Arte
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reflect 2.0 introspective – exposição de rita andrade
Jun 01 202612 > 26 JUNHO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Reflect 2.0 INTROSPECTIVE de Rita Andrade inaugura dia 12 junho pelas 17h e está patente de 12 a 26 junho, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Carlos Vidal
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Reflect 2.0 INTROSPECTIVE consiste, maioritariamente, na intervenção pictórica em espelhos antigos recuperados pela artista, criando uma experiência que convida o espectador a refletir sobre questões da sociedade contemporânea.
Os espelhos não estão completamente cobertos, mantendo-se uma ambivalência intencional no projeto. Por um lado, o observador vê o seu próprio reflexo. Por outro, é desafiado a olhar para além da sua imagem e a confrontar aquilo que o espelho sugere como espaço de interpretação.
Este conjunto de obras propõe uma leitura crítica do presente, explorando a relação entre o indivíduo e o contexto social em que se inscreve. Através da tensão entre o visível e o sugerido, o trabalho abre um espaço de reflexão contemporânea sobre identidade, responsabilidade e a forma como nos posicionamos perante as dinâmicas sociais e políticas que estruturam o mundo atual.
Rita Andrade é uma artista socialmente comprometida, nascida e baseada em Lisboa. Licenciou-se em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa em 2020 e concluiu o mestrado em Art & Politics na Goldsmiths, University of London, em 2021.
O seu percurso inclui várias exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro, entre as quais se destacam Identity and Land (2023), Reflect (2024) e The Unbearable Lightness of Power (2025).
A sua prática artística centra-se no potencial transformador da arte enquanto forma de comunicação e intervenção pacífica. O seu trabalho é guiado por um compromisso com os direitos humanos e por experiências em contextos como a Palestina e Honduras, privilegiando uma abordagem de investigação imersiva que permite uma compreensão aprofundada das realidades que aborda.
Enquanto artista e agente de reflexão, Rita Andrade propõe um diálogo crítico sobre o papel do indivíduo no mundo contemporâneo, explorando formas de consciência, responsabilidade e posicionamento face às estruturas de poder e às narrativas que moldam a sociedade.
19ª Edição das Galerias Abertas de Belas-Artes (GAB-A)
Jun 01 20265 > 7 JUNHO 2026 | FACULDADE DE BELAS-ARTES
Durante o fim de semana de 5, 6 e 7 de JUNHO de 2026, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa vai acolher a 19ª Edição das Galerias Abertas de Belas-Artes (GAB-A).
Horário:
5 de JUNHO: 17h-20h
6 e 7 de JUNHO: 14h-20h
Entrada Livre.
As GAB-A são um evento anual que promove a exposição de projetos artísticos dos alunos da faculdade, bem como dos respectivos ateliês, oficinas e espaços criativos. São, simultaneamente, um fórum de discussão e mostra de jovens artistas, de produtos de investigação artística e de obras em contexto de ensino superior artístico público, integradas no espaço físico onde são pensadas e produzidas. Não é uma exposição numa galeria, museu ou centro cultural. É a abertura dos espaços de trabalho e de investigação artística que a Faculdade de Belas-Artes encerra, num espírito de ateliê aberto pontuado pela presença dos jovens criadores. Esta edição será marcada pelos Diálogos pela Arte, os POP-UP e a Mostra de Trabalhos.
DIÁLOGOS PELA ARTE
Ciclo de conversas com programação todas as sextas-feira até ao fim de semana da Mostra de Trabalhos:
08/05 | às 10h | Auditório Lagoa Henriques
ARTE NAS PERIFERIAS: PRÁTICAS, TERRITÓRIO E COMUNIDADE
15/05 | às 11h | Auditório Lagoa Henriques
PUBLICAR ARTE: DO CONCEITO AO OBJETO
29/05 | às 10h | Grande Auditório
ENTRE O OLHAR E A COLEÇÃO: CURADORIA E COLECIONISMO HOJE
03/06 | às 10h | Grande Auditório
MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA PARA JOVENS ARTISTAS
POP-UP
De 1 a 3 de junho, marcando o início da programação semanal dos GAB-A, será uma feira de objetos de menor escala, não obrigatoriamente representativos da prática artística no contexto de faculdade, mas igualmente apreciados. Durante o dia, poderão ver pelo espaço térreo da faculdade bancas com vendas de stickers, joalharia, cerâmicas utilitárias, pins, merchandising, entre outros.
MOSTRA DE TRABALHOS
No dia 5 de junho, das 17h00 às 20h00, e nos dias 6 e 7 de junho, das 14h00 às 20h00, a faculdade abre portas com uma exposição que se estende pelas salas e corredores de todo o edifício. A mostra de trabalhos inclui trabalhos de alunos de Escultura, Pintura, Desenho, Design, Multimédia e outras práticas contemporâneas, que se expandem pelo espaço. A Mostra inclui ainda um Ciclo de Curtas-Metragens, um Ciclo de Vídeo e Vídeo Performance, e um Ciclo de Performance.
Para saber mais sobre as Galerias Abertas das Belas-Artes, vê o Instagram das GAB-A.
VIII Colóquio Expressão Múltipla: chamada de trabalhos – Desenho Aplicado | Teoria e Prática do Desenho
May 31 2026
Primeira chamada de trabalhos – Desenho Aplicado
Segunda Chamada de trabalhos – Teoria e Prática do Desenho
Datas de realização do Colóquio – 23 – 24 novembro de 2026
Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. Divide-se em duas chamadas de trabalho com vista a duas publicações anuais e a um colóquio/congresso.
A primeira chamada é dirigida ao Desenho Aplicado. Por Desenho aplicado entendem-se todas as vertentes em que o desenho é um elemento central, sendo, no entanto, concretizado com outros fins que não ele próprio. Assim áreas do desenho como as da concept art, ilustração, animação, desenho digital, realidade virtual, banda-desenhada, desenho de produção, entre outras, serão os maiores alvos nesta iniciativa. É por isso dirigida aos estudiosos que pretendam seguir, ou que já estejam a desenvolver trabalho nestas áreas, de maneira a permitir uma disseminação de experiência e de resultados.
A segunda chamada é dirigida à Teoria e Prática do Desenho num âmbito mais geral onde as suas relações com a arte e com os processos artísticos são investigadas.
O colóquio é dirigido sobretudo aos estudiosos que procuram desenvolver dissertações e teses na área do Desenho ou noutras que possam de alguma forma ampliar as discussões relativas a estas áreas de conhecimento. Pretende-se a disseminação das diversas experiências, metodologias e resultados. Assim, aos interessados em participar convida-se à submissão dos artigos relativos a comunicações orais a serem apresentadas no colóquio atendendo à especificidade das chamadas de trabalhos.
Todos os artigos serão submetidos a uma revisão peer review. Cada artigo recebido pelo secretariado é reenviado, sem referência ao autor, a dois ou mais membros da Comissão Científica, garantindo-se no processo o anonimato de ambas as partes (double-blind). No procedimento privilegia-se a distância geográfica entre a origem de autores e a dos revisores científicos.
O colóquio, a ter lugar entre 23 e 24 de novembro de 2026 no Grande Auditório da FBAUL, será composto por comunicações de 20 minutos e por um posterior momento para resposta a questões do público. Está prevista a abertura do colóquio/congresso com a presença de um ou dois keynotes.
A realização do colóquio deverá ser presencial. Em caso de impossibilidade de comparência física dos autores, os mesmos poderão apresentar uma gravação com a sua comunicação. A não participação no colóquio poderá levar à exclusão do livro de atas.
Os artigos revistos e aprovados serão publicados online no Repositório da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
CALENDÁRIO:
VIII Colóquio Expressão Múltipla: Desenho Aplicado
Até 21 de junho, data-limite para o envio do resumo.
Até 28 de junho, notificação de aceitação.
VIII Colóquio Expressão Múltipla: Teoria e Prática do Desenho
Até 18 outubro, data-limite para o envio doresumo.
Até 25 outubro, notificação de aceitação.
VIII Colóquio Expressão Múltipla
Colóquio – comunicações orais
23 – 24 de novembro de 2026, Grande Auditório da FBAUL. (Esta data está sujeita a alterações).
VIII Colóquio Expressão Múltipla
Até 31 janeiro de 2027, entrega dos artigos.
Até 15 de fevereiro de 2027 notificação dos pareceres da revisão.
VIII Colóquio Expressão Múltipla
Até 31 de março entrega dos artigos finais.
Até 31 de maio de 2027, publicação online do livro de atas.
*Os artigos deverão ser enviados para expressaomultipla@gmail.com segundo a seguinte formatação:
Formato do Resumo
Cada resumo não deverá ultrapassar os 1600 caracteres incluindo espaços, sem contar com o título, autoria, afiliação, palavras-chave e legendas.
- Título: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.
- Autor principal e afiliação: Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.
- Autores secundários e afiliações (caso existam): Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.
- Corpo de texto: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.
- palavras-chave: 3 a 5 palavras-chave.
- Até 2 imagens: legendadas e referidas.
- Legendas: Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.
Formato do Artigo
Cada artigo deverá ter entre 10000 e 15000 caracteres sem espaços referentes ao corpo do texto, isto é, sem contar com o título, resumo, palavras-chave, legendas e bibliografia.
- Título: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.
- Autor principal e afiliação: Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.
- Autores secundários e afiliações (caso existam): Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.
- Resumo e palavras-chave: Times New Roman, até 1600 caracteres incluindo espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado. 3 a 5 palavras-chave.
- Abstract e keywords: Em inglês, Times New Roman, até 1600 caracteres incluindo espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado.
- Subtítulos: Fonte Times New Roman, negrito, tamanho 12.
- Corpo de texto: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.
- Legendas: Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.
- Referências Bibliográficas: Devem seguir o Modelo APA ou NP 405. Fonte Times New Roman, tamanho 12 (APA), 10 (NP 405) espaçamento simples.
- Até 10 imagens: Inseridas no correr do texto, legendadas e referidas (atenção aos direitos de autor).
O documento deve ser enviado em formato word, e em formato pdf. No formato pdf, o documento deverá omitir os autores e a filiação.
Exposição e Seminário O Movimento da Alma na ‘Paixão de Cristo’ de Rafael Bordalo Pinheiro | Museu José Malhoa
May 31 2026
14 MAIO > 30 SETEMBRO 2026 | MUSEU JOSÉ MALHOA, CALDAS DA RAINHA
No dia 14 de Maio de 2026, às 10h30, inaugura no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, a exposição de desenho e o seminário intitulados O Movimento da Alma na “Paixão de Cristo” de Rafael Bordalo Pinheiro – Entre desenhos e reflexões. A exposição ficará patente até 30 setembro.
A exposição apresenta os desenhos produzidos durante a residência e, no dia da abertura, decorre um seminário dedicado ao debate e à reflexão crítica sobre a obra de Bordalo Pinheiro, os museus e as suas possibilidades contemporâneas.
O seminário contará com investigadores e profissionais como Artur Ramos, Luís Jorge Gonçalves, João Alpuim Botelho, Dora Mendes, Marta Galvão Lucas, entre outros convidados.
O público é convidado a participar neste diálogo sobre património, criação e pensamento artístico atual.
Acesso gratuito.
Este evento é uma organização do:
Museu José Malhoa/Museus e Monumentos de Portugal
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa/ VICARTE Vidro e cerâmica para as artes/ CIEBA, Centro de Investigação e de Estudo em Belas-Artes
Universidade Federal de Rio Grande do Norte/ Grupo de Pesquisa de Género, Políticas Públicas e Sociedade
Quando Rafael Bordalo Pinheiro, entre 1887 e 1899, criou a Paixão de Cristo, para as capelas da Via Sacra da Mata do Buçaco, por encomenda do governo português, através do Ministro Emidio Navarro, estava a retomar uma tradição da arte ocidental sobre a dramatização da vida de Jesus, em esculturas policromadas de terracota.
Previam-se 86 esculturas de escala natural, com 12 Passos da Paixão. Por diferentes dificuldades, o projeto inicial não foi concluído, tendo chegado aos nossos dias as seguintes cenas: Jesus no Horto, Traição de Judas, Passagem do Cedron; Jesus em casa de Anás; Jesus na casa de Caifás; Jesus perante Pilatos; Jesus perante Herodes; Pilatos lavando as mãos e Jesus a Caminho do Calvário.
Na atualidade encontra-se no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, cidade onde Rafael Bordalo Pinheiro localizava a sua fábrica de cerâmica. Trata-se do seu projeto mais ambicioso, que nos demonstra as suas capacidades como artista. Através das esculturas observamos dramatismo, expressão e uma plasticidade muito bem explorada, que nos conduz ao sublime. Tinham passados os tempos do dramatismo do Barroco, onde se explorava com emoção os Passos da Paixão, através das vias sacras, em esculturas que podemos examinar no Bom Jesus do Monte, em Braga, na Serra do Pilar, na Póvoa de Lanhoso, ou em Congonhas, em Minas Gerais, no Brasil. No entanto, Rafael Bordalo Pinheiro explorou, na terracota, o dramatismo através dos rostos, dos corpos, das panejamentos e das cores.
A diversidade das cenas é um desafio para o desenho que foi proposto a alunos de desta disciplina da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Estes desenhos, executados a partir dos originais e no próprio espaço do Museu José Malhoa, constituem dez aproximações individuais à obra de Rafael Bordalo Pinheiro A Paixão de Cristo. A diversidade fisionómica aliada à modelação ligeiramente inacabada das esculturas é o cruzamento de interpretações ilimitadas à reconstrução e à reinvenção das figuras. Todos os dez artistas convidados abordaram a obra segundo múltiplos pontos de vista e não só no sentido literal. Cada uma das aproximações reconstrói o espaço, cria contextos, reinventa as personagens, acentua expressões e idealiza visões e fisionomias. O desenho, associado vulgarmente ao essencial acaba por aliar o rigor da forma com a agradabilidade da cor, para nos surpreender com o potencial da obra de Rafael. Na verdade, estas sessões desenvolvidas no museu constituem momentos únicos de observação, análise, descoberta e conhecimento sem paralelo graças ao contacto direto e natural com as obras de arte. Estes desenhos são a celebração desses momentos.
II International Conference on Set & Costume Design – call for papers
May 31 2026OPEN CALL > UNTIL 28 JUNE 2026
The Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa and the Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, through CIEBA (Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes), invite the academic community, artists and researchers to submit proposals for the II International Conference on Set & Costume Design.
Following on from its first edition, the conference aims to serve as a forum for the exchange of ideas and discussion in the field of stage design. Stage design – or scenography and costume design – is a specific field which, nevertheless, exists in close relation to the fine arts, the performing arts and architecture, amongst many other disciplines, some of which are technical. Frequently, its establishment has been through practice, and it is these creative and technical processes – heirs to a tradition of artists and masters – that we seek to contextualise in the present day, at a time when the visuality of the stage has expanded into performance design and the practice of installation.
It is important to broaden discussions on the practice, history and theory of stage design, enabling exchange across different geographical areas; but it is equally important to reflect on Portuguese practice, which is poorly documented and in need of study and archiving.
In this edition, in addition to the sections dedicated to artists and researchers, students and emerging artists are invited to participate in a section specifically dedicated to exploring and testing ideas.
Proposals addressing, amongst others, the following topics are welcome:
History and theory of set and costume design
Creative processes
Case studies
Teaching set and costume design
In the section “students and emerging artists: 1 IDEA + 1 IMAGE”, we invite collaborations of around 5 minutes, based on the presentation of an idea and an image.
1. Submission Guidelines
Proposals must be submitted in PDF format to jornadascenografiaefigurinos@gmail.com and must include:
- Title of the presentation;
- Abstract of 300 to 500 words;
- Keywords (3 to 5);
- Author’s biographical note (max. 150 words);
- Institutional affiliation and contact details.
Submissions are accepted in Portuguese, English, Spanish, French and Italian.
Oral presentations must be delivered in Portuguese or English.
2. Timetable
Submission deadline: 28 June
Notification of acceptance: 31 July
3. Publication
Please note that a selection of papers presented at the conference will be published in a conference proceedings volume.
Deadline for submission of papers: 15 December
Papers are accepted in Portuguese, English, Spanish, French and Italian, and must always include an abstract in English.
Participation in the conference implies the potential publication of the research in the proceedings. Both participation in the conference and publication are subject to peer review processes.
Organização
Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA)
Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa (FBA-UL)
Escola Superior de Teatro e Cinema, Politécnico de Lisboa (ESTC-IPL)
Parceiros (em actualização)
Associação Portuguesa de Cenógrafos (APCEN) / Festival Alkantara
Coordenação Geral
Fernando Rosa Dias / João Calixto / Marta Cordeiro / Paulo Morais-Alexandre / Sara Franqueira / Susana Vidal
Comissão Científica (em actualização)
Ana Mira (ESTC/ IFILNOVA)
Armando Nascimento Rosa (ESTC-CIAC)
Fernando Rosa Dias (FBAUL / CIEBA)
Helder Maia (I2ADS / ESMAE)
Isis Saz Tejero (UCLM)
João Calixto (ESTC / CIEBA)
Jorge Palinhos (CECS)
José Capela (EAAD / Lab2PT)
Marta Cordeiro (ESTC / CIEBA)
Paulo Morais-Alexandre (ESTC / CIEBA)
Sara Franqueira (ESTC / CIEBA)
Susana Vidal (ESTC / CIEBA)
Teresa Projecto (IPLuso – UL / CIEBA)
Teresa Varela (ESTC / CIEBA)
Contactos
Revista Convocarte nº 20/21 – Art and Indigenous Peoples // open call
May 31 2026OPEN CALL > UNTIL 26th JUNE 2026
Submission Deadlines
June 26, 2026 – Submission of the initial proposal (title, abstract, and keywords; max. 1000 characters without spaces) and link to curriculum vitae/portfolio.
October 9, 2026 – Submission of the complete text.
Send to: convocarte.belasartes@gmail.com
Manifesto for a Call for Papers: Art and Indigenous Peoples
Art. The relationship between art and indigenous peoples is not a simple one. In a programme text for the anthropology of art, Els Lagrou (2012) measured the impact of Alfred Gell’s (2018) work in the field, speaking of a love-hate relationship between art and anthropology. The conjunction ‘and’, which is employed to link the concepts of art and indigenous peoples in this particular context, functions in an adversative manner rather than an additive one.
Indigenous peoples. This gives rise to the primary issue of this call. The question thus arises of whether the artistic expression in question is to be considered as antagonistic towards indigenous peoples, or whether the indigenous perspective is in opposition to that of the artistic expression. In the context of the Manchester debate on the ‘universality of the concept of aesthetics/art’ (Ingold, 1996), Lagrou (2012) poses the question of whether there exists an art of societies that functions in opposition to the state. This perspective aligns with the seminal work of Pierre Clastres (2003), who proposed a novel characterisation of the political (or cosmopolitical) organisation of the indigenous peoples of America as ‘societies against the state’. This alternative expression diverges from the conventional evolutionary term ‘stateless societies’.
Land. This shift in perspective enables Clastres (Idem) to redefine the question of how to define ‘what is’ an indigenous people or ‘who are’ indigenous people, bringing it closer to contemporary reality. Rather than being museum pieces echoing the past of a single ‘humanity’ definitively separated from the cosmos, these peoples point to the future of planetary politics.
Cosmophobia. Deleuze & Guattari (1976), based on what Clastres (2003) and Lévi-Strauss (1976) had learnt from the Amerindians, redefine these societies against the State as a territorial social formation, highlighting these peoples’ intrinsic relationship with the land, in contrast to the modern State and its cosmophobic origin/foundation, as defined by Nego Bispo (Santos, 2018).
Cosmopolitical. The proposal is to engage in discourse with indigenous peoples, transcending the conventional discourse surrounding them, and to recognise these interlocutors as being defined by their intrinsic relationship with the land, with this relationship acting as the guiding principle for their knowledge practices. It is acknowledged that these interlocutors represent the various modes of existence that articulate and establish territory through these human communities and individuals.
Anthropocene. In a manner analogous to the manner in which modern thought was transfigured by the problem-concept of the Anthropocene, thereby resulting in the definitive burial of the 20th century with the realisation that, ultimately, ‘we had never been modern’ and fulfilling Lévi-Strauss’ (1976) persistent prophecy that mythological thought would ‘meet again’ with scientific thought, contemporary art has also been decisively affected by the problem-works posed by contemporary indigenous art.
(Amilton Mattos)
Call for Papers

The contemporary global concept of ‘Art’ is a recent Western paradigm. Following the conceptualisation of Fine Arts during the Renaissance, the notion of art and the autonomy of the artistic sphere gained prominence in the 18th century. The following discussion will explore the question of whether it is possible to discuss art in relation to indigenous cultures. In the event of the existence of artistic dimensions, it is imperative to elucidate the manner in which they are mobilised and comprehended. In this sense, the cultural milieu of an indigenous people or nation can be perceived as a confrontation with the very concept of ‘Art’ and its concomitant comforts.
What is the basis of artistic productions inscribed in the body and the landscape, merging with them, creating disturbances in the arts of the separation between work and subject, production and reception, etc.? Talking about indigenous culture and its artefacts with an artistic dimension can serve to problematise the guaranteed notions of ‘art’, “work”, ‘author’, etc.
The separations between arts are also problematised, since there is a foundational mode of relations and fusions between arts that have traditionally been separated in the West. It’s not a question of hybridity, which is already the result of a principle of separation and its disturbance, but something that is based on non-separation. Thus, in the face of indigenous culture, it is Western ontologies, works and relational processes, as well as values and symbolic exchanges, among others, that are unsettled. One of the premises of this call is to find these zones of disquiet, as vacillating states that are interesting not only to understand but also to confront.
Any recent tradition of Anthropology recognises that these cultures are not watertight in a repetition of the same, but rather have transformation at their core, in which ritual practices of cultural continuity and survival have their own internal dynamic. The repetition of ritual, as a cultural pursuit, is the foundation of processes of transformation and it is through this repetition that the same and the ‘new’ are offered as cultural pursuit and continuity.
The invocation of indigenous culture, coupled with the assumption of its distinctiveness, engenders a relational expanse that renders the prevailing Western paradigm both relative and susceptible to scrutiny. The objective is not merely to challenge this prevailing paradigm, but rather to reject its exclusivity and the authority of its voice, thereby facilitating a more inclusive listening process. This endeavour entails the liberation of artefacts from the paradigm of the cabinet of curiosities that persists in Western ethnographic and anthropological museums. The resolution of this issue necessitates the establishment of a relationship of alterity that fosters the reciprocal exchange of difference, thereby facilitating a mutual extension. This approach entails the rejection of a unidirectional gaze of curiosity or the scientific object, in favour of an egalitarian and dialoguing relationship, wherein the experience and voice of the other is inscribed and shared.
In general, indigenous cultures are about Memory rather than History, orality rather than writing. It is the bodies that support and carry cultural mediations, that aggregate memories and transfer them. Culture as a safeguard of the self is often made from these bodies, with responsibilities of transference and continuity, which is always fatal change, but inherent and genuine.
When it comes to indigenous peoples, there is a natural tendency for studies to focus on the global South, tending to include Central and South America, Africa, Australia and much of the Pacific, or even parts of Indonesia or India. But it can also be seen elsewhere, even if in an almost archaeological way, around echoes of massacred indigenous memories, such is the degree of cultural disappearance or extinction in many cases, such as in Canada and, above all, the United States.
Thinking about the role of art and culture in indigenous peoples often involves their resistance to Western and global colonial violence, which can be done both from the strength of their own survival, from what are often resilient remains, and from their regeneration, their recovery from a situation of near cultural extinction, taking up possible authenticities that are not reduced to modes of business and exotic neo-tourism.
Another issue is the problem of the periphery in cultural issues or cultural policy. Not the periphery between the big dominant centres, which decide the historical, economic and symbolic values of art and culture, such as that of Portuguese art in relation to that of France, London or the United States, or of Brazil in relation to European and North American art, or between Eastern and Western arts or those of the South and those of the North, or even of the big centres in relation to small towns, but a more radical periphery: the periphery that touches the place of obliterated difference and its survival. A periphery that is often already on the outside, in a kind of total otherness. But that’s the richness of its voice.
We can therefore put forward a number of topics, with the proviso that these are far from limiting the possibilities of approaching the subject:
- Conceptual understanding: The dimensions of the notion of ‘indigenous’ and its cultural and artistic specificities.
- Places of Art: Studying the modes and spaces of artistic production among indigenous peoples.
- Identity and Transmission: Processes of subjectivation and cultural dialogues
- Alterity and Relativisation: The confrontation of differences as a way of broadening the possibilities of human culture.
- Survival and Regeneration: Artistic production as a cultural and political act of resistance and recovery in the face of the threat of extinction.
- Geographies of Indigenous Art: Analysing different contexts and scales (from Brazil to Australia, from Canada to Southeast Asia).
- Methodological Decolonisation: Revision of concepts from anthropology and ethnography in favour of a deontology that privileges the voice of the ‘other’ as a cultural and artistic subject and not just an object of study.
Convocarte Team
General Coordination: Fernando Rosa Dias
Co-coordination (French section): Pascal Krajewski
Executive Coordination: Bruna Lobo and Jamila Pontes
Coordination of the thematic dossier Art and Indigenous Peoples:
Amilton Pelegrino de Mattos is a researcher and lecturer in the Indigenous Degree programme at the Federal University of Acre, UFAC – Floresta Campus. PhD in Anthropology from the PPGSA at UFRJ – Federal University of Rio de Janeiro, with a thesis dedicated to the research processes of indigenous academics in their communities. http://lattes.cnpq.br/4467650905915696
References used in ‘Manifesto for a call for papers: Art and Indigenous Peoples’:
- Chakrabarty, Dipesh (2009). The Climate of History: Four Theses. In: Critical inquiry 35.2: 197-222.
- Clastres, Pierre (2003). A sociedade contra o Estado. São Paulo: Cosac & Naify.
- Deleuze, Gilles & Guattari, Felix (1976) O Anti-édipo. Capitalismo e esquizofrenia, Rio de Janeiro: Imago Editora Ltda.
- Ingold, Kim (Ed.) (1996). Key debates in Anthropology. London and New York: Routledge.
- Gell, Alfred. (2018). Arte e agência: uma teoria antropológica. Trad. Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Unu Editora.
- Kopenawa, Davi & Albert, Bruce (2015). A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. São Paulo: Companhia das Letras.
- Lagrou, E. (2012). Existiria uma arte das sociedades contra o Estado?. Revista De Antropologia, 54(2). https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2011.39645
- Lévi-Strauss, Claude (1976). O pensamento selvagem. São Paulo: CEN.
- Santos, Antônio Bispo dos. (2018). Somos da terra. Piseagrama, Belo Horizonte, n.12, p.44-51. https://piseagrama.org/artigos/somos-da-terra/
xCoAx 2026 — 14th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X
May 31 2026
08 > 10 JULY 2026 I TORINO, ITALY
xCoAx 2026 – 14th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X
8-10 July 2026 – Torino, Italy
Submit before February 1, 2026.
xCoAx explores the intersections where computational tools and media meet art and culture in the form of multi-disciplinary enquiries on aesthetics, computation, communication and the elusive X factor that connects and affects them all.
xCoAx is a great chance for international audiences to exchange ideas in search of interdisciplinary synergies between artists, media practitioners, computer scientists, and theoreticians at the thresholds between digital arts and culture.
xCoAx 2026 will take place at the Palazzo Madama museum in Torino, Italy, under the auspices of the Department of Philosophy and Education Sciences of the University of Torino.
Call for papers, artworks, performances, School of X applications.
xCoAx 2026 calls for papers, artworks, performances and research works-in-progress by scholars, artists, performers and students working on any of its multi-disciplinary facets.
You are invited to submit theoretical, practical or experimental research work in the form of papers, artworks, or performances, on a range of topics that includes but is not limited to the following:
Computation / Communication / Aesthetics / X / Algorithms / Systems / Models / Artificial Aesthetics / Artificial Intelligence & Creativity / Artistic explorations of digital game technologies / Audiovisuals / Multimodality / Design / Interaction / Generative Art & Design / History / Mechatronics / Physical Computing / Music / Sound Art / Performance / Philosophy of Art & of Computation / Computational Photography and Image Technologies / Technology / Ethics / Epistemology
If you are a Master’s or PhD student you also have the opportunity to apply for the School of X.
All information on how to submit papers, artworks, performances, and applications to the School of X is available at https://xcoax.org
Important dates:
- February 1 (end of day anywhere on Earth): Deadline for submissions.
- March 23: Notifications to authors.
- April 20: Registration deadline for authors.
- April 26: Delivery of final versions of full papers and extended abstracts of artworks and performances for the proceedings.
- May 3: Delivery of final versions of multimedia files for the website.
- July 6 to 7: xCoAx exhibition set-up at Palazzo Madama.
- July 8 to 10: xCoAx conference, exhibition, and performances.
Contacts:
email: info@xcoax.org
instagram: @xcoaxorg
bluesky: xcoax.org
lista dos finalistas da 1.ª edição dos prémios manuel cargaleiro
May 30 2026
Criados em parceria com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e com o apoio da Câmara Municipal de Castelo Branco, os prémios afirmam-se como um espaço de encontro entre gerações, instituições e linguagens artísticas, incentivando a experimentação, a investigação e o diálogo entre tradição e contemporaneidade nas artes visuais.
A edição inaugural contempla três categorias distintas:
- Prémio Revelação
Dirigido a estudantes de licenciatura, mestrado ou pós-graduação nas áreas das artes visuais, matriculados em instituições de ensino superior artístico em Portugal. Distingue talentos emergentes e práticas experimentais em fase inicial de percurso artístico. - Prémio Cargaleiro
Aberto a artistas de qualquer idade, nacionalidade ou percurso, desafia a desenvolver obras em diálogo criativo com o universo plástico do Mestre Cargaleiro — seja pela forma, pela cor, pelo suporte ou pela conceptualização. - Prémio Investigação
Destinado a estudantes e profissionais matriculados no ensino superior em Portugal (ou que tenham concluído estudos entre 2021 e 2025). Reconhece projetos inéditos nas áreas da história da arte, museologia, curadoria, conservação e restauro, ou outras disciplinas que aprofundem a compreensão e valorização da obra de Cargaleiro.
Para além da atribuição dos prémios, a iniciativa contempla uma exposição final no Museu Cargaleiro, em Castelo Branco, reunindo as obras selecionadas e promovendo a divulgação pública dos finalistas. Será ainda publicado um catálogo oficial com os projetos distinguidos, reforçando a sua projeção crítica e institucional.
Os vencedores recebem apoios concretos que incluem financiamento de estudos, dotação monetária, publicação de investigação e visibilidade em plataformas nacionais e internacionais.
Os Prémios Manuel Cargaleiro contam o patrocínio da Caixa de Crédito Agrícola da Beira Baixa Sul.
Finalistas da 1ª Edição selecionados pelo júri:
Prémio Revelação
Ana Alves
Giulia Paz
Mônica Lopes Nogueira
Pedro de Sousa Serafim
Raquel Maria Tavares
Rui Dias Monteiro
Sara Gonçalves
Sara Velez Malta
Sílvia Neto
Tomás Caleia Azul
Prémio Cargaleiro
Ana Maria Ferreira
António Jorge
Célia Macedo
Joana Paraíso
Luís Macedo
Luís Mouro
Luísa Ramires
Magda Delgado
Rosário Andrade
Yola Vale
Júri
A avaliação das candidaturas destes finalistas será realizada por um júri independente, designado pela Fundação Manuel Cargaleiro em articulação com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O júri é composto por Alexandre Farto (aka Vhils), Sandra Vieira Jürgens e Graça Morais, três personalidades de reconhecido mérito no domínio das artes visuais e funcionará com total autonomia.
Próximos passos:
Anúncio do vencedor em cada uma das categorias e preparação da exposição, cuja inauguração está prevista para setembro de 2026.
In Transit – exhibition
May 23 20264 > 27 MAIO 2026 | CORREDOR AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
The group exhibition “In Transit” will be on view from 4th to 27th May 2026, in the corridor of the Lagoa Henriques Auditorium.
Organized by:
António Trindade (project author)
Américo Marcelino
Susana Oliveira
Diana Costa
Artists:
Catarina Lira Pereira
Cygny Astra Malvar
Gabriel Colaço
Gilberto Colaço
Isabelle Faria
Joana Mosi
Joana Paraiso
Lúcia Antunes
Nádia Joaquim
Yun Zhang
In transit. Multifaceted conceptual processes under construction.
António Trindade
In Transit (Em Trânsito) brings together the theoretical and practical artistic research of ten students on the PhD programme in Fine Arts, specialising in Drawing and Painting. In this exhibition, we can explore a diverse range of research areas, spanning drawing and painting—both analogue and digital—3D modelling, illustration, animation, and integrated visual art, some of which has also been created using AI (artificial intelligence). We observe diverse trajectories in which Drawing and Painting are present, ranging from cultural heritage to their applications and projections in scientific diagrams, in illustration and narrative, in fieldwork centred on risk, drawing on diverse geographies, maps and territories, to the utopia of possible and imaginary territories, striking and alarming, right through to ecological drawing, mapped and animated by the behaviour of plants, carrying a political message in the face of recent climate change and the harmful human behaviour that threatens us today.
Catarina Lira Pereira presents us with works set in juxtaposition that create a sense of tension in the viewer, playing on the interplay between analogue representations in watercolours and the algorithmic drawings derived from them, in which she employs artificial intelligence to juxtapose intriguing and complementary images, thereby establishing an ambiguity between painting and drawing. The series presented by the artist stems from a process inspired by the Rorschach test and explores the transition from the blot to the outline, as if the latter were the crystallisation of the former.
Cygny Malvar has been creating works that explore the possibilities of photography and its expansion and shift towards other forms of representation, in which she employs analogue drawing. In these drawings, centred on Points of View, Proximity and Intimacy, the artist depicts and transforms through drawing the moments captured by photographic records, creating other ambiguous representations where reflection on time, space, memory and affection are an integral part of her conceptual process. This results in representations of immense expressive power, drawing on scenes from everyday life and intimate spaces.
Gabriel Colaço works in partnership with his brother Gilberto Colaço; both have developed an artistic practice characterised by the phenomenology of territory, in which various tools and media are integrated into their conceptual process, making use of new technologies such as 2D drawing, practised by the former, and 3D modelling and printing, practised by the latter. Through this collaboration, they create intriguing objects that stem from a particular questioning and reflection on territorial phenomenology, where a latent tension remains in the observer’s gaze between human interventions and the diverse places of the surrounding, visible natural world, which undergo constant change in space and time according to the metamorphic laws of nature. This results in objects of great visual impact, such as the lithophanes featuring light boxes in which digitally created designs are visible, laser-engraved and equipped with sensors and lighting using LED lamps. In the work of Gabriel and Gilberto Colaço, software, devices and digital interfaces reconfigure the graphic gesture and the materiality of the drawing, where the latter serves as a matrix for volumetric representations and vice versa.
Isabelle Faria, an established artist, as her Curriculum Vitae clearly attests, develops and explores drawing in a dynamic and reflective manner, yet with great expressive power. Movement, action, the act of drawing, and taking risks are all part of her creative process, in which her work unfolds between the surrounding landscape and her studio. The artist undertakes journeys through the long, arid and empty landscapes of southern Spain; these journeys in themselves constitute material that is subsequently worked on in her studio. She employs a highly distinctive conceptual process, metaphorically inspired by the dynamics of a two-wheeled machine’s spool, which allows for forward movement, retreat and pauses, fuelling experimentation, introspection and reflection. This movement, which can move forwards, backwards or even stop, reflects the cyclical and fluid nature of her creative process.
Joana Mosi works in the field of illustration. She has been developing a body of work centred on ‘Urban Space as Experience and Representation in Graphic Narrative’, which forms the basis of her PhD project. The author is interested in the connection between comics and the graphic approach to and representation of urban space. In this regard, her work builds bridges between drawing, architectural thinking and graphic narrative, incorporating questions and reflections on composition, construction and layout. She relates the navigational paths of cities to the composition of reading on a page of illustration.
Joana Paraíso’s work focuses on territory, understood not as a specific geographical area, but rather as a space of lived experiences involving the body, experience, memory, connections and their traces. Territory is thus understood as an inhabited, lived-in place, as a place that is not only visible but also sensory, with precise meanings, in the search for and encounter with the unknown, echoing somewhat what Umberto Eco once referred to in his 1968 work The Absent Structure. Through selected routes, the artist records these memories, lived experiences and encounters, which are then developed and materialised in her studio in a unique and highly original manner.
Lúcia Antunes specialises in scientific illustration, and is currently working on a science visual communication project for the Católica Biomedical Research Centre (CBR), bringing to life her PhD research, From the Invisible to the Visible through Drawing as a Process of Communication between Art and Science. The work proposed for this exhibition features scientific illustrations with a strong visual impact and a high level of detail, created in direct collaboration with the information the artist gathers from other project members and staff at the Catholic University.
Nádia Joaquim presents works centred on drawing that explore themes of grief, panic and melancholy; she is currently working on her PhD project entitled Drawing and Melancholy: Theory, Aesthetics and Cross-Disciplinary Approaches in the Construction of an Artistic Project. Nádia Joaquim’s proposed works have a strong visual impact, resulting from striking, energetic drawing and compositions in which line-drawn figures show overlays of abstract forms with faces suggested by equally energetic lines, creating a sense of great ambiguity for the viewer. As a scholar and researcher of the rich cultural heritage of art history, philosophy and aesthetics, she utilises this knowledge to open up avenues that contribute to the development of her current artistic trajectory, now presenting figurative elements that interact, contrast and overlap with others of a more abstract nature, thus embodying something new still under construction and development, yet with promising results.
Yun Zhang has been developing a highly original body of work featuring images and dynamics that stand out for the quality of their digital drawing, painting and animation, with a strong visual impact evident in the quality of the linework, the colour palette, the contrasts and the movement employed by the artist. Working with artificial intelligence (AI), the artist explores and has been working on the issue of plant cognition, their visualisation, perception and rhythmic representation, championing ecological imagination. The artist and researcher advocates and explores cognition as a distributed and processual structure of living activity, not exclusive to humans, but extending to other beings—in her case, plants—which are forms of a vast organic structure constituting structural nuclei of the organisation of the images themselves. Based on this issue of the decentralisation of cognitive phenomenology, Yun Zhang proposes her own method, the Ecological System of Perceptual Imagery (EPISM), which enables the translation and visualisation of the composition, rhythmic temporality and regulatory mechanisms that generate highly distinctive image systems. The author presents here three works produced within this context, which form an integral part of her broader PhD project entitled Visualising Plant Cognition: Rhythmic Perception and Ecological Imagination in Drawing and Digital Painting.
Lisbon, 17 March 2026
António Trindade.
+ Catalog Texts
Floating with Cassini _ exposição de José Quaresma _ Academia de Belas Artes de Bolonha
May 23 202615 > 31 MAIO 2026 | Ala Collamarini | Academia de Belas Artes de Bolonha
José Quaresma, docente da FBAUL; inaugura dia 15 de maio a exposição de desenho, instalação e pintura Floating with Cassini, na Academia de Belas Artes de Bolonha. No dia 16 de maio, um dia após a inauguração, fica disponível neste site o catálogo digital desta exposição.
A exposição Floating with Cassini reúne desenhos de grande escala, instalação gráfica e pintura, desenvolvendo-se em torno de uma Selenografia (imagem gravada da Lua, séc. XVII), composta por muitos desenhos de observação telescópica do satélite da Terra, num esforço conjunto de contemplação de um corpo celeste por Cassini e pelo gravador Jean Patigny. Esta “saída de órbita” por intermédio de estudos astronómicos, nos quais Cassini não hesitou projectar e desenhar rostos humanos, constituem a motivação central desta exposição. Foi igualmente determinante para o desenvolvimento deste projecto a deambulação pelo pavimento da Basílica de S. Petrónio, no qual se encontra a incisão de um vasto relógio de sol com indicações astronómicas preciosas, iluminando “a vida que corre” com ligações àquilo que transcende a Terra, moldando-a com enigma e espiritualidade.
JOSÉ DIAS SANCHO – CARICATURA E HUMOR. Exposição Museu Bordalo Pinheiro
May 22 2026©Museu Bordalo Pinheiro
29 ABRIL > 31 MAIO 2026 | MUSEU BORDALO PINHEIRO
No próximo dia 29 de abril, pelas 18h30, o Museu Bordalo Pinheiro inaugura a exposição JOSÉ DIAS SANCHO – CARICATURA E HUMOR.
A partir de projeto de mestrado de Joana Galrão, defendido na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, no âmbito do Mestrado de Crítica, Curadoria e Teorias de Arte, esta exposição tem a curadoria do Prof. Fernando Rosa Dias.
Esta exposição pretende apresentar as facetas de caricaturista e humorista de José Dias Sancho (1898-1929), figura polifacetada, polémica e dinâmica, mas ainda esquecida da história do Modernismo português. Com protagonismo em várias atividades, foi advogado, poeta, escritor, publicista, autor e dinamizador, tendo criado a primeira empresa cinematográfica do Algarve. A sua morte precoce, sem completar 31 anos, contribuiu para o fim do tempo de ouro do Modernismo Algarvio, diligente durante a Primeira República.
Depois da exposição «Regionalismo e Modernismo» no Museu Municipal de Faro, centrado em diálogos de José Dias Sancho com outras figuras do Modernismo, esta exposição no Museu Bordalo Pinheiro destaca a sua atividade de caricaturista e de humorista, da imagem ao texto, tal como o seu gosto por causas e polémicas, e ainda algum foco nas relações que estabeleceu com os modernistas de Lisboa. A exposição seguirá depois para São Brás de Alportel, como um «Regresso à Terra» Natal.
In https://museubordalopinheiro.pt/expo/jose-dias-sancho/
ponto nemo – exposição de ana franco neto
May 20 202618 > 27 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Ponto Nemo de Ana Franco Neto inaugura dia 18 maio pelas 17h e está patente de 18 a 27 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Joane Brandão de Carvalho
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
O trabalho de Ana Franco Neto transporta-nos para um universo entre o arquivo e a ficção, onde objetos, imagens e fragmentos surgem como vestígios de um sistema desconhecido. Como no Ponto Nemo — o lugar mais remoto do planeta e destino simbólico de satélites desativados, as suas obras habitam uma zona suspensa entre presença e abandono, entre possível memória e futuro. Como fragmentos de uma cosmologia ficcional ou relíquias de um tempo que nunca existiu, estas obras afirmam-se enquanto entidades autónomas, regidas por uma lógica própria e por um sistema simbólico que escapa à leitura absoluta.
Ana Franco Neto (Lisboa, 1998) artista visual que desenvolve a sua prática artística no cruzamento entre pintura, escultura e cerâmica. Licenciada e mestranda em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, tem desenvolvido o seu percurso através da participação em exposições coletivas, bienais e residências artísticas. Incluindo a XVI Bienal Internacional de Cerâmica Artística de Aveiro (2023), PISO 3 na Sociedade Nacional de Belas-Artes (2023) Bienal de Arte de Gaia (2025), a Bienal de Espinho (2025), Amplitude – Exposição Coletiva de Cerâmica, Almada (2025) e a residência O MAU, Taguspark, Oeiras (2025-2026). Em abril de 2026, apresentou a sua primeira exposição individual, Apócrifos, na Fundação Leal Rios.
Investigação artística. A experimentação poiética perante a inteligência artificial – Ciclo Internacional de Conferências
May 18 202622 MAIO 2026 | 9H30 > 17H30 | FBAUL | GRANDE AUDITÓRIO
Reunindo um conjunto de artistas e de investigadores em arte e tecnologia, entre os quais se destaca a participação (presencial) de Jay Bolter, o segundo ciclo internacional de conferências designado Investigação artística. A experimentação poiética perante a inteligência artificial, terá lugar no dia 22 de maio, no Grande Auditório, FBAUL.
No início das conferências será lançado o livro de ensaios que fundamenta as diversas contribuições (as de agora e as de dezembro de 2025), edição que tem a coordenação dos docentes José Quaresma e Fernando Rosa Dias, ambos da FBAUL.
Solicita-se aos interessados que preencham uma ficha de inscrição criada para o efeito, pois, embora a assistência às conferências seja gratuita, é necessário um registo prévio assim como a manifestação de interesse no Certificado de Participação.
Partindo da investigação artística como campo de trabalho e reflexão, o ciclo internacional de conferências e o livro a publicar visam o questionamento livre e criativo da inteligência artificial, perscrutando os seus “espantosos” recursos atinentes à transformação das artes, das ciências e das sociedades, mas analisando com igual intensidade os respectivos impactos nas formas ancestrais de produção artística, na intersubjectividade humana, na empatia real (isto é, “cara a cara”, em solo plural e realmente coabitado), na ética digital, na vida laboral, entre muitos outros aspectos do mundo contemporâneo. Os autores também foram convidados a pensar e a apresentar uma caracterização da investigação artística, diferenciando-a da investigação em artes e da criação artística, mesmo que se verifiquem profundas afinidades entre estas três esferas de reflexão e prática expressiva.
Experimenta o Futuro | 21 a 24 de maio – Pavilhão de Portugal
May 18 202621 > 24 MAIO | PAVILHÃO DE PORTUGAL
O futuro não se prevê. Vive-se. Experimenta-se. De 21 a 24 de maio, o Pavilhão de Portugal transforma-se num organismo vivo: inquieto, curioso, cheio de perguntas que não pedem permissão para existir.
A ULisboa celebra um ano de Pavilhão de Portugal como espaço de ligação à sociedade, onde ciência, cultura, inovação e participação pública se encontram, com o evento Experimenta o Futuro.
Durante quatro dias, este espaço respira ideias, provoca gestos, acende descobertas. E tu és parte do pulso.
O Experimenta o Futuro não é apenas uma semana de programação. É um convite para parar, levantar a cabeça e perceber que o futuro não está longe. Acontece aqui, nas ideias que partilhamos, nas perguntas que fazemos, nas experiências que vivemos juntos.
De 21 a 24 de maio, o Pavilhão de Portugal da Universidade de Lisboa torna-se um espaço onde a ciência se aproxima das pessoas, a cultura se abre à cidade e a inovação ganha corpo. Aqui, cada visitante encontrará algo que o move: uma conversa inesperada, uma descoberta luminosa, um silêncio que faz pensar, uma música que desarma ou uma história que fica.
Aqui, cada faísca pode virar caminho. Cada experiência pode deslocar certezas. Cada pergunta pode reinventar o que parecia óbvio.
O futuro não é um destino. É um movimento. E começa quando alguém decide dar o primeiro passo. Dá-o connosco no Pavilhão de Portugal.
Vem experimentar o que ainda não existe. Vem imaginar o que pode ser. Vem participar na construção de um amanhã.
Podes contar com:
Concertos à Pala
Ciência em 3 minutos
Alumni espalhados pelo mundo, reunidos num só ecrã
As Escolas da ULisboa a moldar o amanhã
Teatro universitário, exposições, oficinas e experiências
Um espaço para abrandar e outro para acelerar
Movimento, comunidade e futuro em construção
A entrada é livre.
O tempo como virtualidade incarnada – ciclo internacional de conferências
May 16 202620 MAIO 2026 | 14H30 > 17H | GRÉMIO LITERÁRIO
Ciclo internacional de conferências no Grémio Literário sobre o fluxo da temporalidade.
Dia 20 de maio, às 14.30, inicia-se o Ciclo de conferências sobre “O Tempo como virtualidade Incarnada” na qual participam vários especialistas em Pintura, Música, História de Arte e Curadoria para tratar da produção e da expressão da temporalidade através das formas artísticas. Ao mesmo tempo será apresentada a publicação lançada em Bolonha com a designação “ O tempo como virtualidade incarnada”, edição da FBAUL, coordenação de José Quaresma.
Solicita-se aos interessados que preencham uma ficha de inscrição criada para o efeito, pois, embora a assistência às conferências seja gratuita, é necessário um registo prévio assim como a manifestação de interesse no Certificado de Participação.
uma história da ilustração – aula aberta
May 15 202627 MAIO | 10H | SALA 4.06
Realiza-se, no dia 27 maio, às 10h, na sala 4.06, a aula aberta “Uma História da Ilustração“, com Daniela Gonçalves.
A história da Ilustração tem vindo a ser escrita, com base em artefactos frequentemente atribuídos a outras artes, que agora são reconsiderados sob uma nova perspetiva. Esta é uma história da Ilustração, construída ao longo da investigação levada a cabo por Daniela Gonçalves no contexto da sua tese de doutoramento. Uma história contada por uma pluralidade de vozes que, juntas, definem o corpo teórico da área – um corpo em expansão e evolução, que reforça o reconhecimento da Ilustração enquanto arte autónoma. Nesta aula aberta abordaremos questões como a comunicação visual, a função enquanto critério discernente, e a importância do desenho. Serão explorados os espaços – de separação e interseção – entre artes e o desenvolvimento da área, do ilustrador e do estatuto de ambos. Acima de tudo, esta aula visa fomentar pensamento crítico no âmbito da história da Arte, e proporcionar uma perspetiva abrangente sobre a área e a sua concetualização que, embora parta de um referencial ocidental, não se restringe a ele.
BIO | Daniela Gonçalves (1993) é professora-artista, atualmente a concluir a sua tese de doutoramento em Educação Artística na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Neste âmbito desenvolveu uma investigação qualitativa cujo foco recaiu sobre o ensino de Ilustração em Portugal, a sua história e os seus intervenientes. Licenciada em Pintura (FBAUL) e mestre em Design Editorial (ESTT), dá aulas e workshops de Ilustração, técnicas de expressão plástica e encadernação. No seu trabalho artístico explora a relação entre texto/conceito e imagem, através de ilustração com técnicas mistas, ensaios visuais e escrita em prosa e poesia – elementos que integram também o seu processo investigativo.
A designer at the end of the designer – mesa redonda
May 15 202629 MAIO 2026 | 18H | ESCADARIA DA CAPELA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES
A designer at the end of the designer — Mesa Redonda c/ Joana Tavares, Mário Moura e Silvio Lorusso
A designer at the end of the designer surge da proposta de completar a frase “a designer at the end of…”, mote à produção académica do 2.º semestre em Design de Comunicação VI na Faculdade de Belas-Artes. Desenvolvido como projeto final de licenciatura, partiu de uma ideia lançada numa das aulas introdutórias: a de que o designer-hifenizado era hoje uma tendência na prática profissional e no modo como nos apresentamos e definimos.
Num momento em que a proliferação de títulos especializados parece garantir identidade e relevância – e em que a inteligência artificial reconfigura o que se entende por competência e autoria –, dizer simplesmente “sou designer” tornou-se um ato quase suspeito. A hifenização do perfil profissional promete precisão, mas pode apenas revelar a ambição de um estatuto. Esta mesa redonda parte de uma provocação: e se o título genérico fosse, afinal, o mais exigente? E se reivindicar “designer”, sem adjetivos, fosse assumir uma responsabilidade que o hífen dilui?
Em torno desta pergunta, reunidos numa mesa redonda, Silvio Lorusso, Mário Moura e Joana Tavares encontram-se para discutir a identidade de uma profissão em crise — ou em expansão, conforme se olhe.
Entrada livre.
Organização:
Inês Campos, Isa Goulart, Mariana Coelho, Marta Bello
e Departamento de Design de Comunicação
atelier aberto de serigrafia – lisbon design week
May 15 202629 MAIO 2026 | 11H E 15H | LABORATÓRIO DE SERIGRAFIA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES
Seguindo a tradição das edições anteriores da Lisbon Design Week, dia 29 de maio das 11-12h e das 15-16h pode assistir ao atelier aberto de serigrafia pelo Mestre Paulo Sousa para a produção de uma serie limitada do poster da quarta edição da Lisbon Design Week. Depois dos designers Silvia Matias e Bernardo Berga, este ano é a Joana Areal que assina um tríptico que foi pensado para ser digital e agora é adaptado à serigrafia. Inscreva-se para acompanhar o processo e conhecer a designer.
As inscrições são limitadas a 10 participantes por sessão e devem ser diretamente feitas para o e-mail ana@lisbondesignweek.pt até ao final do dia 28.05.26.
do ponto ao pixel – conferência e oficina
May 15 202629 MAIO 2026 | 14H | SALA 4.06
A conferência e a oficina intituladas “Do ponto ao pixel” exploram o potencial da integração das tecnologias digitais na educação das artes visuais, através de uma abordagem híbrida, articulada com os materiais analógicos geralmente utilizados no ensino artístico. Parte-se do princípio de que a tecnologia, quando mobilizada de forma crítica, pode enriquecer as aprendizagens, expandir as potencialidades criativas e promover uma educação artística mais significativa. Esta proposta, especialmente concebida para a UC Arte, Educação e Novas Tecnologias, do Mestrado em Educação Artística, decorre de um estudo, realizado precisamente no âmbito deste mestrado (recentemente concluído, a 14 de maio de 2026), assente numa metodologia de investigação-ação, implementado na educação formal, em contexto de sala de aula, com uma turma do 4.º ano de escolaridade.
A prática pedagógica consistiu na realização de quatro exercícios distintos que combinam o recurso a tecnologias e técnicas manuais com ferramentas digitais, promovendo uma aprendizagem ativa e exploratória, sem descurar o pensamento crítico. A análise dos dados (recolhidos entre fevereiro e junho de 2023) revela, não apenas o interesse manifestado pelos alunos, mas também a sua capacidade de articular diferentes linguagens visuais, potenciando o desenvolvimento de competências técnicas, expressivas e reflexivas durante o processo de criação. Os resultados evidenciam o valor das experiências proporcionadas e o potencial transformador de uma abordagem tecnológica híbrida no ensino das artes visuais, que promove o perfil de um aluno do século XXI.
encontros paragone 2026 — diálogos através das artes – o lugar
May 15 2026
O programa de Doutoramento em Artes Performativas e da Imagem em Movimento – APIM (Universidade de Lisboa e Instituto Politécnico de Lisboa) anuncia os 2.º ENCONTROS PARAGONE – DIÁLOGOS ATRAVÉS DAS ARTES, a decorrer em Lisboa entre 25 e 29 de maio de 2026.
Os Encontros Paragone pretendem convocar e estimular diálogos transversais e multidisciplinares em torno do pensamento teórico e da prática artística.
Como conceito aglutinador das diferentes comunicações, propõe-se o conceito de ‘LUGAR’. As considerações filosóficas sobre a ideia de Lugar, as suas implicações político-culturais e as suas manifestações artísticas serão os eixos centrais sobre os quais a mesma poderá ser experimentada, articulada e exposta/exibida, numa extensa lista de possibilidades, relações e tópicos, da qual os que se seguem são sugestão:
Lugar, espaço vivido, simbólico ou existencial
Espaço, lugar, território
Lugar e lugares
Lugar, não lugar, entre-lugar, lugar de passagem
Lugar, afetos, memória, identidade
Memória e território
Lugar-corpo
Lugar-imagem
Lugar de fala
Lugares de resistência
Ecologia do lugar
…
In, out, in-between
Utopia, distopia, heterotopia
Topos, locus, lugar
Genius loci
Lugares da arte, lugares das artes
Lugar e ficção, lugares-imaginários
Lugares invisíveis
Lugares de margem
Performance e lugar
Instalação
Espaço cenográfico
Site specific
Lugar e olhares
Lugar e movimento
Cinesfera
Paisagem sonora
…
Interseccionalidades
Lugares do pensamento
Ontologia do lugar
Poética do lugar
Políticas do lugar
Topologia, topografia, toponímia
Permanência e vestígio
Traço
Pele
…
Datas
25 a 29 de maio
Locais
25, 27 de tarde e 28 – Escola Superior de Teatro e Cinema
26 e 27 de manhã – Escola Superior de Música de Lisboa
29 – Faculdade de Belas-Artes
Coordenação Geral
David Antunes, IPL – ESTC
Marta Mendes, IPL – EST
Comissão científica
Ana Isabel Soares (Universidade do Algarve, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais)
António de Sousa Dias (Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes)
Armando Nascimento Rosa (Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Teatro e Cinema)
Carlos Caires (Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Música de Lisboa)
Carlos Cayetano Vizcaíno Fernández (Universidade da Coruña, Departamento de Letras)
Carlos Marecos (Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Música de Lisboa)
Carlos Pimenta (Universidade Lusófona)
David Antunes (Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Teatro e Cinema)
Fátima Chinita (Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Teatro e Cinema)
Fernando Rosa Dias (Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes)
Francesca Clare Rayner (Universidade do Minho, Departamento de Estudos Ingleses e Norte-Americanos)
Iana Ferreira (Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Teatro e Cinema)
Jean Paul Bucchieri (Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Teatro e Cinema)
Jorge do Ó (Universidade de Lisboa, Instituto de Educação)
Jorge Palinhos (Centro de Estudos Arnaldo Araújo/CESAP)
Jorge Salgado Correia (Universidade de Aveiro, Departamento Comunicação e Arte)
José Maria Vieira Mendes (Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras)
Luca Aprea (Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Teatro e Cinema)
Madalena Xavier (Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Dança)
Manuela Penafria (Universidade da Beira Interior, Faculdade de Artes e Letras)
Maria José Fazenda (Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Dança)
Marta Cordeiro (Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Teatro e Cinema)
Marta Mendes (Instituto Politécnico de Lisboa, Escola Superior de Teatro e Cinema)
Rui Pina Coelho (Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras)
Susana de Sousa Dias (Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes)
Comissão Executiva
Annaluana Tallarita
António de Sousa Dias
David Antunes
Fátima Chinita
Francisco Zaiden
Gabriela Marramaque
Isabel Machado
Janice Landritsky
Mariana Vieira
Marta Domingues
Marta Mendes
Nuno P. Custódio
Rafael Medrado Guimarães
Sofia B. Pires
Talita Caselato
Contacto: paragone.apim@belasartes.ulisboa.pt
Elogio da Loucura ou a Loucura do Pintor_ exposição de Agostinho Santos
May 06 20266 > 28 MAIO 2026 | CAPELA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES
No dia 6 de Maio, às 17h00, inaugura na Capela da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a exposição “Elogio da Loucura ou a Loucura do Pintor”, de Agostinho Santos.
Curadoria: Beatriz Meireles e de Luís Jorge Gonçalves.
Nesta data, será também realizado o lançamento do Livro de Artista Elogio da Loucura ou a Loucura do Pintor.
A exposição e a edição do livro resultam de uma colaboração entre a Faculdade de Belas-Artes e Câmara Municipal de Paredes.
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Agostinho Santos expressa, através do conjunto de obras apresentadas, onde inclui um Diário Gráfico, as suas faces da loucura. As suas imagens são também um convite a se refletir sobre como a loucura é quotidiana. Sentimos que a loucura está para além do que a cultura popular associa à insanidade, ou à demência, ou seja, os estados de desequilíbrio químico no cérebro, ao nível neurológico.
Agostinho Santos, como jornalista foi uma pessoa que lutou pela liberdade e como artista, no seu conjunto de desenhos e pinturas exprime a liberdade, o seu poder crítico e o seu olhar sobre o tempo em que vivemos. Encontramos a deusa loucura, Erasmus de Roterdão, porque esta foge à essência do racional. Nesta busca, as imagens da loucura levam-nos a questionar o mundo atual. Somos loucos a olhar para um personagem desequilibrado, que governa uma grande potência, apoiado em narrativas da desinformação, com uma ideologia de domínio de recursos, para uma oligarquia restrita, veiculado e ampliada através de uma cadeia humana e tecnológica, com discursos justificando o que não é racional, mas jogando com as emoções. A irracionalidade está a tomar conta de nós e esta série, de desenhos e do Diário Gráfico de Agostinho Santos conduz-nos a essa reflexão e provocam emoções em nós. Para que mundo caminhamos, com a deusa Loucura?
ivens perspectives — exposição de amália bragança
May 05 202610 ABRIL > 17 MAIO 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugura no dia 10 de abril, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Amália Bragança, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos seus artistas, em contexto formativo.
Coordenação: Investigadora Ana Matilde Sousa
Amália Bragança (n. 2005) reside e trabalha em Lisboa, frequentando atualmente o 3.º ano da licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu corpo de trabalho, de natureza multidisciplinar, explora as potencialidades da imagem estática e em movimento, procurando construir narrativas a partir do confronto entre realidades distintas. Desenvolve a sua prática através de diversos suportes e técnicas, como o desenho, a pintura, a fotografia e o vídeo, navegando entre o bidimensional e o tridimensional. Participou em diversas exposições coletivas, entre as quais se destacam The Conception of Youth (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, 2026), O Último Tranca a Porta (Lugar Específico, Lisboa, 2025), Casa da Ladra – Residência Artística SAFRA (Lisboa, 2025), Vogados (Rua Camilo Castelo Branco, Lisboa, 2025) e GABA – Galerias Abertas (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, 18.ª edição, 2025; 17.ª edição, 2024; 16.ª edição, 2023).
Entrelaçar – Investigações em Património // 7 e 8 de maio
May 01 20267 e 8 de MAIO 2026 > AUDITÓRIO DA CASA DOS BICOS – FUNDAÇÃO JOSÉ SARAMAGO
Nos dias 7 e 8 de maio de 2026 realizar-se-á a 3ª edição do Encontro Entrelaçar – Investigações em Património Cultural, uma colaboração entre a Faculdade de Belas-Artes e a Casa dos Bicos – Fundação José Saramago.
Este evento visa promover o estreitamento das relações entre antigos, atuais e futuros alunos dos mestrados em Conservação de Arte Moderna e Contemporânea e em Museologia e Museografia da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, criando um espaço de partilha e reflexão sobre as práticas e os desafios atuais nas respetivas áreas de investigação. Além disso, o evento permitirá a apresentação de projetos desenvolvidos por antigos e atuais alunos, assim como a partilha de novas propostas, fomentando o diálogo e a colaboração entre todos os envolvidos.
O evento terá lugar de forma exclusivamente presencial, no Auditório Casa dos Bicos – Fundação José Saramago
As comunicações são de 10 minutos, seguidas de perguntas após concluída as apresentações do painel.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Contactos
Comissão organizadora
Ana Bailão
Ana Carolina Carvalho
Eduardo Rovisco
Filipa Lopes
Henrique Costa
Margarida Boavida
Micaela Mazel
Rita Monteiro
Comissão técnica
Carolina Ganchas
Mafalda Ferreira
José Guerra
Comissão científica
Eduardo Duarte
Elsa Pinho
Frederico Henriques
José Carlos Pereira
Marta Manso
Teresa Lousa
Inscrição
O evento é gratuito, contudo é necessária inscrição que deverá ser realizada através do seguinte formulário.
+INFO [website / instagram]
Website: https://sites.google.com/view/entrelacarevento/home
Instagram: @entrelacar.evento
estudos para uma cábula – exposição de joão palmeira
May 01 202623 ABRIL > 13 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Estudos para uma cábula de João Palmeira, está patente de 23 de abril a 13 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Nuno Sousa Vieira
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
A cábula não é apenas um objeto, nem um simples repositório de informações, mas sim um dispositivo de transformação, que não se limita a guardar o que o tempo deposita, atuando sobre ele, uma vez que vai revelando camadas de sentido que só se tornam visíveis através da experiência de quem a manipula, de quem o dobra, de quem o guarda ou de quem o usa. Neste contexto, a pergunta que a cábula suscita permanece: como apreender e compreender o que o tempo nos deixa? A informação que contém pode ser a mesma, mas a resposta nunca é única. Cada gesto, cada olhadela, cada espirro e cada dobra, reescrevem o seu significado, como se a cábula fosse um espelho que, em vez de refletir, multiplica as possibilidades do que já existe. Neste sentido, considerando que a informação que ela contém parece imutável, mas as respostas se multiplicam e se desdobram, cada leitura é um novo gesto e cada interpretação é uma nova camada de sentido. A cábula é, assim, um manual de operações abertas: não prescreve, sugere; não comprime, amplia; segundo o qual, a cada resposta precede sempre uma nova pergunta.
[excerto de «A Cábula do Nariz para o Bolso», de Nuno Sousa Vieira]
folded over itself – exposição de Lola Sementsova
Apr 12 20269 > 17 ABRIL 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 9 de abril, às 18h, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a exposição Folded Over Itself de Lola Sementsova.
Curadoria: Alexia Alexandropoulopu
Coordenação: Marta Castelo
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Folded Over Itself
The exhibition unfolds through a sequence of works that move between the intimate and the architectural, the bodily and the structural.
It begins with a table. On it, a white ceramic vase opens along a cut that feels too deliberate to be accidental and too exposed to be purely decorative. The wound is lined with small, glistening stones that catch the light and hold it there. Next to it, a piece of meat, red and similarly encrusted, sits beside a knife and fork. The scene appears familiar, almost domestic, but something is off. What is presented as if it could be consumed resists that possibility.
There is an attraction in this. The setting is theatrical, even seductive, but it gradually leads somewhere more uncomfortable. This tension recalls what Georges Bataille described as the closeness between desire and disturbance, where what draws us in is also what unsettles us.
Further into the space, a red cage appears. It is large, close to the scale of the human body, and you feel it in relation to your own. Its structure is strict, repetitive, almost cold, but it has been wrapped, softened, worked through by hand. The red thread changes everything. It gives the structure a density, as if it were carrying something within it, even when it appears empty. The colour is insistent. It brings associations of blood, of interior life, but also of warning, of something that should perhaps not be touched.
There is something excessive here, something that does not settle into a single meaning. It feels both protective and restrictive at the same time. As Julia Kristeva suggests, these are the moments where boundaries begin to blur, where inside and outside are no longer clearly separated.
In another room, a video shows a hand pouring sand into a cage. The gesture repeats. The sand slips through, gathers, disappears, and begins again. Nothing accumulates. Nothing resolves. Over time, the action becomes almost hypnotic, not because it changes, but because it doesn’t. It stays with the same attempt, again and again, to hold something that cannot be held.
Across the exhibition, materials carry a strong presence. Wool, ceramic, sand, glass. They feel familiar, grounded, but are used in ways that shift their meaning. The domestic meets something more visceral. Protection begins to resemble containment.
There is no clear conclusion here. The works remain in an in-between state. They hold things together, but not completely. They leave something open, not fully exposed, but not entirely contained either.
Open Day Mestrados Belas-Artes | Abril 2026
Apr 12 202622 > 23 ABRIL 2026 | ONLINE
Este ano, a Faculdade de Belas-Artes organiza, pela primeira vez, um Open Day dedicado aos nossos mestrados, especialmente pensado para quem deseja conhecer melhor a oferta formativa e o ambiente criativo que nos define.
Nesta sessão online, terá a oportunidade de explorar os nossos cursos de mestrado, compreender abordagens pedagógicas e artísticas.
O Open Day decorrerá em formato remoto, nos dias 22 e 23 de abril, permitindo a participação de todos, independentemente da localização, e oferecendo um espaço aberto para esclarecer dúvidas, ouvir experiências e descobrir o percurso que poderá transformar o futuro académico e artístico.
Em ambos os dias o formato de participação será exclusivamente online, com o seguinte programa:
17h00 – Sessão de Boas-Vindas*
17h20 – Sessões Específicas de Mestrados
*Na Sessão de Boas-Vindas serão facultados os links para os diferentes mestrados, de modo a que os interessados possam escolher aquele em que querem participar.
Divisão dos cursos pelos dois dias:
OPEN DAY MESTRADOS – 22 DE ABRIL
ARTE MULTIMÉDIA – Prof.ª Mónica Mendes
DESENHO - António Trindade em colaboração com o Prof. Henrique Costa
DESIGN DE COMUNICAÇÃO – Prof.ªSofia Gonçalves
EDUCAÇÃO ARTÍSTICA – Prof.José Carlos Pereira
ESCULTURA – Prof.ª Ângela Ferreira em colaboração com o Prof. José Revez)
PRÁTICAS TIPOGRÁFICAS E EDITORIAIS CONTEMPORÂNEAS – Prof.Jorge dos Reis
OPEN DAY MESTRADOS – 23 DE ABRIL
CONSERVAÇÃO DE ARTE MODERNA E CONTEMPORÂNEA - Prof.ª Ana Bailão
CRÍTICA E CURADORIA DA ARTE – Prof.Fernando Rosa Dias
DESIGN DE EQUIPAMENTO – Prof.Cristóvão Pereira
DESIGN PARA A SUSTENTABILIDADE – Prof.ªAna Thudichum Vasconcelos
MUSEOLOGIA E MUSEOGRAFIA – Prof. Eduardo Duarte
PINTURA - Prof. Tomás Maia
Palestra — Molecular Typography Laboratory com Kobi Franco
Apr 10 202620 ABRIL 2026 | 17h00 | AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Molecular Typography Laboratory é um projeto de investigação especulativo que explora a tipografia experimental e examina a interseção entre função e estética, bem como entre conteúdo e forma. Este estudo assume que as letras latinas e hebraicas possuem uma estrutura molecular e procura compreender de que forma esta hipótese pode ser aplicada a diferentes alfabetos e línguas. Trata-se de um projeto interdisciplinar que estabelece pontes entre o design, a ciência e a linguagem.
Kobi Franco é designer, investigador, curador e diretor do Mestrado em Design no Shenkar College, em Telavive. Dirige um estúdio de referência especializado em design para a cultura e as artes. O seu trabalho tem sido amplamente apresentado em Israel e a nível internacional, tendo recebido diversos prémios, como o Typographic Excellence do Type Directors Club, Nova Iorque; o Excellence Work do Tokyo Type Directors Club; o Prémio do Ministério da Cultura e do Desporto de Israel; os International Design Awards (IDA), EUA; e os DNA Paris Design Awards.
Entrada livre, sujeita à lotação da sala.
Organização: Departamento de Design de Comunicação.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
workshop Farmácia do século XVIII na ponta dos dedos
Apr 10 202613 ABRIL 2026 | Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Heritage Lab [Sala 3.63]
Apresentação
E se pudéssemos visitar uma farmácia do século XVIII… sem usar a visão?
Este workshop convida o público a explorar o património de forma sensorial, através do toque e da descoberta ativa.
A partir de uma maquete especialmente concebida, os participantes são desafiados a conhecer os materiais, formas e detalhes de uma antiga farmácia, em exposição no Museu da Farmácia de Lisboa, numa experiência que privilegia outros sentidos e promove uma nova forma de relação com o património.
Mais do que uma visita, esta é uma experiência imersiva que questiona como vemos, e sentimos os espaços culturais, abrindo caminho a práticas mais acessíveis e inclusivas para todos.
Data: 13 de abril de 2026
Horários:
1ª sessão: 10h00 – 12h00
2ª sessão: 14h00 – 16h00
Modalidade: presencial, com a combinação de demonstrações e componente prática.
Vagas: 7 participantes por sessão
Público-alvo: Atividade aberta a todos os públicos.
Inscrição: O evento é gratuito, mas a inscrição é obrigatória e deverá ser feita até 10 de abril de 2026, às 17:00H.
E-mail de contacto/inscrição: heritagelab@office365.ulisboa.pt
Arte Contemporânea em Diálogo #6
Apr 10 202623 ABRIL 2026 | SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS-ARTES | 18H30
A arte contemporânea é um território complexo e diversificado, inclusivamente, do ponto de vista da sua própria definição conceptual e temporal. Sobretudo desde a década de 90, e do processo de globalização a ela associado, que se foi verificando uma mudança de paradigma ao nível da produção e da recepção da arte, nomeadamente, com a proliferação dos meios de comunicação e da forte pressão das indústrias culturais, assim como com a crescente subjectivação e individualização do gosto. Nas últimas décadas, foi-se implantando uma nova ordem de relações entre a arte, as instituições, a obra e o público.
Para esta sessão do ciclo de diálogos sobre a arte contemporânea Isabel Nogueira convida Sérgio Fazenda Rodrigues, para discutir o tema “Qual o lugar da curadoria na complexidade artística e institucional da arte contemporânea?”