Arte
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entre linhas
Jul 20 2025
15 > 25 JULHO 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 15 de julho, às 18h30, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição Entre Linhas.
A exposição Entre Linhas reúne os projectos dos finalistas do curso de Pós-Graduação em Ilustração e Narrativa Visual* do Departamento de Desenho da FBAUL.
Fechando a 3a edição deste curso, dá-se assim a conhecer a diversidade do trabalho desenvolvido por este grupo de estudantes mas também as experiências motivadas pelas propostas das docentes responsáveis Alice Geirinhas, Joana Mosi, Susana Oliveira e Manuel San-Payo, e dos professores convidados António Jorge Gonçalves, Constança Saraiva e Lígia Fernandes e Mariana Carrolo.
A exposição estará aberta na Galeria da FBAUL de 15 a 25 de Julho de 2025, e conta com a participação de:
Amanda Góss
António Domingues
Carolina Ganhão
Catarina Santos
Catarina Serafim
Inês Matias
Íris Oliveira de Sousa
Lucia Saavedra Cacho
Maria Felício
Maria Pratas
Mariana Almeida
Nicole Cerveira
Nuno Almeida Martins
Horário: 2ª a sábado entre as 11h00 e as 19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente. Autoria da imagem da exposição de Catarina Serafim.
* A Pós-Graduação em Ilustração e Narrativa Visual é um curso oferecido no âmbito do programa “Impulso Adulto” do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
reborn mosaic — exposição de isabel bentes
Jul 13 2025
09 > 17 JULHO 2025 I CORREDOR LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 9 de julho, às 18h00, no corredor Lagoa Henriques, a exposição REBORN MOSAIC de Isabel Bentes. A exposição ficará patente até 17 de julho.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
A exposição REBORN MOSAIC, celebra a riqueza visual e sensorial da arte através de materiais como a cerâmica e o vidro. As peças revelam formas e texturas entrelaçadas, numa fusão de sustentabilidade, estética e inclusão, explorando a arte milenar do mosaico enquanto expressão atual, coletiva e transformadora.
Isabel Bentes (Lisboa, 1975), vive e trabalha no Montijo. Formada em Arquitetura em 1999, redescobriu a cerâmica vinte anos depois, em Maastricht, nos Países Baixos. De regresso a Portugal, em 2022, iniciou o mestrado em arte e ciência do vidro e da cerâmica, na unidade de investigação – VICARTE, aprofundando o seu percurso artístico e técnico.
As obras reunidas nesta exposição refletem formas distintas, moldadas pela ação humana em simbiose com a natureza. A arte emerge assim como um gesto aberto, acessível e integrador. Destaca-se a instalação ALVO, resultado de uma colaboração entre duas comunidades e diferentes gerações. Criada com materiais reciclados, esta obra coletiva expressa de forma exemplar o potencial da arte inclusiva, feita por todos e para todos.
Encontro com o Desenho lll – Curso Livre
Jul 10 2025Desenho de Maria João Gabriel
21 > 25 JULHO 2025 | 10H00 > 13H00 e 15H00 > 18H00 |
FORMADORA
Arq.ª Paula Azevedo
COORDENAÇÃO CIENTÍFICA
Prof.ª Susana Oliveira
SINOPSE
O Desenho é uma ferramenta essencial para a compreensão do ambiente que nos rodeia.
Este Curso Livre de Desenho dirige-se a um público adulto, no âmbito do projeto de aprendizagem ao longo da vida, para quem deseja uma primeira abordagem às potencialidades expressivas do Desenho, explorando formas de representação.
OBJETIVO – Aquisição de técnicas com utilização de vários materiais e utensílios como sejam grafite, pastel seco e pastel de óleo, lápis de cor, esferográfica, canetas de feltro, tinta-da-china e aguarela sobre vários tipos de papel, cartão ou tela.
A metodologia baseia-se na aplicação prática de noções teóricas elementares de ponto, linha e mancha e dos valores de claro-escuro/luz-sombra, forma e volume, textura e escala/proporções, realizando diariamente muitos exercícios de desinibição, de observação e registo.
Num primeiro tempo, nas instalações da Faculdade, poder-se-á trabalhar a partir de peças expostas /esculturas. No exterior, o estímulo virá de diferentes ambientes urbanos, como sejam, um café/esplanada, uma estação, um jardim, um largo, um miradouro/terraço, um rio ou um monumento.
A QUEM SE DIRIGE
Público adulto
REQUISITOS MÍNIMOS
Curiosidade e disponibilidade para a descoberta do desenho
DATAS E HORÁRIO DO CURSO
21 a 25 de julho de 2025
5 dias / 10 sessões. 6 horas
2ª a 6ª feira: 10H00 > 13H00 e 15H00 > 18H00
Duração – 30 horas
PROPINA
200,00€
FORMA DE AVALIAÇÃO
Apresentação individual dos trabalhos e da evolução no curso (eventual)
CERTIFICADOS
Os participantes receberão certificado de participação após confirmação de presença nos dias do curso.
MATERIAIS QUE OS ALUNOS DEVEM TRAZER
Bloco de papel cavalinho A3
Lápis/grafite F, HB, 3B e 8B
Borracha branca e um afia-lápis com reservatório
Bloco de papel A4 branco, liso, de preferência sem argolas, 300 gramas
Aguarelas – Cores primárias, branco e preto
Barras de carvão e um esfuminho
Pincéis
LÍNGUA EM QUE VAI SER MINISTRADO O CURSO
Português
NÚMERO MÍNIMO E MÁXIMO DE INSCRIÇÕES
Número mínimo – 10
Número máximo – 20
INSCRIÇÃO
Inscrições encerradas.
CURRICULUM VITAE PAULA AZEVEDO
VI BIENAL INTERNACIONAL DE ARTES DE GAIA 2025 POLO FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA_Diálogo como Causa
Jul 09 202512 JUNHO > 12 JULHO 2025 | GALERIA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
VI BIENAL INTERNACIONAL DE ARTES DE GAIA 2025
POLO FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
Diálogo como Causa
“Um quadro não pode mudar as coisas, ele mostra as coisas, é tudo”
Kerry James Marshall
Em 2025 a VI BIENAL INTERNACIONAL DE ARTES DE GAIA/ Bienal de Causas vem até à Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Com este polo da bienal pretende-se diferentes diálogos: geracionais, de artes, de geografias, de formas de olhar a arte e para o mundo. Em uma época que predomina o monólogo propomos o desafio do diálogo como uma causa contemporânea. A arte resulta da capacidade dos artistas observarem o mundo e neste polo cada artista envolve-nos na sua visão muito particular de olhar o Tempo que partilhamos. De 12 de junho a 12 de julho este polo pode ser visitado na Galeria da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Curadoria: Artur Ramos e Luís Jorge Gonçalves
Artistas participantes:
Agostinho Santos; António José de Carvalho; Balbina Mendes; Bárbara Cabral; Cláudia Matoos; Domingos Loureiro; Felícia; Fernando Quintas; Filomena Silva Campos; Helena Elias; Helena Lehrfeld; Henrique Costa; Isabel Babo; João Catarino; João Paulo Queiroz; Jorge dos Reis; Manuel Gantes; Micaela Andoni; Miguel Serafim Da Silva; Nazaré Álvares; Olavo Costa; Rui Costa; Rui da Graça; Sabrina Carreira
urban creativity — territory
Jul 01 2025
03 > 05 JULHO 2025 I FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
Territórios ideológicos, físicos, disciplinares. Território privado e público. Território das artes, território das ciências. Fronteiras como convenções, abstrações, pessoais ou coletivas. Definir fronteiras, ultrapassar fronteiras, diluição de fronteiras. Território político, comunitário, liberal, democrático. Ausência de território, materialismo, niilismo material. Território do graffiti: quando termina o graffiti “histórico” e começa o graffiti “moderno”? Onde estão os limites do território “urbano”? O que pode ser definido como “o território do utilizador”? Arte e Lugar — não estarão no mesmo território da Arte Pública?
Estas entre muitas outras são questões que procuramos ver respondidas através de uma programação sólida de apresentações, tanto presenciais quanto online, com um equilíbrio bem conseguido entre qualidade e quantidade. Além disso, haverá um conjunto de atividades paralelas a decorrer, projecção de filmes e exposições. Com o apoio FBAUL/ CIEBA e YYCS em diálogo com as nossas publicações regulares.
Informações atualizadas sobre o programa e publicações associadas em: https://journals.wisethorough.com/index.php/uc/index/
workshop prémio anunciação
Jun 26 2025
28 JUNHO 2025 I BENGALA MÁGICA – ASSOCIAÇÃO DE PAIS, AMIGOS E FAMILIARES DE CRIANÇAS, JOVENS E ADULTOS CEGOS E COM BAIXA VISÃO
Data: 28 de junho de 2025
Horário: 10:00H – 13:00H
Localização: BENGALA MÁGICA – ASSOCIAÇÃO DE PAIS, AMIGOS E FAMILIARES DE CRIANÇAS, JOVENS E ADULTOS CEGOS E COM BAIXA VISÃO,
Centro de Recursos: Monte Francisquinho - Rua do Assentador
Urbanização Vale Flores 2955-410 Pinhal Novo
Formadora: Ana Sofia Neves e Liliana Cardeira [Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa]
Docente responsável: Ana Bailão
Modalidade: presencial, com a combinação de demonstrações e componente prática;
Enquadramento
No ano passado, foi realizada, no âmbito do projeto de pós-doutoramento, da investigadora Liliana Cardeira, uma exposição dedicada às pinturas do Prémio Anunciação. No espaço expositivo foram introduzidos recursos acessíveis para pessoas com deficiência visual, que integram o projeto da doutoranda Ana Sofia Neves.
Pretendendo-se dar continuidade à divulgação destas obras, no âmbito da acessibilidade e inclusão de públicos com deficiências/incapacidades visuais. Neste momento através de um workshop que explore alguns dos recursos de acessibilidade usados na exposição.
Apresentação
Esta iniciativa terá como referência as pinturas do Prémio Anunciação que foram estudadas. A partir destas, o workshop será divido em três partes. Num primeiro momento, será dado aos participantes uma contextualização sobre as pinturas e concurso do Prémio Anunciação.
Na segunda parte da iniciativa os participantes podem interagir com alguns dos recursos sensoriais, que permitem identificar os animais que eram representados pelos concorrentes nas pinturas. Estes recursos fornecem informações táteis e sonoras das espécies representadas nas pinturas.
Finalmente, os participantes vão poder explorar um ambiente imersivo que conta com a instalação de uma cavalete, tela e materiais de pintura a para poderem interagir com o contexto de produção das obras. Estão a ser ainda planeadas atividades didáticas e criativas para os jovens participantes.
Objetivos
A ideia principal é levar, de forma didática, ao público com deficiência visual, informação sobre as representações e contexto de produção das pinturas do Prémio Anunciação.
Público-alvo
Atividade destinada a crianças com deficiência visual (cegas e com baixa visão), podendo ser aberta a todas as crianças que queiram participar.
Vagas: 7 pessoas
Preço: gratuito
Inscrição: A inscrição é obrigatória e deverá ser feita até 26 de junho 2025, para o e-mail heritagelab@office365.ulisboa.pt
feixe de temporalidades. tecer, tingir, moldar, gravar, ritmar
Jun 25 2025
06 > 30 JUNHO 2025 I CÂMARA MUNICIPAL DE ARRAIOLOS
Inaugura no dia 6 de junho, às 18h00, na Câmara Municipal de Arraiolos, a exposição internacional com a designação: Feixe de Temporalidades. Tecer, tingir, moldar, gravar, ritmar, no âmbito do evento “O Tapete está na Rua”. A exposição congrega cerca de 40 artistas (docentes e estudantes) de quatro instituições do ensino artístico superior, desdobrando-se num novo ciclo expositivo, em Outubro, no CITA, e transitando depois para Espanha, Polónia e Itália.
A exposição ficará patente até 30 de junho.
Também hoje, será lançado um livro com o mesmo título que integra ensaios de autores especializados na fenomenologia do tempo, designadamente Pedro Alves, Alexandra do Carmo, Emília Ferreira, António de Sousa Dias, Fernando Rosa Dias, e docentes de artes, portugueses e estrangeiros, que refletem sobre a temporalidade inerente aos atos criativos. Também se realizará, no dia 28 de junho, a propósito da temporalidade nas artes e na filosofia, um ciclo de Conferências, no Salão Nobre da Câmara de Arraiolos.
A realização do projeto e a coordenação do livro são do docente da FBAUL José Quaresma.
Excerto da Introdução do livro:
“Este projecto artístico, estético e fenomenológico tem como centro de irradiação a Vila de Arraiolos, transitando, sucessivamente, para Espanha (Granada), Polónia, (Lodz) e Itália (Bologna). A escolha de Arraiolos como lugar principal da sua manifestação, colhe a sua razão de ser na autenticidade, riqueza patrimonial e singularidade desta Vila do Alto Alentejo, por contraste com os grandes centros urbanos e a dromologia que os caracteriza, isto é, a precipitação dos ritmos e tempos de experiência da vida quotidiana. Simultaneamente a esta orientação, pretende-se realizar uma aproximação subtil ao tema “por vir” da Capital Europeia da Cultura em 2027: Évora e a questão do VAGAR.
Por estes motivos, propõe-se uma intensa reflexão artística e fenomenológica sobre a lenta formação da temporalidade para quatro modalidades artísticas e artesanais, mas também mitológicas e alquímicas: tecer, tingir, gravar, moldar.”
unidos venceremos! escultura pública participativa
Jun 25 2025
31 MAIO > 28 JUNHO 2025 I BIBLIOTECA E ARQUIVO MUNÍCIPIO DE GRÂNDOLA
Unidos Venceremos! Arte e Comunidade em Debate é uma iniciativa no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, promovida pelo município de Grândola, que explora a relação entre o passado e o presente do bairro SAAL Unidos Venceremos no Canal Caveira, e como a arte e o espaço público são o meio de mediação para valorizar a cidadania e fortalecer a democracia.
O projeto visa destacar a arte pública como prática socialmente comprometida e como ferramenta para enfrentar questões sociais, urbanas e ambientais que afectam particularmente a aldeia de Canal Caveira.
Através de processos de co-criação, reunindo uma equipa multidisciplinar de investigadores, alunos e artistas, os moradores tornam-se agentes ativos na transformação do seu próprio território, utilizando a arte como meio para expressar as suas preocupações, esperanças e visões para o futuro.
O projeto culmina na criação de uma obra de arte pública na aldeia de Canal Caveira, que servirá como símbolo da identidade local, da memória coletiva e da luta histórica da comunidade, ao mesmo tempo que reforça a importância da participação cidadã como meios de transformação social.
re_memorar — encontros entre arte e psicologia
Jun 25 2025
14 > 28 JUNHO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 14 de junho, às 19h00, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes, a exposição Re_Memorar — Encontros entre Arte e Psicologia, que ficará patente até 28 de junho.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Artistas: Ângela Fonseca; Arminda Leite; Carolina Mendonça; Conchita Calvo; Inês Quitério; Tomás Serrão
Alunos de Psicologia: Gabriel Galante; Raquel Santos; Maria Eduarda Dourado; Leonor Marques; Catarina Martins
O projeto insere-se no contexto de uma investigação doutoral na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Málaga, cujo foco principal é a exploração da neuropsicologia da memória como fonte de inspiração na arte contemporânea.
No âmbito desta investigação, realizou-se uma estadia na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, onde se desenvolveu um projeto de curadoria que promove a colaboração entre estudantes de Belas Artes e Psicologia. O projeto iniciou-se com uma apresentação dirigida aos estudantes de Belas Artes, na qual se partilhou a obra artística e se explicou como esta se inspira em conceitos neuropsicológicos relacionados com a memória.
Posteriormente, realizou-se uma palestra semelhante para os estudantes do mestrado em Psicologia. Estas sessões iniciais serviram para introduzir as bases teóricas e artísticas do projeto, bem como para recrutar voluntários interessados em participar. Após a formação de equipas compostas por estudantes de ambas as faculdades, realizaram-se reuniões colaborativas onde se partilharam ideias, perspetivas e conhecimentos.
Este intercâmbio interdisciplinar resultou na criação conjunta de obras que refletem aspetos tanto artísticos como psicológicos relacionados com a memória. As peças produzidas estão programadas para serem expostas em junho do presente ano. Este projeto segue a linha de um trabalho anterior realizado na Universidade de Málaga (UMA), onde também se promoveu uma colaboração interdisciplinar entre estudantes. A experiência prévia permitiu aperfeiçoar a abordagem metodológica e fomentar uma interação enriquecedora entre disciplinas aparentemente distantes, mas profundamente conectadas.
condição humana /// fauna e flora
Jun 25 2025
16 > 29 JUNHO 2025 I PALÁCIO DO ALEGRETE
Fauna e Flora e a Condição Humana são duas exposições que agrupam o trabalho dos alunos finalistas da Licenciatura de Escultura de 2025 da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Condição Humana – folha de sala
A exposição Fauna e Flora inaugura no dia 16 de junho e ficará patente até 22 de junho, a exposição seguinte, Condição Humana, inaugura no dia 23 de junho e fica patente até 29 de junho.
O Palácio do Marquês do Alegrete, também conhecido como Quinta Alegre, é um espaço cultural com excelentes condições para o desenvolvimento de um projecto de escultura integrada — a arte em diálogo com a arquitectura e a sua história. Um lugar com qualidades únicas para esta mostra, não só por o palácio beneficiar de uma implantação privilegiada que oferece ao observador uma abertura à paisagem muito particular na cidade de Lisboa, um lugar onde ainda se reconhecem os jardins, o pomar, a horta e a mata, características de organização de quinta de recreio do século XVIII nos arrabaldes de Lisboa, mas também porque hoje esta quinta é um refúgio para a afirmação da plena cidadania numa área urbana complexa e desqualificada pelo processo de urbanização informal da segunda metade do século XX.
xma25 cross media arts 2025
Jun 17 2025 
16 > 18 JUNE 2025 I LAGOA HENRIQUES AUDITORIUM
XMA25 explores the synergy between artistic fields and social issues through transformative and collaborative approaches. By integrating a variety of procedures and strategies, the conference focuses on creative processes designed for the common good.
At its core, XMA25 values a practice that transcends disciplinary boundaries, fostering a deep understanding and expertise through shared insights, principles, and practices within a dynamic network of relationships and interactions. This network, or assemblage, constitutes a complex and dynamic whole, created by the interaction of diverse components, both human and non-human, generating new functions and realities. Unlike traditional structures, an assemblage is fluid, multifaceted, and constantly evolving (Deleuze & Guattari, 1987).
XMA25 challenges its speakers to adopt assemblage thinking, exploring the interconnections between elements and demonstrating how these links can be harnessed for creative purposes. This perspective aims to collaboratively engage stakeholders, creatives, makers, and communities in developing innovative proposals to address contemporary social challenges.
A book edited by the conference organisers will be launched during the conference days at the National Museum of Contemporary Art. It will be available in both print and open-access digital versions.
The book Cross Media Arts 2025 will include the articles presented by participants in the conference sessions. This publication will also feature a special section for the keynote speakers and the moderator, who are invited to write an article.
a fachada transparente, 2ª parte — fran siegel
Jun 15 2025
26 JUNHO 2025 > 11H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Realiza-se no 26 de junho, pelas 11h00, no Auditório Lagoa Henriques da Faculdade de Belas-Artes, a conferência A Fachada Transparente, 2ª parte – Connections Between Azulejos and Botanical Gardens I Discussion of Creative Research Methodologies por Fran Siegel, bolseira da Fundação Fulbright (EUA), Professora de Desenho e Pintura nos últimos 22 anos na School of Art at California State University.
Conferência promovida pelo VICARTE.
A entrada é livre.
Os desenhos e instalações de Fran Siegel envolvem pesquisas baseadas na localização que atravessam a paisagem, a cultura e a materialidade. O seu trabalho está em inúmeras coleções permanentes, incluindo LACMA, MOCA, The Morgan Library e Yale University (onde obteve o seu mestrado). As inúmeras bolsas de residência internacional de Siegel incluem uma Fulbright para o Brasil, a representação dos EUA na Bienal de Cuenca, no Equador, e a inclusão em duas iniciativas de investigação Getty Pacific Standard Time, resultando numa exposição individual de 2017 no Fowler Museum da UCLA, e “Transformative Currents”, a exposição de 2024 que inclui a sua instalação de quatro locais de restauração de zonas húmidas do sul da Califórnia no Oceanside Museum of Art. Siegel recebeu este segundo Fulbright para Portugal em 2025 para trabalhar com o Museu Nacional do Azulejo e Belas Artes. O seu mural permanente de azulejos para a estação La Brea e Wilshire do metro de Los Angeles está programado para ser inaugurado em 2025. Siegel é representado pela Wilding Cran Gallery em Los Angeles e recebeu uma bolsa individual de artista da cidade de Los Angeles e da California Community Foundation. Lecionou Desenho e Pintura nos últimos 22 anos na Escola de Arte da Universidade Estadual da Califórnia, nos arredores de Los Angeles.
screening of “happy holidays” – sandar copti movie
Jun 15 2025 
24TH JUNE, 2025 > 8PM I FBAUL, GRANDE AUDITÓRIO
Join us for the screening and discussion of Scandar Copti’s “Happy Holidays“, which has premiered at the Venice Film Festival in 2024, in presence of the filmmaker and the Israeli filmmaker Avi Mograbi.
About the film: Four interconnected characters share their unique realities, highlighting the complexities between genders, generations, and cultures. Rami, a Palestinian from Haifa, is dealing with his Jewish girlfriend’s sudden change of heart about her planned abortion. His mother, Hanan, is facing a financial crisis and becomes entangled in complications while seeking compensation for her daughter’s Fifi accident. Miri is forced to confront her daughter’s depression while also working to undermine her sister’s pregnancy with Rami. Fifi grapples with the guilt of hiding a secret that risks her family’s reputation and her burgeoning relationship with Dr. Walid.
Scandar Copti is a Palestinian filmmaker and visual artist from Yafa. Renowned for his unique approach to working with non-actors, he teaches this technique at NYU Abu Dhabi and internationally. His work draws on personal experiences and broader societal and political narratives, offering a nuanced perspective on the Palestinian minority in Israel. Copti’s debut feature film, “Ajami” co-directed with Yaron Shani, received the Camera d’Or Special Mention at the Cannes Film Festival and was nominated for Best Foreign Language Film at the 82nd Academy Awards. He is also the recipient of the Sutherland Trophy.
Israeli filmmaker and video artist Avi Mograbi was born in 1956 in Tel Aviv, where he lives and works to this day. Having studied art and philosophy, he gained his first production experiences working as an assistant director on commercials and feature films, while his own filmmaking career began in 1989. Since 1999, he has taught documentary and experimental film at Tel Aviv University and the Bezalel Academy of Art and Design in Jerusalem. Mograbi, one of Israel’s most distinguished filmmakers, is known for his unwavering commitment to social, cultural and political justice in the Middle East, as well as his experimentalism and innovative contribution to cinematic language. Avi Mogrbi’s documentary films have been programmed by festivals worldwide, including: Cannes, Berlin, Venice, Rome, New York, FID Marseille, Vision du Reel and San Francisco, among others.
Organized by Frames of Palestine, Working group “Thinking Documentary Film”/ IFILNOVA, FCSH, Universidade Nova de Lisboa.
Evento acolhido pelo Grupo de Investigação em Arte Multimédia do CIEBA.
funk: ecos anti-coloniais na curadoria — palestra de jean carlos azuos
Jun 15 2025
23 JUNHO 2025 > 19H00 I GRANDE AUDITÓRIO
Nesta palestra especial, Jean Carlos Azuos (Brasil, 1993) compartilha sua trajetória e lança a pergunta: “O que a curadoria tem a nos dizer?” Em foco, sua atuação como curador na Escola Livre de Artes – ELÃ (Galpão Bela Maré), além de seus textos e projetos curatoriais, com ênfase na pesquisa para a exposição Funk: um grito de ousadia e liberdade (2023), apresentada com grande repercussão no Museu de Arte do Rio (MAR), onde atua como curador assistente. A mostra segue em itinerância e tem inauguração prevista para 21 de junho de 2025, na cidade de Lille, França. A exposição propõe um mergulho na história do funk, destacando seus sons, tecnologias e processos de reinvenção contínua.
Na palestra, Azuos abordará as práticas curatoriais anticoloniais que fundamentam seu trabalho, refletindo sobre o funk como uma manifestação cultural e política. A partir de uma perspectiva crítica e engajada, discutirá como uma curadoria comprometida com a escuta, o pertencimento e a subversão de hierarquias historicamente excludentes pode abrir caminhos para novos modos pensar as artes.
18ª edição gab-a galerias abertas das belas-artes
Jun 06 2025 
6, 7 e 8 de JUNHO 2024 > FBAUL ABERTA AO PÚBLICO
Durante o fim de semana de 6, 7 e 8 de JUNHO de 2025 a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa vai acolher a 18ª edição das GAB-A / Galerias Abertas das Belas-Artes.
Entrada livre
Horário:
6 de junho – 18h-20h
7 e 8 de junho – 14h-20h
Este evento é passível de ser fotografado, filmado e posteriormente divulgado publicamente.
As GAB-A são, simultaneamente, um fórum de discussão e mostra de jovens artistas, de produtos de investigação artística e de obras em contexto de ensino superior artístico público, integradas no espaço físico onde são pensadas e produzidas. Não é uma exposição numa galeria, museu ou centro cultural. É a abertura dos espaços de trabalho e de investigação artística que a Faculdade de Belas-Artes encerra, num espírito de ateliê aberto.
As GAB-A são um evento de partilha aberto ao público, cujo sucesso depende da vontade dxs seus/suas participantes e das suas ambições. É um espaço informal, pontuado pela presença de jovens criadores. Um fórum / feira, onde se ensaiam questões pragmáticas como o contacto com o mercado artístico; a constituição de grupos e/ou de projetos ou a definição de estratégias para ações futuras. É um momento que se alicerça na troca de experiências, na aprendizagem e na aplicação de conhecimentos.
Nesta edição, o Pop-up de vendas decorrerá dia 5 de junho. O objetivo é proporcionar às vertentes artísticas em questão um espaço democrático, afeto ao propósito da venda, de maneira a que este não interfira com o bom funcionamento das GAB-A. Quando falamos de local de vendas, falamos de um espaço onde xs alunxs terão a oportunidade de comercializar o seu merchandising como stickers, brincos, cerâmicas utilitárias, etc. Nos dias 6, 7 e 8 de junho, durante a mostra dos trabalhos, xs alunxs terão a oportunidade de apresentar os seus trabalhos e projetos artísticos desenvolvidos ao longo dos semestres, sendo também estes passíveis de serem vendidos.
Nas GAB-A não há seleção de obras nem de participantes por qualquer entidade que não o próprio autor. Dá-se, assim, a possibilidade a cada estudante de testar a sua capacidade de decisão, de autocrítica e de autonomia. Todxs xs alunxs são convidadxs a participar. As GA-BA procuram criar um ambiente de fórum de arte contemporânea, no centro da sua origem (o próprio local de aprendizagem e de investigação), o que propicia a elaboração de questões sobre a arte e o papel que esta desempenha no mundo. Nas GA-BA estabelecem-se pontes entre todos os ciclos de ensino. Ao lado de um licenciando, podemos encontrar um mestrando ou um doutorando.
Estão convidados a participar todxs xs alunxs da Faculdade de Belas-Artes de todos os cursos e de todos os ciclos de estudos.
Os formulários para INSCRIÇÃO nas diferentes vertentes, encontram-se no LINK e na descrição do Instagram das GAB-A (@galeriasabertas2025).
heritales awards – international heritage film festival
Jun 05 2025
05 > 08 JUNHO 2025 I ALMADA
Inaugurou no dia 7 de maio na Biblioteca da Universidade Nova de Lisboa, Campus de Caparica, 2829-516 Caparica a exposição dos troféus realizados por alunas e alunos do Mestrado de Ciência e Arte do Vidro e da Cerâmica VICARTE (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa) para atribuir aos vencedores do Festival Heritales – International Heritage Film Festival. A exposição conta com a curadoria da professora Helena Elias (FBAUL-VICARTE), da professora Marta Castelo (FBAUL-VICARTE) e do professor Fernando Quintas (FBAUL-VICARTE).
As peças artísticas da VI edição do Festival Heritales, 2024-2025, estão dedicadas ao lema o “Papel da paz na comunidades sustentáveis”, que conta com o apoio da Cátedra UNESCO Educação Para a Paz Global Sustentável da Universidade de Lisboa. São da autoria da Vera Andrade, Miranda Winter, Kasia Lendzion e do Igor Minin, jovens artistas do Mestrado de Ciência e Arte do Vidro e da Cerâmica VICARTE (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa).
A mostra inclui ainda várias esculturas dos prémios atribuídos para o festival de 2022, visto a circunstância especial do período de confinamento da SARs-Covid não ter permitido que alguns dos troféus chegassem aos respetivos autores premiados.
O Heritales – VI International Heritage Film Festival realiza-se nos dias 5, 6, 7 e 8 de junho, com a atribuição dos troféus no dia 6 de junho, às 17h00, na Biblioteca da FCT-NOVA.
5 junho: Centro Cultural Fernades Mendes Pinto
6 junho: FCT-Nova Library Monte da Caprica
7 junho: Biblioteca Municipal de Almada
8 junho: Jardim do Castelo de Almada
renature
Jun 04 2025
02 > 06 JUNHO 2025 I SALA 4.20
ReNature é uma exposição dos alunos do Mestrado de Design para a Sustentabilidade da FBAUL, que tem como objetivo sensibilizar e inspirar a inovação utilizando o biomaterial da raiz do cogumelo (micélio). Inclui a demonstração do material, a partilha de ideias e o concurso “Grow Your Design”, convidando todos os alunos a explorar e a enfrentar desafios ecológicos e de design.
모름 Morum – Exposição de artistas coreanas em Portugal
Jun 04 2025
02 > 06 JUNHO 2025 I CISTERNA BELAS ARTES
Inaugura no dia 2 de junho, às 17h00, na Cisterna das Belas-Artes, a exposição 모름 Morum, de artistas coreanos em Portugal.
Artistas: Cho Sejin, Choi Kyeong Hwa, Chung Sun Kyung, Hyun Sujin, Jiôn Kiim, Kim Hana, Bae Gongju e Summer Cho
Organização: Lu.Co – Grupo de Artistas Coreanos em Portugal
Curadoria: João Pedro Amorim
Um grupo de artistas coreanas a viver em Portugal propôs-se a reunir os seus trabalhos numa exposição. A partir dessa condição diaspórica comum – uma mesma origem, e um destino partilhado –, a exposição 모름 / Morum surge como oportunidade para experimentar jogos de aproximação e distanciamento, de procurar ecos e desvios. O que persiste da sua origem? E de que forma o lugar em que vivem afeta a sua expressão artística? Reunindo metodologias, plasticidades e preocupações distintas, esta exposição revela trabalhos que nuns casos operam uma renovação da tradição artesanal coreana e, noutros, exploram plasticidades contemporâneas. Em comum, estas obras promovem o questionamento de noções fixas de identidade e a afirmação do deslocamento geográfico e cultural enquanto movimento produtor de sentido. Mais do que respostas definitivas, esta exposição propõe um diálogo visual no qual a identidade se afirma como um constante devir, como movimento fluído e híbrido.
Apesar de vivermos em sociedades cada vez mais globalizadas – e por isso, homogeneizadas –, é possível ainda encontrar algumas especificidades culturais que funcionam como pontos de resistência. A linha orientadora do diálogo nesta exposição é o conceito de Morum (모름). Ao contrário das línguas europeias contemporâneas, em que termos como “ignorância” (do latim ignorantia) ou “unknowing” têm origem numa negação – in- e gnarus; un- e knowing – o coreano tem termos positivos e autocontidos como morum (모름) e as conjugações do verbo moreuda (모르다) (“não saber”) . Estas palavras afirmam o não-saber como um estado dinâmico de abertura para o desconhecido e para novas possibilidades que germinam no lugar daquilo que não se sabe. O não-saber foi inscrito pelo mito do racionalismo europeu como uma mera contingência provisória – o que não se sabe, não se sabe ainda. Essa revolução filosófica, científica e cultural combate a treva do não-saber. As luzes do esclarecimento irão, mais cedo ou mais tarde, iluminar a escuridão. Se o Iluminismo foi a origem de um pensamento universalizante sobre o mundo em que tudo deveria ser conhecido, na língua coreana resiste a dignidade do não-saber como estado natural, digno e até potencialmente elevado.
O Lu.Co – Grupo de Artistas Coreanos em Portugal – tem como missão criar uma plataforma de apoio, intercâmbio e diálogo entre artistas coreanos residentes em Portugal, promovendo novas perspetivas sobre a cultura coreana, com especial enfoque na arte contemporânea e nas práticas artesanais. Esta primeira exposição reúne obras de Cho Sejin, Choi Kyeong Hwa, Chung Sun Kyung, Hyun Sujin, Jiôn Kiim, Kim Hana, Bae Gongju e Summer Cho. Esta iniciativa conta com o apoio da Embaixada da República da Coreia em Portugal, da Agência de Coreanos no Estrangeiro e da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
6ª bienal de arte gaia homenageia lagoa henriques
Jun 01 2025
05 ABRIL > 12 JULHO 2025 I QUINTA DA FIAÇAO DE LEVER
O Mestre, Escultor, Professor Lagoa Henriques é o artista homenageado este ano na Bienal de Gaia que decorre entre 5 de abril e 12 de julho.
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa participa na Bienal com desenhos e esculturas, obras do espólio do artista, que vão estar em exposição.
A 6.ª edição da Bienal Internacional Arte de Gaia vai decorrer entre 5 de abril e 12 de julho, com 51 exposições (25 coletivas e 26 individuais) e a participação de mais de 250 artistas. Logo na abertura da iniciativa, o médico e investigador português Manuel Sobrinho Simões, atual diretor do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), vai fazer uma intervenção sobre “ciência, cancro e arte”. O encerramento, por sua vez, terá uma exposição coletiva na Reitoria da Universidade do Porto, denominada “Gabinete de Curiosidades/Museu de Causas”. Lagoa Henriques será o artista homenageado nesta edição, com uma exposição com dezenas de desenhos e esculturas.
Destaque ainda para a exposição coletiva “A Comemoração dos 50 anos de Abril de 1974 vai às Escolas”, que vai contar com trabalhos de vários alunos e a exposição coletiva de 40 cartoonistas de vários países no âmbito do Porto Cartoon – World Festival. Haverá também exposição de livros de artistas, com 11 exposições individuais e uma coletiva, designadamente com livros dos escritores Valter Hugo Mãe, Rui da Graça, Nazaré Álvares, Celeste Ferreira e Miguel Carvalho.
A Bienal vai ter várias outras exposições coletivas como “Bandeiras pela Paz”, pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, ou uma com trabalhos de artistas portugueses e espanhóis. Também fazem parte da programação tertúlias, residências artísticas e a exposição coletiva Concurso Internacional, com a atribuição do Grande Prémio da Bienal da Câmara Municipal de Gaia, em que concorreram 162 artistas.
“gentrificación”, una exposión con obras de estudiantes de arte de salamanca, lisboa y oslo
Jun 01 2025 
08 MAIO > 08 JUNHO 2025 I DA2 DOMUS ARTIUM 2002, SALAMANCA
Gentrificación
El depredador en el laboratorio de Arte
Esta exposición muestra los resultados de la investigación artística promovida por el proyecto Erasmus BIP, “Estrategias de proyección internacional en estudiantes de arte”, en el que participan la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Lisboa y la Academia Nacional de Bellas Artes de Oslo. El proyecto busca insertar al alumnado del campo de las artes en el desarrollo y la difusión profesional de su propia obra artística, ampliando así su formación. Y lo hace desde un contexto que potencia las relaciones internacionales.
Como tema generador se aborda el concepto de gentrificación. El término es utilizado por primera vez por Ruth Glass en 1964 para referirse el cambio residencial de la población de clase media a las antiguas áreas de clase baja de Londres (Gonçalves, 2009). Su surgimiento se remonta a la reconstrucción urbana que necesitaron las ciudades de posguerra del mundo capitalista avanzado e incluso podemos encontrar precursores modernos como Charles Baudelaire en su famoso poema, “Los ojos de los pobres”, que envuelve una narrativa proto-gentrificación dentro de un poema de amor y distanciamiento (Smith, 2015). La historia de la gentrificación es breve y esta cargada de contradicciones, desde finales de la década de 1950 y comienzos de la de 1960, de Sydney a Hamburgo, de Toronto a Tokio, activistas, inquilinos y personas corrientes ya sabían exactamente qué era la gentrificación y cómo afectaba a su vida cotidiana; sin embargo, medios de comunicación como el New York Times a mediados de los años 80 estaban ocupados por solicitudes a favor de la gentrificación. Muchos se vieron atraídos por el aparente optimismo de la gentrificación en el sentido de modernización, renovación y limpieza. El lenguaje de la gentrificación resultaba (quizás, resulta) irresistible para determinados sectores de la población. Para los críticos pronto se descubrió como parte fundamental del proceso que conlleva el fenómeno de desarrollo desigual que promueve la globalización financiera. La gentrificación se ha construido como un concepto polémico en el ámbito de los estudios urbanos, pero a pesar de sus consecuencias negativas para la población desplazada, es difícil negar que la gentrificación, también genera recursos y crea demandas por nuevos servicios en una ciudad consolidada. Podemos encontrar casos en los que las ventajas económicas de la gentrificación se han utilizado en beneficio del resto de la ciudad, pero lo cierto es que, a día de hoy, la mayoría de las veces, se detecta la gentrificación como una forma de segregación y exclusión social que destruye la identidad, la diversidad y la memoria de los barrios, viola el derecho a la vivienda y a la ciudad y genera conflictos.
Úrsula Martín Asensio
how’s the surf?
Mai 29 2025
MAY 28 > JUNE 03, 2025 I AUDITORIUM ATRIUM
Exhibition opening is on 28 th of May, 18:00 o’clock. The artist will be present. Markéta Zdeňková (Czech Republic) will give a short concert.
The exhibition how’s the surf in the auditorium atrium of Faculdade de Belas-Artes of Universidade de Lisboa starts within the artist’s body. Angelika Wienerroither paints how she feels while surfing the waves of Costa da Caparica, the waves of the Atlantic Ocean. Like the memories of her body — which are revisited, changing and layered like sediments —sheets of transparent paper are placed on top of each other, showing lines of ink. The blue ink is also used to colour sheets of raw paper, torn at the edges. The ink was diluted, the sheets painted over and over again.
The artists practice relates to autotheory, a term coined by Lauren Fournier in 2022. Autotheory means theorising through her own body, through her existence in this world in relation to existing theory. Her experience, her thoughts, her feelings are relevant – and where she is situated. As what she thinks depends on her position, her art changes when she is close to the sea. Angelika Wienerroither has chosen to paint on the pier, hearing the waves, breathing the salty air. She has to check the weather forecast — as she does for the surf — but she still gets caught in the rain, the wind blowing the paper over, the tide pushing in and flooding the pier. Her work is made by nature, not separated by it.
Angelika Wienerroither uses a gesture of calligraphy to paint her works. Her brushes are mounted on wooden sticks, the paper lies on the floor. She paints standing, developing a language for the feeling on the top of the wave, in perfect balance.
Angelika Wienerroither is a visual artist and writer from Austria. Her art and research oscillate around fluidity: she is drawn in by the not-yet-become, the metamorphosing, the not fixed. Her exhibitions and lectures create an open space for thinking; she gives impulses but doesn’t have the answers. Central in her practice is autotheory and the I: the knowledge of her body, her experience, her thinking and her memories are relevant. She theorises through her being in this world.
Currently, she is researching for her PhD at Kunstuniversität Linz what happens when she regards the world from a ship. She has studied painting and photography at Mozarteum University Salzburg, sociology at Karl-Franzens-University Graz, International Business at FH Joanneum Graz. She has exhibited internationally in galleries, museums and in abandoned buildings, e.g. the Austrian Cultural Forum Zagreb, the Museum of Modern Art Salzburg, Leopold Museum Vienna and an old worker’s house of a mill. Her exhibitions are walk-in utopias, a lived daydream; everything could still change.
equação pessoal – exposição de maria máximo
Mai 27 2025
08 MAIO > O1 JUNHO 2025 I MUSEU NACIONAL HISTÓRIA NATURAL E CIÊNCIA
Inaugura no dia 8 de maio, às 18h00, no Laboratório de Química Analítica do Museu Nacional de História Natural e ciência e exposição Equação Pessoal de Maria Máximo, com curadoria de Sofia Marçal.
Ao trazer a Ciência para o centro da narrativa artística, esta exposição procura desafiar as fronteiras convencionais, convidando o espectador a observar de perto a experimentação e interligação entre o corpo e a matéria.
echoes in motion: traces through performance – exposição de vítor cavalheiro
Mai 22 2025
06 > 27 MAIO 2025 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 6 de maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição Echoes in Motion: Traces through Performance de Vítor Cavalheiro, com curadoria de Sofia Tudela.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Echoes in Motion parte de uma investigação visual sobre o gesto, o rasto e a memória da performance.
Nesta série, intitulada de Oscillation, o artista explora a técnica lenticular — um processo quase esquecido que sobrepõe várias imagens numa só superfície, manipulando a perceção através de pequenas lentes que reagem ao movimento do olhar. A lenticularidade, com as micro-lentes que fragmentam e recompõem a luz, é aqui usada não apenas como ferramenta estética, mas como conceito: multiplicar a imagem, suspender o tempo, fragmentar o instante e torná-lo matéria — objeto.
As fotografias, captadas de forma intencionalmente espontânea e quase anti-técnica, resultam em manchas, sobreposições e abstrações visuais que desafiam a leitura imediata. Esta “imperfeição” formal aproxima-se da verdade crua da experiência ao vivo, onde o caos e o corpo falam mais alto que a nitidez. Mais do que documentar, estas imagens procuram diluir o figurativo até quase o perder, para reencontrar, nas manchas de luz, a memória sensorial do som, da vibração e da multidão.
A série explora as possibilidades de traduzir a energia efémera do palco num objeto visual, único e dinâmico — uma imagem que não se fixa, mas que, tal como o som, oscila e se transforma dependendo do movimento do corpo do espectador. Ao movimentar-se diante das imagens, o espectador ativa a transformação: as cenas ganham profundidade, vibram. Esta metamorfose não é apenas técnica — é emocional. A performance é convocada de novo, como um eco em loop, tornando-se tangível mesmo fora do palco, criando desta forma um paralelismo entre o espectador que observa a obra como o que observa a performance.
Através deste projeto nasce o cruzamento entre processos analógicos e digitais, movido por um fascínio por tecnologias visuais quase obsoletas, que acompanham a sua memória afetiva — O artista resgata a linguagem visual dos anos 90 — nostálgica como os Tazos das nossas infâncias — que reaparece aqui como eco visual e tátil e funde-a com uma paixão ‘antiga’: a música ao vivo. Esse lado nostálgico não é decorativo, mas operativo: fala de uma linguagem visual que já foi popular, física, lúdica — e que agora é recontextualizada para captar o tremor intenso e físico dos concertos, neste caso, da banda MAQUINA. Não se trata apenas de retratar a banda, mas de dar corpo ao movimento, prolongando-o através de uma técnica que, tal como a própria performance, vive da transformação e da presença.
Esta exposição pretende fazer ressoar a energia visceral dos concertos da banda como se cada obra fosse um encore visual. Estas imagens captam a intensidade crua de três concertos da banda, durante o ano de 2024. É a ligação pessoal e artística com a banda — e, sobretudo, a natureza frenética e hipnótica das suas atuações — que torna esta colaboração inevitável.
Echoes in Motion transforma a fotografia numa extensão performativa: cada peça não é apenas uma representação, mas um vestígio ativo, um artefacto em contínua mutação. Um eco em forma de mancha que insiste em continuar a oscilar. Cada imagem é um objeto. Em vez de documentar, estas fotografias encarnam. São presença que reverbera. Movimento que permanece.
Sofia Tudela
Cemitério Indígena: Movimentos ao Autoexílio Kaiowá e Guarani
Mai 22 2025
08 > 27 MAIO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 8 de maio, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes a exposição Cemitério Indígena: Movimentos ao Autoexílio Kaiowá e Guarani de Letícia Larín e obras em colaboração com Kunhã Ysapy, Elle Souza, Cajetano Vera e Nelson Ávila.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Exposição com peças desenvolvidas junto a um aprofundamento nas cosmovisões originárias Kaiowá e Guarani, durante a investigação de doutoramento em escultura da artista. Esses povos vivem num território ancestral, atualmente dominado pelo agronegócio, no estado de Mato Grosso do Sul, Brasil. Na condição de estrangeiras em sua própria terra, essas culturas lutam com as próprias vidas para se “autoexilarem” com vistas a existirem segundo o seu próprio modo, o teko porã (Bem Viver).
O conjunto de trabalhos apresentado, por vezes buscou relacionar-se criticamente com elementos dessas culturas materiais, como o kurusu tumular, o pau de chiru e o tipo de altar yvyra marãngatu. Por outras, expressa a vivência de Letícia Larín em seu trabalho de campo, na Reserva Indígena de Dourados, havendo algumas obras produzidas junto a Kunhã Ysapy, Elle Souza, Cajetano Vera e Nelson Ávila.
Estão ainda experimentos em vidro com milho, o alimento mais sagrado a esses e essas indígenas, e com terra, o principal motivo das difíceis condições de vida impostas a esses corpos-territórios. Com isso, embora a atmosfera da mostra seja tingida por um tom árido, ela insiste em transparecer a leveza, o brilho e encanto que permeia essas visões de mundo, integradas espiritualmente à natureza.
biblioteca natural, livros de artista
Mai 15 2025
22 MAIO 2025 > 17H00 I GRANDE AUDITÓRIO
Realiza-se no dia 22 de maio, a partir das 17h00, no Grande Auditório a conferência Biblioteca Natural, Livros de Artista por Catarina Leitão, no âmbito do Mestrado de Desenho – Desenho e Edição.
Entrada livre.
Catarina Leitão (1970) é uma artista cuja obra é estruturada em torno do desenho, a escultura, a instalação e o livro. Processos de construção, de adaptabilidade e de hibridismo integram uma prática através da qual Catarina propõe a ideia de que humano e natureza, artifício e natureza, cultura e natureza existem em continuidade. Entre o bidimensional e o tridimensional, o artificial e o natural, o montar e desmontar, a sua visão espacial sustém uma linguagem da escultura com recurso à instalação, desenho e ilustração.
Catarina Leitão expõe regularmente desde 1992. Entre prémios e residências destacam-se The New York Foundation for the Arts Fellowship, 2009, Center for Book Arts, 2007, Triangle Arts, 2006, Sharpe Foundation, 2004, Lower Manhattan Cultural Council, 2003, Pollock-Krasner Foundation Grant, 2001, Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Luso-Americana, entre 1997 e 2000.
Doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, 2022; terminou o Mestrado na Hunter College City University of New York, em 2000, e a licenciatura em Pintura na FBAUL, Lisboa, em 1993. Lecionou na ESAD.cr (2011-24). É docente no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra desde 2024.
a mais antiga livraria do mundo desapareceu no terramoto de 1755 em lisboa
Mai 15 2025

16 MAIO 2025 > 14H30 I ÁTRIO GRANDE AUDTÓRIO
A mais antiga livraria do mundo desapareceu no terramoto de 1755 em Lisboa é um dos 45 projetos apoiados em 2024/2025 pelo programa “Arte pela Democracia”, uma iniciativa da Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril em parceria com a Direção-Geral das Artes.
O Programa “Arte pela Democracia” promove projetos artísticos que se enquadrem nas Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril e que contribuam para a reflexão sobre a relevância deste acontecimento na construção da democracia.
É dirigido a projetos artísticos nas áreas das artes visuais (arquitetura, artes plásticas, design, fotografia e novos media); artes performativas (circo, dança, música, ópera e teatro); artes de rua; e cruzamento disciplinar.
A proposta reside na construção de um dispositivo escultórico e interativo para a exploração de um chat literário em tempo real, recolha de relatos e memórias sugeridas pela ficção do desaparecimento de uma livraria no terramoto de 1755. Esta metáfora aborda a questão da tolerância na linguagem, procurando conciliar a radicalidade na imaginação com os limites políticos da democracia. O resultado final será a edição de um livro, que irá associar a trama da livraria e o seu reaparecimento em 2025, e uma performance de apresentação do respectivo livro.
[…] O que se apresenta é uma performance que pensa a ficção enquanto pergunta. Para isso, evocamos as nossas ideias de “ficção bloqueada” e “difamação consentida”.
Já que o grupo das livrarias Bertrand tem como mote ser a mais antiga livraria do mundo, pensamos em interagir com a mesma livraria, no sentido de organizarmos uma falsa polémica entre este projeto de livro e a apresentação de uma falsa livraria que desapareceu em 1755 e que agora ressurge. Esta reaparição remete para o retorno da censura na literatura.
Ficha Técnica
Título: “A mais antiga livraria do mundo desapareceu no terramoto de 1755 em Lisboa”
Categoria: Primeira etapa pública do processo de criação de uma performance e de um livro – Intervenção performativa, para a construção de texto participado
Data: 16/05/2025
Local: Átrio do Grande Auditório – Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
Hora: 14h30
Duração: +- 1h45
Intervenientes: Margarida Chambel e Nuno Oliveira (performance e direção artística); Gabriel Marmelo (vídeo); Roberto Gregores (figurinos); Luísa Morante (comunicação); Stratos Ntontsis (Fotografia)
Apoios
Projeto apoiado pela edição de 2024-25 do programa “Arte pela Democracia”, uma iniciativa da Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril em parceria com a Direção-Geral das Artes; pela Câmara Municipal de Lisboa; Polo Cultural das Gaivotas; Galeria Ana Lama; Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
a experiência dos artistas de camuflagem durante a primeira guerra mundial
Mai 15 2025
29 MAIO 2025 > 16H00 I GRANDE AUDITÓRIO
Realiza-se no dia 29 de maio, às 16h00, no Grande Auditório, a conferência A Experiência dos Artistas de Camuflagem durante a Primeira Guerra Mundial por Patrice Alexandre.
Língua: inglês
A partir de fevereiro de 1915, durante a Primeira Guerra Mundial, uma equipa de voluntários liderada pelo pintor Lucien Guirand de Scevola formou a primeira unidade de camuflagem do exército francês. O seu objetivo era ocultar “tanto quanto possível as tropas e infraestruturas da observação inimiga, ou pelo menos dificultar os efeitos dessa observação.”
Esta mudança radical na arte da guerra viria mais tarde a ter um prolongamento inesperado até aos dias de hoje, refletindo-se em novos comportamentos consumistas.
Patrice Alexandre (n. Paris, 1951) é um artista francês, cujo trabalho se desenvolve principalmente em escultura. Foi professor na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris. Entre 2001 e 2011 “refez” os monumentos aos mortos da Primeira Grande Guerra, investigando o fenómeno da memória e da sua representação. Conta ainda com um corpus de pesquisa em torno da questão da camuflagem e da participação dos artistas visuais na Primeira Grande Guerra.
Conferência inserida no programa paralelo da exposição “Camouflage”, projecto de Katherine Sirois e co-curadoria de Lourenço Egreja, com organização da P28, patente de 27 de maio a 5 de julho na Galeria do Pavilhão 31 (Hospital Júlio de Matos, Lisboa).
Horário de abertura: quarta a sábado, 14h-19h.
A P28 é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura/ Direção-Geral das Artes, no âmbito do Programa de Apoio Sustentado às Artes.
isa e fba da universidade de lisboa assinam protocolo de colaboração
Mai 13 2025
No dia 12 de Maio os Presidentes dos Conselhos de Gestão do Instituto Superior de Agronomia, Professor Doutor António José Guerreiro de Brito, e da Faculdade de Belas Artes, Professor Doutor António de Sousa Dias, da Universidade de Lisboa, assinaram um protocolo de colaboração entre as duas instituições.
O protocolo permitirá, entre outros aspetos, dinamizar a colaboração entre as duas instituições em áreas como a museologia e a conservação de coleções de valor histórico, cultural e artístico.
Curso de Reintegração Cromática
Mai 13 202519 > 20 MAIO 2025 | 10H00 > 18H00 | SALA 3.63
Formadoras
Ana Bailão, Beatriz Doménech e Margarida Boavida
Duração
2 dias
Objetivo do Curso
Capacitar os participantes com conhecimentos teóricos e práticos em reintegração cromática, com ênfase no acerto de cor, técnicas de reintegração e uso do aerógrafo.
Público-Alvo
Conservadores-restauradores, estudantes de conservação e restauro
Preço
90€ / Participação gratuita para alunos da FBAUL
Sala
3.63
15 vagas:
- vagas para os alunos da FBAUL: 8
- vagas para público externo: 7
INSCRIÇÕES JÁ ENCERRADAS/VAGAS COMPLETAS
Solicita-se a todos os inscritos que, em caso de desistência, nos informem para o e-mail sec.presidente@belasartes.ulisboa.pt, para dar lugar a outra pessoa.
Conteúdos Abordados
- Critérios de intervenção
- Princípios éticos e deontológicos
- Técnicas tradicionais vs. inovadoras:
- Estratégias para acerto da cor e documentação
- Introdução e prática com aerógrafo: preparação, calibração, aplicação controlada de camadas cromáticas
- Exercícios práticos em suportes simulados
- Avaliação dos resultados e discussão de casos reais
Metodologia
- Exposição teórica com apoio visual
- Demonstrações
- Prática supervisionada individual e em grupo
- Discussão crítica e análise de casos
Materiais Fornecidos
- Tintas e materiais específicos para reintegração cromática
- Aerógrafo e compressor
- Suportes para prática
Formadoras
Ana Bailão: Doutora em Conservação de Bens Culturais pela Universidade Católica Portuguesa, conservadora-restauradora, professora universitária, fundadora do RECHGroup (grupo internacional de reintegração cromática), e autora de diversas publicações sobre reintegração cromática.
Beatriz Doménech: Doutora em conservação e restauro pela Universidade Politécnica de Valencia, conservadora-restauradora na mesma universidade e autora de publicações em reintegração cromática.
Margarida Boavida: Mestre em conservação de arte moderna e contemporânea com a investigação direcionada para a reintegração cromática e para o uso do aerógrafo como ferramenta de reintegração. Atualmente desenvolve a temática da reintegração cromática no âmbito do seu doutoramento.
Certificados
Os participantes receberão certificado de participação após confirmação de presença nos dois dias de formação.
Como realizar a inscrição online
A inscrição é realizada exclusivamente on-line, através da plataforma FenixEdu.
Antes de efetuar a sua inscrição on-line leia atentamente as instruções abaixo. Em caso de dúvidas contacte através do email sec.presidente@belasartes.ulisboa.pt ou do telefone +351 213 252 1 09.
- Para efetuar a sua inscrição on-line deverá aceder ao sistema FenixEdu e autenticar-se com os dados da sua conta edu@ULisboa.
- Caso não tenha frequentado qualquer curso (Licenciatura, Pós-Graduação, Mestrado ou Doutoramento) na Faculdade de Belas-Artes e não possua conta edu@ULisboa, deverá necessariamente realizar um pré-registo na aplicação FenixEdu AQUI
- NOTA: Têm ocorrido alguns problemas no envio de mensagens para a realização do pré-registo para endereços com os seguintes domínios: @netcabo.pt; @hotmail.com; @vodafone.pt. Como o motivo das falhas da entrega é alheio à ULisboa, caso o seu email seja de um desses domínios, informamos que não podemos garantir que as notificações do processo de candidatura sejam entregues atempadamente. Nestes casos, sugerimos que se inscreva com uma conta @gmail.com.
- Após aceder à aplicação, deverá selecionar o separador Candidaturas. Seguidamente, deverá criar a sua candidatura, escolhendo o evento em que se quer inscrever. Após estes passos, deverá preencher os dados solicitados no formulário eletrónico.
- No caso de haver valor a pagar, a inscrição on-line apenas se tornará válida após o pagamento da respetiva propina, sendo para o efeito disponibilizada uma referência multibanco. Caso não seja efetuado o pagamento até à data indicada, o processo será anulado.
Bolsa Fulbright / Fundação Carmona e Costa para Mestrado em Belas-Artes, Desenho
Mai 10 2025