Arte
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informality as resistance
Mar 10 2025
18 MARÇO > 01 ABRIL 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 18 de março, às 18h00, na Cisterna das Belas-Artes, a exposição Informalidade como Resistência.
Horário:
2ª a 6ª 12h/19h
sábado 12h/16h
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
A 2ª edição das residências artísticas PLAY(THE)GROUND do colectivo mais uno +1, que teve lugar no verão de 2024, convidou artistas, criadores e investigadores a desenvolver projectos em quatro periferias urbanas de lisboa sob o tema INFORMALIDADE COMO RESISTÊNCIA.
Este programa é dedicado a quem queira desenvolver projetos em territórios específicos, de forma colaborativa e experimental nos bairros da Quinta da Fonte e Talude (Loures); Trafaria/Cova do Vapor/2ºTorrão (Almada) e Bairro do Zambujal (Amadora), e teve em especial enfoque a criação com crianças e jovens. Esta iniciativa cria um diálogo entre as vozes de comunidades tendencialmente marginalizadas com artistas, investigadores, profissionais diversos e os centros universitários, potenciadas pelos projectos criativos.
É a primeira vez que se criam residências artísticas e multidisciplinares na maioria destes bairros (e que se convidam artistas e criativos a frequentá-las de forma continuada), que habitualmente ficam fora dos circuitos culturais, artísticos e de investigação.
De 18 de março a 1 de abril na Cisterna da FBAUL irão estar expostos os resultados da residência através de trabalhos de artistas residentes: Aleksandra Naydenova (BG), Alexander García Gonzalez (CO), Alice F. Martins (PT), Sofia Seidi (PT), Diana Ferro (IT), Małgorzata Minchberg (PL), Manuela Bueno Romeiro (BR), Maria Rita Bourbon (PT), MAx Provenzano (VE), Michele Turbanti (IT), Sara e Tralha (PT), Sarah Kilgallon (US), Suzy Willekens (NL), Riikka Elina Vainio (FI), Urban Pulse Collective – Danai Toursoglou Papalexandridou (GR) & Efthymia Chatzakou (GR), VarditGoldner (IL).
Durante o período de exposição existirão várias actividades através de um PROGRAMA PÚBLICO a decorrer em vários locais, incluindo visitas aos territórios, workshops com residentes, performances, mesas redondas sobre os tópicos abordados.
A participação em algumas das atividades requerem INCRIÇÃO que deve ser feita AQUI
As residências artísticas PLAY(THE)GROUND contam com apoio financeiro do Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes. Parceiros: AMRT, Associação de Moradores A partilha, Cooperactiva, FBAUL, NOVA FCSH. Apoios: aRTISTAS aNÓNIMOS, Lisbon Drawing Club, HortasLX, Muro Atelier. Apoio Comunicação: AfroLink, GERADOR.
linhas do tempo, didáticas do retrato
Mar 10 2025 
FINISSAGE 27 MARÇO 2025 > 17H30 I GALERIA BELAS-ARTES
No dia 27 de março, às 17h30, realiza-se a finissage da exposição Linhas do Tempo, Didáticas do Retrato, com o lançamento do catálogo da referida exposição.
Inaugura no dia 6 de março, às 17h30, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição coletiva Linhas do Tempo, Didáticas do Retrato. A exposição ficará patente até 27 de março.
Curadoria de Artur Ramos e Henrique Costa
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Esta exposição reúne um conjunto de trabalhos de alunos desenvolvidos no âmbito de disciplinas que abordam a cabeça humana como modelo de um modo fundamental ou secundário nomeadamente a unidade curricular Desenho de Cabeça Humana, Desenho Digital e Concept Art.
O objetivo da exposição Linhas do Tempo, Didáticas do Retrato consiste em apresentar o leque de abordagens disponíveis para o estudo criterioso da cabeça humana. A interdisciplinaridade permite uma atuação sobre o desenho em ação ou já construído onde o digital oferece uma continuidade às soluções e ao desenvolvimento gráfico analógico.
Assim, são expostos conjuntos de desenhos que correspondem a diversas abordagens específicas da cabeça, não só enquanto estudo desta como procura e afirmação do retrato.
Ficam assim delineadas estratégias e metodologias que atravessam uma história e uma filosofia revistas, reformuladas e reinterpretadas à luz de novas ferramentas contemporâneas.
avatars 277 — between physicality and virtuality
Mar 06 2025
28 FEVEREIRO > 07 MARÇO 2025 I FINE ART GALLERY, Kenyatta University, Nairobi, KENYA
Inaugura no dia 28 de fevereiro, na Galeria da Universidade Kenyatta, na cidade de Nairobi, no Quénia, a exposição Avatars 277 — Between Physicality and Virtuality, no âmbito do projeto CAPHE.
Over 9 sessions, 27 hours of work, we held a workshop with the KU Fine Arts students dedicated to the themes of water and using the Avatar as a reference for the transition from the real world to the virtual world.
The forms were initially modeled in clay using assemblage techniques with different materials. The models were then digitized and worked on in VR and finally printed in PLA filament.
The exhibition we present today reflects the work developed.
We would like to thank everyone for their willingness and commitment, especially those who worked directly with us.
Students: Daisy Burei, John Baraka, John Owino, Linah Nicotha, Maurice Otunga, Nicholas, Patrick Karanja, Victor, Yvonne Jamal.
Professors and staff: Adonijah Ombura, Ana Mena, Anthony Ngondo, Helena Elias, João Castro Silva, João Costa, John Mugubi, Kamau Wango, Ken, Kennedy Maina, Mathews Muoki, Odete Palaré, Susan Musembi
All the beautiful people from KUCC
1º Encontro do Ensino Artístico | 6 > 7 março | Escola Artística António Arroio
Mar 06 2025
6 > 7 MARÇO 2025 | 9h15 > 17h45 | ESCOLA ARTÍSTICA ANTÓNIO ARROIO
O prazo limite de inscrições é dia 5 de março, quarta-feira, às 12:00h, ou até esgotarem os lugares disponíveis.
As inscrições para pessoas externas à escola estão abertas para o programa da sala 312.
As atividades que decorrem noutras salas destinam-se exclusivamente a estudantes e docentes da Escola Artística António Arroio.
Escola Artística António Arroio promove o 1.º Encontro do Ensino Artístico em Lisboa
Nos dias 6 e 7 de março de 2025, a Escola Artística António Arroio será palco do 1.º Encontro do Ensino Artístico, um evento inédito, em parceria com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, que pretende reunir docentes, estudantes e profissionais do setor para um momento de partilha e reflexão sobre o ensino especializado das artes visuais e dos audiovisuais.
A iniciativa tem como objetivo principal promover o diálogo e a colaboração entre os diversos agentes do ensino artístico, proporcionando um espaço de debate sobre práticas pedagógicas, inovação educativa e construção de redes de colaboração com instituições culturais e educativas. Durante os dois dias do evento, os participantes poderão assistir a conferências, mesas redondas e visitas guiadas, numa programação diversa e enriquecedora.
Esta primeira edição propõe-se inaugurar uma proposta de encontros anuais, afirmando o papel da Escola Artística António Arroio como referência na vanguarda educativa e no fortalecimento de uma rede colaborativa que valoriza o ensino das artes, com as artes e pelas artes.
Destaques do programa
Além da participação da Escola Artística António Arroio, o encontro contará com a presença de representantes da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, da Câmara Municipal de Lisboa, de Museus, da Escola Artística Soares dos Reis e de várias instituições de ensino superior, entre outras entidades.
Eixos Temáticos
O evento estará estruturado em torno de quatro grandes eixos:
1. Práticas pedagógicas no ensino artístico – Reflexão sobre metodologias e estratégias para o ensino das artes visuais e dos audiovisuais.
2. Comunidade e colaboração na Escola Artística António Arroio – Promoção do convívio relacional e do fortalecimento das ligações dentro da comunidade escolar.
3. Ensino artístico e inovação educativa – Exploração da interdisciplinaridade, inclusão e tecnologia no ensino artístico.
4. Parcerias e redes de colaboração – Interação entre a escola e entidades externas do setor cultural.
Este encontro pretende ser um marco para o ensino artístico em Portugal, consolidando a Escola Artística António Arroio como um centro de referência e promotor de práticas pedagógicas inovadoras.
Devido à limitação de lugares disponíveis, as inscrições serão aceites por ordem de submissão e confirmadas pela organização através de uma mensagem enviada para o email que deixar na ficha de inscrição.
Informações: gt.formacao@antonioarroio.edu.pt
Local: Escola Artística António Arroio
Morada: Rua Coronel Ferreira do Amaral, 1900-165 Lisboa
julião sarmento – na escalada do desejo (1948-2021) — lançamento do livro
Fev 25 2025
Já está disponível online e em acesso aberto o novo ebook JULIÃO SARMENTO. Na escalada do desejo (1948-2021), coeditado entre o IHA-NOVA FCSH / IN2PAST, o Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC) e o CIEBA / FBAUL.
Este e-book reúne os contributos obtidos no âmbito do Congresso Internacional Na escalada do desejo / On the rise of desire. Julião Sarmento (1948-2021), que teve lugar na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), entre 4 a 6 de novembro de 2021.
Congresso Internacional no âmbito da colaboração entre o Instituto de História da Arte (IHA), o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Chiado (MNAC), a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) por via do Centro de Estudos e de Investigação em Belas Artes (CIEBA), e o Centro Interdisciplinar de Estudos de Género (CIEG) do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP-ULisboa). Reuniu especialistas, críticos, historiadores, curadores e amigos para homenagear Julião Sarmento, um dos artistas portugueses mais reconhecidos internacionalmente, falecido em maio de 2021.
O congresso constituiu-se como um espaço de reflexão profunda sobre o trabalho do artista, oferecendo análises críticas e testemunhos pessoais que destacaram tanto a dimensão científica quanto afetiva do encontro. A publicação agora disponibilizado em acesso livre resulta da diversidade das contribuições coligidas e apresenta uma organização tripartida: (I) homenagens, testemunhos e depoimentos; (II) ensaios e estudos; (III) comunicações selecionadas.
masterclass pelo professor glenn d´hondt
Fev 24 2025
26 FEVEREIRO 2025 > 11H00 I SALA 4.06
Ilustrador e criador de personagens com um historial de duas décadas no estúdio www.eugene-and-louise.com área internacional da comunicação visual (Ilustração e Animação), Glenn é professor de ‘Graphic and Digital Media’ na Artevelde Universidade de Ciências Aplicadas, onde leciona design gráfico, storytelling e dois cursos criados por si para estudantes nativos e internacionais. O primeiro, intitulado ‘Creative Lab’, centra-se em ajudar os alunos a compreender e aproveitar a criatividade utilizando as ciências da cognição e as práticas da filosofia. O segundo, ‘Designing for the Meta Crisis’, explora e aplica o papel de um designer nos nossos tempos atuais.
Numa palestra interactiva de 2 horas, o professor Glenn partilha as suas ideias sobre como cultivar a criatividade e como esta se aplica a todos os campos da arte.
A naturally born illustrator and character designer with a two-decade track record in the
www.eugene-and-louise.com international field of visual communication (illustration & animation),Glenn is a lecturer in ‘Graphic and Digital Media’ at Artevelde
University of Applied Sciences, where he teaches graphic design, storytelling, and two self-
developed courses for both native and international students. The first, titled ‘Creative Lab,’ focuses on helping students understand and harness creativity using cognitive science and practical philosophy. The second, ‘Designing for the Meta Crisis,’ explores and applies the role of a designer in our current times.
In a 2-hour interactive talk professor Glenn shares his thoughts on cultivating creativity and how it applies to all the fields of art.
Exposição Prémio Anunciação – Conservação e Restauro das Obras Académicas
Fev 23 202528 NOVEMBRO 2024 > 28 FEVEREIRO 2025 | GALERIA DA ACADEMIA NACIONAL DE BELAS-ARTES
No dia 28 de Novembro, pelas 17h00, inaugura na Galeria da Academia Nacional de Belas-Artes a exposição Prémio Anunciação – Conservação e Restauro das Obras Académicas, com a coordenação científica de Ana Bailão e Liliana Cardeira e curadoria de Liliana Cardeira.
Visitas guiadas por marcação: heritagelab@office365.ulisboa.pt
O Prémio Anunciação foi instituído a 25 de julho de 1884, em honra do pintor Tomás José da Anunciação, Professor do Curso de Pintura de Paisagem na Academia Real de Belas-Artes de Lisboa (ARBAL). A competição era destinada exclusivamente aos alunos dos cursos de Pintura Histórica e de Pintura de Paisagem. Os participantes tinham de representar figuras de animais a partir da observação direta, quer no interior, quer no exterior, ficando a composição ao critério do aluno. Nesta prova, foram representados os seguintes animais: burro, cavalo, mula, boi, vaca, ovelhas, cabras, patos e coelhos.
Esta investigação permitiu localizar 36 pinturas referentes a este concurso nas Coleções de Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e da Academia Nacional de Belas Artes.
Na intervenção de conservação e restauro, o principal critério adotado foi o da intervenção mínima, que consiste em realizar os tratamentos necessários com o menor número possível de alterações ou adições a uma obra, preservando a sua integridade original e assegurando a estabilidade estrutural das peças. Esta metodologia permitiu, por um lado, manter a continuidade das histórias das obras, evitando a perda de informações relevantes, e, por outro, garantir a uniformidade no tratamento de todo o conjunto de pinturas do Prémio Anunciação.
Pretende-se nesta exposição implementar recursos táteis e auditivos que envolvam todos os visitantes, de uma forma acessível e inclusiva, numa experiência sensorial sobre as representações das pinturas. Estes recursos potenciam várias dinâmicas, como por exemplo, iniciativas didáticas para público infantil, onde se podem explorar os animais representados, através dos sentidos.
a arca do vento
Fev 21 2025
22 FEVEREIRO 2025 > 19H00 I CISTERNA BELAS-ARTES
Galeria Ana Lama apresenta_ciclo FEA (Fake Extreme Art)
Título: A Arca do Vento
Performance: Eunice Artur
Realizadora: Aya Koretzky
Não sei se entro ou se saio; começo por descer, degrau a degrau. Primeiro, a forma apresenta-se, faz-se soar; sinto que o vento continua forte aqui dentro, dentro, dentro, dentro… Podes entrar comigo, introduz Eunice Artur (Portugal, 1981) sobre a “A Arca do Vento”, a próxima ação do ciclo Fake Extreme Art (FEA), da Galeria Ana Lama.
Entre nós, no dia 22 de fevereiro na Cisterna da FBAUL às 19h, a artista visual, sonora e performer, afirmará a sua pesquisa autoral, que envolve a instalação de elementos escultóricos e a criação de um ambiente multissensorial. Recorrendo ao desenho, ao som e à forma, e através da composição a partir de recursos naturais, criará um espaço a ser habitado paulatinamente, propondo desta forma uma experiência percetiva intimista. A performance, com a duração total de uma hora, desdobrar-se-á para um público volante para permitir que cada pessoa experiencie fragmentos da obra completa.
A filmagem da performance assume um papel de destaque e estará a cargo da realizadora Aya Koretzky (Japão, 1983).
No FEA, as artes visuais, incluindo a performance, são apresentadas no efémero e em formato de making of, além de ser investigada a possibilidade da sua reprodução através do vídeo e da criação literária.
Minibio da Realizadora Aya Koretzky
Aya Koretzky é uma artista e realizadora nascida em Tóquio, Japão. Formou-se em Pintura pela Universidade de Lisboa (2006) e concluiu um Mestrado em Cinema na Sorbonne Nouvelle, Paris 3 (2013), com bolsa da Fundação Gulbenkian.
O seu trabalho, centrado no cinema de ensaio e na memória, inclui Yama no Anata (2011), um documentário sobre a sua viagem de Tóquio a Coimbra, distinguido com o Prémio Novo Talento no DocLisboa. Em A Volta ao Mundo quando tinhas 30 anos (2018), inspirado no diário de viagem do seu pai, explora a relação entre imagem, memória e identidade. O filme recebeu o Prémio de Melhor Longa-Metragem Portuguesa no Porto/Post/Doc.
O seu trabalho mais recente, Time Takes a Cigarette, foi exibido no Festival Porto/Post/Doc e estreou internacionalmente no Festival de Documentário de Thessaloniki, tendo sido também apresentado como vídeo-instalação no Espaço MIRA.
Atualmente, vive e trabalha em Lisboa.
Entrada Livre M/16
Reservas: @galeriaanalama@ gmail.com
Ficha Técnica:
PERFORMANCE: Eunice Artur
CURADORIA: Nuno Oliveira e Margarida Chambel
REALIZAÇÃO VÍDEO: Aya Koretzky
APOIO TÉCNICO: Isabel Simões
APOIO VÍDEO E COMUNICAÇÃO: Gabriel Marmelo
APOIO COMUNICAÇÃO: Luísa Morante, Teresa Melo
REVISÃO DE TEXTO: Joaquim E. Oliveira
TRADUÇÃO: Maia Horta
APOIOS: República Portuguesa – Cultura DGARTES; Câmara Municipal de Lisboa; Polo
Cultural das Gaivotas; FBAUL
Fissura – exposição coletiva
Fev 21 20256 > 24 FEVEREIRO 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 6 de fevereiro, às 17h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a exposição coletiva FISSURA, organizada pela Cultivamos Cultura e com curadoria de Sally Santiago.
Artistas | Ana Baleia, Dalila Honorato, Elisa Ferretti, Ellen Wetmore, Jorge Leal, Pavel Romaniko, Lena Ortega & Robertina Sebianic, Mellissa Monsoon.
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Encontraram uma fissura entre o tempo e o espaço… e entraram nela.
A exposição Fissura convida o público a atravessar o limiar entre a percepção e a ação, chegando a lugares onde as imagens, como fragmentos de matéria e memória, se formam. É nesse intervalo, nessa distância, que o olhar se expande, surgindo potências ocultas de espaços, corpos e ideias.
Os trabalhos reunidos aqui não buscam resolver as distâncias ou preencher os vácuos, mas sim amplificá-los, transformando-os em territórios de experimentação. Seja a partir de uma observação atenta, de uma lembrança perdida ou de uma história bem contada, podemos ver novas camadas de quem somos e de onde estamos. Entre os cantos descobertos nessa fissura, colecionam-se artefactos e recolorem-se paisagens, desafiando a sobrevivência ao revelar medos e coragens.
A seleção de obras se enreda nesses vãos e encosta no que normalmente nos escapa. Realizadas no contexto de investigações da Cultivamos Cultura, os artistas Ana Baleia, Dalila Honorato, Elisa Ferretti, Ellen Wettmore, Jorge Leal, Pavel Romaniko, Lena Ortega & Robertina Šebjanič e Mellissa Monsoon reúnem-se no pensar de novas formas de ver entre essas fissuras.
— Sally Santiago
pintura e urdidura sob a “montanheira” de dordio — exposição de josé quaresma
Fev 20 2025
31 OUTUBRO 2024 > 23 FEVEREIRO 2025 I CITA, ARRAIOLOS
Inaugura no dia 31 de outubro, às 18h00, no Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, a exposição Pintura e urdidura sob a “Montanheira” de Dordio de pintura, desenho e instalação gráfica de José Quaresma. A exposição ficará patente até 23 de fevereiro de 2025.
Sob a dupla sombra do acervo do CITA e da “árvore do Dordio”, esta exposição de pintura, instalação gráfica e desenho, apropria-se e reconfigura algumas construções plásticas da obra de Dordio Gomes, assim como alguns apetrechos e fragmentos de tapetes de Arraiolos, trazendo-os para uma linguagem artística própria. Sendo assim, a exposição no CITA insere-se numa sequência de exposições individuais que tenho vindo a realizar nos últimos anos, nas quais estabeleço diálogos contemporâneos com obras de arte, objectos e apetrechos, ou então fragmentos arqueológicos dos acervos de instituições artísticas e espaços museológicos. Assim ocorreu recentemente na Casa-Museu Braamcamp Freire (Santarém) e em anos transactos no Jardim do Museu Nacional de Arte Contemporânea (Museu do Chiado), no Museu Arqueológico do Carmo, no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora, entre outros lugares.
José Quaresma
exposição de joana de barros matos
Fev 20 2025 
18 DEZEMBRO 2024 > 26 FEVEREIRO 2025 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugurou no dia 18 de dezembro, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Joana de Barros Matos, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Joana de Barros Matos (Cartaxo, 1997) vive, trabalha e estuda em Lisboa. Atualmente frequenta o curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. No decorrer do seu percurso criativo, a artista debruça-se perante uma multiplicidade plástica através da fotografia, vídeo, performance ou desenho. Investiga o potencial expressivo da pintura por intermédio de diferentes estilos e técnicas, complementando com pigmentos e pastas de origem natural por si desenvolvidos. Composições que manifestam a sua ligação intrínseca com o referente — a natureza. Paisagem, luz e poesia, entrelaçadas com a consciência ambiental, constituem o cerne das reflexões da artista, que critica a ausência da vivência plena no presente, frequentemente associada pela desatenção e pela procura de algo além do agora. Oferece um questionamento incisivo sobre o ritmo acelerado da vida contemporânea, expondo o consumismo ininterrupto e a politização das florestas.

A exposição de Hugo Maio decorreu entre 30 de outubro e 18 de dezembro de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Hugo Maio, nascido em Setúbal, em 2003, reside atualmente em Lisboa, onde estuda Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Iniciou o seu percurso na licenciatura em Arte Multimédia, onde a mudança para as artes plásticas proporcionou uma grande expansão no seu projeto artístico, conjugando a utilização de ambas as áreas de atuação num só contexto, remetendo para um universo visual individual e único. Ao investigar o papel da flora em ambientes religiosos, quando relacionados a capelas e altares tradicionais portugueses, desenvolveu “Culto à Flor”.

A exposição de Ana Matilde Milhano decorreu entre 17 de setembro e 16 de outubro de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Ana Matilde Milhano nasceu em Lisboa, em 2004. Estudou na Escola Artística António Arroio, no curso de Produção Artística de Gravura e Serigrafia. Atualmente, é estudante na Faculdade de Belas-Artes, onde frequenta a licenciatura em Pintura.

A exposição de Carolina Peres decorreu entre 20 de junho e 11 de setembro de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Carolina Peres
Nascida em 2004 e residente em Lisboa, encontra-se atualmente no segundo ano da licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Iniciou o seu percurso artístico na Escola Artística António Arroio, onde realizou a Prova de Aptidão Artística, centrada na Reprodução Plástica do Espetáculo. Atualmente, dedica-se à pintura, área na qual explora o uso de materiais incomuns, uma vibrante paleta de cores e a dinâmica entre o abstrato e o figurativo.

A exposição de Margarida Pereira decorreu entre 15 de maio e 19 de junho de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Margarida Casquilha Castelo Pereira nasceu em 2004 em Lisboa, Portugal. É uma criativa que se expressa através de diversos media como a pintura, a fotografia, a colagem e a assemblagem.
Atualmente está a estudar Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, tendo formação na área de Figurinos e Cenografia pela Escola de Ensino Artístico Especializado António Arroio. Em 2022 fez parte de uma exposição coletiva, e da sua organização, na Loja de Antiguidades Trindade, em que foram expostos trabalhos realizados no âmbito da disciplina de Figurinos e Gestão das Artes.
Tem um especial interesse pelo potencial plástico das áreas da moda e beleza, apropriando-se de imagens destes contextos para denunciar os perigos inerentes à representação visual, como o contexto em que a imagem é apresentada e a sua relação com o real, questões pertinentes numa época de hiperinformação.

A exposição de Rita Leitão Neves decorreu entre 10 de abril e 15 de maio de 2024 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Rita Leitão Neves nasceu em 2003 em Lisboa, Portugal. É uma criadora portuguesa que gosta de explorar vários media, como o vídeo, a escultura, a cerâmica e o desenho.
Atualmente está a estudar Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, participou na sua primeira exposição coletiva nas Caldas da Rainha em 2019 e mais recentemente no Seminário de Lisboa e no Pátio nº2 (Lisboa). Realizou a sua primeira exposição individual durante um período de mobilidade ERASMUS em Antuérpia, Bélgica, em novembro de 2023. Estuda também canto lírico e tem participado em diversos concertos.

A exposição de Rosa Louisa van Eck decorreu entre 28 de fevereiro e 10 de abril na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Rosa Louisa van Eck, nascida em Roterdão, Holanda, em 2003, encontra-se atualmente no terceiro ano da Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Destacou-se no cenário artístico ao vencer o Concurso Literário Sophia de Mello Breyner Andresen na categoria de ilustração em 2021. Mostra particular interesse pela área audiovisual e pela literatura holandesa, fundindo frequentemente a pintura com as duas anteriores.

A exposição de Marta Santos decorreu entre 11 de janeiro e 27 de fevereiro na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Marta Santos, conhecida artisticamente por MIA, nasceu em 2003 em Tavira e atualmente frequenta o 3º ano da licenciatura em Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. A nível profissional, destacou-se participando nos sub21 de Faro no âmbito da Bienal de Arte Contemporânea (BoCA), em 2021 e 2023. Exibiu seu trabalho na Biblioteca António Rosa Mendes (UAlg) na exposição “Apatia – memorial a nada em concreto” em janeiro de 2023, no Pátio nº2 com “Anamnese I” em abril, nas 16º GABA na FBAUL em junho e no Atelier Artéria em outubro do mesmo ano. O seu trabalho artístico foca-se em figuras orgânicas e sobreposições visuais, utilizando predominantemente fotografia, gravura e pintura.
Campo Experimental: Ângela Ferreira em colaboração com Alda Costa
Fev 03 2025
31 OUTUBRO 2024 > 16 FEVEREIRO 2025 I MUSART, MUSEU NACIONAL DE ARTE, MAPUTO, MOÇAMBIQUE
Campo Experimental: Ângela Ferreira em colaboração com Alda Costa ocorre no Museu Nacional de Arte (MUSART), em Maputo, como a primeira exposição individual de Ângela Ferreira em uma instituição pública em Moçambique. A exposição explora pesquisas materiais e ambientais realizadas nos primeiros anos da independência de Moçambique. O título da exposição refere-se ao nome de um laboratório de aprendizagem agrícola mantido no campus da Universidade Eduardo Mondlane desde 1976, onde funcionários da universidade, investigadores e estudantes trabalharam em conjunto para produzir alimentos, conceber ferramentas e estruturas, e formar agricultores e técnicos comunitários. Este local experimental foi coordenado pelo TBARN (Técnicas Básicas de Aproveitamento de Recursos Naturais), um grupo de pesquisa formado nos primeiros anos da revolução pós-independência, para melhorar a produção e a qualidade de vida dos agricultores com recursos mínimos. Ferreira baseia-se nos vestígios visuais e textuais do TBARN para revelar o espírito revolucionário que fez de Moçambique um centro global de experimentação radical na década de 1970 e no início da década de 1980.
O projecto expande a prática de investigação de Ferreira e a sua procura pela contemporaneidade do passado. Campo Experimental emerge do diálogo contínuo da artista com Alda Costa, historiadora de arte e trabalhadora cultural moçambicana cuja experiência vivida durante o socialismo e os estudos posteriores a tornam memória viva de um momento incomparável na história cultural. Na exposição, objectos históricos do acervo pessoal de Costa são expostos ao lado da obra de Ferreira. O design destes objetos destaca a priorização das condições materiais na vanguarda da produção cultural dos primeiros anos de Moçambique independente. Essas características acentuam a estética do TBARN presente em toda a exposição: do uso multifuncional de materiais simples, a ênfase nas formas angulares dos objectos destinados a uso pragmático e as cores vibrantes nas paredes, baseadas no panfleto informativo da universidade (Queimadas, 1977). Ferreira enfatiza o carácter experimental do TBARN ao transformar algumas estruturas desenvolvidas na época em objectos estritamente estéticos — o pensamento estético torna-se um método produtivo para reimaginar aspectos da vida rural sob um novo modelo de colectividade.
Originalmente aberta no espaço de arte contemporânea Rialto6, em Lisboa, a exposição chega a Maputo em um formato expandido: inclui vídeos do músico Scúru Fitchádu em uma performance comissionada para a exposição, fotografias de Kok Nam do campus experimental do TBARN, e imagens usadas por Ferreira no processo da criação de seus trabalhos. Outras obras referentes a Moçambique foram incluídas na exposição em sua versão no MUSART, incluindo For Mozambique (2008), exposta pela primeira vez no país. Através de um diálogo entre vozes e temporalidades diversas, os trabalhos de Ferreira investigam histórias que expressam simultaneamente pragmatismo político e ludicidade criativa, sendo simultaneamente enraizados localmente e de alcance internacional.
Álvaro Luís Lima e Paula Nascimento
para uma crítica de estética desde uma perspectiva anticolonial — seminários de leitura
Fev 01 2025 
Rosana Paulino, série “Bastidores”
18 OUTUBRO 2024 > 07 FEVEREIRO 2025 I SALAS 3.60 OU 4.20
Coordenado pelo Dr. Fabián Cevallos Vivar (CIEBA/FBAUL), neste ciclo de seminários de leitura propomos uma imersão teórica nos estudos pós/descoloniais e a relação com a arte contemporânea para analisar criticamente as dinâmicas de dominação e exploração impostas pelo universalismo abstrato que caracteriza o pensamento ocidental moderno. Apesar do fim formal do colonialismo, a matriz colonial de poder/saber persiste e o centralismo da estética europeia como paradigma da arte é mantido. Analisaremos as suas interpelações, críticas e apropriações criativas por parte de pensadores latino-americanos e caribenhos, a fim de explorar as possíveis desconexões entre a estética entendida como uma tarefa histórico-política e uma perspectiva descolonial. a lista de leituras deste ciclo incluirá textos de Eduard Glissant, Sylvia Winter, Nelly Richard e Silvia Rivera Cusicanqui, acompanhadas de exemplos concretos de intervenções artísticas e culturais latino-americanas.
PROGRAMA:
18 outubro 2024 > 16h/17h – Dos estudos subalternos ao pós-colonial, descolonial e além
02 dezembro 2024 > 16h/17h – Desperiferizar a estética e curar o discurso
15 dezembro 2024 > 16h/17h – Um paradigma estético outro
17 janeiro 2025 > 16h/17h – Rupturas, Memória e reconstrução
07 fevereiro 2025 > 16h/17h – Oralidade, mirada e corpo
contacto: fabiancvivar@gmail.com
Santuário de Nossa Senhora da Lapa recebe escultura e réplica após o estudo e tratamentos de conservação e restauro realizados no Heritage Lab da FBAUL
Jan 21 2025
O Santuário de Nossa Senhora da Lapa, em Sernancelhe, recebeu no dia 14 de dezembro, a escultura em pedra de Ançã após a intervenção de conservação e restauro de “Nossa Senhora da Lapa Esquecida”. Esta intervenção, realizada nas instalações do laboratório de conservação e restauro da FBAUL, Heritage Lab, visou o estudo da obra e o seu tratamento cromático, bem como a produção de uma réplica. Este trabalho contribui para a preservação de uma das imagens mais antigas do Santuário, do século XVI, conhecida pela lenda da pastora Joana, que encontrou a imagem original de Nossa Senhora da Lapa escondida num grande rochedo onde foi construída a igreja.
heritales — international heritage film festival
Jan 19 2025 
22 JANEIRO 2025 > 18H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Heritales @ Faculdade de Belas-Artes da Universidade de lisboa (22th of January 2025)
An evening of great art and traditions trough cinema at the Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Three amazing documentaries from different sides of the world: the first is DEQ from Turkish director Furkan Aydın. A short story about DEQ traditional skin design, the second one, Namarali, from Australian director Tim Mummery who tells the story of artist Yorna Woolagoodja and his traditional ancestral culture, and the last one with director Salem Bilal who with is work Summer Pack tells the story of Marrocan characters and their choice to leave in isolation, but immerse in a rich culture environment.
Screened Films:
Target Audience: This event is dedicated to the University community and also open to the general public.
Day: 22th of January 2025
Time: 18.00
Duration: 120 min + debate
Location: Academy of Fine Arte Lisbon
Registration: No registration and fees required
Presence of the director: online
Extra Activities: Presentation by Nicola Schiavottiello (Co-director Heritales)
Congresso Internacional – Santuários, Cultura, Arte, Romarias, Peregrinações, Paisagens e Pessoas – publicações
Jan 15 2025Revista SANTUÁRIOS
Chiado, Carmo, Paris e os caminhos de Salgueiro Maia
Jan 15 202503 > 31 dezembro 2024 I AULA GALLERY, STRZEMINSKI ACADEMY OS FINE ARTS LODZ, POLÓNIA
Inaugura no dia 3 de dezembro na Aula Gallery, Strzemiński Academy of Fine Arts em Łódź, na Polónia, a última exposição a realizar em 2024, no âmbito do projeto Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia. A exposição ficará patente até 30 de dezembro.
A última exposição realiza-se em Bolonha, em 2025, em data a definir.
Inaugurou no dia 1 de julho, em Castelo de Vide, no Paiol do Castelo e no Centro de Interpretação Garcia de Orta mais uma exposição no âmbito do projeto Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia. A exposição ficará patente até 30 de setembro.
Inaugurou no dia 6 de junho no CITA, em Arraiolos, mais uma exposição no âmbito do projeto Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia. A exposição ficará patente até 30 de setembro. No dia 16 de junho realizou-se no Salão Nobre a Câmara Municipal de Arraiolos, mais um ciclo de conferências.
Realiza-se no dia 27 de abril, às 16h00, na Galeria Pep, MNAC (Museu Nacional de Arte Contemporânea) a finissage da exposição As filhas de Léthê, de Helena Ferreira, com a presença da artista.
Realiza-se no dia 18 de abril, a partir das 17h30, no Fórum Ator Mário Viegas, em Santarém, o terceiro ciclo de conferências Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia e a inauguração da exposição no mesmo local.
CORREIO DO RIBATEJO (28/04/2024)
Realiza-se no dia 11 de abril, na Casa de Portugal, Cité Universitaire, em Paris, o segundo ciclo de conferências, com a coordenação de Ana Paixão, no âmbito do projeto Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia.
Ainda no dia 11 de abril, às 18h30 inaugura no mesmo local, a exposição coletiva Os Caminhos de Salgueiro Maia. Esta exposição ficará patente até 6 de junho.
Comunica-se o PROGRAMA GERAL do Chiado, Carmo, Paris, os Caminhos de Salgueiro Maia, no qual a FBAUL tem um papel preponderante, projecto coordenado pelo docente da FBAUL, José Quaresma.
O programa consiste em sete exposições nacionais e internacionais, agendadas para Lisboa, Castelo de Vide, Santarém, Paris, Bologna, Arraiolos, Lodz, nas quais participam 53 artistas/estudantes e artistas/docentes da FBAUL, da Academia de Belas Artes de Bologna, da Academia de Belas-Artes de Lodz, e outros artistas formados no Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo.
Também serão editados dois livros com diversos ensaios alusivos a Salgueiro Maia, à Liberdade Artística e à Filosofia da Liberdade, assim como a realização de ciclos de Conferências em vários dos lugares em que se realizam as exposições.
A primeira conferência realizou-se no dia 4 de abril, no Museu Arqueológico do Carmo.
No dia 4 de abril inauguraram as exposições coletivas Os Caminhos de Salgueiro Maia no Museu Arqueológico do Carmo e na Faculdade de Belas-Artes, e a exposição As Filhas de Léthê de Helena Ferreira na Galeria PEP no MNAC.
As exposições vão estar patentes até 30 de abril.
ciclum — exposição de pedro de sousa serafim
Jan 15 2025
15 > 30 JANEIRO 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 15 de janeiro, às 18h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a exposição CICLUM de Pedro de Sousa Serafim.
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Entre existências e diferentes formas de vida.
Acreditamos, segundo princípios enraizados, que não somos natureza nem tão pouco fazemos parte dela. Dissociamo-nos de uma relação da qual intrinsecamente fazemos parte, na certeza de nos considerarmos um ser superior e transcendente.
O fungo, presente na Terra muito antes da existência humana, faz parte de uma simbiose relacional entre espécies.
Desde a crença Asteca, ao papel que desempenharam nas civilizações da Grécia Antiga, Índia e Mesoamérica, os fungos têm um papel fundamental na evolução humana, e eram já considerados e representados como símbolos sagrados.
Alvos de banalização, os fungos são o princípio de qualquer forma de vida, Karl Marx defendia que “era da podridão que surgia a vida”.
Toda a matéria que utilizamos e transformamos provém e está diretamente associada ao natural.
Tanto Natureza como Ser Humano regem-se em tempos diferentes ainda que no mesmo espaço, porém fazem parte de um único ciclo, onde ambos criam novas formas que se irão degradar no tempo.
A exposição CICLUM, aborda a correlação entre o criar humano e a origem dos fungos.
A sua representação pretende questionar o nosso individualismo enquanto espécie e questionar novos modos de pensar e agir entre espécies.
Entre o caráter volátil das formas naturais e a composição de objetos perenes, que se misturam, parece existir uma ambiguidade entre aquilo que é efêmero e o que se perpetua no espaço.
Sobre o modo de ver este espaço, pretende ser metaforicamente um lugar orgânico que permite gerar vida, onde por meio do que ainda está oculto e aquilo que se revela faz-nos conscientes do que nos rodeia.
A simbiose entre Natureza e Escultura, é a regra e não a exceção para um ciclo vital.
The Voice of Inconstant Savage, de Yasuhiro Morinaga
Jan 05 2025
21 SETEMBRO 2024 > 13 JANEIRO 2025 | 10h00 – 18h00 | CENTRO DE ARTE MODERNA GULBENKIAN – SALA DE SOM
The Voice of Inconstant Savage (2023) é uma instalação sonora encomendada a Yasuhiro Morinaga, que constrói narrativas através da recitação e aborda a cultura sonora dos japoneses, dos povos indígenas do Amazonas e dos portugueses.
A obra, encomendada a Yasuhiro Morinaga (n. 1980) para o Engawa – Temporada de arte contemporânea japonesa, justapõe uma recitação baseada no relato de um missionário português do século XVI, um canto de uma oração Kakure-Kirishitan (cristãos escondidos) da província de Nagasaki, um canto dos espíritos Karawara do povo indígena Awá, que vive na floresta amazónica, e um coro de canto gregoriano ocidental.
Confrontando o ato físico da «espera» e o ato mental da «inconstância», Morinaga constrói narrativas através da recitação e aborda a cultura sonora dos japoneses, dos povos indígenas do Amazonas e dos portugueses (ocidentais), numa obra que toma a forma de um tornado sonoro que evolui no tempo e no espaço com a Mãe Terra.
Yasuhiro Morinaga é um artista sonoro e designer de som sediado em Lisboa, que desenvolveu um interesse pelo trabalho de campo etnográfico na interseção do som/música com a antropologia. Enquanto artista, criou instalações multimédia e performances teatrais que apresentam uma cultura auditiva, envolvendo os ouvintes e encorajando-os a experienciar e a tomar consciência dos sons que habitualmente lhes passam despercebidos.
Yasuhiro Morinaga encontra-se neste momento a fazer o doutoramento na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, sob a orientação do Professor António de Sousa Dias, que também é responsável pela supervisão deste projecto.
Horário:
2ª a 6ª feira: 10h00 – 18h00
Sáb.: 10h00 – 21h00.
Encerra à Terça
Preço
Entrada gratuita
Mediante levantamento de bilhete no próprio dia.
exposição “colores de méxico”
Jan 04 20254 DEZEMBRO 2024 > 8 JANEIRO 2025 | CORREDOR AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 4 de dezembro, às 11h00, no Corredor do auditório Lagoa Henriques a exposição Colores de México. A exposição ficará patente até 8 de janeiro.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
A arte popular mexicana é uma manifestação artística que emerge das tradições e da cultura popular das diversas comunidades de todo o país. Caracteriza-se pelo seu profundo vínculo com as raízes indígenas, coloniais e mestiças, refletindo uma fusão de influências pré-hispânicas, europeias e africanas. Este tipo de arte abrange uma ampla gama de expressões, como cerâmica, têxteis, talha em madeira, olaria, murais, arte em papel machê, joalharia, entre outros, e é conhecido pelo uso de cores vibrantes, formas simbólicas e temas relacionados com a vida quotidiana, a natureza, a religião, as festividades populares e o património sociocultural.
Nesta exposição museográfica, apresentam-se fotografias e exemplares físicos de quatro peças emblemáticas da arte popular mexicana:
Alebrijes: Estas criaturas coloridas e fantásticas combinam elementos de diferentes animais e seres mitológicos. São criações que simbolizam a criatividade ilimitada do artesão mexicano, evocando o mundo dos sonhos e o misticismo.
Talavera poblana: Estas peças de cerâmica tradicional, originárias de Puebla, destacam-se pelos seus desenhos intrincados e cores vibrantes, que combinam influências indígenas e andaluzas (atual Espanha). A talavera poblana é apreciada pela sua funcionalidade e beleza, sendo um claro reflexo da mestria artesanal.
Árvore da vida: As árvores da vida, originárias de Metepec, simbolizam a ligação entre o homem, a natureza, a espiritualidade e a essência da existência, sendo uma das representações mais importantes da arte popular mexicana.
La Catrina: A famosa figura da morte elegante, criada pelo artista José Guadalupe Posada e popularizada por Diego Rivera. A Catrina, com o seu rosto de caveira e vestuário elegante, simboliza a visão mexicana da morte como uma parte única e festiva da vida.
Biografias
Luz María Jardón Iniestra: Licenciada em Línguas pelo IUFIM no México, Mestre em Linguística Aplicada pela UAEMÉX no México e Doutoranda em Ciências da Arte e do Património na Universidade de Lisboa. Trabalhou em projetos focados na importância da Língua e da Cultura como manifestações sociais, Estudos Culturais e análise da cultura, bem como em temas de multiculturalidade e interculturalidade. O seu trabalho mais recente está centrado na Arte Popular Mexicana como manifestação cultural e análise social.
El Hassane Ait Faraji: Licenciado em Ciências Políticas e Estudos Portugueses, com Mestrado em Museologia e Museografia pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Atualmente é doutorando em Ciências da Arte e do Património na mesma faculdade. Hassane tem trabalhado como curador convidado em exposições destacadas, incluindo O Poder da Palavra I / Peregrinação / Hajj. A sua investigação foca-se na arte do azulejo em Portugal, na talavera poblana no México e na arte do Andalus, explorando as conexões culturais e artísticas entre estas tradições. Além disso, é investigador ativo na área de arte e património.
El arte popular mexicano es una manifestación artística que surge de las tradiciones y la cultura popular de las diversas comunidades a lo largo del país. Se caracteriza por su profundo vínculo con las raíces indígenas, coloniales y mestizas, reflejando una fusión de influencias prehispánicas, europeas y africanas.
Este tipo de arte abarca una amplia gama de expresiones, como la cerámica, textiles, tallado en madera, alfarería, murales, arte en papel maché, joyería, entre otros, y es conocido por su uso de colores vibrantes, formas simbólicas y temas relacionados con la vida cotidiana, la naturaleza, la religión, festividades populares y bagaje sociocultural.
En esta exhibición museográfica se presentan fotografías y ejemplares físicos de cuatro piezas emblemáticas del arte popular mexicano:
Alebrijes: Estas coloridas y fantásticas criaturas, fusionan elementos de diferentes animales y seres mitológicos. Son creaciones que simbolizan la creatividad ilimitada del artesano mexicano, evocando el mundo de los sueños y el misticismo.
Talavera poblana: Estas piezas de cerámica tradicional, originarias de Puebla, destacan por sus intrincados diseños y brillantes colores, que combinan influencias indígenas y andaluzas (actual España). La talavera poblana es apreciada por su funcionalidad y belleza, siendo un claro reflejo de la maestría artesanal.
Árbol de la vida: Los árboles de la vida, originarios de Metepec, simbolizan la conexión entre el hombre, la naturaleza, la espiritualidad y la esencia misma, siendo una de las representaciones más importantes del arte popular mexicano.
La Catrina: La famosa figura de la muerte elegante, creada por el artista José Guadalupe Posada y popularizada por Diego Rivera. La Catrina, con su rostro de calavera y atuendo elegante, simboliza la visión mexicana de la muerte como una parte única y festiva de la vida.
La inauguración de la exhibición será el día 4 de diciembre a las 11 am en el Corredor Lagoa Henriques.
Biodatas
Luz María Jardón Iniestra: Licenciada en Lenguas por el IUFIM en México, Maestra en Lingüística Aplicada por la UAEMÉX en México y Doctoranda en Ciencias del Arte y del Patrimonio de la Universidad de Lisboa.
Ha trabajo en proyectos enfocados en la importancia de la Lengua y la Cultura como manifestaciones sociales, Estudios Culturales y análisis de la cultura al igual que temáticas de multiculturalidad e interculturalidad. Su trabajo más reciente está enfocado en el Arte Popular Mexicano como manifestación de la cultura y análisis social.
El Hassane Ait Faraji: Licenciado en Ciencias Políticas y Estudios Portugueses, con una Maestría en Museología y Museografía por la Facultad de Bellas Artes de Lisboa. Actualmente, es doctorando en Ciencias del Arte y del Patrimonio en la misma facultad.
Hassane ha trabajado como curador invitado en exposiciones destacadas, entre ellas O Poder da Palavra I / Peregrinação / Hajj. Su investigación se centra en el arte de la azulejería en Portugal, la talavera poblana en México y el arte del Andalus, explorando las conexiones culturales y artísticas entre estas tradiciones. Además, es investigador activo en el área de arte y patrimonio.
inshadow lisbon screendance festival
Dez 18 202403 > 19 DEZEMBRO 2024 I cisterna e galeria da fbaul
Inauguram na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, no dia 3 de dezembro, duas exposições integradas no InShadow – Lisbon Screendance Festival. A inauguração na Cisterna decorre às 18h e na Galeria às 18h30.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
DISCERNIBLE BEAUTY de Sam Asaert | Exposição Fotográfica | Galeria FBAUL
Discernible Beauty é um diálogo artístico fotográfico em que o fotógrafo e a bailarina justapõem noções que estão no centro das artes performativas (ocidentais) e da comunicação visual (capitalista); e jogam com o papel que o físico (feminino) desempenha em ambas.
Recorrendo à linguagem visual da iconografia religiosa, à pintura clássica ocidental, bem como ao expressionismo e à publicidade capitalista do século XX; e utilizando técnicas de fotografia de produtos comerciais que realçam linhas coreográficas, membros baléticos e beleza corporal, Discernible Beauty é um projeto que visa apresentar representações esteticamente agradáveis do custo de se conformar e de se relegar para representações esteticamente agradáveis.
INSTALAÇÃO DE VÍDEO-DANÇA I Vários Aristas
Cisterna FBAUL
A 16ª edição do InShadow – Lisbon Screendance Festival realizar-se-á entre 7 de Novembro e 15 de Dezembro de 2024, em vários locais da cidade de Lisboa. Na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa os eventos decorrem entre 3 e 19 de dezembro.
InShadow promove um encontro entre as linguagens do vídeo/cinema e da dança/performance, propondo uma reflexão para um pensamento cine-coreográfico, explorando relações com tendência experimental ou ligação com a tecnologia. Procura o mundo da imaginação e o diálogo entre culturas. Propõe uma assimilação de experiências, métodos e saberes, potenciando as relações pensamento/ação e criatividade/inovação.
conversa com ana ribeiro, conservadora na tate
Dez 16 2024
20 DEZEMBRO 2024 > 10H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Realiza-se no dia 20 de dezembro, às 10h00, no auditório Lagoa Henriques uma sessão especial, integrada na unidade curricular de Pintura I, com a presença da convidada Ana Ribeiro, conservadora de time-based media no museu britânico Tate Modern e investigadora em projectos como Documentation and Conservation of Performance, Reshaping the Collectible e Precarious Movements.
Trata-se de uma sessão aberta aos alunos da FBAUL, independentemente do turno ou curso.
sessão “e depois da faculdade?” | conversa com Jorge Viegas e Nuno Sousa Vieira
Dez 12 2024
18 DEZEMBRO 2024 > 17H | AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
No âmbito da candidatura ao programa Erasmus+ (2025/2026), a Divisão Académica da Faculdade promove uma sessão sobre ‘e depois da faculdade?’, para todos os nossos estudantes que não sabem como se apresentar ao mundo depois de terminarem o curso.
A sessão contará com a participação do Dr. Jorge Viegas, diretor da Galeria 3+1 Arte Contemporânea e Presidente da Exhibitio – Associação Lusa de Galeristas, e será moderada pelo Professor Nuno Sousa Vieira.
Jorge Viegas é fundador da galeria 3+1 Arte Contemporânea, estabelecida em 2007, tendo promovido e coproduzido mais de 100 exposições de artistas portugueses e internacionais nos últimos dezoito anos. Exerce também consultoria nas áreas de Gestão de Recursos Humanos e Tecnologias de Informação. É desde outubro 2020 presidente da EXHIBITIO – Associação Lusa de Galeristas, que tem como objetivo representar e defender a atividade dos galeristas portugueses.
Nuno Sousa Vieira vive e trabalha entre Leiria e Lisboa. Doutorado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBA ULisboa), com a tese intitulada: O Ateliê – Do Mundo Para o Lugar. Sala de Exposição (1971/2015). Atualmente, é docente na FBA ULisboa. O trabalho de Sousa Vieira tem sido desenvolvido em estreita articulação com a antiga fábrica de plásticos SIMALA, onde estabeleceu o seu ateliê entre 2001 e 2021. As suas esculturas, compostas por variados materiais fabris, elementos arquitetónicos, e móveis descartados, são o resultado de um processo que envolve a transladação do espaço de trabalho para material de trabalho e, por fim, para matéria de trabalho.
Embora esta ação seja enquadrada na divulgação do programa ERASMUS+, a sessão será aberta a todos os estudantes que queiram participar.
A inscrição na sessão é obrigatória e está sujeita a registo prévio, através do Fenix, na área de ‘Candidato’. A inscrição abre às 10h de dia 09/12, e ficará disponível até dia 18/12 às 12h, ou até as inscrições perfazerem a lotação da sala.
Será atribuído um certificado de participação a todos os participantes que se inscrevam na sessão.
Em caso de dúvidas ou esclarecimentos adicionais, poderá dirigir-se aos Serviços Académicos da Faculdade (Serviços de Mobilidade / Erasmus), presencialmente ou através do email erasmus@belasartes.ulisboa.pt.
Esta sessão é oferecida no âmbito do programa “Impulso Adulto” do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Lançamento da revista “Encontros no Largo das Belas-Artes”
Dez 10 2024Com esta publicação a revista “Largo das Belas-Artes” cumpre o seu objetivo de proporcionar a edição de projetos e de encontros científicos promovidos no âmbito das atividades de investigação do doutoramento em Belas-Artes, na especialidade de Ciências da Arte e do Património.
apresentação da revista arte e cultura visual nº 4
Dez 08 202412 DEZEMBRO 2024 > 18H30 I ESCADARIA DA CAPELA DAS BELAS-ARTES
O número 4 da revista Arte e Cultura Visual, subordinada ao tema Arte e Democracia será lançado a 12 de dezembro, na escadaria da Capela da Faculdade de Belas-Artes, às 18h30.
Coordenada pela investigadora Isabel Nogueira, a revista Arte e Cultura Visual é uma publicação do CIEBA (Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes), com a periodicidade de um número anual, a sair no final de cada ano civil. O âmbito a que se dedica è às artes plásticas e a cultura visual, pensadas através de um discurso reflexivo, diverso, atual, problematizante e orgânico, com foco nos dispositivos da arte e das imagens artísticas, na sua ontologia e nos seus contextos.
1º Coloquio Internacional de Arte, Lengua y Cultura
Dez 04 202404 > 06 DICIEMBRO 2024 I ONLINE // FACULDADE DE BELAS-ARTES
I Coloquio Internacional de Arte, Lengua y Cultura
4, 5 y 6 de diciembre 2024 I Online I Faculdade de Belas Artes
Tema: Colóquio Internacional de Arte, Língua e Cultura
Acessar Reunião Zoom: https://us06web.zoom.us/j/88221825572
ID da reunião: 882 2182 5572
En un mundo cada vez más interconectado, es crucial entender y apreciar la importancia de diversas áreas de estudio como el arte, la lengua y la cultura en la construcción de identidades individuales y colectivas. El estudio, análisis y la reflexión sobre estas áreas nos permiten explorar las complejidades de la experiencia humana, así como comprender las diversas formas en que las personas se expresan, relacionan e identifican dentro de sus comunidades y contexto global.
El I Coloquio Internacional de Arte, Lengua y Cultura surge como respuesta a la necesidad de generar un espacio de encuentro que promueva el análisis interdisciplinario y el intercambio de perspectivas sobre las temáticas relacionados con el arte, la lengua y la cultura. A través de este coloquio internacional, se pretende fomentar la colaboración entre investigadores y profesionales de distintas disciplinas, creando una red de comunicación y trabajo con pares en distintas latitudes que permitan generar conocimiento y enriquecer las experiencias de la diversidad cultural y lingüística.
Ejes temáticos
- Cultura, traducción y adaptación.
- Arte como herramienta de activismo cultural.
- Identidad lingüística dentro de la manifestación cultural.
- Tecnología y medios digitales en el diálogo cultural y lingüístico.
- Educación e interculturalidad.
- Arte y Lengua como herramienta de análisis cultural.
Envío de resumen
Para enviar su resumen y registro, debe hacerlo al siguiente correo coloquiointernacionalcolint@gmail.com Tiene hasta el 12 de octubre del 2024.
Deverá aceder ao sistema Fénix e autenticar-se com os dados da sua conta Campus/Edu@ULisboa. Caso tenha perdido o acesso à sua conta Campus/Edu@ULisboa, poderá efetuar a sua recuperação aqui.
Caso não tenha frequentado qualquer curso na Faculdade de Belas-Artes e não possua conta Campus/Edu@ULisboa, ou caso não possua já uma conta de acesso à plataforma Fenix (criada, p. ex., aquando da candidatura a um curso livre, congresso, seminário, etc.) deverá necessariamente realizar um pré-registo na aplicação Fenix aqui.
Após aceder à plataforma, deverá selecionar o separador «Candidato». Seguidamente, deverá criar a sua candidatura, selecionando “Registo Oradores – I Coloquio Internacional de Arte, Lengua y Cultura” no caso de pretender inscrever-se como orador e “I Coloquio Internacional de Arte, Lengua y Cultura” no caso de pretender inscrever-se como público em geral. Após estes passos, deverá preencher os dados solicitados no formulário eletrónico.
I Coloquio Internacional de Arte, Lengua y Cultura
December 4, 5, and 6, 2024 | Online | Faculty of Fine Arts
In an increasingly interconnected world, it is crucial to understand and appreciate the importance of diverse fields of study such as art, language, and culture in the construction of individual and collective identities. The study, analysis, and reflection on these areas allow us to explore the complexities of the human experience, as well as understand the various ways in which people express themselves, relate, and identify within their communities and the global context.
The I Coloquio Internacional de Arte, Lengua y Cultura arises in response to the need to create a meeting space that promotes interdisciplinary analysis and the exchange of perspectives on topics related to art, language, and culture. Through this international colloquium, the aim is to foster collaboration between researchers and professionals from different disciplines, creating a network of communication and collaboration with peers from different regions to generate knowledge and enrich experiences of cultural and linguistic diversity.
Thematics
• Culture, translation, and adaptation.
• Art as a tool for cultural activism.
• Linguistic identity within cultural manifestation.
• Technology and digital media in cultural and linguistic dialogue.
• Education and interculturality.
• Art and Language as a tool for cultural analysis.
Abstract Submission
To submit your abstract and registration, please send it to the following email: coloquiointernacionalcolint@gmail.com. You have until October 12, 2024.
After accessing the platform, you must select the “Candidate” tab. Next, you must create your registration by selecting “Registo oradores – I Coloquio Internacional de Arte, Lengua y Cultura” in case you wish to register as a speaker and “I Coloquio Internacional de Arte, Lengua y Cultura” in case you wish to register as general public. After these steps, you must fill in the requested data in the electronic form.
O evento realiza-se no âmbito do programa “Impulso Adulto” do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Ciclo Internacional de Conferências Afinidades e tensões entre Investigação Artística, Criação Artística e Investigação em Artes
Dez 04 20246 DEZEMBRO 2024 | | 9h00 > 14h00 | GRANDE AUDITÓRIO DA FACULDADE DE BELAS-ARTES
O Ciclo Internacional de Conferências Afinidades e tensões entre Investigação Artística, Criação Artística e Investigação em Artes está programado em duas fases, uma no dia 6 de Dezembro de 2024, outra a 9 Maio de 2025, com uma publicação de ensaios a editar na segunda data. Reúne autores nacionais e internacionais em Investigação artística (artistas plásticos, historiadores de arte, especialistas de conservação e restauro e filósofos de arte) e tem como orador principal Michael Schwab, director da JAR (Journal of Artistic Research). Junto envia-se Programa e Cartaz.
O desafio colocado a todos os conferencistas consistiu na articulação de duas ou três das esferas indicadas no título do projecto, tendo como objectivo a apresentação de perspectivas e noções originais sobre as diferenças e as afinidades entre os campos visados, construindo mediações entre estes, desvelando elos até agora não desenvolvidos, pondo a descoberto a zona de mediação entre dois ou mais campos (Criação Artística, Investigação Artística, Investigação em Artes) para a identificação das características que cada domínio possui e projecta para a zona transfronteiriça que os medeia, circunscrevendo-as, assim, para novas interpretações de uma dada situação que é ao mesmo tempo investigativa e criativa.
O ciclo de Conferências e a edição do livro têm a coordenação de José Quaresma e de Fernando Rosa Dias, docentes da FBAUL.
A participação é gratuita mas está sujeita a inscrição prévia, através do Fenix, na área de ‘Candidato’, até ao dia 4 de dezembro de 2024.
Deverá aceder ao sistema Fénix e autenticar-se com os dados da sua conta Campus/Edu@ULisboa.
Caso tenha perdido o acesso à sua conta Campus/Edu@ULisboa, poderá efetuar a sua recuperação aqui.
Caso não tenha frequentado qualquer curso na Faculdade de Belas-Artes e não possua conta Campus/Edu@ULisboa, ou caso não possua já uma conta de acesso à plataforma Fenix (criada, p. ex., aquando da candidatura a um curso livre, congresso, seminário, etc.) deverá necessariamente realizar um pré-registo na aplicação Fenix aqui.
Este evento é passível de ser fotografado e/ou filmado e posteriormente divulgado publicamente.
saturnismo – memória do chumbo
Nov 27 202422 > 29 novembro 2024 I 18h | Cisterna BELAS-ARTES
Saturnismo é uma alegoria à doença causada pela exposição excessiva ao chumbo, deve o seu nome à associação que a alquimia fez deste elemento ao planeta Saturno. Este universo metafórico de intoxicação cria um microcosmo expositivo experimental em dois atos: Primeira Porta a instalação preambular de uma escultura sonora/concerto espacializado a 6 pontos, experimentação da vibração e queda de chumbo balístico e Memória Do Chumbo, uma instalação multimédia de realidade virtual.
Ambas abrem caminho para a exploração do inconsciente coletivo, procurando no chumbo a sua memória. Através da sua fundição, este elemento metálico perde a letalidade na liquidez e materializa uma obra escultórica que reflete o espectro do planeta espelhado num dispositivo de realidade expandida ao espaço virtual. Saturno, o sexto planeta do sistema, tem no seu polo um hexágono de nuvens persistentes.
PRIMEIRA PORTA
22 > 29/11/2024
2ª a 6ª 14h/18h
CISTERNA FBAUL
MEMÓRIA DO CHUMBO
7 a 21 de Dezembro | ESPAÇO POGO
Marcações: info@saturnismo.pt
Sandra Zuzarte (Lisboa, 1970) Mestre em Arte Multimédia pela Faculdade de Belas Artes da
Universidade de Lisboa, investiga teoria e história da arte no campo da estereoscopia, da representação
da luz e simulacro, explorando dispositivos imersivos numa abordagem experimental sobre a percepção
no olhar mediado. O seu trabalho reflete a espectralidade e persistência da memória na imagem e no
tempo.
Fernando Fadigas (Oeiras, 1968) explora processos experimentais em artes sonoras, nas artes plásticas,
no ensino e investigação artística. Doutorando na Faculdade de Belas-Artes da ULisboa orientado pelo
Prof. Dr. António de Sousa Dias e Mestre em Arte Multimédia pela mesma faculdade, é investigador
no GIAM/CIEBA e docente na Pós-Graduação em Arte Sonora: Processos Experimentais na FBAUL.
Sandra Zuzarte [Concepção, Instalação, Escultura Sonora e RV]
Fernando Fadigas [Performance Sonora, Som Imersivo]
Francisco Fadigas [Programação informática e RV]
Eduardo Brito [Mestre de Metais/FBAUL]
Luís Elgris [Voz]
Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, GIAM/CIEBA da FBAUL,
Electronic Warfare, Associação Pogo Teatro e Gaivotas 6
7º colóquio expressão múltipla
Nov 26 2024 
Olavo Costa, ‘Rembrandt Maoista’, 2024
29 NOVEMBRO 2024 I GRANDE AUDITÓRIO FACULDADE BELAS-ARTES
VII Colóquio Expressão Múltipla:
Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. Divide-se em duas chamadas de trabalho com vista a duas publicações anuais e a um colóquio/congresso.
A primeira chamada é dirigida ao Desenho Aplicado. Por Desenho aplicado entendem-se todas as vertentes em que o desenho é um elemento central, sendo, no entanto, concretizado com outros fins que não ele próprio. Assim áreas do desenho como as da concept art, ilustração, animação, desenho digital, realidade virtual, desenho de produção, entre outras, serão os maiores alvos nesta iniciativa. É por isso dirigida aos estudiosos que pretendam seguir, ou que já estejam a desenvolver trabalho nestas áreas, de maneira a permitir uma disseminação de experiência e de resultados.
A segunda chamada é dirigida à Teoria e Prática do Desenho num âmbito mais geral onde as suas relações com a arte e com os processos artísticos são investigadas.
O colóquio é dirigido sobretudo aos estudiosos que procuram desenvolver dissertações e teses na área do Desenho ou noutras que possam de alguma forma ampliar as discussões relativas a estas áreas de conhecimento. Pretende-se a disseminação das diversas experiências, metodologias e resultados. Assim, aos interessados em participar convida-se à submissão dos artigos relativos a comunicações orais a serem apresentadas no colóquio atendendo à especificidade das chamadas de trabalhos.
Todos os artigos serão submetidos a uma revisão peer review. Cada artigo recebido pelo secretariado é reenviado, sem referência ao autor, a dois ou mais membros da Comissão Científica, garantindo-se no processo o anonimato de ambas as partes (double-blind). No procedimento privilegia-se a distância geográfica entre a origem de autores e a dos revisores científicos.
O colóquio, a ter lugar no dia 29 de novembro de 2024 no Grande Auditório da FBAUL, será composto por comunicações de 20 minutos e por um posterior momento para resposta a questões do público. Está prevista a abertura do colóquio/congresso com a presença de um ou dois keynotes.
A realização do colóquio poderá ser presencial. Em caso de impossibilidade de comparência física dos autores, os mesmos poderão apresentar uma gravação com a sua comunicação.
Os artigos revistos e aprovados serão publicados online no Repositório da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
CALENDÁRIO:
VII Colóquio Expressão Múltipla
Colóquio – comunicações orais
29 de novembro de 2024, Grande Auditório da FBAUL.
VII Colóquio Expressão Múltipla
Até 31 janeiro de 2025, entrega final dos artigos para publicação.
VII Colóquio Expressão Múltipla
Até 31 de maio de 2025, publicação online do livro de atas.
*Os artigos deverão ser enviados para expressaomultipla@gmail.com
segundo a seguinte formatação:
Formato do Artigo
Cada artigo deverá ter entre 10000 e 15000 caracteres sem espaços referentes ao corpo do texto, isto é, sem contar com o título, resumo, palavras-chave, legendas e bibliografia.
- Título: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.
- Autor principal e afiliação: Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.
- Autores secundários e afiliações (caso existam): Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.
- Resumo e palavras-chave: Times New Roman, até 600 caracteres sem contar com os espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado. 3 a 5 palavras-chave.
- Abstract e keywords: Em inglês, Times New Roman, até 600 caracteres sem contar com os espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado.
- Subtítulos: Fonte Times New Roman, negrito, tamanho 12.
- Corpo de texto: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.
- Legendas: Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.
- Referências Bibliográficas: Devem seguir o Modelo APA ou NP 405. Fonte Times New Roman, tamanho 12 (APA), 10 (NP 405) espaçamento simples.
- Até 10 imagens: Inseridas no correr do texto, legendadas e referidas (atenção aos direitos de autor).
O documento deve ser enviado em formato word, e em formato pdf. No formato pdf, o documento deverá omitir os autores e a filiação.
exposições integradas na Mostra de Fotografia e Autores – MFA
Nov 24 20245 > 29 NOVEMBRO 2024 > 18H00 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
No dia 5 de Novembro, às 18h00, inauguram na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, duas exposições numa iniciativa da associação CC11, integradas na Mostra de Fotografia e Autores – MFA.
Elisa Freitas mostra-nos NA HORA DA VERDADE, NÃO SABIA COMO LÊ-LAS, um projeto documental que mergulha com fotos, documentos e recortes na história de um casal que se conheceu na época da guerra colonial em Portugal, a partir de um anúncio no jornal; por outro lado, a exposição AND THE SHAPE OF THINGS DISAPPEARED FOR A WHILE é a viagem interior de Joana Dionísio após a morte do pai, que reflete sobre as limitações da existência humana.
Entrada livre
2ª a 6ªfeira: 8h00-20h00
Sábado: 8h00-17h00
A MFA Lisboa volta em novembro e dezembro, com 20 exposições fotográficas e o tema NÓS. O evento explora a interconexão e a pertença, promovendo o diálogo entre artistas e público em diversos espaços culturais da cidade.
Em novembro e dezembro, a Mostra de Fotografia e Autores – MFA Lisboa regressa à capital para uma exposição de fotógrafos consagrados e emergentes que nos quer levar a refletir sobre a nossa própria identidade coletiva, NÓS. Nas suas múltiplas interpretações, nós enquanto sociedade, ligação emocional que une pessoas, culturas e histórias, mas também nós enquanto laço que nos une e compromete na mesma vida partilhada em sociedade.
Ao longo de dois meses, numa iniciativa da associação CC11, diferentes espaços culturais da cidade de
Lisboa vão acolher vinte exposições com enfoque em projetos que abordam a noção de interconexão,
pertença e comunidade. Além das exposições, a MFA – Lisboa promove encontros com os autores, debates e projeções que permitirão aos participantes mergulhar nas várias facetas deste tema, promovendo uma reflexão artística sobre as nossas ligações e identidades. Os locais que acolhem esta mostra são vários mas o ponto central serão os Jardins do Bombarda, no quadro da parceria com a cooperativa Largo Residências.
VEJA NESTE MAPA AS VÁRIAS EXPOSIÇÔES DO MFA EM LISBOA, EM NOVEMBRO E DEZEMBRO.