próprio modo, o teko porã (Bem Viver).
O conjunto de trabalhos apresentado, por vezes buscou relacionar-se criticamente com elementos dessas culturas materiais, como o kurusu tumular, o pau de chiru e o tipo de altar yvyra marãngatu. Por outras, expressa a vivência de Letícia Larín em seu trabalho de campo, na Reserva Indígena de Dourados, havendo algumas obras produzidas junto a Kunhã Ysapy, Elle Souza, Cajetano Vera e Nelson Ávila.
Estão ainda experimentos em vidro com milho, o alimento mais sagrado a esses e essas indígenas, e com terra, o principal motivo das difíceis condições de vida impostas a esses corpos-territórios. Com isso, embora a atmosfera da mostra seja tingida por um tom árido, ela insiste em transparecer a leveza, o brilho e encanto que permeia essas visões de mundo, integradas espiritualmente à natureza.
access and admission until 23rd May – international student
May 20 2025Studying at ULisboa is for those who aim to conquer the world!
The second phase of the Special Admission Contest for International Students for ‘Licenciatura’ Degrees (1st cycle) – Bsc or Integrated Master Degrees (1st and 2nd cycles) begins today 3rd of april and ends on 23rd May, 2025.
Would you like to obtain a degree with an international label? If you want to study at one of the most prestigious Public Universities in Europe and live in one of the European capitals with the best quality of life and safety, this is your moment!
With 18 Schools and over 400 courses, we welcome talent from all over the world.
Would you like to study in Portugal? We’re waiting for you at a university that sees the whole world from Lisbon!
Curso “Please Be Gentle, This Data Has Feelings: Co-Design de Visualizações para Saúde com Ressonância Emocional”
May 19 2025
17 e 24 MAIO 2025 | 14h00 > 17h00 | SALA 4.16
OBJETIVOS DO CURSO
O curso “Please Be Gentle, This Data Has Feelings: Co-Design de Visualizações para Saúde com Ressonância Emocional” convida os participantes a repensar a visualização de dados de saúde como uma prática colectiva, sensível e centrada nas pessoas – explorando formas de desenhar e interpretar visualizações de maneira partilhada e enraizada na comunidade.
Inspirado pelo design participativo e pelo humanismo dos dados, este curso propõe-se a criar um espaço colaborativo e criativo para explorar formas alternativas de transformar métricas e biomarcadores em narrativas materiais que ressoem emocionalmente e representem o contexto colectivo.
Ao longo de duas sessões, os participantes irão explorar abordagens visuais que tratam os dados como matéria-prima de design – seja digital, física, sonora ou audiovisual – para desconstruir a lógica do “Quantified Self” e reimaginar os dados como elementos de conexão comunitária. Através de actividades práticas e em pequenos grupos interdisciplinares, serão criados artefactos que provocam reflexão, fomentam diálogo e contribuem para (re)significar as representações digitais do ‘eu’ baseadas exclusivamente em dados, de forma mais inclusiva e partilhada, originando a visualizações emocionalmente ressonantes, accionáveis inclusivas.
No final do curso, os participantes terão co-desenvolvido estratégias e implicações de design para representar dados de saúde e emoções de forma mais humana, promovendo uma compreensão partilhada, humana, reforçando a resiliência digital da comunidade.
COORDENAÇÃO CIENTÍFICA
Beatriz Severes, ITI/LARSyS, Universidade de Lisboa, Portugal
Marta Ferreira, ITI/LARSyS, Universidade de Lisboa, Portugal
Pedro Duarte Almeida, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA), Portugal
Augusto Esteves, ITI/LARSyS, Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa, Portugal
Este curso insere-se no projecto de investigação “Da Esfera Individual à Comunidade: Construção Colaborativa de Sentido com Visualização de Dados”, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) ao abrigo da bolsa 2023.05034.BD (B.S.). Todos os participantes do curso serão considerados colaboradores do projecto e reconhecidos como tal nos agradecimentos, tanto no âmbito do próprio projecto como em eventuais publicações académicas que dele resultem.
PLANO CURRICULAR DO CURSO
Organização do Curso:
O curso será realizado presencialmente, ao longo de duas sessões distribuídas por dois sábados consecutivos, cada uma com a duração de meio-dia (das 14h00 às 17h00).
Cada sessão combina momentos de reflexão individual, actividades colaborativas de co-design e discussões orientadas sobre os significados emergentes das visualizações redesenhadas. As actividades práticas serão guiadas por abordagens centradas em co-design, data humanism, na criação crítica (critical making) e na construção colaborativa de sentido. Todas as actividades são conduzidas em português e inglês.
HORÁRIO
17 e 24 Maio
Sessões presenciais durante dois sábados, das 14h00 às 17h00.
QUEM SE PODE CANDIDATAR
O curso destina-se a estudantes de pós-graduação (mestrado e doutoramento), investigadores, artistas, designers e profissionais das áreas da visualização de dados, design digital, artes visuais, arte e multimédia, design de comunicação e equipamento, bem como de belas-artes e artes plásticas, incluindo pintura, escultura, fotografia e práticas intermedia. Este curso é especialmente indicado para quem procura explorar processos colaborativos de construir sentido a partir de dados, recorrendo a abordagens visuais, participativas e centradas na experiência humana.
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
CUSTOS DE PARTICIPAÇÃO
A participação neste curso é gratuita.
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Encontro UniverCidades: Ideias para Lisboa
May 18 2025 
12, 15 E 21 MAIO 2025 | CIUL – CENTRO DE INFORMAÇÃO URBANA DE LISBOA
Devido à falha de abastecimento elétrico de dia 28, o Encontro UniverCidades: Ideias para Lisboa teve de ser reagendado, para conclusão das apresentações para os dias 12 , 15 e 21 de maio.
Com uma periodicidade anual, esta rubrica visa dar a conhecer, de forma dialogante, trabalhos académicos de referência sobre Lisboa, desenvolvidos por alunos e investigadores, tendo por base áreas estratégicas definidas pela CML, em colaboração com as Faculdades e Institutos parceiros.
A Academia é por excelência um centro de produção de novas ideias e cabe ao CIUL promovê-las e comunicá-las, apontando caminhos para o futuro.
No dia 12 de maio (a partir das 14h30) e 15 de maio (entre as 9h30 e as 11h30) serão apresentados, no CIUL, estudos e propostas para o desenvolvimento de Lisboa, tendo em conta os desafios e as preocupações que se colocam hoje na gestão das cidades.
Para a tarde do dia 21 de maio, está prevista uma visita guiada e comentada ao Parque Florestal de Monsanto em Lisboa:
Povoado Calcolítico dos Montes Claros, pelo Centro de Arqueologia de Lisboa
Centro de Interpretação de Monsanto, pela Divisão de Gestão do Parque Florestal do Monsanto e de Sensibilização Ambiental
Localizado no centro da Cidade de Lisboa, o Parque Florestal de Monsanto remonta a 1 de novembro de 1934, data em que foi promulgado o Decreto-Lei nº 24625 que propõe a sua criação, numa então área de antigas e gastas terras de seara. A vontade parte de Duarte Pacheco, então ministro das Obras Públicas, que pretende dotar a cidade de uma área verde de grandes dimensões. O traço, de Francisco Keil do Amaral que se inspira em exemplos de outras capitais europeias. Hoje é a maior área verde da cidade, habitat de uma diversidade de fauna e flora que escondem a sua origem pré-histórica, ainda visível no território. O passeio irá abordar a biodiversidade desta área, com uma visita ao Centro de Interpretação de Monsanto, onde se inclui uma visita à Fito ETAR, e o seu passado calcolítico, no povoado junto aos Montes Claros.
Para participar na conferência e/ou na visita, deverá inscrever-se através do link: https://inqueritos.cm-lisboa.pt/851782?lang=pt
Caso tenha feito a sua inscrição para as datas anteriores, agradecemos que o volte a fazer.
+informações:
ciul@cm-lisboa.pt
t. 218 172 100
Centro de Informação Urbana de Lisboa
Picoas Plaza: Rua Viriato, 13E, N6, 1º | 1050-233 LISBOA
biblioteca natural, livros de artista
May 15 2025
22 MAIO 2025 > 17H00 I GRANDE AUDITÓRIO
Realiza-se no dia 22 de maio, a partir das 17h00, no Grande Auditório a conferência Biblioteca Natural, Livros de Artista por Catarina Leitão, no âmbito do Mestrado de Desenho – Desenho e Edição.
Entrada livre.
Catarina Leitão (1970) é uma artista cuja obra é estruturada em torno do desenho, a escultura, a instalação e o livro. Processos de construção, de adaptabilidade e de hibridismo integram uma prática através da qual Catarina propõe a ideia de que humano e natureza, artifício e natureza, cultura e natureza existem em continuidade. Entre o bidimensional e o tridimensional, o artificial e o natural, o montar e desmontar, a sua visão espacial sustém uma linguagem da escultura com recurso à instalação, desenho e ilustração.
Catarina Leitão expõe regularmente desde 1992. Entre prémios e residências destacam-se The New York Foundation for the Arts Fellowship, 2009, Center for Book Arts, 2007, Triangle Arts, 2006, Sharpe Foundation, 2004, Lower Manhattan Cultural Council, 2003, Pollock-Krasner Foundation Grant, 2001, Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Luso-Americana, entre 1997 e 2000.
Doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, 2022; terminou o Mestrado na Hunter College City University of New York, em 2000, e a licenciatura em Pintura na FBAUL, Lisboa, em 1993. Lecionou na ESAD.cr (2011-24). É docente no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra desde 2024.
concurso de ilustração única 2025
May 15 2025TRABALHOS ENTREGUES ATÉ 31 MAIO 2025
A Ode Winery, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto lançam um concurso aberto a toda a comunidade académica, para a realização da ilustração para o rótulo do vinho Única 2025.
O concurso prevê o desenvolvimento por cada um dos participantes da ilustração para o rótulo da edição do vinho Única 2025, a ser lançado em novembro do mesmo ano. O vencedor receberá um prémio de 500€ e terá a oportunidade de participar em todas as etapas da produção, desde a vindima ao engarrafamento e rotulagem do vinho.
Os trabalhos devem ser entregues até 31 de maio de 2025 através deste formulário, onde se encontra o regulamento completo e todas as informações relativas ao concurso: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScieC_CMeRYDNF5MUapUGEgyeAtMBAPtZZP6K3V9ehDYleDOg/viewform
a mais antiga livraria do mundo desapareceu no terramoto de 1755 em lisboa
May 15 2025

16 MAIO 2025 > 14H30 I ÁTRIO GRANDE AUDTÓRIO
A mais antiga livraria do mundo desapareceu no terramoto de 1755 em Lisboa é um dos 45 projetos apoiados em 2024/2025 pelo programa “Arte pela Democracia”, uma iniciativa da Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril em parceria com a Direção-Geral das Artes.
O Programa “Arte pela Democracia” promove projetos artísticos que se enquadrem nas Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril e que contribuam para a reflexão sobre a relevância deste acontecimento na construção da democracia.
É dirigido a projetos artísticos nas áreas das artes visuais (arquitetura, artes plásticas, design, fotografia e novos media); artes performativas (circo, dança, música, ópera e teatro); artes de rua; e cruzamento disciplinar.
A proposta reside na construção de um dispositivo escultórico e interativo para a exploração de um chat literário em tempo real, recolha de relatos e memórias sugeridas pela ficção do desaparecimento de uma livraria no terramoto de 1755. Esta metáfora aborda a questão da tolerância na linguagem, procurando conciliar a radicalidade na imaginação com os limites políticos da democracia. O resultado final será a edição de um livro, que irá associar a trama da livraria e o seu reaparecimento em 2025, e uma performance de apresentação do respectivo livro.
[…] O que se apresenta é uma performance que pensa a ficção enquanto pergunta. Para isso, evocamos as nossas ideias de “ficção bloqueada” e “difamação consentida”.
Já que o grupo das livrarias Bertrand tem como mote ser a mais antiga livraria do mundo, pensamos em interagir com a mesma livraria, no sentido de organizarmos uma falsa polémica entre este projeto de livro e a apresentação de uma falsa livraria que desapareceu em 1755 e que agora ressurge. Esta reaparição remete para o retorno da censura na literatura.
Ficha Técnica
Título: “A mais antiga livraria do mundo desapareceu no terramoto de 1755 em Lisboa”
Categoria: Primeira etapa pública do processo de criação de uma performance e de um livro – Intervenção performativa, para a construção de texto participado
Data: 16/05/2025
Local: Átrio do Grande Auditório – Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
Hora: 14h30
Duração: +- 1h45
Intervenientes: Margarida Chambel e Nuno Oliveira (performance e direção artística); Gabriel Marmelo (vídeo); Roberto Gregores (figurinos); Luísa Morante (comunicação); Stratos Ntontsis (Fotografia)
Apoios
Projeto apoiado pela edição de 2024-25 do programa “Arte pela Democracia”, uma iniciativa da Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril em parceria com a Direção-Geral das Artes; pela Câmara Municipal de Lisboa; Polo Cultural das Gaivotas; Galeria Ana Lama; Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Being a Camouflage Artist During World War I
May 15 2025
MAY 29TH 2025 I FBAUL AUDITORIUM
Being a Camouflage Artist During World War I by Patrice Alexandre
Language: English
From February 1915, during the First World War, a team of volunteers led by painter Lucien Guirand de Scevola formed the first camouflage unit of the French army. Its purpose was to conceal “as much as possible the troops and organizations from enemy observation, or at least to hinder the effects of such observation.”
This upheaval in the art of warfare would later find an unexpected extension up to today in new consumerist behaviors.
isa e fba da universidade de lisboa assinam protocolo de colaboração
May 13 2025
No dia 12 de Maio os Presidentes dos Conselhos de Gestão do Instituto Superior de Agronomia, Professor Doutor António José Guerreiro de Brito, e da Faculdade de Belas Artes, Professor Doutor António de Sousa Dias, da Universidade de Lisboa, assinaram um protocolo de colaboração entre as duas instituições.
O protocolo permitirá, entre outros aspetos, dinamizar a colaboração entre as duas instituições em áreas como a museologia e a conservação de coleções de valor histórico, cultural e artístico.
Curso de Reintegração Cromática
May 13 202519 > 20 MAIO 2025 | 10H00 > 18H00 | SALA 3.63
Formadoras
Ana Bailão, Beatriz Doménech e Margarida Boavida
Duração
2 dias
Objetivo do Curso
Capacitar os participantes com conhecimentos teóricos e práticos em reintegração cromática, com ênfase no acerto de cor, técnicas de reintegração e uso do aerógrafo.
Público-Alvo
Conservadores-restauradores, estudantes de conservação e restauro
Preço
90€ / Participação gratuita para alunos da FBAUL
Sala
3.63
15 vagas:
- vagas para os alunos da FBAUL: 8
- vagas para público externo: 7
INSCRIÇÕES JÁ ENCERRADAS/VAGAS COMPLETAS
Solicita-se a todos os inscritos que, em caso de desistência, nos informem para o e-mail sec.presidente@belasartes.ulisboa.pt, para dar lugar a outra pessoa.
Conteúdos Abordados
- Critérios de intervenção
- Princípios éticos e deontológicos
- Técnicas tradicionais vs. inovadoras:
- Estratégias para acerto da cor e documentação
- Introdução e prática com aerógrafo: preparação, calibração, aplicação controlada de camadas cromáticas
- Exercícios práticos em suportes simulados
- Avaliação dos resultados e discussão de casos reais
Metodologia
- Exposição teórica com apoio visual
- Demonstrações
- Prática supervisionada individual e em grupo
- Discussão crítica e análise de casos
Materiais Fornecidos
- Tintas e materiais específicos para reintegração cromática
- Aerógrafo e compressor
- Suportes para prática
Formadoras
Ana Bailão: Doutora em Conservação de Bens Culturais pela Universidade Católica Portuguesa, conservadora-restauradora, professora universitária, fundadora do RECHGroup (grupo internacional de reintegração cromática), e autora de diversas publicações sobre reintegração cromática.
Beatriz Doménech: Doutora em conservação e restauro pela Universidade Politécnica de Valencia, conservadora-restauradora na mesma universidade e autora de publicações em reintegração cromática.
Margarida Boavida: Mestre em conservação de arte moderna e contemporânea com a investigação direcionada para a reintegração cromática e para o uso do aerógrafo como ferramenta de reintegração. Atualmente desenvolve a temática da reintegração cromática no âmbito do seu doutoramento.
Certificados
Os participantes receberão certificado de participação após confirmação de presença nos dois dias de formação.
Como realizar a inscrição online
A inscrição é realizada exclusivamente on-line, através da plataforma FenixEdu.
Antes de efetuar a sua inscrição on-line leia atentamente as instruções abaixo. Em caso de dúvidas contacte através do email sec.presidente@belasartes.ulisboa.pt ou do telefone +351 213 252 1 09.
- Para efetuar a sua inscrição on-line deverá aceder ao sistema FenixEdu e autenticar-se com os dados da sua conta edu@ULisboa.
- Caso não tenha frequentado qualquer curso (Licenciatura, Pós-Graduação, Mestrado ou Doutoramento) na Faculdade de Belas-Artes e não possua conta edu@ULisboa, deverá necessariamente realizar um pré-registo na aplicação FenixEdu AQUI
- NOTA: Têm ocorrido alguns problemas no envio de mensagens para a realização do pré-registo para endereços com os seguintes domínios: @netcabo.pt; @hotmail.com; @vodafone.pt. Como o motivo das falhas da entrega é alheio à ULisboa, caso o seu email seja de um desses domínios, informamos que não podemos garantir que as notificações do processo de candidatura sejam entregues atempadamente. Nestes casos, sugerimos que se inscreva com uma conta @gmail.com.
- Após aceder à aplicação, deverá selecionar o separador Candidaturas. Seguidamente, deverá criar a sua candidatura, escolhendo o evento em que se quer inscrever. Após estes passos, deverá preencher os dados solicitados no formulário eletrónico.
- No caso de haver valor a pagar, a inscrição on-line apenas se tornará válida após o pagamento da respetiva propina, sendo para o efeito disponibilizada uma referência multibanco. Caso não seja efetuado o pagamento até à data indicada, o processo será anulado.
Bolsa Fulbright / Fundação Carmona e Costa para Mestrado em Belas-Artes, Desenho
May 10 2025
21 MAIO 2025 > 17H00 I SALA 2.34 I EXCLUSIVO PARA ALUNOS DO DEPARTAMENTO DE DESENHO
buraco da minhoca – exposição coletiva
May 10 2025
10 MAIO > 14 JUNHO 2025 I GALERIA DO SOL, PORTO
Inaugura no dia 10 de maio, às 16h00, na Galeria do Sol, no Porto, a exposição Buraco da Minhoca.
Buraco de Minhoca é uma proposta coletiva de João Marçal e Francisco Queirós para a Galeria do Sol, que reúne um conjunto de artistas da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa: Francisco Corrêa, Francisco Novais, João Fonseca, João Marçal, João Salvador, Henrique Porta-Nova, Mariana Rocha, Paulo Malafaya, Raquel Garcês, Rita Silva Carreira, Rita Bárrios Ferreira, Rosa Eck e Sara Chitas Gouveia.
Buraco de Minhoca é o nome dado por John Wheeler à teoria que evoca a existência de uma série de ligações espácio-temporais entre regiões longínquas no universo. Poderíamos dizer que a presente exposição é o lugar onde alguns objetos se recalibram, numa contínua contração e expansão. A impermanência é a sua condição natural, o olho é um buraco de minhoca.