Arte
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FORMAÇÃO B-MAD / Berardo – Museu Arte Deco
Mar 15 202310 e 17 de março de 2023
Os alunos de 1º ano do mestrado em Conservação de Arte Moderna e Contemporânea vão poder realizar duas aulas de Inspeção e Diagnóstico, em contexto de trabalho, no Museu de Arte Deco, B-MAD, nos dias 10 e 17 de março de 2023.
A iniciativa é coordenada pelo Professora Ana Bailão com a colaboração da monitora do Heritage Lab, Inês Simões. Têm o apoio das conservadoras-restauradoras Ana Rodrigues e Patrícia Santos no museu B-MAD.
Ciclo de Conferências Arte e Tecnologia como parte do processo de criação
Mar 10 202320 MARÇO 2023 > 17H00 I GRANDE AUDITÓRIO
Estas conferências, com coordenação da Professora Diana Costa, com perfil de aula aberta, têm como grande objetivo celebrar a transversalidade artística do campo de atuação da Ciberarte, promover o encontro entre pessoas de diferentes contextos artísticos e transmitir novos olhares estéticos, usando como base a linguagem pluridisciplinar das artes digitais, virtuais e todo o campo tecnológico.
No dia 20 de março realiza-se a conferência com o Título Ideal virtual – O espaço virtual como um lugar do desenho contemporâneo, por Hugo Passarinho.
A realidade é um território densamente contestado por impulsos gráficos de todos os tipos. O espaço virtual permite a implementação de ambientes ideais para a criação. Cruzando historicamente o caso da evolução da realidade virtual observaremos a aplicação da mesma, observando processos e resultados em nome próprio.
Evento gratuito e que não requer inscrição, estando apenas sujeito à lotação da sala.
Biografia de Hugo Passarinho
Criativo transversal a diferentes áreas da comunicação com foco na do desenho digital, design, criação de jogos. Nascido em Lisboa, 1978. Doutorado em Desenho pela Faculdade de Belas-Artes Universidade de Lisboa (2023), Mestre em Desenho pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa (2019), Licenciado pelo IADE Creative University (2002); 23 anos de experiência na industria criativa mutuamente em ambientes digitais e analógicos. Como praticante multidiscisciplinar do desenho e do design, sediado no pensamento estratégico foi-me possível exercer atividade na área da comunicação em todo o seu espectro. O trabalho que exerço funda-se numa forte aproximação conceptual, no desenvolvimento estratégico que se aplica a qualquer forma/ expressão em prol do resultado do projeto e das suas particularidades.
Sites:
https://duck-cat-sr5l.squarespace.com/
http://onedarkbird.com/
Instagram:
@hugo.passarinho.phd
@onedarkbird
Quando a gravura vem nas ondas do mar — exposição de josephine gerhardt
Mar 03 2023
07 > 14 MARÇO 2023 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 7 de março, às 18h00, na Galeria da Faculdade de Belas-artes, a exposição Quando a gravura vem nas ondas do mar de Josephine Gerhardt, com curadoria do Professor José Quaresma.
A exposição ficará patente até 14 de março.
Horário: 2ª a sábado entre as 11h00 e as 19h00
O mar e a gravação de marcas numa superfície têm origens num passado muito distante. Tão embrionário, tão incompreensivelmente remoto que, já o mundo era duplicação e metamorfose em impressões subaquáticas e ainda não tínhamos “homem”. Falo de um estranho grupo de seres vivos — Rangeomorpha —, agora fósseis de Mistaken Point (descobertos em 1967),produzidos há aproximadamente 540 milhões de anospor uma erupção vulcânica cujo fluxo piroclástico sedimentou no fundo mar.
“Entretanto”, o mar continuou a fazer das suas. As inúmeras marcas e impressões nunca mais cessaram, e, com a mão humana, redimensionaram-se para o “Bem” e para o “Mal”.
Permitam-me a referência a uma manifestação de street art juvenil: em setembro do ano passado, no asfalto de uma rua de Lisboa, em redor da grelha de uma sarjeta, vi e li isto em letras brancas: “O MAR COMEÇA AQUI”. A grelha estava pintada de azul, esta mancha transbordava-a, e das suas gretas escuras saiam grandes e sinuosos tentáculos de polvo, pintados de castanho claro, a par de outros símbolos da vida do mar.
Ora, a grelha pintadinha de azul, mais do que evocar o Mar no coração da cidade, vai mesmo “dar lá”. Sucede que esta exposição de Josephine Gerhardt, na Galeria da FBAUL, também “lá vai dar” por outros caminhos: pela expressão gráfica qualificada, por pugnar pela ideia de uma sustentabilidade que regule o nosso quotidiano, e ainda, pela crítica ao nosso desamor pela natureza e fraca empatia com as gerações futuras.
A eficácia da sua instalação gráfica, longamente preparada e experimentada, serve-se (e serve-nos) de um “tapete” compacto constituído por milhares de cascas de mexilhões através das quais podemos deambular.
Proporciona o vislumbre de frisos com múltiplas impressões a tinta de alga real (algas spirulina) e outras manchas, realizadas com pacotes Tetra Pak, encontrados nas praias portuguesas, embalagens essas que cumprem o papel de matrizes “malditas”.
Estas manchas, ora de forte impacto, ora de assimilação subtil, impelem-nos a uma experiência estética e plástica singular. Paralelamente ao prazer em imergir nesta instalação gráfica, somos ainda convidados a aprofundar uma ideia mais cuidada da Natureza e um novo sentido de Comunidade.
José Quaresma
Lisboa, 3 de março, 2023
How I Made Two Feature Films by Age 21_Masterclass with the american film director Jack Fessenden
Mar 01 20238 MARCH 2023 | 17h00 | GRANDE AUDITÓRIO FACULDADE DE BELAS-ARTES
On March 8, 2023, at 5:00 pm, it will be presented the masterclass entitled How I Made Two Feature Films by Age 21, with the american film director Jack Fessenden, by invitation of Prof. Susana de Sousa Dias and Prof. Francisco Queirós.
This event will take place in the grande auditório and is open to students, teachers and public in general.
The masterclass will be given in English.
Free event that does not require registration, subject to room capacity.
This event is likely to be photographed and filmed and subsequently released publicly.
“I have been making movies for as long as I can remember. Over the past few years, I have made a practice of reflecting on my process and taking note of habits that help me succeed. The mission of this masterclass is to demystify the role of the film director by detailing how I make my films from conception to completion, and to do so with full transparency. To be a film director, you must give yourself over to delusion; the delusion that your film will one day get made when the odds are stacked against you. If you force yourself to believe in this, your film will take on a life of its own and you, the director, will become its caretaker. Achieve this relationship with your film, and you are on the path to making the delusion a reality.”
Jack Fessenden
On March 10, at 7:00 pm, at Cinema S. Jorge, the film Foxhole, by Jack Fessenden, will be presented, within the framework of Outsiders – Cycle of Independent American Cinema, organized by FLAD, which will take place from March 7th to 12th, 2023.
FOXHOLE
Fiction, 2021, 95’
Directed by Jack Fessenden
Written by Jack Fessenden
Cinematography by Collin Brazie
Cast James Le Gros, Andi Matichak, Alex Hurt
Woodstock (Ultra Indie award) (2021)
Oldenburg (Official Selection) (2021)
Foxhole, which takes place during roughly 36 hours, in three separate wars — The American Civil War, The First World War and the Iraq War — follows five soldiers confined to a trench and confronted by moral questions, the futility of particular actions and an increasingly volatile combat situation. The War film is reduced to its essence by 21-year old “filmmaker prodigy”, Jack Fessenden.
Investigação artística e as metodologias anti-coloniais
Mar 01 2023
Oswaldo Guayasamin: Los Condenados de la Tierra, no 6. La Edad de la Ira.
Colección Fundación Guayasamín. Quito. Ecuador
08 MARÇO 2023 > 11H00 I SALA 3.60
Neste encontro e partilha de conhecimentos, estudantes de diversos programas de doutoramento da FBAUL colocam em movimento as metodologias e instrumentos críticos, históricos e conceituais que servem como ferramentas analíticas nos seus processos de investigação para dar conta da relação entre “Investigação artística e as metodologias anti-coloniais”.
A partir dos trabalhos de autoras e autores como Edward Said, Stuart Hall, Albert Memmi, Frantz Fanon, Gayatri Spivak, Patricia Hill Collins, bell hooks, Silvia Rivera Cusicanqui, Linda T. Smith, a teoria pós-colonial, decolonial e dos estudos da subalternidade serão problematizados alguns conceitos centrais para as metodologias nas artes tais como: a fratura entre investigador e investigado, tempo, espaço, história, teoria, escrita, individuo e sociedade, corpo/mente, conceitos chave que marcam a produção epistemológica atual.
Participantes:
Izabelle Louise Monteiro Penha
Indígena Tremembé e doutoranda em Artes, FBAUL-CIEBA. Na sua investigação apresenta um estudo inédito da relação entre a Encantaria – seres da floresta que estão presentes na cosmogonia Tremembé –, e a Imagem-espírito (utupë) de Davi Kopenawa – o verdadeiro interior dos seres da floresta na cosmogonia Yanomani. Por meio do gênero docuficção será partilhado uma criação audiovisual com os Tremembé sobre a Encantaria, a partir de Metodologias Decoloniais Indígenas.
Tiago Amate
Artista-pesquisadore ludovicense, investiga relações (im)possíveis entre imagens em movimento e corpos dançantes. Mestre em Dança, integra o grupo de pesquisa Ágora (PPGDança UFBA/CNPq). Suas investigações se dão na perspectiva da dança enquanto matéria indissociável do pensamento, relacionando-a com imagens dissidentes à hegemonia cênico-narrativa do cinema ocidental. Doutorando em Artes Performativas e da Imagem em Movimento (FBAUL), desenvolve o projeto transdisciplinar Cartas que dançam ao sul, uma pesquisa teórico-prática que visa a criar iconografias críticas ao colonialismo patriarcal.
Denise Santos
Designer de histórias, estudante e artista negra com interesse em aspetos intelectuais, políticos e artísticos da descolonialidade no design e na cultura. Atualmente encontra-se a finalizar a dissertação de mestrado intitulada “Designer enquanto viajante entre narrativas (anti)coloniais – uma abordagem sobre aspetos da iconografia gráfica e visual de Cabo Verde e a sua diáspora”, na ESAD das Caldas da Rainha. Enquanto filha de país cabo-verdianos, procura a valorização do passado, presente e futuro de pessoas negras, reescrevendo e reconstruindo histórias de forma crítica e descolonial.
Lucas Camargo de Barros
Doutorando em Artes (FBAUL). Roteirista, realizador e montador. Analisa as representações de patologias fisiológicas e psicológicas no cinema contemporâneo como estratégia de subversão formal nos filmes “L’Intrus” (Claire Denis, 2004), “O tio Boonmee que se lembra das suas vidas anteriores” (Apichatpong Weerasethakul, 2010) e “E agora, lembra-me?” (Joaquim Pinto, 2013). Metodologicamente, tem uma abordagem interdisciplinar entre narrativas médicas e estética cinematográfica a fim de problematizar tais regimes de produção de imagem.
Moderador:
Dr. Fabián Cevallos Vivar.
Investigador da FBAUL-CIEBA. Doutor em Pós-Colonialismos e Cidadania Global pela Universidade de Coimbra. Mestre em Educação Superior pela Universidade de Barcelona. Licenciado em Filosofia, Sociologia e Economia pela Universidade de Cuenca-Equador.
masterclass Embodiment and Playfulness in Interaction Design, com o artista digital Tiago Martins
Mar 01 202314 MARCH 2023 | 5:00pm | GRANDE AUDITÓRIO FACULDADE DE BELAS-ARTES
On March 14, 2023, at 5:00 pm, it will be presented the masterclass entitled Embodiment and Playfulness in Interaction Design, with the digital artist Tiago Martins, by invitation of Prof. Mónica Mendes, under the program Erasmus Staff Mobility.
This event will take place in the grande auditório and is open to students, teachers and public in general.
The masterclass will be given in English.
Free event that does not require registration, subject to room capacity.
This event is likely to be photographed and filmed and subsequently released publicly.
About the Presentation
As part of an open lecture, Tiago will present his previous and current works – ranging from interactive installations and performances to wearable interfaces and smart objects, with an emphasis on embodied interaction and playfulness.
Tiago will also give a short course on VR development with Unity for students in the Masters in Multimedia Art working with VR, covering lighting and rendering for performance; and scene interactivity using the XR Interaction Toolkit.
Short Bio
Tiago Martins is a creative technologist and digital artist working in embodied interaction and mixed reality, creating interactive experiences involving aspects of game design. His works range from interactive installations and performances to wearable interfaces and smart objects.
Tiago is originally from Portugal but has been working abroad for several years. He has played key roles in innovation-oriented projects, often within Berlin’s bustling startup scene, and has taught university courses on programming, physical computing, game design, augmented reality and virtual reality. Tiago holds a PhD from the University of Arts in Linz, Austria, where he currently works as a researcher and lecturer.
mirar-imaginar-vestir | Catálogo
Mar 01 202308 MARÇO 2023 I 16H00 | MUSEU NACIONAL DO TRAJE
No dia 8 de março, às 16h00, no Museu Nacional do Traje decorrerá a finissage da exposição coletiva Mirar-Imaginar-Vestir .
Curadoria: Cláudia Matoos
Artistas: Daniela Remião (Mirar: Memória e sentimento), Michele Augusto (Imaginar: O não casamento de Inês, o vestido invisível); Elaine Almeida (Vestir: Entrelaces) .
As artistas são Doutorandas em Belas Artes – FBAUL e participam do Grupo de Investigação e Estudos em Ciências da Arte e do Património – “Francisco de Holanda” – CIEBA
Mirar-Imaginar-Vestir
Esta proposta revela os olhares de três artistas visuais numa atmosfera interdisciplinar. Moda, fotografia e instalação interativa estabelecem conexões na dimensão simbólica da criação e da reflexão, acerca do universo feminino na poética do matrimónio. Seus ritos, memórias, tradições culturais, afetividades, imaginários, contextos voláteis e eternos, envolvem o visitante em uma imersão lúdica na essência da indumentária de casamento.
O percurso visual estimulará o público nestas (Re)vivências.
Mirar: Memória e sentimento. As imagens da artista Dani Remião surgem de uma elaborada investigação e criação, através de processos de impressão manual. Originam-se de memórias e das coleções de fotografias de familiares e do acervo do Museu Nacional do Traje. O namoro, a cerimónia e a família construída permeiam as suas obras.
Imaginar: O Não-casamento de Inês, o Vestido Invisível. A artista Michele Augusto reflete a presença da invisibilidade – a alma – da personagem histórica, Inês de Castro. O Não-vestido translúcido e os corações escultóricos relicários fundamentam-se na literatura e nos figurinos do acervo do Museu Nacional do Teatro e da Dança.
Vestir: Entrelaces. Três vestidos de noiva em papel e uma silhueta da figura humana fazem parte da obra interativa da artista Elaine Karla de Almeida. As suas referências são as “paper dolls” e as investigações no Museu Nacional do Traje.
As memórias individuais e coletivas, na perspetiva de Maurice Halbwachs, podem se adaptar às nossas perceções atuais. A arte possibilita estes dinamismos atemporais.
Cláudia Matoos, 2022
Praise of poiesis – Theoretical reflections on the practice of artistic research
Mar 01 2023
The book Praise of poiesis — Theoretical reflections on the practice of artistic research by Fernando Rosa Dias is now available in the repository of the University of Lisbon.
The present essay seeks to problematize the current condition of research in the arts by reviewing and reformulating a series of texts produced in the course of a decade for an editorial project focused on the topic, namely as it relates to the historical horizon of the arts and the discourses construed around them as well as to artistic creation, in a reflection that poses methodological, epistemological and hermeneutical questions.
(…)
Thus, our effort supports a kind of artistic research developed within poiesis, which unleashes the need for a new argument from the artist in order to confront other reasons in his poietic.
Out of the various points made in this study, or its most significant underlying theses, we point out the following:
1) Research in the arts does not exist without artistic production (poiesis), neither can it exist without a theoretical reflection (logos) about said practice.
2) Research in the arts implies new modes of interconnection between discourse and art whose parameters are unprecedented in the history of culture and arts.
3) Research in the arts must be grounded on an open poiesis in experimental terms, not limited to the conception of a definitive and correct work (becoming part of a broader poiesis), much less of a perfect one, privileging the path of a poietic process, understood as a place of interrogations and discoveries and thus taking studio practice and rehearsal as its preferred modes.
4) Poisesis must be considered expansive, never-ending and experimental. An expansive poiesis integrates and problematizes the various means – technical, institutional, social, theoretical, historical, etc., – in system-art, combining the different artistic forms and fields considered within artistic making (poiesis) and thinking (logos) as interrelated processual modes. A never-ending poiesis acts beyond the mere production of a final and definitive piece presented as a telos of poietics, turning any production into something as defining as any sketch or study. An experimental poiesis acting upon a notion of studio as a laboratory for experimenting and sharing new artistic or related problems.
5) There is a place for research in the arts both within the art world as in the university, insofar as it conveys the concerns and contributions that characterize notions of truth, knowledge, know-how, culture, experience, etc., considering that these aspects are not reducible or exclusive of traditional scientific fields.
3 março_Visita guiada à exposição
Mar 01 20233 MARÇO 2023 I 10h30 e 12h00 | TEATRO THALIA
No dia 3 de março, 6ª feira, serão realizadas duas visitas à exposição, guiadas pelo Prof. Fernando António Baptista Pereira, museólogo e Presidente da Faculdade de Belas-Artes, que foi também um dos comissários desta exposição.
Através de quase uma centena de obras, muitas delas trazidas a público pela primeira vez, a Exposição Il Fanatico per la Musica: O Conde do Farrobo e o Teatro das Laranjeiras faz reviver a história política, musical e artística da primeira metade do século XIX em Lisboa e recupera a memória de um homem injustamente esquecido.
Leia aqui tudo sobre a exposição
As visitas são gratuitas, mas é obrigatória a inscrição até ao final do dia 2 de março.
Escolha o horário e inscreva-se no respetivo formulário:
Visita 10h30 - FORMULÁRIO
(máx. 40 pessoas)
VISITA 12h00 - FORMULÁRIO
(máx. 40 pessoas)
Morada
Teatro Thalia
Estrada das Laranjeiras, 211
Artes e Culturas na Educação: conhecer, experimentar, despertar
Feb 25 2023
O curso Artes e Culturas na Educação: conhecer, experimentar, despertar é especialmente dirigido aos estudantes dos Mestrados em Ensino da ULisboa. O curso é financiado pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e implementado, a convite, pela Universidade de Lisboa e pelo Instituto Politécnico de Setúbal.
O curso, que decorre entre 4 de março e 13 de maio de 2023, é inteiramente gratuito para estudantes da Universidade de Lisboa. Ele tem como objetivo o contacto com as artes, através de uma sequência organizada de visitas artísticas, intercaladas por momentos de reflexão sobre o papel das artes e culturas na educação.
Esta iniciativa, que resulta de um protocolo entre a FLAD, a ULisboa e o IPS, tem como Comissão Científica e Pedagógica na ULisboa as Professoras Odete Palaré (FBA), Alexandra Assis Rosa (FL) e Ana Sofia Pinho (IE).
As inscrições devem ser realizadas aqui.
exposição ecos – cultivamos cultura
Feb 22 20239 > 25 FEBRUARY 2023 | GALERIA BELAS-ARTES
On the 9th of february, at 5pm, at the Galeria of the Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, will take place the opening of the exhibition “ECOS”.
Open from the 9th to the 25th of february, monday to saturday, 11am – 7pm
Coordination
Cristina Azevedo Tavares
Curatorship
Marta de Menezes
Ecos [Echoes] is an exhibition that brings together different artistic languages that explore a constant resonating of narratives, referring to a common place – the space of Cultivamos Cultura, in the territory of São Luís, Odemira.
In different occasions, this group of artists developed different ways to listen to the traces of stories embedded in this place. These threads are divided and repeated, waiting to become perceptible again. Through their own perspective, these artists reinterpret all these layers of the territory, through a relationship of exchange with our surroundings, leading to the creation of new whispers.
By digging through this collective imaginary, images are revealed at different times, in an agglomeration that conceives reliefs and textures soaked in instability. Gestures of esteem and tender care are repeated, collecting and preserving fragments of the mundane, to be possible, later on, to transcribe and translate them. The landscapes are felt through internal dialogues that guide the weaving of patchwork quilts – the result of taking, giving, and giving back. The scales are inverted and the structures are revisited in order to become inhabitable, in a process that reveals hidden patterns, proper of cyclic observation. And so, we gradually come closer to each other, inviting other life forms into a conversation. In a constant rhythm in which we receive to give something in return, in a dialogue that fades but does not disappear.
Artworks by André Araújo & Nuno Sousa | Andreia D’Oliveira | Diana Mordido Aires | Eileen Ryan | Felipe Shibuya | Gabriela Punín Burneo | Julee Pinto | Marthin Rozo | Paula Bruna & Silvia Renda | Sally Santiago
Investigação artística e transgressão académica
Feb 21 2023
LIVRO DISPONÍVEL NO REPOSITÓRIO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
O livro Investigação artística e transgressão académica, agora disponível no repositório da Universidade de Lisboa, compreende um conjunto de textos de José Quaresma escritos nos últimos doze anos sobre a peculiaridade da investigação artística, alguns inéditos, outros reeditados. Trata-se de uma edição da FBAUL, versão digital, em acesso aberto, cuja introdução poderá ser consultada AQUI.
“Há cerca de 40 anos que assistimos a um intenso debate sobre as especificidades desta investigação na esfera das artes, com um tráfego categorial inusitado entre domínios muito distintos — embora com afinidades — tais como: criação artística / investigação artística / investigação em artes / investigação sobre artes / investigação através das artes.
Considerando estas tipologias, defendo a investigação artística como aquela que se envolve de forma mais autêntica nos processos criativos, estando plenamente incorporada nos mesmos e fazendo brotar noções artísticas a partir de uma experimentação incessante. Para algumas formas de investigação orientada pela prática artística (apenas algumas, repito) é igualmente defendida a possibilidade radical de descredenciar a palavra, sobretudo quando esta, pretendendo referir-se à expressão artística, se perde no gosto pela sofística, na usurpação e na pseudo-investigação. Para evitar esta circularidade, pugna-se pela produção de “evidência” investigativa através de processos substancialmente derivados da experimentação artística e instalativa, como pode ser observado no primeiro texto do livro. Numa tentativa de aliar a produção poética e a investigação artística, termino esta breve apresentação com Hölderlin e Annette Arlander:
“Temos vergonha da própria fala. Seria preferível transformarmo-nos em sons e unirmo-nos num cântico celestial.”
[Hölderlin, Hipérion ou o eremita da Grécia ]
“If we had waited for philosophers to agree upon a solid ontological and epistemological basis for artistic research, we might not, even now, have begun.”
[Annette Arlander, Artistic Research in a Nordic Context ]
José Quaresma
Joaquim António Viegas – a construção de um cenógrafo
Feb 21 2023
18 JUNHO 2022 > 26 FEVEREIRO 2023 I MUSEU MUNICIPAL DE FARO
a pintura contemporânea e o rio do esquecimento — volume ll
Feb 21 2023
Já está disponível o livro Manchas e gestos com emanação semântica. Transgressão plástica e eclosão do pensamento pictural, o segundo volume da obra sobre investigação em pintura A pintura contemporânea e o rio do esquecimento da autoria de José Quaresma.
“Trata-se de uma edição da FBAUL, tal como o primeiro volume de 2021. Porém, como uma parte substantiva deste vol. II consiste na investigação realizada para o pós-doutoramento, finalizado recentemente no Porto, com a supervisão do Professor Catedrático António Quadros Ferreira (que teve a amabilidade de escrever o Prefácio), o livro é também co-editado pelo Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade.
Nesta nova publicação trato da intermaterialidade da pintura, desenvolvo dez acepções distintas para a expressão “a pintura pensa”, aludo à potência instalativa do elemento pictural, viso feixes de temporalidades que a pintura emana, trato dos “vapores fluidos dos avessos” das suas camadas mais interiores, falo da “vida habitativa” do pintor, entre outros temas.”
José Quaresma
O livro ficará disponível nas bibliotecas e nas lojas da FBAUL e da FBAUP, assim como em outras bibliotecas, escolas e academias do ensino artístico.
lançamento e apresentação do livro “Identidade e Design Editorial | Edições Colibri”
Feb 19 2023
02 MARÇO 2023 > 18H30 I ÁTRIO DA CAPELA
Realiza-se no próximo dia 2 de março, às 18h30, no átrio da Capela da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, o lançamento e apresentação do livro Identidade e Design Editorial I Edições Colibri de Raquel Gil Ferreira, ex-aluna da Faculdade. O evento conta com a presença da autora, dos professores Sónia Rafael e Jorge dos Reis e com o editor Fernando Mão de Ferro.
Entrada livre.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
O projeto de design gráfico global desenvolvido para a Editora Colibri é constituído por dois universos em relação, por um lado o desenvolvimento da identidade visual da própria organização empresarial (editora, artes gráficas, livraria), por outro lado a construção de uma coerência editorial, na definição de um panorama visual para o design gráfico das várias coleções da casa editorial em epígrafe.
De um modo extremamente meticuloso, Raquel Gil Ferreira definiu a linha gráfica da editora criando uma clara fonteira entre capas de grande sobriedade, elegância, e capas mais expansivas na sua interpretação dos conteúdos. Contudo, o que ressalta claramente é continuidade, que ainda assim é percetível no conjunto, um aspeto difícil de atingir, que aqui se apresenta de modo exemplar, assumindo de modo cristalino o papel do designer gráfico enquanto mediador.
(do prefácio de Jorge dos Reis)
nikias skapinakis Congress
Feb 19 2023
1ST > 2ND MARCH 2023 I LAGOA HENRIQUES AUDITORIUM
The National Museum of Contemporary Art (MNAC), the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon (FBAUL), through the Center for Studies and Research in Fine Arts (CIEBA), the Institute of Art History (IHA) of the Faculty of Social and Human Sciences of the Nova University of Lisbon (NOVA FCSH), and the Interdisciplinary Center for Gender Studies (CIEG), of the Higher Institute of Social and Political Sciences of the University of Lisbon (ISCSP-ULisboa) organize from March 1st to the 2nd, 2023, the Nikias Skapinakis Congress.
This congress pays tribute to the Portuguese artist, who died on August 26, 2020, and author of an extensive and remarkable work that unfolded through painting, drawing and engraving, with a very personal path, rooted in an interdisciplinary personal nature, whose chromatic richness and expressive is not limited to the strong focus on portrait, although he has a particularly strong focus on this theoretical and plastic path, in an analysis that underlines the relevance of different sources such as history, literature, and everyday life for his artistic creation.
Alongside the congress, MNAC will organize an exhibition of the artist, with works that Skapinakis deliberately kept in his possession, creating a personal museum of his own work. The exhibition will be curated by Helena Skapinakis and Maria Aires Silveira.
manet para lá, manet para cá — catálogo disponível online
Feb 07 2023
13 > 22 FEVEREIRO 2023 I FBAUL
Inaugura no próximo dia 13 de fevereiro a exposição Manet para lá, Manet para cá de José Quaresma. A exposição estará patente em diversos espaços da FBAUL, entre 13 e 22 de fevereiro.
“Manet para lá, Manet para cá é a designação da exposição de pintura e instalação pictural que toma como referente de “vaivém” o contexto artístico do próprio Édouard Manet, oscilando alternadamente na direcção do tempo que o precede e do tempo que lhe sucede. A exposição consiste na criação de cinco núcleos expositivos, sendo que cada situação instalativa integra conjuntos diferenciados de pinturas, materiais e objectos preparados para uma apropriação actual das seguintes obras do autor francês: Olympia (1863); Déjeuner sur l’herbe (1863), Stéphane Mallarmé (1884); Un Bar aux Folies-Bergère (1882); Portrait d’Emile Zola (1868). A assimilação que realizo também faz uma enfatização pessoal dos arcos temporais que o pintor francês construiu em função da desmistificação de determinadas narrativas da pintura ocidental. Deparar-nos-emos, pois, com a reconfiguração plástica de algumas das suas obras, seja no que concerne ao regresso despudorado de Manet à pintura que o precede (quando assimila processos de pintores em vários séculos de densificação do elemento pictural, como Giorgione, Raimondi, Ticiano, Velázquez, Goya, Watteau, Courbet, outros), seja ainda nas repercussões futuras que o seu legado gerou, isto é, quando Manet libertou a pintura do anacronismo de certos hábitos de “ofício” e materialização, ingenuidade de crenças, mitos e contextos interpretativos dos mesmos, tendo-se adentrado — explícita ou indirectamente — na produção de muitos artistas do séculos XX e XXI, como Picasso, Magritte, Alain Jacquet, Jeff Wall, Yue Minjun, Julie Rrap, e até Mario Sorrenti (fotografia de moda), para referir apenas alguns.
Como é sabido, para se libertar de um conjunto considerável de dispositivos e narrativas da pintura pretérita, Manet tratou em primeiro lugar (até à exaustão, diga-se) da respectiva assimilação prática e experimental, tendo conhecido inteiramente por dentro, como poucos terão logrado fazer, as obras da tradição pictórica francesa, italiana, espanhola e dos Países Baixos. Mas, mais do que ter mergulhado numa profunda investigação da diversidade dos processos de muita pintura que o antecede, não hesitou em se apropriar dos mesmos, citando-os, provocando-os, pressionando-os a coabitar picturalmente com o seu tempo, incorporando-os no interior e na singularidade da sua expressão artística.”
José Quaresma
joão abel manta — retrospetiva de pintura
Feb 06 2023
17 JANEIRO > 18 FEVEREIRO 2023 I SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS-ARTES
A Sociedade Nacional de Belas-Artes tem a honra de convidar para a inauguração da exposição Retrospetiva de Pintura de João Abel Manta, com curadoria de João Paulo Queiroz e Luísa da Rocha, no dia 17 de janeiro às 18h30 no Salão da SNBA.
João Abel Manta
Arquiteto, pintor, ilustrador e cartoonista, João Abel Manta nasceu em Lisboa em janeiro de 1928.
Da Arquitetura, nos anos 50 e 60, ao cartoonismo, nas décadas seguintes, João Abel Manta veio a dedicar-se, desde os anos 80, exclusivamente à pintura.
A SNBA apresenta uma retrospetiva da sua obra na área da pintura, a partir de uma intensa produção de mais de 400 telas.
art at your door?
Feb 06 2023FEBRUARY 06 > 10, 2023 I LAGOA HENRIQUES CORRIDOR
The project “Art at your door?” is based on a productive relationship between a group of owners of houses in the process of legalization in Quinta da Torrinha in Lisbon and a group of artists, for the permanent installation of works on the façades of some houses in the neighbourhood. The process of legalization in the AUGI presupposes a set of improvements in the buildings, which, by not pointing out the existence of art as a requirement in the properties, indirectly adds an element of quality to the image of the buildings, contributing to the qualitative reconfiguration of the public space of the neighbourhood.
In order to make this project possible, we assumed that the voluntary and participatory involvement of the neighbourhood’s inhabitants, preferably the owners, in the process of discussing the works with the artists, would function as a moment of sharing and critical reading of the past, collecting the personal life stories of the first and second generations of families who settled in that area of the city in the 1960s.
This exhibition presents a synthesis of the first phase of the artistic work developed in the neighbourhood by António Leitão, Diogo Nunes, Filipa Baptista, Inês Escumalha, Guilherme Ponte, Luzia Alves, Ricardo Imperial, Susana Gorjão and Raf. This project is a partnership between the Sculpture Group of the CIEBA, the CML and the Comissão de Moradores da Quinta da Torrinha, for a research project of the FBAUL Master’s in Sculpture.
old goa revelations – new insights on the vice-roys portrait gallery
Feb 05 2023
OLD GOA REVELATIONS é um projeto desenvolvido com a participação de várias instituições, nomeadamente o CIEBA, o Centro de Investigação e Estudos em Belas Artes da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Numa primeira fase contou com a participação do Laboratório Hercules, do CHAM – Centro de Humanidades, do Laboratório José de Figueiredo e da Pesquisa Arqueológica da Índia.
Entre 10 e 13 de janeiro, acontece a segunda fase deste projeto com a realização do Workshop Old Goa Revelations, com a participação do historiador e museólogo Fernando António Baptista Pereira, Presidente da Faculdade de Belas-Artes e da conservadora-restauradora Teresa Teves Reis, doutoranda da Faculdade de Belas-Artes. Este trabalho de campo foi possível através da candidatura a um projeto exploratório FCT (2022.10305.PTDC), contando também com o apoio da Fundação Oriente. Neste projeto multidisciplinar com o Archaeological Survey of India (Governo Indiano) a FBAUL é parceira com o Laboratório HERCULES, da Universidade de Évora, o Laboratório José de Figueiredo (DGPC) e a Universidade de Ghent.
“A galeria dos Vice-Reis é um conjunto de 120 retratos que retratam os governantes do Estado da Índia entre 1505 e 1961. As primeiras pinturas datam de 1547, quando o Vice-Rei D. João de Castro encarregou o cronista Gaspar Correia de dar instruções aos um pintor local quanto aos vestígios físicos das personalidades que o precederam.
A tradição continuou ao longo dos séculos, mas nem sempre em continuidade. Investigações recentes comprovam que este espólio sofreu várias intervenções de renovação que alteraram em grande parte as pinturas mais antigas (cerca de 52). No entanto, as composições primitivas ainda se encontram sob as várias camadas de repinturas, facto descoberto quando, em 1953, sete retratos da colecção foram trazidos para Portugal para restauro e todas as repinturas removidas.”
MIAA distinguido com prémio Nuno Teotónio Pereira na vertente Reabilitação Urbana
Feb 05 2023
O Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, MIAA, instalado no Convento de São Domingos, em Abrantes, inaugurado em 2021, foi distinguido com o Prémio Nuno Teotónio Pereira 2022, na vertente de Reabilitação Urbana de Edifício de Equipamento, do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU).
A cerimónia de entrega dos prémios realizou-se no dia 30 de janeiro, no Museu da Eletricidade, em Lisboa.
O projeto de requalificação do Convento de S. Domingos é do arquiteto João Luís Carrilho da Graça, museografia do designer Nuno Gusmão e museologia de Fernando António Batista Pereira, Presidente da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, e de Luiz Oosterbeek.
cross media arts 2023
Feb 01 2023
09 > 10 FEVEREIRO 2023 I FACULDADE DE BELAS-ARTES
A partir do conhecimento e sensibilidade dos diferentes campos artísticos, sejam eles performativos, visuais ou projetuais, esperamos encontrar outras práticas e formas de colaboração para o bem comum — novas direções que são desenvolvidas através do cruzamento de uma variedade de processos inovadores.
Queremos trazer para um entendimento geral das artes, uma discussão relacionada com uma práxis que atravesse as fronteiras entre os territórios artísticos e outros saberes. Explorando a interseção de conhecimentos e metodologias, esperamos incentivar formas alternativas de representação e intervenção social, designadamente um modelo de colaboração entre criativos, makers, partes interessadas e comunidades que promovam a coesão social e cultural através de ações concretas com os cidadãos.
Convidamos artistas visuais, performers, designers, arquitetos, entre outros criativos, a partilhar e a expandir as suas práticas.
Datas importantes
15 julho 2022: Submissão de resumos.
15 outubro 2022: Submissão de artigo para revisão por pares – (1ª ronda).
15 dezembro 2022: Submissão de artigo após correções – (2ª ronda).
Registo (comunicações)
Taxa de investigador doutorado 150€.
Taxa de estudante de doutoramento 100€.
Estão isentos de pagamento investigadores dos centros CHAIA, CIEBA, UNIDCOM, CICS.NOVA e doutorandos da UÉvora, FBAUL, IADE-UEuropeia, NOVAFCSH
Inscrição
Taxa para o público em geral 25€ (apenas para assistir à sessão principal).
Inscrição gratuita para os estudantes: UÉvora, FBAUL, IADE-UEuropeia, NOVAFCSH
Inscrição gratuita para os investigadores: CHAIA, CIEBA, UNIDCOM, CICS.NOVA
Coordenação
Paula Reaes Pinto (Ed.)
Escola de Artes da Universidade de Évora
António Gorgel Pinto (Ed.)
IADE, Universidade Europeia
Sérgio Vicente (Ed.)
Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
Organização
CHAIA
Universidade de Évora
UNIDCOM
IADE, Universidade Europeia
CIEBA
Universidade de Lisboa
Contacto: xmediarts23@uevora.pt
57 Mnemosyne — Exposição da Pós-Graduação em Ilustração e Narrativa Visual
Jan 23 202324 > 31 JANEIRO 2023 I GALERIA
Esta exposição reúne os projectos dos finalistas do 1º curso de Pós-Graduação em Ilustração e Narrativa Visual* do Departamento de Desenho da FBAUL. O título ’57 Mnemosyne’ toma o nome de um asteróide que, por sua vez, foi baptizado em homenagem a Mnemosine, figura mitológica que personifica a memória e a lembrança.
A ideia de memória atravessa todos os projectos individuais e colectivos que a exposição apresenta, interligados como numa constelação.
Fechando a primeira edição deste curso, dá-se assim a conhecer a diversidade constelar do trabalho desenvolvido por este grupo de estudantes mas também as experiências motivadas pelas propostas das docentes responsáveis Alice Geirinhas e Susana Oliveira, e dos professores convidados António Jorge Gonçalves, Bruno Reis – Mantraste, Constança Saraiva e Lígia Fernandes, Filipa Pontes, Mariana Carrolo e Susana Campos.
A exposição estará aberta na Galeria da FBAUL de 24 a 31 de Janeiro de 2023, e conta com a participação de:
A. Valdês
Ana Gil
Ana Lucariny
Ana Luiza Eleutério
Carolina Pê Costa
Catarina Neves
Daniel Barreiros
Daniela Mata
Graça Santos Descolagem
Inês Bartilotti
Júlia Malta
Maria João Leite
Mariana Colaço
Mr. Shroomz
Nicole Campos Sánchez
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário: 2ª a sábado entre as 11h00 e as 19h00
* A Pós-Graduação em Ilustração e Narrativa Visual é um curso oferecido no âmbito do programa “Impulso Adulto” do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
(pt) 360º Around Sculpture
Jan 19 2023autrui — exposição de fotografia de sinem tas
Jan 19 2023
06 JANEIRO > 04 FEVEREIRO 2023 I GALERIA SEDE ANITA GUERREIRO, JUNTA FREGUESIA DE ARROIOS
Inaugura no dia 6 de janeiro, pelas 18h00, na Galeria Sede Anita Guerreiro da Junta de Freguesia de Arroios, a exposição de fotografia AUTRUI de Sinem Tas. A exposição ficará patente até 4 de fevereiro.
Uma reflexão através dos olhares e histórias de diversos países e culturas.
“AUTRUI é um espaço de encontro com o outro. Trata-se de uma instalação que instiga as questões sociais, as hierarquias construídas, as desigualdades e os desequilíbrios entre grupos ou indivíduos, dando voz ao outro, às posições marginalizadas, excluídas ou em desvantagem, e que são inerentes às várias camadas da sociedade.”
‘Coreografia para uma Santificação’ de Mélanie Ferreira e Tiago Vieira
Jan 10 2023
26 > 28 JANEIRO 2023 I CISTERNA
Coreografia para uma santificação surge a partir de figuras mitológicas e bíblicas, como a Salomé, Maria de Madalena, Helena de Tróia. Um espetáculo que questiona a ligação entre o sagrado e o profano, o corpo como lugar de anunciação, milagre, pecado, desejo e aurora. A dança como espaço privilegiado do ritual e da pesquisa do êxtase. O fulgor sexual como oração revolucionária, de resistência e procura de milagres quotidianos. Um bailado de aproximação ao inexplicável, à transcendência.
Desta feita e pelas palavras de Giorgio Agamben desta colaboração pretende-se uma “obra da salvação que coincide aqui ponto por ponto com a obra da criação, que desfaz e descria no próprio instante em que a transporta e acompanha no ser.” e ao corpo, à performer, pede-se a transcendência, “a criatura, porque se perde, não pode deixar de se perder (…) criação e salvação coincidem no insalvável.”.
AVISO: Informamos que o espetáculo contém cenas de nudez que poderão ferir a sensibilidade de alguns espetadores.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Datas e horários:
26 e 27 janeiro 2023:
1ª sessão – 18h00
2ª sessão – 21h00
28 janeiro 2023:
1ª sessão – 15h00
2ª sessão – 17h00
Para assistir aos espetáculos é necessário fazer uma reserva através do e-mail coreografiaparaumasantificacao@gmail.com ,
O número de participantes para assistir aos espetáculos é limitado a 15 presenças por espetáculo, assim serão consideradas as primeiras 15 reservas para cada um dos espetáculos.
Ficha técnica/artística
Direção artística| Mélanie Ferreira
Coreografia| Mélanie Ferreira e Tiago Vieira
Interpretação| Mélanie Ferreira Coaching| Tiago Vieira
Luz e cenografia| Mélanie Ferreira e Tiago Vieira
Figurinos| Tiago Vieira e Luís Oliveira
Mistura sonora| Filipe Baptista
Registo fotográfico e de vídeo| Bruno Simão
Produção| Mélanie Ferreira e Self-mistake
Acolhimento| Cisterna da Faculdade de Belas-Artes
Apoio a residências artísticas| C.e.m. (Lisboa), Estúdios Vítor Cordon (Lisboa), Teatro
Viriato (Viseu), Escola de Dança Lugar Presente (Viseu), TRUST Collective (Arganil) e Cisterna da Faculdade de Belas-Artes (Lisboa)
Apoio| Self-Mistake
Agradecimentos| António de Sousa Dias, Maria Isabel Nunes, Tânia Guerreiro, Maria João Rochete, Carlos Fernandes, Henrique Amoedo, Albino Moura, Flores da Alcina, Latoaria
roer o risco — exposição no âmbito da 4ª edição da grão – residência artística e de investigação
Jan 10 2023
17 DEZEMBRO 2022 > 14 JANEIRO 2023 I CABE, PORTO
Inaugura a 17 de dezembro, pelas 16h00, na Cabe 184 (Rua Damião de Góis, 184, Porto), a exposição ROER O RISCO, reunindo os trabalhos dos artistas residentes da 4a edição da GRÃO – RESIDÊNCIA ARTÌSTICA E DE INVESTIGAÇÃO, que teve lugar entre 10 e 30 de outubro de 2022 na sede da entidade organizadora: a Associação Quinta das Relvas – Artes e Sustentabilidade (Branca, Albergaria-a-Velha).
Os artistas representados são Clara Saracho, Gabriel Siams, Francisca Pinto, Francisca Valador, Sally Santiago e Tiago Leonardo, apresentando uma exposição multidisciplinar onde diferentes médiuns e abordagens trazem a bagagem dum processo criativo que vem a ser criado na produção habitual destes artistas, aqui confrontado com um novo ambiente, uma nova paisagem, novas interações sociais e encontros de ideias.
A GRÃO – RESIDÊNCIA ARTÍSTICA E DE INVESTIGAÇÃO é um projeto anual criado em 2019 que assume a forma de uma residência artística em Artes Visuais a decorrer na sede da entidade organizadora (Branca, Albergaria-a-Velha), com o principal objetivo a criação de espaço de experimentação e investigação em Artes Visuais promovendo a descoberta de novas possibilidades em Arte num contexto de partilha de experiências, abordagens, e linguagens, numa imersão intimista dirigida a jovens artistas em formação ou início de carreira.
A programação da GRÃO, que tem como elemento principal a criação livre de projetos e obras artísticas, inclui ainda visitas de artistas consagrados no panorama nacional para uma “artist talk” junto dos participantes, visita ao espaço de trabalho e acompanhamento (tutoria) dos trabalhos; sessões de apresentação dos trabalhos; sessões de debate e reflexão sobre arte contemporânea no contexto cultural, social e político; visitas de estudo a museus, galerias e espaços culturais da região.
Através destas conversas, debates, visitas e sessões de tutoria é proporcionado um ambiente de partilha e discussão para com os diferentes trabalhos, promovendo um espaço de interação reflexiva mais ampla daquele que resultaria apenas da partilha de atelier e do convívio informal.
No ano 2022 a GRÃO teve como convidados para o acompanhamento e tutoria dos residentes os artistas Cristina Ataíde, Paulo Brighenti e Mariana Gomes.
A 4a edição da GRÃO contou com o apoio da Direcção-Geral das Artes, mais uma vez do CIEBA – Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha e da Junta de Freguesia da Branca, e ainda da Aderno Associação Cultural. Em regime de mecenato, a GRÃO foi ainda apoiada pelas empresas Unimadeiras SA e J.Nadais que ofereceram bolsas de produção aos artistas residentes.
A exposição estará patente até 14 de janeiro de 2023 e migrará posteriormente para a Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, em data a definir, em que será lançada uma publicação física associada à mesma edição desta residência.
PRÉMIOS 2011-2021
Jan 03 2023
11 > 29 OUTUBRO 2022 I FACULDADE BELAS-ARTES
Inaugurou no dia 11 de outubro, às 17h00, na Faculdade de Belas-Artes, a exposição “PRÉMIOS 2011-2021″, com obras premiadas de alunos e ex-alunos entre 2011 e 2021.
Esta exposição insere-se na programação das comemorações do Dia das Belas-Artes que se celebra no dia 25 de outubro. Nesta data a Faculdade de Belas-Artes comemora 186 anos da sua fundação. Neste dia será apresentado e lançado o livro “PRÉMIOS 2011-2021″ no decorrer da finissage da exposição.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado para posterior publicação.
Livro “PRÉMIOS 2011-2021″ disponível online
PRÉMIOS 2011-2021
Este livro reúne um conjunto alargado de trabalhos de alunos e alumni da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa que, entre 2011 e 2021, foram nomeados ou premiados em alguma competição nacional ou internacional. Estamos convictos de que, ao termos conseguido reunir, através de uma chamada pública, 320 obras de 220 alunos formados nos nossos sete Departamentos — Arte Multimédia, Ciências da Arte e do Património, Desenho, Design de Comunicação, Design de Equipamento, Escultura e Pintura —, tornámos este evento num inolvidável registo do valor humano e da qualidade pedagógica e científica das Belas-Artes.
Os trabalhos aqui apresentados espelham a diversidade e o cruzamento disciplinar entre a arte, o design e as ciências do património. As Belas-Artes são um espaço privilegiado para o saber e a cultura, respondendo de forma atenta e positiva aos desafios que a globalização do conhecimento traz à universidade.
Todos estes trabalhos revelam a capacitação académica e profissional dos alunos. As Belas-Artes são um lugar de aprendizagem e de experimentação que valoriza a transversalidade entre as práticas do design e da arte com os domínios da teoria e das teorias aplicadas, possibilitando aos alunos um percurso académico assente no diálogo entre a história das práticas artísticas e do design e os processos contemporâneos da criação. Trata-se de um lugar do conhecimento em que professores e investigadores, portadores de clara liberdade e de excelência pedagógica e científica, estabelecem pontes sólidas entre a transmissão do conhecimento académico e o modo como a arte e o design se relacionam hoje com o mundo profissional.
Reconhecemos também a importância destes prémios para as Belas-Artes, principalmente pelos laços que se preservam entre alunos, alumni e a instituição. Dada a quantidade de prémios registados numa só década, perspetivamos que a edição destes livros passará a ter uma periodicidade mais regular. Este livro e a sua publicação on-line constituem-se como um fundo inestimável do reconhecimento da instituição por aqueles (alunos, professores e funcionários) que permanentemente a constroem e a projetam no futuro.
Fernando António Baptista Pereira
Cristina Azevedo Tavares
Sérgio Vicente
UNIVERSIDADE DE LISBOA LANÇA A NOVA ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO: ULISBOA-EPG
Jan 03 2023A ULisboa-EPG tem por missão promover a oferta de cursos de pós-graduação, seminários e outros programas de formação avançada não conferentes de grau, desenvolvidos em articulação entre a Universidade e diferentes entidades públicas e privadas.
Um dos principais objetivos desta Escola de Pós-Graduação é preencher uma lacuna há muito diagnosticada no ensino superior português e recorrentemente reportada nos relatórios da OCDE: promover a formação ao longo da vida, destinada à população já inserida no mercado de trabalho, que procura atualizar-se e adquirir novas competências. A formação tradicional dos jovens não esgota a missão da universidade.
A ULisboa-EPG é uma nova estrutura de formação da Universidade de Lisboa, que reúne as 18 Escolas da Universidade, com as suas várias áreas de investigação e conhecimento. Organiza-se como espaço transversal de formação, em que a complementaridade de saberes e a otimização das redes existentes ao nível das diferentes Escolas da Universidade criam sinergias, entre si e com outras entidades públicas e privadas.
Aproveitando as possibilidades abertas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e, em particular, pelo programa “Impulso Adulto”, a ULisboa-EPG procura atingir, até 2025, um universo de mais de 10.000 novos estudantes. Este programa pretende dinamizar a formação ao longo da vida, reforçando o objetivo de convergência com a Europa, ao longo da próxima década.
Como explica o Reitor da Universidade de Lisboa, Luís Ferreira, “o PRR induziu uma motivação adicional na Universidade de Lisboa para a reorganização do sistema de pós-graduação. Ainda que atualmente atinja um nível de atividade muito significativo, está ancorado acima de tudo na capacidade individual de cada uma das várias Escolas e não tanto na complementaridade dos campos de investigação e recursos académicos diversos que é possível estabelecer, explorar e potenciar de forma interdisciplinar mais permanente.”
A ULisboa-EPG destina-se a todos aqueles que pretendam adquirir ou aprofundar conhecimentos, numa ou em várias áreas científicas, em particular aqueles que já estão inseridos no mercado de trabalho e procuram uma valorização profissional.
Para o desenvolvimento da sua oferta de pós-graduação, a ULisboa considera como objetivos estratégicos: proporcionar competências essenciais e específicas para a prática profissional; fomentar a internacionalização; aumentar a capacitação aprofundada de profissionais de diferentes áreas; facilitar a transferência de conhecimento; antecipar as necessidades emergentes de formação; promover a oferta interdisciplinar e transdisciplinar de cursos de pós-graduação.
A oferta formativa da ULisboa-EPG irá fomentar o seu carácter de excelência, a sua inter- e transdisciplinaridade, cruzando as fronteiras entre as dimensões académica, técnica e profissional, bem como a sua ligação à sociedade, promovendo um ambiente privilegiado para a internacionalização. Este projeto resulta de uma ampla articulação e cooperação com cerca de três centenas de entidades externas, abrangendo empresas, administração pública central, regional e local, instituições de investigação, e associações profissionais de vários setores de atividade.
Os cursos estão agrupados nas seguintes grandes áreas:
- Agricultura, Ciências Veterinárias
- Recursos Naturais, Ambiente e Energia
- Humanidades, Artes e Cultura
- Ciências Sociais, Ciências Empresariais e Direito
- Educação e Formação
- Saúde e Ciências do Desporto
- Ciência de Dados, Tecnologias de Informação e Transição Digital
- Engenharia, Tecnologias e Industrialização
- Território, Urbanismo e Arquitetura
Todas as informações sobre a ULisboa-EPG e a sua oferta formativa podem ser encontradas no site epg.ulisboa.pt
do rigor o devir
Jan 03 2023
19 DEZEMBRO 2022 > 17H30 I MUP MUSEU DA POLÍCIA
Inaugura no dia 19 de dezembro, às 17h30, no MUP, Museu da Polícia, a escultura Do Rigor o Devir de Diogo Nunes.
DESTRUIR ARMAS IMPERATIVO DE LIBERDADE
No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Desarmamento (09 de julho), a Polícia de Segurança Pública e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa associam-se a esta data através da apresentação de uma escultura inédita no país, pensada e edificada com armas apreendidas e destruídas pela PSP.
O alcance pleno de direito à liberdade fundada na segurança não se atinge com a posse de uma arma, mas de uma efetivação da segurança dos cidadãos pelo Estado de direito democrático com uma Polícia que garante a segurança interna e os direitos dos cidadãos.
Com a apreensão e destruição das armas, a PSP garante diariamente que menos uma arma esteja disponível para a prática de um crime, permitindo a todos os membros da sociedade o exercício dos seus direitos em segurança e tranquilidade de modo que estimulem o cidadão a refletir e a desenvolver uma harmonia vivencial através da arte, da escrita, da ciência e em todas as áreas de atuação garantes dos seus direitos e liberdades.
A arte pode (e deve) ser um instrumento de promoção da liberdade e da segurança. Esta escultura é a mensagem da intrínseca e umbilical relação entre a arte, a segurança e a liberdade.
A ESCULTURA
A escultura terá como título: “DO RIGOR O DEVIR — A polícia com o seu rigor, na manutenção da ordem pública, com a destruição das armas conduz à transformação / à mudança para uma paz pública, uma sociedade em liberdade”.
O autor é o escultor Diogo Nunes da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Será a estrela de 6 pontas da PSP (estrela de David) que abre no interior para brotar uma flor. Toda a escultura é construída com as armas destruídas. Vai ser imersiva, uma vez que o público pode passar pelo seu interior.
“Com as armas destruídas e a segurança alcançamos a Liberdade.”
DO RIGOR O DEVIR é uma escultura construída com as aparas de armas apreendidas e destruídas pela PSP. Estas formam uma pirâmide que se ergue a partir de uma estrela de seis pontas (estrela de David), símbolo do rigor da Polícia na manutenção da ordem pública que, com a destruição das armas permite o florescimento de uma sociedade livre. Os seus vértices superiores encontram-se apoiados num dos cantos do alpendre da parada do Comandante Ferreira do Amaral, enquanto os dois vértices inferiores apoiam-se no chão. As suas faces, à medida que se aproximam das pessoas e do chão, abrem-se procurando remeter para o brotar de uma flor, transformando-a numa escultura imersiva possibilitando ao público a passagem pelo seu interior.