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exposição “colores de méxico”

E_2024_COLORES DE MEXICO

4 DEZEMBRO 2024 > 8 JANEIRO 2025 | CORREDOR AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES

Inaugura no dia 4 de dezembro, às 11h00, no Corredor do auditório Lagoa Henriques a exposição Colores de México. A exposição ficará patente até 8 de janeiro.

Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.


 

A arte popular mexicana é uma manifestação artística que emerge das tradições e da cultura popular das diversas comunidades de todo o país. Caracteriza-se pelo seu profundo vínculo com as raízes indígenas, coloniais e mestiças, refletindo uma fusão de influências pré-hispânicas, europeias e africanas. Este tipo de arte abrange uma ampla gama de expressões, como cerâmica, têxteis, talha em madeira, olaria, murais, arte em papel machê, joalharia, entre outros, e é conhecido pelo uso de cores vibrantes, formas simbólicas e temas relacionados com a vida quotidiana, a natureza, a religião, as festividades populares e o património sociocultural.

Nesta exposição museográfica, apresentam-se fotografias e exemplares físicos de quatro peças emblemáticas da arte popular mexicana:

Alebrijes: Estas criaturas coloridas e fantásticas combinam elementos de diferentes animais e seres mitológicos. São criações que simbolizam a criatividade ilimitada do artesão mexicano, evocando o mundo dos sonhos e o misticismo.

Talavera poblana: Estas peças de cerâmica tradicional, originárias de Puebla, destacam-se pelos seus desenhos intrincados e cores vibrantes, que combinam influências indígenas e andaluzas (atual Espanha). A talavera poblana é apreciada pela sua funcionalidade e beleza, sendo um claro reflexo da mestria artesanal.

Árvore da vida: As árvores da vida, originárias de Metepec, simbolizam a ligação entre o homem, a natureza, a espiritualidade e a essência da existência, sendo uma das representações mais importantes da arte popular mexicana.

La Catrina: A famosa figura da morte elegante, criada pelo artista José Guadalupe Posada e popularizada por Diego Rivera. A Catrina, com o seu rosto de caveira e vestuário elegante, simboliza a visão mexicana da morte como uma parte única e festiva da vida.

 

Biografias

Luz María Jardón Iniestra: Licenciada em Línguas pelo IUFIM no México, Mestre em Linguística Aplicada pela UAEMÉX no México e Doutoranda em Ciências da Arte e do Património na Universidade de Lisboa. Trabalhou em projetos focados na importância da Língua e da Cultura como manifestações sociais, Estudos Culturais e análise da cultura, bem como em temas de multiculturalidade e interculturalidade. O seu trabalho mais recente está centrado na Arte Popular Mexicana como manifestação cultural e análise social.

El Hassane Ait Faraji: Licenciado em Ciências Políticas e Estudos Portugueses, com Mestrado em Museologia e Museografia pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Atualmente é doutorando em Ciências da Arte e do Património na mesma faculdade. Hassane tem trabalhado como curador convidado em exposições destacadas, incluindo O Poder da Palavra I / Peregrinação / Hajj. A sua investigação foca-se na arte do azulejo em Portugal, na talavera poblana no México e na arte do Andalus, explorando as conexões culturais e artísticas entre estas tradições. Além disso, é investigador ativo na área de arte e património.

 


 

El arte popular mexicano es una manifestación artística que surge de las tradiciones y la cultura popular de las diversas comunidades a lo largo del país. Se caracteriza por su profundo vínculo con las raíces indígenas, coloniales y mestizas, reflejando una fusión de influencias prehispánicas, europeas y africanas.

Este tipo de arte abarca una amplia gama de expresiones, como la cerámica, textiles, tallado en madera, alfarería, murales, arte en papel maché, joyería, entre otros, y es conocido por su uso de colores vibrantes, formas simbólicas y temas relacionados con la vida cotidiana, la naturaleza, la religión, festividades populares y bagaje sociocultural.

En esta exhibición museográfica se presentan fotografías y ejemplares físicos de cuatro piezas emblemáticas del arte popular mexicano:

Alebrijes: Estas coloridas y fantásticas criaturas, fusionan elementos de diferentes animales y seres mitológicos. Son creaciones que simbolizan la creatividad ilimitada del artesano mexicano, evocando el mundo de los sueños y el misticismo.

Talavera poblana: Estas piezas de cerámica tradicional, originarias de Puebla, destacan por sus intrincados diseños y brillantes colores, que combinan influencias indígenas y andaluzas (actual España). La talavera poblana es apreciada por su funcionalidad y belleza, siendo un claro reflejo de la maestría artesanal.

Árbol de la vida: Los árboles de la vida, originarios de Metepec, simbolizan la conexión entre el hombre, la naturaleza, la espiritualidad y la esencia misma, siendo una de las representaciones más importantes del arte popular mexicano.

La Catrina: La famosa figura de la muerte elegante, creada por el artista José Guadalupe Posada y popularizada por Diego Rivera. La Catrina, con su rostro de calavera y atuendo elegante, simboliza la visión mexicana de la muerte como una parte única y festiva de la vida.

La inauguración de la exhibición será el día 4 de diciembre a las 11 am en el Corredor Lagoa Henriques.

 

Biodatas

Luz María Jardón Iniestra: Licenciada en Lenguas por el IUFIM en México, Maestra en Lingüística Aplicada por la UAEMÉX en México y Doctoranda en Ciencias del Arte y del Patrimonio de la Universidad de Lisboa.

Ha trabajo en proyectos enfocados en la importancia de la Lengua y la Cultura como manifestaciones sociales, Estudios Culturales y análisis de la cultura al igual que temáticas de multiculturalidad e interculturalidad. Su trabajo más reciente está enfocado en el Arte Popular Mexicano como manifestación de la cultura y análisis social.

El Hassane Ait Faraji: Licenciado en Ciencias Políticas y Estudios Portugueses, con una Maestría en Museología y Museografía por la Facultad de Bellas Artes de Lisboa. Actualmente, es doctorando en Ciencias del Arte y del Patrimonio en la misma facultad.

Hassane ha trabajado como curador invitado en exposiciones destacadas, entre ellas O Poder da Palavra I / Peregrinação / Hajj. Su investigación se centra en el arte de la azulejería en Portugal, la talavera poblana en México y el arte del Andalus, explorando las conexiones culturales y artísticas entre estas tradiciones. Además, es investigador activo en el área de arte y patrimonio.

Tags:
Jan 04 2025 · Arte, Exposições

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