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(pt) o longe e as imagens — exposição da pós-graduação em discursos da fotografia contemporânea
Sep 24 2018Atlas. Relato visual de una metodologia artística
Aug 26 201821 > 29 AGOSTO I GALERIA
Inaugura no dia 21 de agosto, às 18h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição “Atlas. Relato visual de una metodologia artística“, resultante do trabalho de 4 artistas da Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca: Mikha-ez, Umasensio, Concha Sáez e Javier Ayuso.
Coordenação e curadoria
João Castro Silva
horário |schedule
2ª a sáb › 11h–19h
monday to saturday › 11am to 7pm
Este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
El presente proyecto muestra una metodología artística llevada a cabo en la asignatura de Idea, concepto y proceso en la creación artística I en la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca.
En ella, los artistas Concha Sáez, Umasensio, Mikha-ez y Javier Ayuso participan con distintas obras que ponen en contexto con otros creadores, estímulos audiovisuales o literarios a través de cartografías, que sirven a los estudiantes para establecer relaciones formales o conceptuales entre diferentes referentes.
De este modo, Atlas. Relato visual de una metodología artística, se conforma de cinco obras, documentadas fotográficamente –dos fotografías por obra– y una cartografía por cada obra que la vincula con otros agentes. Con esta suerte de ensayo visual se modifica el modo de concebir las relaciones de las obras entre sí, favoreciendo la compresión del trabajo de estos artistas desde un punto de vista transversal y no estandarizado del mundo.
Escultura e Pensamento
A Escultura é um processo de realização formal tridimensional que se baseia em representações conceptuais ligadas directamente a uma expressão interiorizada de sentimentos, reflexões ou encadeamentos de ideias. Ideias são as formas ou princípios originários da realidade observável e vivenciada e o Desenho a expressão mais viva dessa interioridade não formal, efémera, princípio essencial de materialização, origem de um processo que se revê finalmente numa matéria perene.
A Ideia[1] consiste numa pura forma, prévia à sua materialização em objecto, e pode ser considerada como a mais-valia individual que o autor projecta na obra final. O Desenho é o alicerce da obra final, a sua alma, pois a ele se encontra constitutivamente ligada a Ideia.
A Ideia é o turbilhão que desencadeia uma infinitude de processos, imagens e formas, novas maneiras de fazer e de pensar. Desenhar é equivalente a pensar[2], desenha-se com a mesma intenção com que se escreve, o Desenho é definidor de uma ideia, o meio de dar forma a um pensamento.
A Ideia cria novos objectos a partir de uma realidade natural que se reconhece como inicial e se torna reconhecida na obra final. Desenhar é, ao fim e ao cabo, pensar com a matéria e com a imaterialidade do pensamento, e o Desenho não é mais do que a superfície visível das aparências interiores que se inventam.
A obra de Arte reside previamente na alma humana, há uma forma interior, individual e idealizada, e várias formas exteriores que são utilizadas como fundamentos da imitação da Ideia. Entre Desenho e Ideia a fronteira é ténue, uma resolve-se na medida da outra, é através do traço que se encontra, a um tempo, a Ideia e o Desenho daquilo que se quer fazer.
Como expressão de uma Ideia, o Desenho não representa nunca aquilo que o olhar vê. O Desenho representa aquilo que se pensou[3], irremediavelmente idealiza o que se olha. A Ideia que fazemos da realidade é sempre uma forma depurada dessa mesma realidade, tem origem na natureza mas supera-a, essa é a mais-valia da Arte. Representa-se aquilo que se pensa a partir daquilo que se viu, viveu. A Ideia deriva da intuição que fazemos da natureza, é o resultado de uma experiência empírica. Originada na natureza, a Arte supera a sua origem e constitui-se como o próprio original.
Na Escultura como no Desenho as relações entre a prática e a teoria revelam-se como aspectos de uma única e idêntica actividade, cuja intenção, destino e produção é inseparável de uma demanda, sempre inacabada e constantemente retomada. O encontro da teoria com a Escultura é uma reflexão que assegura a própria forma e expressão de um exercício que se vai construindo na medida da sua invenção. Escultura é a teoria e a especulação juntas, que existem por referência a uma multiplicidade homogénea de objectos, de procedimentos e de técnicas. E se a Escultura se identifica e corporiza em objectos, é porque a sua natureza não é absolutamente conceptual, mas também visibilidade objectiva. Escultura é conjectura e destino, modos de pensar, de ver e de fazer.
João Castro Silva
Professor Auxiliar Escultor
[1] “A ideia é o espaço inaugural, espaço suplementar e excedentário, necessariamente «vazio», que desencadeia a (in)finitude de novos processos e imagens, de novas maneiras de fazer e de pensar.” (SILVA, Vítor Manuel Oliveira da, Ética e Política do Desenho, 2004, p. 174).
[2] “Dibujar es arañar tejiendo una red que atrapa las ideas; es iluminar ciñendo las formas con sombras; es resolver y ordenar una batalla de energías hasta hacer visible el pensamiento; y es, en definitiva, depositar ilusión sobre una superfície…” (BORDES, Juan, História História de las teorias de la figura humana. El dibujo, la anatomia, la proporción, la fisiogonomia, 2003, p. 18).
[3] “As obras, diz o nosso Vieira, são filhas dos pensamentos, no pensamento se concebem, do pensamento nascem, com o pensamento se crião, se augmentão, e se aperfeiçoão: e como os filhos recebem dos pais a natureza, o sangue e o appelido, assim se recebe do pensamento todo o bem e louvavel que resplandece nas obras” (RODRIGUES, Francisco de Assis, Na sessão publica triennal e distribuição de prémios da Academia das Bellas- Artes de Lisboa, 1856, p. 6).
Bibliografia
- BORDES, Juan, História de las teorias de la figura humana. El dibujo, la anatomia, la proporción, la fisiogonomia, Cátedra, Madrid, 2003.
- RODRIGUES, Francisco de Assis, Discurso pronunciado por Francisco de Assis Rodrigues na sessão pública trienal da Academia de Belas- Artes de Lisboa, Lisboa, 25 de Outubro de 1856.
- SILVA, Vítor Manuel Oliveira da, Ética e Política do Desenho, teoria e prática do desenho na arte do século XVII, FBAUP, Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Porto, 2004.
(pt) PRÉMIOS GAB-A 2018
Aug 26 2018finalistas de pintura belas-artes 16’17
Aug 26 2018
31 JULHO > 31 AGOSTO I SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS-ARTES
Inaugura no dia 31 de julho, às 18h30, na Sociedade Nacional de Belas-Artes a exposição “Finalistas de Pintura Belas-Artes 16’17“
Coordenação: Miguel Ângelo Rocha
Curadoria: Margarida Eloy
horário | schedule
2ª a 6ª > 12h–19h
sáb. > 14h–20h
monday to friday 12noon to 7pm
saturday 2pm to 8pm
A inauguração é passível de ser registada e divulgada pela Faculdade através de fotografia e vídeo.
Trabalho em curso
Entrámos neste espaço e não havia ninguém – aparentemente, não havia ninguém.
Depois (imediatamente), apercebemo-nos que, afinal, o espaço já estava completo, repleto.
Então, a possibilidade seria criar um espaço nosso para podermos existir.
Como começar? Por onde começar?
“To build a house you start with the roof”(Franz West)
Talvez não exista um espaço vazio, sem referências ou contexto – o próprio espaço écontexto. Não existe um espaço vazio assim como não existe uma página em branco (ou tela em branco…).
Por breves momentos (antes de começar), é possível que a ideia de uma página em branco ou de um espaço sem ninguém seja plausível mas, assim que o primeiro gesto se inicie, originando uma marca numa superfície ou um golpe numa matéria, todas as referências surgem – o contexto da arte.
Um “espaço nosso”seria possivelmente a criação de uma voz própria alterando assim esse contexto, esse espaço já repleto. E esse “espaço”também inclui o tempo, quero dizer: a dinâmica espaço/tempo em que uma obra surge e que irá transformar essa mesma dinâmica.
O acto criativo equaciona a nossa experiência perante as subtilezas que percebemos do mundo. Contudo, aquele não é um empreendimento óbvio, exige o deslocamento da mente, dos preconceitos e da disponibilidade dos sentidos. É uma experiência para lá dos limites do que pode ser nomeado. Não obstante a objectividade que pode estruturar uma obra e a sua concepção, o seu fazer recupera instâncias complexas, de difícil acesso, relacionadas com a nossa natureza subjectiva.
Do contexto próprio da prática artística, a percepção da realidade é uma de multiplicidade e de simultaneidade de eventos. O olhar, o ver é, então, aquele que decorre, coincidente com o movimento – uma experiência do tempo como continuum. Trata-se então da actualização do ver e do pensamento enquanto forma; do movimento em si e do próprio mundo. Serão estas, porventura, as qualidades que estão na génese de uma voz (de uma pluralidade de vozes) e na procura daquela, patentes nas obras presentes nesta exposição.
À obra de arte não é só o tempo histórico específico que lhe corresponde mas, também, uma dimensão do fluxo temporal, algo presente desde o momento da sua concepção e até ao momento em que a obra é apreendida pelo observador. Este traz consigo a sua história, o seu conhecimento e os seus desejos para a experiência da obra. São os tempos colectivo e subjectivo, a partir da direcção do artista e da direcção do observador, que convergem e coincidem na obra, actualizando-a.
Como dizia, a actualização diz respeito ao movimento em si e do próprio mundo. Característica implícita nas acções sucessivas, de valor positivo e que incluem o indeterminado: aquilo que existe potencialmente e que rejeita o óbvio porque a indeterminação implica inovação e criação. É então, a indeterminação, intrínseca à procura de uma voz, de uma prática artística que se afirma como um organismo vivo. Esta é a possibilidade, a abertura e a receptividade ao encontro, uma atenção verificada por uma estrutura que está receptiva ao momento, à invenção que aí está potencialmente contida. São noções que reflectem uma consciência de pluralidade. É a dimensão que afirma o híbrido, o impuro, o imperfeito, conceitos que advêm da percepção que temos da realidade mas que não nos é de todo óbvia pois, desde que nascemos, que nos édito o que as coisas são e o que significam – somos ensinados a reconhecer e, o conhecimento, pela sua natureza, é algo que fica como possibilidade de aprendizagem. (O Eduardo Chillida dizia não acreditar no ensino da arte, que há algo que pode ser ensinado mas, o “resto”, na sua maior parte, só pode ser aprendido, o que é essencialmente diferente.)
A impureza de uma linguagem, uma arte que procura na indeterminação um veículo para adquirir um sentido de autonomia e vitalidade, são condições que advêm, precisamente, da recusa de qualquer categorização. Neste sentido, os trabalhos permanecem abertos, inconclusivos, são potencialmente novas materializações em si mesmos. A incorporação do fluxo e da mudança são elementos críticos na obra e encontram a sua última expressão na recusa de uma só configuração ou fim.
As implicações de tais obras são simultaneamente evidentes e imprevisíveis. A obra não dissimula nem mimetiza o mundo, será, porventura e também, evidência e presença no mundo. A obra é fluxo. Os seus significados balançam entre vários níveis de realidade: concreta, abstracta, simbólica, e outros, dependentes da subjectividade individual, embebidos no mundo, dependentes da luz, do espaço, do momento.
Captando e denunciando a espontaneidade do momento, as actualizações da obra revelam uma intermitência entre a sua natureza e a própria vida, por outras palavras, a sua dimensão política.
M.A.R., Junho 2018.
Exposição de Escultura — Mestrado 2018
Jul 12 201812 > 27 JULHO | CISTERNA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES
Inauguração dia 12 de Julho às 18h00
Finissage dia 24 de Julho, às 18h00, com lançamento do catálogo
O Mestrado em Escultura constitui um marco, a sinalização de um período de reflexão e desenvolvimento de conceitos, processos e técnicas de futuros operadores nesse vasto campo que é hoje em dia a escultura.
O abandono da narrativa, da utilização de matérias e materiais nobres, de perenidade e estabilidade na escultura contemporânea e a assimilação de outros territórios como a arquitetura, a performance assim como a utilização de materiais perecíveis levam-na também a aceitar ser frágil e efémera à semelhança da condição humana.
Esta exposição dos alunos de Mestrado de Escultura procura apresentar-nos algumas ideias e a sua materialização em esculturas mais ecléticas do que nunca, assim como a utilização do espaço da cisterna que nos propõe um olhar de interação entre a escultura e o espaço intemporal ali existente.
Luísa Perienes
Professora Auxiliar
horário | schedule
2ª a 6ª › 15h–21h
monday to friday 3pm to 9pm
A inauguração e finissage são passíveis de serem registadas e divulgadas pela Faculdade através de fotografia e vídeo.
Exhibition – “POÉTICAS PSICODÉLICO-VISIONÁRIAS: Arte e Estados Não Ordinários de Consciência”
Jul 01 2018Sorry, this content is only available in Portuguese.
(pt) immersive | imersivo
Jul 01 2018index.everything
Jul 01 2018
22ND JUNE > 08TH JULY I FABRICA FEATURES LISBOA
index.everything presents the proposals developed in the course of Project II of the Master in Communication Design and New Media (Faculty of Fine Arts, ULisboa) that deal with the indexing systems and processes which are central to contemporary communication. Approaching themes such as data policy and protection, surveillance, digital dependency or digital footprint and exploring concepts such as dark patterns, appification, critical gameplay or the subversion of production patterns in design, the projects critically explore these conditions and phenomena, reflecting on their current impact. They offer a reflection on how digital tools shape access to information or define an economy of attention, while promoting control mechanisms in a context of proliferation of social networks and applications structured around data and metrics of our daily lives. Following these themes the exhibition includes proposals resulting from a partnership with the Institute of Astrophysics and Space Sciences within the scope of the Literacy in Astronomy project, addressing the role of artistic production and design processes in the communication of scientific knowledge.
Opening
June 22—6 p.m.
Exhibition
June 22 to July 8 2018
10 a.m.—8 p.m.
Fabrica Features Lisboa
Rua Garrett 83, 4º Piso / 4th floor
Organization
Master in Communication Design and New Media, Belas-Artes, ULisboa
https://www.belasartes.ulisboa.pt/cursos/mestrados/design-de-comunicacao-e-novos-media/
some little voices inside my head
Jul 01 2018
21 ST JUNE > 21ST JULY I ZARATAN CONTEMPORARY ART
Alexandre Estrela, André Trindade, António Olaio, Catarina Branco, Daniel Antunes Pinheiro, Fernando Fadigas, João Caeiro Farias, João Ferro Martins , João Mouro, Luisa Cunha, Mariana Gomes Gonçalves, Miguel Sá, Miguel Soares
Zaratan is thrilled to present “Some little voices inside my head” an exhibition integrated in the Pós Graduação of Sound Art of the Faculdade de Belas Artes, University of Lisbon.
With shared curatorship between the professors of the postgraduate course and Zaratan’s artists, the exhibition aims to approach sound from a variety of disciplinary perspectives and formal solutions, bringing together a small transgenerational set of artists with students from the FBAUL.
The exhibition will be accompanied by an intense parallel program of sound experiments, concerts, performances and other live events.
We are about to faint, we hear in the distance, very close to a free, constant frequency, tinging the electric corners of the body. Faced with a certain eternal chasm of possibilities, one chooses between awakening and collapsing to maintain a certain amplification that is not declared to the outside. We try to have a speaker at peak amplitude, first on the right side and then on the left: brief exercise of panoramas that no one listens to. Graduation of life, balance and weight of the channel. We rewrite the given frequencies, modeling them against the mirror of the listening being; they are the unconscious sounds of the body in the flesh, nerve in the world, exposed and disposed asymmetrical day by day, of those who choose to change stations, press the rec button and leave.
Opening: June 21 from 7:00 p.m. to 11:00 p.m.
On display: from 22 June to 21 July 2018
horário schedule
5ª a dom › 16h–20h
thursday to sunday › 4pm to 8pm
xCoAx 2018: 6th International Conference on Computation, Communication, Aesthetics and X
Jul 01 2018
Extended submission deadline: 12 February
Stereo & Immersive Media 2018 — Photography and Sound Research
Jun 21 2018
CONFERENCE 28 > 30 JUNE I UNIVERSIDADE LUSÓFONA // IMERSIVO/IMMERSIVE 29 JUNE > 21 JULY I SNBA
Final Programme for 2018 S&I Media Conferece is already available!
This year we will have a nineteenth-century inspired daguerreotype studio. You will be able to witness this amazing process and take the result home with you!
As in our previous edition, there will also be 3D film screenings! Edgar Pêra, Esther Jacopin and Florent Médina are some of the experimental 3D cinema directors S&I Media will feature. You will also be able to talk with the directors in the end of the screening session’s debate.
We planned a visit to the Museum of Mechanical Music, next to Lisbon, which has a collection of more than 600 sound and musical items that move exclusively through mechanical systems from the late 1800s to the 1930s. In 2017, the Museum was awarded the Visitable Colection and Best Website Awards by the Portuguese Museology Association. Visitable Colection Award distinguishes “public or private spaces, with the presentation of a set of cultural goods that follows all the standards of communication, security and conservation”.
You can check all the Programme details here.
Imersivo | Immersive
S&I Media 2018 Exhibition
Curators: Victor dos Reis and Rogério Taveira
Venue: Fine Arts Society, Lisbon
Dates: 29 June to 21 July
We are glad to announce the six projects selected for our very first exhibition Imersivo | Immersive:
Daydream Nation, Sandra Zuzarte Ferreira
This multimedia installation, created after Gerhard Richter’s work, suggests the deconstruction of a stereoscopic visualization process and a reflection on the act of seeing itself, while evoking the Schrödinger’s paradox to illustrate the creation of ghosts and simulacra.
Wandering Gaze, Ana Teresa Vicente
This project explores the relation established between the observer’s gaze and a certain image. Through the use of eye-tracking technology, this interactive installation suggests the suspension of gravity by a hidden force through the experience of a prosthetic gaze that pierces the observed object.
Passagem, Ana Catarina Teixeira
With this work, the artist seeks an approach to sleep, creating interactions between the concepts of vulnerability and human existence. This sound installation reflects on sleep as a verge state between two worlds and falling asleep as the moment of exterior absence, evoking the threshold between life and death.
Eccentric Spaces, Águeda Simó
This video installation explores the plasticity of stereo depth and its immersive qualities. Stereo depth can be manipulated to create eccentric dimensions and reveal hidden worlds that only exist inside the stereoscopic projections.
Atmosmancy, Ivo Louro
Atmosmancy is an immersive sound installation that explores the sonification of environmental data on climate changes and atmosphere pollution in Portugal. Atmosmancy transforms this monitored and projected data into corresponding sound streams, spatializing them via 10 audio speakers.
Her Fears / Her Dreams, Jennifer Crane
Series of stereoscopic photographs (7”x 3” archival pigment prints) based on historical views of western Canada and on the photographic archives of William Notman, who owned and operated one of the largest photographic studios in Canada during the nineteenth century.
A EXPANSÃO DAS BELAS-ARTES: O PROJETO DE ADALBERTO DIAS
Jun 21 20185 JUNHO > 31 JULHO | CAPELA, FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
A Expansão das Belas-Artes: o projeto de Adalberto Dias — VER O FILME
A exposição, com curadoria de Victor dos Reis, revela o projeto vencedor, da autoria do Arquiteto Adalberto Dias, no concurso internacional relativo à expansão da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa para os espaços adjacentes do antigo Governo Civil e Comando Metropolitano da PSP (com frente para a Rua Capelo). A nova área, com cerca de 2.000m2, foi cedida às Belas-Artes por via do protocolo assinado em 2014 entre o Reitor da ULisboa e o Ministério das Finanças. Este protocolo, o programa preliminar elaborado subsequentemente pela escola, ao longo de 2015 e 2016, e o projeto vencedor agora revelado tornam possível a remodelação e a reabilitação de uma área nobre no centro da cidade mas igualmente a desejada e a necessária expansão das Belas-Artes, atualmente com mais de 1.700 alunos. O projeto de Adalberto Dias permite a ampliação e a reorganização dos espaços da faculdade dando-lhe uma segunda frente e uma segunda entrada pela Rua Capelo – lado a lado com a nova entrada do Museu Nacional de Arte Contemporânea (Museu do Chiado) e no eixo com o Teatro Nacional de São Carlos – contribuindo assim para que o quarteirão ocupado pelo antigo Convento de S. Francisco da Cidade, no coração do Chiado, se aproxime da ideia de verdadeiro quarteirão das artes.
horário schedule
2ª a 6ª › 14h–17h
monday to friday› 2pm to 7pm
A inauguração é passível de ser registada e divulgada pela Faculdade através de fotografia e vídeo.
Uma outra forma de ver: sentindo!
Jun 09 2018
Naturaleza
Jun 01 201814 JUNHO > 30 JUNHO I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 14 de junho, às 18h00, na galeria das Belas-Artes a exposição Naturaleza, resultado do trabalho de Monica Cerrada Matias, Escultora e Pintora, Doutorada em Belas-Artes pela Universidade Complutense de Madrid, com curadoria de João Castro Silva.
Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
horário schedule
2ª a sáb › 11h–19h
monday to saturday › 11am to 7pm
Mónica Cerrada, artista plástica y profesora de Escultura de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad Complutense de Madrid presenta una exposición de Escultura, Dibujo y Pintura realizada con diferentes técnicas y materiales.
Las ideas de Creación, Crecimiento y Trasformación están en el trasfondo de su obra plástica. En ella reflexiona sobre la capacidad generadora de la Naturaleza y sobre su continua e inevitable mudanza. Su universo plástico está poblado de frutos, hojas, ramas, flores, pequeñas briznas y retazos del mundo vegetal, en el que se inspira para reflejar los misterios y leyes de la Naturaleza. No solo le interesa la realidad, sino aquello que está latente y parece oculto en la Naturaleza, aquello que está por crecer, aquello que va a mutar, así como aquello que ha dejado de ser. De fondo está el deseo de expresar la continua transformación del mundo.
CURRÍCULUM ARTÍSTICO
Mónica Cerrada, escultora y pintora, es Doctora en Bellas Artes por la Universidad Complutense de Madrid. Ha realizado siete exposiciones individuales y ochenta y cinco exposiciones colectivas en España. También ha expuesto en Oporto, Nueva York, Beijing, Shangai y Bulgaria. Ha recibido seis premios y tres menciones de honor por su obra en Concursos y ha recibido dos Becas de Creación Artística de obra personal. Su obra está en colecciones públicas y privadas.
In all senses – a multisensory and interactive exhibition
Jun 01 201825 MAIO > 02 JUNHO I CALEIDOSCÓPIO ULISBOA
A Universidade de Lisboa (ULisboa) organiza pela primeira vez a exposição “Em Todos os Sentidos – Uma Exposição Interativa Multissensorial”, uma mostra interativa que permite visitar um conjunto de experiências sensoriais, cognitivas e emocionais, compreender as especificidades das necessidades educativas especiais e vivenciar ações colocando-se no lugar de alguém que utiliza os sentidos de forma diferente.
A exposição é composta por atividades que convocam um dos 5 sentidos ou vários sentidos em simultâneo. Cada uma apela a diferentes formas de sentir e agir.
A partir das atividades e das sensações vivenciadas o público poderá (re)descobrir o mundo à nossa volta e perceber que a diversidade nos enriquece e que uma sociedade mais inclusiva é uma sociedade mais rica.
A Faculdade de Belas-Artes foi uma das instituições da ULisboa que participou na organização da iniciativa.
A inauguração será no dia 25 de maio no edifício do Caleidoscópio pelas 16:00h.
carmo, chiado and the appartitions of faust
Jun 01 2018
01 > 15 JUNHO I MUSEU ARQUEOLÓGICO DO CARMO
Inaugura no dia 1 de junho, às 17h30, em Lisboa, no MUSEU ARQUEOLÓGICO DO CARMO, a última exposição internacional relativa ao Chiado, Carmo e ao mito de Fausto, com a participação de docentes e estudantes de cinco Instituições de Ensino Artístico Superior, aventura coletiva a exibir em diversas cidades europeias, projeto com a conceção e a curadoria geral de José Quaresma, acompanhado nesta tarefa por outros quatro curadores convidados para estabelecer os elos com os respetivos países.
As Instituições participantes são:
École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris
Facultad de Belas Artes de Cuenca
École Nationale Supérieure des Arts Visuels La Cambre, Bruxelas
Academia de Belas Artes de Lodz
e docentes e estudantes da FBAUL.
No dia 1 de fevereiro, em Cuenca, foi apresentado oficialmente o livro de ensaios deste ano com a coordenação do docente acima referido, assim como um Ciclo internacional de Conferências com a designação: Carmo, Chiado e as Aparições de Fausto. Esfera Pública e Transfigurações de um Mito.
LÓDZ: 3 a 17 janeiro
CUENCA: 1 A 25 fevereiro
PARIS: 1 a 26 março
LISBOA: 2 a 15 maio; 1 a 15 junho
desenha luz
Jun 01 2018
30 MAIO > 15 JUNHO I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 30 de maio, às 18h00, no corredor do 1º piso do Auditório Lagoa Henriques, a exposição Desenha Luz.
Nesta mostra são apresentados os Protótipos funcionais das várias interpretações do tema Desenhar Luz. Exercício académico realizado, no presente ano letivo, pelos estudantes do 1º ano, do Curso de Design de Equipamento, na UC de Projeto I Metodologia, com orientação de Ana Thudichum Vasconcelos, Mariano Piçarra e Ricardo Delgado.
conservação e restauro de esculturas em gesso
May 15 2018
17 MAIO > 01 JUNHO I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 17 de maio, às 18h00, na galeria das Belas-Artes a exposição Conservação e Restauro de Esculturas em Gesso resultado do trabalho de restauro realizado pela Professora Marta Frade, no âmbito do seu doutoramento.
A exposição é de entrada livre e estará patente até 01 de junho.
Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.
Um trabalho em constante progresso!….
Esta exposição resulta do trabalho realizado no âmbito do doutoramento, sob orientação do Professor Doutor António Matos. É o início de um longo caminho para a valorização, preservação, conservação e restauro da arte em gesso. Resulta de um percurso que começou há 21 anos, onde o conhecimento e estudo sobre esta matéria tornaram-se mais coesos, exaltando uma vontade de preservar e valorizar uma arte que se entendia como efémera.
Neste percurso, trabalhar em restauro de arte edificada permitiu manter um saber-fazer tradicional que se previa perder. Mas também com os artistas, proporcionou um momento privilegiado dando lugar a um diálogo entre o escultor e o conservador-restaurador. Nesta última etapa houve a oportunidade de olhar não só para a obra em si, como também para uma colecção de um valor incalculável, que guarda em si estórias e histórias, saberes-fazeres, evoluções de técnicas, memórias…..que definem períodos e estilos, ajudando a vivenciar a evolução do ensino artístico português.
Nestes anos houve o privilégio de procurar conceitos, metodologias de uma arte tão empírica, quer por parte de estucadores como de formadores. A simbiose entre a investigação e a prática proporcionaram uma contribuição para o ensino. A transmissão de saberes permite parar o tempo para olhar de uma outra forma a arte, sensibilizar e cuidar o que outrora foi, e é, arte de alguém.
Nesta exposição percorremos três eixos principais: a Valorização sobre a reserva escultórica bem como de todo o património móvel e imóvel em gesso; a Metodologia onde é visível o diálogo entre o escultor e o conservador-restaurador bem como o uso da ciência e tecnologia (como por exemplo a radiografia) para o conhecimento da estrutura interna e também a análise da matéria em si; por fim o Ensino onde é dada a importância da transmissão de saberes e o trabalho realizado com os alunos na cadeira Laboratório de Conservação e restauro da Licenciatura de Escultura.
Embora frágil e efémero, o gesso foi a matéria eleita para a divulgação da arte pela Europa, para imitar uma variedade de matérias nobre não alcançáveis e guarda em si, como uma espécie de fóssil, marcas do artista, perdurando no tempo para as gerações futuras.
Marta Frade
corpo de meteorito
May 15 2018
02 > 28 MAIO I CAPELA BELAS-ARTES
Corpo de Meteorito, exposição de Mikha-ez, patente na Capela das Belas-Artes entre 2 e 28 de maio de 2018.
Esta exposição, com curadoria de João Castro Silva, insere-se na programação oficial da 12º edição das GAB-A, Galerias Abertas das Belas-Artes e, por isso, a sua inauguração realiza-se no dia 19 de maio, às 14h00, com a presença do artista.
Miguel González Diez (Mikha-ez) é investigador em formação e doutorando na Universidad de Salamanca.
adriano de sousa lopes – conservation and restoration of academic works belonging to faculdade de belas-artes da universidade de lisboa
May 01 2018
26TH APRIL > 11TH MAY I BELAS-ARTES GALLERY
GAB-A — 12ª edição das galerias abertas das belas-artes
May 01 2018
19TH > 20TH MAY I FBAUL
REGISTRATIONS
Only students and alumni of the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon can apply.
Students and alumni interested in participating must complete the APPLICATION FORM until the 31st March 2018.
homage to santa rita the painter, on the centernary of his death – polemics and controversy
May 01 2018
03 > 04 MAIO I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Este evento pretende durante dois dias (3 e 4 de maio) homenagear a polémica figura de Santa Rita Pintor, decorridos cem anos do seu falecimento, a 29 de Abril de 1918. Juntando um grupo de especialistas que nos últimos anos se têm interessado e trabalhado sobre Santa Rita Pintor, este projeto pretende lançar novas informações, reflexões e discussões em torno da sua particular importância na história da arte portuguesa, em torno de questões como a sua relação com a Academia, as suas polémicas enquanto bolseiro, com a enviada cópia da Olympia de Manet e o conflito com João Chagas que levou à suspensão das bolsas, o seu reivindicado futurismo, com as suas blagues e provocações, os seus envolvimentos em Orpheu e na edição de Portugal Futurista, esta imediatamente apreendida à saída da gráfica, a sessão futurista com Almada Negreiros que é caso único na sua dimensão extremamente precursora na história da performance em Portugal, a polémica da atribuição da Cabeça Futurista que o amigo Manuel Jardim trouxe postumamente de Paris como sendo de Santa Rita Pintor, a destruição da sua obra de vanguarda, deixando um vazio provocatório ao seu entendimento póstumo, entre outras.
Será um regresso de Santa Rita Pintor à Escola e Academia de Belas-Artes, com as quais esteve diretamente relacionado durante cerca de 1/3 da sua vida. Haverá uma exposição bibliográfica na Biblioteca da Faculdade de Belas-Artes e outra na Academia Nacional de Belas-Artes, com obras e documentação desta instituição e da Faculdade de Belas-Artes, mais algumas curiosidades de coleções privadas, com material pouco visto ou mesmo inédito em exibição pública. Esta exposição terá que funcionar com visita guiada e marcações prévias. A acompanhar o evento vai ser lançada uma edição de projeto crowdfunding “Apoie o Restauro” para a peça de Santa Rita Pintor da coleção da FBAUL.
Instituições:
- Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa / CIEBA
- Academia Nacional de Belas-Artes
- Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa
- Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (CET-FLUL)
- Projeto integrado no Ano Europeu do Património Cultural
INSCRIÇÕES
A entrada nas conferências é livre e gratuita, mas de inscrição obrigatória.
As visitas às exposições são de inscrição obrigatória. O número mínimo é de 10 pessoas e o limite máximo é de 20 pessoas por visita, por isso solicitamos que, em caso de desistência, nos informe através do e-mail comunicacao@belasartes.ulisboa.pt ou através do tel.: 213 252 108.
A Faculdade reserva-se o direito de cancelar a visita se não atingir o número mínimo de 10 visitantes.
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a cartuxa não se visita
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08TH > 28TH MARCH I GALLERY
Opening the 8th March, 6 P.M.
schedule
monday to friday › 11am to 7pm