Arte
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seres-artefactos (artifact-beings) — rafaela nunes exhibition
Jan 22 202616 > 29 JANUARY 2026 I FBAUL CISTERN
On January 16, at 5 p.m., Rafaela Nunes’ exhibition Seres-artefactos (Artifact Beings) will open at the Cisterna da Faculdade de Belas-Artes.
This event may be photographed and filmed and subsequently made public.
Hybrid entities emerge in the interstices between categories: neither entirely natural nor artificial, neither exclusively human nor machine. Seres-artefactos (Artifact-Beings) are speculations about these hybrids that cross binary boundaries and intertwine natural and artificial, human and non-human, beings and artefacts.
Rafaela Nunes uses a transmedia methodology that intertwines plastic languages such as painting and drawing with programming languages and artificial intelligence. In this poetics of feedback — where each medium informs and transforms the other — the untranslatability between different languages is explored through the instability of interpretation between human and machine.
The work on display invites reflection on the role of more-than-human agencies in artistic practice through co-creation with generative models, procedural programming, and the serendipity of the plastic arts themselves. This practice catalyzes an entanglement of languages and agencies to create hybrid entities that inhabit a speculative interstitial zone.
Seres-artefactos (Artifact-beings) function as speculative fictions about ambiguity and fluidity, offering a lens through which to reflect on the traditional categorisations under which we continue to organise reality. Inviting a post-humanist feminist perspective, it questions the ambivalent relationship with what it means to be ‘human,’ presenting multiplicity and mutability as intrinsic to the various possible forms of being.
mutante awards design at wine
Jan 22 2026
16 > 29 JANUARY 2026 I FBAUL GALLERY
The exhibition of the 2nd edition of the Mutante Awards Design at Wine opens on 16 January at 6 pm in the Gallery of the Faculty of Fine Arts. It is an exhibition of wine label design.
This event may be photographed and filmed and subsequently publicised.
Hours: Monday to Friday – 2 p.m. to 6 p.m.
GUIDED TOURS
Guided tours are free but require registration by emailing design@mutante.pt.
Guided tour next Monday, 19 January 2026 – 2:30 p.m.
Design at Wine is a project that offers a space for reflection for designers and other stakeholders in the process of commissioning, designing, executing and disseminating wine label design projects in Portugal. It seeks to contribute to the creation of specific knowledge and increase visual literacy applied to label and bottle design.
The exhibition showcases the winners of the 2nd edition of the Mutante Awards Design at Wine, in a diverse set of works, with wines from all wine-producing regions of mainland Portugal and the islands, with the participation of small and large national producers, specialised design studios and generalist agencies, as well as independent designers. The results can be seen as a reflection of the design produced in Portugal and show the strategic potential of labels in communicating wine (and olive oil) to consumers.
josé dias sancho: modernismo e regionalismo
Jan 21 2026
08 NOVEMBRO 2025 > 15 FEVEREIRO 2026 I MUSEU MUNICIPAL DE FARO
Inaugura no dia 8 de novembro, às 17h00, no Museu Municipal de Faro a exposição José Dias Sancho: Modernismo e Regionalismo. Trata-se de uma exposição organizada no âmbito de um projeto de curadoria defendido na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa no Mestrado em Crítica, Curadorias e Teorias da Arte, realizado por Joana Galrão e orientado por Fernando Rosa Dias, respetivamente curadora executiva e curador científico da exposição.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
José Dias Sancho (1898-1929 é uma figura de destaque da história do Modernismo Algarvio. Na linha das exposições de Carlos Porfírio, Diálogos do Modernismo (2019) e Itinerários da Arte Moderna no Algarve (2023), realizadas no Museu Municipal de Faro, este pretende ser mais um relevante contributo para os estudos do Modernismo Algarvio, a partir de uma das figuras cruciais dessa história do modernismo português ainda a redescobrir.
A exposição irá centrar-se na sua vertente de caricaturista, completamente esquecida dos estudos de especialidade, como do seu papel na defesa articulada do Regionalismo e do Modernismo no Algarve, além das suas várias atividades: advogado, poeta, escritor, publicista, criador da primeira empresa de cinema do Algarve, autor e dinamizador teatral, jornalista, caricaturista, cartoonista, etc. Foi amigo de nomes marcantes do Modernismo Algarvio (Carlos Lyster Franco, Carlos Porfírio, Roberto Nobre, Bernardo Marques, etc.), de Lisboa (Almada Negreiros, António Ferro, José Pacheko, Jorge Barradas, António Soares, etc.) e espanhóis (Rogelio Buendía, Gómez de la Serna, Carmen de Burgos, etc.)
Figura polémica, prolixa, ativa e corajosa, em pouco menos de 15 anos desenvolveu uma vasta produção crucial na história do Modernismo Algarvio. O seu falecimento precoce, sem completar 31 anos, contribuiu para o fim do tempo de ouro do Modernismo Algarvio, que coincidiu muito com a Primeira República, e uma perda para a história artística e cultural do Algarve.
A exposição seguirá, com outros focos e variantes, para o Museu Rafael Bordalo Pinheiro (Lisboa) e o Museu de São Brás de Alportel.
Está em preparação um catálogo.
arte sonora: processos experimentais
Jan 19 2026
CANDIDATURAS ATÉ 23 JANEIRO 2026
Estão abertas as candidaturas até 23 de janeiro de 2026 para a Pós-Graduação Arte Sonora: Processos Experimentais.
Datas importantes:
Publicação dos resultados > a partir de 3 de fevereiro de 2026
Matrícula e inscrição dos candidatos colocados > no prazo de 3 dias após notificação das instruções de matrícula e inscrição.
Início das aulas > 9 de fevereiro de 2026
https://www.instagram.com/arte.sonora.experimentais/
O Curso Pós-Graduado de Aperfeiçoamento em Arte Sonora: Processos Experimentais é um curso não conferente de grau académico que pretende facultar e aprofundar conhecimentos sobre as particularidades físicas, ontológicas, eletrónicas e espaciais do som no contexto da Arte Sonora, na sua relação e influência sobre as Artes Visuais e a Música Experimental.
Coordenação científica de Daniel Pinheiro
CORPO DOCENTE: Daniel Antunes Pinheiro, Diogo Melo e Fernando Fadigas
17ª bienal internacional cerâmica artística aveiro 2025 com a participação da fbaul
Jan 13 2026
18 OUTUBRO 2025 > 19 JANEIRO 2026 I AVEIRO
Até 19 de Janeiro decorrem em Aveiro as exposições que integram a XVII Bienal Internacional de Cerâmica Artística, onde se integra o projeto Múltiplos, com catálogo disponível da Biblioteca FBA-ULisboa.
A Faculdade de Belas-Artes participa com a obra Cúmulo, instalada na Praça do Rossio, reúne os contributos de 24 estudantes de 4 mestrados da FBA-ULisboa ou em parceria, estagiários Erasmus+, oriunda(o)s de 9 países, e tem a coordenação dos professores Marta Castelo e Pedro Fortuna.
exibição da longa-metragem “o tubérculo” na finissage da exposição “patologias fílmicas e outras dissidências”
Jan 12 2026
14 JANEIRO 2026 > 20H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
A exposição Patologias fílmicas e outras dissidências, do realizador e pesquisador Lucas Camargo de Barros, encerrra com uma finissage no dia 14 de janeiro de 2026, a partir das 18h, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes. A programação de encerramento inclui a exibição do longa-metragem O Tubérculo (70 min, Super8mm, 2024), correalizado por Barros e Zetune, às 20h, no Auditório Lagoa Henriques.
Aberta ao público de 10 a 14 de janeiro de 2026, a mostra propôs uma imersão nos processos criativos que atravessam a escrita, a montagem e a realização de O Tubérculo, expandindo o cinema para o espaço expositivo por meio de materiais, dispositivos e gestos que dão corpo às imagens, aos afetos e às fraturas narrativas do filme.
Com curadoria de Cátia Rodrigues e organização de Fabián Cevallos Vivar, a exposição parte de novas imagiologias para transformar a experiência fílmica em um campo sensorial, crítico e político. A tridimensionalidade desses gestos amplia a noção de coming back home, eixo central de O Tubérculo, deslocando o retorno à origem para um território instável entre memória, diagnóstico e invenção.
Rodado integralmente em Super8mm, na cidade natal do artista, O Tubérculo constrói-se como um caso clínico ficcional: acompanha o retorno de G. após a morte da avó, vítima de uma misteriosa doença chamada Insônia Familiar Fatal. Entre biografia, delírio e fabulação, o filme articula temporalidades dissociativas e contamina o próprio corpo da imagem, instaurando um cinema em que a doença não é apenas tema, mas força formal dissidente.
A exposição dialoga diretamente com a investigação teórico-prática desenvolvida por Barros em sua tese no programa de Artes Performáticas e Imagem em Movimento, sob orientação do Rogério Taveira e coorientação da Marta Mendes. Nesse percurso, o artista propõe o conceito de patologia fílmica: um modo de leitura e criação em que o filme incorpora sintomas, disfunções e instabilidades como estratégia de dissidência formal frente às narrativas e regimes hegemônicos de imagem.
Entre cinema expandido, pensamento crítico e fabulação estética, Patologias fílmicas e outras dissidências encerra-se convidando o público a atravessar um território onde corpo, imagem, diagnóstico e invenção se fundem. E onde a doença emerge como força poética, política e dissidente do próprio cinema.
patologias fílmicas e outras dissidências — exposição de lucas camargo de barros
Jan 12 2026
10 > 14 JANEIRO 2026 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, no dia 10 de janeiro, às 17h00, a exposição do realizador e pesquisador Lucas Camargo de Barros, intitulada Patologias fílmicas e outras dissidências. A mostra propõe uma imersão nos processos criativos que atravessam a escrita, a montagem e a realização do longa-metragem O Tubérculo (70 min, Super8mm, 2024), filme correalizado com Zetune.
Com curadoria de Cátia Rodrigues e organização de Fabián Cevallos Vivar, a exposição parte de novas imagiologias para expandir o trabalho cinematográfico para o espaço expositivo, dando corpo material às imagens, aos afetos e às fraturas narrativas do filme. A tridimensionalidade desses gestos amplia a noção de coming back home, eixo central de O Tubérculo, transformando a experiência fílmica em um campo sensorial, crítico e político.
Rodado integralmente em Super8mm, na cidade natal do artista, O Tubérculo se constrói como um caso clínico ficcional, narrando o retorno de G. após a morte de sua avó, vítima de uma misteriosa doença chamada Insônia Familiar Fatal. Entre biografia, delírio e fabulação, o filme articula temporalidades dissociativas e contamina o próprio corpo da imagem, instaurando um cinema onde a doença não é apenas tema, mas força formal dissidente.
A exposição dialoga diretamente com a investigação teórico-prática desenvolvida por Barros em sua tese no programa de Artes Performáticas e Imagem em Movimento, orientado por Prof. Rogério Taveira e co-orientado pela Profª Marta Mendes. No trabalho, analisa as representações da doença no cinema contemporâneo como estratégia de dissidência formal ao propor o conceito de patologia fílmica: um modo de leitura e criação em que o filme incorpora sintomas, disfunções e instabilidades, deslocando as formas hegemônicas de narrativa, imagem e fruição.
Entre cinema expandido, pensamento crítico e fabulação estética, Patologias fílmicas e outras dissidências convida o público a atravessar um território instável onde corpo, imagem, diagnóstico e invenção se fundem. E onde a doença emerge como força poética, política e dissidente do próprio cinema.
Horário: 2ª a sáb › 11h–19h
ivens perspectives — exposição de francisco leal
Jan 04 2026

24 NOVEMBRO 2025 > 07 JANEIRO 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugura no dia 24 de novembro, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Sofia Condeço, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Investigadora Ana Matilde Sousa.
Sofia Condeço (n. 2005) vive e trabalha em Oeiras e estuda atualmente Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho combina pastel e pintura a óleo, trazendo o desenho para a tela e explorando a relação entre animal e humano, retirando este último do pedestal e reinscrevendo-o na natureza, onde sempre pertenceu. Participou em diversas exposições coletivas, incluindo O último tranca a porta (Lugar Específico, Lisboa, 2025), Casa da Ladra – Residência Artística SAFRA (Lisboa, 2025), GABA – Galerias Abertas (FBAUL, 18.ª edição, 2025; 17.ª edição, 2024; 16.ª edição, 2023), Éden (Lounge, Instituto Superior Técnico, Lisboa, 2025) e Traçadito (Galeria da AE das Belas-Artes, Lisboa, 2023).

A exposição de Francisco Leal decorreu entre 15 de outubro e 24 de novembro de 2025, na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Investigadora Ana Matilde Sousa.
Francisco Leal (Lisboa, 2005) vive e trabalha em Lisboa, frequentando atualmente a licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho explora a relação entre humor e tragédia, transformando a pintura num espaço onde o riso e o desconforto coexistem. Através da justaposição de elementos quotidianos, absurdos e referências visuais contrastantes, cria composições que questionam o papel da imagem como mediadora do olhar — um ponto de entrada que atrai o espectador, mas que, ao ser ultrapassado, revela uma dimensão introspectiva e crítica. Em 2025, participa nas exposições Vogados (Rua Camilo Castelo Branco, Lisboa), A legenda ficaria Mercatus (Convento dos Cardes, Lisboa), O último tranca a porta (Lugar Específico, Lisboa), Casa da Ladra (residência SAFRA, Lisboa) e Corrente de Ar 2025 (Beco da Mitra, Lisboa). Em 2023, integra The Portugal Students Prize Finalists Exhibition na Sociedade Nacional de Belas-Artes e no Howard’s Folly (Estremoz).

A exposição de Rafaela Pereira decorreu entre 10 de setembro e 15 de outubro na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Rafaela Coutinho Pereira, nascida em 2004 e natural de Alcochete, frequenta a Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Em 2022, uma das suas pinturas foi selecionada para ser reproduzida num mural, no âmbito de um projeto colaborativo entre a Escola Secundária de Alcochete e a Junta de Freguesia de Alcochete. O seu trabalho centra-se na exploração da colagem de diversos materiais em articulação com a pintura, procurando valorizar as texturas dos elementos escolhidos, que se traduzem, neste caso, na representação de animais e géneros.

A exposição de Maria Silveira decorreu entre 23 de junho e 10 de setembro na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Maria Silveira é uma jovem artista visual e plástica portuguesa, sediada em Lisboa, Portugal. Com formação em Produção Artística especializada em Ourivesaria na Escola Artística António Arroio, terminada em 2021,é atualmente aluna da licenciatura de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
O seu trabalho explora as limitações formais e plásticas da realidade. Com um especial gosto pelo artifício da memória, imita mundos conhecidos para criar novas realidades visuais, universos quotidianos transformam-se em dimensões desconhecidas e vice-versa. Procura alcançar, através da experimentação com diferentes materiais e meios, um equilíbrio entre corpóreo e ideia. Os seus principais temas de investigação artística são o corpo, a memória e a relação do ser com o mundo que o rodeia.

A exposição de Sofia Martins decorreu entre 7 de maio e 18 de junho de 2025 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Sofia Martins, nascida no Porto e criada em Santarém, é uma jovem artista de 20 anos que frequenta a Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho é maioritariamente autobiográfico, onde utiliza a pintura a óleo para retratar momentos do quotidiano. Destaca-se pelo contraste entre técnicas de empastamento e tinta fortemente diluída com terebintina, aplicadas sobre telas onde representa fotografias captadas por si. Esta abordagem permite-lhe integrar a realidade de forma intrínseca na sua narrativa plástica, criando uma experiência visual cativante.

A exposição de Filipe Cesário decorreu entre 2 de abril e 7 de maio de 2025 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Filipe Cesário, natural de Lisboa e nascido em 2002, encontra-se atualmente no terceiro anodaLicenciaturaemPinturanaFaculdadedeBelas-ArtesdaUniversidadedeLisboa. O seu trabalho artístico centra-se na pintura a óleo figurativa, baseada em fotografias de eventospessoais.Exploraarelaçãoentrememóriaeimagem,reinterpretandomomentos vividos através da desconstrução da figura humana. A sua pesquisa plástica investiga os limitesentresimplificaçãoerepresentação,utilizandocamadas,gestualidadeecontrastes cromáticos para criar composições que oscilam entre o real e o evocativo.

A exposição de Tomás Gouveia decorreu entre 26 de fevereiro e 2 de abril de 2025 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Tomás Gouveia, natural de Viseu e nascido em 2003, encontra-se atualmente a frequentar o terceiro ano da Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho artístico centra-se na exploração de uma narrativa fragmentada, na qual a linearidade e coerência dos acontecimentos representados são intencionalmente desafiadas. Demonstra particular interesse pela representação da figura humana de forma camuflada, investigando os limites da sua desconstrução sem que esta perca completamente a sua legibilidade para o observador. Um dos principais objetivos da sua investigação plástica é compreender a subtil fronteira entre a abstração e a representação figurativa, tanto no desenho como na pintura.
fora de zona — exposição alunos de pintura da fbaul
Jan 01 2026 
05 DEZEMBRO 2025 > 07 JANEIRO 2026 I GALERIA LIMINARE – SEDE JUNTA FREGUESIA DO LUMIAR
Inaugura no dia 5 de dezembro, às 16h00, na Galeria Liminare, a exposição Fora de Zona. A exposição ficará patente até 7 de janeiro de 2026.
A exposição Fora de Zona assume particular relevância por constituir uma oportunidade de expansão do território artístico e formativo dos estudantes de Belas-Artes. Resultante de um convite de Madalena Pestana, da Junta de Freguesia do Lumiar, este projeto promove o diálogo entre a prática artística emergente e a comunidade, ao deslocar-se para um contexto distinto daquele em que a Faculdade de Belas-Artes habitualmente se inscreve. Nesse sentido, Fora de Zona torna-se não apenas um exercício de visibilidade e disseminação da produção artística dos alunos em formação, mas também um gesto simbólico de descentralização cultural, levando a criação contemporânea a outras partes da cidade e incentivando novas formas de encontro entre arte, território e público.
Organização e Curadoria:
Diana Costa
Ana Matilde Sousa
Alunos:
Amália Bragança
Rosa Almeida
Sofia Condeço
Bianca Conchinha
Diogo Cortesão
Emília Silva
Francisco Cardoso
Francisc0 Leal
Gabriel Correia
Jay Delgado
Mariana Almeida
Mars Gonçalves
Matilde Feitor
Pedro Reis
Tomás Boto
Wendell
pessoas que desenham a liberdade — programa na rtp2
Dec 21 2025
josé veloso de castro: a revelação de um artista
Dec 17 2025
29 SETEMBRO < 31 DEZEMBRO 2025 I MUSEU MILITAR DE LISBOA
De 29 de setembro a 31 de dezembro de 2025, o Museu Militar de Lisboa, com curadoria de Carlos Pedro Reigadas, apresenta José Veloso de Castro: A Revelação de um Artista, a primeira grande exposição dedicada à vida e obra do militar e fotógrafo Major Veloso de Castro (1869-1945).
Com um espólio de enorme relevância histórica, composto por 2.355 positivos fotográficos e sete caixas de negativos em vidro, esta mostra reúne 120 provas inéditas, realizadas a partir de negativos originais (1904-1912), preservados desde 1917 no Arquivo Histórico Militar.
As imagens foram captadas em Angola, durante as comissões militares de Veloso de Castro, e revelam muito mais do que documentação colonial: mostram um olhar artístico singular, sensível ao movimento, à paisagem e ao quotidiano humano no início do século XX.
Nascido em Braga, em 1869, Veloso de Castro serviu o exército português durante 38 anos, primeiro sob a Coroa e, após 1910, ao serviço da República. Entre 1902 e 1919, passou 16 anos em Angola, onde conciliou operações militares com levantamentos topográficos, fazendo da fotografia uma ferramenta científica e criativa.
A sua obra distingue-se pela modernidade e experimentação: registo de velocidade e movimento, exploração de ângulos inusitados, uso de primeiros planos para criar profundidade. Retratou o seu grupo militar em ambiente natural, mas também dirigiu a lente ao “outro lado” da estrutura colonial, documentando habitantes locais, costumes, rituais, práticas de trabalho, saúde e habitação.
O auto-retrato, presença constante, evidência a afirmação da sua personalidade e o desejo de marcar a sua posição enquanto artista.
Ao longo de 26 salas, a curadoria estabelece diálogos entre o espólio fotográfico e as coleções do Museu Militar, revelando coincidências temáticas, simbólicas, materiais e temporais entre as imagens de Veloso de Castro e o património artístico e militar português.
Na Sala de Exposições Temporárias, o público poderá ainda consultar documentos do Arquivo Militar de Lisboa e livros da Biblioteca do Exército que contextualizam o autor e o seu legado fotográfico.
Curadoria e organização
A exposição é comissariada por Carlos Pedro Reigadas, no âmbito do mestrado em Curadoria, Crítica e Teoria da Arte da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, em colaboração com a Direção de História e Cultura Militar, que tutela o Museu Militar de Lisboa, o Arquivo Histórico Militar e a Biblioteca do Exército.
Horários:
Terça a Sexta-feira: 10h00 – 17h00
Sábado e Domingo: 10h00 – 13h00 e 14h00 – 17h00
Segunda-feira: Encerrado
Organização e Apoios:
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Direção de História e Cultura Militar (DHCM)
Exército Português
Patrocínios:
Arte Periférica
CANSON
Contactos:
Carlos Pedro Reigadas
t. 969 031 458
inshadow lisbon screendance festival — exposição de vídeo-dança
Dec 14 2025

03 > 19 DEZEMBRO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
A 17ª edição do InShadow – Lisbon Screendance Festival percorre Lisboa com competições de vídeo-dança, documentário e animação, e inclui também performances, exposições, masterclasses e workshops.
Na FBAUL, o InShadow ocupa a cisterna com uma instalação de vídeo-dança de vários artistas, e a galeria com uma exposição de fotografia e vídeo da artista Andrea Hackl. Com inauguração a 3 de Dezembro, às 18h30, estas exposições podem ser visitadas até dia 19 de Dezembro.
No âmbito do InShadow Lisbon Screendance Festival inaugura no dia 3 de dezembro, às 18h30, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes uma exposição de vídeo-dança. A exposição ficará patente até 19 de dezembro.
Horário: 2ª a 6ª das 10h às 18h
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
6 experiências de vídeo-dança assentes num pensamento renovado sobre o espaço, a luz e o som — a dança como território de expansão artística.
Serão apresentados os filmes:
_Crossing by Francisca Ribeiro
_Metai by Laura Diciunaité
_Haita by Tupac Martir
_The Isle of the Dead by Iwona Pasinska
_Chorale by Sandrick Mathurin
_The Oath by Alla Kovgan
when the wind sang to us and the sea whispered to the moon — exposição de andrea hackl
Dec 14 2025 
03 > 19 DEZEMBRO 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
A 17ª edição do InShadow – Lisbon Screendance Festival percorre Lisboa com competições de vídeo-dança, documentário e animação, e inclui também performances, exposições, masterclasses e workshops.
Na FBAUL, o InShadow ocupa a cisterna com uma instalação de vídeo-dança de vários artistas, e a galeria com uma exposição de fotografia e vídeo da artista Andrea Hackl. Com inauguração a 3 de Dezembro, às 18h30, estas exposições podem ser visitadas até dia 19 de Dezembro.
When the Wind Sang to us and the Sea Whispered to the Moon
Captação de uma dança fluída de dissolução e transformação e celebração da leveza e graciosidade.
Inaugura no dia 3 de dezembro, às 18h30, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição de fotografia e vídeo When the Wind Sang to us and the Sea Whispered to the Moon de Andrea Hackl, no âmbito do Festival InShadow. A exposição ficará patente até 19 de dezembro.
Horário: 2ª a 6ª das 10h às 18h
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
No âmbito da sua exposição para o InShadow, Andrea Hackl apresenta um novo trabalho em vídeo e uma seleção de fotografias de três séries que dialogam entre si – sombra e luz, água e ar – formando a sua própria dança. As séries GRACE, BLACK & MOON LIGHT nasceram de encontros com os fotógrafos Maike Helbig (Grace, Black) e Duarte Netto (Moon Light).
A presença de Andrea Hackl no InShadow é apoiada financeiramente pelo Fonds Podiumskunsten Netherlands.
Andrea Hackl é uma realizadora independente, artista multidisciplinar e coreógrafa sediada em Amesterdão, e trabalha com filme, cinema e performance. O corpo tem uma presença importante no seu trabalho e a sua formação em dança e prática baseada no movimento moldou definitivamente a forma como percebe e trabalha com o mundo à sua volta — e conferiu uma sensibilidade e qualidade especiais ao seu trabalho cinematográfico —, mas valoriza a alquimia de diferentes disciplinas, e a sua prática funde cinema com performance, com o objetivo de criar projetos poéticos e visualmente atraentes que exploram temas como liberdade, empoderamento, conexão humana e a interação entre paisagens internas e externas.
Os artistas por trás da lente: Duarte Netto e Maike Katharina Helbig
design & saber-fazer
Dec 14 2025
15 > 19 DEZEMBRO 2025 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Design & Saber-fazer é o resultado de um exercício teórico-prático que enquadra o programa da unidade curricular Projeto IV da Licenciatura em Design de Equipamento. A exposição apresenta os trabalhos desenvolvido ao longo de um semestre, centrado na valorização de materiais naturais e na reinterpretação de práticas tradicionais.
A partir de uma reflexão aprofundada sobre o saber-fazer, procurou-se evidenciar a relevância dos conhecimentos materiais, técnicos e culturais que sustentam a produção contemporânea dos “makers”. Esta abordagem promove uma visão expandida do design, que transcende a materialidade do objeto e integra os processos, os contextos e os agentes envolvidos. Assim, reconhece-se o papel ativo de cada interveniente e reforça-se a relação entre design, comunidade e território.
Professores: Ana Vasconcelos Thudichum, Carla Paoliello, Miguel Bual e Sofia Águas
Estudantes: Andreia Luzia Pereira Vieira, Beatriz Batista Grácio, Beatriz Pires Tilliet, Carolina Cláudia Rebelo Sales Caldeira, Catarina Batista Silva da Costa, Catarina Beliz Borges Rocha, Catarina Maria Ferreira Constant Lopes Correia, Cláudia Martins Vieira, Constança Savinien Martins Machaz, Diogo Alves Vilhena, Duarte José Ribeiro dos Santos, Filipa Barra Horta, Filipa Vicente Ferreira Fonseca Tavares, Inês Filipa Gonçalves de Brito, Ivo Miguel Correia Vicente, Joana Castelo Branco Martins Miramon, Joana Filipa dos Anjos Almeida Soares, João Maria Duarte Carneiro, Lana de Oliveira Guimarães de Souza, Lara Alves Nunes Araujo, Leonor Santos Silva, Lourenço Ibarra Coelho Cardoso, Mafalda Vidal Fernandes, Maria Beatriz Sentieiro Reis, Maria Constança Vieira Moreira da Silva, Maria Emília Gonçalves Pinheiro, Maria Inês Rosário de Barros, Maria Madalena Magno Dias Corrêa Monteiro, Maria Madalena Marques Pinheiro Pacheco Ferreira, Mariana Farinha Martins, Mariana Louçã Mendes, Matilde Machado Pereira, Mónica Sofia Zi Xiao, Nadiia Alieksieieva, Nicole Treptow, Pedro Dias da Silva, Raquel Laranjeira Cordeiro de Andrade, Sara Sousa Pires de Lacerda Forjaz, Sofia Noronha dos Santos Martins, Sofia Plautz Wiegerinck e Melo, Sofia Van Den Berk Carvalho Coelho, Tiago Branco Paulo, Violetta Andriienko
Mostra que Somos Humanos – Encontro Artístico e Científico
Dec 05 2025
12 DEZEMBRO 2025 | 15H00 > 21H30 | FBAUL | GRANDE AUDITÓRIO
PROGRAMA
15h00 – Devi – Subina Shrestha (2024)
17h00 – A Fidai Film – Kamal Ajafari (2024)
19h00 – Mr. Nobody Against Putin – David Borenstein e Pavel Talankin (2025)
As sessões serão seguidas de debate com o público.
18h30-19h00 - Será servido um cocktail oferecido pela Embaixada dos Países Baixos em Lisboa, que contará com a presença da Senhora Embaixadora Margriet Leemhuis.
Este evento é realizado como apoio do CIEBA – Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes
Entrada livre até à lotação da sala.
O evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Ciclo Internacional de Conferências – Investigação artística. A experimentação poiética perante a inteligência artificial.
Dec 05 2025
12 DEZEMBRO 2025 | 9H30 > 12H45 | FBAUL | AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Reunindo um conjunto de artistas e de investigadores em arte e tecnologia entre os quais se destaca a participação de Jay Bolter, o ciclo internacional de conferências designado Investigação artística. A experimentação poiética perante a inteligência artificial, terá lugar no dia 12 de dezembro, no anfiteatro Lagoa Henriques, FBAUL, como se pode observar no Programa em anexo.
Solicita-se aos interessados que preencham uma ficha de inscrição criada para o efeito, pois, embora a assistência às conferências seja gratuita, é necessário um registo prévio assim como a manifestação de interesse no Certificado de Participação.
Partindo da investigação artística como campo de trabalho e reflexão, o ciclo internacional de conferências e o livro a publicar visam o questionamento livre e criativo da inteligência artificial, perscrutando os seus “espantosos” recursos atinentes à transformação das artes, das ciências e das sociedades, mas analisando com igual intensidade os respectivos impactos nas formas ancestrais de produção artística, na intersubjectividade humana, na empatia real (isto é, “cara a cara”, em solo plural e realmente coabitado), na ética digital, na vida laboral, entre muitos outros aspectos do mundo contemporâneo. Os autores também foram convidados a pensar e a apresentar uma caracterização da investigação artística, diferenciando-a da investigação em artes e da criação artística, mesmo que se verifiquem profundas afinidades entre estas três esferas de reflexão e prática expressiva.
A participação no evento é gratuita, mas requer obrigatoriamente inscrição (até dia 12 de Dezembro).
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
terra sol liberdade
Dec 04 2025
13 SETEMBRO > 31 DEZEMBRO 2025 I CENTRO DE ARQUEOLOGIA E ARTES DE BEJA
A exposição Terra Sol Liberdade é uma homenagem ao escultor Jorge Vieira, no ano em que se celebram os 30 anos do Museu com o seu nome, em Beja.
A Câmara Municipal de Beja contou com a colaboração dada pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, nomeadamente com um concurso destinado aos alunos das Unidades Curriculares de Cerâmica de Escultura.
Das propostas apresentadas foram selecionadas, Bárbara Rodrigues e Rita Silva Carreira que participaram na residência artística em Beringel, para a criação de obras em cerâmica, realizada nas oficinas de olaria de António Mestre e no telheiro de José Parreira, e onde participaram os artistas convidados Cláudia Guerreiro, Heitor Figueiredo, Marta Castelo, Noémia Cruz, Suzana Henriqueta, Tiago Mestre e Virgínia Fróis. A exposição conta também com obras do escultor Jorge Vieira escolhidas pelos artistas e pelo Museu.
outros métodos (ou modos?) de pesquisa em educação e artes
Nov 28 2025
04 DEZEMBRO 2025 > 19H00 I SALA 21, INSTITUTO EDUCAÇÃO /// 05 DEZEMBRO 2025 > 14H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES FBAUL
Nos dias 4 e 5 de dezembro realizam-se dois seminários de Marilda Oliveira de Oliveira, organizados pela Profª Ana Sousa, Coordenadora do Grupo Arte-Educação, Comunidades e Culturas (CIEBA-FBAUL) e pelo Prof. Leonardo Charréu.
_4 de dezembro, às 19h00, no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, Cidade Universitária, Sala 21, seminário Leitura e Escrita Académica com Imagens
_5 de dezembro, às 14h00, no Auditório Lagoa Henriques, na Faculdade de Belas-Artes, seminário Outros Métodos (ou Modos?) de Pesquisa em Educação e Artes
Marilda Oliveira de Oliveira é professora titular do Departamento de Metodologia do Ensino do Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Brasil. É doutora em História da Arte e mestra em Antropologia Social, ambos pela Universidad de Barcelona, Espanha. É bacharel e licenciada em Artes Visuais pela UFSM, onde coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas em Arte, Educação e Filosofias da Diferença (GEPAEFD). É editora-chefe da Revista Digital do LAV (RDLAV) e professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação, atuando na linha de pesquisa Educação e Artes (LP4), onde orienta dissertações e teses. É autora dos livros Outros Métodos (ou Modos?) de Pesquisa em Educação e Artes, Identidade e interculturalidade: história e arte guarani (2004), A formação do professor e o ensino das Artes Visuais (2005) e Arte, educação e cultura (2007), todos em 2a edição, publicados pela Editora da UFSM.
alumnights with faculdade de belas-artes
Nov 24 2025
27 NOVEMBRO 2025 > 17H00 I PAVILHÃO DE PORTUGAL
A Universidade de Lisboa promove, no dia 27 de novembro, a partir das 17h00, mais uma edição do Alumnights, um ciclo de encontros informais que aproxima antigos e atuais estudantes e abre as portas da Academia à sociedade.
A segunda edição decorre no Pavilhão de Portugal e tem como anfitriã a Faculdade de Belas-Artes da ULisboa.
O programa integra um conjunto de atividades culturais, conversas e momentos de partilha
O Alumnights é um espaço de reencontro, criação e diálogo entre gerações, celebrando o percurso artístico e académico da comunidade ULisboa. A entrada é livre.
Programa
17h00: Exposições
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Exposição coletiva com obras de alunos e alumni da FBAUL.
Artistas: Ana Franco Neto, Catarina Neves, Emília Silva, Íris Silva, Maria João Neves, Mariana Poeta, Pedro Reis, Rita Salgado, Tomás Rodrigues, Helena Rosa, Lúcia Pinho e Mariana Vinagre.
Cisterna: Uma revista de dentro para fora
Mostra das edições anteriores e da nova edição da revista Cisterna, projeto da Associação de Estudantes da Faculdade de Belas-Artes.
18h00: Conversa com Alumni
Um diálogo aberto sobre a passagem pela instituição e os percursos profissionais dos convidados.
Convidados: Francisco Trêpa, Manuel Botelho e Sílvia Matias
Moderação: Maria Silveira.
19h00: Conversa sobre a Revista Cisterna
1.ª parte: conversa com Ricardo Gonçalves e Diogo Nery Tomás, criadores e editores da Cisterna.
Moderação: Vasco Marrocano.
2.ª parte: apresentação da 6.ª edição da Cisterna, sob o tema “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades” com os alumni Inês Pestana, Tomás Simões e Vasco Marrocano.
20h00: Música ao vivo
Apresentação a solo do saxofonista Pedro Alves Sousa
21h00: Encerramento
Cocktail de convívio com atuação do Coletivo Lenha (Vampiro X Dj 420@ôa)
Convidados
Francisco Trêpa é um artista português sediado em Lisboa. Estudou cerâmica na Escola Artística António Arroio, e é licenciado em Escultura e mestre Arte Multimédia pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Desde 2015, expõe a nível nacional e internacional em várias galerias e instituições. O seu trabalho integra a Coleção António Cachola (MACE), a Coleção da Fundação PLMJ e várias coleções particulares, em Portugal e no estrangeiro. Em 2025, foi finalista do Prémio Fundação EDP Novos Artistas e apresentou a exposição-processo Baile dos Bugalhos no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian. É o vencedor do Grande Prémio do Sovereign Portuguese Art Prize 2024.
Manuel Botelho nasceu em Lisboa em 1950. É artista plástico e professor associado jubilado da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Vive e trabalha em S. Pedro do Estoril. Licenciatura em Arquitetura, ESBAL (1976). Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian na Byam Shaw School of Art e na Slade School of Fine Art, Londres (1983-85 e 1985-87). Doutoramento em Belas Artes / Pintura, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, 2006. Participou em múltiplas mostras coletivas. Entre as suas exposições individuais podem destacar-se as seguintes: Fundação Calouste Gulbenkian (1986; 1994); Museu Nacional de Arte Antiga (2000; 2019-20); Centro de Arte Moderna Gulbenkian (2005); Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2008); Fundação EDP (2008); Centro Cultural de Lagos (2005; 2009); Fundação PLMJ (2012); Pavilhão Preto, Museu da Cidade, C. M. Lisboa (2014); Galeria do Parque, V. N. Barquinha (2014-15); Convento dos Capuchos, C. Caparica (2019-2020); e ainda nas galerias Módulo (Lisboa e Porto), Flowers East (Londres), Miguel Nabinho (Lisboa), Fernando Santos (Porto), João Esteves de Oliveira (Lisboa), etc. Está representado em coleções públicas e privadas, podendo destacar-se as seguintes: CACE – Coleção de Arte Contemporânea do Estado; Caixa Geral de Depósitos; Fundação Calouste Gulbenkian; Fundação EDP; Fundação PLMJ; Museu Nacional de Arte Contemporânea (Museu do Chiado), Lisboa.
Sílvia Matias, Designer e Directora de Arte portuguesa. Certificada pelo Type Directors Club de Nova Iorque em 2024 e 2022, e nomeada designer do ano em 2023 pelo CCP. Depois de colaborar com diversos estúdios na Europa, como o FABRICA Research Center, FOLCH, VHILS Studio e PENTAGRAM, fundou o NON—OFF Studio, em Lisboa. Já participou como oradora em conferências em Milão, Barcelona, Galiza, Hong Kong e Taiwan. A sua instalação mais recente esteve este ano em exposição no MUDE | Museu do Design e da Moda. Professora convidada na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Co-fundadora do programa WOMEN MAKERS, em Milão.
Diogo Néry Tomás, Lisboa, 1997. Licenciou-se em Design de Comunicação na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (2018), é pós-graduado em Digital Experience Design (2019) e em Discursos da Fotografia Contemporânea (2025) pela mesma faculdade. Frequentou entre 2020 e 2022 o curso em cinema documental, pelo KINODOC. Desde 2019 que trabalha como designer e desenvolve uma prática artística na área da fotografia.
Pedro Alves Sousa, nascido em 1986 em Lisboa, licenciou-se em Escultura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa entre 2005 e 2009. Hoje em dia apresenta o seu trabalho maioritariamente como saxofonista, ramificando-se também em outras áreas como a composição e produção, fotografia, instalações e performance. Fundou e co-fundou bandas como: Má Estrela, EITR, Casa Futuro, Peter Gabriel Duo, Pão. Participa também em várias bandas como Caveira, Volúpias das Cinzas, Serpente. Colaborou com nomes como Evan Parker, RP Boo, Phil Niblock, Sei Miguel, Rafael Toral, Mão Morta, Alexander Von Schlippenbach, Thurston Moore, Johan Berthling, Peter Evans, Marching Church, Black Bombaim. Foi vencedor em 2013 da Bolsa Ernesto de Sousa, com a curadoria de Phil Niblock, e participou no Experimental Intermedia Festival em Nova Iorque, com a performance/instalação: Performance for plural larynx: A song for True. No fim de 2022 lança a editora de discos Futuro Familiar.
Coletivo Lenha é um espaço de colaboração entre artistas, que se identifica como uma label promotora de artistas emergentes e uma plataforma para eventos e experimentação visual. Criado em 2018, este grupo sediado na cidade de Lisboa, tem-se mantido ativo dinamizando festas, sessões de rádio, feiras, lançamentos e workshops, ao longo de todo o território nacional. O Coletivo tem vindo a apresentar-se em vários espaços sob o formato de DJ set, em grupo ou individualmente, onde exploram vários registos eletrónicos, desde house e techno até às batidas mais quebradas como o jungle, break e dub.
Nota: Este é um evento oficial da ULisboa no qual podem ser efetuados registos fotográficos e videográficos para efeitos de comunicação institucional da ULisboa nos seus vários meios.
susana de sousa dias guest of honor idfa 2025
Nov 19 2025
13 > 23 NOVEMBER 2025 I AMSTERDAM
Susana de Sousa Dias, Professor at the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon, is the Guest of Honor at IDFA 2025, the Amsterdam International Documentary Film Festival, which takes place from November 13th to 23rd. IDFA is considered the largest and most prestigious international documentary film festival.
In recent editions, this distinction has been awarded to artists and filmmakers Hito Steyerl, Johan Grimonprez, Laura Poitras, and Wang Bing, and in previous years, to filmmakers such as Agnès Varda and Werner Herzog.
IDFA presents several films by Susana de Soua Dias, acclaimed filmmaker, curator, and academic. Known for her singular approach to archival images and cinematic form, her work interrogates dictatorship, colonial legacies, and the fragile terrain of memory.
território cieba: symposia — symposium # 001, colonialidade
Nov 15 2025
22 NOVEMBRO 2025 > 10H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Território CIEBA: SYMPOSIA é uma plataforma de ENCONTROS ACADÉMICOS periódicos com pequenas palestras sobre um tema proposto, havendo, em cada uma, um texto a ser abordado e debatido.
É também um espaço para a comunicação entre investigadores da linha temática do CIEBA, MEMÓRIA TEORIAS E IMAGINÁRIO. Mobiliza-se a partilha, o debate e a disseminação, e ao mesmo tempo alargar e promover uma rede de colaborações.
No mesmo dia realiza-se a apresentação e o lançamento da REVISTA ARTE E CULTURA VISUAL #5.
PROGRAMA
10h00
Abertura,
Presidente CIEBA, Ana Vasconcelos
Coordenador da Linha de Investigação, João Paulo Queiroz
(Linha temática do CIEBA, Memória Teorias e Imaginário)
10h15
I Parte: LANÇAMENTO da REVISTA ARTE e CULTURA VISUAL #5
Apresentação da revista
Por Isabel Nogueira
10h40
II Parte: COMUNICAÇÕES
Caminhos para o desenvolvimento do pensamento crítico no contexto académico
Por Alice Nogueira Alves
Artes visuais perante a persistência de uma colonialidade do pensamento
Por Teresa Matos Pereira
Alienação e colonialidade: os contributos de Aníbal Quijano
Por João Paulo Queiroz
12h00
III Parte: ENCONTRO
A Linha Temática do Cieba, Memória, Teorias e Imaginário
Informações Gerais, pelo coordenador
12h15
Palavras finais
o estado da água
Nov 13 2025
14 NOVEMBRO 2025 > 18H00 I ESCADARIA DA CAPELA
Realiza-se no dia 14 de novembro, às 18h00, na escadaria da Capela da Faculdade de Belas-Artes o lançamento do catálogo O Estado da Água, um projeto de Eunice Artur, Iana Ferreira, Inês Teles, Joana Patrão, Jorge Leal e Thierry Ferreira.
No lançamento estarão presentes o Professor Doutor Américo Marcelino, Inês Ferreira-Norman, assim como os artistas e os autores dos textos.
alice geirinhas: sexus sequior
Nov 11 2025
23 OUTUBRO > 16 NOVEMBRO 2025 I GALERIA MUNICIPAL ARTUR BUAL / CASA APRÍGIO GOMES
Inaugura no dia 23 de outubro, às 18h00, na Galeria Municipal Artur Bual/Casa Aprígio Gomes, a exposição Alice Geirinhas: Sexus Sequior, comissariada por João Silvério, inserida na 36ª edição do Amadora BD – Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora.
“A exposição Sexus Sequior dá continuidade à pesquisa de Alice Geirinhas, e à sua posição feminista activista, sobre a condição humana e as diversas formulações históricas que secundarizam a mulher, como escreve de Arthur Schopenhauer no Ensaio acerca das mulheres, em que a mulher é colocada no lugar secundário, sem capacidade de compreensão do in abstracto. A dissecação e desconstrução dessa ideia de Sexus Sequior, o segundo sexo, compõe uma parte substancial do corpo de trabalho da artista, nas suas várias vertentes: desenho, pintura, ilustração e diferentes técnicas, como a grattage ou, a pintura. Tendo a série como processo de trabalho constante a artista desenvolve diversas composições, por vezes gráficas, mas de intensa plasticidade pictórica, em que a vinheta, atribuída à banda desenha, se cruza com trabalhos em fase de processo de ateliê, de experimentação e de interrogação do espectador, num arco temporal de mais de vinte anos de trabalho.”
Ver este texto em: https://amadorabd.com/exposicoes/alice-gerinhas-sexus-sequior/.
hybrid fragments++
Nov 09 2025
5 > 13 NOVEMBER 2025 I GALLERY
Hybrid Fragments ++
The exhibition Hybrid Fragments++ builds on and continues the previous exhibition Hybrid Fragments, which emerged from hybrid materiality practices and artistic processes developed within CAPHE project – Communities and Artistic Participation in Hybrid Environment – and which have been extrapolated to adjacent scenarios. It seeks to explore the speculative potential of the fragment as an operative concept in the arts and as a resource for training in artistic research in higher education. Based on the idea that a portion of something can be reborn and recreate any other ‘thing,’ the exhibition proposes experimental situations that articulate different material bodies in the continuum of reality-virtuality. This process aims to promote dialogue between subjects and materials, which can also be subjects. The resulting experiences pave the way for new approaches in arts education, especially about artistic research and its potential for knowledge transfer.
Inspired by the notion of tesserae in literary criticism (Bloom, 1973) and the concept of constellation as a dynamic creative process (Elias, 2019) that recovers the complexity, meaning and autonomy of the fragment (Perienes 2010), Hybrid Fragments expands the concept of ‘nomadic fragment’ proposed by Elias, Mendes, Ângelo and Lucas (2024). Through a selection of images and objects by various artists, the exhibition presents fragments that sometimes manifest themselves as documents, sometimes reconfiguring themselves as surviving images (Didi-Huberman), emerging in new materialities and digital environments that maintain the latency of their previous appearances. In these compositions, the works embody different temporalities and material stages, collapsing visual planes that evoke both Bennet’s vibrant matter, Haraway’s situated knowledge, and Braidotti’s nomadic subject.
In a progression of textures, spaces and hybrid materializations, the exhibition is an invitation to immersion through multisensory experiences, from the technologies of sculpture, drawing, photography and design to fragments from multiple sources to content in Augmented Reality, Virtual Reality and 3D digital printing.
In particular, the exhibition shows the artistic research and arts education work carried out by FBAUL art teachers and students in collaboration with other members and students of the CAPHE project within the scope of the proposed activities, including documentary content produced during the mobility programs.
Emerging materials – assessment in its final report: EXCELLENT
Nov 08 2025PROJECT EMERGING WITH THE EVALUATION EXCELLENT
Project reference: 2022.06772.PTDC
On June 6, 2025, the EMERGING MATERIALS project received the following assessment in its final report: EXCELLENT.
From the application and report EMERGENT appears to be a high quality and rigorously executed research project. The team undertook all the tasks planned, which was vital given how each task built on the previous one. Notably they managed to not only survey existing AR PhDs in Portugal (estimated in the research plan at 130) and developed a database of 118 AR projects (a small deviation, although the reason for this was not given). The initial report was delivered 2 months in advance, and the 6-part taxonomy of AR research in Portugal appears useful, and applicable in other contexts. The researchers have clearly developed their knowledge and understanding of AR research in Portuguese HEI. The Think Tank took place, including with a broad specialist public audience, presenting possible pathways to impact. There was also international dissemination, at the Accademia di Belle Arti in Roma, as planned in the application. The pop-up exhibition travelled to 3 venues in Lisbon, Évora and Porto. The exhibition appears to have been a more complex and costly undertaking than initially conceived, which is often the case, particularly when other institutions are involved – however the team appear to have ultimately executed this successfully. The team delivered on the promised outputs of 2 journal articles, a report and workshop and PhD proposal. In other areas the team exceeded initial plans, with 3 international conference papers rather than 1, an additional international seminar organised. There was a very minor overall project over-expenditure, of €1056 euros. This amount is marginal, particularly given the in-project deviation of an additional of €12k for the exhibition transportation, tallying with the complications around the exhibition – it appears that the project team managed to redirect funds from other parts of the project, with no damage done to the project overall.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
The Emerging project, is opening at FBAUP the exhibition
Emerging matters: a proposal for a collection of art of the higher education artistic research in Portugal (2011-2022).
This is the last openning of the pop-up exhibition of the exploratory project EMERGING funded by FCT, after two previous shows hosted by the Faculty of Fine Arts of the Universy of Lisbon and the School of the Arts of The University of Evora, respectively in October and November of 2024. Now it is time to present in the Faculty of Fine Arts of te University of Oporto the epsitemic proposals of trainning and advanced art based research done in the Portuguese Universities since 2011.
Epistemic objects are, in addition to the central body of work or the final materialisations, emerging iterations of the research carried out, such as drawings, artist’s books, models, videos, artefacts, written manifestos, artistic methodologies, graphic diaries or other elements. By selecting epistemic objects from the repositories of PhDs in the Arts from Portuguese universities, EMERGING hopes to emphasise the potential for knowledge transfer not only between the arts, but also between the arts and other areas of knowledge.
EMERGING is an exploratory research project funded by FCT (DOI:10.54499/2022.06772.PTDC), which draws on the experience of artists, researchers and university professors in strategic positions at various institutions and research centres in higher education in the arts in Portugal. The project is coordenated by Helena Elias FBAUL-VICARTE and has the colaboration research members of CIEBA, iD2ADS, ID+, DIGIMEDIA, and CHIA.
EMERGING é um projeto que aborda a produção artística no âmbito da investigação artística académica. Pretende, por um lado, mapear o que tem sido a formação e desenvolvimento da investigação artística realizada no seio do Ensino Superior Artístico em Portugal, e por outro oferecer as bases de uma coleção de arte académica emergida da produção de investigação artística no mesmo âmbito, como são as teses de doutoramento teórico-práticas ou trabalhos artísticos enquadrados em trabalho pós-doutoral.
Esta exposição resulta da proposta de mapeamento concebido a partir do que a equipa do EMERGING definiu como o que especulativamente poderiam ser objetos epistémicos, emanados da análise multimodal das teses de doutoramento e relatórios de investigação pós-doutoral.
Os objetos epistémicos são, para além do corpo de trabalho central ou das materializações finais, iterações emergentes da investigação realizada, tais como desenhos, livros de artista, maquetas, vídeos, artefactos, manifestos escritos, metodologias artísticas,
diários gráficos ou outros elementos. Com a seleção de objetos epistémicos provenientes de repositórios de Doutoramentos em Artes das Universidades Portuguesas, o EMERGING espera enfatizar o potencial de transferência de conhecimento não só entre as artes,
mas também entre as artes e outras áreas do conhecimento.
EMERGING é um projeto de investigação exploratório financiado pela FCT (DOI:10.54499/2022.06772.PTDC), que se desenvolve a partir da experiência de artistas, investigadores e professores universitários colocados em posições estratégicas em várias instituições e centros de investigação do ensino superior artístico em Portugal.
No âmbito do projeto MATÉRIAS EMERGENTES decorrem duas iniciativas sujeitas a inscrição:
Visita à casa de Ana Pérez-Quiroga no âmbito da sua tese de doutoramento Objectos do quotidiano e seus determinantes
Dia 25 de outubro
Inscrição- máximo 5 alunos (por ordem de inscrição)
Oficina de escrita performática
24 de outubro > 14h30
Prof. Mariana Vale Gomes
Departamento de Artes da UFRN – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Brasil
Inscrição – máximo 10 alunos (por ordem de inscrição)
play pause l xxv anos de música no pogo teatro
Nov 07 2025
08 NOVEMBRO 2025 > 19H00 I POGO TEATRO
PLAY PAUSE | XXV Anos de Música no Pogo Teatro
Apresentação da edição de Fernando Fadigas, uma edição Variz
CONCERTO | PERFORMANCE AUDIOVISUAL
Actor: Luís Elgris
Vídeo: Sandra Zuzarte
Música: Fernando Fadigas
DJ Set: Pogo Club
Play Pause | XXV Anos de Música no Pogo Teatro, reúne um corpo de trabalho desenvolvido por Fernando Fadigas nos últimos vinte cinco anos com o Pogo Teatro, uma celebração que partilha com o público e com este coletivo que atua nas artes performativas desde 1993.
No conjunto de peças editadas, encontramos músicas e ambientes sonoros de espetáculos multimédia, instalações, vídeos, performances e exposições produzidas desde 1999.
O concerto de apresentação resgata muitas das imagens e sons do arquivo Pogo, agora reeditadas numa obra audiovisual de Sandra Zuzarte.
O ator Luis Elgris fará uma performance a partir da peça Set by Set (2012), apresentada no Super Stereo Demonstration (Teatro Maria Matos), uma adaptação de “Um homem sem qualidades” de Robert Musil.
A fechar o acontecimento, um DJ Set Pogo.
POGO TEATRO
8 de Novembro de 2025 | 19h
Rua Cintura do Porto, Edifício 403, Lisboa
Entrada livre
Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
transcultural storytelling, xr art & music installations from education to artistic practice
Nov 01 2025
7 NOVEMBER 2025 > 6 PM I SUPERIOR SCHOOL OF MUSIC LISBON
Caphe mobility program in Lisbon is dedicated to education in extended reality, proposing new forms of integration between immersive technologies and contemporary artistic practices. In this context, Transcultural Storytelling, XR Art & Music Installations from education to artistic practice will feature four installations curated by artists, teachers, students and researchers from Portugal, Italy, Poland and Kenya, as a result of a co-creative process.
Starting from the storytelling of local legends or poetic texts, whether medieval, contemporary, or rooted in oral traditions which will unfold into immersive expressions through XR and AI mediated means. This collaborative model will give shape to a unique and innovative journey across different artistic languages, allowing the audience to engage with narratives in multiple layers of multisensory arts experience: textual, audio, video, AR, VR, body, sculptures enhanced through live performers, audience interaction. Workshops and training sessions served as preparation for the final performative outcome.
Artistic Directors Carla Zanin, Helena Elias, Ana Mena, Margarida Alves
Music Directors: Carlos Marecos, Federico Bardazzi
Researchers
Antonio Sousa Dias FBAUL, Gabriela Marramaque ESML,
José Resende ESML, Monika Krakowska UJ,
Magdalena Zych UJ, John Mugubi KU,
Clinton Kihima Kanyangi KU, Peninah Wanjiru Kamau KU,
Beneah Shapaya KU, David Tozzi ON, Guido Paolo Longo ON,
Usi Abdallah Boi ON, Carlos Caires ESML, Jaime Reis ESML
FBAUL students: António Morais, Beatriz Lopes, Claúdia Vilela, Clara Costa, Leonor André, Letícia Ferreira, Sarah Lima
NOTE: For a better experience at the event, it is recommended to download the ArtiVive app in advance for Augmented Reality content and create an account on spatial.io for Virtual Reality content.
launch umbigo #94 – fantasy / sci-fi x fbaul
Nov 01 2025
NOVEMBER 11, 2025 > 6:00 PM I FBAUL CHAPEL STAIRCASE
Launch Umbigo #94 on November 11, at 6:00 p.m., on FBAUL Chapel staircase. Umbigo #94 features a collaboration with the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon (FBAUL), specifically with the students of Transversal Painting Media and Professor Nuno Sousa Vieira.
The final edition of 2025 is dedicated to fantasy and science fiction (Sci-Fi), two themes that could also be included within the broader spectrum of speculative realism. It is not, therefore, escapism; it is simply a distancing that allows us to look at reality and daily life in a critical and radical way.
pedro vaz é o vencedor do prémio flad desenho 2025 – drawing room lisboa
Oct 31 2025
23 > 26 OUTUBRO 2025 I SOCIEDADE NACIONAL BELAS ARTES
Pedro Vaz, ex-aluno da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa é o vencedor do Prémio FLAD de Desenho 2025, uma iniciativa da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, em parceria com a Drawing Room Lisboa, cuja 8ª edição se realizou na Sociedade Nacional das Belas Artes em Lisboa entre 23 e 26 de outubro.
O prémio foi atribuído pelo júri composto pelo artista e presidente do júri João Onofre, pelo curador Miguel von Hafe Pérez, e pela diretora da Drawing Room Lisboa Mónica Álvarez Careaga.
A Drawing Room 2025 que decorreu entre 23 e 26 de outubro na Sociedade Nacional de Belas Artes distinguiu-se este ano pelo aumento de prémios, alguns atribuídos a ex-alunos da Faculdade de Belas-Artes, nomeadamente o Prémio Viarco Novo Talento foi entregue a Filipe Romão, o Prémio Aquisição Coleção Ângelo & Damião distinguiu Nicoleta Sandulescu, os Prémios Mouseion – Art Law House distinguiram Ana Romãozinho e Ana Malta.
Estão escolhidos os 5 finalistas do Prémio FLAD de Desenho 2025: Ana Manso, Mariana Gomes, Luísa Jacinto e Pedro Vaz, ex-alunos da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, e Tiago Baptista. O trabalho destes artistas vai estar exposto na Drawing Room Lisboa, que decorre entre os dias 23 e 26 de outubro na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa. O vencedor será conhecido no dia 25 de outubro.
A edição de 2025 do Prémio FLAD de Desenho vai distinguir o melhor entre as quase 200 candidaturas recebidas. Este ano, pela primeira vez, foram selecionados cinco finalistas em vez de dez, que vão ter a oportunidade de expor o seu trabalho na Drawing Room Lisboa, que decorre entre os dias 23 e 26 de outubro, na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa. Outra novidade da edição deste ano é que cada artista receberá uma bolsa de produção para a exposição no valor de 2 000€.
O vencedor será conhecido no dia 25 de outubro, na Drawing Room Lisboa – que volta a ser parceira desta iniciativa – e receberá um prémio monetário de 20 mil euros.
Este prémio tem como objetivo apoiar a produção e inovação artística em Portugal, reconhecer o talento artístico em Portugal e apoiar os artistas promissores do nosso país.
A área de produção artística escolhida foi o desenho, pela sua importante representação na Coleção de Arte Contemporânea da FLAD e por constituir uma expressão artística de relação muito íntima com o criador de arte. Nas últimas edições desta iniciativa anual foram premiados o artista Pedro Tropa, a artista Maria Capelo, Carla Filipe e Rosa Baptista.
A Sociedade Nacional de Belas-Artes recebe a 8.ª edição da Drawing Room Lisboa, feira dedicada ao desenho contemporâneo, que decorre entre 23 e 26 de outubro, na SNBA.
Horário:
Qui. e Sex. – 14h00 às 21h00 (Quinta-feira, das 14h às 16h, mediante convite)
Sábado – 11h00 às 21h00
Domingo – 11h00 às 18h00
Reunindo 23 galerias e mais de 65 artistas nacionais e internacionais, a edição de 2025 apresenta nomes consagrados como Pedro Cabrita Reis, José Pedro Croft, Ana Manso, Mariana Gomes e Pedro Vaz, em diálogo com uma nova geração de criadores de vários países.
A feira acolhe também os trabalhos dos finalistas do Prémio FLAD Drawing Room Lisboa 2025, que inclui bolsas de produção e um prémio final de 20 mil euros.
Mais do que uma feira, a Drawing Room Lisboa é um espaço de encontro e reflexão, promovendo o diálogo entre artistas, curadores, colecionadores e público em torno da vitalidade do desenho contemporâneo.
Bilhetes disponíveis em drawingroom.pt
corpo de pedra — exposição de diana carvalho
Oct 28 2025
09 > 30 OUTUBRO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 9 de outubro, às 17h00, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes, a exposição Corpo de pedra de Diana Carvalho.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário; 2ª a sábado – 11h/19h
Prestação permanente; labor; lavor; bolo vitória; corpo de pedra; o fiasco do fumo pelos intervalos do riso; corpo de imagem; a parte pelo todo; modelos de tautologia; chove neve líquida; suspiro saborosos sonhos; cavidades escavadas; remendar por remendar; remendos grátis; estava a fugir e caí *. Não são palavras-chave, são fragmentos e pequenas partes de um todo, é assim que esta exposição se apresenta. Caminhos que vão dar a parte nenhuma, resíduos e excedentes de uma atividade passada, vestígios, pontos de vista alternados, paisagens. E a procura por um corpo que não está presente, mas sabemos que existiu. Existiu? O que sabemos do corpo que ali tombou são apenas as marcas no chão, o único testemunho da sua presença física. Vemos a concavidade marcada pela testa, cotovelos e joelhos. Dizem que o diabo ali caiu, sobre uma fraga, em São Salvador do Mundo.
Em Corpo de pedra, propõe-se uma série de objetos-imagem que partem de observações de espaços do quotidiano, pessoal e coletivo, numa procura pelo que está ausente, o que está em falta naquilo que vemos. Várias versões do que não é visível, do que desapareceu e foi silenciado, são parte de narrativas presentes nas peças, que ensaiam relações entre diferentes pontos de vista, o seu carácter autoral, e as ligações entre imagem e meio.
*lista de possíveis títulos para a exposição.