Arte
posts displayed by category
ivens perspectives — exposição de laura ribeiro
Jun 29 202626 JUNHO > 13 SETEMBRO 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugura no dia 26 de junho, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Laura Ribeiro, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos seus artistas, em contexto formativo.
Coordenação: Investigadora Ana Matilde Sousa
Laura Ribeiro (n. 2004) vive e trabalha em Lisboa, onde frequenta o 3.º ano da Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Nas obras apresentadas nesta exposição, dedica-se à transposição da linguagem musical para o campo pictórico, transformando a tela num espaço de tradução sinestésica, onde cada pintura corporiza uma composição específica. Participou em exposições como a coletiva Novos Artistas de Setúbal (Instituto Português do Desporto e Juventude de Setúbal, com o apoio do Gabinete da Juventude de Setúbal), Primary Colors (residência de coworking Sítio, Setúbal) e GABA – Galerias Abertas (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, 18.ª edição, 2025, e 19.ª edição, 2026).
o verão na ulisboa está de volta às belas-artes
Jun 23 2026
Experimenta. Explora. Mergulha no teu futuro!
Experiências, jogos, visitas e workshops para mostrares o teu talento e descobrires o dia a dia num curso da ULisboa!
Na Faculdade de Belas-Artes o Verão ULisboa decorrerá entre 29 de junho a 3 de julho para os alunos que vão frequentar o 11.º ou o 12.º ou que já tenham concluído o 12º ano.
VAGAS: 22 (por ordem de inscrição)
“Descobrir a Faculdade de Belas-Artes” é uma oportunidade única para entrar no mundo das artes e design nas diversas áreas de ensino desta instituição: Pintura, Escultura, Desenho, Design de Comunicação, Design de Equipamento e Ciências da Arte e do Património, possibilitando aos interessados participar em atividades práticas e teóricas, bem como contactar com docentes e alunos, sentindo o dia-a-dia de uma escola que fervilha de criatividade, pesquisa, experimentação e conhecimento.
Nesta Escola vais encontrar professores que prepararam um plano completo de atividades (palestras, experiências, visitas) para te mostrar os conhecimentos básicos, os métodos de trabalho e as tarefas práticas, relativos aos cursos lecionados na ULisboa.
Diariamente serás acompanhado por alunos da Universidade que te ajudarão a resolver os desafios colocados, responderão às tuas dúvidas e dar-te-ão a conhecer as instalações, mostrando como é a vida universitária.
Poderás conhecer e interagir, de forma dinâmica, nos laboratórios, salas de aulas, centros de investigação, entre outros espaços.
Vais almoçar na cantina e conviver com os veteranos, conhecendo o verdadeiro espírito académico!
VERÃO ULISBOA #MERGULHANOTEUFUTURO
UMA EXPERIÊNCIA INESQUECÍVEL!
tolerance project
Jun 23 2026
17 JUNE > 15 JULY 2026 I CHIADO AND BAIXA LISBON
The Tolerance Project is an international design initiative dedicated to promoting tolerance, inclusion and dialogue through the poster medium. Founded in 2017, by designer Mirko Ilić, the project brings together designers and artists from various countries, inviting them to interpret the word “tolerance” graphically in their native languages, exploring visual communication as a tool for reflection and intervention in the public sphere.
In Lisbon, the Tolerance Poster Show presents a selection of international posters displayed along an urban route that begins at the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon, passes through Largo do Teatro Nacional de São Carlos and Praça do Município, and concludes at MUDE – Museu do Design.
Open studios do Mestrado de Pintura
Jun 23 202627 > 28 JUNE | 14H > 19H30 | MUHNAC
Dia 27 e 28 de junho, o Mestrado de Pintura da FBAUL abre as portas dos seus estúdios na entrada do Jardim Botânico de Lisboa, ao lado do Museu Nacional de História Natural e Ciência!
No início do ano, os ateliers do Mestrado de Pintura mudaram, ainda que temporariamente, para um lugar de rara suspensão temporal, ao lado do Jardim Botânico de Lisboa.
Num espaço amplo, a afinidade entre os alunos ganhou outra dimensão. A cumplicidade desenhou-se entre colegas no meio desta mudança, ampliando neste espaço indivisível laços de entreajuda e amizade. Pelas janelas entra uma luz que atravessa as folhas das árvores; pelas sombras que elas criam, encontramos outro ritmo. Encontramo-nos uns aos outros. O gesto torna-se mais atento, as cores respiram com a paisagem, e cada processo, cada obra, parece guardar um pouco do murmúrio das árvores. Neste ambiente privilegiado, rodeado de natureza, o atelier deixa de ser apenas um espaço de trabalho, torna-se um refúgio, um lugar de observação. Aqui, produzir é também escutar o jardim.
Nos dias 27 e 28 de junho, venham conviver neste bonito espaço, cheio de vida e com tanto para oferecer.
O evento decorre das 14h às 19h30.
II International Conference on Set & Costume Design – call for papers
Jun 23 2026OPEN CALL > UNTIL 28 JUNE 2026
The Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa and the Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, through CIEBA (Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes), invite the academic community, artists and researchers to submit proposals for the II International Conference on Set & Costume Design.
Following on from its first edition, the conference aims to serve as a forum for the exchange of ideas and discussion in the field of stage design. Stage design – or scenography and costume design – is a specific field which, nevertheless, exists in close relation to the fine arts, the performing arts and architecture, amongst many other disciplines, some of which are technical. Frequently, its establishment has been through practice, and it is these creative and technical processes – heirs to a tradition of artists and masters – that we seek to contextualise in the present day, at a time when the visuality of the stage has expanded into performance design and the practice of installation.
It is important to broaden discussions on the practice, history and theory of stage design, enabling exchange across different geographical areas; but it is equally important to reflect on Portuguese practice, which is poorly documented and in need of study and archiving.
In this edition, in addition to the sections dedicated to artists and researchers, students and emerging artists are invited to participate in a section specifically dedicated to exploring and testing ideas.
Proposals addressing, amongst others, the following topics are welcome:
History and theory of set and costume design
Creative processes
Case studies
Teaching set and costume design
In the section “students and emerging artists: 1 IDEA + 1 IMAGE”, we invite collaborations of around 5 minutes, based on the presentation of an idea and an image.
1. Submission Guidelines
Proposals must be submitted in PDF format to jornadascenografiaefigurinos@gmail.com and must include:
- Title of the presentation;
- Abstract of 300 to 500 words;
- Keywords (3 to 5);
- Author’s biographical note (max. 150 words);
- Institutional affiliation and contact details.
Submissions are accepted in Portuguese, English, Spanish, French and Italian.
Oral presentations must be delivered in Portuguese or English.
2. Timetable
Submission deadline: 28 June
Notification of acceptance: 31 July
3. Publication
Please note that a selection of papers presented at the conference will be published in a conference proceedings volume.
Deadline for submission of papers: 15 December
Papers are accepted in Portuguese, English, Spanish, French and Italian, and must always include an abstract in English.
Participation in the conference implies the potential publication of the research in the proceedings. Both participation in the conference and publication are subject to peer review processes.
Organização
Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA)
Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa (FBA-UL)
Escola Superior de Teatro e Cinema, Politécnico de Lisboa (ESTC-IPL)
Parceiros (em actualização)
Associação Portuguesa de Cenógrafos (APCEN) / Festival Alkantara
Coordenação Geral
Fernando Rosa Dias / João Calixto / Marta Cordeiro / Paulo Morais-Alexandre / Sara Franqueira / Susana Vidal
Comissão Científica (em actualização)
Ana Mira (ESTC/ IFILNOVA)
Armando Nascimento Rosa (ESTC-CIAC)
Fernando Rosa Dias (FBAUL / CIEBA)
Helder Maia (I2ADS / ESMAE)
Isis Saz Tejero (UCLM)
João Calixto (ESTC / CIEBA)
Jorge Palinhos (CECS)
José Capela (EAAD / Lab2PT)
Marta Cordeiro (ESTC / CIEBA)
Paulo Morais-Alexandre (ESTC / CIEBA)
Sara Franqueira (ESTC / CIEBA)
Susana Vidal (ESTC / CIEBA)
Teresa Projecto (IPLuso – UL / CIEBA)
Teresa Varela (ESTC / CIEBA)
Contactos
Projecto torrinha 2026: Laboratório de Escultura Integrada na Quinta da Torrinha
Jun 23 202627 JUNHO | QUINTA DA TORRINHA
Este projeto configura-se como um laboratório que reúne um grupo de alunos finalistas da Licenciatura de Escultura e os membros da Associação da AUGI da Torrinha — proprietários de habitações em processo de legalização na área urbana de génese ilegal (AUGI) da Quinta da Torrinha, um aglomerado urbano localizado na coroa norte de Lisboa — com o propósito de desenvolver e instalar esculturas em algumas habitações e zonas públicas do bairro.
Para que o projeto ganhasse corpo, foi determinante o envolvimento voluntário e comprometido dos habitantes. Foi um processo feito de visitas, conversas e recolha de histórias de vida que transformou o laboratório num espaço singular de partilha e leitura crítica de uma realidade social e territorial com raízes nos finais dos anos 50 e 60 do século passado. Formado ao longo de décadas por habitações unifamiliares de autoconstrução, o bairro preserva ainda hoje famílias da primeira geração de ocupantes, descendentes que herdaram esse vínculo ao lugar e novos moradores chegados pelos percursos migratórios mais recentes.
A exposição na Quinta Alegre é a síntese desse processo: dos diferentes modos de trabalho no bairro, das relações construídas entre moradores e artistas, das maquetes, registos gráficos e de imagens e de como esses encontros deram origem a um percurso de escultura pela Quinta da Torrinha, apresentado ao público na tarde de 27 de junho.
Artistas
Ana Beatriz Almeida
Ana Carvalho
Rebeca Harrison
António Arrobas
Beatriz Lopes
Carreiro Oliveira
Clara Pedroso
Cláudia Varela
Guilherme Custódio
Joana Motta
Judite Mota
Leal Pereira
Madalena Martinez
Maria Inês Soares
Miguel Coimbra
Miguel Jerónimo
Naia Branco
Nina Kuharič
Peter Tokoš
Rafael Dos Santos
Salgado de Brito
VIII Colóquio Expressão Múltipla: chamada de trabalhos – Desenho Aplicado | Teoria e Prática do Desenho
Jun 23 2026
Primeira chamada de trabalhos – Desenho Aplicado
Segunda Chamada de trabalhos – Teoria e Prática do Desenho
Datas de realização do Colóquio – 23 – 24 novembro de 2026
Este congresso visa proporcionar uma visão abrangente sobre a investigação na área do Desenho. Divide-se em duas chamadas de trabalho com vista a duas publicações anuais e a um colóquio/congresso.
A primeira chamada é dirigida ao Desenho Aplicado. Por Desenho aplicado entendem-se todas as vertentes em que o desenho é um elemento central, sendo, no entanto, concretizado com outros fins que não ele próprio. Assim áreas do desenho como as da concept art, ilustração, animação, desenho digital, realidade virtual, banda-desenhada, desenho de produção, entre outras, serão os maiores alvos nesta iniciativa. É por isso dirigida aos estudiosos que pretendam seguir, ou que já estejam a desenvolver trabalho nestas áreas, de maneira a permitir uma disseminação de experiência e de resultados.
A segunda chamada é dirigida à Teoria e Prática do Desenho num âmbito mais geral onde as suas relações com a arte e com os processos artísticos são investigadas.
O colóquio é dirigido sobretudo aos estudiosos que procuram desenvolver dissertações e teses na área do Desenho ou noutras que possam de alguma forma ampliar as discussões relativas a estas áreas de conhecimento. Pretende-se a disseminação das diversas experiências, metodologias e resultados. Assim, aos interessados em participar convida-se à submissão dos artigos relativos a comunicações orais a serem apresentadas no colóquio atendendo à especificidade das chamadas de trabalhos.
Todos os artigos serão submetidos a uma revisão peer review. Cada artigo recebido pelo secretariado é reenviado, sem referência ao autor, a dois ou mais membros da Comissão Científica, garantindo-se no processo o anonimato de ambas as partes (double-blind). No procedimento privilegia-se a distância geográfica entre a origem de autores e a dos revisores científicos.
O colóquio, a ter lugar entre 23 e 24 de novembro de 2026 no Grande Auditório da FBAUL, será composto por comunicações de 20 minutos e por um posterior momento para resposta a questões do público. Está prevista a abertura do colóquio/congresso com a presença de um ou dois keynotes.
A realização do colóquio deverá ser presencial. Em caso de impossibilidade de comparência física dos autores, os mesmos poderão apresentar uma gravação com a sua comunicação. A não participação no colóquio poderá levar à exclusão do livro de atas.
Os artigos revistos e aprovados serão publicados online no Repositório da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
CALENDÁRIO:
VIII Colóquio Expressão Múltipla: Desenho Aplicado
Até 21 de junho, data-limite para o envio do resumo.
Até 28 de junho, notificação de aceitação.
VIII Colóquio Expressão Múltipla: Teoria e Prática do Desenho
Até 18 outubro, data-limite para o envio doresumo.
Até 25 outubro, notificação de aceitação.
VIII Colóquio Expressão Múltipla
Colóquio – comunicações orais
23 – 24 de novembro de 2026, Grande Auditório da FBAUL. (Esta data está sujeita a alterações).
VIII Colóquio Expressão Múltipla
Até 31 janeiro de 2027, entrega dos artigos.
Até 15 de fevereiro de 2027 notificação dos pareceres da revisão.
VIII Colóquio Expressão Múltipla
Até 31 de março entrega dos artigos finais.
Até 31 de maio de 2027, publicação online do livro de atas.
*Os artigos deverão ser enviados para expressaomultipla@gmail.com segundo a seguinte formatação:
Formato do Resumo
Cada resumo não deverá ultrapassar os 1600 caracteres incluindo espaços, sem contar com o título, autoria, afiliação, palavras-chave e legendas.
- Título: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.
- Autor principal e afiliação: Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.
- Autores secundários e afiliações (caso existam): Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.
- Corpo de texto: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.
- palavras-chave: 3 a 5 palavras-chave.
- Até 2 imagens: legendadas e referidas.
- Legendas: Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.
Formato do Artigo
Cada artigo deverá ter entre 10000 e 15000 caracteres sem espaços referentes ao corpo do texto, isto é, sem contar com o título, resumo, palavras-chave, legendas e bibliografia.
- Título: Fonte Times New Roman, tamanho 14, maiúsculas, negrito, centralizado.
- Autor principal e afiliação: Nome do autor ou autores principais e respetivos centros de estudos. Times New Roman, tamanho 12.
- Autores secundários e afiliações (caso existam): Nome dos autores secundários e respetivos centro de estudos. Times New Roman, tamanho 12.
- Resumo e palavras-chave: Times New Roman, até 1600 caracteres incluindo espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado. 3 a 5 palavras-chave.
- Abstract e keywords: Em inglês, Times New Roman, até 1600 caracteres incluindo espaços, tamanho 12, espaçamento simples, parágrafo justificado.
- Subtítulos: Fonte Times New Roman, negrito, tamanho 12.
- Corpo de texto: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Parágrafo justificado.
- Legendas: Numeradas, Times New Roman, tamanho 10.
- Referências Bibliográficas: Devem seguir o Modelo APA ou NP 405. Fonte Times New Roman, tamanho 12 (APA), 10 (NP 405) espaçamento simples.
- Até 10 imagens: Inseridas no correr do texto, legendadas e referidas (atenção aos direitos de autor).
O documento deve ser enviado em formato word, e em formato pdf. No formato pdf, o documento deverá omitir os autores e a filiação.
Revista Convocarte nº 20/21 – Art and Indigenous Peoples // open call
Jun 23 2026OPEN CALL > UNTIL 26th JUNE 2026
Submission Deadlines
June 26, 2026 – Submission of the initial proposal (title, abstract, and keywords; max. 1000 characters without spaces) and link to curriculum vitae/portfolio.
October 9, 2026 – Submission of the complete text.
Send to: convocarte.belasartes@gmail.com
Manifesto for a Call for Papers: Art and Indigenous Peoples
Art. The relationship between art and indigenous peoples is not a simple one. In a programme text for the anthropology of art, Els Lagrou (2012) measured the impact of Alfred Gell’s (2018) work in the field, speaking of a love-hate relationship between art and anthropology. The conjunction ‘and’, which is employed to link the concepts of art and indigenous peoples in this particular context, functions in an adversative manner rather than an additive one.
Indigenous peoples. This gives rise to the primary issue of this call. The question thus arises of whether the artistic expression in question is to be considered as antagonistic towards indigenous peoples, or whether the indigenous perspective is in opposition to that of the artistic expression. In the context of the Manchester debate on the ‘universality of the concept of aesthetics/art’ (Ingold, 1996), Lagrou (2012) poses the question of whether there exists an art of societies that functions in opposition to the state. This perspective aligns with the seminal work of Pierre Clastres (2003), who proposed a novel characterisation of the political (or cosmopolitical) organisation of the indigenous peoples of America as ‘societies against the state’. This alternative expression diverges from the conventional evolutionary term ‘stateless societies’.
Land. This shift in perspective enables Clastres (Idem) to redefine the question of how to define ‘what is’ an indigenous people or ‘who are’ indigenous people, bringing it closer to contemporary reality. Rather than being museum pieces echoing the past of a single ‘humanity’ definitively separated from the cosmos, these peoples point to the future of planetary politics.
Cosmophobia. Deleuze & Guattari (1976), based on what Clastres (2003) and Lévi-Strauss (1976) had learnt from the Amerindians, redefine these societies against the State as a territorial social formation, highlighting these peoples’ intrinsic relationship with the land, in contrast to the modern State and its cosmophobic origin/foundation, as defined by Nego Bispo (Santos, 2018).
Cosmopolitical. The proposal is to engage in discourse with indigenous peoples, transcending the conventional discourse surrounding them, and to recognise these interlocutors as being defined by their intrinsic relationship with the land, with this relationship acting as the guiding principle for their knowledge practices. It is acknowledged that these interlocutors represent the various modes of existence that articulate and establish territory through these human communities and individuals.
Anthropocene. In a manner analogous to the manner in which modern thought was transfigured by the problem-concept of the Anthropocene, thereby resulting in the definitive burial of the 20th century with the realisation that, ultimately, ‘we had never been modern’ and fulfilling Lévi-Strauss’ (1976) persistent prophecy that mythological thought would ‘meet again’ with scientific thought, contemporary art has also been decisively affected by the problem-works posed by contemporary indigenous art.
(Amilton Mattos)
Call for Papers

The contemporary global concept of ‘Art’ is a recent Western paradigm. Following the conceptualisation of Fine Arts during the Renaissance, the notion of art and the autonomy of the artistic sphere gained prominence in the 18th century. The following discussion will explore the question of whether it is possible to discuss art in relation to indigenous cultures. In the event of the existence of artistic dimensions, it is imperative to elucidate the manner in which they are mobilised and comprehended. In this sense, the cultural milieu of an indigenous people or nation can be perceived as a confrontation with the very concept of ‘Art’ and its concomitant comforts.
What is the basis of artistic productions inscribed in the body and the landscape, merging with them, creating disturbances in the arts of the separation between work and subject, production and reception, etc.? Talking about indigenous culture and its artefacts with an artistic dimension can serve to problematise the guaranteed notions of ‘art’, “work”, ‘author’, etc.
The separations between arts are also problematised, since there is a foundational mode of relations and fusions between arts that have traditionally been separated in the West. It’s not a question of hybridity, which is already the result of a principle of separation and its disturbance, but something that is based on non-separation. Thus, in the face of indigenous culture, it is Western ontologies, works and relational processes, as well as values and symbolic exchanges, among others, that are unsettled. One of the premises of this call is to find these zones of disquiet, as vacillating states that are interesting not only to understand but also to confront.
Any recent tradition of Anthropology recognises that these cultures are not watertight in a repetition of the same, but rather have transformation at their core, in which ritual practices of cultural continuity and survival have their own internal dynamic. The repetition of ritual, as a cultural pursuit, is the foundation of processes of transformation and it is through this repetition that the same and the ‘new’ are offered as cultural pursuit and continuity.
The invocation of indigenous culture, coupled with the assumption of its distinctiveness, engenders a relational expanse that renders the prevailing Western paradigm both relative and susceptible to scrutiny. The objective is not merely to challenge this prevailing paradigm, but rather to reject its exclusivity and the authority of its voice, thereby facilitating a more inclusive listening process. This endeavour entails the liberation of artefacts from the paradigm of the cabinet of curiosities that persists in Western ethnographic and anthropological museums. The resolution of this issue necessitates the establishment of a relationship of alterity that fosters the reciprocal exchange of difference, thereby facilitating a mutual extension. This approach entails the rejection of a unidirectional gaze of curiosity or the scientific object, in favour of an egalitarian and dialoguing relationship, wherein the experience and voice of the other is inscribed and shared.
In general, indigenous cultures are about Memory rather than History, orality rather than writing. It is the bodies that support and carry cultural mediations, that aggregate memories and transfer them. Culture as a safeguard of the self is often made from these bodies, with responsibilities of transference and continuity, which is always fatal change, but inherent and genuine.
When it comes to indigenous peoples, there is a natural tendency for studies to focus on the global South, tending to include Central and South America, Africa, Australia and much of the Pacific, or even parts of Indonesia or India. But it can also be seen elsewhere, even if in an almost archaeological way, around echoes of massacred indigenous memories, such is the degree of cultural disappearance or extinction in many cases, such as in Canada and, above all, the United States.
Thinking about the role of art and culture in indigenous peoples often involves their resistance to Western and global colonial violence, which can be done both from the strength of their own survival, from what are often resilient remains, and from their regeneration, their recovery from a situation of near cultural extinction, taking up possible authenticities that are not reduced to modes of business and exotic neo-tourism.
Another issue is the problem of the periphery in cultural issues or cultural policy. Not the periphery between the big dominant centres, which decide the historical, economic and symbolic values of art and culture, such as that of Portuguese art in relation to that of France, London or the United States, or of Brazil in relation to European and North American art, or between Eastern and Western arts or those of the South and those of the North, or even of the big centres in relation to small towns, but a more radical periphery: the periphery that touches the place of obliterated difference and its survival. A periphery that is often already on the outside, in a kind of total otherness. But that’s the richness of its voice.
We can therefore put forward a number of topics, with the proviso that these are far from limiting the possibilities of approaching the subject:
- Conceptual understanding: The dimensions of the notion of ‘indigenous’ and its cultural and artistic specificities.
- Places of Art: Studying the modes and spaces of artistic production among indigenous peoples.
- Identity and Transmission: Processes of subjectivation and cultural dialogues
- Alterity and Relativisation: The confrontation of differences as a way of broadening the possibilities of human culture.
- Survival and Regeneration: Artistic production as a cultural and political act of resistance and recovery in the face of the threat of extinction.
- Geographies of Indigenous Art: Analysing different contexts and scales (from Brazil to Australia, from Canada to Southeast Asia).
- Methodological Decolonisation: Revision of concepts from anthropology and ethnography in favour of a deontology that privileges the voice of the ‘other’ as a cultural and artistic subject and not just an object of study.
Convocarte Team
General Coordination: Fernando Rosa Dias
Co-coordination (French section): Pascal Krajewski
Executive Coordination: Bruna Lobo and Jamila Pontes
Coordination of the thematic dossier Art and Indigenous Peoples:
Amilton Pelegrino de Mattos is a researcher and lecturer in the Indigenous Degree programme at the Federal University of Acre, UFAC – Floresta Campus. PhD in Anthropology from the PPGSA at UFRJ – Federal University of Rio de Janeiro, with a thesis dedicated to the research processes of indigenous academics in their communities. http://lattes.cnpq.br/4467650905915696
References used in ‘Manifesto for a call for papers: Art and Indigenous Peoples’:
- Chakrabarty, Dipesh (2009). The Climate of History: Four Theses. In: Critical inquiry 35.2: 197-222.
- Clastres, Pierre (2003). A sociedade contra o Estado. São Paulo: Cosac & Naify.
- Deleuze, Gilles & Guattari, Felix (1976) O Anti-édipo. Capitalismo e esquizofrenia, Rio de Janeiro: Imago Editora Ltda.
- Ingold, Kim (Ed.) (1996). Key debates in Anthropology. London and New York: Routledge.
- Gell, Alfred. (2018). Arte e agência: uma teoria antropológica. Trad. Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Unu Editora.
- Kopenawa, Davi & Albert, Bruce (2015). A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. São Paulo: Companhia das Letras.
- Lagrou, E. (2012). Existiria uma arte das sociedades contra o Estado?. Revista De Antropologia, 54(2). https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2011.39645
- Lévi-Strauss, Claude (1976). O pensamento selvagem. São Paulo: CEN.
- Santos, Antônio Bispo dos. (2018). Somos da terra. Piseagrama, Belo Horizonte, n.12, p.44-51. https://piseagrama.org/artigos/somos-da-terra/
universidade de lisboa no rock in rio
Jun 22 2026
20 > 28 JUNH0 2026
Entre os dias 20 e 28 de junho de 2026, a Universidade de Lisboa marca presença no Rock in Rio Lisboa 2026 com um programa diversificado de atividades abertas ao público. Visita o stand da ULisboa e participa em experiências de ciência, tecnologia, arte e desporto!
A Faculdade de Belas-Artes vai estar presente no stand da Universidade de Lisboa, um espaço de descoberta, experimentação e interação para visitantes de todas as idades.
Realidade virtual aplicada à saúde e à aprendizagem prática, Mixed Reality em design, o protótipo NIDUM, a maquete EcoCar, a Sinalética Campus, são alguns dos projetos apresentados pela Faculdade de Belas-Artes no stand da Universidade de Lisboa, no Rock in Rio.
O stand reúne estudantes, investigadores, docentes e equipas técnicas num ambiente dinâmico onde a ciência, a tecnologia, a inovação, a arte e o desporto se cruzam com a curiosidade e a participação do público. Os visitantes terão a oportunidade de explorar novas tecnologias, experimentar atividades interativas, conhecer projetos de investigação e descobrir como o conhecimento produzido na Universidade contribui para responder aos desafios da sociedade.
A entrada é aberta a todos os visitantes do festival.
Participa!
Visita o stand da ULisboa, experimenta as atividades, conversa com quem faz ciência e inovação todos os dias e descobre como a Universidade de Lisboa está a ajudar a construir o futuro.
Consulta o programa completo AQUI e junta-te a nós na Cidade do Rock, no Rock in Rio Lisboa 2026.
In Transit – exhibition
Jun 22 202619 JUNE > 30 AUGUST 2026 I ARMAZÉM DAS ARTES, ALCOBAÇA
Opening on 19 June at 6.30 pm, at the Armazém das Artes venue in Alcobaça, the exhibition Em Trânsito —featuring drawing, painting, illustration, animation and artificial intelligence —and, as its name suggests, Em Trânsito has moved from the Faculty of Fine Arts, where it was on display at the Lagoa Henriques venue between 4 and 27 May 2026.
Organized by:
António Trindade (project author)
Américo Marcelino
Susana Oliveira
Diana Costa
Artists:
Catarina Lira Pereira
Cygny Astra Malvar
Gabriel Colaço
Gilberto Colaço
Isabelle Faria
Joana Mosi
Joana Paraiso
Lúcia Antunes
Nádia Joaquim
Yun Zhang
In transit. Multifaceted conceptual processes under construction.
António Trindade
In Transit (Em Trânsito) brings together the theoretical and practical artistic research of ten students on the PhD programme in Fine Arts, specialising in Drawing and Painting. In this exhibition, we can explore a diverse range of research areas, spanning drawing and painting—both analogue and digital—3D modelling, illustration, animation, and integrated visual art, some of which has also been created using AI (artificial intelligence). We observe diverse trajectories in which Drawing and Painting are present, ranging from cultural heritage to their applications and projections in scientific diagrams, in illustration and narrative, in fieldwork centred on risk, drawing on diverse geographies, maps and territories, to the utopia of possible and imaginary territories, striking and alarming, right through to ecological drawing, mapped and animated by the behaviour of plants, carrying a political message in the face of recent climate change and the harmful human behaviour that threatens us today.
Catarina Lira Pereira presents us with works set in juxtaposition that create a sense of tension in the viewer, playing on the interplay between analogue representations in watercolours and the algorithmic drawings derived from them, in which she employs artificial intelligence to juxtapose intriguing and complementary images, thereby establishing an ambiguity between painting and drawing. The series presented by the artist stems from a process inspired by the Rorschach test and explores the transition from the blot to the outline, as if the latter were the crystallisation of the former.
Cygny Malvar has been creating works that explore the possibilities of photography and its expansion and shift towards other forms of representation, in which she employs analogue drawing. In these drawings, centred on Points of View, Proximity and Intimacy, the artist depicts and transforms through drawing the moments captured by photographic records, creating other ambiguous representations where reflection on time, space, memory and affection are an integral part of her conceptual process. This results in representations of immense expressive power, drawing on scenes from everyday life and intimate spaces.
Gabriel Colaço works in partnership with his brother Gilberto Colaço; both have developed an artistic practice characterised by the phenomenology of territory, in which various tools and media are integrated into their conceptual process, making use of new technologies such as 2D drawing, practised by the former, and 3D modelling and printing, practised by the latter. Through this collaboration, they create intriguing objects that stem from a particular questioning and reflection on territorial phenomenology, where a latent tension remains in the observer’s gaze between human interventions and the diverse places of the surrounding, visible natural world, which undergo constant change in space and time according to the metamorphic laws of nature. This results in objects of great visual impact, such as the lithophanes featuring light boxes in which digitally created designs are visible, laser-engraved and equipped with sensors and lighting using LED lamps. In the work of Gabriel and Gilberto Colaço, software, devices and digital interfaces reconfigure the graphic gesture and the materiality of the drawing, where the latter serves as a matrix for volumetric representations and vice versa.
Isabelle Faria, an established artist, as her Curriculum Vitae clearly attests, develops and explores drawing in a dynamic and reflective manner, yet with great expressive power. Movement, action, the act of drawing, and taking risks are all part of her creative process, in which her work unfolds between the surrounding landscape and her studio. The artist undertakes journeys through the long, arid and empty landscapes of southern Spain; these journeys in themselves constitute material that is subsequently worked on in her studio. She employs a highly distinctive conceptual process, metaphorically inspired by the dynamics of a two-wheeled machine’s spool, which allows for forward movement, retreat and pauses, fuelling experimentation, introspection and reflection. This movement, which can move forwards, backwards or even stop, reflects the cyclical and fluid nature of her creative process.
Joana Mosi works in the field of illustration. She has been developing a body of work centred on ‘Urban Space as Experience and Representation in Graphic Narrative’, which forms the basis of her PhD project. The author is interested in the connection between comics and the graphic approach to and representation of urban space. In this regard, her work builds bridges between drawing, architectural thinking and graphic narrative, incorporating questions and reflections on composition, construction and layout. She relates the navigational paths of cities to the composition of reading on a page of illustration.
Joana Paraíso’s work focuses on territory, understood not as a specific geographical area, but rather as a space of lived experiences involving the body, experience, memory, connections and their traces. Territory is thus understood as an inhabited, lived-in place, as a place that is not only visible but also sensory, with precise meanings, in the search for and encounter with the unknown, echoing somewhat what Umberto Eco once referred to in his 1968 work The Absent Structure. Through selected routes, the artist records these memories, lived experiences and encounters, which are then developed and materialised in her studio in a unique and highly original manner.
Lúcia Antunes specialises in scientific illustration, and is currently working on a science visual communication project for the Católica Biomedical Research Centre (CBR), bringing to life her PhD research, From the Invisible to the Visible through Drawing as a Process of Communication between Art and Science. The work proposed for this exhibition features scientific illustrations with a strong visual impact and a high level of detail, created in direct collaboration with the information the artist gathers from other project members and staff at the Catholic University.
Nádia Joaquim presents works centred on drawing that explore themes of grief, panic and melancholy; she is currently working on her PhD project entitled Drawing and Melancholy: Theory, Aesthetics and Cross-Disciplinary Approaches in the Construction of an Artistic Project. Nádia Joaquim’s proposed works have a strong visual impact, resulting from striking, energetic drawing and compositions in which line-drawn figures show overlays of abstract forms with faces suggested by equally energetic lines, creating a sense of great ambiguity for the viewer. As a scholar and researcher of the rich cultural heritage of art history, philosophy and aesthetics, she utilises this knowledge to open up avenues that contribute to the development of her current artistic trajectory, now presenting figurative elements that interact, contrast and overlap with others of a more abstract nature, thus embodying something new still under construction and development, yet with promising results.
Yun Zhang has been developing a highly original body of work featuring images and dynamics that stand out for the quality of their digital drawing, painting and animation, with a strong visual impact evident in the quality of the linework, the colour palette, the contrasts and the movement employed by the artist. Working with artificial intelligence (AI), the artist explores and has been working on the issue of plant cognition, their visualisation, perception and rhythmic representation, championing ecological imagination. The artist and researcher advocates and explores cognition as a distributed and processual structure of living activity, not exclusive to humans, but extending to other beings—in her case, plants—which are forms of a vast organic structure constituting structural nuclei of the organisation of the images themselves. Based on this issue of the decentralisation of cognitive phenomenology, Yun Zhang proposes her own method, the Ecological System of Perceptual Imagery (EPISM), which enables the translation and visualisation of the composition, rhythmic temporality and regulatory mechanisms that generate highly distinctive image systems. The author presents here three works produced within this context, which form an integral part of her broader PhD project entitled Visualising Plant Cognition: Rhythmic Perception and Ecological Imagination in Drawing and Digital Painting.
Lisbon, 17 March 2026
António Trindade.
+ Catalog Texts
reflect 2.0 introspective – exposição de rita andrade
Jun 22 202612 > 26 JUNHO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Reflect 2.0 INTROSPECTIVE de Rita Andrade inaugura dia 12 junho pelas 17h e está patente de 12 a 26 junho, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Carlos Vidal
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Reflect 2.0 INTROSPECTIVE consiste, maioritariamente, na intervenção pictórica em espelhos antigos recuperados pela artista, criando uma experiência que convida o espectador a refletir sobre questões da sociedade contemporânea.
Os espelhos não estão completamente cobertos, mantendo-se uma ambivalência intencional no projeto. Por um lado, o observador vê o seu próprio reflexo. Por outro, é desafiado a olhar para além da sua imagem e a confrontar aquilo que o espelho sugere como espaço de interpretação.
Este conjunto de obras propõe uma leitura crítica do presente, explorando a relação entre o indivíduo e o contexto social em que se inscreve. Através da tensão entre o visível e o sugerido, o trabalho abre um espaço de reflexão contemporânea sobre identidade, responsabilidade e a forma como nos posicionamos perante as dinâmicas sociais e políticas que estruturam o mundo atual.
Rita Andrade é uma artista socialmente comprometida, nascida e baseada em Lisboa. Licenciou-se em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa em 2020 e concluiu o mestrado em Art & Politics na Goldsmiths, University of London, em 2021.
O seu percurso inclui várias exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro, entre as quais se destacam Identity and Land (2023), Reflect (2024) e The Unbearable Lightness of Power (2025).
A sua prática artística centra-se no potencial transformador da arte enquanto forma de comunicação e intervenção pacífica. O seu trabalho é guiado por um compromisso com os direitos humanos e por experiências em contextos como a Palestina e Honduras, privilegiando uma abordagem de investigação imersiva que permite uma compreensão aprofundada das realidades que aborda.
Enquanto artista e agente de reflexão, Rita Andrade propõe um diálogo crítico sobre o papel do indivíduo no mundo contemporâneo, explorando formas de consciência, responsabilidade e posicionamento face às estruturas de poder e às narrativas que moldam a sociedade.
O Movimento da Alma na ‘Paixão de Cristo’ de Rafael Bordalo Pinheiro
Jun 22 2026
14 MAIO > 30 SETEMBRO 2026 | MUSEU JOSÉ MALHOA, CALDAS DA RAINHA
No dia 14 de Maio de 2026, às 10h30, inaugura no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, a exposição de desenho e o seminário intitulados O Movimento da Alma na “Paixão de Cristo” de Rafael Bordalo Pinheiro – Entre desenhos e reflexões. A exposição ficará patente até 30 setembro.
A exposição apresenta os desenhos produzidos durante a residência e, no dia da abertura, decorre um seminário dedicado ao debate e à reflexão crítica sobre a obra de Bordalo Pinheiro, os museus e as suas possibilidades contemporâneas.
O seminário contará com investigadores e profissionais como Artur Ramos, Luís Jorge Gonçalves, João Alpuim Botelho, Dora Mendes, Marta Galvão Lucas, entre outros convidados.
O público é convidado a participar neste diálogo sobre património, criação e pensamento artístico atual.
Acesso gratuito.
Este evento é uma organização do:
Museu José Malhoa/Museus e Monumentos de Portugal
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa/ VICARTE Vidro e cerâmica para as artes/ CIEBA, Centro de Investigação e de Estudo em Belas-Artes
Universidade Federal de Rio Grande do Norte/ Grupo de Pesquisa de Género, Políticas Públicas e Sociedade
Quando Rafael Bordalo Pinheiro, entre 1887 e 1899, criou a Paixão de Cristo, para as capelas da Via Sacra da Mata do Buçaco, por encomenda do governo português, através do Ministro Emidio Navarro, estava a retomar uma tradição da arte ocidental sobre a dramatização da vida de Jesus, em esculturas policromadas de terracota.
Previam-se 86 esculturas de escala natural, com 12 Passos da Paixão. Por diferentes dificuldades, o projeto inicial não foi concluído, tendo chegado aos nossos dias as seguintes cenas: Jesus no Horto, Traição de Judas, Passagem do Cedron; Jesus em casa de Anás; Jesus na casa de Caifás; Jesus perante Pilatos; Jesus perante Herodes; Pilatos lavando as mãos e Jesus a Caminho do Calvário.
Na atualidade encontra-se no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, cidade onde Rafael Bordalo Pinheiro localizava a sua fábrica de cerâmica. Trata-se do seu projeto mais ambicioso, que nos demonstra as suas capacidades como artista. Através das esculturas observamos dramatismo, expressão e uma plasticidade muito bem explorada, que nos conduz ao sublime. Tinham passados os tempos do dramatismo do Barroco, onde se explorava com emoção os Passos da Paixão, através das vias sacras, em esculturas que podemos examinar no Bom Jesus do Monte, em Braga, na Serra do Pilar, na Póvoa de Lanhoso, ou em Congonhas, em Minas Gerais, no Brasil. No entanto, Rafael Bordalo Pinheiro explorou, na terracota, o dramatismo através dos rostos, dos corpos, das panejamentos e das cores.
A diversidade das cenas é um desafio para o desenho que foi proposto a alunos de desta disciplina da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Estes desenhos, executados a partir dos originais e no próprio espaço do Museu José Malhoa, constituem dez aproximações individuais à obra de Rafael Bordalo Pinheiro A Paixão de Cristo. A diversidade fisionómica aliada à modelação ligeiramente inacabada das esculturas é o cruzamento de interpretações ilimitadas à reconstrução e à reinvenção das figuras. Todos os dez artistas convidados abordaram a obra segundo múltiplos pontos de vista e não só no sentido literal. Cada uma das aproximações reconstrói o espaço, cria contextos, reinventa as personagens, acentua expressões e idealiza visões e fisionomias. O desenho, associado vulgarmente ao essencial acaba por aliar o rigor da forma com a agradabilidade da cor, para nos surpreender com o potencial da obra de Rafael. Na verdade, estas sessões desenvolvidas no museu constituem momentos únicos de observação, análise, descoberta e conhecimento sem paralelo graças ao contacto direto e natural com as obras de arte. Estes desenhos são a celebração desses momentos.
gentrification ll
Jun 22 2026
05 > 29 JUNHO 2026 I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 5 de junho às 18h30, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes, a exposição Gentrification II.
Horário: 2ª a 6ª – 11h00/19h00
Promovido pelo projeto Erasmus BIP Estratégias de Projeção Internacional em Estudantes de Arte, que reúne a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Salamanca, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e a Academia Nacional de Belas Artes de Oslo, surge um projeto de exposição e investigação coletiva que procura integrar estudantes da área das artes num contexto propício ao desenvolvimento de relações internacionais e interculturais.
Tomando como tema central o processo de gentrificação, o projeto reflete sobre as transformações e os impactos urbanos e sociais associados a este fenómeno. O termo foi utilizado pela primeira vez por Ruth Glass, em 1964, para descrever a deslocação residencial das classes médias para antigas áreas operárias e de baixos rendimentos em Londres (Gonçalves, 2009). A partir desta problemática, os estudantes foram convidados a desenvolver propostas artísticas e reflexões críticas que explorem os impactos da gentrificação nos seus territórios, nas comunidades e nas dinâmicas culturais contemporâneas.
xCoAx 2026 — 14th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X
Jun 22 2026
08 > 10 JULY 2026 I TORINO, ITALY
xCoAx 2026 – 14th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X
8-10 July 2026 – Torino, Italy
Submit before February 1, 2026.
xCoAx explores the intersections where computational tools and media meet art and culture in the form of multi-disciplinary enquiries on aesthetics, computation, communication and the elusive X factor that connects and affects them all.
xCoAx is a great chance for international audiences to exchange ideas in search of interdisciplinary synergies between artists, media practitioners, computer scientists, and theoreticians at the thresholds between digital arts and culture.
xCoAx 2026 will take place at the Palazzo Madama museum in Torino, Italy, under the auspices of the Department of Philosophy and Education Sciences of the University of Torino.
Call for papers, artworks, performances, School of X applications.
xCoAx 2026 calls for papers, artworks, performances and research works-in-progress by scholars, artists, performers and students working on any of its multi-disciplinary facets.
You are invited to submit theoretical, practical or experimental research work in the form of papers, artworks, or performances, on a range of topics that includes but is not limited to the following:
Computation / Communication / Aesthetics / X / Algorithms / Systems / Models / Artificial Aesthetics / Artificial Intelligence & Creativity / Artistic explorations of digital game technologies / Audiovisuals / Multimodality / Design / Interaction / Generative Art & Design / History / Mechatronics / Physical Computing / Music / Sound Art / Performance / Philosophy of Art & of Computation / Computational Photography and Image Technologies / Technology / Ethics / Epistemology
If you are a Master’s or PhD student you also have the opportunity to apply for the School of X.
All information on how to submit papers, artworks, performances, and applications to the School of X is available at https://xcoax.org
Important dates:
- February 1 (end of day anywhere on Earth): Deadline for submissions.
- March 23: Notifications to authors.
- April 20: Registration deadline for authors.
- April 26: Delivery of final versions of full papers and extended abstracts of artworks and performances for the proceedings.
- May 3: Delivery of final versions of multimedia files for the website.
- July 6 to 7: xCoAx exhibition set-up at Palazzo Madama.
- July 8 to 10: xCoAx conference, exhibition, and performances.
Contacts:
email: info@xcoax.org
instagram: @xcoaxorg
bluesky: xcoax.org
lista dos finalistas da 1.ª edição dos prémios manuel cargaleiro
Jun 21 2026
Criados em parceria com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e com o apoio da Câmara Municipal de Castelo Branco, os prémios afirmam-se como um espaço de encontro entre gerações, instituições e linguagens artísticas, incentivando a experimentação, a investigação e o diálogo entre tradição e contemporaneidade nas artes visuais.
A edição inaugural contempla três categorias distintas:
- Prémio Revelação
Dirigido a estudantes de licenciatura, mestrado ou pós-graduação nas áreas das artes visuais, matriculados em instituições de ensino superior artístico em Portugal. Distingue talentos emergentes e práticas experimentais em fase inicial de percurso artístico. - Prémio Cargaleiro
Aberto a artistas de qualquer idade, nacionalidade ou percurso, desafia a desenvolver obras em diálogo criativo com o universo plástico do Mestre Cargaleiro — seja pela forma, pela cor, pelo suporte ou pela conceptualização. - Prémio Investigação
Destinado a estudantes e profissionais matriculados no ensino superior em Portugal (ou que tenham concluído estudos entre 2021 e 2025). Reconhece projetos inéditos nas áreas da história da arte, museologia, curadoria, conservação e restauro, ou outras disciplinas que aprofundem a compreensão e valorização da obra de Cargaleiro.
Para além da atribuição dos prémios, a iniciativa contempla uma exposição final no Museu Cargaleiro, em Castelo Branco, reunindo as obras selecionadas e promovendo a divulgação pública dos finalistas. Será ainda publicado um catálogo oficial com os projetos distinguidos, reforçando a sua projeção crítica e institucional.
Os vencedores recebem apoios concretos que incluem financiamento de estudos, dotação monetária, publicação de investigação e visibilidade em plataformas nacionais e internacionais.
Os Prémios Manuel Cargaleiro contam o patrocínio da Caixa de Crédito Agrícola da Beira Baixa Sul.
Finalistas da 1ª Edição selecionados pelo júri:
Prémio Revelação
Ana Alves
Giulia Paz
Mônica Lopes Nogueira
Pedro de Sousa Serafim
Raquel Maria Tavares
Rui Dias Monteiro
Sara Gonçalves
Sara Velez Malta
Sílvia Neto
Tomás Caleia Azul
Prémio Cargaleiro
Ana Maria Ferreira
António Jorge
Célia Macedo
Joana Paraíso
Luís Macedo
Luís Mouro
Luísa Ramires
Magda Delgado
Rosário Andrade
Yola Vale
Júri
A avaliação das candidaturas destes finalistas será realizada por um júri independente, designado pela Fundação Manuel Cargaleiro em articulação com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O júri é composto por Alexandre Farto (aka Vhils), Sandra Vieira Jürgens e Graça Morais, três personalidades de reconhecido mérito no domínio das artes visuais e funcionará com total autonomia.
Próximos passos:
Anúncio do vencedor em cada uma das categorias e preparação da exposição, cuja inauguração está prevista para setembro de 2026.
Arte Contemporânea em Diálogo #7
Jun 15 2026
18 JUNHO 2026 > 18H30 I SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS ARTES
Realiza-se no dia 18 de junho, às 18h30, na Sociedade Nacional de Belas Artes, mais uma conversa no âmbito do ciclo Arte Contemporânea em Diálogo.
Para esta sessão do ciclo de diálogos sobre a arte contemporânea Isabel Nogueira convida João Leite, para discutir o tema “O que é a inteligência artificial e como chegámos aqui?”
A arte contemporânea é um território complexo e diversificado, inclusivamente, do ponto de vista da sua própria definição conceptual e temporal. Sobretudo desde a década de 90, e do processo de globalização a ela associado, que se foi verificando uma mudança de paradigma ao nível da produção e da recepção da arte, nomeadamente, com a proliferação dos meios de comunicação e da forte pressão das indústrias culturais, assim como com a crescente subjectivação e individualização do gosto. Nas últimas décadas, foi-se implantando uma nova ordem de relações entre a arte, as instituições, a obra e o público.
keynote speakers peter lloyd and jeanne liedtka – DTRS’15
Jun 14 202617 > 19 JUNE 2026 | FBAUL AND IADE
DTRS’15
Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon
17-19 June 2026
Keynote Speakers
Wednesday, 17 June 2026
9:30 (AM)
Lagoa Henriques Auditorium (FBA)
“Intelligence Reframed: A Journey through Design Thinking”
Where has design thinking come from and where is it going to? In this keynote, Peter Lloyd will explore the conceptual evolution of design thinking, first through the DTRS symposiums, then expanding out into the broader uses, cultures and meanings of the term, and finally considering the possible future for design thinking in the current context of rapid developments in AI.
Over the past 35 years, design thinking has become what Donald Schön, a contributor at the first DTRS, terms ‘an idea of good currency’. Ideas of good currency are effective boundary objects; potent expressions of an idea in a word or short phrase. The term design thinking has shown extraordinary longevity and resilience in its journey from the representation of cognitive expertise to the corporate and governmental innovation process.
Schön is one of only a few major thinkers originating outside the discipline of design to see exceptional value in the approaches, methods, and processes of design. He also articulated the key role of language in capturing and giving form to design activity. This makes the recent development of language models particularly relevant and amenable to processes of design.
In this keynote Peter will talk about their own journey through design thinking – as a researcher, educator, editor, practitioner, and now as someone grappling to understand the implications of AI for designers, designing, and design thinking. Peter will explore what an AI enhanced design thinking might look like, what it might do, and how we might feel if it does that.
Peter Lloyd is Professor of Design Methodology at the Faculty of Industrial Design Engineering, TU Delft, where he is also a co-founder of the Designing Intelligence Lab and co-director of the Center for Law, Design, and AI. He is Chair of the Design Research Society, President of IASDR, and Editor-in-Chief for the journal Designing. His research focusses on how language is used during processes of design, broadly defined.
Friday, 19 June 2026
10:30 (AM)
Faculty of Design, Technology and Communication (IADE)
“Design Thinking: Fad, Fraud, or the Future of Business?”
Is Design thinking a) dead, b) a fad, c) a fraud or d) the most powerful yet undervalued new business methodology of the last 50 years?
In this reflection on her decades of personal experience as an academic and researcher, strategist and corporate executive, Jeanne Liedtka will argue why the answer is “d” and what to do about it. She will argue that DT offers exactly the skills that organizations and their employees most need to continuously adapt to the accelerating change in the world around us. So why do we continue to struggle to demonstrate its value in practice? To address this, we will explore the aspects of today’s organizations that stand in the way of achieving Design’s potential and that require us, as its advocates, to think creatively about how to design to remove them.
Jeanne Liedtka is the UTC Emeritus Professor of Business at the University of Virginia’s Darden Graduate School of Business. With interests at the intersection of strategy and design, Jeanne has written eight books and multiple articles on the subject of strategy, innovation, and design thinking, and consulted with a diverse set of organizations including IBM, Samsung, NASA, The United Nations, and the government of Singapore. Her most recent book is The Experimentation Field Book: A Step-by-Step Project Guide, co-authored with Natalie Foley, David Kester and Elziabeth Chen.
ULisboa na Feira do Livro de Lisboa 2026
Jun 08 202627 MAIO > 14 JUNHO 2026 | FEIRA DO LIVRO DE LISBOA
De 27 de maio a 14 de junho, a 96.ª Feira do Livro de Lisboa regressa ao Parque Eduardo VII e a ULisboa volta a marcar presença com o melhor da Imprensa da Universidade de Lisboa (IUL).
Nesta que é já a sétima participação da ULisboa, o pavilhão da IUL reúne uma seleção especial de títulos, incluindo edições do Museu Nacional de História Natural e da Ciência e do Instituto de Investigação Científica Tropical.
Ao longo da Feira, no pavilhão G26, encontrarás apresentações de livros, novidades editoriais e sugestões diárias para descobrir.
memes gerados por ia e cultura visual: remix, sobrevivência das imagens e agência criativa
Jun 01 2026
05 JUNHO 2026 > 14H00 I SALA 4.06
Realiza-se no dia 5 de junho, às 14h00, na sala 4.06, o workshop Memes gerados por IA e cultura visual: remix, sobrevivência das imagens e agência criativa, aberto à comunidade académica, a dinamizar por Felipe Aristimuño, investigador júnior da FBAUL, no âmbito da UC Arte, Educação e Novas Tecnologias
Este workshop propõe refletir sobre os memes gerados por IA a partir da cultura visual, considerando os modos como imagens, narrativas e discursos circulam, reaparecem e são recombinados em ambientes digitais. Partimos da identificação de uma continuidade simbólica entre a cultura do remix e os atuais modelos generativos, observando como práticas de apropriação, repetição e deslocação presentes na música, no hip-hop, no graffiti, no stencil e nos memes digitais encontram novos desdobramentos nas imagens produzidas por IA.
A reflexão será articulada com a leitura de Georges Didi-Huberman sobre a sobrevivência das imagens em Aby Warburg, sobretudo para pensar como determinadas formas visuais regressam em novos contextos, transportando memórias, conflitos, imaginários históricos e modos de representação que não se organizam de forma linear. A partir de exemplos contemporâneos, como influenciadores artificiais que “viajam” por diferentes épocas históricas, personagens políticas geradas por IA e remixes audiovisuais da cultura popular, discutiremos as implicações culturais, educativas e éticas destes conteúdos.
O workshop terá uma primeira parte dedicada à apresentação e debate dos conceitos de cultura visual, remix, imagem sobrevivente, IA generativa e agência criativa. Na segunda parte, os estudantes trabalharão em equipas na construção de mapas de ideias, relacionando exemplos de memes gerados por IA com questões de representação, autoria, memória visual, discurso político, educação histórica e empoderamento mediático. A atividade pretende estimular uma leitura crítica e expressiva das tecnologias generativas, interrogando o que podemos criar com IA, que narrativas são produzidas por estas imagens e como podemos atuar como consumidores e criadores de conteúdos de media.
Referências principais
Chang, H.-C. H., Sahagun, L., Khamis, S., Bowe, B., & Hoffmann Pham, K. (2026). The meme is the message: Generative memesis and AI visuals in the 2024 USA presidential elections. Proceedings of the International AAAI Conference on Web and Social Media, 20(1), 140–158. https://doi.org/10.1609/icwsm.v20i1.42647
Didi-Huberman, G. (2016). The surviving image: Phantoms of time and time of phantoms: Aby Warburg’s history of art (H. Mendelsohn, Trans.). Penn State University Press.
Ferguson, K. (n.d.). Everything is a remix. https://www.everythingisaremix.info/
Ferguson, K. (2025, August 12). AI is remixing everything we’ve ever made. Here’s what that means [Video]. YouTube. https://youtu.be/9pLCIoBZzd4
Lessig, L. (2008). Remix: Making art and commerce thrive in the hybrid economy. Penguin Press.
Mirzoeff, N. (2023). An introduction to visual culture (3rd ed.). Routledge.
Rose, G. (2022). Visual methodologies: An introduction to researching with visual materials (5th ed.). SAGE.
Shifman, L. (2014). Memes in digital culture. MIT Press.
Warburg Institute. (n.d.). Bilderatlas Mnemosyne. School of Advanced Study, University of London. https://warburg.sas.ac.uk/library-collections/warburg-institute-archive/bilderatlas-mnemosyne
Referências para exemplos de media sociais
Almeida Moreira, J. (2026, May 2). Dona Maria. Quem é a senhora que está a irritar Lula da Silva? (Pista… ela não existe). Diário de Notícias. https://www.dn.pt/internacional/dona-maria-quem-a-senhora-que-est-a-irritar-lula-da-silva-pista-ela-no-existe
Chloe VS History. (n.d.). Chloe VS History [Instagram profile]. Instagram. https://www.instagram.com/chloe.vs.history/
Migalhas. (2026, April 26). “Dona Maria”: Partidos acionam TSE contra perfis de personagem de IA. https://www.migalhas.com.br/quentes/454637/dona-maria–partidos-acionam-tse-contra-perfis-de-personagem-de-ia
Rodrigão Viaja. (n.d.). Rodrigão Viaja [Instagram profile]. Instagram. https://www.instagram.com/rodrigao.viaja/
Taylor, J. (2026, May 26). “We can stitch together our past”: The AI-generated time-travellers vlogging from history. The Guardian. https://www.theguardian.com/technology/2026/may/26/we-can-stitch-together-our-past-the-ai-generated-time-travellers-vlogging-from-history
19ª Edição das Galerias Abertas de Belas-Artes (GAB-A)
Jun 01 20265 > 7 JUNHO 2026 | FACULDADE DE BELAS-ARTES
Durante o fim de semana de 5, 6 e 7 de JUNHO de 2026, a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa vai acolher a 19ª Edição das Galerias Abertas de Belas-Artes (GAB-A).
Horário:
5 de JUNHO: 17h-20h
6 e 7 de JUNHO: 14h-20h
Entrada Livre.
As GAB-A são um evento anual que promove a exposição de projetos artísticos dos alunos da faculdade, bem como dos respectivos ateliês, oficinas e espaços criativos. São, simultaneamente, um fórum de discussão e mostra de jovens artistas, de produtos de investigação artística e de obras em contexto de ensino superior artístico público, integradas no espaço físico onde são pensadas e produzidas. Não é uma exposição numa galeria, museu ou centro cultural. É a abertura dos espaços de trabalho e de investigação artística que a Faculdade de Belas-Artes encerra, num espírito de ateliê aberto pontuado pela presença dos jovens criadores. Esta edição será marcada pelos Diálogos pela Arte, os POP-UP e a Mostra de Trabalhos.
DIÁLOGOS PELA ARTE
Ciclo de conversas com programação todas as sextas-feira até ao fim de semana da Mostra de Trabalhos:
08/05 | às 10h | Auditório Lagoa Henriques
ARTE NAS PERIFERIAS: PRÁTICAS, TERRITÓRIO E COMUNIDADE
15/05 | às 11h | Auditório Lagoa Henriques
PUBLICAR ARTE: DO CONCEITO AO OBJETO
29/05 | às 10h | Grande Auditório
ENTRE O OLHAR E A COLEÇÃO: CURADORIA E COLECIONISMO HOJE
03/06 | às 10h | Grande Auditório
MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA PARA JOVENS ARTISTAS
POP-UP
De 1 a 3 de junho, marcando o início da programação semanal dos GAB-A, será uma feira de objetos de menor escala, não obrigatoriamente representativos da prática artística no contexto de faculdade, mas igualmente apreciados. Durante o dia, poderão ver pelo espaço térreo da faculdade bancas com vendas de stickers, joalharia, cerâmicas utilitárias, pins, merchandising, entre outros.
MOSTRA DE TRABALHOS
No dia 5 de junho, das 17h00 às 20h00, e nos dias 6 e 7 de junho, das 14h00 às 20h00, a faculdade abre portas com uma exposição que se estende pelas salas e corredores de todo o edifício. A mostra de trabalhos inclui trabalhos de alunos de Escultura, Pintura, Desenho, Design, Multimédia e outras práticas contemporâneas, que se expandem pelo espaço. A Mostra inclui ainda um Ciclo de Curtas-Metragens, um Ciclo de Vídeo e Vídeo Performance, e um Ciclo de Performance.
Para saber mais sobre as Galerias Abertas das Belas-Artes, vê o Instagram das GAB-A.
Floating with Cassini _ exposição de José Quaresma _ Academia de Belas Artes de Bolonha
May 23 202615 > 31 MAIO 2026 | Ala Collamarini | Academia de Belas Artes de Bolonha
José Quaresma, docente da FBAUL; inaugura dia 15 de maio a exposição de desenho, instalação e pintura Floating with Cassini, na Academia de Belas Artes de Bolonha. No dia 16 de maio, um dia após a inauguração, fica disponível neste site o catálogo digital desta exposição.
A exposição Floating with Cassini reúne desenhos de grande escala, instalação gráfica e pintura, desenvolvendo-se em torno de uma Selenografia (imagem gravada da Lua, séc. XVII), composta por muitos desenhos de observação telescópica do satélite da Terra, num esforço conjunto de contemplação de um corpo celeste por Cassini e pelo gravador Jean Patigny. Esta “saída de órbita” por intermédio de estudos astronómicos, nos quais Cassini não hesitou projectar e desenhar rostos humanos, constituem a motivação central desta exposição. Foi igualmente determinante para o desenvolvimento deste projecto a deambulação pelo pavimento da Basílica de S. Petrónio, no qual se encontra a incisão de um vasto relógio de sol com indicações astronómicas preciosas, iluminando “a vida que corre” com ligações àquilo que transcende a Terra, moldando-a com enigma e espiritualidade.
JOSÉ DIAS SANCHO – CARICATURA E HUMOR. Exposição Museu Bordalo Pinheiro
May 22 2026©Museu Bordalo Pinheiro
29 ABRIL > 31 MAIO 2026 | MUSEU BORDALO PINHEIRO
No próximo dia 29 de abril, pelas 18h30, o Museu Bordalo Pinheiro inaugura a exposição JOSÉ DIAS SANCHO – CARICATURA E HUMOR.
A partir de projeto de mestrado de Joana Galrão, defendido na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, no âmbito do Mestrado de Crítica, Curadoria e Teorias de Arte, esta exposição tem a curadoria do Prof. Fernando Rosa Dias.
Esta exposição pretende apresentar as facetas de caricaturista e humorista de José Dias Sancho (1898-1929), figura polifacetada, polémica e dinâmica, mas ainda esquecida da história do Modernismo português. Com protagonismo em várias atividades, foi advogado, poeta, escritor, publicista, autor e dinamizador, tendo criado a primeira empresa cinematográfica do Algarve. A sua morte precoce, sem completar 31 anos, contribuiu para o fim do tempo de ouro do Modernismo Algarvio, diligente durante a Primeira República.
Depois da exposição «Regionalismo e Modernismo» no Museu Municipal de Faro, centrado em diálogos de José Dias Sancho com outras figuras do Modernismo, esta exposição no Museu Bordalo Pinheiro destaca a sua atividade de caricaturista e de humorista, da imagem ao texto, tal como o seu gosto por causas e polémicas, e ainda algum foco nas relações que estabeleceu com os modernistas de Lisboa. A exposição seguirá depois para São Brás de Alportel, como um «Regresso à Terra» Natal.
In https://museubordalopinheiro.pt/expo/jose-dias-sancho/
ponto nemo – exposição de ana franco neto
May 20 202618 > 27 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Ponto Nemo de Ana Franco Neto inaugura dia 18 maio pelas 17h e está patente de 18 a 27 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Joane Brandão de Carvalho
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
O trabalho de Ana Franco Neto transporta-nos para um universo entre o arquivo e a ficção, onde objetos, imagens e fragmentos surgem como vestígios de um sistema desconhecido. Como no Ponto Nemo — o lugar mais remoto do planeta e destino simbólico de satélites desativados, as suas obras habitam uma zona suspensa entre presença e abandono, entre possível memória e futuro. Como fragmentos de uma cosmologia ficcional ou relíquias de um tempo que nunca existiu, estas obras afirmam-se enquanto entidades autónomas, regidas por uma lógica própria e por um sistema simbólico que escapa à leitura absoluta.
Ana Franco Neto (Lisboa, 1998) artista visual que desenvolve a sua prática artística no cruzamento entre pintura, escultura e cerâmica. Licenciada e mestranda em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, tem desenvolvido o seu percurso através da participação em exposições coletivas, bienais e residências artísticas. Incluindo a XVI Bienal Internacional de Cerâmica Artística de Aveiro (2023), PISO 3 na Sociedade Nacional de Belas-Artes (2023) Bienal de Arte de Gaia (2025), a Bienal de Espinho (2025), Amplitude – Exposição Coletiva de Cerâmica, Almada (2025) e a residência O MAU, Taguspark, Oeiras (2025-2026). Em abril de 2026, apresentou a sua primeira exposição individual, Apócrifos, na Fundação Leal Rios.
Investigação artística. A experimentação poiética perante a inteligência artificial – Ciclo Internacional de Conferências
May 18 202622 MAIO 2026 | 9H30 > 17H30 | FBAUL | GRANDE AUDITÓRIO
Reunindo um conjunto de artistas e de investigadores em arte e tecnologia, entre os quais se destaca a participação (presencial) de Jay Bolter, o segundo ciclo internacional de conferências designado Investigação artística. A experimentação poiética perante a inteligência artificial, terá lugar no dia 22 de maio, no Grande Auditório, FBAUL.
No início das conferências será lançado o livro de ensaios que fundamenta as diversas contribuições (as de agora e as de dezembro de 2025), edição que tem a coordenação dos docentes José Quaresma e Fernando Rosa Dias, ambos da FBAUL.
Solicita-se aos interessados que preencham uma ficha de inscrição criada para o efeito, pois, embora a assistência às conferências seja gratuita, é necessário um registo prévio assim como a manifestação de interesse no Certificado de Participação.
Partindo da investigação artística como campo de trabalho e reflexão, o ciclo internacional de conferências e o livro a publicar visam o questionamento livre e criativo da inteligência artificial, perscrutando os seus “espantosos” recursos atinentes à transformação das artes, das ciências e das sociedades, mas analisando com igual intensidade os respectivos impactos nas formas ancestrais de produção artística, na intersubjectividade humana, na empatia real (isto é, “cara a cara”, em solo plural e realmente coabitado), na ética digital, na vida laboral, entre muitos outros aspectos do mundo contemporâneo. Os autores também foram convidados a pensar e a apresentar uma caracterização da investigação artística, diferenciando-a da investigação em artes e da criação artística, mesmo que se verifiquem profundas afinidades entre estas três esferas de reflexão e prática expressiva.
Experimenta o Futuro | 21 a 24 de maio – Pavilhão de Portugal
May 18 202621 > 24 MAIO | PAVILHÃO DE PORTUGAL
O futuro não se prevê. Vive-se. Experimenta-se. De 21 a 24 de maio, o Pavilhão de Portugal transforma-se num organismo vivo: inquieto, curioso, cheio de perguntas que não pedem permissão para existir.
A ULisboa celebra um ano de Pavilhão de Portugal como espaço de ligação à sociedade, onde ciência, cultura, inovação e participação pública se encontram, com o evento Experimenta o Futuro.
Durante quatro dias, este espaço respira ideias, provoca gestos, acende descobertas. E tu és parte do pulso.
O Experimenta o Futuro não é apenas uma semana de programação. É um convite para parar, levantar a cabeça e perceber que o futuro não está longe. Acontece aqui, nas ideias que partilhamos, nas perguntas que fazemos, nas experiências que vivemos juntos.
De 21 a 24 de maio, o Pavilhão de Portugal da Universidade de Lisboa torna-se um espaço onde a ciência se aproxima das pessoas, a cultura se abre à cidade e a inovação ganha corpo. Aqui, cada visitante encontrará algo que o move: uma conversa inesperada, uma descoberta luminosa, um silêncio que faz pensar, uma música que desarma ou uma história que fica.
Aqui, cada faísca pode virar caminho. Cada experiência pode deslocar certezas. Cada pergunta pode reinventar o que parecia óbvio.
O futuro não é um destino. É um movimento. E começa quando alguém decide dar o primeiro passo. Dá-o connosco no Pavilhão de Portugal.
Vem experimentar o que ainda não existe. Vem imaginar o que pode ser. Vem participar na construção de um amanhã.
Podes contar com:
Concertos à Pala
Ciência em 3 minutos
Alumni espalhados pelo mundo, reunidos num só ecrã
As Escolas da ULisboa a moldar o amanhã
Teatro universitário, exposições, oficinas e experiências
Um espaço para abrandar e outro para acelerar
Movimento, comunidade e futuro em construção
A entrada é livre.
O tempo como virtualidade incarnada – ciclo internacional de conferências
May 16 202620 MAIO 2026 | 14H30 > 17H | GRÉMIO LITERÁRIO
Ciclo internacional de conferências no Grémio Literário sobre o fluxo da temporalidade.
Dia 20 de maio, às 14.30, inicia-se o Ciclo de conferências sobre “O Tempo como virtualidade Incarnada” na qual participam vários especialistas em Pintura, Música, História de Arte e Curadoria para tratar da produção e da expressão da temporalidade através das formas artísticas. Ao mesmo tempo será apresentada a publicação lançada em Bolonha com a designação “ O tempo como virtualidade incarnada”, edição da FBAUL, coordenação de José Quaresma.
Solicita-se aos interessados que preencham uma ficha de inscrição criada para o efeito, pois, embora a assistência às conferências seja gratuita, é necessário um registo prévio assim como a manifestação de interesse no Certificado de Participação.
uma história da ilustração – aula aberta
May 15 202627 MAIO | 10H | SALA 4.06
Realiza-se, no dia 27 maio, às 10h, na sala 4.06, a aula aberta “Uma História da Ilustração“, com Daniela Gonçalves.
A história da Ilustração tem vindo a ser escrita, com base em artefactos frequentemente atribuídos a outras artes, que agora são reconsiderados sob uma nova perspetiva. Esta é uma história da Ilustração, construída ao longo da investigação levada a cabo por Daniela Gonçalves no contexto da sua tese de doutoramento. Uma história contada por uma pluralidade de vozes que, juntas, definem o corpo teórico da área – um corpo em expansão e evolução, que reforça o reconhecimento da Ilustração enquanto arte autónoma. Nesta aula aberta abordaremos questões como a comunicação visual, a função enquanto critério discernente, e a importância do desenho. Serão explorados os espaços – de separação e interseção – entre artes e o desenvolvimento da área, do ilustrador e do estatuto de ambos. Acima de tudo, esta aula visa fomentar pensamento crítico no âmbito da história da Arte, e proporcionar uma perspetiva abrangente sobre a área e a sua concetualização que, embora parta de um referencial ocidental, não se restringe a ele.
BIO | Daniela Gonçalves (1993) é professora-artista, atualmente a concluir a sua tese de doutoramento em Educação Artística na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Neste âmbito desenvolveu uma investigação qualitativa cujo foco recaiu sobre o ensino de Ilustração em Portugal, a sua história e os seus intervenientes. Licenciada em Pintura (FBAUL) e mestre em Design Editorial (ESTT), dá aulas e workshops de Ilustração, técnicas de expressão plástica e encadernação. No seu trabalho artístico explora a relação entre texto/conceito e imagem, através de ilustração com técnicas mistas, ensaios visuais e escrita em prosa e poesia – elementos que integram também o seu processo investigativo.
A designer at the end of the designer – mesa redonda
May 15 202629 MAIO 2026 | 18H | ESCADARIA DA CAPELA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES
A designer at the end of the designer — Mesa Redonda c/ Joana Tavares, Mário Moura e Silvio Lorusso
A designer at the end of the designer surge da proposta de completar a frase “a designer at the end of…”, mote à produção académica do 2.º semestre em Design de Comunicação VI na Faculdade de Belas-Artes. Desenvolvido como projeto final de licenciatura, partiu de uma ideia lançada numa das aulas introdutórias: a de que o designer-hifenizado era hoje uma tendência na prática profissional e no modo como nos apresentamos e definimos.
Num momento em que a proliferação de títulos especializados parece garantir identidade e relevância – e em que a inteligência artificial reconfigura o que se entende por competência e autoria –, dizer simplesmente “sou designer” tornou-se um ato quase suspeito. A hifenização do perfil profissional promete precisão, mas pode apenas revelar a ambição de um estatuto. Esta mesa redonda parte de uma provocação: e se o título genérico fosse, afinal, o mais exigente? E se reivindicar “designer”, sem adjetivos, fosse assumir uma responsabilidade que o hífen dilui?
Em torno desta pergunta, reunidos numa mesa redonda, Silvio Lorusso, Mário Moura e Joana Tavares encontram-se para discutir a identidade de uma profissão em crise — ou em expansão, conforme se olhe.
Entrada livre.
Organização:
Inês Campos, Isa Goulart, Mariana Coelho, Marta Bello
e Departamento de Design de Comunicação
atelier aberto de serigrafia – lisbon design week
May 15 202629 MAIO 2026 | 11H E 15H | LABORATÓRIO DE SERIGRAFIA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES
Seguindo a tradição das edições anteriores da Lisbon Design Week, dia 29 de maio das 11-12h e das 15-16h pode assistir ao atelier aberto de serigrafia pelo Mestre Paulo Sousa para a produção de uma serie limitada do poster da quarta edição da Lisbon Design Week. Depois dos designers Silvia Matias e Bernardo Berga, este ano é a Joana Areal que assina um tríptico que foi pensado para ser digital e agora é adaptado à serigrafia. Inscreva-se para acompanhar o processo e conhecer a designer.
As inscrições são limitadas a 10 participantes por sessão e devem ser diretamente feitas para o e-mail ana@lisbondesignweek.pt até ao final do dia 28.05.26.