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resistência ou estudos de dinâmica de corpos transientes
Jun 25 2025
31 MAIO > 28 JUNHO 2025 I GALERIA DA BIBLIOTECA E ARQUIVO DO MUNICÍPIO DE GRÂNDOLA
Resistência ou Estudos de Dinâmica de Corpos Transientes
Instalação vídeo, monocanal, estéreo, 17’08’’, 2025
Rogério Taveira
Resistência ou Estudos de Dinâmica de Corpos Transientes constrói-se como vídeo experimental que dá corpo à exposição homónima, concebido a partir de um processo dialógico de escuta e coautoria com as comunidades do Canal Caveira e do Lousal.
Este território, marcado por camadas estratificadas de extração e abandono, encarna uma presença espectral: resíduos materiais da industrialização mineira que persistem como vestígios intensivos, instaurando um campo de resistência ontológica onde o passado recusa ser aniquilado. A paisagem, a memória e o mito entram em tensão produtiva, compondo uma vibração contínua entre o visível e o latente, não como síntese conciliatória, mas como regime de fricção. Neste espaço, as camadas históricas, materiais e afetivas coexistem de forma irresolúvel, operando como agenciamentos dissonantes de resistência, em constante renegociação e ressignificação. As imagens convocadas não funcionam como registos documentais, mas como ativadores de um tempo espectral. Pinturas naturalistas, flores artificiais e fotografias de arquivo do início do século XX operam como fragmentos visuais em suspensão, oscilando entre o desejo de fixação e a instabilidade própria da matéria-tempo. Estruturado em quatro movimentos, o vídeo desenrola-se como um compósito de ritmos e intensidades, explorando possibilidades interrompidas, trajetórias não lineares e corpos transientes.
Estes corpos, singulares, coletivos e territoriais, recusam a linearidade das narrativas hegemónicas e abrem espaço para uma política do sensível que se afirma na fricção e na duração. Propõem uma estética da insistência. Resistir, neste contexto, não implica confronto direto, mas sim a capacidade de habitar os interstícios, persistir na margem, no inacabado, no que escapa à fixação. A revolução não se manifesta como rutura, mas como rotação, movimento contínuo, por vezes impercetível, mas profundamente transformador. Propõe-se, assim, uma prática sensível e política que questiona os modos de ver, ouvir e estar com o outro, num ensaio visual onde o que permanece em ruína também pulsa como potência.
Horário:
2ª a 6ª – 9h30/19h
sáb. – 10h/13h
feixe de temporalidades. tecer, tingir, moldar, gravar, ritmar
Jun 25 2025
06 > 30 JUNHO 2025 I CÂMARA MUNICIPAL DE ARRAIOLOS
Inaugura no dia 6 de junho, às 18h00, na Câmara Municipal de Arraiolos, a exposição internacional com a designação: Feixe de Temporalidades. Tecer, tingir, moldar, gravar, ritmar, no âmbito do evento “O Tapete está na Rua”. A exposição congrega cerca de 40 artistas (docentes e estudantes) de quatro instituições do ensino artístico superior, desdobrando-se num novo ciclo expositivo, em Outubro, no CITA, e transitando depois para Espanha, Polónia e Itália.
A exposição ficará patente até 30 de junho.
Também hoje, será lançado um livro com o mesmo título que integra ensaios de autores especializados na fenomenologia do tempo, designadamente Pedro Alves, Alexandra do Carmo, Emília Ferreira, António de Sousa Dias, Fernando Rosa Dias, e docentes de artes, portugueses e estrangeiros, que refletem sobre a temporalidade inerente aos atos criativos. Também se realizará, no dia 28 de junho, a propósito da temporalidade nas artes e na filosofia, um ciclo de Conferências, no Salão Nobre da Câmara de Arraiolos.
A realização do projeto e a coordenação do livro são do docente da FBAUL José Quaresma.
Excerto da Introdução do livro:
“Este projecto artístico, estético e fenomenológico tem como centro de irradiação a Vila de Arraiolos, transitando, sucessivamente, para Espanha (Granada), Polónia, (Lodz) e Itália (Bologna). A escolha de Arraiolos como lugar principal da sua manifestação, colhe a sua razão de ser na autenticidade, riqueza patrimonial e singularidade desta Vila do Alto Alentejo, por contraste com os grandes centros urbanos e a dromologia que os caracteriza, isto é, a precipitação dos ritmos e tempos de experiência da vida quotidiana. Simultaneamente a esta orientação, pretende-se realizar uma aproximação subtil ao tema “por vir” da Capital Europeia da Cultura em 2027: Évora e a questão do VAGAR.
Por estes motivos, propõe-se uma intensa reflexão artística e fenomenológica sobre a lenta formação da temporalidade para quatro modalidades artísticas e artesanais, mas também mitológicas e alquímicas: tecer, tingir, gravar, moldar.”
unidos venceremos! escultura pública participativa
Jun 25 2025
31 MAIO > 28 JUNHO 2025 I BIBLIOTECA E ARQUIVO MUNÍCIPIO DE GRÂNDOLA
Unidos Venceremos! Arte e Comunidade em Debate é uma iniciativa no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, promovida pelo município de Grândola, que explora a relação entre o passado e o presente do bairro SAAL Unidos Venceremos no Canal Caveira, e como a arte e o espaço público são o meio de mediação para valorizar a cidadania e fortalecer a democracia.
O projeto visa destacar a arte pública como prática socialmente comprometida e como ferramenta para enfrentar questões sociais, urbanas e ambientais que afectam particularmente a aldeia de Canal Caveira.
Através de processos de co-criação, reunindo uma equipa multidisciplinar de investigadores, alunos e artistas, os moradores tornam-se agentes ativos na transformação do seu próprio território, utilizando a arte como meio para expressar as suas preocupações, esperanças e visões para o futuro.
O projeto culmina na criação de uma obra de arte pública na aldeia de Canal Caveira, que servirá como símbolo da identidade local, da memória coletiva e da luta histórica da comunidade, ao mesmo tempo que reforça a importância da participação cidadã como meios de transformação social.
Núcleo de Biblioteca e Arquivo da FBAUL _ Plano de formação de utilizadores
Jun 25 2025
AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO: A BIBLIOTECA VAI À SALA DE AULA
Objetivos
Familiarizar os estudantes com as principais obras de referência da disciplina e apresentar sumariamente os recursos e as formas de pesquisa disponíveis na Biblioteca da FBAUL.
Formadores
Joana Mateus, Maria João Albergaria, Pedro Gaurim
Público Alvo
Exclusivo para alunos ou ex-alunos da FBAUL
Calendarização
Mediante solicitação de agendamento de dia e hora, por professor da FBAUL, para o email coordenacao.biblioteca@belasartes.ulisboa.pt
Duração
A definir pelo professor
Modalidade
Presencial, a decorrer em aula
Propina
Gratuito e não requer inscrição por parte dos alunos
Curso Livre de Formação de Utilizadores: Pesquisar e organizar a informação em Bibliotecas e Arquivos
Objetivos
No âmbito da Literacia da Informação, dotar os estudantes de conhecimentos básicos de Documentação e Informação em Bibliotecas e Arquivos, em particular, no âmbito dos estudos em Belas Artes, Conservação e restauro, Design, História da Arte, Museologia e Património, necessários ao desenvolvimento de competências académicas no Ensino Superior.
Formadores
Joana Mateus, Maria João Albergaria, Pedro Gaurim
Público Alvo
Exclusivo para alunos ou ex-alunos da FBAUL
Calendarização
Sessões: 27 de março ou 7 de abril ou 12 maio ou 30 junho de 2025 | 10h00-11h30
Inscrições:
Inscrição individual dos alunos na sessão escolhida – faça a sua inscrição na Plataforma Fenix AQUI
Pedido de agendamento por docentes para turmas através do email coordenacao.biblioteca@belasartes.ulisboa.pt
Propina
Gratuito
Local
Sala 4.06 (junto da Biblioteca da FBAUL)
Número máximo participantes por sessão
25
Consulte o Programa
Ação de Formação: Como utilizar o SIIC e DOI
Objetivos
Dotar professores e investigadores da FBAUL de utilizar o Sistema de Investigação Científica da Universidade de Lisboa (SIIC), ativo desde 5 de março de 2025, para o preenchimento e divulgação da sua produção científica; divulgar a utilização do DOI na produção de publicações digitais.
Formadores
Helena Saramago, Joana Mateus, Pedro Gaurim
Público Alvo
Exclusivo para professores e investigadores da FBAUL
Calendarização
9 de abril de 2025 | 12h00-14h00
Inscrições
Faça a sua inscrição na Plataforma Fenix AQUI
Propina
Gratuito
Local
Sala 4.06 (junto da Biblioteca da FBAUL)
Número máximo participantes
60
re_memorar — encontros entre arte e psicologia
Jun 25 2025
14 > 28 JUNHO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 14 de junho, às 19h00, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes, a exposição Re_Memorar — Encontros entre Arte e Psicologia, que ficará patente até 28 de junho.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Artistas: Ângela Fonseca; Arminda Leite; Carolina Mendonça; Conchita Calvo; Inês Quitério; Tomás Serrão
Alunos de Psicologia: Gabriel Galante; Raquel Santos; Maria Eduarda Dourado; Leonor Marques; Catarina Martins
O projeto insere-se no contexto de uma investigação doutoral na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Málaga, cujo foco principal é a exploração da neuropsicologia da memória como fonte de inspiração na arte contemporânea.
No âmbito desta investigação, realizou-se uma estadia na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, onde se desenvolveu um projeto de curadoria que promove a colaboração entre estudantes de Belas Artes e Psicologia. O projeto iniciou-se com uma apresentação dirigida aos estudantes de Belas Artes, na qual se partilhou a obra artística e se explicou como esta se inspira em conceitos neuropsicológicos relacionados com a memória.
Posteriormente, realizou-se uma palestra semelhante para os estudantes do mestrado em Psicologia. Estas sessões iniciais serviram para introduzir as bases teóricas e artísticas do projeto, bem como para recrutar voluntários interessados em participar. Após a formação de equipas compostas por estudantes de ambas as faculdades, realizaram-se reuniões colaborativas onde se partilharam ideias, perspetivas e conhecimentos.
Este intercâmbio interdisciplinar resultou na criação conjunta de obras que refletem aspetos tanto artísticos como psicológicos relacionados com a memória. As peças produzidas estão programadas para serem expostas em junho do presente ano. Este projeto segue a linha de um trabalho anterior realizado na Universidade de Málaga (UMA), onde também se promoveu uma colaboração interdisciplinar entre estudantes. A experiência prévia permitiu aperfeiçoar a abordagem metodológica e fomentar uma interação enriquecedora entre disciplinas aparentemente distantes, mas profundamente conectadas.
fauna e flora /// condição humana
Jun 25 2025
16 > 29 JUNHO 2025 I PALÁCIO DO ALEGRETE
Fauna e Flora e a Condição Humana são duas exposições que agrupam o trabalho dos alunos finalistas da Licenciatura de Escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa no biénio 2024/2025.
Condição Humana – folha de sala
A exposição Fauna e Flora inaugura no dia 23 de junho e ficará patente até 22 de junho, a exposição seguinte, Condição Humana, inaugura no dia 23 de junho e fica patente até 29 de junho.
O Palácio do Marquês do Alegrete, também conhecido como Quinta Alegre, é um espaço cultural com excelentes condições para o desenvolvimento de um projecto de escultura integrada — a arte em diálogo com a arquitectura e a sua história. Um lugar com qualidades únicas para esta mostra, não só por o palácio beneficiar de uma implantação privilegiada que oferece ao observador uma abertura à paisagem muito particular na cidade de Lisboa, um lugar onde ainda se reconhecem os jardins, o pomar, a horta e a mata, características de organização de quinta de recreio do século XVIII nos arrabaldes de Lisboa, mas também porque hoje esta quinta é um refúgio para a afirmação da plena cidadania numa área urbana complexa e desqualificada pelo processo de urbanização informal da segunda metade do século XX.
entrega dos prémios científicos universidade de lisboa / caixa geral de depósitos 2025
Jun 25 2025
25 JUNHO 2025 > 17H30 I PAVILHÃO DE PORTUGAL
No dia 25 de junho de 2025, às 17h30, teve lugar, no Centro de Congressos do Pavilhão de Portugal, a Cerimónia de entrega dos Prémios Científicos Universidade de Lisboa/Caixa Geral de Depósitos 2025.
Os Prémios Científicos Universidade de Lisboa/Caixa Geral de Depósitos, constituídos por um incentivo para a investigação no valor de 6.500€, visam premiar a atividade de investigação científica e a publicação internacional de elevada qualidade e impacto.
A Cerimónia foi precedida pelas Jornadas Científicas da Universidade de Lisboa, dedicadas ao tema “ULisboa no Espaço Europeu de Investigação: Construir Carreiras Atrativas, Fortalecer Instituições”.
xma25 cross media arts 2025
Jun 17 2025 
ABSTRACT SUBMISSION 30 NOVEMBER 2024
16 > 18 JUNE 2025 I LAGOA HENRIQUES AUDITORIUM
XMA25 explores the synergy between artistic fields and social issues through transformative and collaborative approaches. By integrating a variety of procedures and strategies, the conference focuses on creative processes designed for the common good.
At its core, XMA25 values a practice that transcends disciplinary boundaries, fostering a deep understanding and expertise through shared insights, principles, and practices within a dynamic network of relationships and interactions. This network, or assemblage, constitutes a complex and dynamic whole, created by the interaction of diverse components, both human and non-human, generating new functions and realities. Unlike traditional structures, an assemblage is fluid, multifaceted, and constantly evolving (Deleuze & Guattari, 1987).
XMA25 challenges its speakers to adopt assemblage thinking, exploring the interconnections between elements and demonstrating how these links can be harnessed for creative purposes. This perspective aims to collaboratively engage stakeholders, creatives, makers, and communities in developing innovative proposals to address contemporary social challenges.
A book edited by the conference organisers will be launched during the conference days at the National Museum of Contemporary Art. It will be available in both print and open-access digital versions.
The book Cross Media Arts 2025 will include the articles presented by participants in the conference sessions. This publication will also feature a special section for the keynote speakers and the moderator, who are invited to write an article.
a designer at the end of….
Jun 15 2025
24 JUNHO 2025 > 10H/19H I SALA 4.05
Mostra Design de Comunicação VI – alunos finalistas 2024/25
A expressão “A designer at the end of…” – título desta mostra informal e do projecto desenvolvido pelos alunos na disciplina de Design de Comunicação VI – pode ser entendida como uma revisitação da retórica pós-modernista de declaração do “fim de tudo”. Usada enquanto reconhecimento de profundas mudanças em curso, não necessariamente terminais ou dramáticas, podemos ainda entender o “fim de tudo” enquanto estratégia de comunicação eficaz – porque mediática –, para a validação de um novo “pós-qualquer-coisa”.
Nesta prática que também é uma disciplina e que também é profissão difícil de definir, no último semestre de uma licenciatura, apontámos o dedo ao designer, como alvo colateral aparentemente mais tangível. Afinal, como se posiciona este sujeito perante as forças sociais, culturais, políticas e económicas que moldam e definem aquilo que estuda e pratica? Como se prepara ele para enfrentar estes vários fins? E como se prepara um estudante finalista para ocupar esse lugar?
Tendo por mote um conjunto de palavras que funcionam como variações à conclusão da frase “A Designer at the End of…”, os alunos posicionaram-se perante as problemáticas actuais da cultura da disciplina (equacionando como ambicionam participar nestas e em que moldes), sem se alhear do papel do designer enquanto cidadão de um mundo em crise, repleto de “fins” com vários tempos, geografias e expressões, entre optimismos e pessimismos vários. No fundo, procurou-se projectar em torno de uma ideia de futuro, nomeadamente aquele que já se antevê e reconhece no final de uma licenciatura.
a fachada transparente, 2ª parte — fran siegel
Jun 15 2025
26 JUNHO 2025 > 11H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Realiza-se no 26 de junho, pelas 11h00, no Auditório Lagoa Henriques da Faculdade de Belas-Artes, a conferência A Fachada Transparente, 2ª parte – Connections Between Azulejos and Botanical Gardens I Discussion of Creative Research Methodologies por Fran Siegel, bolseira da Fundação Fulbright (EUA), Professora de Desenho e Pintura nos últimos 22 anos na School of Art at California State University.
Conferência promovida pelo VICARTE.
A entrada é livre.
Os desenhos e instalações de Fran Siegel envolvem pesquisas baseadas na localização que atravessam a paisagem, a cultura e a materialidade. O seu trabalho está em inúmeras coleções permanentes, incluindo LACMA, MOCA, The Morgan Library e Yale University (onde obteve o seu mestrado). As inúmeras bolsas de residência internacional de Siegel incluem uma Fulbright para o Brasil, a representação dos EUA na Bienal de Cuenca, no Equador, e a inclusão em duas iniciativas de investigação Getty Pacific Standard Time, resultando numa exposição individual de 2017 no Fowler Museum da UCLA, e “Transformative Currents”, a exposição de 2024 que inclui a sua instalação de quatro locais de restauração de zonas húmidas do sul da Califórnia no Oceanside Museum of Art. Siegel recebeu este segundo Fulbright para Portugal em 2025 para trabalhar com o Museu Nacional do Azulejo e Belas Artes. O seu mural permanente de azulejos para a estação La Brea e Wilshire do metro de Los Angeles está programado para ser inaugurado em 2025. Siegel é representado pela Wilding Cran Gallery em Los Angeles e recebeu uma bolsa individual de artista da cidade de Los Angeles e da California Community Foundation. Lecionou Desenho e Pintura nos últimos 22 anos na Escola de Arte da Universidade Estadual da Califórnia, nos arredores de Los Angeles.
DxD Open 2025: Apresentação de projetos da Pós-Graduação em Digital Experience Design (PG-DXD)
Jun 15 2025 
25 JUNHO 2025 > 18H30 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
O DxD Open 2025 é um evento aberto e presencial, no qual os alunos finalistas da pós-graduação em Digital Experience Design irão apresentar quatro produtos digitais, desenvolvidos em resposta a um conjunto de problemas identificados. O evento irá ocorrer no dia 25 de junho, a partir das 18h30, no Auditório Lagoa Henriques da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Este evento é uma excelente oportunidade para:
- Empresas e recrutadores tomarem contacto com novos talentos no domínio do design de produto digital (i.e. product designers, UX/UI designers, UX researchers, front-end developers, etc.);
- Estudantes, docentes e potenciais candidatos ao curso terem uma noção mais concreta das metodologias utilizadas e do tipo de projetos desenvolvidos;
- Profissionais da área efetuarem networking com os alunos, empresas e outros profissionais que marcarão presença no evento.
Um pouco sobre o curso:
A Pós-Graduação em Digital Experience Design da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, fundada em 2015, é um curso intensivo com a duração de 1 ano, focado no desenvolvimento de produtos e serviços digitais. Ao longo dos seus sete anos de existência já formou cerca de 150 profissionais, que têm visto o seu investimento recompensado com uma elevada taxa de empregabilidade e com salários acima da média.
Por entre os empregadores dos nossos ex-alunos encontram-se empresas do ramo tecnológico (e.g. Nokia, Farfetch, Talkdesk, OutSystems, Revolut, N26, Glovo, Remote.com, SAP, Siemens, OLX Group, Codacy, Defined.ai); automóvel (e.g. Grupo Volkswagen, Mercedes-Benz.io, CriticalTechWorks — Grupo BMW); banca (e.g. Caixa Geral de Depósitos, ActivoBank, Millenium BCP, Santander, Novo Banco, Banco Atlântico); consultadoria (e.g. Deloitte, KPMG, Ernst & Young — EY); media (e.g. Público, Observador); telecomunicações (e.g. Vodafone); seguros (e.g. Grupo Ageas); retalho (e.g. Worten, FNAC); design e de publicidade (e.g. McCann, WYgroup — Bliss Applications, By —, Pixelmatters).
Juntem-se a nós no dia 25 de junho para perceberem porquê.
Mais informação sobre o curso: dxd.belasartes.ulisboa.pt
Podcast com mais detalhes sobre o curso: https://open.spotify.com/episode/1VN2VkS8mx92MZjiQ1CQYo
funk: ecos anti-coloniais na curadoria — palestra de jean carlos azuos
Jun 15 2025 
23 JUNHO 2025 > 19H00 I GRANDE AUDITÓRIO
Nesta palestra especial, Jean Carlos Azuos (Brasil, 1993) compartilha sua trajetória e lança a pergunta: “O que a curadoria tem a nos dizer?” Em foco, sua atuação como curador na Escola Livre de Artes – ELÃ (Galpão Bela Maré), além de seus textos e projetos curatoriais, com ênfase na pesquisa para a exposição Funk: um grito de ousadia e liberdade (2023), apresentada com grande repercussão no Museu de Arte do Rio (MAR), onde atua como curador assistente. A mostra segue em itinerância e tem inauguração prevista para 21 de junho de 2025, na cidade de Lille, França. A exposição propõe um mergulho na história do funk, destacando seus sons, tecnologias e processos de reinvenção contínua.
Na palestra, Azuos abordará as práticas curatoriais anticoloniais que fundamentam seu trabalho, refletindo sobre o funk como uma manifestação cultural e política. A partir de uma perspectiva crítica e engajada, discutirá como uma curadoria comprometida com a escuta, o pertencimento e a subversão de hierarquias historicamente excludentes pode abrir caminhos para novos modos pensar as artes.
18ª edição gab-a galerias abertas das belas-artes
Jun 06 2025 
6, 7 e 8 de JUNHO 2024 > FBAUL ABERTA AO PÚBLICO
Durante o fim de semana de 6, 7 e 8 de JUNHO de 2025 a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa vai acolher a 18ª edição das GAB-A / Galerias Abertas das Belas-Artes.
Entrada livre
Horário:
6 de junho – 18h-20h
7 e 8 de junho – 14h-20h
Este evento é passível de ser fotografado, filmado e posteriormente divulgado publicamente.
As GAB-A são, simultaneamente, um fórum de discussão e mostra de jovens artistas, de produtos de investigação artística e de obras em contexto de ensino superior artístico público, integradas no espaço físico onde são pensadas e produzidas. Não é uma exposição numa galeria, museu ou centro cultural. É a abertura dos espaços de trabalho e de investigação artística que a Faculdade de Belas-Artes encerra, num espírito de ateliê aberto.
As GAB-A são um evento de partilha aberto ao público, cujo sucesso depende da vontade dxs seus/suas participantes e das suas ambições. É um espaço informal, pontuado pela presença de jovens criadores. Um fórum / feira, onde se ensaiam questões pragmáticas como o contacto com o mercado artístico; a constituição de grupos e/ou de projetos ou a definição de estratégias para ações futuras. É um momento que se alicerça na troca de experiências, na aprendizagem e na aplicação de conhecimentos.
Nesta edição, o Pop-up de vendas decorrerá dia 5 de junho. O objetivo é proporcionar às vertentes artísticas em questão um espaço democrático, afeto ao propósito da venda, de maneira a que este não interfira com o bom funcionamento das GA-BA. Quando falamos de local de vendas, falamos de um espaço onde xs alunxs terão a oportunidade de comercializar o seu merchandising como stickers, brincos, cerâmicas utilitárias, etc. Nos dias 6, 7 e 8 de junho, durante a mostra dos trabalhos, xs alunxs terão a oportunidade de apresentar os seus trabalhos e projetos artísticos desenvolvidos ao longo dos semestres, sendo também estes passíveis de serem vendidos.
Nas GAB-A não há seleção de obras nem de participantes por qualquer entidade que não o próprio autor. Dá-se, assim, a possibilidade a cada estudante de testar a sua capacidade de decisão, de autocrítica e de autonomia. Todxs xs alunxs são convidadxs a participar. As GA-BA procuram criar um ambiente de fórum de arte contemporânea, no centro da sua origem (o próprio local de aprendizagem e de investigação), o que propicia a elaboração de questões sobre a arte e o papel que esta desempenha no mundo. Nas GA-BA estabelecem-se pontes entre todos os ciclos de ensino. Ao lado de um licenciando, podemos encontrar um mestrando ou um doutorando.
Estão convidados a participar todxs xs alunxs da Faculdade de Belas-Artes de todos os cursos e de todos os ciclos de estudos.
Os formulários para inscrição nas diferentes vertentes, encontram-se no LINK e na descrição do Instagram das GAB-A (@galeriasabertas2025).
workshop “acessibilidade digital na prática”
Jun 05 202511 JUNHO 2025 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Na próxima quarta-feira, 11 de junho, a Pós-Graduação em Digital Experience Design organiza o workshop Acessibilidade Digital na Prática, uma sessão aberta dedicada a designers, estudantes e profissionais interessados em tornar os seus produtos e serviços digitais mais inclusivos.
Com a crescente visibilidade da acessibilidade como fator essencial no design digital, torna-se fundamental compreender não só os requisitos legais, mas também os impactos práticos no desenvolvimento de produtos.
O workshop será conduzido por Bruno Figueiredo, fundador e curador da conferência internacional UXLx – User Experience Lisbon, que irá abordar os seguintes temas:
• O Selo de Usabilidade e Acessibilidade e o European Accessibility Act
• Obrigações legais e consequências para designers e equipas de produto
• Diferenças regionais na aplicação da nova legislação
• Tipos de impedimento e respetivas implicações no design
• Boas práticas e técnicas para melhorar a acessibilidade digital
• Métodos de verificação e validação
• Integração da acessibilidade no processo de design digital
A sessão terá lugar no Auditório Lagoa Henriques, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, com início às 18h30.
Entrada livre.
heritales awards – international heritage film festival
Jun 05 2025
05 > 08 JUNHO 2025 I ALMADA
Inaugurou no dia 7 de maio na Biblioteca da Universidade Nova de Lisboa, Campus de Caparica, 2829-516 Caparica a exposição dos troféus realizados por alunas e alunos do Mestrado de Ciência e Arte do Vidro e da Cerâmica VICARTE (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa) para atribuir aos vencedores do Festival Heritales – International Heritage Film Festival. A exposição conta com a curadoria da professora Helena Elias (FBAUL-VICARTE), da professora Marta Castelo (FBAUL-VICARTE) e do professor Fernando Quintas (FBAUL-VICARTE).
As peças artísticas da VI edição do Festival Heritales, 2024-2025, estão dedicadas ao lema o “Papel da paz na comunidades sustentáveis”, que conta com o apoio da Cátedra UNESCO Educação Para a Paz Global Sustentável da Universidade de Lisboa. São da autoria da Vera Andrade, Miranda Winter, Kasia Lendzion e do Igor Minin, jovens artistas do Mestrado de Ciência e Arte do Vidro e da Cerâmica VICARTE (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa).
A mostra inclui ainda várias esculturas dos prémios atribuídos para o festival de 2022, visto a circunstância especial do período de confinamento da SARs-Covid não ter permitido que alguns dos troféus chegassem aos respetivos autores premiados.
O Heritales – VI International Heritage Film Festival realiza-se nos dias 5, 6, 7 e 8 de junho, com a atribuição dos troféus no dia 6 de junho, às 17h00, na Biblioteca da FCT-NOVA.
5 junho: Centro Cultural Fernades Mendes Pinto
6 junho: FCT-Nova Library Monte da Caprica
7 junho: Biblioteca Municipal de Almada
8 junho: Jardim do Castelo de Almada
renature
Jun 04 2025
JUNE 2025, 2ND > 6TH I ROOM 4.20
ReNature is an exhibition by Master for Sustainability students from FBAUL, that aims to raise awareness and inspire innovation using the mycelium-based biomaterial (mushroom root). It features experiencing the material, idea sharing, and the “Grow Your Design” contest, inviting all students to explore and address ecological and design challenges.
모름 / Morum
Jun 04 2025
02ND > 6TH JUNE 2025 I BELAS-ARTES CISTERN
A group of Korean artists living in Portugal set out to bring their works together in an exhibition. From this shared diasporic condition — a common origin, a shared destination — the exhibition 모름 / Morum arises as an opportunity to experiment with plays of proximity and distance, to seek echoes and divergences. What persists from their origin? And how does the place they now inhabit shape their artistic expression? Bringing together distinct methodologies, materialities, and concerns, this exhibition presents works that, in some cases, renew the Korean craft tradition, and in others, explore contemporary visual languages. In common, these works question fixed notions of identity and affirm geographic and cultural displacement as a generative movement — one that produces meaning. Rather than proposing definitive answers, the exhibition offers a visual dialogue in which identity asserts itself as a constant becoming: a fluid, hybrid movement.
Although we live in increasingly globalized — and thus homogenized — societies, it is still possible to find certain cultural specificities that act as points of resistance. The thread that guides this exhibition is the concept of Morum (모름). Unlike contemporary European languages, where terms such as “ignorance” (from Latin ignorantia) or “unknowing” are formed through negation — in- and gnarus, un- and knowing — Korean language offers positive, self-contained terms like Morum (모름) and the conjugations of the verb 모르다 (“to not know”). Here, not-knowing is affirmed as a dynamic state: an opening toward the unknown, a fertile ground for possibilities yet to be imagined. In the mythology of European rationalism, not-knowing came to be seen as a provisional deficiency — a temporary failure to be overcome by the advance of reason. This philosophical, scientific, and cultural revolution sought to banish the darkness of ignorance, believing that sooner or later the lights of Enlightenment would dispel the unknown. If the Enlightenment inaugurated a universalizing logic in which all things must be known, in the Korean language the dignity of not-knowing endures — a natural, honorable, and even elevated state of being.
Lu.Co — the Group of Korean Artists in Portugal — aims to create a platform for support, exchange, and dialogue among Korean artists living in Portugal, promoting new perspectives on Korean culture with a particular focus on contemporary art and traditional crafts. This first exhibition presents works by Cho Sejin, Choi Kyeong Hwa, Chung Sun Kyung, Hyun Sujin, Jiôn Kiim, Kim Hana, Bae Gongju, and Summer Cho. This initiative is supported by the Embassy of the Republic of Korea in Portugal, the Overseas Koreans Agency, and the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon.
Eleições para Presidente da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Jun 03 2025Nos termos do artigo 75° dos Estatutos da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, publicados em Diário da República, 2.ª série n.º5 de 8 de Janeiro de 2021, procede-se ao anúncio público da abertura do prazo para apresentação de candidaturas a Presidente da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
O calendário para a eleição do Presidente é o seguinte:
- Edital de anúncio público de abertura de candidaturas – 30 de abril de 2025
- Apresentação de candidaturas – de 2 de maio de 2025 até às 17h:00m de 21 de maio de 2025
- Período de verificação das candidaturas – de 22 de maio de 2025 até às 17h:00m de 23 de maio de 2025
- Edital de anúncio dos candidatos admitidos – 26 de maio de 2025
- Período de campanha eleitoral – 27 de maio a 4 de junho de 2025
- Audições Públicas – 5 de junho de 2025
- Eleição – 5 de junho de 2025
As candidaturas são dirigidas, em suporte digital, ao Presidente do Conselho de Escola e enviadas para o endereço eletrónico presidenteconselhoescola@belasartes.ulisboa.pt até ao termo do prazo acima fixado.
6ª bienal de arte gaia homenageia lagoa henriques
Jun 01 2025
05 ABRIL > 12 JULHO 2025 I QUINTA DA FIAÇAO DE LEVER
O Mestre, Escultor, Professor Lagoa Henriques é o artista homenageado este ano na Bienal de Gaia que decorre entre 5 de abril e 12 de julho.
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa participa na Bienal com desenhos e esculturas, obras do espólio do artista, que vão estar em exposição.
A 6.ª edição da Bienal Internacional Arte de Gaia vai decorrer entre 5 de abril e 12 de julho, com 51 exposições (25 coletivas e 26 individuais) e a participação de mais de 250 artistas. Logo na abertura da iniciativa, o médico e investigador português Manuel Sobrinho Simões, atual diretor do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), vai fazer uma intervenção sobre “ciência, cancro e arte”. O encerramento, por sua vez, terá uma exposição coletiva na Reitoria da Universidade do Porto, denominada “Gabinete de Curiosidades/Museu de Causas”. Lagoa Henriques será o artista homenageado nesta edição, com uma exposição com dezenas de desenhos e esculturas.
Destaque ainda para a exposição coletiva “A Comemoração dos 50 anos de Abril de 1974 vai às Escolas”, que vai contar com trabalhos de vários alunos e a exposição coletiva de 40 cartoonistas de vários países no âmbito do Porto Cartoon – World Festival. Haverá também exposição de livros de artistas, com 11 exposições individuais e uma coletiva, designadamente com livros dos escritores Valter Hugo Mãe, Rui da Graça, Nazaré Álvares, Celeste Ferreira e Miguel Carvalho.
A Bienal vai ter várias outras exposições coletivas como “Bandeiras pela Paz”, pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, ou uma com trabalhos de artistas portugueses e espanhóis. Também fazem parte da programação tertúlias, residências artísticas e a exposição coletiva Concurso Internacional, com a atribuição do Grande Prémio da Bienal da Câmara Municipal de Gaia, em que concorreram 162 artistas.
“gentrificación”, una exposión con obras de estudiantes de arte de salamanca, lisboa y oslo
Jun 01 2025 
08 MAIO > 08 JUNHO 2025 I DA2 DOMUS ARTIUM 2002, SALAMANCA
Gentrificación
El depredador en el laboratorio de Arte
Esta exposición muestra los resultados de la investigación artística promovida por el proyecto Erasmus BIP, “Estrategias de proyección internacional en estudiantes de arte”, en el que participan la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Lisboa y la Academia Nacional de Bellas Artes de Oslo. El proyecto busca insertar al alumnado del campo de las artes en el desarrollo y la difusión profesional de su propia obra artística, ampliando así su formación. Y lo hace desde un contexto que potencia las relaciones internacionales.
Como tema generador se aborda el concepto de gentrificación. El término es utilizado por primera vez por Ruth Glass en 1964 para referirse el cambio residencial de la población de clase media a las antiguas áreas de clase baja de Londres (Gonçalves, 2009). Su surgimiento se remonta a la reconstrucción urbana que necesitaron las ciudades de posguerra del mundo capitalista avanzado e incluso podemos encontrar precursores modernos como Charles Baudelaire en su famoso poema, “Los ojos de los pobres”, que envuelve una narrativa proto-gentrificación dentro de un poema de amor y distanciamiento (Smith, 2015). La historia de la gentrificación es breve y esta cargada de contradicciones, desde finales de la década de 1950 y comienzos de la de 1960, de Sydney a Hamburgo, de Toronto a Tokio, activistas, inquilinos y personas corrientes ya sabían exactamente qué era la gentrificación y cómo afectaba a su vida cotidiana; sin embargo, medios de comunicación como el New York Times a mediados de los años 80 estaban ocupados por solicitudes a favor de la gentrificación. Muchos se vieron atraídos por el aparente optimismo de la gentrificación en el sentido de modernización, renovación y limpieza. El lenguaje de la gentrificación resultaba (quizás, resulta) irresistible para determinados sectores de la población. Para los críticos pronto se descubrió como parte fundamental del proceso que conlleva el fenómeno de desarrollo desigual que promueve la globalización financiera. La gentrificación se ha construido como un concepto polémico en el ámbito de los estudios urbanos, pero a pesar de sus consecuencias negativas para la población desplazada, es difícil negar que la gentrificación, también genera recursos y crea demandas por nuevos servicios en una ciudad consolidada. Podemos encontrar casos en los que las ventajas económicas de la gentrificación se han utilizado en beneficio del resto de la ciudad, pero lo cierto es que, a día de hoy, la mayoría de las veces, se detecta la gentrificación como una forma de segregación y exclusión social que destruye la identidad, la diversidad y la memoria de los barrios, viola el derecho a la vivienda y a la ciudad y genera conflictos.
Úrsula Martín Asensio
how’s the surf?
May 29 2025
MAY 28 > JUNE 03, 2025 I AUDITORIUM ATRIUM
Exhibition opening is on 28 th of May, 18:00 o’clock. The artist will be present. Markéta Zdeňková (Czech Republic) will give a short concert.
The exhibition how’s the surf in the auditorium atrium of Faculdade de Belas-Artes of Universidade de Lisboa starts within the artist’s body. Angelika Wienerroither paints how she feels while surfing the waves of Costa da Caparica, the waves of the Atlantic Ocean. Like the memories of her body — which are revisited, changing and layered like sediments —sheets of transparent paper are placed on top of each other, showing lines of ink. The blue ink is also used to colour sheets of raw paper, torn at the edges. The ink was diluted, the sheets painted over and over again.
The artists practice relates to autotheory, a term coined by Lauren Fournier in 2022. Autotheory means theorising through her own body, through her existence in this world in relation to existing theory. Her experience, her thoughts, her feelings are relevant – and where she is situated. As what she thinks depends on her position, her art changes when she is close to the sea. Angelika Wienerroither has chosen to paint on the pier, hearing the waves, breathing the salty air. She has to check the weather forecast — as she does for the surf — but she still gets caught in the rain, the wind blowing the paper over, the tide pushing in and flooding the pier. Her work is made by nature, not separated by it.
Angelika Wienerroither uses a gesture of calligraphy to paint her works. Her brushes are mounted on wooden sticks, the paper lies on the floor. She paints standing, developing a language for the feeling on the top of the wave, in perfect balance.
Angelika Wienerroither is a visual artist and writer from Austria. Her art and research oscillate around fluidity: she is drawn in by the not-yet-become, the metamorphosing, the not fixed. Her exhibitions and lectures create an open space for thinking; she gives impulses but doesn’t have the answers. Central in her practice is autotheory and the I: the knowledge of her body, her experience, her thinking and her memories are relevant. She theorises through her being in this world.
Currently, she is researching for her PhD at Kunstuniversität Linz what happens when she regards the world from a ship. She has studied painting and photography at Mozarteum University Salzburg, sociology at Karl-Franzens-University Graz, International Business at FH Joanneum Graz. She has exhibited internationally in galleries, museums and in abandoned buildings, e.g. the Austrian Cultural Forum Zagreb, the Museum of Modern Art Salzburg, Leopold Museum Vienna and an old worker’s house of a mill. Her exhibitions are walk-in utopias, a lived daydream; everything could still change.
equação pessoal – exposição de maria máximo
May 27 2025
08 MAIO > O1 JUNHO 2025 I MUSEU NACIONAL HISTÓRIA NATURAL E CIÊNCIA
Inaugura no dia 8 de maio, às 18h00, no Laboratório de Química Analítica do Museu Nacional de História Natural e ciência e exposição Equação Pessoal de Maria Máximo, com curadoria de Sofia Marçal.
Ao trazer a Ciência para o centro da narrativa artística, esta exposição procura desafiar as fronteiras convencionais, convidando o espectador a observar de perto a experimentação e interligação entre o corpo e a matéria.
Doutoramento em Saúde Planetária da Universidade de Lisboa – 2ª fase de candidaturas
May 26 2025
SEGUNDA FASE DE CANDIDATURAS 12 MAIO > 06 JUNHO 2025
O novo Doutoramento em Saúde Planetária da Universidade de Lisboa tem início já em outubro de 2025. Este Doutoramento vai abordar os desafios globais mais críticos na intersecção das ciências da saúde, ambientais, sociais e políticas, a nível local, regional e planetário, essenciais para o conceito de saúde planetária. Neste Doutoramento os estudantes vão poder desenvolver soluções e aplicá-las em laboratório ou em ambientes virtuais através de trabalho de equipa colaborativo.
O programa envolve as 18 Escolas da Universidade de Lisboa e os docentes e orientadores de tese são especialistas de várias áreas e sectores, académicos e não académicos, empenhados em promover um ambiente propício à investigação de elevada qualidade e impacto.
Objetivos – Promoção de soluções para a saúde planetária.
Foco – Perspetiva holística e transdisciplinar.
Modelo de Impacto –Orientado para as soluções e colaborativo.
Especialidades – Seis áreas de especialização, no final do primeiro ano.
Público-Alvo – Candidatos a peritos em saúde mundial.
Candidaturas
2.ª fase – 12 de maio a 6 de junho de 2025
Assista ao vídeo para ficar a conhecer o Doutoramento em Saúde Planetária.
Junte-se a nós neste passo em direção à inovação e à ação concreta para um planeta mais saudável!
Curso de Serigrafia com o designer Bernardo Berga
May 23 2025
28 MAIO 2025 | 9H00 > 12H00 OU 14h00 > 17H00 | SALA DE SERIGRAFIA
No dia 28 de maio realiza-se na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, um Curso de Serigrafia com o designer Bernardo Berga, alumni desta faculdade e autor do poster da LDW’25 e com gavador Paulo Lourenço, monitor e impressor da FBAUL.
Público-Alvo
Todos os interessados no processo de serigrafia.
Horário
Dia 28 de maio
9H00 > 12H00
ou
14h00 > 17H00
INSCRIÇÕES COMPLETAS E JÁ ENCERRADAS
Vagas
Máximo 15 pessoas no horário da manhã e 15 de tarde.
Certificados
Os participantes receberão certificado de participação após confirmação de presença nos dois dias de formação.
echoes in motion: traces through performance – vítor cavalheiro exhibition
May 22 2025
06TH > 27TH MAY 2025 I BELAS-ARTES GALLERY
Echoes in Motion stems from a visual investigation into gesture, trace, and the memory of performance.
In this series, titled Oscillation, the artist explores the lenticular technique — a near-forgotten process that overlays multiple images onto a single surface, manipulating perception through small lenses that respond to the viewer’s movement. Lenticularity, with its micro-lenses that fragment and recompose light, is employed here not only as an aesthetic tool but as a concept: to multiply the image, suspend time, fragment the instant, and render it tangible — an object.
The photographs, captured in an intentionally spontaneous and almost anti-technical manner, result in blurs, overlaps, and visual abstractions that resist immediate interpretation. This formal “imperfection” draws closer to the raw truth of live experience, where chaos and the body speak louder than clarity. Rather than documenting, these images seek to dissolve the figurative almost to the point of disappearance, only to rediscover, in the patches of light, the sensory memory of sound, vibration, and crowd.
The series explores ways of translating the ephemeral energy of the stage into a visual object — unique and dynamic — an image that does not settle but, like sound, oscillates and transforms depending on the viewer’s movement. As the viewer moves before the images, they activate the transformation: the scenes gain depth, they vibrate. This metamorphosis is not merely technical — it is emotional. The performance is summoned once more, like an echo in loop, becoming tangible even offstage, establishing a parallel between the viewer observing the work and the one witnessing the live act.
Through this project emerges a convergence of analogue and digital processes, driven by a fascination with almost obsolete visual technologies intertwined with the artist’s affective memory — he revives the visual language of the 1990s — nostalgic like the Tazos of our childhoods — which reappears here as a visual and tactile echo, merged with an old passion: live music. This nostalgic element is not decorative, but operative: it speaks of a visual language that was once popular, physical, playful — and is now recontextualised to capture the intense, physical tremor of live concerts, in this case, of the band MAQUINA. It is not merely about portraying the band, but about giving form to movement, prolonging it through a technique that, like performance itself, thrives on transformation and presence.
This exhibition aims to make the visceral energy of the band’s concerts resonate as though each piece were a visual encore. These images capture the raw intensity of three of the band’s live shows during 2024. It is the personal and artistic connection with the band — and above all, the frenzied, hypnotic nature of their performances — that makes this collaboration inevitable.
Echoes in Motion transforms photography into a performative extension: each piece is not just a representation, but an active trace, an artefact in continual mutation. An echo in the form of a blur that insists on continuing to oscillate. Each image is an object. Rather than documenting, these photographs embody. They are presence that reverberates. Movement that endures.
Sofia Tudela
Cemitério Indígena: Movimentos ao Autoexílio Kaiowá e Guarani
May 22 2025
08 > 27 MAIO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 8 de maio, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes a exposição Cemitério Indígena: Movimentos ao Autoexílio Kaiowá e Guarani de Letícia Larín e obras em colaboração com Kunhã Ysapy, Elle Souza, Cajetano Vera e Nelson Ávila.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Exposição com peças desenvolvidas junto a um aprofundamento nas cosmovisões originárias Kaiowá e Guarani, durante a investigação de doutoramento em escultura da artista. Esses povos vivem num território ancestral, atualmente dominado pelo agronegócio, no estado de Mato Grosso do Sul, Brasil. Na condição de estrangeiras em sua própria terra, essas culturas lutam com as próprias vidas para se “autoexilarem” com vistas a existirem segundo o seu próprio modo, o teko porã (Bem Viver).
O conjunto de trabalhos apresentado, por vezes buscou relacionar-se criticamente com elementos dessas culturas materiais, como o kurusu tumular, o pau de chiru e o tipo de altar yvyra marãngatu. Por outras, expressa a vivência de Letícia Larín em seu trabalho de campo, na Reserva Indígena de Dourados, havendo algumas obras produzidas junto a Kunhã Ysapy, Elle Souza, Cajetano Vera e Nelson Ávila.
Estão ainda experimentos em vidro com milho, o alimento mais sagrado a esses e essas indígenas, e com terra, o principal motivo das difíceis condições de vida impostas a esses corpos-territórios. Com isso, embora a atmosfera da mostra seja tingida por um tom árido, ela insiste em transparecer a leveza, o brilho e encanto que permeia essas visões de mundo, integradas espiritualmente à natureza.
access and admission until 23rd May – international student
May 20 2025Studying at ULisboa is for those who aim to conquer the world!
The second phase of the Special Admission Contest for International Students for ‘Licenciatura’ Degrees (1st cycle) – Bsc or Integrated Master Degrees (1st and 2nd cycles) begins today 3rd of april and ends on 23rd May, 2025.
Would you like to obtain a degree with an international label? If you want to study at one of the most prestigious Public Universities in Europe and live in one of the European capitals with the best quality of life and safety, this is your moment!
With 18 Schools and over 400 courses, we welcome talent from all over the world.
Would you like to study in Portugal? We’re waiting for you at a university that sees the whole world from Lisbon!
Curso “Please Be Gentle, This Data Has Feelings: Co-Design de Visualizações para Saúde com Ressonância Emocional”
May 19 2025
17 e 24 MAIO 2025 | 14h00 > 17h00 | SALA 4.16
OBJETIVOS DO CURSO
O curso “Please Be Gentle, This Data Has Feelings: Co-Design de Visualizações para Saúde com Ressonância Emocional” convida os participantes a repensar a visualização de dados de saúde como uma prática colectiva, sensível e centrada nas pessoas – explorando formas de desenhar e interpretar visualizações de maneira partilhada e enraizada na comunidade.
Inspirado pelo design participativo e pelo humanismo dos dados, este curso propõe-se a criar um espaço colaborativo e criativo para explorar formas alternativas de transformar métricas e biomarcadores em narrativas materiais que ressoem emocionalmente e representem o contexto colectivo.
Ao longo de duas sessões, os participantes irão explorar abordagens visuais que tratam os dados como matéria-prima de design – seja digital, física, sonora ou audiovisual – para desconstruir a lógica do “Quantified Self” e reimaginar os dados como elementos de conexão comunitária. Através de actividades práticas e em pequenos grupos interdisciplinares, serão criados artefactos que provocam reflexão, fomentam diálogo e contribuem para (re)significar as representações digitais do ‘eu’ baseadas exclusivamente em dados, de forma mais inclusiva e partilhada, originando a visualizações emocionalmente ressonantes, accionáveis inclusivas.
No final do curso, os participantes terão co-desenvolvido estratégias e implicações de design para representar dados de saúde e emoções de forma mais humana, promovendo uma compreensão partilhada, humana, reforçando a resiliência digital da comunidade.
COORDENAÇÃO CIENTÍFICA
Beatriz Severes, ITI/LARSyS, Universidade de Lisboa, Portugal
Marta Ferreira, ITI/LARSyS, Universidade de Lisboa, Portugal
Pedro Duarte Almeida, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA), Portugal
Augusto Esteves, ITI/LARSyS, Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa, Portugal
Este curso insere-se no projecto de investigação “Da Esfera Individual à Comunidade: Construção Colaborativa de Sentido com Visualização de Dados”, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) ao abrigo da bolsa 2023.05034.BD (B.S.). Todos os participantes do curso serão considerados colaboradores do projecto e reconhecidos como tal nos agradecimentos, tanto no âmbito do próprio projecto como em eventuais publicações académicas que dele resultem.
PLANO CURRICULAR DO CURSO
Organização do Curso:
O curso será realizado presencialmente, ao longo de duas sessões distribuídas por dois sábados consecutivos, cada uma com a duração de meio-dia (das 14h00 às 17h00).
Cada sessão combina momentos de reflexão individual, actividades colaborativas de co-design e discussões orientadas sobre os significados emergentes das visualizações redesenhadas. As actividades práticas serão guiadas por abordagens centradas em co-design, data humanism, na criação crítica (critical making) e na construção colaborativa de sentido. Todas as actividades são conduzidas em português e inglês.
HORÁRIO
17 e 24 Maio
Sessões presenciais durante dois sábados, das 14h00 às 17h00.
QUEM SE PODE CANDIDATAR
O curso destina-se a estudantes de pós-graduação (mestrado e doutoramento), investigadores, artistas, designers e profissionais das áreas da visualização de dados, design digital, artes visuais, arte e multimédia, design de comunicação e equipamento, bem como de belas-artes e artes plásticas, incluindo pintura, escultura, fotografia e práticas intermedia. Este curso é especialmente indicado para quem procura explorar processos colaborativos de construir sentido a partir de dados, recorrendo a abordagens visuais, participativas e centradas na experiência humana.
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
CUSTOS DE PARTICIPAÇÃO
A participação neste curso é gratuita.
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Encontro UniverCidades: Ideias para Lisboa
May 18 2025 
12, 15 E 21 MAIO 2025 | CIUL – CENTRO DE INFORMAÇÃO URBANA DE LISBOA
Devido à falha de abastecimento elétrico de dia 28, o Encontro UniverCidades: Ideias para Lisboa teve de ser reagendado, para conclusão das apresentações para os dias 12 , 15 e 21 de maio.
Com uma periodicidade anual, esta rubrica visa dar a conhecer, de forma dialogante, trabalhos académicos de referência sobre Lisboa, desenvolvidos por alunos e investigadores, tendo por base áreas estratégicas definidas pela CML, em colaboração com as Faculdades e Institutos parceiros.
A Academia é por excelência um centro de produção de novas ideias e cabe ao CIUL promovê-las e comunicá-las, apontando caminhos para o futuro.
No dia 12 de maio (a partir das 14h30) e 15 de maio (entre as 9h30 e as 11h30) serão apresentados, no CIUL, estudos e propostas para o desenvolvimento de Lisboa, tendo em conta os desafios e as preocupações que se colocam hoje na gestão das cidades.
Para a tarde do dia 21 de maio, está prevista uma visita guiada e comentada ao Parque Florestal de Monsanto em Lisboa:
Povoado Calcolítico dos Montes Claros, pelo Centro de Arqueologia de Lisboa
Centro de Interpretação de Monsanto, pela Divisão de Gestão do Parque Florestal do Monsanto e de Sensibilização Ambiental
Localizado no centro da Cidade de Lisboa, o Parque Florestal de Monsanto remonta a 1 de novembro de 1934, data em que foi promulgado o Decreto-Lei nº 24625 que propõe a sua criação, numa então área de antigas e gastas terras de seara. A vontade parte de Duarte Pacheco, então ministro das Obras Públicas, que pretende dotar a cidade de uma área verde de grandes dimensões. O traço, de Francisco Keil do Amaral que se inspira em exemplos de outras capitais europeias. Hoje é a maior área verde da cidade, habitat de uma diversidade de fauna e flora que escondem a sua origem pré-histórica, ainda visível no território. O passeio irá abordar a biodiversidade desta área, com uma visita ao Centro de Interpretação de Monsanto, onde se inclui uma visita à Fito ETAR, e o seu passado calcolítico, no povoado junto aos Montes Claros.
Para participar na conferência e/ou na visita, deverá inscrever-se através do link: https://inqueritos.cm-lisboa.pt/851782?lang=pt
Caso tenha feito a sua inscrição para as datas anteriores, agradecemos que o volte a fazer.
+informações:
ciul@cm-lisboa.pt
t. 218 172 100
Centro de Informação Urbana de Lisboa
Picoas Plaza: Rua Viriato, 13E, N6, 1º | 1050-233 LISBOA
biblioteca natural, livros de artista
May 15 2025
22 MAIO 2025 > 17H00 I GRANDE AUDITÓRIO
Realiza-se no dia 22 de maio, a partir das 17h00, no Grande Auditório a conferência Biblioteca Natural, Livros de Artista por Catarina Leitão, no âmbito do Mestrado de Desenho – Desenho e Edição.
Entrada livre.
Catarina Leitão (1970) é uma artista cuja obra é estruturada em torno do desenho, a escultura, a instalação e o livro. Processos de construção, de adaptabilidade e de hibridismo integram uma prática através da qual Catarina propõe a ideia de que humano e natureza, artifício e natureza, cultura e natureza existem em continuidade. Entre o bidimensional e o tridimensional, o artificial e o natural, o montar e desmontar, a sua visão espacial sustém uma linguagem da escultura com recurso à instalação, desenho e ilustração.
Catarina Leitão expõe regularmente desde 1992. Entre prémios e residências destacam-se The New York Foundation for the Arts Fellowship, 2009, Center for Book Arts, 2007, Triangle Arts, 2006, Sharpe Foundation, 2004, Lower Manhattan Cultural Council, 2003, Pollock-Krasner Foundation Grant, 2001, Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Luso-Americana, entre 1997 e 2000.
Doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, 2022; terminou o Mestrado na Hunter College City University of New York, em 2000, e a licenciatura em Pintura na FBAUL, Lisboa, em 1993. Lecionou na ESAD.cr (2011-24). É docente no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra desde 2024.