Arte
posts displayed by category
além da superfície — exposição de isabel castelo branco
Mar 13 2026 
13 > 20 MARÇO 2026 I CORREDOR DO AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Inaugura no dia 13 de março, no corredor do auditório Lagoa Henriques, a exposição Além da Superfície de Isabel Castelo Branco. A exposição ficará patente até 20 de março.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Na lonjura do oceano onde o horizonte é a linha que funde mar e céu, a água do mar revela-se como um caminho etéreo, fluindo de forma natural e espontânea. Como as ondas que dançam ao sabor do vento, é neste movimento constante que construo o meu pensamento, moldando-o como esculturas de sal.
O mar, esse eterno guardião dos segredos da natureza é um reflexo dos opostos que habitam dentro de nós. Na sua calmaria serena, encontramos paz e tranquilidade, apenas para sermos desafiados pela fúria tempestuosa que ruge nas suas profundezas, lembrando-nos da transitoriedade e da imprevisibilidade da vida.
Nesse jogo de contrários, onde o sereno encontra o furioso, as contradições e as ambiguidades florescem como flores selvagens numa costa rochosa. Cores fortes e intensas dançam no horizonte, criando um espetáculo visual de contrastes e conflitos.
No entanto, é nesse caos aparente que encontramos uma busca pela harmonia, uma tentativa de reconciliar os opostos e encontrar o equilíbrio.
A cor é para mim uma linguagem vital. É nela que encontro a emoção, o ritmo. A teoria de Johannes Itten ressoou profundamente com esta minha preocupação, em que a verdadeira harmonia nasce do contraste entre as cores, do jogo de forças, da tensão dinâmica entre as cores, entre o quente e o frio, o claro e o escuro. É na oposição que se revela a expressividade mais profunda da cor.
E assim, enquanto os nossos olhos se perdem na vastidão azul do mar, somos convidados a olhar para além do visível, a mergulhar nas profundezas do próprio invisível.
É um convite à contemplação da alma, uma jornada interior onde encontramos a verdadeira essência da existência.
Este movimento, que fez surgir a pintura, ressoa nela.
Isabel Castelo Branco
desenho anatómico – um olhar para além da morfologia
Mar 12 2026
05 > 19 MARÇO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
Exposição
Desenho anatómico – um olhar para além da morfologia.
A anatomia ocupa, desde há séculos, um lugar central na formação artística. Muito antes da institucionalização das academias, artistas procuraram compreender o corpo humano a sua estrutura mais profunda, não apenas como compreensão morfológica, mas como sistema articulado de ossos, músculos e tendões que sustentam a forma e o movimento. O estudo anatómico tornou-se, assim, uma ferramenta de conhecimento e um exercício de rigor, permitindo representar o corpo com consciência estrutural científica, procurando a naturalidade e a fluidez da arte.
Nas academias de arte, o desenho anatómico e a anatomia artística consolidaram-se como pilares fundamentais da aprendizagem. A sua linhagem pedagógica é longa e atravessa diferentes momentos históricos, sobrevivendo a reformas estéticas, a ruturas conceptuais e às sucessivas transformações do ensino artístico.
Com a modernidade e a rutura com o modelo académico, o corpo deixou de ocupar a centralidade absoluta que detinha, e disciplinas como o Desenho Anatómico foram, por vezes, consideradas obsoletas. No entanto, a sua relevância nunca desapareceu. Pelo contrário: a compreensão estrutural do corpo revelou-se essencial para novas linguagens visuais.
Áreas contemporâneas como a animação, a ilustração científica, o concept art e as narrativas visuais reafirmaram a anatomia como um dos fundamentos estruturais da prática artística. Num tempo em que o movimento, a expressão corporal e a construção de personagens assumem um papel determinante, o conhecimento anatómico não é apenas herança histórica, é ferramenta ativa de criação.
É neste movimento cíclico que a anatomia regressa com renovada vitalidade.
A presente exposição reúne trabalhos dos estudantes das unidades curriculares de Desenho Anatómico I e II, revelando abordagens distintas e complementares. Algumas obras assumem uma linguagem mais académica, centrada na observação rigorosa e na construção estrutural; outras exploram caminhos mais livres e disruptivos, integrando a anatomia como matéria plástica e território de experimentação.
Em ambas as abordagens, permanece uma constante: a consciência do corpo como campo de conhecimento, como estrutura inteligível e como espaço de liberdade criativa.
Esta exposição não é apenas um conjunto de exercícios académicos. É testemunho da continuidade de uma tradição e, simultaneamente, da sua transformação. Entre a herança e a reinvenção, o ensino do desenho anatómico afirma-se como espaço de pensamento, de disciplina e de imaginação.
No contexto das Jornadas de Anatomia Artística, estes trabalhos evidenciam que a anatomia não pertence ao passado, mas sim ao presente da criação e ao futuro das artes visuais.
Professor de Desenho Anatómico, Anatomia Artística e Anatomia Comparada – FBAUL,
Frederico Elias
Lista de alunos que terão os trabalhos expostos:
- André Meco, Desenho;
- Alina Gaspar, Desenho
- António Neves, Arte Multimédia
- Bárbara Cabral, Pintura
- Bruna Bento, Desenho
- Catarina Lago, Arte Multimédia
- Débora Centeio, Desenho
- Inês Mesquita, Design de Comunicação
- Leonor Mendes, Pintura
- Mariana Esteves, Design de Comunicação
- Nuno Baptista, Arte Multimédia
- Selma Pina, Design de Comunicação
- Rita Afonso, Design Comunicação
- Rosa Barros, Pintura
- Vera de Gusmão, Arte Multimédia
- Xavier Ramos, Pintura
Assistência Curatorial:
Professor Frederico Elias (coordenação)
- Jay Barros
- Júlia Domingos
- Julieta Österdahl
- Leonor Ferreira
- Madalena Silva
- Maria Valadares
- Rosa Barros
- Sara Sales
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Estes eventos são passíveis de ser fotografados e filmados e posteriormente divulgados publicamente.
JORNADAS DE ANATOMIA ARTÍSTICA
6 MARÇO 2026 | 9H45 – 17H00 | AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES FBAUL
Entrada livre, limitada à lotação da sala.
Programa
Manhã (9h45 às 12h30):
9h45 – Abertura das jornadas com o Professor Doutor Eduardo Duarte, presidente da FBAUL;
10h00 – A Anatomia e a Arte, a influência da Renascença – Andreas Vesalius:
- Introdução e mediação – Professor Doutor Óscar Dias, Ex-Professor Catedrático de ORL da FMUL e Especialista de Medicina do MUHNAC;
- Arte no Hospital – Professora Doutora Maria da Graça Oliveira, Assistente Hospitalar Graduada de Pediatria Médica, Subespecialista em Neonatologia e Docente da FMUL;
- Arte e ciência – Professor Doutor Victor Oliveira, Docente de Neurologia da FMUL, Diretor do Museu Egas Moniz e colaborador do Núcleo do Património da FMUL;
- Perguntas e debate, 20 minutos;
- Intervalo 15 minutos;
- A Fabrica Humana de Vesalius: breve apresentação da obra - Doutora Susana Henriques, Coordenadora da Biblioteca e Património da FMUL
- Vesalius e o seu papel na História da Anatomia – Professora Doutora Lia Neto, Diretora do Instituto de Anatomia da FMUL e docente na FMUL;
- Calcar & Vesalius, A Colaboração que Redefiniu a história da Anatomia e da Arte – Professor Doutor Frederico Elias, docente de desenho e anatomia na FBAUL e investigador do CIEBA;
- Perguntas e debate, 20 minutos.
Tarde (14h00 às 17h00)
- Introdução Professor Doutor Artur Ramos, docente de desenho na FBAUL e investigador do CIEBA;
- Gipsoteca Digital – Professor Doutor José Revez, docente de escultura na FBAUL e investigador do CIEBA;
- Académias: Conservação e Valorização da Coleção de Pintura da FBAUL – Doutora Liliana Cardeira, Investigadora do CIEBA e Pós-Doutorada em Ciências da Arte e do Património pela FBAUL;
- A Anatomia Artística dos séculos XIX e XX no ensino lisboeta – As coleções de Desenho Anatómico da Universidade de Lisboa – Mariana de Figueiredo Sousa, Investigadora do CIEBA e Doutoranda em Belas-Artes, FBAUL;
- Perguntas e debate, 20 minutos;
- Intervalo 15 minutos;
- Tecnologias emergentes ou/e abordagens mais tradicionais? decisões informadas no ensino da Anatomia como ciência de base para outros campos médicos – Professora Doutora Graça Alexandre-Pires, Docente da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Lisboa e Investigadora do CIISA/AL4Animals, coordenadora do sector de Anatomia;
- Dissecação anatómica de figuras fantásticas, da convergência da natureza e da arte, Fortunio Liceti por Giovanni Battista Bissoni – Professor Doutor Armando Jorge Caseirão, Docente Agregado da FAUL e Investigador do CIEBA;
- Estatuária olmeca e o culto do jaguar, representação e significados de anomalias morfológicas – Teresa Monteiro, Estudante da Licenciatura em Ciências da Arte e do Património (FBAUL);
- The Body as Medium: Artistic Anatomy, Identity, and Social Transformation –Maria Ventura – Coordenadora do Departamento de Artes do King’s College School, Cascais;
- Perguntas e debate, 20 minutos;
- Conclusão.
ivens perspectives — exposição de tomás boto
Mar 12 2026 
23 FEVEREIRO > 09 ABRIL 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugura no dia 23 de fevereiro, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Tomás Boto, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Investigadora Ana Matilde Sousa.
Tomás Boto (n. 2005, Portimão) vive em Lisboa e estuda atualmente Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho desenvolve-se a partir de uma linguagem artística exploratória e sem filtros, que lhe permite construir e desconstruir continuamente o próprio processo plástico. Parte de contextos do quotidiano e de referências visuais que lhe despertam interesse, trabalhando o desenho e a escrita através de um humor muito próprio, procurando, nas suas composições, mais a pergunta do que a resposta. Realizou duas exposições individuais no Algarve, Folha Sem Linhas (Ferragudo, 2024) e Marafade Sejas (Ferragudo, 2025), e participou em diversas exposições coletivas, como GABA – Galerias Abertas (FBAUL, 16.ª–18.ª ed., 2023–2025), Pensar Pá Fora (Lisboa, 2025), Arquipélago (Lisboa, 2025) e Fora de Zona (Lisboa, 2025). É ainda cofundador e artista residente do coletivo W.A.S.P. (Where Art Seeks Prospect), que atua em várias áreas artísticas com o objetivo de organizar encontros e exposições, dando palco a artistas emergentes.

A exposição de Emília Silva decorreu entre 7 de janeiro e 22 de fevereiro de 2026 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Investigadora Ana Matilde Sousa.
Emília Silva (Coimbra, 2005) reside e trabalha em Lisboa, onde frequenta atualmente o curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Concluiu o curso profissional de Produção Artística – Cerâmica na Escola Artística António Arroio. A sua prática explora a interseção entre pintura e desenho, enraizada num amor pelas narrativas visuais e pelas artes gráficas. A procura de abrigo em situações de desconforto constitui um tema recorrente no seu trabalho, materializado através de metáforas visuais e da criação de paisagens irreais. Participou em diversas exposições coletivas, entre as quais Fora de Zona (Galeria Liminare, Lisboa, 2025), HAMMER TIME (Zaratan, Lisboa, 2025), Vogados (Rua Camilo Castelo Branco, Lisboa, 2025), O último tranca a porta (Lugar Específico, Lisboa, 2025) e Casa da Ladra – Residência Artística (Safra, Lisboa, 2025).
Palestra “Da terra ao fundo do mar: os desafios da conservação do património arqueológico”
Mar 11 202625 de MARÇO > 10H30 I GRANDE AUDITÓRIO
Palestra “Da terra ao fundo do mar: os desafios da conservação do património arqueológico” com o conservador-restaurador Cláudio Monteiro.
Esta palestra, promovida pelo Heritage Lab, abordará os principais desafios e metodologias na conservação de bens arqueológicos provenientes de contextos terrestres e subaquáticos.
Entrada livre, sujeita à lotação da sala.
Este evento sé passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
pensar o monumento a partir de jorge vieira
Mar 11 2026
24 JANEIRO > 22 MARÇO 2026 I GALERIA DO CASTELO DE BEJA
Inaugura no dia 24 janeiro às 16h00, a exposição Pensar o Monumento a partir de Jorge Vieira, na Galeria do Castelo de Beja.
Galeria do Castelo de Beja
Castelo – Casa do Governador
Largo Dr. Lima Faleiro, 7800-266 Beja
turismo@cm-beja.pt | 284 311913
Horário – 2ª a domingo: 9h30-12h / 14h-18h
Pensar o Monumento a partir de Jorge Vieira é uma exposição que surge num contexto de crise de representação colectiva no espaço público e contrariando a diluição de valores, recuperamos o Monumento ao Prisioneiro Político Desconhecido como símbolo de resistência política e artística. (…)
A exposição apresenta maquetas à escala de 1:25, realizadas por sete alunos do Mestrado de Escultura da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, onde Jorge Vieira também lecionou, e com elas estudos, desenhos, imagens que contribuem para o entendimento do processo de trabalho de um escultor. Tratam-se de potenciais monumentos pensados para os dias de hoje, sem lugar específico, mas com a latência de transformação e de integração possível em qualquer cidade, vila e região do globo terrestre, em locais em que a sociedade se permite reflectir e abraçar a vulnerabilidade que nos constitui e fazer florescer, definitivamente, uma sociedade mais humana.
Sérgio Vicente e Marta Castelo
o pão como desenho
Mar 11 2026
16 OUTUBRO 2025 I MUSEU DO PÃO, SEIA
Dia 16 de outubro, pelas 16.00 horas, inaugura a exposição O pão como desenho, no Museu do Pão, em Seia. Integrando 20 artistas e docentes ligados a instituições do ensino artístico superior (onze nacionais e nove estrangeiros), o desafio lançado aos artistas participantes consistiu na realização do “pão da sua vida” sob a forma de desenho com dimensões muito generosas (entre os 100×70 cm e os 170×150 cm), no qual pudessem expressar, de modo contemporâneo, imagens do pão ou de momentos do ciclo do pão. O projecto e a curadoria são do docente José Quaresma e a organização do Museu do Pão.
Os vinte artistas e docentes participantes, entre os quais se encontram dez da FBAUL, são os seguintes:
Agim Sako, Alice Bomberini, Alicia Habisiak-Matczak, António Pedro, António Quadros, Bethânia Barbosa, Diana Costa, Domingos Rego, Elia Sponton, Evgeniya Hristova, Juan Carlos Ramos, João Sobreira, José Quaresma, Lima de Carvalho, Margarida Prieto, Marta Soares, Paulo Lourenço, Pedro Fortuna, Rui Serra, Stefano Pasquini, Tomasz Matczak.
Horário: 4ª a domingo – 10h/18h
Arte Contemporânea em Diálogo #5
Mar 03 20265 MARÇO 2026 | SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS-ARTES | 18H30
A arte contemporânea é um território complexo e diversificado, inclusivamente, do ponto de vista da sua própria definição conceptual e temporal. Sobretudo desde a década de 90, e do processo de globalização a ela associado, que se foi verificando uma mudança de paradigma ao nível da produção e da recepção da arte, nomeadamente, com a proliferação dos meios de comunicação e da forte pressão das indústrias culturais, assim como com a crescente subjectivação e individualização do gosto. Nas últimas décadas, foi-se implantando uma nova ordem de relações entre a arte, as instituições, a obra e o público.
Para esta sessão do ciclo de diálogos sobre a arte contemporânea Isabel Nogueira convida Pauliana Valente Pimentel, para discutir o tema “Qual a relação da arte com a identidade de género?“.
master class – ArchiRevi – Ceramic Takeover
Mar 03 20264 MARÇO 2026 | 11H | SALA DE PROFESSORES
A Revigrés e o Archi Summit desafiam os participantes a desenvolver uma proposta arquitetónica inovadora, onde toda a intervenção é pensada a partir de um único material: a cerâmica.
O conceito Ceramic Takeover propõe uma imersão total no potencial estético, funcional e estrutural da cerâmica Revigrés, explorando novas formas de habitar e construir.
Mais do que um exercício técnico, este desafio é uma reflexão sobre como os materiais cerâmicos podem transformar a sustentabilidade, o bem-estar e a criatividade na arquitetura contemporânea.
A Master Class realiza-se na FBAUL no dia 4 de março pelas 11h, na Sala de Professores. A iniciativa tem a tutoria e apoio dos professores Ana Lia Santos e Pedro Fortuna. O desafio ArchiRevi – Ceramic Takeover é um convite abrangente que enfatiza de modo claro o material cerâmico como um domínio experimental aberto. Paradoxalmente rigoroso e abrangente permite o encontro da(o)s autora(e)s consigo mesmos, através dos materiais, dos processos e das formas. O espaço físico do projeto, parece replicar a inevitabilidade física da obra, quase metonímia, mas entre elas corre a dimensão da liberdade e da vida material.
coleção lições de arte e design
Fev 23 2026
27 FEVEREIRO 2026 > 16H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Realiza-se no próximo dia 27 de fevereiro, pelas 16h00, no auditório Lagoa Henriques, uma sessão dedicada à partilha de iniciativas e ao lançamento editorial da Coleção Lições de Arte e Design.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Programa de Atividades
16h -17h30 Europa criativa
17h30 – 17h45 Coffee break
17h45 – 18h Projetos-piloto mais
18h – 19h Lançamento dos últimos livros da Coleção de Arte e Design
Serão apresentados os volumes de Jorge dos Reis, José S. Teixeira, Luís Jorge Gonçalves, Artur Ramos e Cristóvão Valente Pereira.
Edição 2026
Editor Centro de Investigação e Estudos de Belas-Artes
Design Gráfico Tomás Gouveia
Edição Gráfica Mariana Campante
Entrada livre até à capacidade da sala.
phenomena — exposição de isabel sabino, domingos rego e rui serra
Fev 19 2026
FINISSAGE 21 FEVEREIRO 2026 > 1800 I MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA
Realiza-se no próximo sábado, dia 21 de fevereiro, às 18h00, a finissage da exposição Phenomena,conversa e visita guiada com Rui Serra, Isabel Sabino e Domingos Rego, moderação de Sofia Marçal e Marta Lourenço.
No âmbito do Programa Arte, Natureza e Ciência do Museu de História Natural e da Ciência, realiza-se a exposição Phenomena dos artistas visuais Isabel Sabino, Domingos rego e Rui Serra, apresentada em três salas em simultâneo, entre 23 de janeiro e 22 de fevereiro de 2026.
Inauguração 23 janeiro 2025 – 18h00.
PHENOMENA – périplo
Domingos Rego
Périplo parte de experiências vividas pelo artista no Parque Natural da Arrábida, reunindo um conjunto de trabalhos (pintura, desenho e fotografia) que propõem sucessivas aproximações a este território, desde um campo de visão cartográfica, até aos detalhes de flores autóctones.
Sala A060
PHENOMENA – pro
Isabel Sabino
Pro poderia ser o nome de uma cobaia, um corpo sujeito a ensaios cuja indefinição remete para um estado em devir, algo entre célula, carne, cinzas, pedra, água, animal e vegetal, planeta, orgânico e inorgânico, natural e artificial, letra e algarismo, memória e imaginário.
Sala: Laboratório de Química Analítica
PHENOMENA – polis
Rui Serra
Polis é o título de uma série de trabalhos tridimensionais apresentados por Rui Serra. São maquetes de espaços indefinidos, são ferramentas ou instrumentos ritualísticos, oriundos de uma desconhecida (e hipotética) civilização futura.
Sala A050
Learning otherwise — Portais para um mundo mais-do-que-humano – exposição
Fev 19 20265 > 25 FEVEREIRO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 5 de fevereiro, às 17h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, a exposição coletiva Learning otherwise — Portais para um mundo mais-do-que-humano, organizada pela Cultivamos Cultura e com curadoria de Emma Hallemans e Rita de Almeida Leite.
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Learning otherwise — Portais para um mundo mais-do-que-humano
“O assombro é uma competência essencial de sobrevivência no Antropoceno” — Robert Macfarlane
Em tempos em que esquecemos como aprender com o passado, em que não sabemos bem em que fontes confiar e em que nos esgotamos enquanto docentes, esta exposição propõe um modo não convencional de aprendizagem através do tempo e das ecologias. Desloca o nosso olhar para inteligências colectivas enraizadas em relações profundas com os ambientes circundantes, onde o corpo humano deixa de ser o único centro de produção de conhecimento.
Esta exposição guia-nos por processos de aprendizagem moldados por encontros transgeracionais — incluindo aqueles que se desenrolam entre as próprias cadeias do nosso ADN. Situada entre a investigação científica e o pensamento especulativo, investiga ecologias invisíveis, inteligências mais-do-que-humanas e modos de percepção que desafiam e complementam os enquadramentos antropocêntricos. A partir de microrganismos, de mundos paralelos à existência humana e de influências (extra)sensoriais, as obras seleccionadas exploram de que forma forças imateriais e entidades invisíveis moldam a forma, a matéria e a experiência. Convidamo-lo a, por um momento, desincorporar-se e re-incorporar-se de outro modo. Como podemos imaginar novas relações pedagógicas dentro das paredes de uma universidade?
Emma Hallemans
Rita de Almeida Leite
exposição prémio dordio gomes
Fev 18 2026

22 JANEIRO > 22 FEVEREIRO 2026 I CITA, CENTRO INTERPRETATIVO DO TAPETE DE ARRAIOLOS
Inaugura no dia 22 de janeiro, no CITA, Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, a exposição Prémio Dordio Gomes, com curadoria de Fernando Rosa Dias.
Das obras submetidas a concurso o júri selecionou catorze obras para integrar a exposição coletiva do Prémio Dordio Gomes. No mesmo dia, aquando da inauguração da exposição coletiva, serão divulgadas as três (3) obras premiadas, cujos autores serão publicamente anunciados.
Lista dos selecionados: Ana Alves, Ana Matilde Milhano, Catarina Mendes, Inês Encarnação, Jaime González Palencia, Luísa Lisboa, Margarida Soeiro Carreiras, Maria João Barcelos, Neide Carreira, Raquel Amorim, Sara Cruz (2 obras), Sara Oliveira Martins e Sofia Flores.
A Câmara Municipal de Arraiolos anuncia a instituição e organização da 1.ª edição do Prémio Dordio Gomes – Concurso de Pintura, com características de Bienal, e com dois objetivos principais:
O primeiro consiste no incentivo à criação de obras de pintura que contribuam para a valorização contemporânea desta área artística, gerando oportunidades para exposição de obras de artistas emergentes, assim como a sua participação em residências artísticas.
O segundo consiste na preservação e divulgação ativa do legado artístico e pedagógico de Dordio Gomes, artista plástico arraiolense de mérito nacional e internacional que manteve ao longo da sua vida um forte vínculo com a vila de Arraiolos.
ATENÇÃO
Na sequência das dificuldades que nos têm sido relatadas para apresentação das imagens das obras a concurso no âmbito do Prémio Dordio Gomes, vimos informar que até 15 de julho continua disponível a plataforma Cloud – Município de Arraiolos para submissão de pasta identificada com pseudónimo para concurso, com as 5 fotografias da obra e com a memória descritiva da mesma.
Caso não seja possível submeter as obras na referida plataforma, os interessados podem submeter as obras a candidatura até 25 DE JULHO através do envio de link do wetransfer.com com a respetiva pasta zipada referida nas regras do prémio e a enviar para geral@cm-arraiolos.pt
Agradecemos a compreensão pelas dificuldades que têm surgido, as quais são alheias aos serviços do Município de Arraiolos
Os primeiros 20 classificados serão convidados a participar numa exposição coletiva em Arraiolos e os três primeiros classificados terão direito aos seguintes prémios:
• 1.º Lugar – 2.000,00€ e uma exposição individual no Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos
• 2.º Lugar – 1.000,00€ e a frequência de uma residência artística em Arraiolos
• 3.º Lugar – 700,00€
A coordenação artística do concurso fica a cargo de José Quaresma, artista plástico e docente na FBAUL e o júri é constituído pelos seguintes elementos:
• António Quadros Ferreira (Artista plástico e Professor Catedrático jubilado da FBAUP)
• Emília Ferreira (Historiadora de Arte e Curadora)
• Filipe Rocha da Silva (Artista Plástico e Professor Catedrático jubilado da UÉ)
• Fernando Rosa Dias (Historiador de Arte e Professor na FBAUL)
• Laura Castro (Historiadora de Arte e Professora na Univ. Católica do Porto)
• Margarida Prieto (Artista plástica e Professora na Univ. Lusófona)
• Marta Soares (Artista plástica e Professora convidada na FBAUL)
• Paulo Dordio Gomes (Neto de Dordio Gomes e Professor na Univ. Católica do Porto)
• Rui Miguel Lobo (Historiador e Resp. Técnico do CITA)
As regras do concurso podem ser consultadas AQUI
cidadãos do mundo — filme de manuel botelho
Fev 04 2026
12 FEVEREIRO 2026 > 15H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
Realiza-se no dia 12 de fevereiro, às 15h00, no Auditório Lagoa Henriques, a apresentação do vídeo Cidadãos do Mundo de Manuel Botelho.
Direção artística: Manuel Botelho
Produção executiva e parceria: Plano Nacional das Artes 2025
(Documentário inserido na Bienal Cultura Educação #2 | PNA – “E em Vez do Medo”)
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Em tempos de incerteza, a humanidade acelera a fundo. A nossa atenção dispersa-se em todas as direções. O tempo colapsa perante tanta pressão e não podemos parar. As mensagens que nos chegam contradizem-se, as informações e as desinformações confundem-se. Na falta de condições para estudar e refletir, ficamos vulneráveis à solução mais fácil. Os slogans populistas que bombardeiam os nossos ouvidos são apelativos e fáceis de adotar quando decidimos à pressa, sem pensar de forma séria, informada e racional. As consequências são nefastas.
Como tantos outros, não aceito este destino de trevas. Quero que sejamos capazes de construir, coletivamente, reflexivamente, um futuro melhor, mais justo e equitativo. Tudo depende de nós, Cidadãos do Mundo.
Manuel Botelho
matéria sensível, forma indizível: corpo e espaço em artesanias fotográficas //inauguração adiada
Fev 04 2026
09 > 13 FEVEREIRO 2026 I CAPELA BELAS-ARTES
A INAUGURAÇÃO FOI ADIADA PARA DIA 9 DE FEVEREIRO DEVIDO À PREVISÃO DE AGRAVAMENTO DA CONDIÇÃO METEOROLÓGICA.
Inaugura no dia 09 de fevereiro, às 18h30, na Capela da Faculdade de Belas-artes, a exposição matéria sensível, forma indizível: corpo e espaço em artesanias fotográficas. A exposição ficará patente até 13 de fevereiro.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
A exposição matéria sensível, forma indizível: corpo e espaço em artesanias fotográficas é um convite para uma travessia entre corpo, forma e espaço. Nela, a imagem não se apresenta como registro imediato, mas como acontecimento gradual e desvelamento.
Ao reunir o trabalho artístico de Leandro Souza, Odinaldo Costa e Taci de Farias, a mostra propõe, através da cianotipia, uma leitura que se opõe à instantaneidade do digital, instaurando uma relação dilatada com o tempo e inspirando um gesto político de resistência à pressa e ao esquecimento.
Aqui, o corpo deixa de ser apenas tema para atuar como matéria ativa e território autobiográfico. E assim, articula subjetividades, identidades, memórias e presença.
FICHA TÉCNICA
Artistas: Leandro Souza, Odinaldo Costa e Taci de Freitas (Lab Clube).
Curadoria: Shannon Botelho.
Organização: Fabián Cevallos Vivar (CIEBA/FBAUL).
Apoio: FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
sculpting the voice: body – science – art
Fev 04 2026
FEBRUARY 9, 2026 > 1 PM I ROOM 1.06
Sculpting the Voice: Body – Science – Art
Lecture & Hands-on Workshop with Evangelos Angelakis (CAPHE Project)
Master in Sculpture – practices of research in sculpture
Lecture
How is the human voice shaped by the body — and how can artists, researchers, and educators hear, see, and touch this process? In this special 2-hour lecture, Evangelos Angelakis introduces students to the voice as a multidimensional phenomenon, bridging anatomy and physiology, acoustics, cognition, pedagogy, and artistic practice.
Drawing from contemporary voice research and artistic experience, the lecture explores how sound emerges from physical structures, how perception shapes vocal control, and how technology allows us to better understand the living instrument we carry within us.
Workshop
Following the lecture, students are invited to participate in an intensive 3-hour experimental workshop, where theory becomes material. Working with clay and/or 3D-printed vocal tract models, participants will build physical resonators and explore how shape, material, and space transform sound. Using various sound sources, and the human body itself — the workshop avoids abstraction and focuses on direct sonic experimentation.
The workshop also introduces students to real vocal fold excitation, including prerecorded electroglottographic (EGG) signals extracted from actual voices. Participants will hear the original voice sound, its corresponding EGG waveform, and then feed these signals into their handmade vocal tract models, observing how resonance emerges from structure. This process offers a rare opportunity to experience voice as sculpture, instrument, and scientific object at the same time, encouraging cross-disciplinary thinking between visual arts, music, performance, and research.
About the Lecturer
Evangelos Angelakis is an opera singer, voice teacher, and Postdoc voice researcher at the Laboratory of Music Acoustics and Technology of NKUA, Greece. Currently participating in the Communities and Artistic Participation in Hybrid Environment (CAPHE) project, which supports interdisciplinary artistic and pedagogical mobility across multiple countries. He holds a PhD from the National and Kapodistrian University of Athens and is an honors graduate of the Master’s Program Musicology – Music Technology. His work combines professional operatic performance, vocal pedagogy, and scientific research on voice anatomy, acoustics, cognition, and sensor-based analysis. He is the creator of the NKUA educational program “The Voice in Singing”, a founding member of the Hellenic Voice Teachers Association, and an active researcher whose work has been presented internationally.
riso experiments: a collection of color mixing
Fev 03 2026
© Pedro Serra Pereira
Riso Experiments: A Collection of Color Mixing é um zine em formato A3 que reúne impressões de 60 estudantes que participaram no workshop “Week of Riso”, que decorreu na FBAUL, de 3 a 7 de novembro de 2025.
Com mais de 100 páginas, apresenta-se uma mostra das possíveis variações e misturas de cores. Em conjunto com as diferentes origens e inspirações de cada estudante, cria-se uma edição contrastante, com diferentes formas, composições e estéticas.
Concebido, organizado, impresso e montado por Pedro Serra Pereira.
alegrete — exposição de finalistas da licenciatura em escultura da fbaul
Fev 03 2026
27 JANEIRO > 03 FEVEREIRO 2026 I QUINTA ALEGRE, LISBOA
Inaugura no dia 26 de janeiro, às 17h30, na Quinta Alegre, Palácio do Alegrete, a exposição ALEGRETE dos alunos finalistas da Licenciatura de Escultura da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. A exposição ficará patente até 3 de fevereiro.
Quinta Alegre/ Palácio do Alegrete
Campo Amoreiras 94
1750-025 Lisboa
informacoeseservicos.lisboa.pt | 210521760
Horário – 2ª a 6ª: 10h-17h30/ sábado e domingo: 14h30-17h30
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
ALEGRETE é uma exposição que agrupa o trabalho dos alunos finalistas da Licenciatura de Escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, no primeiro semestre do biénio 2025/2026. A Quinta Alegre, é um espaço cultural com excelentes condições para o desenvolvimento de um projecto de escultura integrada — a arte em diálogo com a arquitectura e a sua história. Um lugar com qualidades únicas para esta mostra, um lugar onde ainda se reconhecem os jardins, o pomar, a horta e a mata, características de organização de quinta de recreio do século XVIII nos arrabaldes de Lisboa, mas também porque hoje esta quinta é um refúgio para a afirmação da plena cidadania numa área urbana complexa e desqualificada pelo processo de urbanização informal da segunda metade do século XX.
O trabalho investigativo pela prática artística desenvolvido pelos alunos posicionou-se criticamente neste campo de contrastes entre a situação histórica, urbana e social que espelha a diversidade de abordagens presentes nesta mostra. A escultura, na sua condição material, funde-se nesta exposição com o tempo e a experiência do lugar.
Participam na exposição: Ana Almeida, Ana Carvalho, Ana Marta Santos, Anna Uklejewska, António Arrobas, Beatriz Carvalho, Beatriz Lopes, Becky Harrison, Brito Atrofio, Bruna Gouveia, Catarina Araújo, Catarina Pestana, Catarina Valério, Clara Pedroso, Cláudia Varela, Coimbra, Fransje Langedijk, Guilherme Custódio, Jiaqi Qiu, Joana Cunha, Joana Motta, joão pires, Leal Pereira, Leonor André, Lore, Madalena Martinez, Mariana Pombo, Matilde Marques, Miguel Basto, Miguel Jerónimo, Minês, Naia Branco, Rafael Dos Santos, Sofia O’Neill, Sonia Singh e Teresa Faria
Masterclass – “AQUI A PEDRA TEM VIDA”: UM ESTUDO SOBRE O ARTESÃO DA PEDRA SABÃO
Fev 03 202611 FEVEREIRO | 10H00 | AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
O presente estudo analisa a atividade artesanal em Pedra-Sabão no distrito de Santa Rita (Ouro Preto), focalizando dimensões socioculturais e socioeconómicas das artes locais. Metodologicamente, baseou-se em pesquisa de campo e análise qualitativa dos discursos, empregando abordagem de teoria fundamentada para identificar padrões interpretativos. Os resultados evidenciam condições laborais precárias — penosidade, insalubridade e vulnerabilidade econômica associadas ao alto custo da matéria-prima e dificuldades de escoamento comercial —, articuladas a um regime familiar de produção realizado em escritórios domiciliares. Paralelamente, observa-se que vínculos identitários, afetivos (gratidão) e o prazer na atividade atenuam a percepção das adversidades e sustentam a permanência na prática. O processo de interiorização e transmissão do ofício ocorre em núcleos familiares, entendidos como comunidades de prática, onde se consolidam saberes, habilidades e identidade profissional desde a infância, convertendo a aprendizagem geracional em capital simbólico que legitima a atividade. Conclui-se que a continuidade no trabalho com Pedra-Sabão resulta de uma escolha por fatores culturais e identitários, não apenas por imperativos econômicos, e que a pesquisa contribui para dar visibilidade ao universo laboral das artes e para mudanças na percepção coletiva sobre a importância do ofício.
Conferencista
Tays Torres Ribeiro das Chagas, é docente do departamento de Engenharia de Produção da Universidade Federal de Ouro Preto. A docente possui graduação em Engenharia de Produção, mestrado em Engenharia de Materiais e Doutorado em Administração.
Entrada livre, sujeita à lotação da sala.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
ângela ferreira na art basel qatar 2026
Fev 03 2026
05 > 07 FEVEREIRO 2026 I ART BASEL QATAR, DOHA
A artista Ângela Ferreira, professora da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, participa da primeira edição da Art Basel no Médio Oriente que se realiza em fevereiro de 2026. Depois de Basel, Miami Beach, Hong Kong e Paris, a edição inaugural da Art Basel Qatar será realizada no M7, um centro criativo no coração de Doha, bem como no Doha Design District, no centro de Msheireb.
Na Art Basel Qatar 2026 participam 87 galerias de 31 países, incluindo a Cristina Guerra Contemporary Art, que estará representada com obras da artista Ângela Ferreira.
Ângela Ferreira nasceu em Maputo, Moçambique, estudou Escultura durante o regime do apartheid, na Michaelis School of Fine Arts da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul. Doutorada pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, onde é professora, o seu trabalho de escultura, vídeo e fotografia foca-se no pós-colonialismo, identidade e questões interculturais. Representou Portugal na Bienal de Veneza em 2007, com o projeto Maison Tropicale. Participou em várias exposições individuais e coletivas, e está representada em diversas coleções públicas e privadas.
prémio universidade de lisboa 2024
Jan 27 2026CANDIDATURAS ATÉ 30 JANEIRO 2026
media and material literacy in extended reality
Jan 25 2026

CONFERENCE PAPER SESSIONS 19TH > 21ST NOVEMBER 2025 I FBAUL /// EXHIBITIONS 20TH > 27TH NOVEMBER I FBAUL / MNAC
Conference Papers Sessions
19 > 21 November
Workshops
19 November – Room 2.07
Exhibitions
20 > 27 November
► Exhibition Opening
13h30
@ Gallery
Katerina Kyriafini, Dorota Hrycak-Krzyżanowska, Małgorzata A. Szyszkowska, Alexandros Kontogeorgakopoulos & Helena Elias, Tom Konyves in collaboration with Jarosław Solecki, Justyna Gorzkowicz & Jarosław Solecki
@ Cistern
Carolina Dias
@ Lagoa Henriques Corridor
FBAUL students
► Guided Visit - 13h45
@Gallery
10 or 15 Poets with a Video Camera
Tom Konyves in collaboration with Jarosław Solecki
18h00
@ MNAC (Museu Nacional de Arte Contemporânea)
Tiago Jordão, Selma Pereira, Miguel Mendoza-Malpartida & Américo Marcelino
This event may be photographed and filmed and subsequently made public.
We invite experienced researchers, young scholars, doctoral candidates, educators, students, practitioners operating in the fields of education, media, technology, culture, and arts, as well as anyone interested in the intersections of hybrid environments and educational practices, to participate in the International Interdisciplinary Scientific Conference organized by the FBAUL (Faculty of Fine Arts, University of Lisbon) and Polish University Abroad (PUNO) on behalf of all project partners as part of the CAPHE project.
After the pandemic, educational institutions have significantly strengthened their engagement with remote and hybrid teaching and learning approaches, complementing traditional modes of instruction and reshaping educational practices, methodologies, and assessments. This transition has highlighted both the potential and vulnerability of digital technology use in education, particularly influenced by factors such as specialization, infrastructure, inclusivity, and access to digital resources.
Within this rapidly evolving hybrid educational milieu, continuous updates to educational practices are required to enhance traditional classroom experiences, through innovative design and implementation of hybrid, online, and virtual learning environments. These efforts aim to foster active learning engagement across educational communities.
Although this digital progress and impact on education, it has been an asymmetrical development, since what is thought, learned and consolidated is vulnerable due to many circumstances underpinning the educational ecosystem. It can be more or less effective depending on the school specialization, infrastructure, inclusive vocational purposes, and their access to open source digital environments. Also, the disciplinary nature of the contents, techniques of knowledge transfer, learning and assessment processes, may constantly require or not fully require the use of digital technology.
Metaverse immersion, human machine – interaction, machine learning environments, data algorithms, released actants of formal or informal training and learning environments, whether as co-creators, or co-curators and co-constructors of knowledge settings and emergent paradigms in education. In fact, considering these endless achievements and upgrades, literacy on extended materiality can be regarded as in need for all matters in the field of education.
Physical and digital pedagogies, immersive settings, synchronous and asynchronous contents, and blended activities now frequently intersect in classes, lectures, training sessions, workshops, and creative exhibitions. The landscape of education is continually reshaped by diverse resources, methodologies, contents, and materialities, both open-source and commercial. Acknowledging these opportunities and challenges related to media and material literacy and hybrid education practices forms the central theme of this conference.
We aim to explore educational principles, hybrid education models, immersive teaching-learning experiences, and their effectiveness within paradigms of inclusivity and equality. The conference will provide a platform to map, critically reflect, and rethink how educational ecosystems are responding to current challenges and opportunities.
REGISTRATION is mandatory
Considering that the event will be filmed, recorded, and photographed, in accordance with data protection regulations, the registration form will request authorization for the processing and public dissemination of images.
Participation of CAPHE Partners in the conference is free of charge but requires registration.
For external applicants the registration with a fee is mandatory.
The fee for the conference is 80€ and for the attendants is 10€.
The fee will be charged afterwards.
Conference Partners – Project Partners
- Conservatorio G. Puccini, La Spezia, (CP) Italy
- Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, (FBAUL) Portugal
- Jagiellonian University in Krakow, (UJ) Poland
- Kenyatta University, (KU) Kenia,
- Miastopracownia (MP) Poland
- Narratologies P.C., (NR) Greece
- Opera Network, (ON) Italy
- Polish University Abroad in London, (PUNO) United Kingdom
- Polish Aesthetic Society, (PTE) Poland
- National and Kapodistrian University of Athens (NKUA)
The Conference is financed under two projects:
UE Funding, No: 101086391
Acronym: CAPHE
Grant programme: HORIZON-TMA-MSCA-SE.
Grant title: Communities and Artistic Participation in Hybrid Environment.
Time: 01.01.2023-31.12.2026
UKRI Funding, No: EP/X038572/1
Acronym: CAPHE
Grant offer: Research Grant, Other JeS Guarantee Calls,
Grant Title: Communities and Artistic Participation in Hybrid Environment.
Time: 01.12.2022-30.11.2026.
Apresentação do livro “A pintura e a negação do sublime. Malevich e a verdade não-figurativa” – Professor José Quaresma
Jan 23 202623 JANEIRO 2026 > 18H00 | GRÉMIO LITERÁRIO
No dia 23 de Janeiro realiza-se a apresentação do livro do Professor José Quaresma A Pintura e a Negação do Sublime. Malevich e a pintura não-figurativa, sessão que conta com a participação do Professor Fernando Paulo Rosa Dias, da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Partindo de uma forte tradição filosófica, estética e literária relativa ao tema do sublime, trata-se de uma reflexão que desenvolve conexões possíveis entre a pintura e algumas ocorrências de sublimidade, explorando situações de radicalidade estética, de despojamento plástico e de tensão subjetiva. Detendo-se em particular no suprematismo de Malevich, este ensaio trata das provocações picturais ao sublime e da autocrítica da pintura como atitude passível de lhe pertencer.
José Quaresma nasceu em Santarém, em 1965. Licenciou-se em Pintura na ESBAL em 1996. Em 2001, realizou o Mestrado em Estética e Filosofia de Arte na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Em 2008, defende na mesma instituição a tese de Doutoramento. Em 2021, realizou as Provas de Agregação na Universidade de Lisboa e, em 2022, concluiu o Pós-doutoramento na área de Pintura, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. Atualmente é Professor Associado com Agregação na FBAUL. Expõe pintura, desenho, gravura e instalação artística desde 1982. Tem coordenado projetos científicos e artísticos. Organiza com frequência exposições internacionais de Pintura, Gravura, Arte Pública, Instalação, outras. É autor de cinco livros sobre Pintura no âmbito dos projetos de investigação. Coordenou e co-coordenou trinta livros nas áreas acima indicadas. Tem coordenado muitos catálogos de exposições de arte. Em 2024, foi responsável pela coordenação da programação científica e artística do projeto Chiado, Carmo, Paris. Os Caminhos de Salgueiro Maia, integrado nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.
A entrada é livre.
Grémio Literário de Lisboa
Rua Ivens Nº37
Lisboa
seres-artefactos — exposição de rafaela nunes
Jan 22 202616 > 29 JANEIRO 2025 I CISTERNA BELAS-ARTES
Inaugura no dia 16 de janeiro, às 17h00, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes, a exposição Seres-artefactos de Rafaela Nunes.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Visitas mediante marcação rafaela@nenhures.net
Entidades híbridas emergem nos interstícios entre categorias: nem inteiramente naturais nem artificiais, nem exclusivamente humanas nem maquínicas. Seres-Artefactos são especulações sobre estes híbridos que cruzam delimitações binárias e entrelaçam natural e artificial, humano e não-humano, seres e artefactos.
Rafaela Nunes utiliza uma metodologia transmedia que entrelaça linguagens plásticas como a pintura e o desenho com linguagens de programação e inteligência artificial. Nesta poética de retroalimentação — onde cada meio informa e transforma o outro — explora-se a intraduzibilidade entre diferentes linguagens através da instabilidade da interpretação entre humano e máquina.
O trabalho exibido propõe a reflexão sobre o papel de agências mais-que-humanas na prática artística através da co-criação com modelos generativos, programação procedimental e a própria serendipidade dos meios plásticos. Esta prática catalisa um enredamento de linguagens e agências para criar entidades híbridas que habitam uma zona intersticial especulativa.
Seres-artefactos funcionam como ficções especulativas sobre ambiguidade e fluidez, oferecendo uma lente para refletir sobre as tradicionais categorizações sob as quais continuamos a organizar a realidade. Convidando a tomada de uma perspetiva do feminismo pós-humanista, questiona-se a relação ambivalente com o que significa ser “humano”, apresentando a multiplicidade e a mutabilidade como intrínsecas nas diversas possíveis formas de ser.
mutante awards design at wine – visitas guiadas
Jan 22 2026
16 > 29 JANEIRO 2026 I GALERIA FBAUL
Inaugura no dia 16 de janeiro, às 18h00, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes a exposição da 2.ª edição dos Mutante Awards Design at Wine. Trata-se de uma exposição de design de rótulos de vinho.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
Horário: 2º a 6ª – 14h/18h
VISITAS GUIADAS
As visitas guiadas são gratuitas mas carecem de inscrição para o e-mail design@mutante.pt
Visita guiada: 21/01/2026 – 14h00
Design at Wine é um projeto que oferece um espaço de reflexão para designers e demais intervenientes no processo de encomenda, conceção, execução e difusão dos projetos de design de rótulos de vinho em Portugal e procura contribuir para a criação de conhecimento específico e incremento da literacia visual aplicada ao design do rótulo e da garrafa.
A exposição mostra os premiados da 2.ª edição dos Mutante Awards Design at Wine, num conjunto diversificado de trabalhos, com vinhos de todas as regiões vitivinícolas do território continental e ilhas, com a participação de pequenos e grandes produtores nacionais, estúdios de design especializados e agências generalistas, bem como designers independentes. Os resultados podem ser vistos como um espelho do design produzido em Portugal e mostram o potencial estratégico dos rótulos na comunicação do vinho (e do azeite) na relação com o consumidor.
Em virtude das caraterísticas da exposição, solicita-se a marcação da visita com indicação de horário para: s.parreira@belasartes.ulisboa.pt (2.ª a 6.ª: 14h00-18h00)
josé dias sancho: modernismo e regionalismo
Jan 21 2026
08 NOVEMBRO 2025 > 15 FEVEREIRO 2026 I MUSEU MUNICIPAL DE FARO
Inaugura no dia 8 de novembro, às 17h00, no Museu Municipal de Faro a exposição José Dias Sancho: Modernismo e Regionalismo. Trata-se de uma exposição organizada no âmbito de um projeto de curadoria defendido na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa no Mestrado em Crítica, Curadorias e Teorias da Arte, realizado por Joana Galrão e orientado por Fernando Rosa Dias, respetivamente curadora executiva e curador científico da exposição.
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
José Dias Sancho (1898-1929 é uma figura de destaque da história do Modernismo Algarvio. Na linha das exposições de Carlos Porfírio, Diálogos do Modernismo (2019) e Itinerários da Arte Moderna no Algarve (2023), realizadas no Museu Municipal de Faro, este pretende ser mais um relevante contributo para os estudos do Modernismo Algarvio, a partir de uma das figuras cruciais dessa história do modernismo português ainda a redescobrir.
A exposição irá centrar-se na sua vertente de caricaturista, completamente esquecida dos estudos de especialidade, como do seu papel na defesa articulada do Regionalismo e do Modernismo no Algarve, além das suas várias atividades: advogado, poeta, escritor, publicista, criador da primeira empresa de cinema do Algarve, autor e dinamizador teatral, jornalista, caricaturista, cartoonista, etc. Foi amigo de nomes marcantes do Modernismo Algarvio (Carlos Lyster Franco, Carlos Porfírio, Roberto Nobre, Bernardo Marques, etc.), de Lisboa (Almada Negreiros, António Ferro, José Pacheko, Jorge Barradas, António Soares, etc.) e espanhóis (Rogelio Buendía, Gómez de la Serna, Carmen de Burgos, etc.)
Figura polémica, prolixa, ativa e corajosa, em pouco menos de 15 anos desenvolveu uma vasta produção crucial na história do Modernismo Algarvio. O seu falecimento precoce, sem completar 31 anos, contribuiu para o fim do tempo de ouro do Modernismo Algarvio, que coincidiu muito com a Primeira República, e uma perda para a história artística e cultural do Algarve.
A exposição seguirá, com outros focos e variantes, para o Museu Rafael Bordalo Pinheiro (Lisboa) e o Museu de São Brás de Alportel.
Está em preparação um catálogo.
arte sonora: processos experimentais
Jan 19 2026
CANDIDATURAS ATÉ 23 JANEIRO 2026
Estão abertas as candidaturas até 23 de janeiro de 2026 para a Pós-Graduação Arte Sonora: Processos Experimentais.
Datas importantes:
Publicação dos resultados > a partir de 3 de fevereiro de 2026
Matrícula e inscrição dos candidatos colocados > no prazo de 3 dias após notificação das instruções de matrícula e inscrição.
Início das aulas > 9 de fevereiro de 2026
https://www.instagram.com/arte.sonora.experimentais/
O Curso Pós-Graduado de Aperfeiçoamento em Arte Sonora: Processos Experimentais é um curso não conferente de grau académico que pretende facultar e aprofundar conhecimentos sobre as particularidades físicas, ontológicas, eletrónicas e espaciais do som no contexto da Arte Sonora, na sua relação e influência sobre as Artes Visuais e a Música Experimental.
Coordenação científica de Daniel Pinheiro
CORPO DOCENTE: Daniel Antunes Pinheiro, Diogo Melo e Fernando Fadigas
17ª bienal internacional cerâmica artística aveiro 2025 com a participação da fbaul
Jan 13 2026
18 OUTUBRO 2025 > 19 JANEIRO 2026 I AVEIRO
Até 19 de Janeiro decorrem em Aveiro as exposições que integram a XVII Bienal Internacional de Cerâmica Artística, onde se integra o projeto Múltiplos, com catálogo disponível da Biblioteca FBA-ULisboa.
A Faculdade de Belas-Artes participa com a obra Cúmulo, instalada na Praça do Rossio, reúne os contributos de 24 estudantes de 4 mestrados da FBA-ULisboa ou em parceria, estagiários Erasmus+, oriunda(o)s de 9 países, e tem a coordenação dos professores Marta Castelo e Pedro Fortuna.
exibição da longa-metragem “o tubérculo” na finissage da exposição “patologias fílmicas e outras dissidências”
Jan 12 2026
14 JANEIRO 2026 > 20H00 I AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES
A exposição Patologias fílmicas e outras dissidências, do realizador e pesquisador Lucas Camargo de Barros, encerrra com uma finissage no dia 14 de janeiro de 2026, a partir das 18h, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes. A programação de encerramento inclui a exibição do longa-metragem O Tubérculo (70 min, Super8mm, 2024), correalizado por Barros e Zetune, às 20h, no Auditório Lagoa Henriques.
Aberta ao público de 10 a 14 de janeiro de 2026, a mostra propôs uma imersão nos processos criativos que atravessam a escrita, a montagem e a realização de O Tubérculo, expandindo o cinema para o espaço expositivo por meio de materiais, dispositivos e gestos que dão corpo às imagens, aos afetos e às fraturas narrativas do filme.
Com curadoria de Cátia Rodrigues e organização de Fabián Cevallos Vivar, a exposição parte de novas imagiologias para transformar a experiência fílmica em um campo sensorial, crítico e político. A tridimensionalidade desses gestos amplia a noção de coming back home, eixo central de O Tubérculo, deslocando o retorno à origem para um território instável entre memória, diagnóstico e invenção.
Rodado integralmente em Super8mm, na cidade natal do artista, O Tubérculo constrói-se como um caso clínico ficcional: acompanha o retorno de G. após a morte da avó, vítima de uma misteriosa doença chamada Insônia Familiar Fatal. Entre biografia, delírio e fabulação, o filme articula temporalidades dissociativas e contamina o próprio corpo da imagem, instaurando um cinema em que a doença não é apenas tema, mas força formal dissidente.
A exposição dialoga diretamente com a investigação teórico-prática desenvolvida por Barros em sua tese no programa de Artes Performáticas e Imagem em Movimento, sob orientação do Rogério Taveira e coorientação da Marta Mendes. Nesse percurso, o artista propõe o conceito de patologia fílmica: um modo de leitura e criação em que o filme incorpora sintomas, disfunções e instabilidades como estratégia de dissidência formal frente às narrativas e regimes hegemônicos de imagem.
Entre cinema expandido, pensamento crítico e fabulação estética, Patologias fílmicas e outras dissidências encerra-se convidando o público a atravessar um território onde corpo, imagem, diagnóstico e invenção se fundem. E onde a doença emerge como força poética, política e dissidente do próprio cinema.
patologias fílmicas e outras dissidências — exposição de lucas camargo de barros
Jan 12 2026
10 > 14 JANEIRO 2026 I GALERIA BELAS-ARTES
Inaugura na Galeria da Faculdade de Belas-Artes, no dia 10 de janeiro, às 17h00, a exposição do realizador e pesquisador Lucas Camargo de Barros, intitulada Patologias fílmicas e outras dissidências. A mostra propõe uma imersão nos processos criativos que atravessam a escrita, a montagem e a realização do longa-metragem O Tubérculo (70 min, Super8mm, 2024), filme correalizado com Zetune.
Com curadoria de Cátia Rodrigues e organização de Fabián Cevallos Vivar, a exposição parte de novas imagiologias para expandir o trabalho cinematográfico para o espaço expositivo, dando corpo material às imagens, aos afetos e às fraturas narrativas do filme. A tridimensionalidade desses gestos amplia a noção de coming back home, eixo central de O Tubérculo, transformando a experiência fílmica em um campo sensorial, crítico e político.
Rodado integralmente em Super8mm, na cidade natal do artista, O Tubérculo se constrói como um caso clínico ficcional, narrando o retorno de G. após a morte de sua avó, vítima de uma misteriosa doença chamada Insônia Familiar Fatal. Entre biografia, delírio e fabulação, o filme articula temporalidades dissociativas e contamina o próprio corpo da imagem, instaurando um cinema onde a doença não é apenas tema, mas força formal dissidente.
A exposição dialoga diretamente com a investigação teórico-prática desenvolvida por Barros em sua tese no programa de Artes Performáticas e Imagem em Movimento, orientado por Prof. Rogério Taveira e co-orientado pela Profª Marta Mendes. No trabalho, analisa as representações da doença no cinema contemporâneo como estratégia de dissidência formal ao propor o conceito de patologia fílmica: um modo de leitura e criação em que o filme incorpora sintomas, disfunções e instabilidades, deslocando as formas hegemônicas de narrativa, imagem e fruição.
Entre cinema expandido, pensamento crítico e fabulação estética, Patologias fílmicas e outras dissidências convida o público a atravessar um território instável onde corpo, imagem, diagnóstico e invenção se fundem. E onde a doença emerge como força poética, política e dissidente do próprio cinema.
Horário: 2ª a sáb › 11h–19h
A exposição Patologias fílmicas e outras dissidências, do realizador e pesquisador Lucas Camargo de Barros, encerrra com uma finissage no dia 14 de janeiro de 2026, a partir das 18h, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes. A programação de encerramento inclui a exibição do longa-metragem O Tubérculo (70 min, Super8mm, 2024), correalizado por Barros e Zetune, às 20h, no Auditório Lagoa Henriques.
ivens perspectives — exposição de sofia condeço
Jan 04 2026

24 NOVEMBRO 2025 > 07 JANEIRO 2026 I IVENS LIVING REAL ESTATE
Inaugura no dia 24 de novembro, no espaço IVENS Living Real Estate, Rua Ivens 2, 1200- 227 Lisboa, a exposição de Sofia Condeço, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Investigadora Ana Matilde Sousa.
Sofia Condeço (n. 2005) vive e trabalha em Oeiras e estuda atualmente Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho combina pastel e pintura a óleo, trazendo o desenho para a tela e explorando a relação entre animal e humano, retirando este último do pedestal e reinscrevendo-o na natureza, onde sempre pertenceu. Participou em diversas exposições coletivas, incluindo O último tranca a porta (Lugar Específico, Lisboa, 2025), Casa da Ladra – Residência Artística SAFRA (Lisboa, 2025), GABA – Galerias Abertas (FBAUL, 18.ª edição, 2025; 17.ª edição, 2024; 16.ª edição, 2023), Éden (Lounge, Instituto Superior Técnico, Lisboa, 2025) e Traçadito (Galeria da AE das Belas-Artes, Lisboa, 2023).

A exposição de Francisco Leal decorreu entre 15 de outubro e 24 de novembro de 2025, na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Investigadora Ana Matilde Sousa.
Francisco Leal (Lisboa, 2005) vive e trabalha em Lisboa, frequentando atualmente a licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho explora a relação entre humor e tragédia, transformando a pintura num espaço onde o riso e o desconforto coexistem. Através da justaposição de elementos quotidianos, absurdos e referências visuais contrastantes, cria composições que questionam o papel da imagem como mediadora do olhar — um ponto de entrada que atrai o espectador, mas que, ao ser ultrapassado, revela uma dimensão introspectiva e crítica. Em 2025, participa nas exposições Vogados (Rua Camilo Castelo Branco, Lisboa), A legenda ficaria Mercatus (Convento dos Cardes, Lisboa), O último tranca a porta (Lugar Específico, Lisboa), Casa da Ladra (residência SAFRA, Lisboa) e Corrente de Ar 2025 (Beco da Mitra, Lisboa). Em 2023, integra The Portugal Students Prize Finalists Exhibition na Sociedade Nacional de Belas-Artes e no Howard’s Folly (Estremoz).

A exposição de Rafaela Pereira decorreu entre 10 de setembro e 15 de outubro na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Rafaela Coutinho Pereira, nascida em 2004 e natural de Alcochete, frequenta a Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Em 2022, uma das suas pinturas foi selecionada para ser reproduzida num mural, no âmbito de um projeto colaborativo entre a Escola Secundária de Alcochete e a Junta de Freguesia de Alcochete. O seu trabalho centra-se na exploração da colagem de diversos materiais em articulação com a pintura, procurando valorizar as texturas dos elementos escolhidos, que se traduzem, neste caso, na representação de animais e géneros.

A exposição de Maria Silveira decorreu entre 23 de junho e 10 de setembro na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Maria Silveira é uma jovem artista visual e plástica portuguesa, sediada em Lisboa, Portugal. Com formação em Produção Artística especializada em Ourivesaria na Escola Artística António Arroio, terminada em 2021,é atualmente aluna da licenciatura de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
O seu trabalho explora as limitações formais e plásticas da realidade. Com um especial gosto pelo artifício da memória, imita mundos conhecidos para criar novas realidades visuais, universos quotidianos transformam-se em dimensões desconhecidas e vice-versa. Procura alcançar, através da experimentação com diferentes materiais e meios, um equilíbrio entre corpóreo e ideia. Os seus principais temas de investigação artística são o corpo, a memória e a relação do ser com o mundo que o rodeia.

A exposição de Sofia Martins decorreu entre 7 de maio e 18 de junho de 2025 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Sofia Martins, nascida no Porto e criada em Santarém, é uma jovem artista de 20 anos que frequenta a Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho é maioritariamente autobiográfico, onde utiliza a pintura a óleo para retratar momentos do quotidiano. Destaca-se pelo contraste entre técnicas de empastamento e tinta fortemente diluída com terebintina, aplicadas sobre telas onde representa fotografias captadas por si. Esta abordagem permite-lhe integrar a realidade de forma intrínseca na sua narrativa plástica, criando uma experiência visual cativante.

A exposição de Filipe Cesário decorreu entre 2 de abril e 7 de maio de 2025 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Filipe Cesário, natural de Lisboa e nascido em 2002, encontra-se atualmente no terceiro anodaLicenciaturaemPinturanaFaculdadedeBelas-ArtesdaUniversidadedeLisboa. O seu trabalho artístico centra-se na pintura a óleo figurativa, baseada em fotografias de eventospessoais.Exploraarelaçãoentrememóriaeimagem,reinterpretandomomentos vividos através da desconstrução da figura humana. A sua pesquisa plástica investiga os limitesentresimplificaçãoerepresentação,utilizandocamadas,gestualidadeecontrastes cromáticos para criar composições que oscilam entre o real e o evocativo.

A exposição de Tomás Gouveia decorreu entre 26 de fevereiro e 2 de abril de 2025 na IVENS Living Real Estate, no âmbito do acordo de colaboração entre a IVENS e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, para a realização de exposições de obras dos alunos da FBAUL, em contexto formativo, projeto com a coordenação da Professora Diana Costa.
Tomás Gouveia, natural de Viseu e nascido em 2003, encontra-se atualmente a frequentar o terceiro ano da Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho artístico centra-se na exploração de uma narrativa fragmentada, na qual a linearidade e coerência dos acontecimentos representados são intencionalmente desafiadas. Demonstra particular interesse pela representação da figura humana de forma camuflada, investigando os limites da sua desconstrução sem que esta perca completamente a sua legibilidade para o observador. Um dos principais objetivos da sua investigação plástica é compreender a subtil fronteira entre a abstração e a representação figurativa, tanto no desenho como na pintura.