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HomeRazões filosóficas e tecnológicas para a pintura nunca acabar

Razões filosóficas e tecnológicas para a pintura nunca acabar

E_2018_RAZOESFILOSOFICAS

01 JUNHO > 16H00 I MUSEU ARQUEOLÓGICO DO CARMO , SALA DE CONFERÊNCIAS 

 

Por questões oficiais a DATA E O LOCAL DA CONFERÊNCIA FORAM ALTERADOS.
Pedimos desculpa pelo incómodo.
Fica remarcada para as 16h00 , no dia 1 de junho, na Sala de Conferências do Museu Arqueológico do Carmo, Largo do Carmo, Lisboa (A entrada no Museu para assistir à Conferência é gratuita).

Será ainda feito o lançamento do livro A Pintura e o Elemento fotográfico. Uma Reciprocidade Inesgotável, e inaugurada a Exposição Carmo, Chiado e as Aparições de Fausto, pelas 17h30, no mesmo local.

Informamos que este evento é passível de ser registado e posteriormente divulgado nos meios de comunicação da instituição através de fotografia e vídeo.


 

A comunicação será desenvolvida em quatro momentos: 

1)    Apresentação de cinco ideias artísticas com consequências tecnológicas inteiramente relacionadas com a pintura, ou melhor, o elemento pictural: (a) A pintura entre as imagens acheiropoietos e as imagens tecnologicamente elaboradas; (b) As “afinidades electivas” entre o elemento pictural e o elemento fotográfico. (c) De “A Pintura é a flor de todas as artes”  (Alberti) à “Homeostasia dinâmica” do elemento pictural. (d) Rememoração e infatigável auto-reflexividade do elemento pictural. Visionamento de exemplos concretos de pintura. (e) A instalação pictural e o homo spectator.
(25 minutos de duração).

2)    Apresentação de cinco teses filosóficas relacionáveis com o elemento pictural: (a) As Telephone Paintings de László Moholy-Nagy e as imagens conversacionais em André Gunthert; (b) O “Mito de Theuth”, as linguagens e as tecnologias a partir de Fedro); (c) A interpelação das ideias picturais e a fecundidade da asserção kantiana “aquela representação da faculdade da imaginação que dá muito que pensar”; (d) A metáfora da identidade e da diferenciação através do tempo em Stephen Ferret: O Barco de Teseu; (e) Arthur Danto, After the End of Art ou a questão da morte da pintura na forma tentada.
(25 minutos de duração). 

3)    Momento dedicado à apresentação do livro que trata uma parte substancial das questões referidas: A Pintura e o Elemento Fotográfico: uma Reciprocidade Inesgotável. A Pintura Contemporânea no Barco de Teseu. (2015-2020). Vol. III
(10 minutos de duração). 

4)    Diálogo e objecções.
(20 minutos de duração).

Lisboa, 24 de maio, 2018
José Quaresma


 

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

A entrada nas conferências é livre e gratuita, mas de inscrição obrigatória.

 

Tags:
Mai 15 2018 · Arte, Conferências, Pintura

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