Dispositivo de Práticas Intermediais: Design, Performance e Cinema_10 SETEMBRO 2026_ONLINE (ZOOM)
10 SETEMBRO 2026 | 16h00 >18h00 | ONLINE (ZOOM)
Apresentação pública de práticas artísticas e de investigação contemporâneas nos domínios do design, música, performance, cinema e artes visuais.
Apresentação de processos criativos e reflexão crítica num enquadramento intermedial
Investigadores CIEBA
Yan Mikirtumov
Ana Patrícia Paquete
David Swartz
Inesa Markava
Hugo Oliveira Martins
Michele Dias Augusto
Juliana F. Duque
Maria João Bom
Participação gratuita, mas necessária INSCRIÇÃO
TEXTO RESUMOS (versão completa)
O evento Dispositivo de Práticas Intermediais (ou Práticas Intermediais em Conexão) reúne um conjunto de investigadores cujas práticas se situam no cruzamento entre design, performance/música e cinema, entendendo a criação artística como espaço de produção de conhecimento e a intermedialidade como estratégia operativa de articulação entre meios, linguagens e metodologias.
Os contributos apresentados partilham uma atenção aos processos criativos, à investigação artística e às práticas performativas, explorando relações entre corpo, imagem, som, tecnologia, narrativa, memória e educação. A intermedialidade surge aqui não apenas como resultado estético, mas como princípio metodológico: uma forma de pensar e produzir através da tradução entre sistemas expressivos distintos — do popular ao académico, do analógico ao digital, do efémero ao documentado, do sensível ao conceptual.
Neste contexto, as palavras-chave escolhidas pelos investigadores — tais como cinema, música, práticas educativas, criação artística, processos criativos, transdisciplinaridade, investigação artística, intermedialidade e design gráfico e editorial — configuram um campo de afinidades que evidencia a pluralidade das práticas contemporâneas e a sua inscrição crítica nos contextos sociais, culturais e tecnológicos do presente.
O evento propõe-se como um dispositivo de apresentação e reflexão sobre obras, processos e investigações em curso, sem impor uma unidade temática rígida, mas antes construindo um espaço de convergência entre experiências singulares. Através da partilha de materiais digitais, excertos, registos e reflexões, procura-se tornar visível a diversidade de abordagens e, simultaneamente, sublinhar os pontos de contacto entre práticas visuais, sonoras e performativas.
Este dispositivo coletivo assume, assim, a criação como território comum, a intermediação como linguagem transversal e a reflexão como gesto crítico, configurando um espaço onde investigação, arte e educação se encontram e se interrogam mutuamente.
