Arte
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ivens perspectives — exposição de amália bragança
May 05 202610 ABRIL > 17 MAIO 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugura no dia 10 de abril, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Amália Bragança, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos seus artistas, em contexto formativo.
Coordenação: Investigadora Ana Matilde Sousa
Amália Bragança (n. 2005) reside e trabalha em Lisboa, frequentando atualmente o 3.º ano da licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu corpo de trabalho, de natureza multidisciplinar, explora as potencialidades da imagem estática e em movimento, procurando construir narrativas a partir do confronto entre realidades distintas. Desenvolve a sua prática através de diversos suportes e técnicas, como o desenho, a pintura, a fotografia e o vídeo, navegando entre o bidimensional e o tridimensional. Participou em diversas exposições coletivas, entre as quais se destacam The Conception of Youth (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, 2026), O Último Tranca a Porta (Lugar Específico, Lisboa, 2025), Casa da Ladra – Residência Artística SAFRA (Lisboa, 2025), Vogados (Rua Camilo Castelo Branco, Lisboa, 2025) e GABA – Galerias Abertas (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, 18.ª edição, 2025; 17.ª edição, 2024; 16.ª edição, 2023).
Entrelaçar – Investigações em Património // 7 e 8 de maio
May 01 20267 e 8 de MAIO 2026 > AUDITÓRIO DA CASA DOS BICOS – FUNDAÇÃO JOSÉ SARAMAGO
Nos dias 7 e 8 de maio de 2026 realizar-se-á a 3ª edição do Encontro Entrelaçar – Investigações em Património Cultural, uma colaboração entre a Faculdade de Belas-Artes e a Casa dos Bicos – Fundação José Saramago.
Este evento visa promover o estreitamento das relações entre antigos, atuais e futuros alunos dos mestrados em Conservação de Arte Moderna e Contemporânea e em Museologia e Museografia da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, criando um espaço de partilha e reflexão sobre as práticas e os desafios atuais nas respetivas áreas de investigação. Além disso, o evento permitirá a apresentação de projetos desenvolvidos por antigos e atuais alunos, assim como a partilha de novas propostas, fomentando o diálogo e a colaboração entre todos os envolvidos.
O evento terá lugar de forma exclusivamente presencial, no Auditório Casa dos Bicos – Fundação José Saramago
As comunicações são de 10 minutos, seguidas de perguntas após concluída as apresentações do painel.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Contactos
Comissão organizadora
Ana Bailão
Ana Carolina Carvalho
Eduardo Rovisco
Filipa Lopes
Henrique Costa
Margarida Boavida
Micaela Mazel
Rita Monteiro
Comissão técnica
Carolina Ganchas
Mafalda Ferreira
José Guerra
Comissão científica
Eduardo Duarte
Elsa Pinho
Frederico Henriques
José Carlos Pereira
Marta Manso
Teresa Lousa
Inscrição
O evento é gratuito, contudo é necessária inscrição que deverá ser realizada através do seguinte formulário.
+INFO [website / instagram]
Website: https://sites.google.com/view/entrelacarevento/home
Instagram: @entrelacar.evento
estudos para uma cábula – exposição de joão palmeira
May 01 202623 ABRIL > 13 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Estudos para uma cábula de João Palmeira, está patente de 23 de abril a 13 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Nuno Sousa Vieira
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
A cábula não é apenas um objeto, nem um simples repositório de informações, mas sim um dispositivo de transformação, que não se limita a guardar o que o tempo deposita, atuando sobre ele, uma vez que vai revelando camadas de sentido que só se tornam visíveis através da experiência de quem a manipula, de quem o dobra, de quem o guarda ou de quem o usa. Neste contexto, a pergunta que a cábula suscita permanece: como apreender e compreender o que o tempo nos deixa? A informação que contém pode ser a mesma, mas a resposta nunca é única. Cada gesto, cada olhadela, cada espirro e cada dobra, reescrevem o seu significado, como se a cábula fosse um espelho que, em vez de refletir, multiplica as possibilidades do que já existe. Neste sentido, considerando que a informação que ela contém parece imutável, mas as respostas se multiplicam e se desdobram, cada leitura é um novo gesto e cada interpretação é uma nova camada de sentido. A cábula é, assim, um manual de operações abertas: não prescreve, sugere; não comprime, amplia; segundo o qual, a cada resposta precede sempre uma nova pergunta.
[excerto de «A Cábula do Nariz para o Bolso», de Nuno Sousa Vieira]
folded over itself – exposição de Lola Sementsova
Apr 12 20269 > 17 ABRIL 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 9 de abril, às 18h, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a exposição Folded Over Itself de Lola Sementsova.
Curadoria: Alexia Alexandropoulopu
Coordenação: Marta Castelo
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Folded Over Itself
The exhibition unfolds through a sequence of works that move between the intimate and the architectural, the bodily and the structural.
It begins with a table. On it, a white ceramic vase opens along a cut that feels too deliberate to be accidental and too exposed to be purely decorative. The wound is lined with small, glistening stones that catch the light and hold it there. Next to it, a piece of meat, red and similarly encrusted, sits beside a knife and fork. The scene appears familiar, almost domestic, but something is off. What is presented as if it could be consumed resists that possibility.
There is an attraction in this. The setting is theatrical, even seductive, but it gradually leads somewhere more uncomfortable. This tension recalls what Georges Bataille described as the closeness between desire and disturbance, where what draws us in is also what unsettles us.
Further into the space, a red cage appears. It is large, close to the scale of the human body, and you feel it in relation to your own. Its structure is strict, repetitive, almost cold, but it has been wrapped, softened, worked through by hand. The red thread changes everything. It gives the structure a density, as if it were carrying something within it, even when it appears empty. The colour is insistent. It brings associations of blood, of interior life, but also of warning, of something that should perhaps not be touched.
There is something excessive here, something that does not settle into a single meaning. It feels both protective and restrictive at the same time. As Julia Kristeva suggests, these are the moments where boundaries begin to blur, where inside and outside are no longer clearly separated.
In another room, a video shows a hand pouring sand into a cage. The gesture repeats. The sand slips through, gathers, disappears, and begins again. Nothing accumulates. Nothing resolves. Over time, the action becomes almost hypnotic, not because it changes, but because it doesn’t. It stays with the same attempt, again and again, to hold something that cannot be held.
Across the exhibition, materials carry a strong presence. Wool, ceramic, sand, glass. They feel familiar, grounded, but are used in ways that shift their meaning. The domestic meets something more visceral. Protection begins to resemble containment.
There is no clear conclusion here. The works remain in an in-between state. They hold things together, but not completely. They leave something open, not fully exposed, but not entirely contained either.
Open Day Mestrados Belas-Artes | Abril 2026
Apr 12 202622 > 23 ABRIL 2026 | ONLINE
Este ano, a Faculdade de Belas-Artes organiza, pela primeira vez, um Open Day dedicado aos nossos mestrados, especialmente pensado para quem deseja conhecer melhor a oferta formativa e o ambiente criativo que nos define.
Nesta sessão online, terá a oportunidade de explorar os nossos cursos de mestrado, compreender abordagens pedagógicas e artísticas.
O Open Day decorrerá em formato remoto, nos dias 22 e 23 de abril, permitindo a participação de todos, independentemente da localização, e oferecendo um espaço aberto para esclarecer dúvidas, ouvir experiências e descobrir o percurso que poderá transformar o futuro académico e artístico.
Em ambos os dias o formato de participação será exclusivamente online, com o seguinte programa:
17h00 – Sessão de Boas-Vindas*
17h20 – Sessões Específicas de Mestrados
*Na Sessão de Boas-Vindas serão facultados os links para os diferentes mestrados, de modo a que os interessados possam escolher aquele em que querem participar.
Divisão dos cursos pelos dois dias:
OPEN DAY MESTRADOS – 22 DE ABRIL
ARTE MULTIMÉDIA – Prof.ª Mónica Mendes
DESENHO - António Trindade em colaboração com o Prof. Henrique Costa
DESIGN DE COMUNICAÇÃO – Prof.ªSofia Gonçalves
EDUCAÇÃO ARTÍSTICA – Prof.José Carlos Pereira
ESCULTURA – Prof.ª Ângela Ferreira em colaboração com o Prof. José Revez)
PRÁTICAS TIPOGRÁFICAS E EDITORIAIS CONTEMPORÂNEAS – Prof.Jorge dos Reis
OPEN DAY MESTRADOS – 23 DE ABRIL
CONSERVAÇÃO DE ARTE MODERNA E CONTEMPORÂNEA - Prof.ª Ana Bailão
CRÍTICA E CURADORIA DA ARTE – Prof.Fernando Rosa Dias
DESIGN DE EQUIPAMENTO – Prof.Cristóvão Pereira
DESIGN PARA A SUSTENTABILIDADE – Prof.ªAna Thudichum Vasconcelos
MUSEOLOGIA E MUSEOGRAFIA – Prof. Eduardo Duarte
PINTURA - Prof. Tomás Maia
Palestra — Molecular Typography Laboratory com Kobi Franco
Apr 10 202620 ABRIL 2026 | 17h00 | AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Molecular Typography Laboratory é um projeto de investigação especulativo que explora a tipografia experimental e examina a interseção entre função e estética, bem como entre conteúdo e forma. Este estudo assume que as letras latinas e hebraicas possuem uma estrutura molecular e procura compreender de que forma esta hipótese pode ser aplicada a diferentes alfabetos e línguas. Trata-se de um projeto interdisciplinar que estabelece pontes entre o design, a ciência e a linguagem.
Kobi Franco é designer, investigador, curador e diretor do Mestrado em Design no Shenkar College, em Telavive. Dirige um estúdio de referência especializado em design para a cultura e as artes. O seu trabalho tem sido amplamente apresentado em Israel e a nível internacional, tendo recebido diversos prémios, como o Typographic Excellence do Type Directors Club, Nova Iorque; o Excellence Work do Tokyo Type Directors Club; o Prémio do Ministério da Cultura e do Desporto de Israel; os International Design Awards (IDA), EUA; e os DNA Paris Design Awards.
Entrada livre, sujeita à lotação da sala.
Organização: Departamento de Design de Comunicação.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
workshop Farmácia do século XVIII na ponta dos dedos
Apr 10 202613 ABRIL 2026 | Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Heritage Lab [Sala 3.63]
Apresentação
E se pudéssemos visitar uma farmácia do século XVIII… sem usar a visão?
Este workshop convida o público a explorar o património de forma sensorial, através do toque e da descoberta ativa.
A partir de uma maquete especialmente concebida, os participantes são desafiados a conhecer os materiais, formas e detalhes de uma antiga farmácia, em exposição no Museu da Farmácia de Lisboa, numa experiência que privilegia outros sentidos e promove uma nova forma de relação com o património.
Mais do que uma visita, esta é uma experiência imersiva que questiona como vemos, e sentimos os espaços culturais, abrindo caminho a práticas mais acessíveis e inclusivas para todos.
Data: 13 de abril de 2026
Horários:
1ª sessão: 10h00 – 12h00
2ª sessão: 14h00 – 16h00
Modalidade: presencial, com a combinação de demonstrações e componente prática.
Vagas: 7 participantes por sessão
Público-alvo: Atividade aberta a todos os públicos.
Inscrição: O evento é gratuito, mas a inscrição é obrigatória e deverá ser feita até 10 de abril de 2026, às 17:00H.
E-mail de contacto/inscrição: heritagelab@office365.ulisboa.pt
Arte Contemporânea em Diálogo #6
Apr 10 202623 ABRIL 2026 | SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS-ARTES | 18H30
A arte contemporânea é um território complexo e diversificado, inclusivamente, do ponto de vista da sua própria definição conceptual e temporal. Sobretudo desde a década de 90, e do processo de globalização a ela associado, que se foi verificando uma mudança de paradigma ao nível da produção e da recepção da arte, nomeadamente, com a proliferação dos meios de comunicação e da forte pressão das indústrias culturais, assim como com a crescente subjectivação e individualização do gosto. Nas últimas décadas, foi-se implantando uma nova ordem de relações entre a arte, as instituições, a obra e o público.
Para esta sessão do ciclo de diálogos sobre a arte contemporânea Isabel Nogueira convida Sérgio Fazenda Rodrigues, para discutir o tema “Qual o lugar da curadoria na complexidade artística e institucional da arte contemporânea?”
courier de mário caeiro /// a casa – all my colors de pedro rosa
Mar 21 2026
19 MARÇO > 09 ABRIL 2026 I CAPELA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 19 de março, às 18h30, na Capela da Faculdade de Belas-Artes, a exposição A Casa – All my Colors de Pedro Rosa. Trata-se de uma exposição de fotografias esquecidas dos tempos partilhados nas Belas Artes. Designers formados nos anos 80 na ESBAL, Caeiro, hoje curador, e Rosa, hoje designer, manifestam neste reencontro o seu interesse pela memória dos afetos. The kids are allright.
A exposição ficará patente até 9 de abril.
Horário: 2º a sábado – 11h/19h
Ainda na Capela, no mesmo dia à mesma hora, será apresentado o livro Courier de Mário Caeiro. Trata-se de um livro de poesia em modo fanzine arty e exposição em recato registo de escrita lumínica celebram memórias pessoais dos anos 80. Mário Caeiro publica esquecíveis poemas de juventude. Courier de seu título, em edição de autor.
A publicação de poesias de juventude por Mário Caeiro [n. 1966], juntamente com uma exposição de fotografia com imagens da mesma época feitas por Pedro Rosa [n. 1967], lançam (aceitam) um desafio. Como celebrar — e tornar oportuna — a memória dos afetos? Num registo íntimo, Caeiro e Rosa, ambos designers de formação, que passaram pela ESBAL em meados dos anos 80, mostram esquecidos poemas arquivados, folhas dactilografadas e impressões fotográficas até aqui guardadas em rolos.
A conversa é instigada por Fernando Rosa Dias, investigador, docente na FBAUL e diretor da revista CONVOCARTE.
Na antevisão do inenarrável livro de poesia, Caeiro aproveita a ocasião para apresentar Collage, seleção de colagens recentes. E Pedro Rosa reúne seleção de fotografias do seu arquivo na exposição A CASA – ALL MY COLOURS. Aos visitantes é disponibilizada banda sonora via Spotify.
O livro ficará disponível exclusivamente na LIVRARIA LINHA DE SOMBRA na Cinemateca Portuguesa em Lisboa.
além da superfície — exposição de isabel castelo branco
Mar 13 2026 
13 > 20 MARÇO 2026 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 13 de março, no corredor do auditório Lagoa Henriques, a exposição Além da Superfície de Isabel Castelo Branco. A exposição ficará patente até 20 de março.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Na lonjura do oceano onde o horizonte é a linha que funde mar e céu, a água do mar revela-se como um caminho etéreo, fluindo de forma natural e espontânea. Como as ondas que dançam ao sabor do vento, é neste movimento constante que construo o meu pensamento, moldando-o como esculturas de sal.
O mar, esse eterno guardião dos segredos da natureza é um reflexo dos opostos que habitam dentro de nós. Na sua calmaria serena, encontramos paz e tranquilidade, apenas para sermos desafiados pela fúria tempestuosa que ruge nas suas profundezas, lembrando-nos da transitoriedade e da imprevisibilidade da vida.
Nesse jogo de contrários, onde o sereno encontra o furioso, as contradições e as ambiguidades florescem como flores selvagens numa costa rochosa. Cores fortes e intensas dançam no horizonte, criando um espetáculo visual de contrastes e conflitos.
No entanto, é nesse caos aparente que encontramos uma busca pela harmonia, uma tentativa de reconciliar os opostos e encontrar o equilíbrio.
A cor é para mim uma linguagem vital. É nela que encontro a emoção, o ritmo. A teoria de Johannes Itten ressoou profundamente com esta minha preocupação, em que a verdadeira harmonia nasce do contraste entre as cores, do jogo de forças, da tensão dinâmica entre as cores, entre o quente e o frio, o claro e o escuro. É na oposição que se revela a expressividade mais profunda da cor.
E assim, enquanto os nossos olhos se perdem na vastidão azul do mar, somos convidados a olhar para além do visível, a mergulhar nas profundezas do próprio invisível.
É um convite à contemplação da alma, uma jornada interior onde encontramos a verdadeira essência da existência.
Este movimento, que fez surgir a pintura, ressoa nela.
Isabel Castelo Branco
desenho anatómico – um olhar para além da morfologia
Mar 12 2026
05 > 19 MARÇO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
Exposição
Desenho anatómico – um olhar para além da morfologia.
A anatomia ocupa, desde há séculos, um lugar central na formação artística. Muito antes da institucionalização das academias, artistas procuraram compreender o corpo humano a sua estrutura mais profunda, não apenas como compreensão morfológica, mas como sistema articulado de ossos, músculos e tendões que sustentam a forma e o movimento. O estudo anatómico tornou-se, assim, uma ferramenta de conhecimento e um exercício de rigor, permitindo representar o corpo com consciência estrutural científica, procurando a naturalidade e a fluidez da arte.
Nas academias de arte, o desenho anatómico e a anatomia artística consolidaram-se como pilares fundamentais da aprendizagem. A sua linhagem pedagógica é longa e atravessa diferentes momentos históricos, sobrevivendo a reformas estéticas, a ruturas conceptuais e às sucessivas transformações do ensino artístico.
Com a modernidade e a rutura com o modelo académico, o corpo deixou de ocupar a centralidade absoluta que detinha, e disciplinas como o Desenho Anatómico foram, por vezes, consideradas obsoletas. No entanto, a sua relevância nunca desapareceu. Pelo contrário: a compreensão estrutural do corpo revelou-se essencial para novas linguagens visuais.
Áreas contemporâneas como a animação, a ilustração científica, o concept art e as narrativas visuais reafirmaram a anatomia como um dos fundamentos estruturais da prática artística. Num tempo em que o movimento, a expressão corporal e a construção de personagens assumem um papel determinante, o conhecimento anatómico não é apenas herança histórica, é ferramenta ativa de criação.
É neste movimento cíclico que a anatomia regressa com renovada vitalidade.
A presente exposição reúne trabalhos dos estudantes das unidades curriculares de Desenho Anatómico I e II, revelando abordagens distintas e complementares. Algumas obras assumem uma linguagem mais académica, centrada na observação rigorosa e na construção estrutural; outras exploram caminhos mais livres e disruptivos, integrando a anatomia como matéria plástica e território de experimentação.
Em ambas as abordagens, permanece uma constante: a consciência do corpo como campo de conhecimento, como estrutura inteligível e como espaço de liberdade criativa.
Esta exposição não é apenas um conjunto de exercícios académicos. É testemunho da continuidade de uma tradição e, simultaneamente, da sua transformação. Entre a herança e a reinvenção, o ensino do desenho anatómico afirma-se como espaço de pensamento, de disciplina e de imaginação.
No contexto das Jornadas de Anatomia Artística, estes trabalhos evidenciam que a anatomia não pertence ao passado, mas sim ao presente da criação e ao futuro das artes visuais.
Professor de Desenho Anatómico, Anatomia Artística e Anatomia Comparada – FBAUL,
Frederico Elias
Lista de alunos que terão os trabalhos expostos:
- André Meco, Desenho;
- Alina Gaspar, Desenho
- António Neves, Arte Multimédia
- Bárbara Cabral, Pintura
- Bruna Bento, Desenho
- Catarina Lago, Arte Multimédia
- Débora Centeio, Desenho
- Inês Mesquita, Design de Comunicação
- Leonor Mendes, Pintura
- Mariana Esteves, Design de Comunicação
- Nuno Baptista, Arte Multimédia
- Selma Pina, Design de Comunicação
- Rita Afonso, Design Comunicação
- Rosa Barros, Pintura
- Vera de Gusmão, Arte Multimédia
- Xavier Ramos, Pintura
Assistência Curatorial:
Professor Frederico Elias (coordenação)
- Jay Barros
- Júlia Domingos
- Julieta Österdahl
- Leonor Ferreira
- Madalena Silva
- Maria Valadares
- Rosa Barros
- Sara Sales
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Estes eventos são passíveis de ser fotografados e filmados e posteriormente divulgados publicamente.
JORNADAS DE ANATOMIA ARTÍSTICA
6 MARÇO 2026 | 9H45 – 17H00 | AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES FBAUL
Entrada livre, limitada à lotação da sala.
Programa
Manhã (9h45 às 12h30):
9h45 – Abertura das jornadas com o Professor Doutor Eduardo Duarte, presidente da FBAUL;
10h00 – A Anatomia e a Arte, a influência da Renascença – Andreas Vesalius:
- Introdução e mediação – Professor Doutor Óscar Dias, Ex-Professor Catedrático de ORL da FMUL e Especialista de Medicina do MUHNAC;
- Arte no Hospital – Professora Doutora Maria da Graça Oliveira, Assistente Hospitalar Graduada de Pediatria Médica, Subespecialista em Neonatologia e Docente da FMUL;
- Arte e ciência – Professor Doutor Victor Oliveira, Docente de Neurologia da FMUL, Diretor do Museu Egas Moniz e colaborador do Núcleo do Património da FMUL;
- Perguntas e debate, 20 minutos;
- Intervalo 15 minutos;
- A Fabrica Humana de Vesalius: breve apresentação da obra - Doutora Susana Henriques, Coordenadora da Biblioteca e Património da FMUL
- Vesalius e o seu papel na História da Anatomia – Professora Doutora Lia Neto, Diretora do Instituto de Anatomia da FMUL e docente na FMUL;
- Calcar & Vesalius, A Colaboração que Redefiniu a história da Anatomia e da Arte – Professor Doutor Frederico Elias, docente de desenho e anatomia na FBAUL e investigador do CIEBA;
- Perguntas e debate, 20 minutos.
Tarde (14h00 às 17h00)
- Introdução Professor Doutor Artur Ramos, docente de desenho na FBAUL e investigador do CIEBA;
- Gipsoteca Digital – Professor Doutor José Revez, docente de escultura na FBAUL e investigador do CIEBA;
- Académias: Conservação e Valorização da Coleção de Pintura da FBAUL – Doutora Liliana Cardeira, Investigadora do CIEBA e Pós-Doutorada em Ciências da Arte e do Património pela FBAUL;
- A Anatomia Artística dos séculos XIX e XX no ensino lisboeta – As coleções de Desenho Anatómico da Universidade de Lisboa – Mariana de Figueiredo Sousa, Investigadora do CIEBA e Doutoranda em Belas-Artes, FBAUL;
- Perguntas e debate, 20 minutos;
- Intervalo 15 minutos;
- Tecnologias emergentes ou/e abordagens mais tradicionais? decisões informadas no ensino da Anatomia como ciência de base para outros campos médicos – Professora Doutora Graça Alexandre-Pires, Docente da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Lisboa e Investigadora do CIISA/AL4Animals, coordenadora do sector de Anatomia;
- Dissecação anatómica de figuras fantásticas, da convergência da natureza e da arte, Fortunio Liceti por Giovanni Battista Bissoni – Professor Doutor Armando Jorge Caseirão, Docente Agregado da FAUL e Investigador do CIEBA;
- Estatuária olmeca e o culto do jaguar, representação e significados de anomalias morfológicas – Teresa Monteiro, Estudante da Licenciatura em Ciências da Arte e do Património (FBAUL);
- The Body as Medium: Artistic Anatomy, Identity, and Social Transformation –Maria Ventura – Coordenadora do Departamento de Artes do King’s College School, Cascais;
- Perguntas e debate, 20 minutos;
- Conclusão.
ivens perspectives — tomás boto exhibition
Mar 12 2026 
23 FEVEREIRO > 09 ABRIL 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugura no dia 23 de fevereiro, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Tomás Boto, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Investigadora Ana Matilde Sousa.
Tomás Boto (n. 2005, Portimão) vive em Lisboa e estuda atualmente Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho desenvolve-se a partir de uma linguagem artística exploratória e sem filtros, que lhe permite construir e desconstruir continuamente o próprio processo plástico. Parte de contextos do quotidiano e de referências visuais que lhe despertam interesse, trabalhando o desenho e a escrita através de um humor muito próprio, procurando, nas suas composições, mais a pergunta do que a resposta. Realizou duas exposições individuais no Algarve, Folha Sem Linhas (Ferragudo, 2024) e Marafade Sejas (Ferragudo, 2025), e participou em diversas exposições coletivas, como GABA – Galerias Abertas (FBAUL, 16.ª–18.ª ed., 2023–2025), Pensar Pá Fora (Lisboa, 2025), Arquipélago (Lisboa, 2025) e Fora de Zona (Lisboa, 2025). É ainda cofundador e artista residente do coletivo W.A.S.P. (Where Art Seeks Prospect), que atua em várias áreas artísticas com o objetivo de organizar encontros e exposições, dando palco a artistas emergentes.

A exposição de Emília Silva decorreu entre 7 de janeiro e 22 de fevereiro de 2026 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Investigadora Ana Matilde Sousa.
Emília Silva (Coimbra, 2005) reside e trabalha em Lisboa, onde frequenta atualmente o curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Concluiu o curso profissional de Produção Artística – Cerâmica na Escola Artística António Arroio. A sua prática explora a interseção entre pintura e desenho, enraizada num amor pelas narrativas visuais e pelas artes gráficas. A procura de abrigo em situações de desconforto constitui um tema recorrente no seu trabalho, materializado através de metáforas visuais e da criação de paisagens irreais. Participou em diversas exposições coletivas, entre as quais Fora de Zona (Galeria Liminare, Lisboa, 2025), HAMMER TIME (Zaratan, Lisboa, 2025), Vogados (Rua Camilo Castelo Branco, Lisboa, 2025), O último tranca a porta (Lugar Específico, Lisboa, 2025) e Casa da Ladra – Residência Artística (Safra, Lisboa, 2025).
Palestra “Da terra ao fundo do mar: os desafios da conservação do património arqueológico”
Mar 11 202625 de MARÇO > 10H30 I GRANDE AUDITÓRIO
Palestra “Da terra ao fundo do mar: os desafios da conservação do património arqueológico” com o conservador-restaurador Cláudio Monteiro.
Esta palestra, promovida pelo Heritage Lab, abordará os principais desafios e metodologias na conservação de bens arqueológicos provenientes de contextos terrestres e subaquáticos.
Entrada livre, sujeita à lotação da sala.
Este evento sé passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
pensar o monumento a partir de jorge vieira
Mar 11 2026
24 JANUARY > 22 MARCH 2026 I BEJA CASTLE GALLERY
The exhibition Pensar o Monumento a partir de Jorge Vieira opens on 24 January at 4pm at the Beja Castle Gallery.
Beja Castle Gallery
Castelo – Casa do Governador
Largo Dr Lima Faleiro, 7800-266 Beja
turismo@cm-beja.pt | 284 311913
Opening hours – Monday to Sunday: 9.30am-12pm / 2pm-6pm
Pensar o Monumento a partir de Jorge Vieira is an exhibition that emerges in the context of a crisis of collective representation in the public space and against the dilution of values, we recover the Monument to the Unknown Political Prisoner as a symbol of political and artistic resistance. (…)
The exhibition features 1:25 scale models made by seven students from the Sculpture Master’s programme at the Faculty of Fine Arts in Lisbon, where Jorge Vieira also taught, and with them studies, drawings and images that contribute to an understanding of a sculptor’s working process. These are potential monuments designed for today, with no specific location, but with the latency to transform and integrate into any city, town or region on the globe, in places where society allows itself to reflect and embrace the vulnerability that constitutes us and make a more humane society flourish once and for all.
Sérgio Vicente and Marta Castelo
o pão como desenho
Mar 11 2026
16 OUTUBRO 2025 I MUSEU DO PÃO, SEIA
Dia 16 de outubro, pelas 16.00 horas, inaugura a exposição O pão como desenho, no Museu do Pão, em Seia. Integrando 20 artistas e docentes ligados a instituições do ensino artístico superior (onze nacionais e nove estrangeiros), o desafio lançado aos artistas participantes consistiu na realização do “pão da sua vida” sob a forma de desenho com dimensões muito generosas (entre os 100×70 cm e os 170×150 cm), no qual pudessem expressar, de modo contemporâneo, imagens do pão ou de momentos do ciclo do pão. O projecto e a curadoria são do docente José Quaresma e a organização do Museu do Pão.
Os vinte artistas e docentes participantes, entre os quais se encontram dez da FBAUL, são os seguintes:
Agim Sako, Alice Bomberini, Alicia Habisiak-Matczak, António Pedro, António Quadros, Bethânia Barbosa, Diana Costa, Domingos Rego, Elia Sponton, Evgeniya Hristova, Juan Carlos Ramos, João Sobreira, José Quaresma, Lima de Carvalho, Margarida Prieto, Marta Soares, Paulo Lourenço, Pedro Fortuna, Rui Serra, Stefano Pasquini, Tomasz Matczak.
Horário: 4ª a domingo – 10h/18h
Arte Contemporânea em Diálogo #5
Mar 03 20265 MARÇO 2026 | SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS-ARTES | 18H30
A arte contemporânea é um território complexo e diversificado, inclusivamente, do ponto de vista da sua própria definição conceptual e temporal. Sobretudo desde a década de 90, e do processo de globalização a ela associado, que se foi verificando uma mudança de paradigma ao nível da produção e da recepção da arte, nomeadamente, com a proliferação dos meios de comunicação e da forte pressão das indústrias culturais, assim como com a crescente subjectivação e individualização do gosto. Nas últimas décadas, foi-se implantando uma nova ordem de relações entre a arte, as instituições, a obra e o público.
Para esta sessão do ciclo de diálogos sobre a arte contemporânea Isabel Nogueira convida Pauliana Valente Pimentel, para discutir o tema “Qual a relação da arte com a identidade de género?“.
master class – ArchiRevi – Ceramic Takeover
Mar 03 20264 MARÇO 2026 | 11H | SALA DE PROFESSORES
A Revigrés e o Archi Summit desafiam os participantes a desenvolver uma proposta arquitetónica inovadora, onde toda a intervenção é pensada a partir de um único material: a cerâmica.
O conceito Ceramic Takeover propõe uma imersão total no potencial estético, funcional e estrutural da cerâmica Revigrés, explorando novas formas de habitar e construir.
Mais do que um exercício técnico, este desafio é uma reflexão sobre como os materiais cerâmicos podem transformar a sustentabilidade, o bem-estar e a criatividade na arquitetura contemporânea.
A Master Class realiza-se na FBAUL no dia 4 de março pelas 11h, na Sala de Professores. A iniciativa tem a tutoria e apoio dos professores Ana Lia Santos e Pedro Fortuna. O desafio ArchiRevi – Ceramic Takeover é um convite abrangente que enfatiza de modo claro o material cerâmico como um domínio experimental aberto. Paradoxalmente rigoroso e abrangente permite o encontro da(o)s autora(e)s consigo mesmos, através dos materiais, dos processos e das formas. O espaço físico do projeto, parece replicar a inevitabilidade física da obra, quase metonímia, mas entre elas corre a dimensão da liberdade e da vida material.
coleção lições de arte e design
Feb 23 2026
27 FEVEREIRO 2026 > 16H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Realiza-se no próximo dia 27 de fevereiro, pelas 16h00, no auditório Lagoa Henriques, uma sessão dedicada à partilha de iniciativas e ao lançamento editorial da Coleção Lições de Arte e Design.
Programa de Atividades
16h -17h30 Europa criativa
17h30 – 17h45 Coffee break
17h45 – 18h Projetos-piloto mais
18h – 19h Lançamento dos últimos livros da Coleção de Arte e Design
Serão apresentados os volumes de Jorge dos Reis, José S. Teixeira, Luís Jorge Gonçalves, Artur Ramos e Cristóvão Valente Pereira.
Edição 2026
Editor Centro de Investigação e Estudos de Belas-Artes
Design Gráfico Tomás Gouveia
Edição Gráfica Mariana Campante
phenomena — isabel sabino, domingos rego e rui serra exhibition
Feb 19 2026
FINISSAGE 21 FEVEREIRO 2026 > 1800 I MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA
Realiza-se no próximo sábado, dia 21 de fevereiro, às 18h00, a finissage da exposição Phenomena, conversa e visita guiada com Rui Serra, Isabel Sabino e Domingos Rego, moderação de Sofia Marçal e Marta Lourenço.
No âmbito do Programa Arte, Natureza e Ciência do Museu de História Natural e da Ciência, realiza-se a exposição Phenomena dos artistas visuais Isabel Sabino, Domingos rego e Rui Serra, apresentada em três salas em simultâneo, entre 23 de janeiro e 22 de fevereiro de 2026.
Inauguração 23 janeiro 2025 – 18h00.
PHENOMENA – périplo
Domingos Rego
Périplo parte de experiências vividas pelo artista no Parque Natural da Arrábida, reunindo um conjunto de trabalhos (pintura, desenho e fotografia) que propõem sucessivas aproximações a este território, desde um campo de visão cartográfica, até aos detalhes de flores autóctones.
Sala A060
PHENOMENA – pro
Isabel Sabino
Pro poderia ser o nome de uma cobaia, um corpo sujeito a ensaios cuja indefinição remete para um estado em devir, algo entre célula, carne, cinzas, pedra, água, animal e vegetal, planeta, orgânico e inorgânico, natural e artificial, letra e algarismo, memória e imaginário.
Sala: Laboratório de Química Analítica
PHENOMENA – polis
Rui Serra
Polis é o título de uma série de trabalhos tridimensionais apresentados por Rui Serra. São maquetes de espaços indefinidos, são ferramentas ou instrumentos ritualísticos, oriundos de uma desconhecida (e hipotética) civilização futura.
Sala A050
Learning otherwise — Portais para um mundo mais-do-que-humano
Feb 19 20265 > 25 FEVEREIRO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 5 de fevereiro, às 17h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a exposição coletiva Learning otherwise — Portals into a more-than-human world, organizada pela Cultivamos Cultura e com curadoria de Emma Hallemans e Rita de Almeida Leite.
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Learning otherwise — Portals into a more-than-human world
“Wonder is an essential survival skill for the Anthropocene” — Robert Macfarlane
In times when we forget to learn from the past, feel uncertain about which sources to trust, and exhaust ourselves as teachers, this exhibition foregrounds an unconventional mode of learning through time and ecologies. It shifts our attention toward collective intelligences rooted in deep relationships with surrounding environments, where the human body is no longer the sole center of knowledge.
This exhibition guides us through processes of learning shaped by transgenerational encounters — including those unfolding between our DNA strands. Situated between scientific inquiry and speculative thinking, it investigates invisible ecologies, more-than-human intelligences, and modes of perception that challenge and complement anthropocentric frameworks. Drawing from microorganisms, worlds parallel to human existence, and (extra)sensory influences, the selected works explore how immaterial forces and unseen entities shape form, matter, and experience. We invite you to momentarily disembody and re-embody otherwise. How might we shape new pedagogical relationships within the walls of a university?
Emma Hallemans
Rita de Almeida Leite
exposição prémio dordio gomes
Feb 18 2026

22 JANEIRO > 22 FEVEREIRO 2026 I CITA, CENTRO INTERPRETATIVO DO TAPETE DE ARRAIOLOS
Inaugura no dia 22 de janeiro, no CITA, Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, a exposição Prémio Dordio Gomes, com curadoria de Fernando Rosa Dias.
Das obras submetidas a concurso o júri selecionou catorze obras para integrar a exposição coletiva do Prémio Dordio Gomes. No mesmo dia, aquando da inauguração da exposição coletiva, serão divulgadas as três (3) obras premiadas, cujos autores serão publicamente anunciados.
Lista dos selecionados: Ana Alves, Ana Matilde Milhano, Catarina Mendes, Inês Encarnação, Jaime González Palencia, Luísa Lisboa, Margarida Soeiro Carreiras, Maria João Barcelos, Neide Carreira, Raquel Amorim, Sara Cruz (2 obras), Sara Oliveira Martins e Sofia Flores.
A Câmara Municipal de Arraiolos anuncia a instituição e organização da 1.ª edição do Prémio Dordio Gomes – Concurso de Pintura, com características de Bienal, e com dois objetivos principais:
O primeiro consiste no incentivo à criação de obras de pintura que contribuam para a valorização contemporânea desta área artística, gerando oportunidades para exposição de obras de artistas emergentes, assim como a sua participação em residências artísticas.
O segundo consiste na preservação e divulgação ativa do legado artístico e pedagógico de Dordio Gomes, artista plástico arraiolense de mérito nacional e internacional que manteve ao longo da sua vida um forte vínculo com a vila de Arraiolos.
ATENÇÃO
Na sequência das dificuldades que nos têm sido relatadas para apresentação das imagens das obras a concurso no âmbito do Prémio Dordio Gomes, vimos informar que até 15 de julho continua disponível a plataforma Cloud – Município de Arraiolos para submissão de pasta identificada com pseudónimo para concurso, com as 5 fotografias da obra e com a memória descritiva da mesma.
Caso não seja possível submeter as obras na referida plataforma, os interessados podem submeter as obras a candidatura até 25 DE JULHO através do envio de link do wetransfer.com com a respetiva pasta zipada referida nas regras do prémio e a enviar para geral@cm-arraiolos.pt
Agradecemos a compreensão pelas dificuldades que têm surgido, as quais são alheias aos serviços do Município de Arraiolos
Os primeiros 20 classificados serão convidados a participar numa exposição coletiva em Arraiolos e os três primeiros classificados terão direito aos seguintes prémios:
• 1.º Lugar – 2.000,00€ e uma exposição individual no Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos
• 2.º Lugar – 1.000,00€ e a frequência de uma residência artística em Arraiolos
• 3.º Lugar – 700,00€
A coordenação artística do concurso fica a cargo de José Quaresma, artista plástico e docente na FBAUL e o júri é constituído pelos seguintes elementos:
• António Quadros Ferreira (Artista plástico e Professor Catedrático jubilado da FBAUP)
• Emília Ferreira (Historiadora de Arte e Curadora)
• Filipe Rocha da Silva (Artista Plástico e Professor Catedrático jubilado da UÉ)
• Fernando Rosa Dias (Historiador de Arte e Professor na FBAUL)
• Laura Castro (Historiadora de Arte e Professora na Univ. Católica do Porto)
• Margarida Prieto (Artista plástica e Professora na Univ. Lusófona)
• Marta Soares (Artista plástica e Professora convidada na FBAUL)
• Paulo Dordio Gomes (Neto de Dordio Gomes e Professor na Univ. Católica do Porto)
• Rui Miguel Lobo (Historiador e Resp. Técnico do CITA)
As regras do concurso podem ser consultadas AQUI
cidadãos do mundo — filme de manuel botelho
Feb 04 2026
12 FEVEREIRO 2026 > 15H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Realiza-se no dia 12 de fevereiro, às 15h00, no Auditório Lagoa Henriques, a apresentação do vídeo Cidadãos do Mundo de Manuel Botelho.
Direção artística: Manuel Botelho
Produção executiva e parceria: Plano Nacional das Artes 2025
(Documentário inserido na Bienal Cultura Educação #2 | PNA – “E em Vez do Medo”)
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Em tempos de incerteza, a humanidade acelera a fundo. A nossa atenção dispersa-se em todas as direções. O tempo colapsa perante tanta pressão e não podemos parar. As mensagens que nos chegam contradizem-se, as informações e as desinformações confundem-se. Na falta de condições para estudar e refletir, ficamos vulneráveis à solução mais fácil. Os slogans populistas que bombardeiam os nossos ouvidos são apelativos e fáceis de adotar quando decidimos à pressa, sem pensar de forma séria, informada e racional. As consequências são nefastas.
Como tantos outros, não aceito este destino de trevas. Quero que sejamos capazes de construir, coletivamente, reflexivamente, um futuro melhor, mais justo e equitativo. Tudo depende de nós, Cidadãos do Mundo.
Manuel Botelho
matéria sensível, forma indizível: corpo e espaço em artesanias fotográficas (sensitive material, unspeakable form: body and space in photographic crafts)
Feb 04 2026
09 > 13 FEBRUARY 2026 I FBAUL CHAPEL
THE OPENING HAS BEEN POSTPONED TO FEBRUARY 9 DUE TO THE FORECAST OF WORSENING WEATHER CONDITIONS.
Inaugurated on 9 February at 6:30 p.m. in the Chapel of the Faculty of Fine Arts, the exhibition matéria sensível, forma indizível: corpo e espaço em artesanias fotográficas will remain open until 13 February.
This event may be photographed and filmed and subsequently disclosed publicly.
The exhibition matéria sensível, forma indizível: corpo e espaço em artesanias fotográficas is an invitation to a journey between body, form and space. In it, the image is not presented as an immediate record, but as a gradual event and unveiling.
By bringing together the artistic work of Leandro Souza, Odinaldo Costa and Taci de Farias, the exhibition proposes, through cyanotype, a reading that opposes the instantaneity of the digital, establishing an extended relationship with time and inspiring a political gesture of resistance to haste and oblivion.
Here, the body ceases to be merely a theme and acts as active matter and autobiographical territory. And thus, it articulates subjectivities, identities, memories and presence.
TECHNICAL INFORMATION
Artists: Leandro Souza, Odinaldo Costa and Taci de Freitas (Lab Clube).
Curator: Shannon Botelho.
Organisation: Fabián Cevallos Vivar (CIEBA/FBAUL).
Support: FCT – Foundation for Science and Technology.
sculpting the voice: body – science – art
Feb 04 2026
FEBRUARY 9, 2026 > 1 PM I ROOM 1.06
Sculpting the Voice: Body – Science – Art
Lecture & Hands-on Workshop with Evangelos Angelakis (CAPHE Project)
Master in Sculpture – practices of research in sculpture
Lecture
How is the human voice shaped by the body — and how can artists, researchers, and educators hear, see, and touch this process? In this special 2-hour lecture, Evangelos Angelakis introduces students to the voice as a multidimensional phenomenon, bridging anatomy and physiology, acoustics, cognition, pedagogy, and artistic practice.
Drawing from contemporary voice research and artistic experience, the lecture explores how sound emerges from physical structures, how perception shapes vocal control, and how technology allows us to better understand the living instrument we carry within us.
Workshop
Following the lecture, students are invited to participate in an intensive 3-hour experimental workshop, where theory becomes material. Working with clay and/or 3D-printed vocal tract models, participants will build physical resonators and explore how shape, material, and space transform sound. Using various sound sources, and the human body itself — the workshop avoids abstraction and focuses on direct sonic experimentation.
The workshop also introduces students to real vocal fold excitation, including prerecorded electroglottographic (EGG) signals extracted from actual voices. Participants will hear the original voice sound, its corresponding EGG waveform, and then feed these signals into their handmade vocal tract models, observing how resonance emerges from structure. This process offers a rare opportunity to experience voice as sculpture, instrument, and scientific object at the same time, encouraging cross-disciplinary thinking between visual arts, music, performance, and research.
About the Lecturer
Evangelos Angelakis is an opera singer, voice teacher, and Postdoc voice researcher at the Laboratory of Music Acoustics and Technology of NKUA, Greece. Currently participating in the Communities and Artistic Participation in Hybrid Environment (CAPHE) project, which supports interdisciplinary artistic and pedagogical mobility across multiple countries. He holds a PhD from the National and Kapodistrian University of Athens and is an honors graduate of the Master’s Program Musicology – Music Technology. His work combines professional operatic performance, vocal pedagogy, and scientific research on voice anatomy, acoustics, cognition, and sensor-based analysis. He is the creator of the NKUA educational program “The Voice in Singing”, a founding member of the Hellenic Voice Teachers Association, and an active researcher whose work has been presented internationally.
riso experiments: a collection of color mixing
Feb 03 2026
© Pedro Serra Pereira
Riso Experiments: A Collection of Color Mixing is an A3 zine featuring prints from 60 students that participated in the workshop “Week of Riso“, that happened in FBAUL, from 3 to 7 of November, 2025.
With over 100 pages, a display of the possible variations and mixes of colors is presented. Together with the different backgrounds and inspirations of each student, a contrasting edition of different shapes, layouts, and aesthetics is created.
Designed, organised, printed and put together by Pedro Serra Pereira.
alegrete – sculpture fbaul students exhibition
Feb 03 2026
27 JANUARY > 03 FEBRUARY 2026 I QUINTA ALEGRE, LISBON
The ALEGRETE exhibition by the final-year sculpture students of the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon opens on 26 January at 5.30pm at Quinta Alegre, Palácio do Alegrete. The exhibition will run until 3 February.
Quinta Alegre/ Palácio do Alegrete
Campo Amoreiras 94
1750-025 Lisboa
informacoeseservicos.lisboa.pt | 210521760
Opening hours – Monday to Friday: 10am to 5.30pm / Saturday and Sunday: 2.30pm to 5.30pm
This event can be photographed and filmed, and then made public.
ALEGRETE is an exhibition that brings together the work of the final-year sculpture students at the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon in the first semester of 2025/2026. Quinta Alegre is a cultural space with excellent conditions for developing an integrated sculpture project – art in dialogue with architecture and its history. It’s a place with unique qualities for this exhibition, a place where you can still recognise the gardens, orchard, vegetable garden and woodland, features of the 18th century pleasure farm organisation on the outskirts of Lisbon, but also because today this farm is a refuge for the affirmation of full citizenship in a complex urban area disqualified by the process of informal urbanisation in the second half of the 20th century.
The investigative work through artistic practice developed by the students critically positioned themselves in this field of contrasts between the historical, urban and social situation that mirrors the diversity of approaches present in this exhibition. Sculpture, in its material condition, merges in this exhibition with time and the experience of place.
Participants in the exhibition: Ana Almeida, Ana Carvalho, Ana Marta Santos, Anna Uklejewska, António Arrobas, Beatriz Carvalho, Beatriz Lopes, Becky Harrison, Brito Atrofio, Bruna Gouveia, Catarina Araújo, Catarina Pestana, Catarina Valério, Clara Pedroso, Cláudia Varela, Coimbra, Fransje Langedijk, Guilherme Custódio, Jiaqi Qiu, Joana Cunha, Joana Motta, joão pires, Leal Pereira, Leonor André, Lore, Madalena Martinez, Mariana Pombo, Matilde Marques, Miguel Basto, Miguel Jerónimo, Minês, Naia Branco, Rafael Dos Santos, Sofia O’Neill, Sonia Singh e Teresa Faria
Masterclass – “AQUI A PEDRA TEM VIDA”: UM ESTUDO SOBRE O ARTESÃO DA PEDRA SABÃO
Feb 03 202611 FEVEREIRO | 10H00 | AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
O presente estudo analisa a atividade artesanal em Pedra-Sabão no distrito de Santa Rita (Ouro Preto), focalizando dimensões socioculturais e socioeconómicas das artes locais. Metodologicamente, baseou-se em pesquisa de campo e análise qualitativa dos discursos, empregando abordagem de teoria fundamentada para identificar padrões interpretativos. Os resultados evidenciam condições laborais precárias — penosidade, insalubridade e vulnerabilidade econômica associadas ao alto custo da matéria-prima e dificuldades de escoamento comercial —, articuladas a um regime familiar de produção realizado em escritórios domiciliares. Paralelamente, observa-se que vínculos identitários, afetivos (gratidão) e o prazer na atividade atenuam a percepção das adversidades e sustentam a permanência na prática. O processo de interiorização e transmissão do ofício ocorre em núcleos familiares, entendidos como comunidades de prática, onde se consolidam saberes, habilidades e identidade profissional desde a infância, convertendo a aprendizagem geracional em capital simbólico que legitima a atividade. Conclui-se que a continuidade no trabalho com Pedra-Sabão resulta de uma escolha por fatores culturais e identitários, não apenas por imperativos econômicos, e que a pesquisa contribui para dar visibilidade ao universo laboral das artes e para mudanças na percepção coletiva sobre a importância do ofício.
Conferencista
Tays Torres Ribeiro das Chagas, é docente do departamento de Engenharia de Produção da Universidade Federal de Ouro Preto. A docente possui graduação em Engenharia de Produção, mestrado em Engenharia de Materiais e Doutorado em Administração.
Entrada livre, sujeita à lotação da sala.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
ângela ferreira na art basel qatar 2026
Feb 03 2026
05 > 07 FEVEREIRO 2026 I ART BASEL QATAR, DOHA
A artista Ângela Ferreira, professora da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, participa da primeira edição da Art Basel no Médio Oriente que se realiza em fevereiro de 2026. Depois de Basel, Miami Beach, Hong Kong e Paris, a edição inaugural da Art Basel Qatar será realizada no M7, um centro criativo no coração de Doha, bem como no Doha Design District, no centro de Msheireb.
Na Art Basel Qatar 2026 participam 87 galerias de 31 países, incluindo a Cristina Guerra Contemporary Art, que estará representada com obras da artista Ângela Ferreira.
Ângela Ferreira nasceu em Maputo, Moçambique, estudou Escultura durante o regime do apartheid, na Michaelis School of Fine Arts da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul. Doutorada pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, onde é professora, o seu trabalho de escultura, vídeo e fotografia foca-se no pós-colonialismo, identidade e questões interculturais. Representou Portugal na Bienal de Veneza em 2007, com o projeto Maison Tropicale. Participou em várias exposições individuais e coletivas, e está representada em diversas coleções públicas e privadas.
universidade de lisboa award 2024
Jan 27 2026CANDIDATURAS ATÉ 30 JANEIRO 2026
media and material literacy in extended reality
Jan 25 2026
CONFERENCE PAPER SESSIONS 19TH > 21ST NOVEMBER 2025 I FBAUL /// EXHIBITIONS 20TH > 27TH NOVEMBER I FBAUL / MNAC
Conference Papers Sessions
19 > 21 November
Workshops
19 November – Room 2.07
Exhibitions
20 > 27 November
► Exhibition Opening
13h30
@ Gallery
Katerina Kyriafini, Dorota Hrycak-Krzyżanowska, Małgorzata A. Szyszkowska, Alexandros Kontogeorgakopoulos & Helena Elias, Tom Konyves in collaboration with Jarosław Solecki, Justyna Gorzkowicz & Jarosław Solecki
@ Cistern
Carolina Dias
@ Lagoa Henriques Corridor
FBAUL students
► Guided Visit - 13h45
@Gallery
10 or 15 Poets with a Video Camera
Tom Konyves in collaboration with Jarosław Solecki
18h00
@ MNAC (Museu Nacional de Arte Contemporânea)
Tiago Jordão, Selma Pereira, Miguel Mendoza-Malpartida & Américo Marcelino
This event may be photographed and filmed and subsequently made public.
We invite experienced researchers, young scholars, doctoral candidates, educators, students, practitioners operating in the fields of education, media, technology, culture, and arts, as well as anyone interested in the intersections of hybrid environments and educational practices, to participate in the International Interdisciplinary Scientific Conference organized by the FBAUL (Faculty of Fine Arts, University of Lisbon) and Polish University Abroad (PUNO) on behalf of all project partners as part of the CAPHE project.
After the pandemic, educational institutions have significantly strengthened their engagement with remote and hybrid teaching and learning approaches, complementing traditional modes of instruction and reshaping educational practices, methodologies, and assessments. This transition has highlighted both the potential and vulnerability of digital technology use in education, particularly influenced by factors such as specialization, infrastructure, inclusivity, and access to digital resources.
Within this rapidly evolving hybrid educational milieu, continuous updates to educational practices are required to enhance traditional classroom experiences, through innovative design and implementation of hybrid, online, and virtual learning environments. These efforts aim to foster active learning engagement across educational communities.
Although this digital progress and impact on education, it has been an asymmetrical development, since what is thought, learned and consolidated is vulnerable due to many circumstances underpinning the educational ecosystem. It can be more or less effective depending on the school specialization, infrastructure, inclusive vocational purposes, and their access to open source digital environments. Also, the disciplinary nature of the contents, techniques of knowledge transfer, learning and assessment processes, may constantly require or not fully require the use of digital technology.
Metaverse immersion, human machine – interaction, machine learning environments, data algorithms, released actants of formal or informal training and learning environments, whether as co-creators, or co-curators and co-constructors of knowledge settings and emergent paradigms in education. In fact, considering these endless achievements and upgrades, literacy on extended materiality can be regarded as in need for all matters in the field of education.
Physical and digital pedagogies, immersive settings, synchronous and asynchronous contents, and blended activities now frequently intersect in classes, lectures, training sessions, workshops, and creative exhibitions. The landscape of education is continually reshaped by diverse resources, methodologies, contents, and materialities, both open-source and commercial. Acknowledging these opportunities and challenges related to media and material literacy and hybrid education practices forms the central theme of this conference.
We aim to explore educational principles, hybrid education models, immersive teaching-learning experiences, and their effectiveness within paradigms of inclusivity and equality. The conference will provide a platform to map, critically reflect, and rethink how educational ecosystems are responding to current challenges and opportunities.
REGISTRATION is mandatory
Considering that the event will be filmed, recorded, and photographed, in accordance with data protection regulations, the registration form will request authorization for the processing and public dissemination of images.
Participation of CAPHE Partners in the conference is free of charge but requires registration.
For external applicants the registration with a fee is mandatory.
The fee for the conference is 80€ and for the attendants is 10€.
The fee will be charged afterwards.
Conference Partners – Project Partners
- Conservatorio G. Puccini, La Spezia, (CP) Italy
- Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, (FBAUL) Portugal
- Jagiellonian University in Krakow, (UJ) Poland
- Kenyatta University, (KU) Kenia,
- Miastopracownia (MP) Poland
- Narratologies P.C., (NR) Greece
- Opera Network, (ON) Italy
- Polish University Abroad in London, (PUNO) United Kingdom
- Polish Aesthetic Society, (PTE) Poland
- National and Kapodistrian University of Athens (NKUA)
The Conference is financed under two projects:
UE Funding, No: 101086391
Acronym: CAPHE
Grant programme: HORIZON-TMA-MSCA-SE.
Grant title: Communities and Artistic Participation in Hybrid Environment.
Time: 01.01.2023-31.12.2026
UKRI Funding, No: EP/X038572/1
Acronym: CAPHE
Grant offer: Research Grant, Other JeS Guarantee Calls,
Grant Title: Communities and Artistic Participation in Hybrid Environment.
Time: 01.12.2022-30.11.2026.