Arte
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O Mundo ao Contrário: Pinturas, Desenhos, Livros de Artista
Mar 18 2024
01 > 31 MARÇO 2024 I GALERIA FACULDADE BELAS-ARTES
Inaugura no dia 1 de março de 2024, pelas 18h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a exposição O Mundo ao Contrário: Pinturas, Desenhos, Livros de Artista de Agostinho Santos. A exposição ficará patente até 31 de março.
Curadoria: Luís Jorge Gonçalves.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Agostinho Santos (Gaia, 1960) observa “O Mundo ao Contrário”, distópico, onde direitos humanos fundamentais são ignorados. Como jornalista partiu à descoberta de um universo social que está presente nas nossas ruas: os sem abrigo, os toxicodependentes, os arrumadores de carros e outras situações que são tratadas nas exposições. Revelam os limites humanos para a sobrevivência, em tempos de paz. Passam no nosso olhar por breves instantes. No entanto, refletem realidades sociais e humanas. Cada pessoa é uma história de vida. O contexto social e familiar em que se nasceu e cresceu, momentos menos bons da vida, ou problemas de foro psicológico, levaram cada um a entrar em numa outra realidade social. Agostinho Santos saiu à procura dessas histórias de vida, vestiu a pele desses vários grupos, para entrar nos seus códigos. Escreveu uma série de crónicas da sua experiência como jornalista e, como artista, criou as imagens, algumas das quais agora se expõem. É um vasto conjunto de desenhos, pinturas e livros de artistas que saem da emoção de ter vivido nessa realidade social e individual, que procuramos esquecer ou ignorar. A arte corresponde à representação da totalidade da experiência humana e seu imaginário. Este artista olhou para esse mundo repleto de códigos e pessoas pisadas, que nos escapam. Cada imagem é uma história dura e com emoções, sobre a realidade humana. Todos a vemos, mas esquecemos. Agostinho Santos fixou-a e deixa-a para a posteridade, na arte. Os seus traços são duros e secos, como a realidade sentida. As imagens emergem das muitas histórias contadas.
o ano de 1993 — graça morais. josé saramago
Mar 18 202414 > 26 MARÇO 2024 I CISTERNA FACULDADE BELAS-ARTES
Inaugura no dia 14 de março, às 18h00, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes, a exposição O Ano de 1993 — Graça Morais. José Saramago, com a Performance “Uma mulher ainda não parou o mais longo gemido da história do mundo (Revisitar O ano de 1993 de J. Saramago)”, de Silvia Penas.
A exposição ficará patente até 26 de março.
Considerando que a Faculdade de Belas-Artes está encerrada entre 28 de março e 1 de abril, a exposição ficará patente até 26 de março.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário: 2ª a sáb. entre as 11h00 e as 19h00
Encerra domingo e feriados
JORNAL DE NOTÍCIAS (12/03/2024)
Diario da Universidade de Vigo
Aborda-se, nesta exposição, a amizade e o fértil encontro entre o escritor e pintora, testemunhados pelos trabalhos agora expostos em reproduções de grande qualidade: 9 dos 10 desenhos feitos por Graça Morais para a segunda edição, há muito esgotada, do livro O Ano de 1993 (1987); e o retrato do escritor, executado algum tempo após o seu falecimento. O cruzamento entre a escrita de José Saramago e a pintura de Graça Morais é também evocado no projeto inédito concebido para esta exposição, os caligramas que animam o espaço expositivo, realizados por um coletivo de artistas-criadoras em formação na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Vigo, sob a direção de Sol Alonso.
O Ano de 1993 é um poema filosófico estruturado a partir da compilação de trinta textos alegóricos em prosa poética. O primeiro poema foi escrito em março de 1974, em resposta a uma tentativa de levantamento militar que visava pôr fim ao regime ditatorial português. A obra foi concluída e publicada em 1975, já depois da Revolução dos Cravos, num contexto de incerteza do rumo que iria ser tomado pela nova democracia. Daí a construção de uma narrativa não-linear que referencia a repressão sobre a sociedade, a resistência, a violência revolucionária e, sempre, o desejo de liberdade e a esperança.
Graça Morais produziu uma série de dez desenhos que estabelecem um jogo com a natureza fragmentária da narrativa saramaguiana. As suas composições apresentam figuras e ambientes que referenciam a guerra e a violência, o brutalismo sexual e o erotismo, encontrando correspondência nos textos de José Saramago. Contudo, a pintora recusou a ilustração direta, antes optando por (re)criar segmentos daquele universo onírico e poético, ampliando assim o seu valor estético e poético.
Esta mostra, bem como a performance de Silvia Penas, “Uma mulher ainda não parou o mais longo gemido da história do mundo (Revisitar O ano de 1993 de J. Saramago)”, foram concebidas em 2022 por ocasião da comemoração do nascimento de José Saramago (1922-2010) e, neste ano de 2024, não poderia ser mais pertinente a sua apresentação em Lisboa, assinalando duas outras efemérides: o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974 e – feliz coincidência cronológica – os 50 anos de carreira da pintora Graça Morais (n. 1948).
O ANO DE 1993
GRAÇA MORAIS. JOSÉ SARAMAGO
Comissariado
Burghard Baltrusch
Egídia Souto
Joana Baião
Organização e Produção
I Cátedra Internacional José Saramago, Universidade de Vigo
Laboratório de Artes na Montanha – Graça Morais, Instituto Politécnico de Bragança
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Colaboração
CREPAL- Centre des recherches sur les pays lusophones, Université Sorbonne Nouvelle, Paris
Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Vigo
EMERGENT MATTERS: a proposal for a collection of Art of the Higher Education Artistic Research in Portugal
Mar 17 2024
6th > 8th NOVEMBer 2023 I FBAUL
From November 6th to 8th, 2023, at the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon, the EMERGING team will convene to present and discuss the results of their study with members of the academic ecosystem and the broader artistic community.During this Think Tank, there will be two Keynote Lectures by the project consultants.
On November 6, 2023, at 5:00 PM, in the Lagoa Henriques Auditorium, Professor Dr. Costanza Barbieri (Accademia di Belle Arti di Roma) will present: The Research Turn: Workshops, Academies and the Artist’s Status from Renaissance to Modernity in which Barbieri asserts: “As an art historian, specialized in Renaissance and Baroque, I often deal with theAcademic and Research Turn (please forgive me this terminology) due to the change of status of the young artists, from the training in the workshop to the educational system of the Academies. I would like to show that a key factor in this process is artistic research and technological innovation, reshaping the scenario from the passive copy of the works of the master to the invention of new knowledge, often ratified by patents. In keeping with the experimental method that Leonardo first applied to artistic research, artists such as Ugo da Carpi, Sebastiano del Piombo and Parmigianino, developed new painting and printing techniques and, at the same time, looked for new support for painting on stone, marble or copper, competing with sculptors. Research and innovation, fundamental elements in the European educational evaluation system, are not yet recognized as foundational strategies in the approach to art, in line with all other disciplines. This aspect requires our attention as it provides an explanation even for the current gaps in many European countries’ regulations on PhDs”.
On November 7, also at 5:00 PM, in the Lagoa Henriques Auditorium, Professor Dr. Maibritt Borgen (Royal Danish Academy of Fine Arts) will present: Responding to conditions from within – fostering purposeful infrastructures for artistic research.
“Words may allow us to articulate and communicate the realizations that happen through material thinking, but as a mode of thought, material thinking involves a particular responsiveness to or conjunction with the intelligence of materials and processes in practice. Material thinking is the magic of handling.”
Prof. Barbara Bolt
Bringing into play the specific history, academic framework and administrative structure of the Ph.D in practice-based arts research in Denmark, this talk proposes to think about a practice-based PhD in arts research as responding to a set of conditions from within. If a PhD-project encapsulates an inert material thinking grounded in the particularities of the artistic practice, the embodied knowledge of the artist, and the interdisciplinary dialogue with other fields, how do we in response foster purposeful infrastructures for artistic research from within these conditions?
Both lectures can also be watched online via the zoom link:
Program
6/11 Room 2.07 (in-person)
Session with the EMERGING team and project consultants Constanza Barbieri, Maibritt Borgen and Sofia Marçal.
5:00 PM Conference in the Lagoa Henriques Auditorium (in-person and online)
Costanza Barbieri. The Research Turn: Workshops, Academies and the Artists Status from Renaissance to Modernity.
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/91279221396?pwd=NkpYL2ZLb2tWQTM3Y0ZGY3dPQllXZz09
ID da reunião: 912 7922 1396
Senha: 308623
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Program 7/11
10:00 AM to 4:00 PM
Lagoa Henriques Auditorium (in-person and online)
Presentation of EMERGING research results
5:00 PM Conference in the Lagoa Henriques Auditorium (in-person)
Maibritt Borgen. Responding to conditions from within – fostering purposeful infrastructures for artistic research.
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/95319029295?pwd=OGsrWHg3RU5oc1p6d2pDdmdaam5YUT09
ID da reunião: 953 1902 9295
Senha: 573261

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Program 8/11
10:00 AM to 1:00 PM
Lagoa Henriques Auditorium (in-person and online)
Presentation of the university art collection arC artistic research collection
Free registration, but mandatory (in-person and online) for November 7th and 8th: fernandomoletta@edu.ulisboa.pt
Bios:
Constanza Barbieri is a Professor of History of Modern Art and History of Design at the Academy of Fine Arts of Rome. She received his Ph.D. with scholarship from Rutgers University, the State University of New Jersey, and an Italian doctorate from “Sapienza”, University of Rome. She is a specialist in Sebastiano del Piombo and has been involved in a broader sense with the Cinquecento, iconographic and iconological themes, as well as visual contexts in relation to the history of ideas. He has an extensive list of publications and has organized various exhibitions and conferences, including the “Michelangelo and Sebastiano del Piombo” exhibition in 2017.
Maibritt Borgen heads the Laboratory for Arts Research and is an associate professor of Art Theory at the Royal Danish Academy of Fine Art. Borgen holds a Ph.D. in art history from Yale University and is an alumni of the Whitney Independent Study Program in New York. Her research engages multiple entanglements of art and technology in the postwar period as well as the conditions for the production of knowledge (or awareness) through artistic research. She is currently at work on an article about the founding moments of digital life and its visual manifestations and heads the artistic research project Digital Materialities at the Royal Danish Academy of Fine Art. In 2023, she co-organized the Utrecht Summer School Supervising Artistic and Practice-based Research.
Since there have been theoretical-practical doctoral and post-doctoral programs in art in Portugal, many artists have been developing their work in an academic context. This activity has led to the formation of research communities that have greatly contributed to the advancement of knowledge in the field of fine arts, of which the project “Emergent matters: a proposal for a collection of art of the higher education artistic research in Portugal” is an excellent example. The consortium of public and private universities established by its research member has not only deepened our understanding of artistic research in the country but has also taken fundamental steps in the comprehension and study of contemporary art.
EMERGING is a pilot research project, funded by FCT (Foundation for Science and Technology), which draws upon the experiences of artists and university professors placed in strategic positions across various institutions of higher artistic education. The team comprises experienced mentors and researchers affiliated with R&D centers at the intersection of areas such as Drawing, Sculpture, Public Art, Painting, Dance, Performance, Multimedia, New Media, and Museology. The scholarship holder who is part of the project is its youngest member, holding a master’s degree in Sculpture, and actively collaborates in the study of art-based research, which is the primary focus of this project.
From November 6th to 8th, 2023, at the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon, the EMERGING team will convene to present and discuss the results of their study with members of the academic ecosystem and the broader artistic community. Over three days, we will introduce the work that systematizes the artistic research produced in Portuguese universities between 2009 and 2022, which is at the origin of the university art collection arC - artistic research collection.
Investigadores / Researchers
Helena Elias (PI), Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Sofia Ponte (CO-PI), IADE – Universidade Europeia
Jorge Marques, Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto
Beatriz Cantinho, Escola das Artes da Universidade de Évora
Sérgio Vicente, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Joao Castro Silva, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Pedro Cardoso, Universidade de Aveiro
Margarida Alves, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Bolseiro de Investigação / Research grantee
Fernando Flores Moletta, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Consultores / Consultants
Costanza Barbieri, Accademia di Belle Arti di Roma
Maibritt Borgen , Royal Academy of Fine Arts, Copenhagen
Sofia Marçal, ICOM/ Museu de História Natural da Universidade de Lisboa
Duração do projecto (18 Meses)
10 de março 2023 a 10 de setembro 2024
Contacto / Contact
sofia.ponte@universidadeeuropeia.pt
Projecto financiado pela FCT. Referência: 2022.06772.PTDC

ALJUSTREL 2024_Exposição de Alunos de Escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Feb 28 20249 FEVEREIRO > 2 MARÇO 2024 | OFICINAS DE FORMAÇÃO E ANIMAÇÃO CULTURAL | ALJUSTREL
Curadoria: Professora Luísa Perienes
Francisco Figueiredo Lopes
Ildefonso Pontes
Inês Escumalha
João Gama
Margarida Pratas
Pedro Serafim
Ricardo Imperial
A escultura impõe-se pela sua fisicalidade inegável constituída pelas matérias de que é feita e pelo espaço que ocupa. É um objeto plástico para a contemplação e para o pensamento.
Uma das características da escultura contemporânea é a utilização das matérias nobres e de outros materiais e objetos do nosso quotidiano para a sua feitura.
O pensamento escultórico, a maneira de sentir e interpretar o mundo, perpassa através das esculturas dos alunos de mestrado patentes nesta exposição, que marca uma parceria entre a Câmara Municipal de Aljustrel e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Luísa Perienes
Professora Auxiliar | Escultora / FBAUL
Mundo Novo & Natura Naturans
Feb 27 2024 
06 FEVEREIRO > 2 MARÇO 2024 I SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS ARTES
Inaugura no dia 6 de fevereiro, às 18h30, no Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes, a exposição Mundo Novo & Natura Naturans de Ilídio Salteiro e Dora Iva Rita.
A exposição ficará patente até 2 de março de 2024
Inaugura dia 6 fevereiro, às 18h30, e patente até dia 2 de março 2024.
Horário: 2ª a sábado – 12h00/19h00, exceto feriados.
Ilídio Salteiro (n. 1953) desenvolve o seu tema em torno da paisagem e do território, sobrepondo ficções e narrativas com uma revisitação ao mundo imaginário da pintura.
Os trabalhos de Ilídio Salteiro são o resultado de um processo artístico com início em 2018, em torno de uma ideia de Babel entendida como metáfora do mundo novo que se vem instalando, sobre valores de bem e de mal cada vez mais líquidos. A opção pela pintura a óleo resulta da valorização dos modos ancestrais de fazer arte, num tempo onde reina o imediato, o efémero e o ocasional.
O processo artístico de Ilídio Salteiro vai absorvendo as dinâmicas de pré-pandemias, pandemias e pós-pandemias, vai vivendo entre a incerteza e a certeza de muitas guerras, ao mesmo tempo que se confronta com a necessidade emergente de ancorar a sobrevivência da inteligência humana em inteligências artificiais.
Dora Iva Rita (n. 1954) apresenta aguarelas e objetos que exploram as correspondências telúricas entre o amor e a morte, num abraço dos seres e das terras.
Cada uma das suas pinturas é antecedida por um suporte, efémero ou físico, construído como objeto, escultura, ready-made ou assemblage. Estes objetos agregam os mesmos pressupostos da pintura: uma arqueologia do contemporâneo. São frágeis na sua constituição eclética com elementos silvestres, têxteis e cerâmicos (ninhos, ramos ou pedras, o têxtil onde o algodão é enformado com colas e terracota, onde se ensaiam técnicas ancestrais, como o brunido, engobes e esgrafitado).
Para Dora Iva Rita a Pintura apresenta-se como atitude reflexiva e de debate sobre as questões da humanidade no mundo.
entre vagos – exhibition
Feb 19 20248 > 27 FEBRUARY | GALLERY FACULDADE DE BELAS-ARTES
The exhibition Entre Vagos, curated by Diana Mordido Aires, opens on 8 February at 5 pm.
“This exhibition traces proximities between a body of artists who, in one way or another, have had a dialogue with the concept of shadow during their residency at Cultivamos Cultura. For this reason, “Entre Vagos” [Spare In-betweens] is an exhibition about shadows: distorted blurs that cling to our extremities, gathering and reminding us of all the surfaces they’ve stretched across to carve out our outlines. Or about the voids between them, always with a certain lack of clarity and precision. Through different perspectives, we are invited to explore our own limitations between reality and illusion; presence and absence; opaque and lucid; sheets and dreams; trails and tracks; borders and decals; sensitising and exposing. This sum of dichotomies becomes relevant when absence asserts itself through a fleeting presence. Or when a gesture is fleetingly delimited. Or in a discussion between shadow and void.” — Diana Mordido Aires
Shadows remember everything we once were, while reducing us to the essential. They constantly surrender themselves to the voids, free to renounce the light and create empty spaces for what matters.
SOUNDABLA BODIES CAN BE SPECULATED
Feb 18 20248TH > 29TH FEBRUARY 2024 I CAMÕES LIBRARY
Cay has been intimated related to sound ever since. The stir of a spoon in an earthenware mug. A whistle that blows around the corner. An acoustic tile room in a church. A plate that hits the ground. Our primary concern, as professors of the Ceramics Studio of the master’s in Sciences and Arts of Glass and Ceramics, a partnership of FCT-UNOVA with Faculty of Fine Arts of ULisbon and VICARTE, is to stimulate the capacity of playing with clay in a creative manner and understanding the matter’s feedback while working tridimensional speculation. For so, this exhibition is the result of a speculative and experimental workshop aiming to interweave clay and sound through both visible/not visible tridimensional spaces, thus rendering multissensorial experiences through these material bodies of ceramic sculpture. The event program joined the invited researchers Naya Castillo and Hans Rutz from the Spatial Design Lab of Technical University of Graz and Helena Elias and Marta Castelo, both professors at the department of Sculpture of the FBAUL.
The presence of different composed clay bodies in various shapes, with interior spaces that are not immediately visible, may be rendered through the materiality of sound enacted by the participant. Feedback is a term used in the field of music and may also stand for reverberating clay matters in ceramics. It also may signify a process through which we obtain an opinion, information, and response to what is addressed or a modification or control of a process or system by its effects. At the same time, the space that hosts the exhibition and the materiality in it also modulates the possible combinations of interaction occurring with the participants and the installations and sculptures. The event also decenters vision as principal constructor of visuality. Vibrant matters on their way, for sure!
open call Summer School 2024 | Re(voluctions) – Associação Cultivamos Cultura
Feb 18 2024The Protocol established between the Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa and the Associação Cultivamos Cultura allows the participation of two students, with the support of the Faculty, in the first two weeks of the Summer School event promoted by this Association.
This collaboration is developed within the scope of the Summer School Cultivamos Cultura, with the aim of exploring the creative relationships between art, science, technology and territory, promoting: the acquisition by artists and students of art of theoretical-practical knowledge in the fields of biology and environmental sciences, the creation of ties with the community and the local environment (Odemira) and the development of one’s own artistic project in the context of a collaborative environment.
The two students will be selected by an FBAUL jury, through applications made through this link, until May 1st.
THIS LINK IS ONLY FOR FBAUL STUDENTS WHO WANT TO APPLY FOR SUPPORT FROM THE COLLEGE.
Other interested parties, please see the link further down the page.
In most contexts, revolution implies a circular or cyclical change around a central idea, concept, or system. It often suggests a departure from the existing order and the emergence of something new and transformative. The term “revolution” is versatile, and its interpretation depends on the specific domain or context in which it is used.
In physics, a revolution can describe the circular motion of an object around a central point. In the realm of technology and innovation, a revolution can signify a significant and often radical change or advancement in a particular field. In the context of social and political movements, a revolution involves a profound and often rapid change in the structure or organization of a society, government, or system. Economic revolutions involve transformative changes in economic systems and structures.
Thomas Kuhn introduced the concept of “paradigm shift” to describe major changes in scientific thought. Scientific revolutions occur when there’s a fundamental shift in the understanding of the natural world, leading to the adoption of new theories and methodologies. Cultural revolutions involve significant changes in the cultural and artistic expressions of a society.
In this year’s Summer School, we will focus and reflect on the context and how it may promote, hinder, or just generally Induce transformation: a “RE(volution)”. It is the year that we celebrate, in Portugal, the 50th anniversary of our political revolution against a totalitarian regime. While we will not focus on politics we will try to understand and explore all the revolutions taking place at many scales within our natural environment. How can they expand our horizons, challenge our perception, transform our perspective, and make us reflect on our actions? Allowing the creation of new and meaningful artworks relevant to our own revolutions.
The intersection of Art, Biology, and the Environment offers unique opportunities to visual artists. This innovative summer course, which is already on its eleventh edition, will allow non-specialists to acquire theoretical and practical skills in biological and environmental sciences in connection to the visual arts.
The Summer School explores the interdisciplinary relationship between art, life and environmental sciences through hands-on exercises, combining theory and practice in an informal environment, e.g.: seminars, debates, visits, and the creation of artworks with biological media. The activities in the Summer School at Cultivamos Cultura will address issues such as the cultural representations of technology and science, ethical concerns and the evolution of bioart as a cultural phenomenon. One week program with the opportunity to extend the stay for one or two additional weeks to develop an art project in a collaborative environment.
The practical component will focus on hands-on exercises in the laboratory, workshops, and within the natural environment. The possibility of transforming abstract concepts into art objects, the collection and selection of organisms for artistic purposes will be highlighted, and, finally, visits to different parts of the natural park, will take place.
The course will leave plenty of room for informal activities and a cultural and social program.
The cost will be 800€ for the first week and 650€ for the optional 2 weeks after. The price includes shared accommodation at Cultivamos Cultura (a farmhouse), meals, tuition, and general consumables for the course; from 1th July to 5th July for the first week, 8-12 July for the second week, and 15-19 July for the third week (weekends are included between course weeks and will be dedicated to socializing and leisure activities).
Interested parties who are not covered by the protocol with the Faculdade de Belas-Artes must register, by June 3rd, at the link below:
2024 Faculty:
Marta de Menezes, artist, curator, art director of Cultivamos Cultura
Luis Graca, MD, PhD, Head of Cellular Immunology Unit and Professor at the University of Lisbon Medical School.
Anna Isaak-Ross, US
Diana Aires, PT
Other Faculty and Artists in Residence are still to be announced.
The second week of this Summer School is part of the Rewilding Culture project, co-funded by the European Union’s Creative Europe program.
Apresentação do Livro “Cross Media Arts – Social Arts and Collaboration” – 8 fevereiro
Feb 07 20248 FEVEREIRO 2024 | 16H00 | MNAC – Museu De Arte Contemporânea
No dia 8 de fevereiro, às 16h00, será realizada no MNAC – Museu De Arte Contemporânea a apresentação do Livro “Cross Media Arts – Social Arts and Collaboration”.
Esta edição decorre do evento International Conference “Social Arts and Collaboration” que teve lugar na Faculdade de Belas-Artes em 2023.
Sobre a conferência International Conference “Social Arts and Collaboration”
A partir do conhecimento e sensibilidade dos diferentes campos artísticos, sejam eles performativos, visuais ou projetuais, esperamos encontrar outras práticas e formas de colaboração para o bem comum — novas direções que são desenvolvidas através do cruzamento de uma variedade de processos inovadores.
Queremos trazer para um entendimento geral das artes, uma discussão relacionada com uma práxis que atravesse as fronteiras entre os territórios artísticos e outros saberes. Explorando a interseção de conhecimentos e metodologias, esperamos incentivar formas alternativas de representação e intervenção social, designadamente um modelo de colaboração entre criativos, makers, partes interessadas e comunidades que promovam a coesão social e cultural através de ações concretas com os cidadãos.
skia — exposição de mariana sousa
Feb 07 2024 
01 > 12 FEVEREIRO 2024 I CISTERNA FACULDADE BELAS-ARTES
Inaugura no dia 1 de fevereiro, às 11h00 , na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes, a exposição Skia de Mariana Sousa.
A exposição ficará patente até 12 de fevereiro.
Coordenação: Professor Carlos Vidal.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário: 2ª a sábado – 11h/19h
Mariana Sousa, artista que frequenta atualmente o curso de Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, apresenta a exposição Skia.
A exposição ocorrerá na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes. Esta localização estabelece um diálogo interessante entre o espaço físico e a obra, onde a sombra, a forma e a identidade são temas de reflexão que vão para além dos limites da Cisterna.
Historiography of Portuguese Art and Architectural history in the XIX and XX century
Jan 22 2024
22nd > 23rd JANuary 2024 I CALOUSTE GULBENKIAN FOUNDATION
Investigating the origins of the history of art and architecture in Portugal and on Portugal, this conference focuses and reconstructs the different narratives of the history of art and architecture of Portugal – a country understood here as an artistic, physical, political and cultural geography- built in the 19th and 20th centuries, from which emerged the study, protection and research institutes currently active at a national and international level.
The result of the scientific collaboration between the Universidad Complutense de Madrid, the Universidade Nova of Lisbon, the Universidade de Lisboa, the Facultade de Belas Artes and the Gulbenkian Foundation, the conference corresponds to the second scientific meeting of a broader research project on history and historiography of Iberian art entitled Iberian Art and Architecture: Art and Architectural History in the Iberian Peninsula, conceived, coordinated and directed by Helena Pérez Gallardo (Universidad Complutense Madrid), Sabina de Cavi (Universidade Nova Lisboa) and Thomas DaCosta Kaufmann (Princeton University), financed by the Spanish project (I+D PID2021-125494NB-I00), financed by the Ministerio de Ciencia e Innovación of Spain (I+D PID2021-125494NB-I00), in the years 2022-2025. The Portuguese meeting, which will take place in the Auditorium 3 of the Gulbenkian Foundation, which participates as a collaborating institution together with the IHA (Universidade Nova, Lisboa), ARTIS (Universidade de Lisboa), CIEBA (Facultade de Belas Artes Universidade de Lisboa) and the FRIA research group (Universidad Complutense de Madrid), has been organized by an exceptional scientific committee (Professors Vitor Serrao, Fernando Antonio Baptista Pereira, Maria João Neto, Sabina de Cavi, Helena Pérez Gallardo), and counts with the presence of Prof. Thomas DaCosta Kaufmann (Princeton University, USA) as keynote speaker and respondent.
o tubérculo
Jan 19 2024
23 > 24 JANEIRO 2024 I FESTIVAL DE CINEMA DE TIRADENTES, BRASIL
23 de janeiro, 20h00, Cine-Tenda
En las afueras del paraíso. El deseo
Jan 18 2024
18 > 30 JANEIRO 2024 I CORREDOR AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 18 de janeiro, no corredor do Auditório Lagoa Henriques a exposição En las afueras del paraíso. El deseo de Sheila Cañestro, com coordenação de Isabel Sabino e Diana Costa. A exposição ficará patente até 30 de janeiro.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
En las afueras del paraíso. El deseo é uma exposição individual de Sheila Cañestro e complementa outra exposição individual intitulada En las afueras del paraíso. El camino, agendada para 16 de janeiro de 2024 no Espaço Cultural Mercês. Ambas exposições são o resultado da sua estadia de investigação pós-doutoral no CIEBA-FBAUL, financiada pela União Europeia – NextGenerationEu no âmbito das Bolsas Margarita Salas do Ministério das Universidades, Governo de Espanha, para a formação de jovens doutores. É importante destacar que o projeto pictórico apresentado nessas exposições foi desenvolvido durante sua residência artística na Duplex AIR.
Desde o início da sua formação como pintora, Sheila Cañestro tem-se sentido atraída pela criação de uma linguagem pictórica figurativa que gira em torno do conceito de inquietante estranheza: uma experiência que, segundo Sigmund Freud, se manifesta quando, em determinado momento, tudo o que era considerado intimamente familiar e conhecido passa a significar e ser percebido como o oposto: o desconhecido, o estranho, o inóspito e até o aterrorizante. O interesse da artista por este conceito é consequência da falta de identificação com um mundo que se torna cada vez mais incerto e ameaçador.
Neste contexto, apresentamos o projeto En las afueras del paraíso, composto por uma série de pinturas que representam ambientes naturais que aludem à nossa própria fragilidade e vulnerabilidade como seres humanos.
O ponto de partida deste projeto é o texto La penúltima bondad (2018) de Josep Maria Esquirol, no qual o autor reflete sobre a nossa condição perante a intempérie, o deserto e a periferia. Segundo Esquirol, os ser humanos vivem “na periferia do paraíso impossível” (1): Periferias que não têm nenhum centro e onde as fronteiras entre “a génese e a degeneração, a vida e a morte, o humano e o desumano, a proximidade e a indiferença” são muito instáveis (2).
No encontro com a obra plástica, estas questões são abordadas por meio de cenas envoltas numa atmosfera tenebrosa e misteriosa, onde encontramos pontes, caminhos, refúgios, árvores ou oferendas votivas. Assim, Cañestro procura direcionar o espectador para a experiência de se sentir vivendo na periferia, na intempérie, onde “não há plenitude nem perfeição. Mas sim afecção infinita – mistério – e desejo” (3).
Quanto aos aspectos formais, as pinturas são elaboradas pela sobreposição de camadas de tinta e uma modulação meticulosa da luz em ambientes predominantemente monocromáticos. A ambiguidade é fundamental nestas obras e surge do jogo entre o que se vê e o que não pode ser visto, assim como entre figuração e abstração, realidade e ficção, luz e sombra.
Portanto, trata-se de uma proposta que reivindica a manualidade e o ofício como forma de sugerir uma narrativa densa que se apoia nos aspectos sensuais da matéria e que convida o espectador a reconciliar-se com a sua própria corporalidade e vulnerabilidade.
(1) Josep Maria Esquirol, La penúltima bondad. Ensayo sobre la vida humana (Barcelona: Acantilado: 2018), p. 7.
(2) Ibíd.
(3) Ibíd.
Sheila Cañestro é doutora em Belas Artes pela Universidade de Málaga (Espanha). Ao longo da sua trajetória, ela recebeu bolsas e residências de produção que permitiram o desenvolvimento de sua atividade artística e de investigação, destacando-se: a bolsa da Fundación Viana (Cajasur – Diputación de Córdoba), na Fundação BilbaoArte (2015); III Bolsa ARP da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Málaga (2015-2016); e a residência de produção na Fundação Antonio Gala para Jovens Criadores, em Córdoba (2017-2018). Em 2014, recebeu o Primeiro Prêmio de Aquisição no “VIII Prêmio de Pintura” da Universidade de Málaga. O seu trabalho foi exibido em exposições colectivas na Espanha, em cidades como Málaga, Madrid, Córdoba, Ourense e Salamanca. Internacionalmente, participou em exposições colectivas em Kolkata (Índia) e Lisboa, (Portugal). A sua obra faz parte das coleções públicas da Universidade de Málaga e da Fundação Antonio Gala.
binómio — exposição no âmbito da 16ª bienal internacional cerâmica artística aveiro
Jan 04 2024
28 OUTUBRO 2023 > 28 JANEIRO 2024 I CLAUSTRO DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA, AVEIRO
Integrada na XVI Bienal Internacional Cerâmica Artística Aveiro que decorre entre 28 de outubro e 28 de janeiro de 2024, realiza-se a exposição BINÓMIO, uma exposição coletiva com obras de alunos da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Artistas: Ana Franco Neto, Andreia Gomes Pereirinha, Anja Hallek, Bárbara Fernandes, Bárbara Jasmins, Beatriz de Almeida Pisa, Catarina farinha, Daphne Klagkou, David Arraia, Francisca Martins e Pablo Diaz, Inês Duarte Justo, Inês teles, Irene de Vilder, Isabel Bentes dos Santos, Jéssica Pinto, Mafalda André, Maria Henrique, Marta Galvão Lucas, Noah Thor Alhalel, Paco Moreno, Paola Quiñonez, Pedro Dionísio, Vera de Serpa Soares.
O centro do Claustro da Santa Casa da Misericórdia encontra-se a céu aberto, numa ligação imediata com o cosmos, tanto quanto com o recolhimento interior e a reflexão. Em torno destas ideias surge o BINÓMIO, que incide nas ideias de interioridade, exterioridade, verticalidade ou horizontalidade, como acessos a esse entendimento complexo. As obras refletem estes conceitos, expressam essas dimensões do ponto de vista formal, estabelecendo inevitáveis diálogos com o espaço arquitetónico.
A cerimónia de abertura da XVI Bienal Internacional Cerâmica Artística Aveiro realiza-se no dia 28 de outubro, às 15h00, no Teatro Aveirense.
exposição de andré rodrigues
Jan 04 2024
30 NOVEMBRO 2023 > 09 JANEIRO 2024 | IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugura no dia 30 de novembro no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de André Rodrigues, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Nascido em Almada, André Rodrigues está atualmente a frequentar a Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. A sua expressão artística abrange diversas áreas das artes plásticas, explorando a representação do oculto e do obscuro. Já teve a oportunidade de expor nas áreas de Lisboa e Almada, colaborando com vários colegas artistas.
IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa

A exposição de Isabel Brito decorreu entre 24 de outubro e 28 de novembro I IVENS Living Real Estate
Isabel Brito nasceu em Lisboa, no ano de 2003. Iniciou os seus estudos na Escola Artística António Arroio, onde se especializou em Design de Equipamento. Atualmente, encontra-se a frequentar a licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Ao longo do seu percurso, tem estado envolvida em variados projetos relacionados com as artes plásticas e cenografia. Além disso, foi fundadora do núcleo de crítica de cinema da FBAUL, conhecido como CineFBAUL.
A exposição de Lara Neto Mendes decorreu entre 12 de setembro e 24 de outubro | IVENS Living Real Estate
Lara Neto Mendes, natural de Lisboa, Portugal, no ano de 2003, é uma jovem artista em pleno processo de desenvolvimento da sua formação artística.
O seu percurso na música inclui a conquista do quinto grau na prestigiosa Academia de Música de Santa Cecília, evidenciando o seu compromisso com a excelência artística desde os primeiros anos de vida.
No âmbito da sua formação académica, Lara obteve sucesso na conclusão do Curso Científico-Humanístico de Artes Visuais na conceituada Escola Secundária Artística António Arroio. Foi neste ambiente que desenvolveu as suas habilidades e conhecimentos na vasta área das artes visuais.
Adicionalmente, Lara complementou a sua formação ao concluir o Curso de Produção Artística em Têxteis, na mesma instituição, o que contribuiu significativamente para consolidar a sua experiência e competência nas artes.
Atualmente, encontra-se em fase de formação na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, o que demonstra o seu firme compromisso com a arte e a incessante busca pela expressão criativa.

A exposição de Iara Carvalho decorreu entre 29 de junho e 12 de setembro.
Iara Carvalho é uma artista nascida em Lisboa, no ano de 2001. Desde cedo, demonstrou interesse pela dança, especialmente no ballet clássico. Durante 6 anos, frequentou a Escola de Dança do Conservatório Nacional, aprimorando as suas habilidades e conhecimentos. Durante esse período, teve a oportunidade de participar em diversos concursos e formações tanto a nível nacional como internacional.
No entanto, em 2021, Iara decidiu redirecionar seu percurso artístico e embarcar na área da Pintura, abrindo-se para novas perspetivas profissionais. Atualmente, encontra-se no segundo ano do curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Essa mudança de direção permitiu que sua criatividade abrangesse dois âmbitos artísticos: a dança e a pintura. Iara tem um interesse particular no corpo como uma matéria moldável e explora o movimento em seu método de trabalho.
Através da fusão dessas duas formas de expressão artística, Iara Carvalho procura criar obras que capturam a fluidez e a energia do movimento humano, apresentando uma visão única e cativante do mundo ao seu redor.
A exposição de José Miguel Paes decorreu entre 19 de maio e 20 de junho de 2023.
José Miguel Paes
Nasceu a 9 de setembro de 2000 em Almada. Ingressou na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa em 2020 na licenciatura de Escultura. Em 2021 mudou a sua licenciatura para Pintura, na qual frequenta o segundo ano.
O seu trabalho tem explorado o tema da memória, da degradação e amálgama da mesma, através da pintura.

A exposição de Barbara Cabral decorreu entre 18 de abril e 16 de maio de 2023.
Barbara Cabral
Nasceu em São Paulo, Brasil, a 1 de Novembro de 2001, e está na sua licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.Tem experiência em encomendas de quadros e já fez exposições em Portugal, sendo a mais recente realizada na Galeria NADĀ. O seu trabalho figurativo conta com uma paleta saturada e diversa, que evolui conforme sua experiência artística.
Instagram :@barbara_drawings

A exposição de João Salvador decorreu entre 14 de março a 14 de abril de 2023
João Salvador, nascido em Almada no ano de 2003.
Atualmente no segundo ano de licenciatura do curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Os seus trabalhos estiveram recentemente expostos na exposição “Pequenos Formatos” da Galeria Monumental e no projeto “Mousa”, uma iniciativa da LoungeIST e da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa.
Ao longo do seu pequeno curso académico e artístico tem desenvolvido trabalho cujos temas abordam sobretudo o absurdo e o quotidiano através da aglomeração e descontextualização de medias, imagens e ideias como uma colagem que dá corpo à sua pintura. Tem como base / ponto de partida o desenho, cujo qual tenta sempre implementar ou conjugar com o resto da pintura.
Instagram: @joaosalvate
A exposição de Henrique Ribeiro decorreu entre 14 de fevereiro e 13 de março de 2023.
Henrique Ribeiro nasceu em Viseu a 6 de maio de 2003. Atualmente frequenta o 2º ano do curso de Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Revela particular interesse por representar ambientes bucólicos e nebulosos. Expôs os seus trabalhos pela primeira vez em galeria, na cidade de Viseu em 2020. Desde então já expôs em locais da Grande Lisboa, apresentando a sua evolução artística.
Prémio Delfim Maya
Dec 21 2023
ENTREGA DE PROJETOS ENTRE 01 DE SETEMBRO E 31 DE DEZEMBRO 2023
Realiza-se no dia 15 de março, no auditório Lagoa Henriques a apresentação do Prémio Delfim Maya, dirigido a alunos de escultura e design de equipamento, com intervenções da Prof.ª Cristina Tavares, Vice-Presidente da Faculdade de Belas-Artes, a neta do escultor Dra. Maria Maya e o Prof. Ajunto Samuel Rama (da escola das Caldas – ESAD).
O Prémio Escultor Delfim Maya visa dar a conhecer a obra do escultor Delfim Maya (Porto, 1886 – Lisboa, 1978), o primeiro a introduzir em Portugal a escultura em folha de metal recortada, em 1934.
Este concurso é aberto aos estudantes do ensino superior de Faculdades de Belas-Artes e Escolas Superiores de Arte e Design existentes em Portugal, sejam públicas ou privadas e artistas formados até 3 (três) anos depois da conclusão da licenciatura e/ou mestrado.
Datas de entrega dos projetos entre 1 de setembro e 31 de dezembro.
inshadow lisbon screendance festival
Dec 18 2023
04 > 20 DEZEMBRO 2023 I CISTERNA/// 04 DEZEMBRO 2024 > 05 JANEIRO 2024 I GALERIA
Inaugura no dia 4 de dezembro, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa a programação cultural integrada no InShadow, com o seguinte horário e programação:
4 dezembro, 18h00
VÍDEO-INSTALAÇÃO I Vários Aristas
Cisterna FBAUL
4 dezembro, 19h00
ISTO NÃO É UM HOSPITAL de Joaquim Leal | Exposição Fotográfica
THIS IS NOT VIDEODANCE de Mariana Dias – Contentor da Galeria
Galeria FBAUL
O InShadow – Lisbon Screendance Festival regressa de 9 de novembro a 15 de dezembro para a 15ª edição, que decorrerá no Teatro do Bairro, Cinemateca Portuguesa, Museu da Marioneta, Espaço Cultural Mercês, Espaço Santa Catarina, NOTE Galeria de Arquitectura, Biblioteca de Alcântara, Espaço SAFRA, Cisterna e Galeria da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, ETIC e FNAC Chiado, apresenta propostas e encontros entre a dança, o cinema e a tecnologia.
Com mais de 300 candidaturas, este ano apresentamos um programa alargado de propostas. O InShadow integra uma competição internacional de vídeo-dança, de documentário e de filmes de animação com dança, para além de performances, programação para o público infanto-juvenil – LittleShadow, e propostas de formação com workshops e masterclasses abertas ao público.
Em destaque na programação as performances SOMATATI da CiM – Companhia de Dança, de 9 a 12 de novembro no Museu da Marioneta, RAIO DE TI de Rita Vilhena no dia 24 de novembro na Biblioteca de Alcântara, Ghost Shadow irá iniciar a sessão de encerramento com a entrega de prémios, no dia 2 dezembro no Teatro do Bairro.
No dia 3 de dezembro, na Espaço SAFRA a performance She’s Lost Control da Inestética.
A Competição Internacional de Vídeo-Dança e Documentário, decorre entre os dias 28 novembro e 2 de dezembro, no Teatro do Bairro e ETIC.
Este ano a oferta formativa do InShadow conta com a participação da diretora e coreógrafa do Polish DanceTheatre, Iwona Pasinska, do artista Espanhol Alex Páchon, de Conceição Garcia e a artista Italiana Maddalena Ugollini.
InShadow destaca-se internacionalmente nas áreas do vídeo-dança e da performance, assumindo um cruzamento artístico entre o corpo e a imagem.
InShadow, o corpo imagina-se na sombra.
PROGRAMA NA FBAUL
O CORPO EXPANDIDO
Como criar uma cartografia sentimental
com Bruno Leal e Mariana Dias
2, 3, 6, 8 novembro 2023
ISTO NÃO É UM HOSPITAL de Joaquim Leal | Exposição Fotográfica
THIS IS NOT VIDEODANCE de Mariana Dias – Contentor da Galeria
04 a 20 dezembro, Galeria FBAUL
VÍDEO-INSTALAÇÃO I Vários Aristas
04 a 20 dezembro, Cisterna FBAUL
Coleção Charters de Almeida do Museu da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Dec 18 2023
12 > 20 DEZEMBRO 2023 I FBAUL (3º PISO)
Inaugura no dia 12 de dezembro, às 11h00, no corredor do 3º piso, a exposição Coleção Charters de Almeida do Museu da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
João Charters de Almeida (1935), artista plástico português incontornável da segunda metade do século XX e do século XXI, é Doutor Honoris Causa pela Universidade de Lisboa, desde 2013, por proposta da Faculdade de Belas-Artes e dos Departamentos de Escultura e de Ciências da Arte e do Património.
Artista verdadeiramente internacional com vasta obra pública em Portugal, Bélgica, Estados Unidos, Canadá, China e Japão, a sua ação não se tem limitado ao campo da escultura, mas igualmente ao da medalhística, da cerâmica, da pintura, da gravura, do desenho, do design e da cenografia e figurinos para ópera e bailado.
A Coleção Charters de Almeida do Museu da Faculdade de Belas-Artes da Universidade Lisboa apresenta peças que constituem uma síntese de uma vasta produção artística em gesso, em bronze e noutros metais, em pedra, em desenho e em gravura, completada por importantes registos fotográficos, que deverá ser divulgada a todos, principalmente aos alunos de artes plásticas e design e da conservação do património.
Fernando António Baptista Pereira
Eduardo Duarte
Curadoria: Fernando António Baptista Pereira e Eduardo Duarte
Montagem: Ana Bailão, Marta Frade e Eduardo Duarte
Agradecimentos:
Academia Nacional de Belas-Artes: Alberto Reaes Pinto (Presidente), Pedro Gaurim Fernandes
Alunos do Mestrado em Conservação de Arte Moderna e Contemporânea: Lúcia Neves, Beatriz Queiró, Carolina Delicado, Margarida Silva, Matilde Costa, Sara Sousa
Alunos da unidade curricular de Laboratório de Conservação e Restauro de Gesso: Ana Marta Rocha, Beatriz Lamego, Eduardo Rovisco, Mariana Vann, Micaela Mazel
Alunos da unidade curricular de Laboratório de Conservação de Pintura I: Ana Belchior, André Rodrigues, Andreia Oliveira, Beatriz Freitas, Bruna Rogeiro, Catarina Pereira, Filipa Bruno Alves, Inês Dias, Inês Martinho, Madalena Carvalho, Mafalda Preto, Maria Eduarda Barboza, Miguel Lopes Castanhas, Selma Pina, Sofia Sá da Bandeira
Monitora do Heritage Lab: Inês Simões
FBAUL: Amadeu Farinha, António Aguiar, Guilherme Resende, Isabel Nunes, Joana Mateus, Leonor Fonseca
thinking tomorrow
Dec 17 2023
09 NOVEMBRO > 31 DEZEMBRO 2023 I ESPAÇO ARTE IGOT
Inaugura no dia 9 de novembro, às 18h00, no Espaço Arte do IGOT (Instituto de Geografia e Ordenamento do Território), a exposição Thinking Tomorrow de sete jovens artistas, com curadoria da escultora Luzia Alves, alunos e ex-alunos da Faculdade de Belas-Artes.
A exposição ficará patente até 31 de dezembro.
O evento inicia-se às 17h00 com uma Conversa na Biblioteca do IGOT com Luísa Schmidt (professora e investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e reconhecida especialista em questões ambientais), sobre o tema “Arte, Território e Sustentabilidade”.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Thinking Tomorrow
Explorando a Sustentabilidade e a Ecologia através da Arte
Sete artistas encontram-se coletivamente no Espaço Arte do IGOT, para pensar um amanhã que é de todos, compartilhando uma visão comum: a preocupação com o nosso Planeta e a crença de que as ações de hoje serão as consequências de um amanhã.
Nesta exposição, exploram-se as questões sustentabilidade, ecologia, práticas e pensamentos sustentáveis, onde cada obra é uma reflexão sobre como as ações do passado e do presente podem condicionar e ter impactos significativos no nosso futuro. Através de uma diversidade de materiais e técnicas, desde pedra, metal, madeira, plástico de talhe direto, construção e modelação, fotografia e performance fotografada, todos estes elementos são explorados e moldados com o objetivo de expressar as preocupações inerentes à nossa relação com o meio ambiente.
Tendo como base a sustentabilidade e a preocupação no que diz respeito aos materiais que se usam na produção das obras, os artistas exploraram conceitos como: a importância de respeitar os ciclos da natureza; uma chamada de atenção aos problemas humanitários que afetam diretamente a relação dos seres humanos com o Planeta Terra, destacando a necessidade de mudanças; a crítica à manipulação da Natureza por parte dos seres humanos; e também a elevação da natureza a um patamar que permite observar as suas feridas e cicatrizes, convidando-nos a refletir e tentar amenizar o que as causou.
Explorar e discutir questões prementes sobre sustentabilidade e a relação do ser humano com o meio ambiente é imperativo. Esperamos que as obras aqui apresentadas incitem essa reflexão, o pensar o amanhã, na esperança que ocorra uma influência e mudança positiva e assertiva sobre as ações que praticamos enquanto comunidade.
Cabe-nos a nós discutir o passado e, no presente, refletir e adotar hábitos que estudem atentamente a possibilidade de existir um futuro.
Luzia Alves
Artistas:
Diogo Nunes @diogo_mm_nunes_art
Filipa Batista @filipabatista_art
Ildefonso Pontes @ildefonsopontes
Luzia Alves @luzia.alves.art
Pedro Serafim @pedrosousaserafim_art
Santos Rocha @santos.rocha.arte
Vera Vilhena @veravillhena
gestos entrelaçados — catálogo digital disponível
Dec 17 2023
12 DEZEMBRO 2023 > 07 JANEIRO 2024 I MUSEU DE S. ROQUE, MUSEU ARQUEOLÓGICO DO CARMO, RESTAURANE WINE NOT
No âmbito das actividades do “Quarteirão das Artes Chiado”, no qual a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa está integrada, ficarão expostas a partir do fim da tarde do dia 12 de dezembro, obras de estudantes/artistas da FBAUL, em três lugares distintos do Chiado e do Carmo: no Museu de S. Roque, no Museu Arqueológico do Carmo e no Restaurante Wine Not.
Esta mostra com o título Gestos Entrelaçados estará patente até dia 7 de janeiro de 2024
Chiado, Carmo, Paris: os “lugares” de Dordio Gomes e as bifurcações da pintura
Dec 17 2023
05 > 31 DEZEMBRO 2023 I LODZ, AULA GALLERY AKADEMIA SZTUK PIEKNYCH IM. STRZEMINSKIEGO
07 NOVEMBRO > 20 DEZEMBRO 2023 I SPAZI ESPOSITIVI ACCADEMIA DI BELLE ARTI, BOLOGNA
17 JUNHO > 30 SETEMBRO 2023 I CITA, ARRAIOLOS
11 > 31 MAIO 2023 I AUDITORIO MANUEL DE FALLA, GRANADA
04 > 31 MAIO 2023 I CASA DE PORTUGAL, PARIS
No próximo dia 5 de dezembro, inaugura em Lodz, Polónia, a sexta exposição Chiado, Carmo, Paris: os lugares de Dordio Gomes e as bifurcações da pintura, relativa ao pintor e pedagogo Dordio Gomes, em paralelo com artistas coevos de Espanha, Itália, Brasil e Polónia, escolhidos pelos curadores. Depois das exposições em Lisboa, Porto, Paris e Granada, as interpretações de muitos estudantes e docentes da FBAUL sobre o Dordio Gomes serão expostas no seu “lugar natural”, Arraiolos, onde podem ser apreciadas em coabitação com obras de estudantes e docentes dos países convidados para integrar o projecto “Chiado, Carmo, Paris. Artes na Esfera Pública”.
A exposição ficará patente até 31 de dezembro.
A exposição no spazi espositivi Accademia di Belle Arti, em Bolonha, Itália esteve patente entre 7 de novembro e 20 de dezembro.
A exposição no Centro de Investigação do Tapete de Arraiolos (CITA) esteve patente entre 7 de junho e 30 de setembro.
A exposição no auditório Manuel de Falla, em Granada esteve patente entre 11 e 31 de maio.
A exposição na Casa de Portugal, em Paris, esteve patente entre 4 e 31 de maio.
Inaugurou no dia 10 de março, no Museu Nacional Soares dos Reis, Porto, a “Colectiva” que integra estudantes e docentes da Faculdade de Belas-Artes da UL, em parceria com docentes e estudantes das Belas Artes de Granada, exposição integrada na programação que teve início no mês passado, cujo ponto de irradiação, nacional e internacional, é a FBAUL. Aos artistas portugueses foi feito um convite para realizarem obra em torno de Dordio Gomes (que tem no acervo daquele museu as suas “Casas de Malakoff”). Os artistas da Faculdade de Belas Artes de Granada, por sua vez, trabalharam em torno de Manuel Ángeles Ortiz (1895-1984), com a coordenação de Juan Carlos Guadix.
A exposição fica patente até 30 de abril.
Pela FBAUL, temos: Catarina Mendes / Cláudia Colares / Gina Martins / Joana Alves / João Castro Silva / José Quaresma / Nadya Ismail / Nicoleta Sandulescu / Paulo Lourenço / Pedro Zhang / Suzana Azevedo / Tiago Baptista / Vasco Moura / Xavier Tourais
Pelas Belas Artes de Granada: Andrés Macías / Bethânia de Sousa / Enrique Marín / José Gracia Pastor / Juan Carlos Guadix / Mairen Gutiérrez / Noelia Jiménez / Patricia Hurtado / Ramón Santa Cruz / Ricardo Garcia.
O PROGRAMA do Chiado, Carmo, Paris: os lugares de Dordio Gomes e as bifurcações da pintura iniciou no dia 23 de fevereiro, às 14h30, no Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), com o primeiro de seis ciclos de conferências e a primeira de sete exposições internacionais, sendo a primeira exposição constituída por três núcleos, a visitar em sequência: Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), Museu Arqueológico do Carmo (MAC). Este projecto tem a coordenação do docente da FBAUL, José Quaresma.
No mesmo dia procedeu-se ao lançamento do livro com 11 ensaios em torno da obra deste pintor, aos quais se juntam outros ensaios sobre artistas coevos de Dordio (oriundos de Espanha, Brasil, Polónia e Itália).
O evento é passível de ser registado e divulgado pela Faculdade de Belas-Artes através de fotografia e vídeo
INSCRIÇÃO NOS CICLOS DE CONFERÊNCIAS
A inscrição é obrigatória em cada uma das conferências:
Museu Nacional de Arte Contemporânea (23/02/2023) – INSCRIÇÕES ENCERRADAS
Grémio Literário (21/03/2023) – INSCRIÇÕES ENCERRADAS
Museu Nacional Soares dos Reis, Porto (20/04/2023) - INSCRIÇÕES ENCERRADAS
Casa de Portugal, Paris (04/05/2023) - INSCRIÇÕES ENCERRADAS
Auditorio Manuel de Falla, Málaga (11/05/2023) - INSCRIÇÕES ENCERRADAS
Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos (17/06/2023) – INSCRIÇÕES ENCERRADAS
De acordo com o texto da Introdução do Livro / Catálogo:
“Por via da apropriação artística, da discussão estética e da produção ensaística, pretende-se reaproximar Dordio Gomes dos seguintes lugares: (1) do Chiado, nomeadamente do MNAC, onde existem obras muito representativas do seu percurso artístico, e da Faculdade de Belas- Artes de Lisboa, anteriormente a Academia Real de Belas Artes, na qual ingressa aos 12 anos para realizar a sua formação artística (e pessoal); (2) da cidade de Paris, onde viveu e trabalhou em dois períodos distintos da sua vida, cidade a partir da qual empreendeu visitas a vários países europeus, por exemplo Itália e Suíça; (3) da Vila de Arraiolos, à qual regressou várias vezes, por diversos motivos; (4) e ainda do Porto, devido, por um lado, ao facto de lá ter leccionado cerca de três décadas, contribuindo para a formação de diversas gerações de artistas portugueses, e, por outro lado, pelo facto de estar representado no Museu Nacional Soares dos Reis com obras muito relevantes.
Paralelamente à elaboração de um conjunto significativo de ensaios em torno de Dordio, assim como textos relacionados com as Artes na Esfera Pública, este ano o projecto Chiado, Carmo, Paris permitiu desenvolver obras de arte relacionadas com algumas fases da actividade artística de Dordio Gomes, sempre com preocupações contemporâneas e numa lógica de apropriação criativa, capaz de fazer mediações plásticas entre a sensibilidade artística dos autores de hoje e as descobertas e bifurcações que este pintor trouxe à arte portuguesa. Trata-se de um desafio colocado a doze artistas emergentes e a quatro professores da FBAUL para o alargamento das potencialidades da obra de Dordio Gomes, que se vão interligar a estudantes e docentes do ensino artístico superior em Espanha, Brasil, Itália e Polónia, num total de 45 artistas europeus, com sete exposições colectivas a realizar em Lisboa, Porto, Paris, Granada, Arraiolos, Bologna e Lodz.
Como o projecto integra artistas estrangeiros cujas orientações artísticas não necessitam de coincidir com as motivações portuguesas, propôs-se aos curadores estrangeiros que sugerissem aos estudantes e docentes das respectivas instituições de ensino um artista plástico que na década de 1920 tenha estado em contacto com a cultura francesa, designadamente parisiense, ou que tenha realizado obra muito representativa para os respectivos meios artísticos. O compromisso colectivo que solicitámos aos curadores e ensaístas estrangeiros consistiu em trazer esses artistas para o presente, enfatizando-se assim o que os mesmos possam ter partilhado com Dordio Gomes, designadamente o Cubismo, o Expressionismo (ou certas vagas de Neo-expressionismo), Cézanne e as vagas de Cezanismo na pintura; entre outros pontos de contacto com a obra de Dordio Gomes. Os artistas estrangeiros sobre os quais também se engendraram obras de arte, elaboraram ensaios e vão realizar conferências são os seguintes: Brasil: Tarsila do Amaral (1886-1973); Granada, Espanha: Manuel Ángeles Ortiz (1895-1984); Bologna, Itália: Renato Guttuso (1911-1987); Lodz, Polónia: Leon Chwistek (1884-1944).
Desta forma, com esta diversidade de autores, confluência de vontades e aproximação de horizontes distintos de trabalho, esperamos dar continuidade aos esforços de mudança artística, pedagógica e estética desenvolvidos por Dordio Gomes.”
José Quaresma
belas-artes 1961. Memórias em offset na coleção da biblioteca
Dec 17 202325 OUTUBRO > 30 NOVEMBRO 2023 I BIBLIOTECA
A biblioteca da Faculdade de Belas-Artes reúne nesta exposição 16 matrizes de impressão offset – palavra derivada de “offset lithography” (traduzida como “litografia fora do lugar”) – utilizadas na elaboração do Boletim 3 da Escola Superior de Belas-Artes (ESBAL), datado de 1961.
Nesta mostra destaca-se também um estojo que contém barras de lacre com o sinete da ESBAL-DAPD (Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa – Departamento de Artes Plásticas e Design), proveniente da presidência da Faculdade, cujo selo terá sido utilizado de 1974 até ao ano da saída definitiva do Departamento de Arquitetura da ESBAL (1979).
Organização: Anna Gentilini, Joana Souto Mateus.
Colaboração: Professor Eduardo Duarte, Alberto Faria e Paulo Lourenço.
O restauro virtual do Património. Ferramentas Digitais e experiências formativas
Dec 14 2023
15 DEZEMBRO 2023| 12H00 > 13H00| ONLINE e SALA 3.63
Masterclass intitulada O restauro virtual do Património. Ferramentas Digitais e experiências formativas lecionada no âmbito da Unidade Curricular de Sistemas de Registo do Património, Licenciatura de Ciências da Arte e do Património, com Juan Salvador Sanabria Fernandéz, Conservador-restaurador de Património Cultural, especialista em Virtualização e Restauro Virtual do Património. Em doutoramento na Universidade de Sevilha, Espanha.
O link Zoom é:
Tópico: “O restauro virtual do Património. Ferramentas Digitais e experiências formativas”
Horário: 15 dez. 2023 12:00 da manhã Lisboa
Entrar Zoom Reunião: https://videoconf-colibri.zoom.us/j/93673766473?pwd=ekI3dW0zRHVrWWhFbG42YTREQ1FEZz09
ID da reunião: 936 7376 6473
Senha: 126795
ll Encontro do Mestrado de Ensino de Artes Visuais da Universidade de Lisboa – MEAV
Dec 12 202316 de DEZEMBRO 2023 (SÁBADO)| 9h00 | Auditório Lagoa Henriques
No próximo dia 16 de dezembro, a partir das 9h00 da manhã, terá lugar no Auditório Lagoa Henriques (FBAUL) o II Encontro do Mestrado de Ensino de Artes Visuais da Universidade de Lisboa, dedicado ao tema “O Ensino das Artes Visuais no Século XXI”.
O Encontro conta com a presença de investigadores e especialistas que irão refletir sobre os desafios que a comunidade educativa enfrenta no ensino das artes visuais, sendo este evento um ponto de encontro para todos os profissionais e interessados na área.
INSCRIÇÕES abertas até 10 de dezembro.
As inscrições são gratuitas, mas OBRIGATÓRIAS.
INSCREVA-SE AQUI
Contacto: encontromeav@belasartes.ulisboa.pt
conexões artísticas romeno-portuguesas
Dec 06 2023 
07 DEZEMBRO > 11H00 I SALA 2.07
Realiza-se no dia 7 de dezembro, às 11h00, na sala 2.07, uma mesa redonda sob o tema Conexões Artísticas Romeno-Portuguesas pela Professora Doutora Ana Thudichum Vasconcelos, Presidente do CIEBA (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa) e pela Professora Doutora Nicoleta Silvia Joana (Universidade de Artes de Bucareste – UNARTE), com a participação da Professora Doutora Carla Paoliello, da curadora Professora Doutora Daniela Frumuseanu, das artistas Alexandra Tecu e Anastasia Dabija e das alunas e alumini do Mestrado em Design para a Sustentabilidade Elena Metzdorf, Francisca Simões e Laura Pereira.
o impacto do graffiti no novo espaço
Dec 01 2023
05 DEZEMBRO 2023 > 14H30 I CENTRO NACIONAL DE CULTURA
Realiza-se no dia 5 de dezembro, pelas 14h30, no Centro Nacional de Cultura, o Ciclo de Conferências O Impacto do Graffiti no Novo Espaço, organizado pelo Quarteirão das Artes Chiado, e com a Coordenação do Professor José Quaresma.
A INSCRIÇÃO é gratuita mas obrigatória e deverá fazê-la AQUI.
Considerando que existe um número limite para as inscrições no caso de desistir agradecíamos que nos contactasse através do e-mail comunicacao@belasartes.ulisboa.pt, para dar o lugar a outra pessoa.
pelo Coordenador José Quaresma
14h40 / 15h10 — Liberdade ou iconoclastia? Perguntas em torno do graffiti.
Emília Ferreira (Directora do MNAC)
Superintendente Domingos Antunes
15h40 / 16h10 — Ad Ephemeram Gloriam / à Glória Efémera, a SAM “a todos os que passam e ousam deter-se”
Sandra Leandro (Directora do MNFMC, Évora)
16h10 / 16h40 — Graffiti e tensão no espaço público
José Quaresma (Docente da FBAUL)
m. heidegger, h.-g. gadamer, p. ricoeur. temas de estética — livro de josé carlos pereira
Nov 29 2023
05 DEZEMBRO 2023 > 17H30 I CINEMATECA PORTUGUESA (LIVRARIA LINHA DE SOMBRA), 1º PISO
Realiza-se no dia 5 de dezembro, pelas 17h30, na Livraria Linha de Sombra na Cinemateca Portuguesa, a apresentação do livro M. Heidegger, H.-G. Gadamer e Paul Ricoeur. Temas de Estética de José Carlos Pereira, pelo filósofo Rui Lopo.
O lançamento do livro será antecedido por uma mesa redonda sobre o Valor da Arte, moderada por João Almeida, director da Antena 2, com a participação de Carla Caramujo (Soprano), Rui Morais (OPART / TNSC / Cistermúsica), Filomena Ferreira (Assessora Presidência e Comissão Cultural / ISEG) e José Carlos Pereira.
Enquanto resultado de um ato radicalmente livre, a obra de arte não é formulável, ou assimilável teticamente; implica a totalidade do ser e do seu sentido, e refaz a noção de experiência a partir da coação do sentimento e do pensamento, distante de qualquer primado psicologista ou meramente estésico; esta experiência poderá caber na formulação do poetar pessoano, na evocação da pobre ceifeira: “o que em mim sente está pensando”. Com Heidegger, interlocutor privilegiado de Gadamer e Ricoeur, podemos concluir que se é a própria dimensão temporal do Dasein que abre a possibilidade de superar a dimensão histórica do tempo, é o “com-sermos” com a obra de arte na experiência estética, enquanto o que poderá haver de mais autenticamente humano, que pode confirmar a indissociável relação entre liberdade e criatividade, facto que abre um horizonte expectante para o ser humano no século XXI. Este livro constitui uma meditação acerca da estética filosófica presente no pensamento de M. Heidegger, H.-G. Gadamer e P. Ricoeur.
José Carlos Pereira
Diálogos entre Desenho e Arqueologia
Nov 14 202325 OUTUBRO > 25 NOVEMBRO 2023 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Exposição com os trabalhos de alunos de Desenho de Património baseados em ídolos Calcolíticos expostos no Museu Nacional de Arqueologia.
Curadoria: Profª Guida Casella
A relação entre artistas e a história da arte e diferentes objectos arqueológicos não é nova. Se o achado arqueológico ‘é mudo’ são as narrativas que sobre ele se imprimem, que o fazem falar.
Estas narrativas são à vez resultado de investigações cientificas cujo saber é uma construção para a qual concorrem ideias, textos e desenhos.
Num campo de acção a que chamamos ‘Desenho Arqueológico’ realizam-se desenhos de campo (levantamento arquitectonico de escavação); desenho de peças (ilustração cientifica de artefactos) e desenho de reconstituição (para fins didáticos).
trabalhos em curso
Nov 14 2023Joana Antunes, S/ Título (detalhe), 2022
25 OUTUBRO > 25 NOVEMBRO 2023 I GALERIA
Esta mostra conta com a participação de 10 alunos finalistas dos cursos de licenciatura e mestrado em Desenho da FBAUL, cujos trabalhos resultam dos projectos gráficos e das pesquisas desenvolvidas a partir de 2022, respectivamente, nas unidades curriculares de Desenho: Projecto e Projecto Artístico.
O título remete para o duplo sentido de um fazer artístico que, apesar de ter origem no contexto académico de um curso (num trabalho de projecto), transcende-o, ao implicar uma dimensão projectiva, evocando um processo criativo que se pressupõe no gerúndio, em permanente continuidade.
Artistas: Aurora Neves; David Rodrigues; Francisco San-Payo; Joana Antunes; João Marques; Luís Bem-Haja; Joana Cotrim; Nádia Joaquim; Nina Fernandes; Teresa Serrano
Curadoria dos professores: Américo Marcelino, Domingos Rego, João Jacinto, Manuel San-Payo